sábado, 30 de novembro de 2013

Receitas natalinas

Tender de Natal

Rendimento: 25 porções 

Ingredientes


  • 3 kg de tender semi-desossado
  • quanto baste de cravo-da-índia para decorar
  • 4 colher(es) (sopa) de mostarda
  • 2 colher(es) (sopa) de melado
  • 5 colher(es) (sopa) de vinagre branco
  • 3/4 xícara(s) (chá) de rum
  • 1 xícara(s) (chá) de suco de abacaxi
  • 3 colher(es) (sopa) de margarina Qualy
  • 2 unidade(s) de abacaxi em fatias
  • 3 colher(es) (sopa) de açúcar
  • 1 unidade(s) de canela em pau
  • 250 gr de geléia de framboesa
 Modo de Preparo
Retire o tender da embalagem. Risque a superfície com a ponta de uma faca, formando losangos. Em cada cruzamento do losango espete um cravo-da-índia. Acomode numa assadeira. Em outra tigela misture a mostarda, o melado, o vinagre e 0.5 xícara (chá) de rum. Despeje esta mistura por cima do tender e cubra com papel alumínio. Leve ao forno médio (200ºC) por cerca de 1 hora. Retire o papel alumínio e deixe no forno por mais 30 minutos, para dourar, sempre regando com o molho que se formou na assadeira. 
Passe margarina em outra assadeira e frite as fatias de abacaxi e polvilhe com açúcar. Quando começarem a dourar, adicione o restante do rum e o suco de abacaxi. Coloque dois cravos e canela. Deixe cozinhar em fogo brando por dois minutos. Escorra as fatias de abacaxi e reserve o caldo que se formou. Retire o tender da assadeira e junte o molho ao molho de abacaxi. 
Sirva o Tender de Natal com o abacaxi e a geléia de framboesa.

Salada de bacalhau
Rendimento: 4 porções 

Ingredientes


  • 500 gr de bacalhau fresco desfiado(s)
  • 500 gr de grão-de-bico cozido(s)
  • 1 unidade(s) de cebola picada(s)ver vídeo
  • quanto baste de cheiro-verde
  • 2 unidade(s) de cenoura cozida(s)
  • 250 gr de azeitona verde picada(s)
  • 1 unidade(s) de pimentão vermelho em cubos pequenos
  • 3 colher(es) (sopa) de maionese
  • 1 tablete(s) de caldo de bacalhau
  • quanto baste de azeite
  • 1 lata(s) de milho verde
Modo de Fazer:
Deixe o grão-de-bico de molho de véspera. No outro dia leve-o para cozinhar com um pouco de sal e com o tablete de caldo de bacalhau, vá experimentando até sentir que o grão está cozido e meio mole. Não deixe desmanchar, escorra o grão-de-bico e coloque em uma tigela e depois junte todos os ingredientes e tempere com uma pitada de sal, bastante azeite e a maionese. Leve a geladeira até a hora de servir e sirva a salada de bacalhau em uma travessa sobre folhas de alface. Pode substituir o bacalhau por frango, atum e presunto.

Arroz de Forno

Rendimento: 6 porções 

Ingredientes


  • 2 copo(s) de arroz
  • 4 copo(s) de água
  • quanto baste de tempero alho e sal
  • 1 lata(s) de molho de tomate
  • 2 unidade(s) de ovo
  • 150 gr de presunto sem capa de gordura em tiras
  • 150 gr de Mussarela em tiras
  • 1/2 colher(es) (chá) de glutamato monossódico
  • 2 dente(s) de alho
Modo de preparo:
Lave o arroz e ferva a água. Doure o alho e adicione o arroz, a água fervida e o Aji-no-moto®. Quando o arroz estiver pronto, acrescente os ovos ligeiramente batidos e misture rapidamente para que não cozinhem. Junte omolho de tomatever vídeo (reserve um pouco) e misture. Num refratário, distribua metade do arroz, metade das tiras de presunto, metade das tiras de mussarela. Depois, distribua novamente a outra metade do arroz e o restante das tiras de presunto e mussarela. Espalhe o molho restante (não muito) por cima da última camada que deve ser de mussarela. Leve ao forno até o queijo derreter. Na hora de servir, salpique um pouco de salsinha ou decore a gosto.

Fonte: Cyber Cook

Mitos e Verdades sobre emagrecimento

São tantas as receitas, dietas, dicas e informações sobre como perder peso que ás vezes fica fica difícil saber o que realmente funciona por isso é importante desvendar de uma vez por todas esse mistério, confira aqui os mitos e as verdades sobre o emagrecimento.

MITO - Suar bastante emagrece

Suar não emagrece o que emagrece é eliminar as gorduras durante a atividade física, o suor é apenas resultado da movimentação do corpo e da umidade do ambiente e clima. Forçar o corpo a suar se exercitando sob o sol ou em local quente traz os riscos de uma desidratação.

VERDADE - Berinjela emagrece

Esse alimento possui uma alta concentração de fibras por isso ele impede a alta absorção de gordura pelo organismo e traz outros benefícios como a regulação intestinal. Por isso ele é um grande aliado em qualquer dieta.

MITO - Diuréticos emagrecem

Os diuréticos não têm a função de queimar a gordura do corpo, mas isso não os torna dispensáveis muito pelo contrário porque eles eliminam o excesso de líquido  no organismo, o sódio e cloro e são benéficos no tratamento da hipertensão arterial.

VERDADE - Água gelada emagrece

Isso ocorre porque para igualar a água gelada a temperatura corporal o organismo realiza um grande esforço que leva á perda de calorias.

MITO - Abacate engorda

O abacate assim como todos os alimentos saudáveis deve ser consumido adequadamente e assim não promove o ganho de peso, o abacate é um alimento rico em gorduras monoinsaturadas que são as gorduras boas e outros nutrientes como ferro, vitamina E, etc.

MITO - Alimentos muito salgados engorda

Não engorda, mas parece que sim porque o sal em excesso além de ser um grande vilão da saúde ajuda o corpo a reter líquido o que causa os inchaços e deixa a aparência de que a pessoa engordou, além disso, a sensação desse inchaço é muito incomoda, embora não engorde o sal deve ser diminuído, principalmente o consumo de alimentos industrializados que possuem um alto nível de sal.

MITO - Não jantar emagrece 

Ficar sem comer não é o correto para perder peso isso pode trazer muito mais males do que bem á saúde o ideal é fazer todas as refeições sem pular nenhuma delas e se alimentar de forma saudável e controlada e ingerir alimentos mais leves e de fácil digestão á noite.

A principal arma contra o excesso de peso é com certeza o conhecimento, é preciso conhecer os alimentos e entender como eles agem no organismo para saber se realmente eles cumprem o que prometem ou não, muitas receitas para emagrecer são baseadas unicamente em especulações por isso é importante buscar informação aprofundada para não prejudicar a sua saúde.

Emagrecer todas nós queremos e manter a saúde também então fiquem atentas e entendam que o fato de um alimento ser saudável nem sempre está relacionado com o emagrecimento e por outro lado existem alimentos que embora aumentem o seu peso não te fazem engordar, por exemplo, a ingestão de proteínas e carboidratos realizada por atletas aumenta a massa muscular e consequentemente o peso, mas não engorda porque não aumenta a gordura corporal.


Foco, força e determinação além de informação, mudança de hábitos e exercícios físicos regulares são a chave para emagrecer e manter uma vida saudável.

FONTE: DIETA DUKAN RECEITAS

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Dicas para o Verão

O Verão está chegando e junto com ele altas temperaturas.
Todo cuidado é pouco nesta época do ano.Seguem algumas dicas importantes para passar esta estação com saúde:

1) Quando praticar atividade física ao ar livre, procure fazer nos horários do sol mais fraco.
2)Ingerir muito líquido nesta época é muito importante para se manter hidratado.  
3) Usar roupas de cores claras e de tecidos leves.
4) Evite roupas apertadas, diminuem a circulação e pioram a celulite.
5) Escolha alimentos mais leves ( frutas, verduras, legumes, carnes magras, sucos naturais,água de côco).Evite frituras, gorduras e alimentos muito quentes.
6) Evite maionese, frutos do mar e alimentos crús nesta época do ano, a não ser , que seja feito em local extremamente confiável. Assim estará evitando uma intoxicação alimentar.
7) Se for a praia ou piscina com frequência e quer manter a cor, coma bastante ( cenoura, abóbora, beterraba, manga, mamão). São alimentos ricos em vitamina A importantes para a pele e o bronzeado.
8) Evite ficar no sol no pior horário ( 10 às 15h). Sua pele merece cuidados para agora e para seu futuro!
9) Abuse de saladas criativas e saudáveis!
10) Quando quiser tomar sorvete, escolha os de frutas, são menos calóricos e tem menos gordura.

Aproveite seu verão com saúde!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Controlar pressão arterial, glicemia e colesterol reduz risco cardíaco em pessoas com obesidade

As pessoas com obesidade ou sobrepeso podem reduzir seu risco de doenças cardiovasculares e AVC pela metade se mantiverem a pressão arterial, o colesterol e os níveis de açúcar no sangue controlados. É o que indica um novo estudo da Harvard School of Public Health, publicado dia 22 de Novembro na revista The Lancet.


Os pesquisadores analisaram 97 estudos que incluíram mais de 1,8 milhões de pessoas em todo o mundo. Eles descobriram que os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue eram responsáveis por metade do aumento do risco de doenças cardiovasculares em pessoas com sobrepeso e obesidade. E esses mesmos fatores são responsáveis por um risco de AVC aumentado em três quartos. A pressão arterial elevada representava a maior ameaça, sendo responsável por 31% do aumento do risco de doenças cardíacas e 65% do aumento do risco de derrame.

Segundo os autores, essa revisão mostra que uma pessoa com sobrepeso e obesidade pode cortar o seu risco de doenças cardíacas e AVC pela metade se fizer acompanhamento médico para manter esses índices controlados. Dessa forma, é muito importante que seja feito o diagnóstico precoce dessas condições. Entretanto, eles afirmam que essas medidas são parciais e temporárias, pois para garantir um maior controle da saúde é realmente necessária a perda de peso. Além disso, a obesidade aumenta uma série de outros riscos, e como tal deve ser revertida.

Obesidade favorece desde enxaqueca até câncer 
Os dados do Ministério da Saúde são alarmantes. Pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população (acima de 18 anos) está acima do peso ideal. O estudo também revela que a obesidade cresceu no país, atingindo o percentual de 17% da população. Se compararmos com o ano de 2006, no qual o índice era de 11%, perceberemos que o aumento foi significativo.

Apesar da obesidade e do sobrepeso serem epidemias desse porte no Brasil, a população ainda não considera o excesso de peso uma doença. Um trabalho desenvolvido pela farmacêutica Allergan em parceria com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) e a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SBED) entrevistou mil indivíduos em diferentes estados e descobriu que 55% da amostragem não acreditava que a obesidade fosse uma doença. Além disso, 93,5% dos entrevistados não sabia seu próprio Índice de Massa Corpórea (IMC (Descubra seu peso ideal) ), sendo que 64% se enquadravam na faixa da obesidade. Mais do que uma doença grave, a obesidade é um problema que pode favorecer diversas outras condições em nosso organismo. "O quadro pode prejudicar a saúde de uma forma global e em vários sistemas no corpo", afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ainda não está convencido? Veja como essa doença pode afetar todo o funcionamento do seu corpo


Coração em alerta!

 Quanto mais elevado é o nosso peso, mais esforço o coração precisa fazer para bombear sangue e deixar tudo funcionando plenamente. Isso sobrecarrega o órgão, que terá que bater mais rápido do que o ideal. "O tecido adiposo é um grande produtor de substâncias inflamatórias - e os adipócitos (células de estoque da gordura) aumentam em número e volume com a obesidade", afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ele explica que o organismo se cansa de corrigir o erro alimentar e o sedentarismo, e vai progressivamente lançando de volta na circulação o colesterol e os triglicerídeos que não conseguiu armazenar no fígado e tecido adiposo. Essa gordura em excesso no sangue pode formar placas e entupir as artérias, causando um infarto ou AVC. Esse estado inflamatório também pode favorecer a oxidação do colesterol bom (HDL), que se transformará em colesterol ruim (LDL). Todo esse cenário favorece doenças como hipertensão, angina, insuficiência cardíaca, entre outros.

Metabolismo alterado

Quando ganhamos peso, há o aumento do tecido adiposo em dois compartimentos importantes: o visceral (abdominal) e o subcutâneo. "Quando o adipócito está cheio de gordura, existe a produção de substâncias inflamatórias que geram uma cadeia de desequilíbrio no nosso corpo", afirma a endocrinologista Andressa Heimbecher, de São Paulo. Isso causa o aumento dos níveis de colesterol ruim e triglicerídeos, aumento de gordura no fígado, diabetes tipo 2, elevação da pressão arterial, do risco de aterosclerose e consequentemente de doenças cardíacas e cerebrovasculares. "O acúmulo de gordura abdominal é o mais danoso, porque estimula mais a produção dessas substâncias inflamatórias."

Quando o adipócito está com sua capacidade de estoque cheia, ocorre também um depósito de gordura no fígado, conhecido como a esteatose hepática. "Neste contexto, há aumento dos níveis de ácidos graxos livres circulantes, que geram um efeito no pâncreas chamado de lipotoxicidade - a gordura circulante é tóxica ao funcionamento das células beta do pâncreas", diz Andressa. Ocorre também um excesso de ácidos graxos circulantes nas células musculares, impedindo a entrada de glicose estimulada pela insulina, gerando a resistência insulínica. "Nesse cenário, vai ficando cada vez mais difícil para as células absorverem glicose, acarretando no aumento de ácidos graxos livres e substâncias inflamatórias, gerando um ciclo vicioso." Esse mau funcionamento das células beta do pâncreas, que causa a resistência insulínica, pode agravar e se transformas em diabetes tipo 2.

Quanto mais a pessoa ganha peso, maior é o depósito de gordura acontecendo no tecido adiposo e no fígado. O fígado é o nosso órgão de processamento do colesterol, e se ele não funciona de maneira adequada nossos níveis de colesterol e triglicérides aumentam. "Além disso, quando existe a resistência insulínica, as células dos músculos e tecido adiposo passam a não absorver glicose e a usar gordura quando precisam de energia", afirma a endocrinologista Andressa. Apesar de isso parecer bom, a quebra de gordura em vez de glicose na obesidade aumenta mais ainda a liberação de ácidos graxos no sangue e consequentemente de colesterol ruim e triglicérides.

Digestão prejudicada

 "A doença do refluxo gastroesofágico tem, em muitos casos, uma ligação direta com a obesidade", alerta a gastroenterologista Fernanda de Oliveira, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. Ela explica que o aumento da gordura abdominal causa a elevação da pressão dentro do estômago, o que leva ao retorno do conteúdo gástrico para o esôfago - causando assim o refluxo. "Os pacientes com obesidade também têm uma incidência maior de Hérnia de Hiato (deslocamento do estômago para o tórax), que também é uma alteração anatômica que pode levar à Doença do Refluxo", afirma.

A obesidade também aumenta o risco de pedras na vesícula devido ao desequilíbrio de alguns elementos no sangue que influenciam na formação da bile. "A bile é produzida pelo fígado e armazenada na vesícula, e consiste em uma mistura de várias substâncias, dentre elas o colesterol, que é responsável pela maioria dos casos de formação de cálculos na vesícula", conta a especialista. Desta forma, quando o colesterol ruim (LDL) está alto e o colesterol bom (HDL) está baixo temos um maior risco de aparecimento de pedras na vesícula, justamente pela alteração deste elemento na bile.

A obesidade também é um fator de risco para pancreatite. Os casos de pancreatite relacionados à obesidade ocorrem principalmente pela formação de cálculos na vesícula que migram para o pâncreas - mas também podem acontecer pela elevação dos triglicerídeos. A maioria dos pacientes com obesidade também tem um acúmulo de gordura no fígado. "O grande risco da gordura no fígado é o aparecimento da esteatose hepatite, que é destruição das células do fígado pela presença de gordura", explica a gastroenterologista. A persistência deste quadro por muitos anos pode levar a cirrose hepática e por isso deve ser acompanhada. "O emagrecimento é fundamental nesses casos."

Fertilidade em perigo

 Quanto maior é o tecido adiposo, maior é a concentração de estrona, um tipo de estrógeno, no sangue. "Isso irá estimular o endométrio (parte de dentro do útero, que descama nas menstruações) e aumentar o fluxo menstrual", demonstra a ginecologista Renata Di Sessa, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Ao mesmo tempo, com o aumento do estrógeno, o estímulo para os ovários irá diminuir, não havendo ovulação, o que impede a menstruação. Assim, a mulher demora a menstruar e, quando acontece, é em grande quantidade. "A dificuldade de obter a ovulação também pode favorecer um quadro de infertilidade", alerta a especialista. Já o aumento dos triglicerídeos e a instalação do quadro inflamatório no organismo pode favorecer a infecção urinária de repetição e a candidíase de repetição, ou seja, que sempre voltam a aparecer. "Essas últimas também estão fortemente associadas ao diabetes e pré-diabetes, que tem como fator de risco a obesidade."

No homem, a obesidade com IMC acima de 40 pode interferir na produção de uma enzima chamada aromatase, responsável por transformar a testosterona em estradiol, um hormônio feminino que, quando em grande quantidade no homem, pode interferir na produção de espermatozoide e diminuir sua contagem. Com o aumento acentuado de peso, a aromatase passa a ser produzida em maior quantidade, transformando mais testosterona em estradiol e interferindo na fertilidade.  

Mais visitas ao banheiro

A obesidade é, atualmente, um reconhecido fator de risco para a incontinência urinária. "O excesso de peso provoca um aumento da pressão sobre a bexiga e assoalho pélvico, favorecendo as perdas urinárias", explica a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Luciana Lopes, da Clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. A obesidade também pode ocasionar o enfraquecimento da musculatura da pelve e dos ligamentos que sustentam a uretra, levando à perda involuntária da urina quando são feitos esforços físicos, como tossir. 

Efeitos visíveis na pele

Nossa pele também não fica livre dos efeitos da obesidade. "O ganho de peso altera a função da barreira cutânea, o funcionamentos das glândulas sebáceas e sudoríparas, a estrutura e função do colágeno, a cicatrização de feridas, vasos sanguíneos e gordura subcutânea", explica a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Segundo a especialista, a função de barreira nada mais é do que regular a perda de água por meio da pele. "Em pacientes com obesidade a pele apresenta-se extremamente ressecada, sem água, e a cicatrização de feridas fica comprometida", diz. Em contrapartida, na obesidade também ocorre uma superprodução de sebos e suor, resultado de uma alteração nos níveis de insulina e hormônio do crescimento. "Essas duas substância passam a ser produzidas em maior quantidade no obeso, o que leva a um aumento secundário da secreção sebácea, já que receptores celulares relacionados à produção de sebo são estimulados por esses hormônios, com consequente piora do quadro de acne", alerta a dermatologista. Os quilos extras causam, ainda, a diminuição de uma substância chamada globulina, essa responsável por transportar esteroides sexuais (hormônios sexuais) - seu nome específico é SHGB. "Essa globulina é recrutada perifericamente pela gordura acumulada no corpo, levando a um aumento da testosterona livre, que estimula o aumento da oleosidade da pele, agravando a acne e o hirsutismo (aumento dos pelos no corpo) ", completa a especialista. Esse aumento da testosterona circulante no corpo e conjunto com a resistência à insulina também pode causar a acantose nigricante, que é o problema de pele mais comum na obesidade. "O excesso do hormônio leva ao escurecimento das axilas, virilhas e de outras áreas onde existam dobras."

Além do aumento da produção de sebo, que favorece a acne, a pessoa com obesidade tem um aumento da secreção de suor pelas glândulas sudoríparas. "Como consequência dessa produção de suor exacerbada temos a hiperidrose", afirma a dermatologista Carolina. A obesidade também está associada com mudanças na estrutura do colágeno, que é responsável pela sustentação e firmeza da pele, além de participar do processo de cicatrização. "No entanto, flacidez e rugas não são tão evidentes nos obesos, pois existe aumento da gordura subcutânea, que 'preenche' os sulcos e linhas de expressão."

Outro problema comum da obesidade são as estrias, causadas pelo estiramento excessivo da pele provocado pelo aumento de peso. "Esse tipo de estria se localiza principalmente nas mamas, coxas, nádegas e abdome", lembra a dermatologista. Foda essas manifestações mais comuns, a obesidade também pode causar o aparecimento de lesões de pele na região do pescoço e axilas semelhantes a verrugas, chamadas fibromas moles ou acrocórdons, e também a queratose pilar, que são pequenas "bolinhas ásperas" que se localizam na superfície externa dos braços. "Algumas doenças de pele não são causadas pela obesidade, mas podem ser agravadas por ela, como psoríase, insuficiência venosa crônica, celulite, infecções fúngicas e bacterianas, hiperceratose relativa da planta do pé (espessamento plantar), hidradenite supurativa, tofo gotoso e intertrigo."

Sistema linfático e vascular

A obesidade impede ou retarda o fluxo linfático, o que conduz à retenção de líquido no subcutâneo, alteração chamada de linfedema. Outro ponto causado pela obesidade é a dilatação dos vasos sanguíneos, principalmente nas pernas, fazendo com que a circulação sanguínea na pele fique aumentada. Há também um maior risco de obstrução vascular ocasionando pela deposição de gordura na parede das artérias. "Essas alterações levam ao aparecimento de varizes, e, eventualmente, tromboses", afirma a dermatologista Carolina.

Não se esqueça do oftalmologista

A obesidade pode influenciar - e muito! - na saúde dos nossos olhos. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) acompanharam mais de 130 mil pessoas e descobriram que um IMC igual ou superior a 30 estava relacionado com o desenvolvimento de catarata. Segundo o estudo, a obesidade aumentava em 36% o risco do problema ocular. O risco de desenvolver uma catarata subcapsular posterior - tipo mais grave - aumentou em 68% com o excesso de peso. Isso acontece porque a obesidade é um fator de risco para o surgimento de diabetes, colesterol alto e hipertensão, que são as principais causas de problemas da visão como catarata, glaucoma e retinopatia diabética. Outras doenças oculares decorrentes dessas alterações são degeneração macular, oclusão da veia central da retina ou de seus ramos e retinopatia por hipertensão arterial. 

Cérebro afetado

As pessoas com obesidade geralmente sofrem problemas cerebrais devido às complicações clínicas da obesidade, como diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia e apneia do sono - todas doenças que favorecem o aparecimento de acidentes vasculares cerebrais, por exemplo. "Mas, por outro lado, observa-se que indivíduos com obesidade e nenhuma comorbidade mostram uma queda do desempenho cognitiva em testes psicológicos, principalmente em idosos", explica o neurologista Antonio Cezar Galvão, do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. O especialista afirma que o cérebro da pessoa acima do peso e com mais idade tende a ser mais atrofiado que o normal, mas ainda não se sabe exatamente o porquê. "Especula-se que a obesidade poderia lesionar uma série de tecidos neurológicos. " Nesse cenário, explica o neurologista, a obesidade também pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer e as demências vasculares.

Além dessas relações, a obesidade é comprovadamente um fator de risco para a cronificação da enxaqueca, podendo tornar a dor de cabeça diária. "Sugere-se que o tecido gorduroso libere substâncias que favoreçam a inflamação dos vasos sanguíneos, além de interferir na produção de neurotransmissores responsáveis pela dor", afirma o neurologista. Outros problemas neurológicos que aparecem em pessoas com obesidade, segundo o especialista, geralmente estão relacionados a outras comorbidades, como síndrome metabólica, diabetes, hipertensão arterial e apneia do sono.  

Seu sistema respiratório também sofre

 O sobrepeso, ao dificultar a respiração, favorece casos de apneia do sono. A apneia do sono é o estágio mais avançado do ronco e acontece quando a passagem do ar pela garganta está totalmente obstruída e há interrupção da respiração. "Há uma espécie de campainha na garganta, chamada úvula, e a vibração dela provoca o ronco - e isso não necessariamente acontece em pessoas com obesidade", explica o odontologista especializado em distúrbios do sono Fausto Ito, da Associação Brasileira do Sono. Entretanto, a apneia está fortemente ligada com o aumento de peso. "O tecido gorduroso acumulado ao redor do pescoço, no tórax e no abdômen dificultam a respiração, causando apneia", explica o especialista. Ele afirma que apneia e obesidade andam juntas, uma vez que a qualidade ruim do sono desorganiza o metabolismo e prejudica a síntese de vários hormônios, agravando a obesidade.

Outro problema respiratório causado pela obesidade é a hipoventilação alveolar, que acontece quando nosso organismo não respira o suficiente, ou seja, não ventila o suficiente para que seja realizada a troca de gases nos pulmões. A relação entre hipoventilação alveolar e obesidade se dá uma vez que o excesso de peso sobrecarrega o aparelho respiratório. 

Músculos e ossos mais fracos

Segundo o médico do esporte Pablius Braga, do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho, a obesidade causa mudança de postura e alteração de nosso centro de gravidade - que fica projetado para frente devido ao aumento da circunferência abdominal. "Desta forma, a coluna lombar é projetada a frente aumentando a curva das costas e a bacia tende a se projetar também frente, fazendo a coxa girar para dentro e os joelhos formarem um 'X'", explica o especialista. De acordo com Pablius, todas essas mudanças acontecem para compensar o aumento anormal de massa corporal. "O corpo precisa deste ajuste senão as quedas e tombos seriam frequentes devido ao desequilíbrio."

A queixa mais comum dos pacientes com obesidade é a dor nas costas, ou lombalgia. "Ela acontece pela mudança da posição da coluna que ao projetada para frente leva a um aumento da tensão nos músculos que acompanham a coluna e das articulações que a sustentam", conta o médico do esporte. Com o passar de meses e anos, sustentar esta posição por conta da obesidade irá resultar em dor. "Uma das recomendações para diminuir a lombalgia é a perda de peso e o fortalecimento muscular." Outro problema comum em pessoas com a doença é um quadro de gota, que segundo o especialista não é uma relação direta. "Pessoas com excesso de peso e uma predisposição a sofrer com o acúmulo de ácido úrico no sangue, causador da gota, sofrem mais com o controle do problema devido à limitação para ação de medicamentos e a dificuldade de movimentação física", declara o especialista.
A obesidade também é uma emissária da osteoartrite, também conhecida como artrose, e se dá por um desgaste crônico das articulações, causando dores generalizadas. "Existem evidências científicas que mostram a relação entre o aumento de IMC (entre 30 e 35) com o aparecimento da osteoartrite", afirma o médico do esporte Pablius. Ele explica que as articulações possuem algumas forças que possibilitam ao órgão absorver impacto tanto em repouso como em movimento e, ao absorver estas cargas, transformá-las em energia e movimento. Exemplo: ao caminhar existe a carga suportada pelos joelhos ao "chocar" ou colocar o pé no solo. Essa carga é transformada em energia, que impulsiona o pé para frente e executa o passo. "A sobrecarga de peso ou obesidade pode transformar esses movimentos em traumas minúsculos, mas repetitivos, levando as alterações das cartilagens e, consequentemente, um desgaste das estruturas da articulação, formando áreas de inflamação", descreve o especialista.  

Câncer em evidência

"As pessoas com obesidade parecem ter mais predisposição a vários tipos de tumores", declara o oncologista Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Ele explica que a obesidade leva a uma desregulação do sistema endócrino do paciente, culminando na secreção de várias substâncias como fatores estimulantes e inflamatórios. "Isso leva a alterações celulares que podem evoluir para neoplasias", diz. Os cânceres comprovadamente relacionados com a obesidade são os de esôfago, cólon e reto, pâncreas, vesícula, próstata, mama, útero, colo do útero e rim.

"A obesidade aumenta a incidência do câncer de cólon e reto por conta da inflamação crônica que ocorre na obesidade, levando a um hiperestímulo celular e o surgimento da neoplasia", afirma o oncologista. Já no câncer de esôfago, a obesidade está relacionada principalmente com o do tipo adenocarcinoma, que tem como outros fatores de risco o refluxo gastroesofágico e o tabagismo. "Para o câncer de vesícula suspeita-se que a relação aconteça devido às alterações hormonais da obesidade", declara Anderson. Segundo o médico, a obesidade não só aumenta o risco de câncer de vesícula como eleva as chances de morte pelo problema.

O câncer de mama e o câncer de colo do útero apresentam uma relação importante com a obesidade. "As mulheres com a doença têm 1,5 vezes mais chance de desenvolver câncer de mama", explica o oncologista Anderson. Isso acontece porque o hormônio estrógeno, fortemente ligado ao aparecimento do câncer, é produzido em nosso tecido adiposo. Com o excesso de gordura corporal, esse hormônio pode começar a ser produzido em maior quantidade, aumentando o risco de mutação. "O câncer de colo de útero, por sua vez, está mais relacionado ao ganho de peso acelerado e aumento da circunferência abdominal, principalmente em mulheres na menopausa." No caso do câncer renal, afirma o oncologista Anderson, a obesidade aumenta o risco em 70%, comparável até ao hábito de fumar, que eleva a chance em 50%. "Esse câncer  também parece estar relacionado à produção de hormônios em níveis aumentados." 


Fonte: MSN

domingo, 24 de novembro de 2013

Férias!

As férias estão chegando e muita diversão!


O ano está acabando e está na hora de pensar nas coisas  boas que passaram neste ano e programar para o ano que vem novas metas!
Vou dar algumas dicas para férias para que não ganhe peso, ou pelo menos, ganhe pouco!

1) Ao escolher o local de férias, pense nos passeios a pé, não faça tudo de carro ou ônibus .Assim vai gastar mais calorias!
2) Se for um hotel fazenda, aproveite as caminhadas, trilhas, ande de bicicleta, nade bastante!
3) Se for num local bem animado, dance bastante! Dançar gasta muita caloria!
Ou seja, mexa-se!
Pode dormir bastante para descansar mas aproveite alguns horários para se divertir com a família gastando energia!
4) Se estiver num hotel:
- Não coma tudo que vê pela frente, passe pelo buffet, veja tudo que tem , escolha alimentos saudáveis e um extra por dia que ficar no local. Assim não passará vontade e não vai exagerar!
- Tenha sempre no quarto do hotel  frutas ou iogurtes light ou barras de cerais, assim no meio de manhã ou tarde ou antes de dormir você terá algo adequado para comer. Não pegue os chocolates, salgadinhos do frigobar, esconda tudo!
5) SE estiver em casa de amigos ou alugar uma casa, faça compras num mercado próximo e coloque na geladeira opções saudáveis! Evite comprar guloseimas!
6) Não exagere na bebida ! 1grama de álcool tem 7 calorias!   1 tulipa de cerveja tem 130 calorias! Para gastar isto, tem que caminhar 30 minutos! Pense antes de beber!
7) Diversão não pode ser COMER!!!!! Procure diversão de outras maneiras!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Saladas para verão!

1) SALADA NO ESPETINHO


Ingredientes

. 300 g de bolinhas de mussarela de búfala
. 1/4 de xícara (chá) de azeite
. 1 colher (sopa) de orégano
. 1 colher (chá) de sal
. 1 colher (chá) de pimenta-calabresa
. 10 tomates-cereja cortados ao meio
. 150 g de rabanetes pequenos cortados ao meio
. 1 pepino japonês cortado em rodelas de 1 cm de espessura
. 40 folhas de hortelã

Modo de preparo

1. Corte as bolinhas de mussarela ao meio e tempere com o azeite, o orégano, o sal e a pimenta.
2. Monte os espetinhos intercalando o tomate-cereja com os rabanetes, a mussarela temperada, o pepino japonês e as folhas de hortelã.
PORÇÃO: 100 CALORIAS
2) SALADA ÁRABE

Ingredientes

. 4 colheres (sopa) de maionese
. 1 colher (sopa) de ketchup
. 1 xícara (chá) de creme de leite
. 1 pé de alface americana cortado em fatias finas
. 1/2 xícara (chá) de grão-de-bico cozido
. 1 tomate picado
. 1 cenoura ralada
. 1 beterraba ralada
. Sal a gosto

Modo de preparo

Misture a maionese, o ketchup e o creme de leite e reserve. Em uma saladeira coloque a alface, o grão-de-bico, o tomate, a cenoura e a beterraba. Polvilhe com o sal e regue com o molho. Sirva em seguida.
RENDIMENTO: 4 PORÇÕES
PORÇÃO: 215 CALORIAS
3) SALADA DE ALFACE, NOZES E KANI

Ingredientes

. 2 xícaras (chá) de broto de feijão
. 24 folhas de alface frisée
. 12 unidades de kani-kama desfiadas
. 8 ovos de codorna
. 1 colher (sopa) de nozes picadas
. 1/2 colher (chá) de azeite
. 1 colher (chá) de salsa picada
. Sal a gosto
. 1/2 xícara (chá) de suco de tomate

Modo de preparo

1. Cozinhe o broto de feijão por 3 minutos em 1 litro de água fervente. Escorra-o.

2. Distribua nos pratos individuais as folhas de alface e o broto de feijão.

3. Por cima, coloque o kani e os ovos. Polvilhe com as nozes.
4. Prepare o molho: misture bem o azeite, a salsa picada, o sal e o suco de tomate.
5. Despeje o molho sobre a salada ou sirva numa molheira à parte.
Dica: você pode substituir o ovo de codorna por ovo de galinha cortado em pedaços pequenos.
 
RENDIMENTO: 4 PORÇÕES
PORÇÃO: 211 CALORIAS
FONTE: MDE MULHER

Conheça os benefícios das frutas.


Além de deliciosas e super nutritivas, as frutas contêm fibras e fitoquímicos que reduzem o risco de câncer e também ajudam na luta contra o envelhecimento.
Mas, infelizmente, esse hábito tão saudável não é tão comum entre os brasileiros. Uma pesquisa feita, constatou que apenas 18,9% da população consome cinco porções diárias de frutas, o que é recomendado para uma ótima dieta alimentar.
Conheça agora uma lista de algumas frutas e seus benefícios:

- Banana: é uma fonte de potássio, ajuda a regular a pressão arterial. Também são ricas em vitaminas do complexo B e C. Além disso, essa fruta é ideal para ingerir entre as refeições quando bate aquela vontade de atacar um doce, já que conta com triptofano, um elemento que aumenta os níveis de serotonina, o hormônio do bem-estar

- Melancia: Contém água e é rica em vitaminas do complexo  A e B. Promove uma verdadeira limpeza no sistema digestivo, tanto no intestino, como no estômago

- Limão: Facilita o metabolismo das gorduras e diminui a síntese de colesterol e de triglicérides.

- Uva: Reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do resveratrol, também combate coágulos e inflamações e contém flavanóides, que são antioxidantes e combatem o mau colesterol.

- Mamão: A papaína encontrada no mamão é altamente digestiva. Além disso, esta fruta tem excelente poder laxante.

- Abacaxi: A bromelina encontrada no abacaxi é capaz de quebrar proteínas em pequenos pedaços, auxiliando na digestão de carnes e outras proteínas.

O consumo de frutas pode ser iniciado com sucos naturais, doces caseiros de fruta ou picolé de frutas. Assim começa a se familiarizar com o sabor e depois começa fruta por fruta. O importante é começar a mudar seus hábitos! 
Procure consumir as frutas da época porque são mais doces e nutritivas!
Na época do verão, ajuda a manter seu bronzeado ( manga, mamão, laranja ). Comece logo!

Fonte: Clínica Equilibrium

Quer ficar livre das celulites? Dê uma olhada nessas dicas!

Todas mulheres passam por aquele momento difícil de se olhar no espelho ao colocar um biquíni, um short mais curto e ver as tão indesejadas celulites.
Pois é, a celulite nada mais que é um acumulo de gordura sob a pele, que empurra sobre o tecido conectivo e crie esses furinhos.

Elas são causadas pela má alimentação, falta de exercício físico, desidratação, gordura, alterações hormonais, entre outros.

Como você pode ver, a celulite é causada por uma lista de malefícios a saúde. Por isso, separamos alguns alimentos que podem amenizar esses buraquinhos em nossas pernas e outras partes do corpo:

- Tomate, repolho, salsa e frutas cítricas

- Alimentos de grãos integrais, como arroz integral e pão celeiro

- Chá de ervas

- Água

Diminua o consumo de doces, sal,excesso de refrigerantes, frituras e gorduras. Isto também vai ajudar muito!

Fonte: Clínica Equilibrium

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Câncer - Como a alimentação pode ajudar na prevenção!

Hábitos Alimentares

Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago.

Alimentação de risco
Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos de tempo, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Esses alimentos devem ser evitados ou ingeridos com moderação. Neste grupo estão incluídos os alimentos ricos em gorduras, tais como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, dentre outros.

Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos, como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago. As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente. Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.

Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos. Antes de comprar alimentos, compare a quantidade de sódio nas tabelas nutricionais dos produtos.


Cuidados ao preparar os alimentos

O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Tente adicionar menos sal na hora de fazer a comida, aumentando o uso de temperos como azeite, alho, cebola e salsa. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de até 5 g de sal ou 2 g de sódio por dia, ou seja, o equivalente a uma tampa de caneta cheia. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e coloretal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, pochê, ensopado, guisado, cozido ou assado.

AlimentaçãoFibras x gordura

Estudos demonstram que uma alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos (hambúrguer, batata frita, bacon etc.), está relacionada a um maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, possivelmente porque, sem a ingestão de fibras, o ritmo intestinal desacelera, favorecendo uma exposição mais demorada da mucosa aos agentes cancerígenos encontrados no conteúdo intestinal. Em relação a cânceres de mama e próstata, a ingestão de gordura pode alterar os níveis de hormônio no sangue, aumentando o risco da doença.

Há vários estudos epidemiológicos que sugerem a associação de dieta rica em gordura, principalmente a saturada, com um maior risco de se desenvolver esses tipos de câncer em regiões desenvolvidas, principalmente em países do Ocidente, onde o consumo de alimentos ricos em gordura é alto. Já os cânceres de estômago e de esôfago ocorrem mais freqüentemente em alguns países do Oriente e em regiões pobres onde não há meios adequados de conservação dos alimentos (geladeira), o que torna comum o uso de picles, defumados e alimentos preservados em sal.

Atenção especial deve ser dada aos grãos e cereais. Se armazenados em locais inadequados e úmidos, esses alimentos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, o qual produz a aflatoxina, substância cancerígena. Essa toxina está relacionada ao desenvolvimento de câncer de fígado.

Como prevenir-se

Algumas mudanças nos nossos hábitos alimentares podem nos ajudar a reduzir os riscos de desenvolvermos câncer. A adoção de uma alimentação saudável contribui não só para a prevenção do câncer, mas também de doenças cardíacas, obesidade e outras enfermidades crônicas como diabetes.
Desde a infância até a idade adulta, o ganho de peso e aumentos na circunferência da cintura devem ser evitados. O índice de massa corporal (IMC) do adulto (20 a 60 anos) deve estar entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. Com IMC acima de 30 a pessoa é considerada obesa. O IMC é calculado dividindo-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m). Veja a fórmula.

pesoIMC = ------------------(altura x altura)


Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos, que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. Esses tipos de alimentos também podem bloquear ou reverter os estágios iniciais do processo de carcinogênese e, portanto, devem ser consumidos com freqüência.

Hoje já está estabelecido que uma alimentação rica nesses alimentos ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmãocólon e retoestômagoboca, faringe e esôfago. Provavelmente, reduzem também o risco de câncer de mamabexigalaringe e pâncreas, e possivelmente o de ovário, endométrio, colo do útero, tireoide, fígadopróstata e rim.

As fibras, apesar de não serem digeridas pelo organismo, ajudam a regularizar o funcionamento do intestino, reduzindo o tempo de contato de substâncias cancerígenas com a parede do intestino grosso.

A tendência cada vez maior da ingestão de vitaminas em comprimidos não substitui uma boa alimentação. Os nutrientes protetores só funcionam quando consumidos através dos alimentos, o uso de vitaminas e outros nutrientes isolados na forma de suplementos não é recomendável para prevenção do câncer.

Vale a pena frisar que a alimentação saudável somente funcionará como fator protetor, quando adotada constantemente, no decorrer da vida. Neste aspecto devem ser valorizados e incentivados antigos hábitos alimentares do brasileiro, como o uso do arroz com feijão.


Como se alimenta o brasileiro

No Brasil, observa-se que os tipos de câncer que se relacionam aos hábitos alimentares estão entre as seis primeiras causas de mortalidade por câncer. O perfil de consumo de alimentos que contêm fatores de proteção está abaixo do recomendado em diversas regiões do país. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, que em 2010 entrevistou 54.367 pessoas, o padrão alimentar no país mudou para pior.
Apesar de consumir mais frutas e verduras, o brasileiro continua a comer muita carne gordurosa (1 em cada 3 entrevistados) e tem optado por alimentos práticos, como comidas semiprontas, que são menos nutritivas. A ingestão de fibras também é baixa, onde se observa coincidentemente, uma significativa freqüência de câncer de cólon e reto. O feijão, alimento rico em ferro e fibras, que tradicionalmente fazia o famoso par com o arroz, perdeu espaço na mesa dos brasileiros. Para agravar o quadro, eles também tem se exercitado menos. Em 2006, 71,9% da população revelava comer o grão ao menos cinco vezes na semana. Em 2010, a média caiu para 65,8%. No estado do Rio, a média de consumo do feijão ainda é alta: 71,7%. A queda na média nacional pode ser atribuída às mudanças na dinâmica da família brasileira, que tem tido cada vez menos tempo de preparar comida em casa e o feijão tem preparo demorado. O consumo de gorduras é mais elevado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde ocorrem as maiores incidências de câncer de mama no país.
AlimentaçãoOutro dado negativo é que os refrigerantes e sucos artificiais - que têm alta concentração de açúcar - têm ganhado espaço na preferência dos brasileiros. Ao todo, 76% dos adultos bebem esses produtos pelo menos uma vez por semana e 27,9%, cinco vezes ou mais na semana. O consumo quase que diário aumentou 13,4% em um ano. Entre os jovens de 18 a 24 anos, a popularidade dos refrigerantes é ainda maior: 42,1% tomam refrigerantes quase todos os dias. Apesar de o mercado oferecer cada vez mais versões com menos açúcar, como os diet e os light , somente 15% dos brasileiros optam por eles. Os jovens também preferem alimentos como hambúrguer, cachorro-quente, batata frita que incluem a maioria dos fatores de risco alimentares acima relacionados e que praticamente não apresentam nenhum fator protetor. Essa tendência se observa não só nos hábitos alimentares das classes sociais mais abastadas, mas também nas menos favorecidas. O consumo de alimentos ricos em fatores de proteção, tais como frutas, verduras, legumes e cereais, tem aumentado, mas ainda é baixo. Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, 30,4% da população com mais de 18 anos comem frutas e hortaliças cinco ou mais vezes na semana. Entre os entrevistados, 18,9% disseram consumir cinco porções diárias (cerca de 400 gramas) desses alimentos, mais do que o dobro do percentual registrado em 2006.

Fonte: INCA