quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cafeína, como diminuir seu consumo?

Café, chá preto, chá verde, chá mate e chocolate têm em comum a presença de cafeína, uma substância antioxidante com efeito estimulante. E para a nossa sorte, esse componente traz diversos benefícios para a nossa saúde, como acelerar o ganho de massa muscular, ajudar a prevenir depressão e até a conservar a memória. Mas qual a dose certa da substância? De acordo com os especialistas, a quantidade máxima recomendada por dia é de 300 a 400mg de cafeína, equivalentes a três ou quatro xícaras médias de café coado. Entretanto, pessoas que ingerem quantidades acima da recomendada, mas não sentem os efeitos do excesso de cafeína no corpo - como tremedeira, dores de cabeça e insônia - pouco precisam se importar em extrapolar esses níveis. "Isso porque a cafeína não traz grandes malefícios ao nosso organismo além de interferir na absorção do cálcio, mas isso só se ela for consumida junto com uma fonte do nutriente", explica o nutrólogo José Alves Lara Neto, da Associação Brasileira de Nutrologia. O especialista explica que as pessoas têm níveis diferentes de tolerância à cafeína, e que a iniciativa de moderar ou não o consumo deve ser uma escolha pessoal, seja pelos sintomas ou por espontânea vontade. Se você acha que está exagerando no consumo e que isso prejudica seu rendimento de alguma forma, siga essas dicas para diminuir os níveis de cafeína da dieta sem precisar corta o cafezinho: 


Reduza de forma gradual

Não adianta cortar toda a cafeína do cardápio da noite para o dia e achar que vai dar certo, principalmente para quem já criou uma dependência. "Isso só irá deixar a pessoa com sintomas de abstinência, podendo inclusive interferir em seu rendimento no trabalho, a deixando mais desatenta e estressada", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Fora que a cafeína é uma substância benéfica para a saúde e não precisa ser deixada de lado, salvo com orientação. Mas se você exagera, experimente tirar a substância ao poucos e estabelecer um objetivo - se a meta e passar de 20 xícaras para 10 por dia, vá reduzindo uma por dia que no final você provavelmente nem irá sentir tanta falta

Troque pela versão coada

A diferença na quantidade de cafeína de um para o outro pode ser pequena (75 a 120 mg no normal e 75 a 170 mg para o expresso em porções de 100 ml), mas na prática a redução é maior do que aparenta. Para uma pessoa que bebe, em média, cinco xícaras de café expresso com 170 mg de cafeína a porção, no final do dia ela terá ingerido 850 mg de cafeína só com a bebida. Se ela optar por uma versão coada com 120 mg de cafeína a porção, seu consumo cai para 600 mg por dia. Resumindo: dar uma chance ao café mais fraquinho ajuda a manter o hábito e deixa a tremedeira longe. "Quem gosta do café expresso ou só tem essa versão disponível para beber no dia a dia pode aumentar a quantidade de água do copo, reduzindo o consumo de cafeína", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. 

Dê uma chance ao descafeinado

Enquanto 100 ml de café normal tem, em média, de 75 a 120 mg de cafeína, o descafeinado tem entre 1 mg e 100 mg da substância, afirma o nutrólogo José. Obviamente que o preço a se pagar está no sabor - a versão com menos cafeína não tem exatamente o mesmo gosto de um café coado, mas não deixa de ser uma opção para quem procura reduzir o consumo. Uma dica pode ser tomar o café normal quando o benefício da cafeína pode ser aproveitado, como para manter a concentração ou acordar melhor de manhã, e passar para o descafeinado em outros momentos do dia. "É importante não trocar todo o café do dia pelo descafeinado de uma vez, sob o risco de ter uma abstinência", explica o nutrólogo Roberto.

Dê uma chance ao descafeinado

Enquanto 100 ml de café normal tem, em média, de 75 a 120 mg de cafeína, o descafeinado tem entre 1 mg e 100 mg da substância, afirma o nutrólogo José. Obviamente que o preço a se pagar está no sabor ? a versão com menos cafeína não tem exatamente o mesmo gosto de um café coado, mas não deixa de ser uma opção para quem procura reduzir o consumo. Uma dica pode ser tomar o café normal quando o benefício da cafeína pode ser aproveitado, como para manter a concentração ou acordar melhor de manhã, e passar para o descafeinado em outros momentos do dia. ?É importante não trocar todo o café do dia pelo descafeinado de uma vez, sob o risco de ter uma abstinência?, explica o nutrólogo Roberto.

Misture com outras coisas

Mate com leite, café com chocolate, um cappuccino... Essas e outras opções reduzem o consumo de cafeína sem retirar a substância por completo da dieta - com um bônus de variar o cardápio e explorar novos sabores. A lógica aqui é muito simples: pense que ao tomar 200 ml de mate com leite em vez de apenas a erva, sendo uma proporção equivalente entre as duas bebidas, você já reduziu a cafeína daquele copo pela metade. "Busque combinações de sua preferência e faça as contas no final do dia", diz o nutrólogo Roberto. Mas vale lembrar que a cafeína prejudica a absorção de cálcio no organismo. Quem é fã da famosa dupla café com leite, fonte do mineral, precisa necessariamente buscar outras fontes de cálcio na alimentação.

Estude os rótulos

Ao pensar em cafeína logo nos lembramos do café ou mesmo dos chás, mas eles não são as únicas fontes desse nutriente em nosso prato. "Refrigerantes à base de cola, chocolate e energéticos são outros alimentos ricos na substância, mesmo que em menores quantidades", afirma o nutrólogo José. Ele afirma que o último é uma ameaça maior, por conter além da cafeína outras substâncias que não são benéficas para o organismo, principalmente se consumidas acompanhadas de bebidas alcoólicas. A dupla energético e álcool provoca aumento da adrenalina, palpitações, suor e, dependendo da quantidade ingerida, desidratação. "Entre os refrigerantes à base de cola, a versão diet é que tem mais cafeína (46 mg por lata, contra 36-40 do normal)", diz o especialista. 

Alterne com bebidas sem cafeína


Uma boa pedida para quem está pensando em reduzir o consumo é ingerir bebidas sem cafeína no lugar da xícara de café ou do chá. Claro que não é necessário cortar 100% dessas bebidas da dieta, mas trocar oito xícaras por cinco mais três copos de água ou suco ajuda não só a reduzir a cafeína, como também a aumentar a ingestão de líquidos do dia.  

fonte: MSN

Mais da metade da população brasileira tem excesso de peso

Dados inéditos do Ministério da Saúde revelam que, pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população (acima de 18 anos) está acima do peso ideal. Em 2006, o índice era de 43%. Entre os homens, o excesso de peso atinge 54% e entre as mulheres, 48%.


O estudo também revela que a obesidade cresceu no país, atingindo o percentual de 17% da população. Em 2006, quando os dados começaram a ser coletados pelo Ministério, o índice era de 11%. O 
aumento atinge tanto a população masculina quanto a feminina. Na primeira edição da pesquisa, 11% dos homens e 11% das mulheres estavam obesos. Atualmente, 18% das mulheres estão obesas. Entre os homens, a obesidade é de 16%.

O estudo retrata os hábitos da população e é um importante instrumento para desenvolver políticas públicas de saúde e estimular os hábitos saudáveis. Nesta edição, foram entrevistados 45,4 mil pessoas em todas as capitais e no 
Distrito Federal, entre julho de 2012 a fevereiro de 2013.

O 
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que os dados servem de alerta para que toda a sociedade se articule para controlar o aumento da obesidade e do sobrepeso no país. "Os dados reforçam que a hora é agora. Se não tomarmos - o conjunto da sociedade, familiares, trabalho, agentes de governo -, as medidas necessárias, se não agirmos agora, corremos o risco de chegar a patamares de obesidade como os do Chile e dos Estados Unidos. Por isso temos que agir fortemente", disse.

Alimentação
Apesar de a obesidade estar relacionada a fatores genéticos, há uma importante influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados no aumento dos índices brasileiros. Forte aliado na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, o consumo de frutas e hortaliças está sendo deixado de lado por uma boa parte dos brasileiros - apenas 22,7% da população ingerem a quantidade diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco ou mais porções ao dia.

Outro indicador que preocupa é o consumo excessivo de gordura saturada: 31,5% da população não dispensam a carne gordurosa e mais da metade (53,8%) consome leite integral regularmente. Os refrigerantes também têm consumidores fieis - 26% dos brasileiros tomam esse tipo de bebida ao menos cinco vezes por semana.

Fases da vida
Se na faixa etária entre 18 e 24 anos, 28% da população está acima do peso ideal, a proporção quase dobra na faixa etária dos 35 anos aos 44 anos, atingindo 55%. O percentual de obesidade acompanha este crescimento e mais que dobra se comparados os dois períodos: 7% para 19%, respectivamente. Com o passar dos anos, os brasileiros também tendem a diminuir a prática da atividade física: 47% dos jovens com idade entre 18 a 24 anos se exercitam regularmente. E entre 35 a 44 anos, o índice cai para 31%.

O Vigitel 2012 mostra ainda que o envelhecimento da população reflete positivamente na alimentação do brasileiro. Se entre os 18 e 24 anos mais da metade dos homens brasileiros come carne com gordura regularmente (48%), este índice cai para 27% entre aqueles que já passaram dos 65 anos. O fenômeno se repete com o consumo de refrigerante. Entre os jovens com idade entre 18 e 24 anos, 36 % declararam tomar regularmente a bebida. Aos 65 anos, o percentual cai para menos de um terço, ficando em 12%.

Em contrapartida, há aumento de consumo de frutas e hortaliças nas faixas etárias superiores. Entre os 18 e 24 anos, 17% comem cinco porções/dia e 24% cinco porções semanais. Aos 65 anos, os percentuais aumentam para 28% e 46%, respectivamente.

Escolaridade
O Vigitel 2012 permite ainda conhecer os hábitos dos brasileiros conforme o sexo e a escolaridade. Frutas e hortaliças estão presentes regularmente no cardápio de 45% dos brasileiros que concluíram, no mínimo, 12 anos de estudo. O percentual reduz para 29% entre as pessoas que estudaram até, no máximo, oito anos.

Se levarmos em consideração a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 400 gramas diárias de frutas e hortaliças, as proporções vão para 31% para quem tem 12 anos e mais de escolaridade e 18% para quem não conclui o ensino fundamental ou tem menos de oito anos de escolaridade.

A gordura saturada também é mais comum na mesa das pessoas com menos estudo: 32% comem carne com excesso de gordura e 53% bebem leite integral regularmente. Já entre a população com maior escolaridade, os percentuais registrados estão abaixo da média nacional, com 27% e 47%, respectivamente.

A pesquisa revela também que 45% da população com mais de 12 anos de estudo praticam algum tipo de atividade física (no horário livre de lazer). O percentual diminui para menos de um quarto da população (21%) para quem estudou até oito anos. Os homens (41%) são mais ativos que as mulheres (26%). A frequência de exercícios físicos no horário de lazer entre mulheres com mais de 12 anos de estudo (37%) é o único indicador da população feminina que figura acima da média nacional (33%).

Fuja da obesidade
Quando o assunto é perder peso, existem muitos erros comuns que cometemos, ou mesmo mitos em que caímos e nos impedem de ter sucesso. Veja quais são eles e aprenda a evitá-los.

Ignorar as calorias totais da dieta

"A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade", afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. "Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar", afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. "Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso", explica.

Manter o sedentarismo

"Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade", diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. "Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)", explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. "Grande parte dos pacientes sofre deansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo", afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

"Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente", afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. "Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo", diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

"A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade", afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

OBESIDADE NO BRASIL

Número aumentou de 48,5% em 2011 para 51% em 2012, segundo Ministério da Saúde.


FONTE: MSN



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domingo, 25 de agosto de 2013

Doença celíaca- saiba tudo sobre ela

Como se faz o Diagnóstico da  DOENÇA CELÍACA ?
São realizados exames especializados para avaliar a absorção da D.XILOSE e dosagem de gordura nas fezes, assim como dosagem de anticorpos antigliadina,  antiendomíseo,  e  antitransglutaminase,  porém,    É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA  a realização da Biopsia do Intestino Delgado (BID),  para estabelecer o diagnóstico da Doença Celíaca, a qual deve ser obtida, preferencialmente,  da  junção  duodeno-jejunal.   
Atenção:  Não existem motivos que justifiquem iniciar dieta isenta de glúten sem realizar a biopsia. 
As amostras podem ser obtidas utilizando-se cápsula perioral, conhecida como cápsula de Watson ou Crosby- Kugler, que é acoplada a uma sonda ou pinça durante o processo de endoscopia digestiva alta. Em ambos os casos é importante o envolvimento de profissionais habituados com o diagnostico da Doença Celíaca, tanto para a obtenção dos fragmentos intestinais como para sua avaliação.

Qual é o tratamento da DOENÇA CELÍACA ?
Para a Doença Celíaca existe um único tratamento: uma dieta rigorosa, onde devem ser retirados todos os alimentos e preparações que contenham o glúten.  Não se deve comer " só um pouquinho desses alimentos,  pois podem ocorrer consequências  danosas para o paciente.
Deve-se substituir os ingredientes que contenham glúten ( como a farinha de trigo ),  por outras  opções como o uso de farinha de arroz,  amido de milho, farinha de milho, fubá,  farinha de mandioca, polvilho e fécula de batata.

A dieta deve ser seguida por toda a vida?
Sim,  pois a quantidade de glúten suficiente para causar sintomas varia de paciente para paciente.  Se não aparecerem sintomas depois que o paciente ingerir glúten , isto não significa que o alimento não lhe fará mal.
A vigilância da dieta deve ser permanente, já que a ingestão de glúten pode acontecer até sem que a gente perceba, como por exemplo:
-   através de óleo de fritura utilizado no preparo de alimentos com glúten e depois para a fritura de alguma preparação sem glúten;
-   utilização da mesma faca   para se passar margarina em pão com glúten e depois passar em bolacha sem glúten;
-   usar tabuleiros ou formas polvilhadas com farinha de trigo e depois reutilizá-las para os produtos  sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas.
Na falta de produtos industrializados especiais sem glúten no mercado brasileiro, a maior parte das preparações do cardápio do paciente  celíaco deve ser caseira, demandando tempo e dedicação para o preparo, gerando criatividade na busca de novas receitas.

Como seguir uma dieta sadia sem o glúten ?
Neste caso o paciente deve ter uma alimentação variada, composta por elementos ou nutrientes que o ajudem a crescer,   e a retirada do glúten não atrapalha o processo de crescimento que se estende até a adolescência, desde que se substitua por outros alimentos sem glúten.
De forma geral,  os alimentos podem ser divididos em ENERGÉTICOS, CONSTRUTORES e REGULADORES,  sendo que uma dieta equilibrada deve conter quantidades adequadas de todos eles, sempre que for possível.
ENERGÉTICOS
Os energéticos são principalmente os Carbohidratos (também conhecidos como  hidratos de carbono ou glícideos) e os Lipídeos (também conhecidos como gorduras).  Eles nos dão energia  (combustível)  para nossas atividades diárias e são responsáveis por manter a temperatura do corpo constante.
Carbohidratos - São  também conhecidos como açucares e podem ser pequenos como a sacarose, a lactose e a glicose ou maiores como a malto-dextrina e o amido. Encontramos os carbohidratos em grandes quantidades no milho,  arroz,  aipim, mandioca,   tapioca, araruta, batatas, feijões, lentilha, ervilha,  grão de bico, açúcar, mel e outros.
Lipideos ou gorduras  -  Além de serem boas fontes de energia, as gorduras também são responsáveis por levar as vitaminas A, D, E, e K dos alimentos que ingerimos,  até o interior do nosso organismo.
As gorduras estão no azeite de dendê, nos óleos vegetais ( óleo de soja, de milho, de algodão, de canola, de girassol ) , nas margarinas, no creme vegetal,  na banha de porco, na manteiga, no creme de leite, na gema de ovo e "escondido" nas carnes de boi, frango, peixe, coelho, no presunto e maionese.
Atenção.:  Procure substituir as banhas por óleos vegetais ao cozinhar os alimentos, não abuse das frituras,  e dê preferência às margarinas. Você estará prevenindo as doenças do coração e das  veias, como arterosclerose,  enfarto e trombose.
CONSTRUTORES
Os elementos construtores são as Proteínas.   
Proteínas - Garantem o perfeito funcionamento da pele, músculos, coração, visão, ossos e cérebro. As proteínas podem estar em alimentos de origem:
Animal - são aproveitadas de uma melhor forma pelo nosso corpo e por isto chamadas de alto valor biológico.  Encontradas na carne, no pescado, no fígado de boi e de frango, na dobradinha   (bucho),  nos ovos,  no leite e seus derivados (coalhada,  iogurte e queijos).
 Vegetal - também são importantes na nossa alimentação e estão presentes no feijão, na sopa, ervilha, grão de bico, entre outros.
REGULADORES
No grupo dos alimentos reguladores estão as Vitaminas, os Sais minerais, as Fibras e aÁgua.
Vitaminas - São em grande número em nosso organismo. Não as produzimos e nenhum alimento possui todas elas; por isto é que a nossa dieta deve conter os mais variados alimentos, na medida do possível. Cada vitamina tem uma função certa, mas de um modo geral, são importantes para manter nossa saúde em dia. Regulam nosso sistema nervoso, melhorando nossa imunidade contra as infecções.
Vitamina:
Bom para:
É encontrada:
A
Bronzeamento da pele, evita queda dos cabelos
Cenoura, vagem, alface, abóbora, abacaxi, pêssego, leite, carnes de vaca e porco.
A, E
Pele e visão

C
Estrutura das veias e gengivas. Evita o Escorbuto, doença que causa hemorragias internas e externas e fraquezas ).Previne gripes, resfriados e fortalece o sistema imunológico 
Tomate, pimentão verde, brócolis, repolho cru, laranja, limão, uva, acerola, caju, manga, kiwi, goiaba
D
Calcificação dos ossos e dentes. Absorver fósforo pelo organismo
Óleos de fígado de peixes, fígado e gema de ovos.
Tomar sol também ajuda a absorve-la.
B1, B2, B6 e B12 
Funções das células. Evita anemias, previne fadiga e esterilidade masculina
Fígado de boi ou frango, ovos, carnes vermelhas, castanhas, nozes, cenoura, ervilha, beterraba, leite e queijo prato.
Coagulação do sangue

Sais Minerais - Dentre os componentes mais importantes de seu grupo, destacam-se o Cálcio, Ferro, Sódio, Potássio, Zinco, Iodo, Manganês e Cobre. Atuam na construção dos tecidos, na formação de ossos e dentes, nos nervos, coração, crescimento, etc.
Os alimentos que tem Cálcio são o leite e derivados ( coalhada , queijos e iogurtes ), o brócolis, espinafre, acelga, agrião, couve, chicória e mostarda. Sua ausência em nosso organismo provoca má calcificação dos dentes e dos ossos, assim a criança cresce lentamente ou até mesmo para de crescer.
 Se nos faltar o Ferro, teremos anemia, ficando cansados, desatentos, com sono e fracos. O Ferro é responsável em levar oxigênio através dos  pulmões e do sangue, e os tecidos precisam dele para crescer e sobreviver. Encontramos o Ferro nas carnes, feijão, espinafre, acelga, broto de abóbora, couve e folha de batata doce.. Para que sejam melhor aproveitados pelo nosso organismo, devemos consumi-los com alimentos com alimentos que contenham vitamina C, como limão ( limonada ), goiaba, acerola, laranja, mamão e banana.
Fibras - São componentes dos alimentos que o nosso organismo precisa para regular a função intestinal. Alguns alimentos sem glúten e ricos em fibras são as frutas ( com casca ), vegetais, feijões, lentilha, milho ( verde, canjica ou pipoca ), o mamão, uva-passa seca e ameixa preta.
Água - Necessária para diversas funções de nosso organismo, como lubrificação de articulações, das córneas, ajuda nas funções do intestino, faz parte da saliva, das lagrimas e meio de transporte para os nutrientes através do sangue e fora dele.  
Quanto devemos tomar em dias de temperatura normal ?
Quando crianças até 10 Kg: média de 500 ml p/ dia.
 Entre 10 e 20 Kg: média de 800 ml p/ dia.
 Acima de 20 Kg: 900 a 1000 ml p/ dia.
Quando adultos: 1 a 2 litros p/ dia.
 Em dias de calor excessivo, em casos de diarréia ou febre, é preciso oferecer mais água, que pode ser em forma de sucos, refrescos, sorvete de frutas, refrigerantes, água de côco ou mesmo pura.

Alguns pacientes transgridem a dieta ?
Infelizmente sim,  pois embora o único tratamento consiste na dieta isenta de glúten por toda a vida, este tratamento parece simples,  porém inúmeros problemas podem levar o paciente a transgredi-la, como pôr exemplo:
* Falta e orientação dos familiares sobre a doença e suas complicações;
* Descrença na quantidade de cereais proibidos (qualquer quantidade é prejudicial e agressivo aos celíacos );
* Dificuldades financeiras, pois os alimentos permitidos são os de custo mais elevado;
* Hábito do uso da farinha de trigo na alimentação (pão, macarrão, etc);
* Falta de habilidade culinária das mães para preparar alimentos substitutivos;
* Forte pressão que sofremos da propaganda dos industrializados,  que nos leva a consumir tais produtos e,
* Rótulos, embalagens ou bulas que nem sempre contém a composição correta ou bem clara dos ingredientes.

FONTE: SITE DA ACELBRA

Dieta para doença de Crohn

  A dieta para a doença de crohn permite comer os seguintes alimentos:
  • arroz, purês, carnes magras,
  • legumes cozidos, ovo cozido,
  • gelatina, banana, maçã, batata,
  • cenoura, abóbora, espinafre,
  • agrião, óleo de peixe, sardinha
  • atum, salmão.
Os alimentos que devem ser evitados na doença de crohn são:
  • verduras cruas, pêra, mamão,
  • laranja, ameixa, leite, iogurte,
  • queijo, mel, aveia, carne de porco,
  • carnes gordurosas, biscoitos amanteigados,
  • doces com massa folhada, chocolate,
  • frituras, gratinados, maionese,
  • refeições congeladas industrializadas,
  • manteigas, creme de leite.
Não existe uma dieta única para todos os doentes, sendo necessário adequar a dieta de acordo com o paciente. O acompanhamento de um nutricionista é fundamental para complementar o tratamento da doença.
FONTE: TUA SAÚDE

Riscos e benefícios da alimentação vegetariana

Vantagens e Desvantagens da Dieta Vegetariana
Saúde & Qualidade de Vida - Saúde & Nutrição
Vale a pena trocar o cardápio com carne por um vegetariano?
Existem pessoas que não gostam de carnes ou simplesmente não querem ingeri-las por algum motivo. Assim, a dieta vegetariana é adotada e, nestes casos, deve-se prestar muita atenção na quantidade de proteína e calorias ingeridas, pois a deficiência destes pode levar a uma desnutrição, anemia, entre outros.
Se a dieta vegetariana estiver balanceada e correspondendo às quantidades adequadas de proteínas e calorias, não há problema em trocar o cardápio de carne por um vegetariano.
A troca pode ser boa porque pessoas que optam por este tipo de dieta apresentam menor nível de colesterol no sangue, menor taxa de mortalidade por doença coronariana, menor índice de obesidade, menor incidência de alcoolismo, uma probabilidade menor para intestino preso, câncer de pulmão, diabetes e outros problemas. A dieta vegetariana bem planejada tende a oferecer um bom suprimento da maioria dos minerais e vitaminas, além de quantidades balanceadas de carboidratos, proteínas e lipídeos.
A troca pode ser ruim se a dieta for mal planejada e/ou muito restrita, podendo contribuir para o surgimento de deficiências nutricionais. O maior problema está em atingir a necessidade de proteína sem a inclusão de carnes. Para tal é necessário uma combinação de inúmeras fontes.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana só por uns tempos para desintoxicar o organismo deve tomar cuidado com o aporte de proteínas, se está sendo adequado ou não. Deve-se dar preferência a outros alimentos que contém proteína de alto valor biológico como o leite, ovos e derivados para não haver deficiências nutricionais, mesmo que por um curto período.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana de uma vez por todas deve tomar o cuidado de optar por uma dieta que permita alimentos como ovos, leite e derivados, pois os alimentos de origem animal possuem proteína de alto valor biológico, essencial para o organismo. Alimentos à base de soja são freqüentemente utilizados para substituir essas fontes. Deve-se estar atento para que as quantidades estejam suprindo as necessidades do organismo para não haver deficiências.
Se quiser adotar a dieta vegetariana e ao mesmo tempo emagrecer deve evitar alimentos fritos, massas ou alimentos em geral com molhos gordurosos, doces gordurosos como bolos, tortas, cremes, chocolates, deve-se prestar atenção também para não exagerar na quantidade de carboidratos ingerida como pães, risotos, pizzas, massas em geral.

Quais os alimentos que não podem faltar numa dieta ovo-lacto-vegetariana?
Todos exceto a carne. No caso de uma dieta vegetariana, os grãos tomam um papel mais importante, devendo aparecer com maior freqüência.
Quem pratica exercício duas ou três vezes por semana pode adotar a dieta vegetariana sem prejuízos? Quais os cuidados que a pessoa deve adotar?
Sim, desde que planeje refeições que forneçam calorias adequadas para suprir suas necessidades energéticas e faça no mínimo seis refeições por dia. É importante também que as quantidades sejam moderadas. Para praticantes de atividade física é importante ter uma refeição equilibrada. Os carboidratos (pães, cereais, arroz, macarrão, batata, etc.) são utilizados preferencialmente como fonte de energia, além da proteína (agora de grãos integrais, soja, ovo, leite e derivados) tendo sua participação mais discreta, porém importante. Para a recuperação a alimentação pós atividade deve conter pelo menos uma fonte de cada destes nutrientes. As vitaminas e minerais (frutas, hortaliças e alimentos integrais) também são importantes por participarem de todas as reações orgânicas, além de atuarem como antioxidantes.

E os atletas, podem ser vegetarianos sem prejuízo?
Sim, porém o atleta vegetariano perde peso com facilidade. Para manter o equilíbrio energético, é necessário um bom planejamento alimentar e fazer seis ou mais refeições por dia em quantidades moderadas. Se a alimentação não inclui leite e derivados ou ovos, é importante formar diferentes combinações de alimentos, incluindo maior quantidade de grãos integrais, principalmente a soja.

Fonte: Rg Nutri

Tipos de Whey protein e funções no corpo

Meninos e meninas resolvi escrever esse post porque muitos me perguntam qual é a diferença entre as whey, o que comprar ou tomar, resumão para você, consulte seu nutricionista e faça sua escolha!
A Whey Protein é uma proteína que provém do soro do leite (considerado melhor fonte de proteínas), de alto valor biológico é a mais rica fonte de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA). Fornece ao corpo o nível perfeito de aminoácidos para a força, recuperação e construção celular.

Alguns efeitos da suplementação com Whey Protein:
  • Aumento de massa muscular magra;
  • Recuperação e reparo acelerado dos músculos;
  • Redução da ruptura muscular pós treino;
  • Aumenta a taxa metabólica.

Whey Protein Concentrado: Pode fornecer de 29 a 89% de proteína, dependendo do tipo de produto. Quanto menor o nível de proteína concentrada, maiores são os níveis de gordura e lactose, podendo conter grandes quantidades de imunoglobulinas e lactoferrinas. É mais utilizado como aditivo alimentar, devido seu baixo custo e processo de fabricação. Não é indicado para intolerantes à lactose. É a forma mais barata de Whey, rica em aminoácidos essenciais e de cadeia ramificada, que permitem a liberação de componentes bioativos responsáveis pela aceleração do anabolismo e recuperação muscular.
Whey Protein Isolado: É a forma de Whey mais pura, contendo cerca de 90% ou mais de proteína em sua composição. Além disso, a maioria das Wheys Isoladas são isentas de gordura e com menos de 1% de lactose, sendo o mais indicado para os portadores de intolerância à lactose. Possui todas as vitaminas e mineras do leite, além de todos aminoácidos essenciais, não essenciais e condicionalmente essenciais. Sua digestão é considerada ótima.
Whey Protein Hidrolisado: Este tipo de Whey possui as cadeias de proteínas quebradas em menores segmentos, os peptídeos, tornando-o mais fácil e rápido de ser digerido. É um tipo de proteína que tem menores possibilidades de causar reações alérgicas. Pode conter traços de gordura, carboidratos, gordura e mineiras. Necessita de muitos litros de leite para ser confeccionado.
Fique sempre atento à composição (ingredientes) do seu Whey, a legislação exige que os ingredientes sejam colocados em ordem de maior quantidade, e por incrível que pareça, existem alguns contendo maltodextrina como primeiro ingrediente, então, atenção!! Vale também observar o tipo de adoçante presente, dando preferência sempre à sucralose e evitando os adoçados com aspartame, etc.
Fonte: Dicas de treino

LEUCINA-PARA QUE SERVE?

 A leucina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.
A leucina é um dos 20 aminoácidos que as células do corpo humano utilizam para sintetizar proteínas, porém o mesmo não o produz. Desempenha funções importantes no aumento das proteínas e atua com fonte de energia durante os exercícios físicos, aumentando a resistência e reduzindo a fadiga. É integrante da cadeia ramificada, juntamente com a isoleucina e a valina, é encontrado de maneira abundante em carnes e leguminosas (soja e feijão), com uma concentração média de 1g/100g e de 3g/100g, respectivamente.
Uma maior presença de leucina na alimentação contribui para reduzir a perda da massa muscular durante a velhice, segundo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional francês de Pesquisa Agronômica (Inra) em seu site na internet. Essa é a conclusão de uma equipe de pesquisadores da unidade de Alimentação Humana do Inra, após efetuar um estudo em ratos.
A partir dos 40 anos, o equilíbrio interno - que mantém estável a produção de proteínas musculares e sua constante destruição - é desfeito, o que conduz a um desaparecimento progressivo de massa muscular da ordem de 0,5% a 2% a cada ano.
Esse processo, denominado sarcopenia, é responsável pela redução da mobilidade e da autonomia entre os idosos.
Os resultados do estudo do Inra nos ratos sugerem, segundo seus autores, que um complemento alimentar a base de leucina ou o consumo regular de alimentos ricos nesse aminoácido, como os produtos lácteos, pode ter um efeito positivo na manutenção da massa muscular.

Minas BodyBuilding

Um blog dedicado ao fisiculturismo.

sábado, 24 de agosto de 2013

Anemia Ferropriva



O que é:

A anemia ferropriva é causada por deficiência de ferro no organismo. Ela gera sintomas como fraqueza, desânimo, palidez cutânea e nas mucosas, sensação de desmaio e nos casos mais graves irritabilidade e ansiedade.
Seu tratamento é feito com a suplementação de 60mg de ferro por dia durante aproximadamente 4 meses e uma dieta rica em ferro.

Sintomas da Anemia Ferropriva

Os sintomas da anemia ferropriva incluem:
  • cansaço;
  • fraqueza generalizada;
  • sono;
  • incapacidade de praticar exercícios;
  • tontura;
  • sensação de desmaio;
  • palidez cutânea e das mucosas;
  • dificuldade em concentração;
  • lapsos da memória;
  • dor de cabeça;
  • unhas fracas e quebradiças;
  • pele seca;
  • dor nas pernas;
  • inchaço nos tornozelos;
  • queda de cabelo;
  • falta de apetite;
  • acidente vascular cerebral (quando muito grave) e
  • infarto do miocárdio (maior o risco quanto maior for sua gravidade)

Causas da Anemia Ferropriva

Ela pode ser causada pela alimentação pobre em ferro, perdas sanguíneas ou devido a pouca absorção de ferro pelo organismo e é facilmente diagnosticada através dum hemograma específico para analisar a ferritina.
Outra possível causa da anemia ferropriva é a presença de sangue nas fezes, que pode ser gerada, dentre outros motivos, por uma hemorragia digestiva.
A anemia ferropriva, ao contrário do que se crê popularmente, não pode gerar leucemia.

Diagnóstico da Anemia Ferropriva

O diagnóstico da anemia ferropriva é feito através de exames laboratoriais como o hemograma, onde devem ser avaliadas especificamente a hemoglobina e a ferritina.
É considerado anemia quando hemoglobina é menor que:
  • 11g/dl para mulheres grávidas e crianças entre os 6 meses e os 6 anos de idade,
  • 12g/dl para mulheres adultas e
  • 13g/dl para homens adultos

Tratamento para Anemia Ferropriva

O tratamento da anemia ferropriva inclui a toma de 60mg de ferro diariamente e a ingestão de alimentos ricos em ferro como lentilha, salsa, feijão e carnes.
A ingestão de nutrientes ricos em vitamina C potencializa a absorção do ferro. Em contrapartida existem alguns alimentos que prejudicam a absorção do ferro como por exemplo os taninos e a cafeína encontrados no café e o oxalato presente no chocolate.
Fonte: Tua Vida

Alimentação para Artrose

INFORMAÇÕES SOBRE ALIMENTAÇÃO E ARTROSE



A osteoartrite ( ou simplesmente artrite) é uma doença degenerativa causada pelo uso e desgaste da articulação. Tal desgaste pode ser natural pelo uso, idade e sobrepeso ( ARTROSE PRIMÁRIA ) ou ainda por traumas e lesões ( ARTROSE SECUNDÁRIA ). O seu tratamento pode ser medicamentoso, cirurgico ou ainda não-medicamentoso ( fisioterapia e exercícios físicos, hidroginastica, etc).
nutrição é uma alternativa na prevenção de inúmeras doenças crônicas, incluindo a osteoartrite. Os componentes dos alimentos podem ser úteis para alvos específicos e, se consumidos por um longo período, auxiliam o tratamento medicamentoso de inúmeras doenças crônicas.
Vale destacar que o mecanismo de destruição da cartilagem na osteoartite é multifatorial e que paralelamente alguns alimentos contêm múltiplos compostos ativos que atuam por várias vias.
Consequentemente, o cuidado com a alimentação pode ser uma opção interessante no manejo da doença ao aumentar a ingestão de certos nutrientes durante o tratamento supervisionado por um médico.
Quais nutrientes são recomentados para uma pessoa com osteoartrite ?
Ômega 3: encontrado no óleo de canola, soja e peixe fresco, o ômega-3 mostrou importante papel na diminuição da inflamação, fator constante na osteoartrite. ( O ômega-3 é transformado em um produto anti-inflamatório no organismo)
Vitamina E: a ingestão diária de vitamina E parece diminuir a dor em pacientes com osteoartite. Encontramos a vitamina E nas nozes, semente de girassol, kiwi, germe de trigo, grãos integrais, peixe, leite de cabra e vegetais verdes folhosos.
Vitamina C: a vitamina C ( ácido ascórbico) . Boas fontes de vitamina C são as frutas citricas como, laranja, limão e tangerina além da framboesa e morango
Manter uma alimentação saudável também auxilia na redução e manutenção do peso corporal, importantíssimo para a melhora da superfície articular comprometida.
Fonte; Blog do Dr.Marcos Britto

terça-feira, 20 de agosto de 2013

CURSO MULTIDISCIPLINAR SOBRE OBESIDADE

FALTAM 11 DIAS PARA O CURSO!

JÁ FEZ SUA INSCRIÇÃO?
ENTÃO CORRA E APROVEITE AS ÚLTIMAS VAGAS.

Público alvo: Profissionais  e estudantes da área de nutrição, educação física, medicina e psicologia.

Data : 31/08/2013                      Horário: 8:00 às 17h

Real Medical Center- Rua Real Grandeza- 108 – Térreo - Botafogo

Programação:

-Obesidade e depressão – As doenças do século 
-Medicamentos  permitidos pela Anvisa e a Influência dos antidepressivos no peso corporal 
-Orientação Alimentar para DCNT ( obesidade, dislipidemia, Hipertensão e diabetes tipo2)
-Dietas da Moda e seus riscos ( Mediterrânea, Detox, Dr. Dunkan, Índice Glicêmico)
- Ferramentas Nutricionais e fitoterapia  para acelerar o metabolismo e perda de peso.
-Prós e contras da Academia X Personal trainer ,quando utilizar suplementos na atividade física –
-Alimentos Orgânicos? Com ou sem Glúten? Lactose? X Obesidade-
Palestrantes:
-Nutricionista Clínica - Patrícia Brigagão Mendes
-Nutricionista Clínica - Wilma Amorim
- Prof. de Ed. Física e Nutricionista Kelly kathryn
- Psiquiatra da Santa Casa - Dra. Elisa  P. Couto

Preços:

VALOR
Até 30/06
Até 31/07
Até 31/08
PROFISSIONAL
R$ 150,00
R$ 165,00
R$ 180,00
ESTUDANTE
R$ 120,00
R$ 135,00
R$ 150,00


VAGAS LIMITADAS!

FORMA DE PAGAMENTO:
Depósito bancário: Banco Itaú – Agência 0308/ conta corrente: 13828-8
Patrícia B. Mendes ou Wilma R. Amorim

Incluído:
2 coffee break, certificado, material ( bloco, caneta e CD)

Inscrição:
Enviar para o email :  brigagao.amorim@yahoo.com.br
os seguintes dados:                              
Nome, endereço, telefone, cidade, email, profissão, comprovante de pagamento ,cópia da carteira profissional ou de estudante.
Você receberá sua confirmação da inscrição por email.

Organizadores do curso:
Patrícia Brigagão Mendes (tel: 98444298) e Wilma Rodrigues Amorim ( tel: 81229717)

Patrocinadores- Office lab, Eurofarma e Support

    Colaboradores: Mundo Verde, Congelados da Sônia