sábado, 29 de junho de 2013

5 Dicas para comer doces sem sair da dieta

Com a infinidade crescente de alimentos com baixa quantidade de açúcar, já é possível matar a vontade de saboreá-los sem sentir culpa depois.
Pensar em alimentação saudável nem sempre significa sacrificar seu desejo de comer doces. Com a infinidade crescente de alimentos com baixa quantidade de açúcar, já é possível matar a vontade de saboreá-los sem sentir culpa depois. Veja cinco dicas que vão lhe ajudar nessa tarefa, segundo o site She Knows:

1. Leia e compare os rótulos nutricionais – Enquanto você está fazendo compras, compare os rótulos de seus produtos favoritos, como pães, bolos, biscoitos, cereais e sobremesas. Escolha sempre os com menos açúcar e mais fibras, que ajudam na sensação de saciedade.
2. Diminua o açúcar nas receitas – Muitas receitas culinárias pedem uma quantidade de açúcar que pode facilmente ser cortada pela metade ou até um terço. Experimente fazer aquele delicioso doce com menos açúcar. Com certeza a culpa será menor.
3. Use alternativas em vez de açúcar – Substitua o açúcar por produtos alternativos, como açúcar light, adoçante em pó para forno e fogão, açúcar mascavo ou mel.
4. Opte por alimentos sem açúcar – Outra alternativa para reduzir o açúcar na sua dieta sem esquecer do prazer de comer é escolher seu alimento favorito com menor teor de açúcar.
5. Adoce com as frutas – A fruta é considerada fonte de baixa caloria, além de conter vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras, ao contrário do açúcar, que tem calorias vazias ou zero nutrientes. Você pode adicionar frutas às suas receitas favoritas, reduzindo a quantidade de açúcar ou simplesmente comendo uma fruta suculenta em vez de um pedaço de doce.

fonte: saude.terra.com.br

Saiba tudo sobre diet e light


1- O que é produto Diet?


São alimentos destinados a um fim especial, eles restringem totalmente o ingrediente ou nutriente destinado ao fim específico em sua fórmula.Os Diets foram elaborados principalmente para atender às pessoas com restrições nutricionais, como diabéticos, alérgicos a lactose e assim por diante.

2- O que é produto Light?


Os produtos Lights são aqueles que sofreram redução de no mínimo 25% em um de seus ingredientes, como gorduras, açúcares, colesterol, etc. Em sua maioria, são usados para dietas de controle de peso e por quem deseja uma alimentação saudável.

3- Diabético pode consumir produto Light?


Sim – Desde que o açúcar de cana não faça parte da fórmula do produto. É importante a leitura do rótulo antes de consumir os produtos. Nele você deve se atentar a informações como: SEM AÇUCAR ou SEM ADIÇÃO DE AÇUCAR.
Não - Quando a restrição do açúcar é apenas parcial, a partir de no mínimo 25%, conforme a legislação.

4- O que são adoçantes?


Os adoçantes são produzidos a partir de edulcorantes (responsáveis pelo sabor doce) e um veículo, (que tem a função de dar volume e proporcionar diluição. Exemplo: água)
Eles possuem um poder muito grande de adoçar, e são sem dúvida, uma boa alternativa para quem não pode ou não quer consumir o açúcar.
Os adoçantes podem ser consumidos por todos, e possuem a vantagem de não provocar cáries.

5- O que são edulcorantes?


São produtos naturais ou artificiais, centena de vezes mais doces que o açúcar de cana, e responsáveis pelo sabor doce dos adoçantes.
O único edulcorante que contém calorias é o Aspartame, mas seu poder de adoçamento deixa suas calorias desprezíveis.
Exemplos de edulcorantes: Sacarina, Ciclamato, Aspartame, Steviosídeo e Sucralose.

6- O que é Sacarina?


É um edulcorante artificial, 500 vezes mais doce que o açúcar e que apresenta um sabor doce e metálico. É utilizado mundialmente na fabricação de biscoitos, sorvetes, refrigerantes, alimentos diet e light, medicamentos, xaropes, pastilhas, cremes dentais e anti sépticos bucais.

7- O que é Ciclamato?


É um edulcorante artificial 30 vezes mais doce que o açúcar. É mundialmente utilizado há mais 30 anos, podendo ser combinado á outros edulcorantes.

8- Ciclamato e Sacarina causam câncer?


Não. Inúmeras pesquisas foram realizadas, e em nenhuma delas foi comprovada a ação cancerígena nessas substâncias. Além disso, a Organização Mundial de Saúde divulgou a quantidade máxima de consumo diário dessas substâncias.
São elas:
- 11ml por kilo corpório de Ciclamato
- 5 ml por Kilo corpório de Sacarina

A Sacarina e o Ciclamato são usados em inúmeros produtos encontrados em nosso cotidiano, como produtos alimentícios, medicamentos, produtos de higiene bucal, entre outros.

9- O que é Aspartame?


O Aspartame é um adoçante artificial composto por dois aminoácidos, são eles: ácido aspártico e fenilalanina. Podemos encontrá-los separadamente em alimentos como carnes, leites e ovos, e por ser de origem animal,é o único adoçante totalmente metabolizável pelo nosso organismo.
O Aspartame é 200 vezes mais doce que o açúcar e permite uma ingestão diária de 40 mg/kg por peso corpóreo. Ex: uma pessoa que pesa 60 kg pode consumir 2400 mg do edulcorante Aspartame. Isso significa 60g do Adoçante Aspartame ao dia.
Sua única contra indicação é para os fenilcetonuricos, pois a fenilalanina faz parte de sua composição.
É importante saber que o Aspartame perde o sabor doce ao ser aquecido, portanto este não é um produto recomendado para forno e fogão.

10- O Aspartame é seguro durante a gravidez?


Sim. Da mesma forma que é seguro comer carnes, ovos e leite, onde também encontramos as substâncias fenilalalina a ácido aspártico.
Segundo um estudo da Anvisa, não existem evidências científicas de que gestantes e crianças metabolizem o aspartame diferentemente de um adulto normal.

11- O que é Steviosídeo?


É um edulcorante natural, 300 vezes mais doce que o açúcar, que pode ser utilizado como edulcorante único ou combinado a outros edulcorantes, através da fórmula Multi Adoçante.

12- O que é a fórmula Multi Adoçante?


Para aumentar a ingestão diária de adoçantes de uma maneira segura, a Lowçucar lançou o Multi Adoçante, composto por três edulcorantes. O Multiadoçante reduz a quantidade de edulcorantes por dose, podendo aumentar o consumo de produtos Diet no dia, permitindo assim, uma utilização com muito mais qualidade de vida e segurança.

13- Além dos adoçantes, quais as opções para quem não quer ou não pode consumir açúcar?


Além dos adoçantes, a Lowçucar oferece diversos produtos como:
Sobremesas – Leite Condensado em Pó, Pó para Preparo de Bolo, Pó para Preparo de Pudim, Pó para Preparo de Mousse e Gelatinas
Alimentos – Wafer, Cappuccino, Drops, Achocolatado, Refrescos, Açúcar líquido, Doce de Leite e Maltodextrina

Dessa forma a Lowçucar proporciona á você uma vida mais saudável recheada de deliciosas e “magras” receitas.

Fonte: Blog da Lowçucar

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Obesidade e termogênese

A obesidade e o ganho de peso caracterizam uma epidemia global na atualidade. Devido aos problemas de saúde que o excesso de gordura corporal acarreta, cientistas e profissionais de saúde estudam a questão em busca de melhor tratamento, controle e prevenção. Dentro deste contexto, os estudos sobre os alimentos e compostos termogênicos avançaram nos últimos anos, sendo usados de forma eficaz em dietas para perda e controle de peso.
Naturalmente, a sociedade hedonista e imediatista busca alternativas rápidas para solucionar seus problemas, o que nem sempre significa boas alternativas quando o que está em baila é a saúde. É nesse contexto que os termogênicos são usados e difundidos como solução rápida e certa, o que nem sempre é verdadeiro, sendo mais jogada comercial e mercadológica. Portanto, é importante esclarecer até que ponto os termogênicos são importantes e como lançar mão deles no processo de controle do peso.
Mas o que são termogênicos? Eles aceleram o metabolismo, como dizem? Quais são os alimentos termogênicos mais eficazes?
A termogênese corresponde à resposta fisiológica que os animais ditos de sangue quente (homeotermos) desenvolveram ao longo da evolução para manter a temperatura corporal constante, no caso dos seres humanos, em torno de 36-36,50C. As adaptações fisiológicas da termogênese são divididas em obrigatórias e induzidas – as primeiras denotam as reações metabólicas que ocorrem nas células (na organela mitocondrial) e que envolvem a síntese de energia e a manutenção do equilíbrio eletroquímico entre as membranas das mitocôndrias; já as adaptações induzidas são aquelas estimuladas por fatores externos, como o frio (tremor) e a alimentação, sendo estas mediadas, também pelo hormônio noraepinefrina, que atua em receptor tipo beta.
Quando falamos em alimentos termogênicos, nos referimos à termogênese induzida. E qualquer tipo de termogênese provoca o aumento do gasto calórico e o consequente aumento da necessidade calórica, esse é o ponto chave do uso de alimentos termogênicos na dieta: aumentar o gasto calórico. É importante esclarecer que o processo fisiológico da digestão por si só eleva a temperatura corporal, aumenta a atividade nas células do sistema digestório e, consequentemente, o gasto calórico. Entretanto, há alimentos específicos e outros substratos capazes de aumentar o gasto calórico de forma mais eficiente, mas isso na faixa de 5 ou 6% de maior aumento do gasto calórico. Não há nenhum alimento milagroso, por isso os profissionais afirmam que eles devem ser usados em associação com a dieta saudável para serem efetivos, o que de fato ocorre.
O principal local da termogênese induzida é o músculo, mais precisamente nas membranas da mitocôndria da fibra muscular, tendo como ator principal um dos 5 tipos da proteína desacopladora transmembrana (UCP). A ativação ou inibição do funcionamento da UCP é o ponto chave do processo da termogênese. Em resumo, é sabido que o consumo de gordura ativa a UCP via ativação da noraepinefrina (aumenta o estímulo da oxidação de gordura) e o jejum inibe a UCP e, consequentemente, o tecido oxida menos gordura. Assim, o funcionamento das UCPs musculares é modulado pela presença de nutrientes circulantes (em especial, a gordura) no organismo, o que é influenciado pelo estado nutricional do indivíduo.
As pessoas em dieta normocalórica ou hipercalórica estimulam mais o funcionamento da UCP e a oxidação de gorduras, o contrário ocorre para as dietas de muito baixa caloria e o jejum prolongado. Quando o nutricionista propõe a dieta fracionada em 5 ou 6 refeições diárias, o efeito da termogênese é estimulado pela própria disponibilidade regular de nutrientes para a célula.
Hormônios tireoidianos também influenciam a expressão gênica das UCPs na mitocôndria por isso estão envolvidos com o controle da temperatura corporal e com o gasto energético do indivíduo. É interessante pontuar também que o próprio exercício é agente termogênico na medida em que aumenta o consumo de oxigênio (indicativo de oxidação de nutrientes) e a temperatura corporal – agudamente, o exercício aumenta o gasto calórico independentemente do aumento de massa muscular.
O consumo regular de alimentos termogênicos não deve ser abusivo pelas pessoas que sofrem de disfunções na glândula tireoide. Dentre os classificados como termogênicos citamos: pimenta vermelha, mostarda, gengibre, café, chá verde, chá preto, chá branco, chá de hibisco, guaraná, alho, soja, curry, hortelã, chocolate amargo, coco, abacate, sementes oleaginosas, vinagre de maçã, aspargo, acelga, canela, óleo de coco, gorduras vegetais, couve, brócoli, laranja, kiwi, linhaça, chia, cebola, repolho, espinafre, salmão, sardinha, dentre outros.
A lista é extensa e tende a aumentar conforme avançam os estudos, mas de nada adianta priorizar o consumo de alimentos termogênicos se a nosso estado nutricional não estiver adequado, a queima extra de gordura não vai ocorrer nesse caso. Portanto, a alimentação saudável e balanceada indicada por um nutricionista é o primeiro passo para o peso adequado e, também, a indicação de uso de termogênicos precisa ser individualizada e programada para o momento correto no plano alimentar.

Fonte: Anutricionista.com

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Alimentos que ajudam na artrite reumatóide

Existem muitos mitos alimentares sobre a artrite, mas alguns estudos sugerem que certos alimentos podem ajudar a reduzir as dores e inflamações e abrandar o avanço da artrite.

Algumas pessoas dizem que os lacticínios causam artrite e que o vinagre de cidra e o mel a curam. Outros acreditam que as frutas cítricas, tais como limões, laranjas e toranjas, e vegetais como as batatas, berinjelas e pimentos, podem piorar os sintomas. Muitas pessoas que vivem com artrite, como a artrite reumatóide, também dizem que existe uma ligação entre certos alimentos e recaídas que experienciam.
Apesar de haver poucos indícios que suportem estas afirmações, alguns estudos sugerem que certos alimentos podem ajudar a reduzir as dores e as inflamações e abrandar a progressão da doença.
Todos estes alimentos contribuem para uma dieta saudável e equilibrada, a qual pode ajudar com a artrite e reduzir o risco de desenvolver complicações de saúde, tais como doenças cardíacas, osteoporose (ossos fracos e frágeis) e a obesidade.
Alimentos ricos em cálcio incluem lacticínios (leite, queijo e iogurte), nozes, sementes e peixe, tal como sardinhas ou espadilha (especialmente se comer as espinhas).
A luz solar é a nossa principal fonte de vitamina D, mas esta também pode ser encontrado no peixe gordo e alimentos enriquecidos, tais como os cereais e margarinas.
Existem cada vez mais indícios que a dieta mediterrânica faz bem à artrite, além de muitas outras doenças. Esta dieta inclui muita fruta e vegetais, peixe, grãos de leguminosas e uma quantidade moderada de carnes vermelhas.
Crê-se que os alimentos ricos em ómega-3 possuem um efeito anti-inflamatório, que pode reduzir associado às articulações inflamadas. O ómega-3 é encontrado no peixe gordo, tal como a sardinha, cavala e salmão.
Deve comer pelo menos duas doses de peixe gordo por semana. O ómega-3 existe também em nozes e sementes (especificamente de linhaça), e é normalmente usado para enriquecer margarinas, cereais e iogurtes líquidos biológicos.
Alguns alimentos, como os patês, carnes não cozidas e lacticínios não pasteurizados podem aumentar o risco de desenvolver uma intoxicação alimentar. Se estiver a tomar medicação imunossupressora deve evitar estes alimentos.

Fonte: Mehiu

Artrite reumatoide: exercícios previnem e amenizam deformações

A artrite reumatoide é uma doença inflamatória autoimune, ou seja, anticorpos do próprio corpo reagem contra o organismo, no caso, contra a membrana sinovial - estrutura que compõe as articulações. Se não for tratada adequadamente, ela pode causar deformidades, principalmente nas pequenas articulações das mãos, punhos e pés e, com isso, limitar a capacidade funcional, tornando os portadores cada vez mais dependentes de ajuda.

A reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), explica que ainda não se sabe exatamente quais são as causas da artrite reumatoide. "Sabemos apenas que ela é uma doença multifatorial, que envolve, principalmente, fatores genéticos e ambientais".

No entanto, são bem conhecidas as formas de lidar com a doença, retardando sua progressão e aumentando a independência do portador. Além do tratamento medicamentoso, os exercícios físicos são importantes aliados. Não perca mais tempo e comece a se exercitar antes que apareçam as deformidades.

Músculos mais fortes protegem as articulações

A reumatologista Tatiana Molinas Hasegawa, do Centro de Qualidade de Vida (CQV), em São Paulo, explica que músculos mais fortes ajudam a proteger a articulação inflamada pela doença autoimune. "A fisioterapia é fundamental em todas as fases da doença, seu objetivo é corrigir e prevenir a perda ou a limitação do movimento articular, a atrofia e a fraqueza muscular e a instabilidade das articulações".

No início, a médica recomenda que a reabilitação seja feita com exercícios isométricos (feitos com a contração muscular sem o movimento do membro) e, posteriormente, com exercícios isotônicos (que envolvem a mesma contração muscular, mas agora com o movimento), introduzindo lentamente exercícios com carga. "Após um período de 12 a 16 semanas, dependendo da evolução de cada paciente, é possível iniciar exercícios de fortalecimento". E depois desse tempo também que começam a aparecer os benefícios.
Alongamento - foto: Getty Images

Alongamentos aumentam a amplitude de movimento

"Quanto mais cedo for iniciada a fisioterapia, menor será o prejuízo para os movimentos", explica a reumatologista Tatiana. Além da prevenção, os exercícios de alongamento também aumentam a amplitude do movimento das articulações já prejudicadas, mas que não apresentam destruição irreversível. Infelizmente, se a rigidez já estiver em estágio mais grave, a técnica não vai trazer mais benefícios.
Dor articular - foto: Getty Images

O exercício pode amenizar a dor articular

"Os exercícios que promovem o ganho de força muscular ajudam a liberar mediadores químicos que diminuem a inflamação, a dor e ainda proporcionam a sensação de bem-estar - neste caso, em razão da liberação do hormônio serotonina", explica e reumatologista Tatiana Molinas.
Caminhada - foto: Getty Images

A diminuição do peso corporal

O equilíbrio do peso diminui a sobrecarga articular, principalmente nas articulações dos joelhos, tornozelos e pés. A reumatologista Lícia Maria explica que, com isso, fica mais fácil controlar a doença, evitando dores e mantendo a funcionalidade corporal.
Idosa usando andador - foto: Getty Images

Mais independência e qualidade de vida

"O exercício físico ajuda a melhorar as funções articulares, fazendo com que as articulações inflamem menos, evitando desgaste da cartilagem das articulações e deformidades irreversíveis", explica Licia Maria. Além disso, ele dá mais disposição e energia para encarar os desafios do dia a dia.
Mulher correndo no parque - foto: Getty Images

Previne doenças cardiovasculares

A reumatologista Licia Maria explica que a artrite reumatoide ataca o organismo como um todo, e, além das articulações, quem também sente seus efeitos é o sistema cardiovascular. "O risco de eventos como infarto e acidente vascular encefálico é maior no portador da doença". Praticar exercícios físicos, em conjunto com uma dieta balanceada, ajuda no controle do peso e, em consequência, reduz as chances de aparecimento de uma doença cardiovascular.

Consulta médica - foto: Getty Images

Cuidados indispensáveis

"Mesmo os pacientes em fase inflamatória da doença, com dor e inchaço articular, podem se exercitar", explica Tatiana Molinas. Mas há cuidados indispensáveis, como explica a especialista:

- O controle da força muscular deve ser acompanhado de perto por um profissional especializado, evitando que os pacientes tenham dor e prejuízo da função articular;

- A participação de uma equipe multidisciplinar - composta por médico, fisioterapeutas, nutricionistas e educador físico - é essencial para o controle da artrite, bem como para garantir a sua boa condição física para a prática de exercícios.

- É indispensável que o paciente esteja fazendo o correto uso da medicação. A atividade física não substitui o remédio.

Fonte: MSN 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Você sabe como é feita a Lipoaspiração?

O que é a lipoaspiração?

A cirurgia de lipoaspiração consiste na aspiração de gordura através de cânulas. Ela pode ser feita em diversas partes do corpo, desde que haja gordura localizada. A lipoaspiração pode ser classificada em pequena, média ou grande, variando de acordo com a quantidade de gordura retirada e partes do corpo abordadas. Geralmente é retirado, no máximo, 5% do peso do corporal.

Como é feita a lipoaspiração?


Lpoaspiração
Primeiramente é infiltrada a solução de Klein - composta por soro fisiológico e adrenalina - para diminuir as chances de sangramento e, consequentemente, de trauma cirúrgico. As cânulas são introduzidas através da pele e chegam ao tecido adiposo (camada que vem logo após a pele), de onde aspiram - através de um sistema de vácuo - a gordura localizada. Os pontos em que são inseridas as cânulas variam de acordo com a anatomia do paciente e a técnica usada pelo cirurgião.

A lipoaspiração pode ser feita com anestesia geral, peridural ou local, dependendo da quantidade de regiões abordadas. Caso a anestesia seja geral, há a necessidade de intubação orotraqueal e uso de aparelhos que ajudam a respiração. Em geral, as cicatrizes de lipoaspiração medem cerca de meio centímetro, mas podem ficar quase imperceptíveis com o tempo, e não causam incômodo.

Quem é o profissional apto a realizar a lipoaspiração?

O mais indicado é que a lipoaspiração seja realizada com um cirurgião plástico, profissional treinado a fazer este procedimento.

Indicação para a lipoaspiração

"Os candidatos a esta cirurgia plástica são pacientes com gordura localizada e que dificilmente responde com exercícios, dietas ou exercícios", explica o cirurgião plástico Erick Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A lipoaspiração não é considerada um tratamento para obesidade, tampouco para emagrecimento. Seu objetivo é a modelagem corporal e não a eliminação de peso.

o cirurgião plástico Fernando de Almeida Prado lembra que a lipoaspiração não é um procedimento simples. ?Ultimamente vemos uma banalização da lipoaspiração, no entanto, ela é uma cirurgia como outra qualquer, que envolve riscos e cuidados específicos?, explica. 

Partes do corpo que podem ser submetidas à lipoaspiração

A lipoaspiração pode ser feita em qualquer parte do corpo em que haja gordura localizada. Abdômen, região dorsal, coxas, lateral das mamas, braços, submento (papada) são regiões comumente submetidas a esta cirurgia.

Tempo da cirurgia

"O tempo de duração da lipoaspiração depende muito da extensão e área ser aspirada, mas, em média, o procedimento leva de 3 a 4 horas", explica o cirurgião plástico Erick de Oliveira, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Locais abordados na cirurgia de lipoaspiração

É possível fazer a lipoaspiração em várias partes do corpo durante a mesma cirurgia, no entanto, o cirurgião plástico Fernando Almeida Prado alerta para a importância de que o tempo da cirurgia não seja muito longo. "Também é necessário avaliar a presença de doenças associadas e idade da paciente, a fim de definir o tempo limite de cirurgia".

Caso sua opção seja tratar regiões diferentes em cirurgias distintas, não há necessidade de tempo mínimo de intervalo entre uma lipoaspiração e outra.

Pré-operatório da lipoaspiração

O paciente deve realizar jejum nas oito horas anteriores à cirurgia.                                                                                                    

Exames necessários antes da lipoaspiração

Os exames de sangue e cardiológico e a radiografia de tórax são fundamentais antes da lipoaspiração. O cirurgião também pode pedir ultrassom da região a ser operada e doppler (exame que permite a visualização dos vasos sanguíneos) das pernas para verificar se há trombos na corrente sanguínea.  

Cirurgias estéticas associadas à lipoaspiração

Outras cirurgias estéticas, como a mamoplastia de aumento, feita com próteses mamárias de silicone, e até mesmo cirurgias faciais podem ser feitas no mesmo momento operatório que a lipoaspiração. "No entanto, a recomendação atual é para que o tempo de cirurgia não seja muito longo, o que pode expor mais a saúde do paciente", explica o cirurgião plástico Fernando Almeida Prado.

Os melhores resultados da lipoaspiração

Segundo o cirurgião plástico Fernando Almeida Prado, a região dorsal, logo acima das nádegas, é a área com resultados mais satisfatórios em relação à lipoaspiração. "Nesse caso é possível retirar a gordura dos flancos e enxerta-la nos glúteos".

Contraindicações

Pessoas que possuem muitas doenças - como hipertensão, diabetes e obesidade - tem o risco cirúrgico aumentado. Por isso, devem conversar com seu médico sobre a real necessidade de uma cirurgia estética.

Tempo de internação

Uma lipoaspiração grande pede o mínimo de 24 horas de internação, mas se a cirurgia for menor é possível ir embora até no mesmo dia.

Recuperação após a lipoaspiração

A recuperação desta cirurgia é rápida, já que existem poucos ou nenhum ponto de costura cirúrgico. Uma semana depois já é possível voltar ao trabalho, desde que ele não exija muito esforço físico e cerca de um mês depois a rotina volta totalmente ao normal. Podem ser necessários medicação analgésica, que deve ser prescrita pelo médico, e antibióticos, para prevenir infecções.

O uso de cinta modeladora é indispensável após a lipoaspiração. "Ela comprime as regiões lipoaspiradas, ajudando na modelação da área, e ajuda a diminuir o inchaço comum após a cirurgia", explica o Cirurgião Plástico Fernando. Essa vestimenta deve ser usada o dia todo e retirada apenas para o banho.

O retorno à atividade física pode ser feito de 20 a 30 dias após a cirurgia, mas de maneira leve, e com evolução progressiva até que se retorne ao nível de exercício anterior.

Percepção dos resultados

Até o primeiro mês o paciente estará muito inchado, assim, o peso permanecerá igual. Mas com o passar do tempo o edema diminui. Seis meses é o tempo necessário para que seja visto o resultado final.

Dificilmente o local onde foi feita a lipoaspiração voltará a ter depósito de gordura. Isso acontece porque o número de células de gordura só aumenta até a adolescência. Na vida adulta elas apenas têm se tamanho expandido. Assim, a área lipoaspirada terá menos células de gordura, por isso não engordará com antes.

Riscos da lipoaspiração

Na cirurgia de lipoaspiração há as complicações comuns a qualquer cirurgia, como sangramento, infecção, trombose venosa, tromboembolismo pulmonar e óbito. Os riscos específicos são: depressão da região, alterações na pele - como flacidez e rugosidade -, alteração de coloração e até necrose da pele, além, claro, da insatisfação com os resultados.

Cheque antes da consulta

  • O médico que você irá consultar deve ter registro no Conselho Federal de Medicina (CFM), é possível fazer essa checagem no site da instituição
  • O profissional deve ser membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Outras instituições não avaliam a formação e experiência do profissional desta área
  • A cirurgia deve ser feita em hospital que tenha creditação para realizar cirurgias de médio porte. Entre em contato com o hospital para checar
  • Converse com alguém que já fez a cirurgia com o mesmo médico e informe-se sobre o procedimento e os resultados

Fontes

  • Cirurgião Plástico Fernando de Almeida Prado, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - regional de São Paulo (CRM: 70.729).
  • Cirurgião plástico Erick Leonardo Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (CRM: 11 6682).
MSN

Entenda as diferenças entre o pilates no solo e o pilates com aparelhos

A lista é longa: consciência corporal, ajuste da postura, melhora da respiração, tonificação dos músculos, mais equilíbrio e coordenação. E esses são só alguns dos benefícios que o pilates traz para seu corpo. Que o exercício é ótimo você já sabe, mas e o método ideal? Existem duas classificações básicas para o pilates: a modalidade no solo, também chamada de Mat Pilates, e o pilates feito com a ajuda de aparelhos. O melhor é escolher de acordo com os seus principais objetivos. A seguir, pontuamos as principais diferenças entre os dois métodos. Cheque e decida!

Esforço

Pilates com aparelhos: a estrutura básica dos aparelhos de pilates é composta por molas, que podem ser usadas de duas maneiras diferentes: elas podem reduzir o esforço que o praticante tem que fazer - carregando parte do peso que você deveria estar puxando e dando um impulso ao movimento -, ou aumentar, servindo como uma resistência - assim, é preciso "aumentar o tamanho da mola". A escolha de como usar essas molas depende dos seus objetivos, dá para facilitar ou dificultar.

Pilates solo: o pilates solo não oferece essa opção, portanto, pode ser considerado um exercício que exige maior esforço do praticante. "No entanto, isso não significa que a técnica vá ser difícil para todos, há quem tenha um bom desempenho até nas primeiras aulas", conta a fisioterapeuta Débora Alves, professora de pilates da Academia Leven.
Pilates com aparelho - foto: Getty Images

Para iniciantes

Pilates com aparelhos: "Como esse método exige menor esforço, pode ser uma boa opção para quem está começando", explica Débora.

Pilates solo: mas se você optar pelo solo, saiba que existem aulas básicas, intermediárias e avançadas, que se ajustam melhor às suas necessidades.
Pilates no solo - foto: Getty Images

Para quem tem lesões

Pilates com aparelhos: com os aparelhos é mais fácil moderar a amplitude do movimento e a força aplicada pelas áreas lesadas. "Mas a principal vantagem desse método para quem tem lesões prévias é o baixo número de praticantes por turma - que costuma ser de dois a três indivíduos - por isso, a vigilância do professor é maior", explica a fisioterapeuta Débora.

Pilates solo: essa modalidade é comum em academias, com grandes turmas, por isso a supervisão de um profissional pode não ser constante o suficiente para garantir que você não faça nenhum movimento errado, prejudicando ainda mais a lesão.
Pilates com aparelho - foto: Getty Images

Preço

Pilates com aparelhos: Como as turmas são reduzidas, o preço do pilates com aparelho costuma ser mais caro.

Pilates solo: mais comum nas academias, as turmas são grandes e o preço costuma se encaixa melhor no orçamento.
Pilates no solo - foto: Getty Images

Treino mais diversificado

A fisioterapeuta Débora Alves explica que a identificação com a técnica varia muito de pessoa para pessoa. No entanto, os exercícios feitos em studio, com a ajuda dos aparelhos, costumam ser mais diversificados e por isso caem com mais dificuldade numa rotina.
Pilates com aparelho - foto: Getty Images

Consciência corporal

A bailarina Alice Becker, proprietária da Physio Pilates, conta que ambas as técnicas trabalham igualmente a consciência corporal. "Esse é o elemento essencial do ensino de pilates, independente de ser feito no solo ou em equipamentos". No entanto, os equipamentos te ajudam a sentir melhor o posicionamento e a movimentação das diferentes partes do seu corpo. Para quem tem pouca consciência corporal, a utilização dos equipamentos facilita esta percepção de onde e como o corpo se move.
Pilates com aparelho - foto: Getty Images

Fortalecimento muscular

"Na prática do pilates, pensamos de forma global: o que mais importa não é a força de uma parte do corpo específica, mas sim como ela se integra com todo o resto e como podemos ser mais eficientes usando esta integração, incluindo músculos profundos e superficiais, de todas as partes do corpo", explica Alice Becker.

Pilates com aparelhos: "nos equipamentos podemos trabalhar com uma resistência maior do que apenas a da gravidade e, com isso, aumentar o grau de resistência para os músculos", explica Alice Becker.

Pilates solo: "por ser geralmente mais forte, o pilates no solo pode trazer resultados com mais rapidez que o pilates com aparelhos, caso estes sejam feitos com intensidade menor, ou seja, com a ajuda das molas", explica a fisioterapeuta Débora Alves.

Fonte:MSN

sábado, 22 de junho de 2013

CURSO MULTIDISCIPLINAR SOBRE OBESIDADE

Estamos na última semana  de  JUNHO, aproveite para fazer a  sua inscrição no valor menor!

Público alvo: Profissionais  e estudantes da área de nutrição, educação física, medicina e psicologia.

Data : 31/08/2013                      Horário: 8:00 às 17h

Real Medical Center- Rua Real Grandeza- 108 – Térreo - Botafogo

Programação:

-Obesidade e depressão – As doenças do século 
-Medicamentos  permitidos pela Anvisa e a Influência dos antidepressivos no peso corporal 
-Orientação Alimentar para DCNT ( obesidade, dislipidemia, Hipertensão e diabetes tipo2)
-Dietas da Moda e seus riscos ( Mediterrânea, Detox, Dr. Dunkan, Índice Glicêmico)
- Ferramentas Nutricionais e fitoterapia  para acelerar o metabolismo e perda de peso.
-Prós e contras da Academia X Personal trainer ,quando utilizar suplementos na atividade física –
-Alimentos Orgânicos? Com ou sem Glúten? Lactose? X Obesidade-
Palestrantes:
-Nutricionista Clínica - Patrícia Brigagão Mendes
-Nutricionista Clínica - Wilma Amorim
- Prof. de Ed. Física e Nutricionista Kelly kathryn
- Psiquiatra da Santa Casa - Dra. Elisa  P. Couto

Preços:

VALOR
Até 30/06
Até 31/07
Até 31/08
PROFISSIONAL
R$ 150,00
R$ 165,00
R$ 180,00
ESTUDANTE
R$ 120,00
R$ 135,00
R$ 150,00


VAGAS LIMITADAS!

FORMA DE PAGAMENTO:
Depósito bancário: Banco Itaú – Agência 0308/ conta corrente: 13828-8
Patrícia B. Mendes ou Wilma R. Amorim

Incluído:
2 coffee break, certificado, material ( bloco, caneta e CD)

Inscrição:
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Embalagens preservam os nutrientes, mas pedem cuidados na hora da compra

Nas prateleiras do mercado, o que não falta são embalagens. De plástico fosco ou transparente, vidro, alumínio, aço, papelão ou feita com outros materiais, é difícil saber qual conserva melhor cada tipo de alimento. Algumas têm como pilar a praticidade, como os biscoitos em embalagens individuais, enquanto outras prezam mais pela apresentação, como por exemplo, o azeite envasado na embalagem de vidro que fica na mesa durante as refeições. Em comum, todos os tipos precisam garantir que o alimento ali conservado será consumido em perfeitas condições.

"A embalagem é pensada para manter a integridade total do alimento desde a sua distribuição até o final do prazo de validade", explica a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), Luciana Pellegrino. Segundo ela, a embalagem está atrelada diretamente a questão de saúde pública, sendo responsável por preservar a qualidade nutricional dos alimentos e o seu frescor.

O problema é que as embalagens também escondem seus mistérios. Como saber, por exemplo, que tipo de embalagem é melhor para conservar carnes? Ou então, o que aponta que uma embalagem pode trazer perigos à saúde do nosso organismo? Isso mesmo, de protetoras de alimentos, elas podem agir como verdadeiras guardiãs de fungos e bactérias, causando prejuízos enormes ao organismo. A primeira dica a gente entrega já: nunca compre alimentos que estejam em uma embalagem rompida! "No momento em que a embalagem foi aberta, o produto lá dentro já está em processo de degradação", alerta Luciana Pellegrino. Hoje em dia, o lacre está cada vez mais visível para que o consumidor repare se ele está rompido. Além disso, verifique sempre a data de validade dos produtos.

Logo abaixo confira saiba quais tipos de embalagens são os mais adequados conforme o tipo de alimento e os cuidados na hora de comprá-las:

Vidros

Os vidros são excelentes para preservação do alimento e embalam bem conservas que necessitam de tratamento térmico para melhor preservação, como palmitos, azeitonas e picles, além de molhos, água mineral, sucos concentrados e bebidas alcoólicas. "A embalagem de vidro é excelente barreira contra formação de gases e odores, qualidade alcançada quando a tampa oferece boa vedação", expõe o professor Carlos Alberto Rodrigues Anjos, especialista na área de embalagens da Faculdade de Engenharia de Alimentos, Unicamp.

Embalagem de aço ou vidro?

E no caso de alimentos que são envasados em diferentes tipos de embalagens, como o azeite? Como saber qual é a melhor opção? No caso do azeite de oliva extra-virgem, o alimento é preservado tanto na embalagem de aço quanto no vidro, mas cada uma tem uma diferença apresentação. "A lata de azeite é mais usada na cozinha para preparo de alimentos e o vidro de azeite mais utilizado na mesa para tempero", ressalta a diretora executiva da ABRE, Luciana Pellegrino.

Já a coloração da embalagem de vidro pode fazer diferença no que diz respeito à qualidade nutricional do azeite. O alimento é encontrado em embalagens de vidro transparente ou vidro escuro, em geral esverdeado. De acordo com a engenheira de alimentos da Associação Brasileira das Embalagens de Aço (ABEAÇO), Thais Fagury, a cor escura funciona como barreira total à entrada da luz. Essa medida é importante porque preserva melhor os compostos antioxidantes encontrados no azeite, substâncias que trazem benefícios à saúde do organismo.

Já no caso de conservas, como o palmito, as duas embalagens são eficientes e fornecem a proteção necessária para a conservação. "O fato de o vidro ser transparente deixa o consumidor mais tranquilo na hora da decisão de compra, pois está visualizando o produto", expõe o engenheiro de alimentos Carlos Aberto Rodrigues Anjos.

Cuidados na hora da compra

Lembre-se sempre de verificar se o lacre e a tampa estão firmes e sem evidências de violação, se os frascos estão com vazamentos e trincados ou com indícios de ferrugens nas tampas metálicas, alerta o professor Carlos Alberto dos Anjos.

E para guardar? "Como os vidros são transparentes, a luz pode afetar muitos dos alimentos, fazendo-os perder a cor e, consequentemente, o aroma e sabor", alerta o engenheiro de alimentos Carlos Alberto Rodrigues Anjos. Conserve sempre ao abrigo da luz e em ambientes frescos e ventilados. No entanto, naquelas regiões do país de clima quente, o melhor seria guardar na geladeira, mesmo que ainda fechados, originalmente. 
plástico - foto Getty Images

Plástico

Essa embalagem é ideal para conservar produtos comercializados em temperaturas baixas e que não necessitam de tratamento térmico para sua conservação. "Em alguns casos especiais, sucos de frutas são acondicionados em temperaturas mais elevadas em embalagens plásticas apropriadas para isso. Os mais comuns são: leite, iogurtes, achocolatados, sucos concentrados, refrigerantes, águas minerais, óleos comestíveis, molhos, café solúvel, maionese, dentre outros", explica Carlos Alberto dos Anjos. Segundo o professor da Unicamp, o plástico tem substituído outros materiais de embalagens mais tradicionais em alguns produtos, por ser mais prático, leve, reciclável, seguro e ter menor custo em comparação às embalagens mais tradicionais.

"Mas, certamente, os derivados de tomate, como o ketchup, barbecue, e outros molhos em embalagens de vidro oferecem maior prazo de validade, quando comparados com às embalagens de plásticos", afirma o professor. Por isso, atente-se à validade nos rótulos!

Cuidados na hora da compra


Observe muito bem a integridade da embalagem, o lacre, veja se não há vazamentos, trincas ou rachaduras e possíveis abaulamento da embalagem. "Todos esses aspectos aceleram a degradação do alimento", afirma o engenheiro de alimentos Carlos.  
alumínio - foto Getty Images

Alumínio

Atualmente, o maior uso desse material é para embalar bebidas a gás, refrigerantes e cervejas, patês e algumas conservas de pescados, expõe o especialista Carlos Alberto dos Anjos.

Sabe aquela preferência nacional pelo refrigerante da garrafinha de vidro em vez de ser na latinha de alumínio? Tem a ver com o fato de o vidro ser impermeável e demorar anos para interagir de forma química com o conteúdo da embalagem. Sem falar que por apresentar menor porosidade quando comparado ao alumínio, ele deixa escapar menos gás carbônico, quando aberta. Por outro lado, as latinhas de alumínio gelam mais facilmente, só que quando entram em contato com temperaturas elevadas, as partículas voláteis presentes ali se agitam e fazem o gás carbônico sair de forma mais rápida, alterando o sabor.

Cuidados na hora da compra


Verifique, principalmente, vazamentos, a integridade do lacre danos, como amassamentos na região da tampa.
sachês - foto Getty Images

Sachês

Praticidade é a palavra-chave para as embalagens do tipo sachê. Alimentos como sal, açúcar, cremes, geleias, doces, molhos, temperos, derivados de leite, queijos fundidos estão disponíveis nessa embalagem. "São produtos que vem em porções ou doses unitárias que apareceram para facilitar a vida moderna. São feitos de materiais laminados transparentes ou opacos que fazem barreira para os gases, vapores e luz, garantindo a boa conservação dos produtos. Em geral, devem ser fáceis de abrir, usar e descartar", diz o professor da Unicamp Carlos Alberto dos Anjos.

Uma vantagem dos sachês é que como trata-se de uma embalagem individual, você não tem que guardar o alimento e preocupar-se com a preservação do que "sobrar". Você abre, consome e descarta a embalagem, guardando os outros sachês na caixa em que vieram. Itens de geladeira como queijos e molhos, devem ser preservados em temperaturas baixas, enquanto não são consumidos. Já opções não perecíveis, como açúcar ou cappuccino em pó em sachês, podem ser conservados em temperatura ambiente. As condições de ambiente em casa significam em locais frescos, ao abrigo da luz e ventilado, preferencialmente.

Cuidados na hora da compra

A embalagem deve ser fácil de abrir através de um picote próprio. Fique atento. Há risco de degradação do alimento se houver vazamentos, sujeira ou enrugamentos na embalagem. 
aço - foto Getty Images

Aço

As embalagens de aço são ótimas para conservar alimentos como pescados, milho-verde e ervilha, além de leite em pó, café solúvel, sucos concentrados, dentre outros. "As embalagens que melhor preservam os alimentos são aquelas que funcionam como barreira total a entrada da luz, oxigênio e ações do meio externo. Tudo o que está dentro não sai e tudo o que está fora não entra. Esta é uma característica única das embalagens metálicas, latas de aço ou alumínio", ensina a engenheira de alimentos Thais Fagury.

A embalagem de aço é uma das melhores opções para envasar alimentos. A lata de aço, assim como outras embalagens metálicas, preserva 100% as propriedades nutricionais e o sabor dos alimentos. Outra que preserva bastante é o vidro escuro. Não existe a necessidade de conservantes ou aditivos químicos. Já existem no mercado produtos cozidos no vapor e embalado com aço em que o sódio não é adicionado. "O sal, que é um conservante natural, muitas vezes é acrescentado por causa do paladar brasileiro e não por necessidade de conservação do produto", explica a engenheira de alimentos da ABEAÇO.

Segundo Thais, o prazo de validade pode chegar a até cinco anos e a maioria dos enlatados é cozida dentro da própria lata de aço. "O processo de fabricação destrói os micro-organismos e elimina em 99% os resíduos de pesticidas. A lata de aço possui, hoje, uma película interna flexível, que evita o contato do produto com o metal até mesmo em caso de amassamento, não havendo qualquer alteração no conteúdo no caso de lata amassada. A embalagem de aço é 100% reciclável e retorna infinitas vezes para o processo de fabricação de novo aço", conclui a especialista.

Cuidados na hora da compra


Nas latas de aço, o consumidor deve verificar se as embalagens não estão violadas e se as embalagens não estão estufadas, isso significa mau processamento do alimento, alerta Thais Fagury.

Além disso, alguns estufamentos podem ser devido à entrada de ar na embalagem, consequentemente, com contaminação e aparecimento de bolores e leveduras. "Caso a embalagem esteja estufada no momento da compra, é mais conveniente não adquirir e, numa atitude de segurança, informar ao estabelecimento comercial", alerta o professor da Unicamp Carlos Alberto Rodrigues Anjos.
Tetra Pak - foto Getty Images

Tetra Pak

A embalagem preserva bem alimentos líquidos sem gás, pastosos e até doces, que incluem: sucos, leites, creme de leite, extrato de tomate, molhos em geral, leite condensado, goiabada, achocolatados, dentre outros. "A Tetra Pak proporciona boa conservação de alimentos, principalmente de líquidos", diz o engenheiro de alimentos Carlos Alberto dos Anjos. São embalagens mais leves e facilmente descartadas através da reciclagem. As versões mais modernas proporcionam uso de tampas e desenhos mais apropriados para escoamento quase que total do seu conteúdo.

Cuidados na hora da compra


Nessas embalagens, amassamentos podem danificar as áreas de fechamento e provocar vazamentos. As tampas devem estar em bom estado e sem violação, estufamento, rasgamento e evidências de violação. A embalagem que apresentar sujeira aparente também deve ser evitada. 
A vácuo - foto Getty Images

A vácuo

A aplicação de vácuo elimina o oxigênio do interior das embalagens protegendo melhor os produtos, principalmente aqueles que apresentam níveis de gordura elevados e que podem sofrer alterações por crescimento de fungos e bolores. De acordo com o especialista em embalagens, Carlos Alberto dos Anjos, trata-se de um sistema de embalagem de custo mais elevado, porém de melhor proteção em relação aos mesmos produtos acondicionados sem vácuo.

"Peças de carnes bovina, suína e outras, mais nobres são oferecidas no mercado em embalagens a vácuo que, além de melhorar a qualidade por proporcionar certa maturação, mantém o sabor e aroma bem próximos do natural. Outros produtos congelados também podem utilizar embalagens a vácuo, como massas prontas e alguns vegetais minimamente processados", enumera o engenheiro de alimentos.

Cuidados na hora da compra

Verifique se a embalagem mostra ausência completa de ar em seu interior, caso contrário, não adquirir! A presença de vazamentos e rasgamentos podem ser indícios de problemas no manuseio e comprometem a integridade do alimento. E na hora de guardar? Os legumes a vácuo, por exemplo, principalmente aqueles minimamente processados, devem estar sempre na geladeira, em embalagens que protejam da perda de umidade e devidamente fechados. 

papelão - foto Getty Images

Papelão

É uma embalagem das mais antigas, podendo ser utilizada para diversas aplicações e não entra em contato direto com os alimentos. É ideal para conservar alimentos secos. Muitos tipos de massa não cozidas vem nesse tipo de embalagem, assim como biscoitos.

Cuidados na hora da compra

Caixas de papelão não devem estar úmidas, rasgadas, e ou ser utilizadas indevidamente para produtos para os quais não foi concebida, por exemplo - caixas de papelão para produtos de limpeza ou higiene serem utilizadas para guardar alimentos em geral. O excesso de umidade em papelão pode desenvolver muitos tipos de fungos e mofos nocivos à saúde, se for utilizado indevidamente.

Depois da compra, certifique-se de guardar os produtos em embalagens de papelão, como o macarrão no armário! Depois de abrir a embalagem, o mais indicado é colocar a quantidade que sobrou em um pote de vidro para proteger melhor o alimento da umidade.

Fonte: MSN