sábado, 20 de outubro de 2012

Remédio caseiro para o fígado

Chá de boldo
 
O chá de boldo é um excelente remédio caseiro para tratar distúrbios do fígado, como fígado gorduroso ou fígado inchado, que geram sintomas como enjôo, dor e desconforto abdominal.
Para o chá: Coloque 2 folhas de boldo numa panela com 1 copo de água e deixe fever por 5 minutos. Apague o fogo e deixe amornar, coe e beba a seguir, sem adoçar, de 3 a 4 vezes ao dia.
Para uma maior concentração de propriedades terapêuticas, recomenda-se tomar o chá logo após o seu preparo.
Diante dos sintomas de problemas no fígado recomenda-se seguir este tratamento caseiro por dois dias, mas se os sintomas persistirem ou agravarem-se o ideal é ir ao hospital rapidamente, pois pode ser algo mais grave.
O boldo é uma planta medicinal que possui propriedades diuréticas e digestivas que ajuda no tratamento das doenças do fígado. Mas além de tomar este chá aconselha-se evitar alimentos estimulantes e de difícil digestão, dando preferências aos amargos, água morna, frutas, legumes e verduras.
É muito importante não consumir nenhum tipo de bebida alcoólica até que o fígado esteja totalmente recuperado, pois as causas mais comuns de problemas no fígado são o consumo de bebidas alcoólicas em exagero, alimentos muito gorduroso e as doenças virais.


Remédio caseiro para ascite

 
Faça um chá combinado de boldo, losna e picão. Misture em partes iguais as 3 ervas e prepare o chá com 40g da mistura de ervas para cada litro de água.
Tome durante o dia 3 xícaras deste chá, durante quinze dias para verificar o seu efeito benéfico.
A ascite é o acúmulo de líquido no interior da cavidade abdominal, que pode ser causada por doenças no fígado, câncer no pâncreas; insuficiência cardíaca ou renal e até mesmo pela tuberculose.
Este chá funciona como purificador do sangue auxiliando o organismo a eliminar o excesso de líquido acumulado, porém é importante identificar e tratar a causa da ascite.
Fonte: Tua Vida

Diarréia

Quando se trata de tratamento ou prevenção da diarreia, a dieta é um fator importante a considerar. Durante (e pouco tempo depois) de um ataque agudo de diarreia, é importante repor os líquidos perdidos e eletrólitos. A recuperação da doença geralmente envolve evitando certos alimentos (como a maioria dos produtos lácteos) e comer alimentos que são de fácil digestão (como bananas, arroz branco e torradas).

Dieta e Diarreia: Há uma conexão?

A diarréia é uma doença comum sofrida por crianças e adultos. É definida como fezes soltas e líquidas,  que ocorrem mais de três vezes por dia.
Quando se trata de tratamento ou prevenção de diarreia, a dieta é um fator importante a considerar. Isto é importante:
  • Durante e após um ataque de diarreia aguda
  • Para ajudar a diagnosticar as causas de diarreia crónica
  • Na prevenção da diarréia do viajante
  • No tratamento de condições tais como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca.

Necessidades dietéticas durante e após um ataque de diarreia aguda

Durante e logo após um ataque agudo de diarreia, uma “dieta para diarreia” deve se concentrar em:
  • Substituição de fluidos e eletrólitos perdidos
  • Evitar certos alimentos que podem fazer a diarreia piorar, como os alimentos fritos
  • Incluir alimentos que são de fácil digestão, como arroz branco.

Substituição de Fluidos e eletrólitos

Muitas pessoas pensam que beber líquidos durante episódios de diarreia vai piorar a situação. Isso não é verdade. Na verdade, a ingestão de líquidos é importante durante episódios de diarreia para evitar a desidratação, que é a perda de fluidos vitais e electrólitos (sódio e potássio). A hidratação adequada é especialmente importante em crianças com diarreia, pois elas podem morrer de desidratação dentro de dias.
Embora a água é extremamente importante na prevenção da desidratação, não contém electrólitos. Boas opções para ajudar a manter os níveis de eletrólitos incluem caldos ou sopas (que contém sódio) e sumos de frutas, certos refrigerantes, ou legumes (que contém potássio).
Para as crianças, os médicos geralmente recomendam uma solução de  re-hidratação especial que contém os nutrientes de que precisam.

Os alimentos a evitar, como parte da “Dieta para a  Diarreia”

Enquanto espera que a diarreia acabe, deve evitar alimentos que podem piorar as coisas, por exemplo:
  • Leite e produtos lácteos (exceto iogurte), como gelados ou queijo
  • Alimentos com alto teor de gordura ou gordurosos, como fritos
  • Alimentos muito doces, como bolos e biscoitos
  • Alimentos que têm muita fibra, como frutas cítricas
  • Sumo de maçã, sumo de pêra e sumo de cereja (sumo de uva branca é uma boa alternativa)
  • Todos os alimentos que contêm Olestra ®, tais como batatas fritas sem gordura
  • Pastilha elástica sem açúcar
  • Bebidas com cafeína, como café, refrigerante ou chá.

Alimentos para incluir na “Dieta para a  Diarreia”

Ao recuperar de uma crise de diarreia, os melhores alimentos para começar a comer são os de fácil digestão, alimentos ricos em carboidratos. Estes incluem:
  • Bananas
  • Arroz branco
  • Batatas cozidas
  • Torradas
  • Bolachas sem sal
  • cenouras cozidas
  • Frango assado sem a pele ou gordura.
É melhor evitar o leite e outros laticínios sete a dez dias após a diarreia melhorar. Um leve caso de intolerância à lactose muitas vezes seguem-se casos de diarreia.
Para as crianças, o pediatra pode recomendar o que é chamado a dieta BRAT à base de bananas, arroz, maçã e torradas.

Usar a dieta para ajudar a diagnosticar diarreia crónica

Qualquer diarreia que dura mais de duas semanas é conhecido como diarréia crónica. Como parte de diagnosticar a causa, o médico normalmente irá fazer uma série de perguntas. Com base nas respostas a estas perguntas (juntamente com o exame físico), o seu médico pode suspeitar de que uma intolerância alimentar ou alergia alimentar está a causar a sua diarreia. Nesses casos, o seu médico pode pedir-lhe para evitar alimentos que contenham:
  • Lactose, que é encontrada em produtos de leite e podem causar diarreia em pessoas com uma intolerância à lactose
  • Carboidratos
  • Glúten, que é encontrada no trigo, centeio e cevada (se o seu médico suspeita que a doença celíaca)
  • Outras substâncias.
Isto é para ver se a diarreia responde a uma mudança na dieta.
Há um número de condições médicas que podem causar diarreia. Duas de tais condições médicas incluem síndroma do intestino irritável e doença celíaca. Ambas as condições podem ser melhoradas através de mudanças na dieta.
Síndrome do intestino irritável (SII), é uma condição que interfere com as funções normais do intestino. Os sintomas mais comuns incluem cólicas, dor abdominal (dor de estômago), distensão abdominal, constipação,  flatulência excessiva (gases) e diarreia.
Para muitas pessoas com síndrome do intestino irritável, a dieta pode ajudar a controlar os sintomas da SII. No entanto, a dieta para as pessoas com SII será um pouco diferente de pessoa para pessoa, porque os tipos de alimentos que afetam uma pessoa podem não afetar a outra e vice-versa. Assim, um dos primeiros passos para qualquer diagnóstico de síndrome do intestino irritável é para familiarizar-se com os alimentos que foram conhecidos para piorar ou melhorar os sintomas da doença.
Muitas pessoas com Síndrome do intestino irritável (SII) acham que têm problemas com certos alimentos, incluindo:
Produtos lácteos
Chocolate
Bebidas com cafeína, como café, alguns chás e alguns refrigerantes
Bebidas alcoólicas
Alimentos picantes
Certas frutas e vegetais crus, especialmente brócolos e couves
Sumos de frutas
Feijões
Cebolas
Adoçantes artificiais, tais como sorbitol ou manitol
Alimentos ricos em gordura, como carne vermelha, manteiga , abacate e nozes.
A doença celíaca é uma doença digestiva que danifica o intestino delgado e interfere com a absorção dos nutrientes dos alimentos. As pessoas que têm doença celíaca não podem tolerar uma proteína chamada glúten, encontrado no trigo, centeio e cevada.
Para uma pessoa diagnosticada com a doença celíaca, o tratamento começa com uma dieta livre de glúten para toda a vida. Esta é a única dieta que irá tratar a condição.

Fonte: Saúde e Família


O que é Encefalopatia hepática?

 

Sinônimos: Coma hepático
A encefalopatia hepática é uma piora na função cerebral que ocorre quando o fígado não consegue mais remover as substâncias tóxicas no sangue.

Causas

A encefalopatia hepática é causada por distúrbios que afetam o fígado. Entre eles os que reduzem a função hepática (como cirrose ou hepatite) e doenças nas quais a circulação sanguínea não penetra no fígado. A causa exata da encefalopatia hepática é desconhecida.
Uma importante função do fígado é transformar substâncias tóxicas produzidas pelo corpo ou ingeridas (como remédios) em substâncias inofensivas. No entanto, quando o fígado está prejudicado, esses "venenos" podem se acumular na corrente sanguínea.
A amônia, que é produzida pelo corpo quando as proteínas são digeridas, é uma das substâncias tóxicas neutralizadas pelo fígado. Várias outras substâncias podem se acumular no corpo se o fígado não funcionar bem. Elas podem causar danos ao sistema nervoso.
A encefalopatia hepática pode ocorrer de repente em pessoas que não tinham problemas no fígado antes, quando o fígado é lesionado. Geralmente, o problema é visto em pessoas com doença hepática crônica.
A encefalopatia hepática pode ser desencadeada por:
  • Desidratação
  • Ingestão de proteínas em excesso
  • Anormalidades dos eletrólitos (principalmente redução do nível de potássio) por vômitos ou por tratamentos como paracentese ou ingestão de diuréticos
  • Sangramentos do intestino, estômago ou esôfago
  • Infecções
  • Problemas renais
  • Baixos níveis de oxigênio no corpo
  • Complicações na colocação do desvio (Consulte: Anastomose portossistêmica intra-hepática transjugular)
  • Cirurgia
  • Uso de medicamentos que inibem o sistema nervoso central (tais como barbitúricos ou tranquilizantes benzodiazepínicos)
Distúrbios que podem imitar ou mascarar os sintomas da encefalopatia hepática incluem:
A encefalopatia hepática pode ocorrer como um distúrbio agudo, porém, potencialmente reversível. Ou pode ocorrer como um distúrbio crônico e progressivo associado à doença hepática crônica.

Exames

Os sinais do sistema nervoso podem variar. Os sinais incluem:
  • Falta de coordenação e tremores nas mãos ao tentar estender os braços à frente do corpo e levantar as mãos.
  • Estado mental anormal, principalmente as funções cognitivas (raciocínio), como traçar linhas para conectar números
  • Sinais de doença hepática, como pele e olhos amarelados (icterícia) e retenção de líquido no abdome (ascite), e, ocasionalmente, um odor bolorento no hálito e na urina
Os exames podem incluir:
  • Hemograma completo ou hematócrito para verificar se há anemia
  • Tomografia computadorizada da cabeça ou ressonância magnética
  • Eletroencefalograma
  • Exames de função hepática
  • Tempo de protrombina
  • Níveis séricos de amônia
  • Níveis de sódio no sangue
  • Níveis de potássio no sangue
  • Nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) e creatinina para verificar o funcionamento renal
Fonte: Minha Vida

Dieta para Cirrose

Dieta alimentar para portadores de Cirrose Hepática

A cirrose hepática é resultado final de anos de agressões ao fígado, sendo caracterizada pela substituição do tecido hepático normal por nódulos e tecido fibroso.
No fundo, nada mais é do que a cicatrização do fígado. Onde deveria haver tecido funcionante, há apenas fibrose (cicatriz).
Quanto mais extensa for a cirrose, a cicatriz, menor é o número de células saudáveis e maior é o grau de insuficiência hepática. Em última análise, a cirrose é um estado de falência (morte) do fígado, órgão nobre, sem o qual não conseguimos sobreviver. Várias doenças podem levar à cirrose, como alcoolismo e hepatites virais (tipos B, C e D), dentre outras.
Não há uma dieta específica, cada paciente tem necessidades que variam de características individuais. De modo geral, as recomendações básicas são evitar o excesso de sal, frituras e carne vermelha; manter abstinência alcoólica e procurar fracionar a dieta, comendo mais vezes ao dia uma menor quantidade de alimento. O adequado é individualizar a necessidade dietética, sob orientação do médico e do nutricionista.
Alimentos recomendados:
  • Arroz branco ou integral
  • Feijão: preto, marrom, branco ou outros
  • Óleo de girassol ou de milho
  • Azeite de oliva
  • Margarina sem sal
  • Carne branca (frango, peixe, peru)
  • Bacalhau sem sal
  • Carne de soja
  • Queijo de soja
  • Qualquer tipo de farinha (tapioca, mandioca)
  • Qualquer tipo de verdura (crua ou cozida)
  • Frutas: manga, pinha, melão, maçã, banana, mamão, pêssego, sapoti, abacate, uva, figo, caqui
  • Lentilha, ervilha, milho (sempre cozido)
  • Clara de ovo 3 (três) no café da manhã, cozidas
  • Pão integral ou de glúten
  • Macarrão integral
  • Leite de soja
  • Suco de frutas: caju, maçã, mamão, melão, pêra
  • 1-2 gramas de sal por dia (uma pitada = 1gr)
  • Alimentos que favorecem a função do fígado (endívia, escarola, aipo, rabanete, alcachofra, cenoura, nabo)
  • Comer bastante couve, espinafre, brócolis
  • Comer castanhas-do-pará por dia
  • Tomar um litro de líquido (água ou suco) por dia
Alimentos que precisam ser evitados:
  • Frituras, gordurosos e oleosos
  • Alimentos de consistência endurecida, torrados, cortantes e volumosos
  • Carne Vermelha (boi, porco, caça, peixe-boi, tartaruga, carneiro, vísceras, pato)
  • Frutas cítricas ou ácidas (limão, laranja, abacaxi, maracujá)
  • Leite animal in natura e derivados (queijo amarelo, manteiga)
  • Refrigerantes
  • Qualquer tipo de bebida alcoólica
  • Enlatados (seleta de legumes, patê, atum, sardinha) ou embutidos calabresa, salsicha, presunto)
  • Gema de ovo
  • Pão de massa branca, bolachas, biscoitos
  • Massas gordurosas (macarrão com ovos, pizza, pastel, tortas)
  • Chocolate, sorvete, creme de leite, leite condensado
  • Frutos do mar (camarão, lagosta, lula, caranguejo)
  • Água mineral, com ou sem gás, que contenha mais de 10mg de sódio por litro
  • Amendoim, pistaches, amêndoas, salgadinhos
  • Cereais matinais, chips, batatas fritas, purê de batatas em pó
  • Comprimidos efervescentes para digestão ou resfriados, bicarbonato de sódio e outros  medicamentos que possam conter sal
  • Condimentos como o sal, maionese industrializada, mostarda, azeitonas, molhos de tomate preparados ou extrato de tomate
  • Frios, salsichas, patê de fígado, carne seca, frutos do mar, como crustáceos, moluscos, ovas de peixe
  • Legumes em conserva, chucrute ou qualquer alimento preparado, enlatado ou congelado
Nutrição e cirrose
Pessoas com cirrose experimentam freqüente perda de apetite, náusea, vomito e diminuição de peso. Adultos com cirrose necessitam de uma dieta balanceada, rica em proteínas, provendo de 2.000 a 3.000 calorias por dia, para permitir uma regeneração das células. Porém, muita proteína resultará num aumento de amônia no sangue. Pouca proteína pode reduzir a regeneração do fígado.
Pessoas com cirrose sofrem acúmulo de fluido no abdômen (ascite) ou inchaço dos pés, pernas, ou parte das costas (edema). Ambas as condições são o resultado da hipertensão portal (aumento da pressão nas veias que entram no fígado). O sódio (sal) estimula a retenção de água no corpo. Os pacientes com retenção de fluidos devem eliminar o sal. Em geral, aconselha-se a redução da proteína de carne, que é a proteína mais tóxica ao cérebro, por proteína vegetal, em casos de cirrose.
As proteínas
A ingestão de quantidade de proteína adequada é importante para manter a massa muscular e auxilia o sistema de recuperação. A ingestão de proteína deve estar de acordo com o peso da pessoa e com a sua condição médica. Em geral, para que a regeneração das células do fígado ocorra nos pacientes que não têm cirrose, recomenda-se a ingestão de 1.0 a 1.5 gramas de proteína por quilo da pessoa, por dia.
Um número pequeno mas significativo de pacientes com cirrose pode vir a contrair uma doença chamada encefalopatia. As pessoas com esta doença apresentam sinais de desorientação e confusão mental. Enquanto alguns especialistas não acreditam que exista uma ligação entre a dieta alimentar diária e a encefalopatia, outros acreditam que uma redução drástica da proteína animal e a adoção de uma dieta vegetariana possam melhorar o estado mental.
A cirrose hepática é uma hepatopatia de caráter crônico, de etiologia variada, que cursa com astenia, anorexia, náuseas, flatulência, má digestão, constipação, diarréia e má absorção de nutrientes. Também podem aparecer complicações como ascite, varizes esofágicas e encefalopatia, que deverão seguir um controle médico.
No caso de o portador de Cirrose Hepática apresentar diarréias, recomenda-se uma dieta adstringente, com líquidos (em pequenas quantidades), para repor as perdas, e com alimentos sólidos, como o arroz cozido e cenoura. À medida em que os sintomas melhorem, além do arroz acrescentar pequenas quantidades de frango ou peixe e um pouco de pão torrado. A partir de então, de forma gradual, introduzir sopas, sêmolas e caldos suaves, batatas e verduras fervidas, em pouca quantidade.
Em caso de constipação (prisão de ventre), deve-se aumentar o consumo de fruta fresca e madura no café da manhã, por ser de grande contribuição de fibra solúvel (pectina) e água. Aumentar o consumo de verduras e hortaliças, iogurte, para melhorar a flora intestinal, diminuindo o consumo de produtos de padaria e confeitaria. Consumir arroz e massas integrais, evitando a utilização de laxantes.
Se a doença está avançada, a dieta deverá suprir as carências que se apresentem. A mais habitual é o déficit de vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, K e  E), o que requer aumentar o consumo de sardinhas e peixes, como o salmão, para suprir a vitamina D (essencial para fixar o cálcio nos ossos), consumir brotos de verduras, em especial de alfafa, por seu conteúdo em vitamina K (vitamina necessária para a coagulação), aumentar o consumo de frutas e verduras de cores alaranjadas e amareladas e de folhas verdes, por seu conteúdo em beta-caroteno, que no organismo se transforma em vitamina A, e consumir cereais integrais, avelãs e nozes não tostadas, junto com azeites vegetais, como de oliva e de linho, por sua contribuição de vitamina E.
Alguns casos de cirrose podem apresentar quadro de descompensação, sendo a dieta o tratamento mais importante quando o paciente apresenta ascite (água na barriga) e encefalopatia hepática.
A mais importante orientação dietética na cirrose hepática é a proibição total de bebida alcoólica, pois o derivado do álcool denominado acetilaldeído age diretamente no hepatócito.
Fontes: Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite/Portal da Hepatite