domingo, 19 de agosto de 2012

Todos os truques para abaixar o colesterol

 

Pequenas mudanças nos hábitos alimentares revertem o aumento das taxas

Ele é como uma faca de dois gumes: é essencial na produção hormonal, mas, em excesso, se transforma em risco à saúde. Certamente você já deve ter sido alertado sobre os perigos de não controlar as taxas de colesterol, esse, muitas vezes, incompreendido.

O cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração, Daniel Magnoni, explica que, quando os níveis estão acima do indicado, as frações da gordura ficam mais disponíveis na circulação. Entre estas frações, encontra-se o LDL, considerado como colesterol ruim. Ele se deposita na parede interna das artérias e inicia o processo de acúmulo de gorduras, levando ao entupimento das veias.
Os excessos podem ser gerados por duas razões: fatores genéticos ou hábitos alimentares errados. O que acontece é que cerca de 70% do colesterol produzido vem do fígado.

 
Controle o colesterol
Ambos os casos podem ser revertidos com alguns acertos no menu diário. O especialista explica que, quando as calorias da dieta são ultrapassadas, o organismo passa a armazená-las para um eventual período de falta. Esse armazenamento é feito em forma de colesterol.

Se você detectou que suas taxas de colesterol estão acima do recomendado, ou ainda, se quer evitar o aumento perigoso à saúde do coração, alguns truques precisam ser colocados em ação.

Troque as versões integrais pelas desnatadas
A recomendação está relacionada aos alimentos de origem animal, devido à grande quantidade de gordura saturada que apresentam. Na lista dos campeões neste tipo de gordura estão queijos amarelos, leite integral, carnes gordas e pele de aves como frango.

De acordo com a responsável pela equipe nutricional do MinhaVida, Roberta Stella, a melhor opção para controlar os níveis da gordura é trocar os queijos amarelos pelos brancos, o leite e seus derivados pelas versões desnatadas, e as carnes gordas pelas magras. Hoje em dia, já é possível encontrar nas prateleiras iogurtes com 0% de gordura , lembra.

O que isso tem a ver com as taxas de colesterol? Tais alimentos estão relacionados com o aumento das taxas de colesterol ruim, o LDL. E assim como a gordura saturada, o colesterol também está presente nos alimentos de origem animal. Seria como matar dois coelhos numa cajadada só. Além dos alimentos listados acima, é importante evitar o consumo de manteiga, gema de ovo e banha de porco , ressalta Roberta. Atente também às preparações que contam com tais ingredientes, como bolos e tortas.

Maneire nas carnes
O alerta é redobrado aos bifes de carne vermelha porque eles são os que apresentam uma quantidade maior de colesterol, especialmente cortes que levam mais gordura. Porém, isso não significa que elas devem ser totalmente excluídas do menu.

Controlando a ingestão dos outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até três vezes por semana , tranqüiliza a especialista.

O fato de as carnes vermelhas oferecerem mais colesterol, no entanto, não faz com que os outros tipos de carnes possam ser consumidos à vontade. De acordo com Roberta, as carnes brancas e magras também possuem colesterol e, por isso, devem ser dosadas. Os alimentos que contêm colesterol devem ser monitorados de uma forma geral. Leve em conta que o total da gordura obtido em um dia deve ser menor que 300 mg , completa.

Retirar a gordura visível das carnes é mais um conselho da nutricionista do MinhaVida para ficar de olho no colesterol colocado no prato. Isso faz com que a quantidade de colesterol se reduza. Cem gramas de contra-filé grelhado com gordura contêm 144 mg de colesterol. Sem a gordura, a quantidade diminui para 102 mg , exemplifica. Quando optar por carnes brancas como frango, retire a pele. Cem gramas de peito de frango com pele contêm 80 mg de colesterol. Sem a pele, o valor passa a ser 59 mg , compara a nutri.

Controle a ingestão de biscoitos recheados
Você deve ficar de olho não só nas bolachas doces, mas em todos os produtos que levam gordura trans em sua composição. A indústria alimentícia utiliza a gordura hidrogenada na preparação de alguns produtos. A gordura hidrogenada, por sua vez, apresenta gordura trans , diz a nutricionista. O perigo do ingrediente é o mesmo que o da gordura saturada. Ou seja, ela influencia no aumento das taxas de LDL.

Na hora das compras, verifique a porcentagem de valor diário (%VD) no rótulo dos alimentos. Valores de %VD acima de 20 são considerados altos. Opte por aqueles que apresentam números inferiores de gorduras saturadas, trans e colesterol , dá a dica a especialista.

Lance mão dos óleos vegetais
Na luta para abaixar os níveis de colesterol, em vez de apenas restringir o consumo dos vilões, você pode recorrer à ajuda de alguns mocinhos. O óleo de canola e o azeite de oliva são bons exemplos de alimentos que você deve incluir na dieta. Segundo Roberta, as gorduras monoinsaturadas presentes nos dois tipos de óleos vegetais ajudam a reduzir as taxas de LDL, colesterol maléfico.

Já os óleos vegetais ricos em gorduras poliinsaturadas, como o de soja, girassol e milho, aumentam os níveis de HDL, considerado como bom colesterol. A dica da especialista, portanto, é, além de ficar de olho na quantidade de gorduras saturadas e trans, dar preferência aos alimentos com maior quantidade de gorduras mono e poliinsaturadas. Outras opções de alimentos ricos nas gorduras que somam pontos positivos na luta contra as taxas de colesterol são os peixes.

Corte as frituras da sua rotina alimentar
Roberta explica que, apesar do que se pensa, os alimentos fritos não influenciam diretamente no aumento de colesterol, a não ser que tenham sido produzidos com gordura de origem animal, como banha de porco. Porém, quando superaquecidos, os óleos sofrem mudanças nas estruturas das moléculas. Assim, o efeito que eles possuem de aumentar o HDL fica neutralizado , esclarece a especialista do Minha Vida. Mesmo quando preparadas em óleos vegetais, as frituras não são aconselháveis para quem quer controlar os níveis de colesterol sanguíneo.

Além deste fator apontado por Roberta, ela lembra que o superaquecimento e reaproveitamento dos óleos formam substâncias que modificam o cheiro e a textura deles. A acroleína, por exemplo, é uma substância que irrita a mucosa intestinal , cita ela. Prefira sempre os assados e cozidos, mas não esqueça de dar atenção também ao tipo de alimento ingerido , completa.

Pratique exercícios físicos
Os exercícios também entram em ação na luta contra o colesterol elevado. O especialista do HCor esclarece que, ao suar a camisa, você utiliza suas reservas energéticas, ajudando na diminuição de gordura corporal e, conseqüentemente, na baixa do colesterol sanguíneo.

Fonte: Msn

Exercícios combatem osteoporose na menopausa



Especialistas descobrem alternativa para quem prefere evitar reposição hormonal.


Não é só para retardar os sinais do tempo que os exercícios físicos valem na menopausa. Duas horas de treino por semana são antídoto contra a osteoporose, problema típico das mulheres que deixam de ovular. A Sociedade de Endocrinologia, nos Estados Unidos, reuniu um grupo de mais de 1,2 mil mulheres na pré-menopausa. Entre elas, 58 foram instruídas a seguir um programa de práticas físicas depois de serem submetidas a uma série de exames que avaliaram a densidade dos ossos.

Os estudiosos já sabiam que exercícios eram capazes de diminuir os níveis de esclerostina, substância que inibe a formação e o fortalecimento da estrutura óssea. A novidade é que, com apenas duas horas por semana, as pacientes tiveram uma queda na produção deste hormônio, além do aumento dos níveis de IGF-1, que melhora a saúde dos ossos. Para os pesquisadores, a maior vantagem da descoberta é oferecer uma solução simples, rápida e barata para o problema dos ossos durante a menopausa.

Alimentação combate efeitos da menopausa
Ondas de calor, ansiedade, insônia e irritabilidade são sintomas temidos por todas as mulheres que estão entrando na menopausa. Mas, ainda que sejam comuns, não é preciso conviver com eles e as refeições são aliadas no combate a tais desconfortos.

Protegendo os ossos
Alimentos repletos de cálcio podem ajudar na preservação dos ossos, já que a osteoporose é uma consequência comum da menopausa. "Vegetais verdes, leite e derivados auxiliam a manter os índices de cálcio no organismo - a absorção do mineral é prejudicada com a diminuição do estrogênio, na menopausa", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Natural.

Dando uma força para o cérebro
A queda da atenção e da memória é uma das reclamações constantes. Para evita-la, é importante comer alimentos que tenham selênio. "Nesse caso, a castanha do Pará é altamente indicada já que também possui antioxidante e fortalece as funções cerebrais".

Diminuindo as ondas de calor
O mais conhecido efeito da menopausa é provavelmente também o mais desagradável. Mas até mesmo para ele existe um elemento que pode ajudar: os óleos vegetais. Para consumi-los, investir em sementes é uma boa solução. Para aumentar a sensação de bem-estar, o ideal é complementar as refeições com ovos, grãos e cereais integrais.

Fonte: Msn

Dieta enriquecida com azeite de oliva previne a osteoporose


Pesquisa conseguiu relacionar o consumo do óleo ao aumento de substâncias que fortalecem o esqueleto.


Os europeus são apaixonados por comida, e isso não é novidade para ninguém. Mas, além de serem referência na culinária, eles podem também se tornar exemplo de saúde. Pesquisadores americanos descobriram que a dieta adotada pelas pessoas que vivem nas proximidades do mar Mediterrâneo pode proteger os ossos, graças às doses diárias de azeite de oliva que consomem. É o que a Sociedade de Endocrinologia Americana percebeu ao observar por dois anos os hábitos de 127 homens entre 55 e 80 anos moradores da região.

A base da dieta Mediterrânea é composta por frutas, vegetais, oleaginosas (amêndoas, castanhas), peixes, sempre complementada com azeitonas e azeite de oliva. Para esta pesquisa, foram elaborados três cardápios: um de dieta Mediterrânea com várias sementes e oleaginosas, outro de dieta Mediterrânea com azeite de oliva virgem e uma dieta de baixa caloria. Ao longo dos dois anos, exames de sangue avaliaram os níveis de osteocalcina, glicose, colesterol e triglicérides em todos os homens.

A descoberta foi que, apenas na dieta que continha azeite, os índices de osteocalciona e outros formadores de ossos cresceram consideravelmente. Além disso, os níveis de cálcio não diminuíram no segundo grupo, enquanto nos outros dois aconteceu o contrário. Para os pesquisadores, a dieta saudável pode estar relacionada com os baixos índices de osteoporose na região. Os médicos afirmam que o azeite de oliva é capaz de prevenir a doença e fortalecer os ossos ao longo da vida. A perda de massa óssea também pode aumentar o risco de fratura em homens e mulheres.

A boa notícia é que não é necessário morar nas redondezas do mar mediterrâneo para obter os benefícios do azeite de oliva. Além disso, o consumo do alimento, na forma in natura e extra-virgem, traz muitas vantagens para a sua saúde, além da proteção e fortalecimento do ossos que foi comprovada pelos pesquisadores norte-americanos. Confira logo abaixo quais são eles:

Ajuda a emagrecer
Quando combinado a uma dieta balanceada, o azeite pode ser um aliado na hora de manter o peso. Estudo publicado na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, aponta que a ingestão diária do alimento em quantidades moderadas evita gordurinhas indesejadas na barriga.

Combate o câncer
Repleto de antioxidantes (principalmente ácidos graxos), o azeite pode ajudar a prevenir o câncer atuando como um poderoso anti-inflamatório. Como explica a nutricionista Fabiana Sigrist, "os ácidos graxos contribuem para que as pessoas tenham menos processos que podem estar relacionados a alguns tipos de câncer".

Regula o colesterol
Os ácidos graxos do azeite não têm papel apenas na hora de prevenir o câncer. A gordura monoinsaturada que os compõe melhora bastante os níveis de gordura no sangue. "A ação é principalmente no sentido de aumentar o colesterol HDL e diminuir o LDL", resume a nutricionista.

Estimula as funções do cérebro
Além de serem importantes no combate ao câncer e no equilíbrio do colesterol, os antioxidantes auxiliam o cérebro contra a sua degeneração. A descoberta foi feita durante um estudo na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos que avaliou o poder desse tipo de nutriente durante cinco anos. O azeite também pode ajudar a estimular e potencializar as funções cerebrais.

Fonte; msn