domingo, 20 de maio de 2012

Chia…o grão da saúde

A Chia foi um dos principais fontes de alimento dos povos andinos, com indícios de que foi plantada por volta de 2600 a.C.




Muito tempo esquecida por conta de religião, somente em 1990 que o plantio foi retomado por pesquisadores argentinos e norte-americanos.

Com aparência semelhante a do gergelim, a chia contém 40% de fibras, 21% de proteínas e 20% de ácidos graxos ômega 3. É rica em cálcio, chega a ter 20% da dose diária recomendada para adultos, além do fósforo, ferro, magnésio e potássio. Podemos considera-la como um poderoso antioxidante e anti-inflamatório.

Ela ajuda muito na diminuição dos níveis de glicemia na corrente sanguínea, ou seja, ideal para o consumo de diabéticos. A grande quantidade de fibras, tanto solúveis quanto insolúveis, propicia ação redutora do índice glicêmico da dieta e é reguladora do aparelho digestório e da função intestinal. Por conter fibras do tipo mucilaginosas, a chia tem a capacidade de absorver líquidos e gorduras aumentando em 10 vezes mais o seu volume, o que ajuda a proporcionar a saciedade gástrica e consequentemente na diminuição do peso corporal.

Já o ômega 3 presente no grão, tem ação protetora contra doenças cardiovasculares, além de sua ação anti-inflamatória e antiagregante plaquetária.

Aposte na chia para:
■Diminuir os níveis de glicemia
■Melhorar o perfil lipídico
■Diminuição dos níveis de colesterol LDL e aumento do HLD
Como consumir:

■Inserir na massa de pães e bolos
■Salpicada em saladas
■Vitaminas e sucos

Calorias: 2 colheres de sopa = 140Kcal, equivalem a 2 fatias de pão integral

Fonte: Chefnutri

Conheça a dieta da fertilidade

Veja quais alimentos priorizar para melhorar a saúde e aumentar suas chances de engravidar.



Salada: tomate e verduras verdes ajudam na produção dos hormônios ligados à fertilidade.

Os médicos já conhecem de longa data a relação entre a infertilidade e o peso. Mulheres muito magras têm mais dificuldades para engravidar, assim como quem está acima do peso e quer realizar o sonho da maternidade.

“O maior volume de tecido adiposo aumenta a conversão do estrogênio em androgênio, que limita a ovulação. As mulheres muito gordinhas param de ovular”, explica o endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro. Reduzir o índice de massa corpórea é suficiente para que a mulher voltar a ter ciclos normais.

Mesmo para quem está dentro do peso ideal, existem alimentos que podem contribuir para a fertilidade, enquanto outros podem prejudicá-la. Gorduras saturadas e frituras devem ficar fora do cardápio.

“Evite a gordura trans sempre que possível e opte por alimentos feitos com óleo vegetal não hidrogenado”, recomendam os pesquisadores de Harvard Jorge E. Chavarro e Walter C Willet, no livro “A dieta da Fertilidade” (Ed. Alegro). A quantidade de sódio deve ser reduzida para evitar um possível aumento de pressão.

A alimentação também contribui para uma boa produção de hormônios envolvidos com a fertilidade. Quem quer engravidar não pode deixar de incluir na dieta quatro unidades diárias de castanha do Pará.

“A fruta tem a quantidade ideal de selênio e manganês”, indica o nutrólogo.

Embora uma alimentação com baixo teor de gorduras saturadas ofereça muitos benefícios à saúde no decorrer da vida, uma ou duas porções de leite integral ou de outros laticínios integrais podem melhorar a ovulação, ensinam os pesquisadores.

O endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro recomenda uma dieta com bastante verduras, principalmente as verde-escuras.

“Elas têm uma ótima quantidade de vitamina C e são ricas em ferro e ácido fólico. A couve, o brócolis e o espinafre são ótimas opções e devem ser consumidas duas vezez ao dia”, diz.

O médico também indica frutas, que têm potássio, vitamina E e do complexo B. “Essas substâncias são importantes para a produção dos hormônios”, afirma.

O tomate também deve ter destaque porque tem bastante licopeno, um antioxidante que evita a displasia mamária. Frutas vermelhas como o morango, a melancia e a amora também têm a mesma propriedade.

Fonte: IG