quarta-feira, 11 de abril de 2012

Celulite: não a deixe ficar no seu corpo

 

Aprenda a minimizar os seus efeitos.

A "celulite" atinge até 95% das mulheres, principalmente nas fases sujeitas a alterações hormonais como a puberdade, gravidez e uso de pílulas anticoncepcionais, sendo uma das queixas mais freqüentes em relação à estética.

O aspecto de "casca de laranja" causa incômodo e insatisfação com o próprio corpo, levando à procura de uma solução para o problema. As causas que dão origem à celulite não são totalmente conhecidas.

Além de uma predisposição hereditária, alterações enzimáticas e hormonais parecem estar envolvidas, diminuindo a quebra das células gordurosas ou aumentando o seu volume.

As regiões mais atingidas pela celulite são aquelas onde as mulheres costumam acumular mais gordura: abdômen, quadris, culotes, nádegas, coxas e pernas.

No nosso organismo, algumas células têm a função de acumular energia, sob a forma de gordura, para ser usada quando necessário. São os adipócitos (células gordurosas).

Estas células se localizam na hipoderme, a camada mais profunda da pele. Nas mulheres, esta camada apresenta fibras ligando a superfície ao tecido mais profundo, como se fosse um colchão de molas.

Estas pontes fibrosas repuxam a pele para baixo, dando o aspecto de "furinhos", que é característico da celulite. 
"Para tratar não tem milagre. Podemos melhorar o aspecto da pele e principalmente preveni-la, criando um estilo de vida saudável".
Além disso, fatores como a hereditariedade, as alterações hormonais e enzimáticas, em conjunto, levam a uma alteração circulatória com acúmulo de líquidos e proteínas nas células de gordura, provocando uma modificação da textura do tecido subcutâneo e, posteriormente, uma irregularidade da superfície da pele, que leva ao aspecto visual de "casca de laranja".

A celulite pode estar, ou não, associada à obesidade. No entanto, com o aumento do peso, ela aparece mais, pois o aumento das células gordurosas acentua o repuxamento das fibras.

Quando o acúmulo de gordura ocorre de forma excessiva, pode comprimir vasos sanguíneos e linfáticos levando à formação de edema (inchaço) e fibrose.

Nesta situação, a celulite se torna mais grave, formando áreas endurecidas e nodulares. Em alguns casos, ocorre inflamação e dor local. Lipodistrofia Ginóide é o nome técnico e correto da "celulite". O sufixo "ite" significa a presença de inflamação.

Celulite é uma doença infecciosa, que causa febre, dores, vermelhidão e inchaço na pele. 
"A radiofreqüência, infravermelho e sucção mecânica é a promessa de excelentes resultados para este problema que aflige tantas as mulheres".
Para tratar não tem milagre
Podemos melhorar o aspecto da pele e principalmente preveni-la, criando um estilo de vida saudável: consumir determinados alimentos e evitar outros, praticar atividade física regularmente, não fumar e, se possível, fazer massagens do tipo drenagem ou recorrer a outros tratamentos estéticos já disponíveis no mercado, mostrando ótimos resultados.

Fatores hereditários e hormonais são muitos importantes na gênese do problema, sendo também os distúrbios alimentares e sedentarismo fatores agravantes do problema.

Seu tratamento inclui múltiplas modalidades, variando conforme a gravidade do caso1-3. Um conjunto de medidas é necessário para efetiva abordagem do problema.

Medidas isoladas não resultam em tratamento eficaz, por isso a paciente precisa de motivação e forte adesão à terapêutica. As principais modalidades terapêuticas para o tratamento da LDG são: medidas dietéticas, atividades físicas, tratamento medicamentoso, cirurgia, eletrostética e recursos de estética corporal.

Outro tratamento importante é o ultra-som, introduzido há mais de sete anos no mundo da estética. Ele baseia-se na produção de uma vibração mecânica de característica igual à da vibração sonora, porém com freqüências muito mais elevadas. 
Métodos mecânicos de vibração, rolamento e compressão como endermologia e cellutec auxiliam a remodelação do tecido conectivo e dos liquidos corporais.

Recentemente a radiofreqüência é o avanço tecnológico capaz de produzir melhores resultados, pois atua no sistema linfático, gorduroso e cutâneo (colágeno), tratando celulites com graus mais severos.

O Vella Shape Plus que associa a radiofreqüência, infravermelho e sucção mecânica é a promessa de excelentes resultados para este problema que aflige tantas as mulheres. 

Fonte: YAHOO

Conheça as doenças que podem impedir a perda de peso

Saiba por que algumas pessoas não conseguem emagrecer fazendo dietas.

A reclamação "eu faço dieta, mas não emagreço" é comum. Na maior parte das vezes, o que falta é dedicação ao processo de reeducação alimentar que leva à perda de peso. "A grande dificuldade que as pessoas têm para emagrecer é aceitar as mudanças alimentares e comportamentais necessárias. É impossível emagrecer comendo as mesmas coisas", afirma a endocrinologista e vice-presidente da Associação Brasileira paro o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Leila Maria Batista Araújo. Mas nem sempre esse é o caso. Algumas doenças podem, sim, afetar a capacidade de emagrecimento.

O endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) João Cesar Castro Soares explica que a pessoa deve ficar atenta se costumava ter o peso estável e começou a engordar de uma hora para outra, de forma rápida e sem ter mudado a alimentação. Algumas doenças que podem estar ligadas a isso são hipotireoidismo, síndrome de cushing e síndrome de ovário policístico. 
Dieta x doenças
Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do corpo) que ocorre mais em mulheres, principalmente naquelas acima dos 30 anos. Mas qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascida, pode ter a doença.

Alguns sintomas são depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento do colesterol ruim (LDL). A síndrome de cushing acontece quando há um intenso e prolongado excesso de cortisona no organismo. 
"Tumores podem produzir esse excesso", acrescenta Soares. Entre os sinais da patologia estão aumento de peso, com gordura concentrada no rosto, tronco e pescoço, escurecimento da pele em dobras e cicatrizes, aparecimento de estrias roxas, fraqueza muscular, depressão, problemas de memória e hipertensão arterial.

"Já a síndrome de ovário policístico é quando há produção excessiva de insulina", explica o endocrinologista da Unifesp. A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina.
Calcule seu peso ideal
Saiba se você está acima
ou abaixo do peso.
Alguns indícios de que a mulher possa ter o problema são alterações menstruais (menstruação a cada dois ou três meses e, frequentemente, apenas dois ou três episódios por ano), aumento de pelos no rosto, nos seios e no abdômen, além de obesidade.

A obesidade também pode estar ligada a fatores emocionais. Um estudo realizado por pesquisadores de diversas universidades holandesas concluiu que obesidade e depressão são doenças interligadas.

A pesquisa, que analisou 15 trabalhos envolvendo 58.745 pessoas, mostrou que a obesidade aumenta o risco de depressão e, por outro lado, este pode ser o primeiro passo para o distúrbio.
 
Fonte: Yahoo

Como evitar e controlar a pressão alta


 

Dê mais atenção ao que você come, as suas emoções e pratique mais esportes .


A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males -- e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro" explica o cardiologista Enéas Rocco.

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

"Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal" , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.
cigarro
1. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

2. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.

3. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

4. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.
5. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

6. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

7. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

Fonte: Yahoo