sábado, 10 de março de 2012

Lichia: gostosa e vitaminada

Fruta é opção para quem quer emagrecer com um alimento rico em vitaminas


 
Foto: iG São Paulo
Fruta é rica em vitamina B e C, poderosas armas em favor da saúde
Ela não tem aquele aspecto bonito que faz com que você tenha vontade de mordê-la. Pelo contrário. Casca dura, vermelha, grossa e cheia de espinhos, a lichia não atrai pela aparência, mas sim pelo sabor. Nos últimos anos virou vedete das dietas de emagrecimento. O baixo teor calórico – 100g (quatro a oito unidades) tem apenas 64 calorias – aliado à polpa doce explica esse sucesso. “Seu sabor ajuda quem tem vontade de comer doce, podendo optar pela fruta em vez de outro alimento mais calórico”, relata a nutricionista Ariane Pereira, da clínica DNA Nutri. “É tão doce que na China e nos Estados Unidos é comercializado mel dessa fruta”, afirma a nutricionista Neila Gomes.

A fama da lichia também ganhou fundamento científico. Pesquisadores da Universidade de Hokkaido, no Japão, analisaram o poder da fruta na redução da gordura abdominal. O resultado: em dez semanas, voluntários que receberam extrato de lichia apresentaram uma redução de 15% nessa região.

Além dessas propriedades, a lichia é uma poderosa aliada do sistema imunológico porque é rica em vitamina C. “Cada uma tem 50mg de vitamina C, a recomendação diária é de 75mg”, diz. Também é uma poderosa arma contra cãibras, já que concentra altas doses de potássio (171mg), que ajuda na hidratação do corpo, sendo uma ótima opção para os dias quentes de verão.
Por ser rica em vitaminas do complexo B, essa fruta é capaz de atuar nos hormônios que regulam a memória, no metabolismo, no combate ao processo de envelhecimento celular e no fortalecimento de unhas e cabelos.
“A fruta também é antioxidante e ajuda a prevenir diversos tipos de câncer, envelhecimento precoce e problemas cardíacos”, afirma Neila.

No Brasil
A lichia é uma fruta da mesma família do guaraná. É originária da China, onde é cultivada desde 1500 a.C. No Brasil, a primeira árvore foi plantada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em 1810, mas ainda não se sabia que seus frutos eram comestíveis. Hoje, no entanto, o País tem uma ótima produção interna dessa fruta e seu cultivo está concentrado no norte do Paraná, em São Paulo e no sul de Minas Gerais. A colheita tem início em novembro e vai até o fim de fevereiro.
O que dizem os chineses
Os chineses acreditam que a fruta é eficiente contra a tosse e que sua casca e sua semente são eficazes contra a diarreia e problemas intestinais. No entanto, nenhuma dessas propriedades foi estudada ou comprovada cientificamente.
Atenção
Por ser rica em vitaminas e minerais, ela não é indicada para quem tem problemas renais. “Não aconselhamos o consumo por pacientes com insuficiência renal, já que a absorção desses nutrientes prejudica ainda mais o funcionamento do organismo”, afirma Neila Vidal.
 
Fonte: IG

Boa alimentação contra a enxaqueca

Hábitos à mesa e consumo de certos alimentos podem influenciar o aparecimento das crises.



Acredita-se que a cafeína contraia as veias dilatadas ao redor do cérebro e alivie a dor
Seus hábitos alimentares e o que você coloca no prato podem influenciar no desencadeamento e no controle da enxaqueca.

Confira as dicas da inglesa Wendy Green, especialista no assunto e autora do livro 50 coisas que você pode fazer para lidar com a enxaqueca (Editora Larousse).

Observe a quantidade de cafeína ingerida
A cafeína pode ser tanto um tratamento quanto um fator desencadeante para a enxaqueca.

Se você não toma café ou chá regularmente, uma xícara de chá ou café forte, ou um copo de refrigerante do tipo cola, pode ajudar a cortar a enxaqueca, principalmente quando tomado junto com remédio.

Acredita-se que a cafeína contraia os vasos dilatados ao redor do cérebro e assim maximize a eficácia dos analgésicos.

Controle os níveis de açúcar no sangue
Os níveis de açúcar variam de acordo com a alimentação, o consumo de medicamentos e também a produção de hormônios. Quando eles caem muito, isso pode resultar em hipoglicemia (baixo índice de açúcar no sangue). Nessa situação, o cérebro não recebe glicose suficiente para funcionar de forma apropriada. O corpo, então, reage produzindo hormônios que liberam glicose na corrente sanguínea. Como resultado, a pressão se eleva, o que desencadeia a enxaqueca.

Cuidado com a tiramina
Trata-se de um aminoácido natural de certos alimentos e bebidas alcoólicas como o vinho e a cerveja. Acredita-se que algumas pessoas sejam mais sensíveis aos efeitos da tiramina. Os estudos ainda são inconclusivos, porém, alguns enxaquecosos alegam alívio quando evitam alimentos que contêm a substância. Entre eles estão: laticínios, frutas cítricas (principalmente laranja), nozes, soja, vinagre, produtos fermentados.

Fique atento aos aditivos alimentares
Eles são usados pelos fabricantes para realçar o sabor e a cor do alimento, assim como para prolongar a validade. Embora as pesquisas indiquem que os aditivos são geralmente seguros, algumas pessoas são mais sensíveis a eles. Entre as substâncias vinculadas às enxaquecas estão glutamato monossódico, nitratos e nitritos, aspartame, tartrazina, sulfitos e benzoato de sódio.

Mastigue gengibre
O gengibre cru pode aliviar a náusea e os problemas digestivos que costumam acompanhar as enxaquecas. Também bloqueia os efeitos das prostaglandinas – substâncias que podem provocar inflamação dos vasos sanguíneos no cérebro e causar uma enxaqueca. Se não quiser mastigá-lo cru, pode fazer um chá ou comer biscoitos de gengibre.


Coma alimentos ricos em magnésio
De acordo com estudos, quem sofre de enxaqueca tem níveis baixos de magnésio. A dose diária recomendada é de 270mg para mulheres e 300mg para homens. Para assegurar uma dose adequada de magnésio na alimentação, consuma verduras frescas de folhas verdes, feijão, ervilha, batata, aveia e extrato de levedo.

Beba água
A desidratação é outro fator desencadeante comum e muitas vezes subestimado para as enxaquecas. Os tecidos que rodeiam o cérebro são compostos principalmente de água. Quando perdem líquidos, encolhem, provocando irritação e dor. O ideal é ingerir entre um e dois litros de água diariamente.


Fonte: IG

Cinco erros comuns da dieta

Quem está de dieta, mas não perde peso, deve ficar atento. Veja o que pode estar causando o fracasso do regime.




Quem nunca ouviu alguém dizer que faz dieta e não emagrece?

A reclamação costuma ser recorrente e pode, muitas vezes, ser resolvida com um ajuste aqui ou ali.

Confira a lista com cinco erros comuns cometidos por quem quer perder peso.

Fazer dieta
Parece estranho, mas é verdade. Hoje, nos consultórios de nutricionistas e endocrinologistas, em vez de dieta, o protagonista no tratamento da obesidade é o plano alimentar.

A diferença é grande e começa já na definição entre um e outro. Dieta é provisório e passageira, plano alimentar é para sempre. Portanto, pense em emagrecer como um plano a longo prazo e não imediato.

Pular a entrada
Veja bem: nesse quesito não estão contemplados os pães cortados finos com manteiga ou pasteis de queijo. Vale como entrada um bom prato de salada com folhas verde-escuras (como a rúcula), tomate e um tempero básico e saudável como o azeite. Antes de partir para o arroz, feijão ou macarrão, sirva-se de salada e fique saciado precocemente.

Dormir com fome
Não se alimentar corretamente à noite é um erro. Primeiro porque pela manhã, ao acordar, a fome ainda estará lá, mas dessa vez pontecializada pelas horas de estômago vazio. As chances de exagerar no café da manhã – e de optar por alimentos mais calóricos – aumentam. Em segundo lugar porque passar fome pode prejudicar seu sono e dormir mal engorda. Essa relação já foi comprovada pelos pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

À noite, para ter um sono tranquilo, prefira alimentos com menor valor calórico, pobre em gorduras, de fácil digestão, com menor teor de sódio e açúcar.

"Só hoje"

Essa é a frase típica utilizada por quem vira e mexe arranja uma desculpa para fugir da dieta. O aniversário do namorado, o almoço de família ou um dia estressante no trabalho não são motivos para comer sobremesa duas vezes ou encher o prato de lasanha. Mesmo em um happy-hour dá para fazer escolhas saudáveis. E quando a tristeza, o estresse ou a ansidade bater, não desconte na comida, ela não vai resolver o seu problema.

Abrir mão do doce
Não é preciso abrir mão totalmente de comer doce para reduzir o manequim, pelo contrário. Os nutricionistas permitem a ingestão de frutas secas ou até mesmo um chocolate amargo uma ou duas vezes por semana, por exemplo. Dessa forma, você não passa vontade e ataca uma caixa inteira de bombons na semana seguinte. Mas fique atento: de acordo com os especialistas, existe sim um momento mais adequado para saciar esse desejo: é depois do almoço! Dessa forma, o açúcar se mistura com outros nutrientes e não provoca picos de insulina no sangue.

Fonte: IG