sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Conheça quatro dicas para afastar o estresse da sua rotina

Pequenas ações podem fazer toda a diferença no seu cotidiano.



Se você tem pouco tempo e preocupações de sobra, certamente o estresse faz parte da sua vida. As opções do que fazer para impedir que isso aconteça são muitas, mas exigem reorganização de horários e, quase sempre, dinheiro: seja para uma aula de pilates, academia de ginástica ou terapia. No entanto, há meios de mandar a ansiedade embora sem exigir muito de você. Conheça quatro atitudes simples que podem ajudar a aliviar o estresse.

Respire
Não faça nada, apenas preste atenção ao ar que entra no seu corpo. "Aprendendo a controlar a respiração acabamos com todas as perturbações da mente e dos sentidos", afirma o médico David Frowley, especialista em terapia ayurvédica, sistema de cura tradicional da Índia. Segundo Frowley, nossa energia vem, basicamente, da respiração. "Se o cérebro não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente para nos desenvolver e mudar", diz.


O especialista sugere separar dez minutos do seu dia para a prática. Comece prestando atenção no ritmo em que o ar entra e sai dos pulmões. Aos poucos, vá controlando este intervalo até que ele se torne bem espaçado. Tente contar até dez enquanto puxa e, depois, quando solta a respiração. Fazendo inalações mais prolongadas você fortalece todo o seu corpo e acalma a mente.

Diga o que pensa
Claro que não é para sair por aí dizendo tudo aquilo que lhe vem à cabeça. O filtro que divide os pensamentos do que é falado é indispensável no dia a dia, mas é preciso encontrar um equilíbrio. "Quem abre mão de falar o que pensa não se deixa conhecer", afirma a psicóloga Madalena Cabral Rehder.

Só não esqueça que a comunicação é uma via de mão dupla: falar e ouvir. "Aprender a se comunicar de forma espontânea e com criatividade favorece o crescimento pessoal e profissional", diz a psicóloga.


Nos momentos explosivos, entretanto, o silêncio é a escolha certa. "Nesses casos, o melhor mesmo é aquietar e, posteriormente, tocar no assunto em outra ocasião", diz a especialista.

Tenha amigos
Um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, constatou que amigos podem auxiliar na superação de qualquer tipo de problema. "O acolhimento que os amigos oferecem dá força para resolver as dificuldades, ainda que elas pareçam insolúveis", diz a psicóloga Marina Vasconcellos.

Outro detalhe importante da pesquisa: conviver com pessoas otimistas eleva as suas chances de dar mais risadas em até 60%. Se a atitude positiva não tem poder de diminuir os problemas, pelo menos impede que eles prejudiquem a sua saúde, agravando quadros de estresse e de doenças cardiovasculares. Mas fique atento: do mesmo jeito que o sorriso é contagiante, o mau humor também se espalha feito poeira.


Adote o escalda-pés
Depois de passar muitas horas do dia com os pés sufocados dentro do sapato, um escalda-pés é tudo o que você precisa. O método relaxa, estimula a circulação sanguínea dos membros inferiores, alivia o estresse e o cansaço acumulado. Basta uma bacia com água quente e sal grosso para diminuir as tensões.

"A melhor maneira de se tirar proveito do escalda-pés é escolher um local tranquilo para que o relaxamento seja completo. Sugerimos colocar uma música bem calma para ajudar", ensina a terapeuta Shirlei Fideles, do Otris Spa Urbano, de São Paulo.

Quem quiser incrementar a receita pode acrescentar duas gotinhas de óleos essenciais. "Adicionar elementos de fricção, como bolinhas de gude, pedras de rio ou até mesmo grãos de feijão cru promovem uma massagem suave", acrescenta a terapeuta Érica Viviane Burmeister, do Kyron Spa, de São Paulo. Ela ainda indica os óleos de menta e eucalipto, que combatem a sensação de peso nas pernas.

Fonte: Yahoo

Frituras com óleo de girassol ou azeite de oliva são melhores para o coração

Já óleos reutilizados e sólidos podem aumentar risco de complicações cardíacas.



Pesquisadores da Espanha têm uma boa notícia para quem aprecia frituras: o uso de azeite de oliva ou óleo de girassol para cozinhar não foi associado a doenças cardíacas ou morte prematura. Os resultados saíram no British Medical Journal.

Especialistas da Autonomous University of Madrid examinaram por 11 anos os hábitos de culinária e a saúde de 41.000 adultos de 29 a 69 anos, que não tinham nenhuma doença cardíaca no início do estudo. Os participantes foram questionados sobre a sua dieta e a maneira que preparam seus alimentos - fritos, assados, grelhados etc.

De acordo com a quantidade de consumo de frituras, os voluntários foram divididos em quatro grupos. No período do estudo, 1.134 mortes e 606 eventos associados a doenças cardíacas foram observados. Comparando esses números entre os membros dos grupos, percebeu-se que o número de mortes e doenças cardíacas entre eles foi similar entre os diferentes grupos. Isso levou os pesquisadores a concluírem que o consumo de frituras não foi o responsável pelos males do coração.

Os pesquisadores salientam, no entanto, que os resultados provavelmente não seriam os mesmos em países que utilizam óleos de fritura sólidos e reutilizados, como acontece nos países do ocidente. Isso porque, quando um alimento é frito nesses tipos de óleo, ele absorve a gordura do líquido, o que aumenta as suas calorias. Além disso, mesmo que o óleo de girassol e o azeite tragam benefícios ao coração, precisam de moderação no consumo.

Óleos vegetais protegem seu coração e controlam o colesterol
O consumo de gorduras saturadas e trans não são nada saudáveis e devem ter o consumo moderado, pois são extremamente prejudiciais ao organismo e estão diretamente ligadas ao desenvolvimento e piora de diversas doenças. Mas as gorduras insaturadas, conhecidas como a turma do bem, auxiliam na redução dos níveis de colesterol e triacilglicerol, na redução da pressão arterial e na diminuição da agregação plaquetária. Além disso, têm ação antioxidante, antinflamatória e imunoestimulante.

A nutricionista da rede Mundo Verde, Flávia Morais, afirma que os óleos vegetais são boas fontes deste nutriente. Os mais indicados são os óleos prensados a frio e não refinados, que mantêm o sabor, a cor e nutrientes. Para obter todos estes benefícios, os óleos devem preferencialmente ser usados crus, em saladas, por exemplo. "Se usados em preparações, não devem ser aquecidos até soltar fumaça, pois há produção de substâncias tóxicas, como a acroleína", diz.

Azeite de oliva extra virgem: rico em ômega 9, gordura monoinsaturada. Fonte de compostos fenólicos com alta atividade antioxidante. Coadjuvante na redução do colesterol. Bom para o coração. Sugestão de consumo: 2 colheres de sopa/dia.

Óleo de canola: planta pertencente à família do repolho e da couve de bruxelas. Tem grande quantidade de gorduras insaturadas, é livre de colesterol e gordura trans e tem menos gordura saturada que qualquer óleo comestível comumente utilizado. Auxilia na redução do risco de doenças coronarianas, com a diminuição do colesterol total e do LDL colesterol. Equilibrado em ômega 6 e 3, é fonte de vitamina E. Indicado para cozimento, para fazer molhos e sobremesas, pois apresenta alto ponto de fumaça.

Óleo de coco: o ácido láurico, de ação antibacteriana, compõe aproximadamente 50% da gordura do coco. Este óleo é fonte, também, de ácido caprílico, que estudos sugerem ter papel antifúngico e imunoestimulante. Tem ação antioxidante. O óleo de coco é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM). Após absorção intestinal, os TCM são transportados para o fígado, onde são queimados, aumentando a termogênese após a refeição. Daí sua ação termogênica, coadjuvante nos processos de emagrecimento. Estudos apontam que o óleo de coco, como parte de uma dieta equilibrada, diminui o desejo de comer doces e alimentos gordurosos. Sugere-se o consumo de 3 a 4 colheres de sopa/dia.

Óleo de gergelim: fonte de ômegas 3, 6, 9 e vitamina E, antioxidante que protege as células da ação dos radicais livres. Usado em saladas, pratos frios e massas.

Óleo de girassol: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Utilizado a frio, diretamente sobre os alimentos e em molhos para saladas ou ainda em cozimento rápido em baixas temperaturas.

Óleo de linhaça: fonte de ômegas 3 e 6 na proporção ideal. Estudos mostram sua ação na redução de triacilglicerol e colesterol e também na inibição de fatores inflamatórios. Pode ser misturado na proporção de 2 de azeite para 1 de óleo de linhaça e usado para temperar saladas.

Óleo de macadâmia: fonte de ômegas 7 e 9. Estudos mostram que seu consumo auxilia na redução das taxas de colesterol total e LDL. Usado em diversas preparações, saladas e refogados. Recomenda-se o consumo de 1 a 2 colheres de sopa/dia.

Óleo de soja: fonte de ômegas 6 e 3. Devemos preferir os prensados a frio. Usado largamente na culinária.

Fonte: Yahoo