quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PARABÉNS !!!!!!

QUERIDOS BLOGUEIROS,

HOJE ESTOU MUITO FELIZ POR VER NAS MINHAS ESTATÍSTICAS QUE NESTE MÊS DE OUTUBRO TIVE MAIS DE 5800 VISITAS.  ISTO É MUITO GRATIFICANTE, VER QUE MEU TRABALHO TEM SIDO BOM PARA VÁRIAS PESSOAS.
ESTOU SEMPRE PROCURANDO NOVIDADES PARA COLOCAR PARA VOCÊS COM MUITO CARINHO!

OBRIGADO PELA PARTICIPAÇÃO DE TODOS!

PATRÍCIA BRIGAGÃO MENDES
NUTRICIONISTA

domingo, 28 de outubro de 2012

Receitas Light e fáceis

Lasanha especial light


Ingredientes:

- 2 beringelas médias cortadas no comprimento e grelhadas
- 6 à 8 folhas de lasanha "direto forno"
- 1 pote de queijo cottage ou queijo minas bem picado
- 250 gr peito de peru light
- 1 lt creme de leite light
- 1/2 lt de molho de tomate
- 150 muzarella light picada (ou ralada)
Modo de fazer:
Misture o creme de leite com o molho de tomate e reserve.

Monte a lasanha.

Coloque um pouco de molho no fundo e metade das folhas da massa da lasanha.

Alterne com a beringela, o cottage e o peito de peru.

Coloque mais molho e faça outra camada de beringela, o cottage e o peito de peru.

Vá fazendo as camadas até terminar.

Na ultima antes de colocar o molho, coloque as outras folhas da massa da lasanha e o restante do molho por cima.

Salpique a muzarela e leve ao forno para gratinar.
Fonte: Boa receita

Salada Mista com Molho de Queijo de Cabra e Ervas

Categoria: Saladas
Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Grau de Dificuldade: Fácil
  
 Ingredientes:
- folhas de 1 pé pequeno de escarola e alface roxa lavadas,
- 6 rabanetes em rodelas bem finas,
- 12 cenouras baby,
- 2 colheres (sopa) de folhas de sálvia picadas,
- 1 xícara (chá) de queijo de cabra gelado,
- 1/2 xícara (chá) de iogurte natural gelado,
- 2 colheres (sopa) de azeite de oliva,
- sal a gosto.
Modo de fazer:

Disponha numa saladeira as verduras, os rabanetes e a cenoura.

Misture com um batedor a sálvia, o queijo, o iogurte, o azeite e o sal.

Sirva a salada com o molho.
Fonte: Boa receita



sábado, 27 de outubro de 2012

Execução correta da musculação é tão importante quanto carga usada

 

Fazer os movimentos de qualquer jeito atrapalha o ganho de massa muscular

 A musculação é o levantamento de pesos, seja com halteres ou aparelhos específicos, e seu objetivo é a hipertrofia dos músculos. Mas a carga de treinamento de musculação pode sofrer mudanças caso a execução dos exercícios varie muito entre as séries. Muitas variáveis do treinamento da musculação dependem da boa execução dos exercícios, tais como: movimentos acessórios, amplitude do movimento, posição corporal, trajetória do movimento, duração da repetição, entre outras.

Movimentos acessórios

Praticantes desatentos costumam mudar o peso sem se preocupar com a maneira como são feitos os exercícios. Uma carga muito alta pode comprometer a execução adequada, pois passa a incluir movimentos acessórios para cumprir a tarefa. Praticantes experientes, como fisiculturistas, utilizam os movimentos acessórios (técnica roubada) durante a execução de exercícios com altas intensidades. Porém, adotar esta estratégia com praticantes de musculação menos experientes pode não ser o mais adequado para alcançar o objetivo do treinamento. 
 É comum vermos a utilização de movimentos acessórios no exercício rosca direta com barra (flexão dos cotovelos), quando, durante a execução, os indivíduos fazem um balanceio do corpo para impulsionar a barra para cima, diminuindo a participação dos músculos flexores do cotovelo na tarefa.
 Também é comum que um aumento desproporcional do peso influencie o executante que faz os exercícios com amplitudes completas. Nesse caso, o praticante acabará diminuindo essa amplitude, causando a mudança na execução e na carga de treinamento. Por exemplo: quando um atleta de musculação aumenta muito o peso do exercício supino reto com barra, é comum que não encoste mais a barra no peitoral.
"A execução dos exercícios de musculação deve ser realizada de acordo com o que foi pré-estabelecido pelo profissional de educação física, durante a prescrição da carga de treinamento"

Pequenos detalhes

 A desatenção do praticante no posicionamento adequado de todas as partes do corpo também muda a execução do exercício. Exemplificando: um executante do exercício agachamento na barra guiada posiciona seus pés paralelamente, imediatamente abaixo da barra na primeira série. Na segunda série, este mesmo atleta posiciona seus pés um pouco mais à frente, cerca de 15 centímetros. Esta pequena variação no posicionamento dos pés abaixo da barra muda completamente a execução do exercício, influenciando na ativação dos músculos quadríceps, glúteos e paravertebrais.

Trajetória do exercício

 A mudança da trajetória no movimento de um exercício pode alterar a ativação dos músculos. Durante a execução do exercício supino fechado, é comum que muitos praticantes adotem a posição inicial da barra na altura do processo xifoide, a parte inferior do osso esterno. Mudar a posição inicial da barra posicionando-a mais superiormente - na altura do manúbrio, porção superior do osso esterno - influencia na mudança da trajetória da barra e no acionamento dos músculos tríceps do braço e deltoide anterior.

Duração da repetição

Cargas de treinamento de musculação prescritas com o controle da variável duração da repetição podem sofrer mudanças caso o praticante não execute com rigor o que foi determinado. Exemplo: na execução de três séries de oito repetições no banco extensor com a duração da repetição em quatro segundos, sendo um segundo para subir e três segundos para descer, o executante se distrai e na última série realiza o exercício rapidamente. A mudança na execução altera significativamente a carga de treinamento e muito provavelmente a percepção de esforço do praticante será menor na última série do treino. 
 A execução dos exercícios de musculação deve ser realizada de acordo com o que foi pré-estabelecido pelo profissional de educação física, durante a prescrição da carga de treinamento. Qualquer alteração na execução causa uma mudança significativa no exercício. Por isso, para ter bons resultados, procure treinar com atenção durante as sessões dando valor a cada repetição de cada série do treino. Força!

Fonte: IG

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Caminhada e seus benefícios

11 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece


 
Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. "Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se: 
Caminhada com os filhos

1.Melhora a circulação

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.  
Dicas para começar a fazer caminhada e corrida
Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia. 

2.Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica. 

3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose
Esteira
 "Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.

4. Afasta a depressão

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia. 

5. Aumenta a sensação de bem-estar

Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.  
"Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento."

6. Deixa o cérebro mais saudável

Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia. 
O que comer antes dos exercícios físicos?
Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais. 

7. Diminui a sonolência

A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp. 

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece

Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia. 
E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular. 
Esteira
A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado. 

9. Controla a vontade de comer

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária. 
Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.  

10. Protege contra derrames e infartos

Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom. 
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp. 
Fonte: MSN
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Dicas sobre alimentação para musculação




Pergunte aos fisiculturistas e eles dirão que o treino é a parte mais fácil, no quesito de intender e aprender. Por outro lado, a nutrição é um assunto complicado, que tipo de carboidratos e proteínas você deve ingerir? Quais vitaminas e minerais sao cruciais? Sem contar o horário certo a se ingerir.
Pode ser muita informação para quem quer apenas malhar e crescer. Se você tem perguntas, as respostas tem grandes chances de estarem aqui. Esse guia foi feito para leigos, com conselhos que passaram por testes de precisão e eficiência.
Se você quer ganhar massa, definir ou simplesmente manter seu peso, você achará o que precisa aqui.

Parte 1 : Sua alimentação



Uma dieta pode ser feita em termos do nome da comida, mas também pode ser designada em torno dos macronutirentes: Proteína, Carboidratos e Gorduras.
Para fazer isso corretamente, é preciso saber quantas gramas de carboidratos, proteínas e gorduras que você consome por dia.
Outros nutrientes como a água e fibras são cruciais, e também devem ser considerados.
1.       Consuma bastante proteína
É recomendável tomar 2g de proteína para cada Kg de seu corpo. As necessidades podem varias, mas esse numero garante quantidade suficiente para construir massa muscular
2.       Consuma bastante carboidratos para energia
Seu corpo pode usar proteína, carboidratos ou gorduras para energia, mas quando se está treinando pesado, ele usa preferencialmente carboidratos.
3.       Prefira carboidratos de digestão prolongada
Carboidratos complexos são formados por grandes correntes de açucares. A maioria é digerida devagarmente. Estes nos dão energia mais duradoura, e tem menos chance de serem estocados como gordura. Se seu objetivo é ganhar massa, consuma no mínimo de 4 a 6g por Kg cada dia, se quiser cortar (definir), reduza para 2g  por Kg.
Uma ótima fonte desses carboidratos são os produtos integrais.
4.       Evite carboidratos simples
Exceto depois do treino, é bom evitar consumir carboidratos simples (açucar). Eles são absorvidos rapidamente, especialmente em líquidos com pouca ou nenhuma gordura. Quantias significantes deles proveêm a liberação de insulina, útil após o treino, mas em outras horas podem fazer com que o corpo estoque esses açucares em forma de gordura.
5.       Limite a gordura saturada e evite gordura-trans
O excesso desses dois tipos de gordura aumentam o risco de problemas no coração, dentre outros, e também atrapalham os resultados de seu treino. Gordura-Trans é normalmente achada em comidas processadas, como biscoitos e outros assados. A saturada é encontrada em carnes de menor qualidade (mais gordurosas).


6.       Consuma gordura saudável
Comidas que contenham gordura insaturada, particularmente a monosaturada, são excelentes para fisiculturistas. Não pense que uma dieta de um fisiculturista tem pouca gordura (ela deve ter pouca gordura trans e saturada apenas).
O omega-3, encontrado em peixes e linhaça, são muito importantes para criar um meio favorável á produção de hormônios relacionados ao aumento de massa magra e queima de gordura.
Outras gorduras insaturadas, como as contidas em Azeites, abacate, sementes e nozes também oferecem inúmeras vantagems para o fortalecimento muscular.
Exceto se estiver em “Cutting” (dieta para definição), as gorduras devem representar de 20 a 30% de sua dieta diária.
7.       Conte as calorias
Cada grama de carboidrato tem aproximadamente 4 calorias,  cada grama de proteína também possui em média 4 calorias, e a grama de gordura possui 9.
Para ganhar massa, você deve ingerir em torno de 40 calorias por Kg. Para definição, reduza para 30g ou menos por Kg.
8.       Beba no mínimo 4 litros de água por dia
A água é essencial para a saúde, e também para o crescimento muscular. Manter seu corpo bem hidratado ajuda desde a digestão até a síntese de proteína.  A água também é fonte de vários minerais.
Mas não beba os 4 litros de uma vez só, especialmente se você está utilizando suplementos como creatina ou termogênicos, ou está em uma dieta com alto consumo de proteínas.
Uma pesquisa mostrou que bebendo dois copos de água entre as refeiçoes acelera seu metabolismo (queimando mais gordura).
9.       Fibras
Tente ingerir 30g de fibra por dia, ou mais se você estiver em uma dieta com alto índice de caloria. Você encontra fibra em frutas e vegetais,  se não conseguir, pode usar suplementos que contenham fibra

10.   Carne gera músculo
Todas formas de proteínas são bem-vindas se você quer ganhar massa, mas as da carne magra estão entre as melhores.
Carne de frango, de peru ou de boi possuem proteínas completas, ou seja, todos os aminoácidos que seu corpo precisa.
Para melhores resultados, é recomendado comer pelo menos um tipo de carne animal em cada refeição. A melhor opção é o peito de frango ou de peru. Cortes com pouca gordura de carne vermelha também são bons, porém são mais caros.
11.   Coma peixe
Peixes são uma excelente fonte de proteínas. Salmão e sardinha, por exemplo, são fonte de omega-3, que ajuda no sistema imunológico (pegar uma gripe significa uma semana sem malhar) e na recuperação e crescimento muscular, entre outros inúmeros benefícios, como perda de gordura.
Você deve comer pelo menos 250g de peixe, duas vezes por semana
12.   Leite e Ovos são boas fontes de proteína
Ovos são fáceis de fazerm e fáceis de consumir, e relativamente baratos. Coma apenas a clara se você quer uma fonte de proteína de baixa caloria. Coma a gema quando quiser os benefícios da gordura saudável e de outros nutrientes.
Leite desnatado também é uma fonte boa, rápida e barata de proteína, cálcio e outros.
O queji cottage é quase caseína pura.

13.   Preste atenção nos grãos
Alguns podem comer grãos todos os dias com quase nenhuma consequência, mas outros devem monitorar cuidadosamente a quantidade que eles consomem.
Prefira grãos inteiros invés dos processados.
14.   Coma vegetais todos os dias
Muitos de nós somos rigorosos sobre o consumo de proteína e carboidratos, mas somos desleixados quanto ao consumo da quantidade e variedade necessária de vegetais.
Para saciar sua necessidade, inclua uma porção de pelo menos dois vegetais diferentes em cada refeição.

15.   Frutas nos dão nutrientes e fibras.
As frutas são uma excelente fonte de fibras, carboidratos e antioxidantes. A maioria possui carboidratos de longa digestão.
Coma pelo menos duas frutas diferentes por dia.



Parte 2 : Truques

Essas estratégias te ajudarão a implementar programas de acordo com seus objetivos.
33: Café da manhã de rei
O café da manhã deve ser carregado de proteínas e carboidratos complexos. Estando você em “Bulking” ou “Cutting”, o café da manhã caprichado dá um empurrão no seu metabolismo, te dando os nutrientes e calorias necessárias para começar o dia.

34: Coma várias vezes ao dia
Todos atletas devem comer no mínimo 5 vezes no dia que não malhar, e sete vezes nos outros. Isso lhe dá um fornecimento constante de mirco e macronutrientes que facilitam o processo de construção muscular.
Um contínuo suprimento de calorias mantém seu metabolismo em alta, usando a energia ao invés de transformá-la em gordura.
35: Coma proteína em todas refeições
Além de comer muitas vezes ao dia, é recomendado ingerir 20g de proteína em cada refeição, pra ficar mais fácil alcançar o total de 2g de proteína por Kg, e evitar o corpo de queimar tecido muscular.
36: Pequeno lanche antes do treino
Antigamente se recomendava treinar de estômago vazio. Mas pesquisas mostraram que um pequeno lanche, de preferência 20g de proteína em uma vitamina com frutas, tomado antes do treino (de 15 a 30 minutos), lhe dará mais energia e ajudará na recuperação.
37: Tome carboidratos simples e proteína após o treino
Após o treino seu corpo precisa de carboidratos de rápida absorção (50 a 100g, dependendo do seu tamanho, dieta e treinamento) para reabastecer seu estoque de glicogênio, esgotado durando a musculação, e para síntese de proteína.
Ingerindo de 40 a 60g imediatamente após o treino, você dá ao seu corpo os materias necessários para a construção de massa muscular.
Um shake de proteína e carboidratos simples é o ideal.
38: Segundo lanche pós-treino
Uma hora depois do shake acima, alimente-se com comida sólida, rica em proteína.
Se você está em “Bulking”, pode consumir uma quantidade significativa de carboidratos de digestão prolongada nessa refeição (60g ou mais) de comidas como arroz integral, batata doce e massas integrais.
Se está em “Cutting”, é melhor ficar com os vegetais e pequenas porções de carboidratos de digestão prolongada (25 a 50g).
Essa e o café da manhã são as refeições mais importantes do dia pois ajudam na recuperação e aumentam os ganhos.
39: Reduza o carboidratos á noite
Á noite, especialmente após seus lanches pós treino, você precisa menos de energia, e as calorias são facilmente estocadas como gordura.
40: Mais proteína antes de deitar
Um dos melhores jeitos de prevenir que seu corpo pegue energia de seus músculos é comer uma quantidade boa de proteína antes de ir dormir (de 20 a 50g de proteína de digestão prolongada).
Um shake de Caseína é o ideal, uma boa alternativa é o queijo Cottage

41: Minerais na hora certa
É importante considerar a hora que você ingere certos minerais. O cálcio pode interferir na absorção do zinco, magnésio e outros minerais. Para evitar isso, tome o ZMA, de preferência com o estômago vazio, antes de dormir.
Tome o cálcio junto a uma refeição sólida (café da manhã e janta são os ideias).
42: Comer mais do que o normal em “Bulking”
Se você quer crescer, tem que comer. Dê preferência ao frango, carne vermelha magra, ovos, peixe, derivados do leite, arroz e batata.
Um shake de Caseína entre as refeições é o ideal. (Ela te faz sentir menos “cheio” do que o Whey)
43: Não corte as calorias drasticamente
Um erro comum é, quando a pessoa quer definir, ela reduz as calorias drasticamente. Assim seu corpo pega energia de outras fontes, entre elas, o músculo.
Se você come normalmente 3000 calorias para manter seu peso, você deve reduzir para 2700, no máximo 2500 para perder gordura. Reduzir mais significa perder massa magra.
44: Coma comidas volumosas em “Cutting”
Mantendo a ingestão de calorias moderada, é recomendado comer alimentos grandes em volume e com poucas calorias, como os vegetais. Isso lhe ajudará a não sentir fome rapidamente.
Muita proteína e evitar a sensação de fome são aspectos importantes para manter a massa muscular enquanto se perde gordura.
45: Nunca fique com fome
A fome é seu corpo pedindo energia. Isso significa que ele está tirando energia de outras fontes, entre elas o músculo. Se estiver em “Cutting”, escolha os alimentos com alta proteína e carboidratos complexos quando estiver com fome.
Se estiver em Bulking, você tem mais escolha, só não se esqueça da proteína.
46: Evite comer “porcarias”
Você deve aprender a cortar essas fontes de açucar e gordura.  Evite fast-foods, refrigerante, biscoitos,  alimentos feitos á base de farinha branca. Tome cuidado com tudo, até uma simples limonada pode ter mais açúcar do que limão.
Cortes de carne processada, com seus nitratos e conservantes, estão longe de ser carne magra. Aprenda a diferença.

47: Use a fast-food como parte de sua estratégia
Agora pode parecer que estou entrando em contradição, mas não. Se você tem um vício, alguma comida que gosta muito, comê-la moderadamente em um sábado a noite não fará tão mal, e ajudará você a nao desistir da dieta.
48: Agende o seu “Cheat day” (dia que fará o dito acima)
O corpo humando possui um registro interno, que balanceia todos os sistemas.
É preciso acelerar as coisas e ocasionalmente desacerelá-las, é aí que o “Cheat day” entra. Agende-o, uma vez por semana ou uma vez por mês.
49: Um dia com alto consumo de carboidratos, outro com baixo. Cicle
Esse é um excelente jeito de deixar sua taxa metabólica alta e seu corpo queimando gordura. Se comer sempre muito carboidrato, seu corpo o estocará rapidamente como gordura. Se comer sempre pouco, ele retirará energia dos músculos, queimando massa magra.
Para obter o melhor resultado, agende um dia com alto consumo de carboidrato após três a cinco dias de baixo consumo.
50: Use os dias de descanso para se nutrir melhor
Você não cresce enquanto malha, você cresce na recuperação, depois de malhar. Seu corpo se recupera efetivamente quando não está sendo sobrecarregado por pesos.
Nesses dias, prefira proteína magra e carboidratos de digestão prolongada de qualidade.
51: Planeje
Trabalho, escola ou viagens podem acabar com sua dieta. Planeje seu horário e prepare seus lanches na noite anterior. Leve sempre uma barra de proteína para emergências.
52: Dê mais importância á sua dieta do que ao seu treino
Se você quer ganhar massa muscular, é preciso dar ao seu corpo as calorias e os nutrientes necessários.
Você pode estimular seu músculo o quanto quiser, mas ele não se desenvolverá se você não está dando a matéria-prima.
53: Não exagere
Se você está em Cutting, não tente acelerar o processo cortando as calorias e carboidratos completamente.
Se está em Bulking, você deve comer mais do que o normal, mas adicionar milhares de calorias vai apenas facilitar a estocagem em forma de gordura.

54: Aumente as calorias gradualmente quando entrar em Bulking
Um erro comum é ao entrar em dieta para ganho de massa muscular, mudar drasticamente. Se você come 3000 calorias por dia, e quer aumentar isso para 4000, o jeito mais eficiente é ir de 300 a 500 calorias.
Deixe seu corpo se acostumar com o novo valor calórico, por 7 a 10 dias, antes de aumentar de novo.
Isso faz com que seu corpo use as calorias em excesso, ao invés de estocá-las em forma de gordura.
55: Escute seu corpo
Nós somos todos diferentes. Por exemplo, enquanto alguns são intolerantes á lactose, outros podem beber litros de leite por dia sem desconforto.
Se uma comida ou suplemento em particular não lhe fez bem, tente outro similar. Ache o que o seu corpo aceita mais.
56: Escolha as fontes de proteínas que são melhor para você
Aprenda quais comidas com proteína te dão melhores resultados. Alguns preferem a carne vermelha, por ela ter ferro, zinco, etc. Outros não a digerem muito bem, e preferem frango ou peixe.
57: Aprenda a ler os rótulos
As vezes “Diet” e “Light” não significa o que você acha. Aprenda a diferença entre os tipos de carboidratos listados e a linguagem dos rótulos.

58: Não trate seu peso como um guia do seu corpo
A não ser que você entrará em alguma competição com limite de peso, não o utilize para medir seu progresso.
Objetivos são importantes, e as vezes se você quer perder ou ganhar alguns kilos, seu peso pode ser útil para medir isso. Mas há casos que não funciona, por exemplo se você ganhar massa magra e perder gordura, manterá o mesmo peso.
Utilize um espelho ou medidores de gordura corporal (as vezes eles podem te enganar também) para julgar seu progresso. Peça conselhos de amigos, mas escolha um que lhe dirá a verdade, e não o que você quer ouvir.
59: Não evite o sal
O sódio é essencial para a funcionalidade do músculo. É também crucial para levar a creatina até as células musculares.
Não exagere, colocando sal em todas as refeições, mas também não o corte completamente.
60: Reduza a gordura ao cozinhar
Grelhar é sempre melhor do que fritar. Lembre-se disso.
61: Lave
Intoxicação alimentar é o jeito mais rápido de se perder semanas de trabalho duro. Olhe as datas de validades em tudo que compra. Cozinhe bem para matar as bactérias. Lave as verduras e frutas com detergente, mas lembre-se de enxaguar bem depois.

62: Lembre-se de que tudo funciona, mas nada funciona para sempre
Todas as dicas são para lhe dar uma vantagem sobre o que você fazia previamente. Mas seu corpo se adapta a tudo especialmente quando você continua fazendo a mesma coisa por um longo período.
63: Visite o www.malhandocerto.com semper que puder
Com tanta informação contraditória por aí, você precisa de um site que possa confiar. Nós vigiamos as novas pesquisas feitas com suplementos/exercícios e alimentação, trazendo novidades frescas para você.

Fonte: malhando certo

sábado, 20 de outubro de 2012

Remédio caseiro para o fígado

Chá de boldo
 
O chá de boldo é um excelente remédio caseiro para tratar distúrbios do fígado, como fígado gorduroso ou fígado inchado, que geram sintomas como enjôo, dor e desconforto abdominal.
Para o chá: Coloque 2 folhas de boldo numa panela com 1 copo de água e deixe fever por 5 minutos. Apague o fogo e deixe amornar, coe e beba a seguir, sem adoçar, de 3 a 4 vezes ao dia.
Para uma maior concentração de propriedades terapêuticas, recomenda-se tomar o chá logo após o seu preparo.
Diante dos sintomas de problemas no fígado recomenda-se seguir este tratamento caseiro por dois dias, mas se os sintomas persistirem ou agravarem-se o ideal é ir ao hospital rapidamente, pois pode ser algo mais grave.
O boldo é uma planta medicinal que possui propriedades diuréticas e digestivas que ajuda no tratamento das doenças do fígado. Mas além de tomar este chá aconselha-se evitar alimentos estimulantes e de difícil digestão, dando preferências aos amargos, água morna, frutas, legumes e verduras.
É muito importante não consumir nenhum tipo de bebida alcoólica até que o fígado esteja totalmente recuperado, pois as causas mais comuns de problemas no fígado são o consumo de bebidas alcoólicas em exagero, alimentos muito gorduroso e as doenças virais.


Remédio caseiro para ascite

 
Faça um chá combinado de boldo, losna e picão. Misture em partes iguais as 3 ervas e prepare o chá com 40g da mistura de ervas para cada litro de água.
Tome durante o dia 3 xícaras deste chá, durante quinze dias para verificar o seu efeito benéfico.
A ascite é o acúmulo de líquido no interior da cavidade abdominal, que pode ser causada por doenças no fígado, câncer no pâncreas; insuficiência cardíaca ou renal e até mesmo pela tuberculose.
Este chá funciona como purificador do sangue auxiliando o organismo a eliminar o excesso de líquido acumulado, porém é importante identificar e tratar a causa da ascite.
Fonte: Tua Vida

Diarréia

Quando se trata de tratamento ou prevenção da diarreia, a dieta é um fator importante a considerar. Durante (e pouco tempo depois) de um ataque agudo de diarreia, é importante repor os líquidos perdidos e eletrólitos. A recuperação da doença geralmente envolve evitando certos alimentos (como a maioria dos produtos lácteos) e comer alimentos que são de fácil digestão (como bananas, arroz branco e torradas).

Dieta e Diarreia: Há uma conexão?

A diarréia é uma doença comum sofrida por crianças e adultos. É definida como fezes soltas e líquidas,  que ocorrem mais de três vezes por dia.
Quando se trata de tratamento ou prevenção de diarreia, a dieta é um fator importante a considerar. Isto é importante:
  • Durante e após um ataque de diarreia aguda
  • Para ajudar a diagnosticar as causas de diarreia crónica
  • Na prevenção da diarréia do viajante
  • No tratamento de condições tais como a síndrome do intestino irritável e a doença celíaca.

Necessidades dietéticas durante e após um ataque de diarreia aguda

Durante e logo após um ataque agudo de diarreia, uma “dieta para diarreia” deve se concentrar em:
  • Substituição de fluidos e eletrólitos perdidos
  • Evitar certos alimentos que podem fazer a diarreia piorar, como os alimentos fritos
  • Incluir alimentos que são de fácil digestão, como arroz branco.

Substituição de Fluidos e eletrólitos

Muitas pessoas pensam que beber líquidos durante episódios de diarreia vai piorar a situação. Isso não é verdade. Na verdade, a ingestão de líquidos é importante durante episódios de diarreia para evitar a desidratação, que é a perda de fluidos vitais e electrólitos (sódio e potássio). A hidratação adequada é especialmente importante em crianças com diarreia, pois elas podem morrer de desidratação dentro de dias.
Embora a água é extremamente importante na prevenção da desidratação, não contém electrólitos. Boas opções para ajudar a manter os níveis de eletrólitos incluem caldos ou sopas (que contém sódio) e sumos de frutas, certos refrigerantes, ou legumes (que contém potássio).
Para as crianças, os médicos geralmente recomendam uma solução de  re-hidratação especial que contém os nutrientes de que precisam.

Os alimentos a evitar, como parte da “Dieta para a  Diarreia”

Enquanto espera que a diarreia acabe, deve evitar alimentos que podem piorar as coisas, por exemplo:
  • Leite e produtos lácteos (exceto iogurte), como gelados ou queijo
  • Alimentos com alto teor de gordura ou gordurosos, como fritos
  • Alimentos muito doces, como bolos e biscoitos
  • Alimentos que têm muita fibra, como frutas cítricas
  • Sumo de maçã, sumo de pêra e sumo de cereja (sumo de uva branca é uma boa alternativa)
  • Todos os alimentos que contêm Olestra ®, tais como batatas fritas sem gordura
  • Pastilha elástica sem açúcar
  • Bebidas com cafeína, como café, refrigerante ou chá.

Alimentos para incluir na “Dieta para a  Diarreia”

Ao recuperar de uma crise de diarreia, os melhores alimentos para começar a comer são os de fácil digestão, alimentos ricos em carboidratos. Estes incluem:
  • Bananas
  • Arroz branco
  • Batatas cozidas
  • Torradas
  • Bolachas sem sal
  • cenouras cozidas
  • Frango assado sem a pele ou gordura.
É melhor evitar o leite e outros laticínios sete a dez dias após a diarreia melhorar. Um leve caso de intolerância à lactose muitas vezes seguem-se casos de diarreia.
Para as crianças, o pediatra pode recomendar o que é chamado a dieta BRAT à base de bananas, arroz, maçã e torradas.

Usar a dieta para ajudar a diagnosticar diarreia crónica

Qualquer diarreia que dura mais de duas semanas é conhecido como diarréia crónica. Como parte de diagnosticar a causa, o médico normalmente irá fazer uma série de perguntas. Com base nas respostas a estas perguntas (juntamente com o exame físico), o seu médico pode suspeitar de que uma intolerância alimentar ou alergia alimentar está a causar a sua diarreia. Nesses casos, o seu médico pode pedir-lhe para evitar alimentos que contenham:
  • Lactose, que é encontrada em produtos de leite e podem causar diarreia em pessoas com uma intolerância à lactose
  • Carboidratos
  • Glúten, que é encontrada no trigo, centeio e cevada (se o seu médico suspeita que a doença celíaca)
  • Outras substâncias.
Isto é para ver se a diarreia responde a uma mudança na dieta.
Há um número de condições médicas que podem causar diarreia. Duas de tais condições médicas incluem síndroma do intestino irritável e doença celíaca. Ambas as condições podem ser melhoradas através de mudanças na dieta.
Síndrome do intestino irritável (SII), é uma condição que interfere com as funções normais do intestino. Os sintomas mais comuns incluem cólicas, dor abdominal (dor de estômago), distensão abdominal, constipação,  flatulência excessiva (gases) e diarreia.
Para muitas pessoas com síndrome do intestino irritável, a dieta pode ajudar a controlar os sintomas da SII. No entanto, a dieta para as pessoas com SII será um pouco diferente de pessoa para pessoa, porque os tipos de alimentos que afetam uma pessoa podem não afetar a outra e vice-versa. Assim, um dos primeiros passos para qualquer diagnóstico de síndrome do intestino irritável é para familiarizar-se com os alimentos que foram conhecidos para piorar ou melhorar os sintomas da doença.
Muitas pessoas com Síndrome do intestino irritável (SII) acham que têm problemas com certos alimentos, incluindo:
Produtos lácteos
Chocolate
Bebidas com cafeína, como café, alguns chás e alguns refrigerantes
Bebidas alcoólicas
Alimentos picantes
Certas frutas e vegetais crus, especialmente brócolos e couves
Sumos de frutas
Feijões
Cebolas
Adoçantes artificiais, tais como sorbitol ou manitol
Alimentos ricos em gordura, como carne vermelha, manteiga , abacate e nozes.
A doença celíaca é uma doença digestiva que danifica o intestino delgado e interfere com a absorção dos nutrientes dos alimentos. As pessoas que têm doença celíaca não podem tolerar uma proteína chamada glúten, encontrado no trigo, centeio e cevada.
Para uma pessoa diagnosticada com a doença celíaca, o tratamento começa com uma dieta livre de glúten para toda a vida. Esta é a única dieta que irá tratar a condição.

Fonte: Saúde e Família


O que é Encefalopatia hepática?

 

Sinônimos: Coma hepático
A encefalopatia hepática é uma piora na função cerebral que ocorre quando o fígado não consegue mais remover as substâncias tóxicas no sangue.

Causas

A encefalopatia hepática é causada por distúrbios que afetam o fígado. Entre eles os que reduzem a função hepática (como cirrose ou hepatite) e doenças nas quais a circulação sanguínea não penetra no fígado. A causa exata da encefalopatia hepática é desconhecida.
Uma importante função do fígado é transformar substâncias tóxicas produzidas pelo corpo ou ingeridas (como remédios) em substâncias inofensivas. No entanto, quando o fígado está prejudicado, esses "venenos" podem se acumular na corrente sanguínea.
A amônia, que é produzida pelo corpo quando as proteínas são digeridas, é uma das substâncias tóxicas neutralizadas pelo fígado. Várias outras substâncias podem se acumular no corpo se o fígado não funcionar bem. Elas podem causar danos ao sistema nervoso.
A encefalopatia hepática pode ocorrer de repente em pessoas que não tinham problemas no fígado antes, quando o fígado é lesionado. Geralmente, o problema é visto em pessoas com doença hepática crônica.
A encefalopatia hepática pode ser desencadeada por:
  • Desidratação
  • Ingestão de proteínas em excesso
  • Anormalidades dos eletrólitos (principalmente redução do nível de potássio) por vômitos ou por tratamentos como paracentese ou ingestão de diuréticos
  • Sangramentos do intestino, estômago ou esôfago
  • Infecções
  • Problemas renais
  • Baixos níveis de oxigênio no corpo
  • Complicações na colocação do desvio (Consulte: Anastomose portossistêmica intra-hepática transjugular)
  • Cirurgia
  • Uso de medicamentos que inibem o sistema nervoso central (tais como barbitúricos ou tranquilizantes benzodiazepínicos)
Distúrbios que podem imitar ou mascarar os sintomas da encefalopatia hepática incluem:
A encefalopatia hepática pode ocorrer como um distúrbio agudo, porém, potencialmente reversível. Ou pode ocorrer como um distúrbio crônico e progressivo associado à doença hepática crônica.

Exames

Os sinais do sistema nervoso podem variar. Os sinais incluem:
  • Falta de coordenação e tremores nas mãos ao tentar estender os braços à frente do corpo e levantar as mãos.
  • Estado mental anormal, principalmente as funções cognitivas (raciocínio), como traçar linhas para conectar números
  • Sinais de doença hepática, como pele e olhos amarelados (icterícia) e retenção de líquido no abdome (ascite), e, ocasionalmente, um odor bolorento no hálito e na urina
Os exames podem incluir:
  • Hemograma completo ou hematócrito para verificar se há anemia
  • Tomografia computadorizada da cabeça ou ressonância magnética
  • Eletroencefalograma
  • Exames de função hepática
  • Tempo de protrombina
  • Níveis séricos de amônia
  • Níveis de sódio no sangue
  • Níveis de potássio no sangue
  • Nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) e creatinina para verificar o funcionamento renal
Fonte: Minha Vida

Dieta para Cirrose

Dieta alimentar para portadores de Cirrose Hepática

A cirrose hepática é resultado final de anos de agressões ao fígado, sendo caracterizada pela substituição do tecido hepático normal por nódulos e tecido fibroso.
No fundo, nada mais é do que a cicatrização do fígado. Onde deveria haver tecido funcionante, há apenas fibrose (cicatriz).
Quanto mais extensa for a cirrose, a cicatriz, menor é o número de células saudáveis e maior é o grau de insuficiência hepática. Em última análise, a cirrose é um estado de falência (morte) do fígado, órgão nobre, sem o qual não conseguimos sobreviver. Várias doenças podem levar à cirrose, como alcoolismo e hepatites virais (tipos B, C e D), dentre outras.
Não há uma dieta específica, cada paciente tem necessidades que variam de características individuais. De modo geral, as recomendações básicas são evitar o excesso de sal, frituras e carne vermelha; manter abstinência alcoólica e procurar fracionar a dieta, comendo mais vezes ao dia uma menor quantidade de alimento. O adequado é individualizar a necessidade dietética, sob orientação do médico e do nutricionista.
Alimentos recomendados:
  • Arroz branco ou integral
  • Feijão: preto, marrom, branco ou outros
  • Óleo de girassol ou de milho
  • Azeite de oliva
  • Margarina sem sal
  • Carne branca (frango, peixe, peru)
  • Bacalhau sem sal
  • Carne de soja
  • Queijo de soja
  • Qualquer tipo de farinha (tapioca, mandioca)
  • Qualquer tipo de verdura (crua ou cozida)
  • Frutas: manga, pinha, melão, maçã, banana, mamão, pêssego, sapoti, abacate, uva, figo, caqui
  • Lentilha, ervilha, milho (sempre cozido)
  • Clara de ovo 3 (três) no café da manhã, cozidas
  • Pão integral ou de glúten
  • Macarrão integral
  • Leite de soja
  • Suco de frutas: caju, maçã, mamão, melão, pêra
  • 1-2 gramas de sal por dia (uma pitada = 1gr)
  • Alimentos que favorecem a função do fígado (endívia, escarola, aipo, rabanete, alcachofra, cenoura, nabo)
  • Comer bastante couve, espinafre, brócolis
  • Comer castanhas-do-pará por dia
  • Tomar um litro de líquido (água ou suco) por dia
Alimentos que precisam ser evitados:
  • Frituras, gordurosos e oleosos
  • Alimentos de consistência endurecida, torrados, cortantes e volumosos
  • Carne Vermelha (boi, porco, caça, peixe-boi, tartaruga, carneiro, vísceras, pato)
  • Frutas cítricas ou ácidas (limão, laranja, abacaxi, maracujá)
  • Leite animal in natura e derivados (queijo amarelo, manteiga)
  • Refrigerantes
  • Qualquer tipo de bebida alcoólica
  • Enlatados (seleta de legumes, patê, atum, sardinha) ou embutidos calabresa, salsicha, presunto)
  • Gema de ovo
  • Pão de massa branca, bolachas, biscoitos
  • Massas gordurosas (macarrão com ovos, pizza, pastel, tortas)
  • Chocolate, sorvete, creme de leite, leite condensado
  • Frutos do mar (camarão, lagosta, lula, caranguejo)
  • Água mineral, com ou sem gás, que contenha mais de 10mg de sódio por litro
  • Amendoim, pistaches, amêndoas, salgadinhos
  • Cereais matinais, chips, batatas fritas, purê de batatas em pó
  • Comprimidos efervescentes para digestão ou resfriados, bicarbonato de sódio e outros  medicamentos que possam conter sal
  • Condimentos como o sal, maionese industrializada, mostarda, azeitonas, molhos de tomate preparados ou extrato de tomate
  • Frios, salsichas, patê de fígado, carne seca, frutos do mar, como crustáceos, moluscos, ovas de peixe
  • Legumes em conserva, chucrute ou qualquer alimento preparado, enlatado ou congelado
Nutrição e cirrose
Pessoas com cirrose experimentam freqüente perda de apetite, náusea, vomito e diminuição de peso. Adultos com cirrose necessitam de uma dieta balanceada, rica em proteínas, provendo de 2.000 a 3.000 calorias por dia, para permitir uma regeneração das células. Porém, muita proteína resultará num aumento de amônia no sangue. Pouca proteína pode reduzir a regeneração do fígado.
Pessoas com cirrose sofrem acúmulo de fluido no abdômen (ascite) ou inchaço dos pés, pernas, ou parte das costas (edema). Ambas as condições são o resultado da hipertensão portal (aumento da pressão nas veias que entram no fígado). O sódio (sal) estimula a retenção de água no corpo. Os pacientes com retenção de fluidos devem eliminar o sal. Em geral, aconselha-se a redução da proteína de carne, que é a proteína mais tóxica ao cérebro, por proteína vegetal, em casos de cirrose.
As proteínas
A ingestão de quantidade de proteína adequada é importante para manter a massa muscular e auxilia o sistema de recuperação. A ingestão de proteína deve estar de acordo com o peso da pessoa e com a sua condição médica. Em geral, para que a regeneração das células do fígado ocorra nos pacientes que não têm cirrose, recomenda-se a ingestão de 1.0 a 1.5 gramas de proteína por quilo da pessoa, por dia.
Um número pequeno mas significativo de pacientes com cirrose pode vir a contrair uma doença chamada encefalopatia. As pessoas com esta doença apresentam sinais de desorientação e confusão mental. Enquanto alguns especialistas não acreditam que exista uma ligação entre a dieta alimentar diária e a encefalopatia, outros acreditam que uma redução drástica da proteína animal e a adoção de uma dieta vegetariana possam melhorar o estado mental.
A cirrose hepática é uma hepatopatia de caráter crônico, de etiologia variada, que cursa com astenia, anorexia, náuseas, flatulência, má digestão, constipação, diarréia e má absorção de nutrientes. Também podem aparecer complicações como ascite, varizes esofágicas e encefalopatia, que deverão seguir um controle médico.
No caso de o portador de Cirrose Hepática apresentar diarréias, recomenda-se uma dieta adstringente, com líquidos (em pequenas quantidades), para repor as perdas, e com alimentos sólidos, como o arroz cozido e cenoura. À medida em que os sintomas melhorem, além do arroz acrescentar pequenas quantidades de frango ou peixe e um pouco de pão torrado. A partir de então, de forma gradual, introduzir sopas, sêmolas e caldos suaves, batatas e verduras fervidas, em pouca quantidade.
Em caso de constipação (prisão de ventre), deve-se aumentar o consumo de fruta fresca e madura no café da manhã, por ser de grande contribuição de fibra solúvel (pectina) e água. Aumentar o consumo de verduras e hortaliças, iogurte, para melhorar a flora intestinal, diminuindo o consumo de produtos de padaria e confeitaria. Consumir arroz e massas integrais, evitando a utilização de laxantes.
Se a doença está avançada, a dieta deverá suprir as carências que se apresentem. A mais habitual é o déficit de vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, K e  E), o que requer aumentar o consumo de sardinhas e peixes, como o salmão, para suprir a vitamina D (essencial para fixar o cálcio nos ossos), consumir brotos de verduras, em especial de alfafa, por seu conteúdo em vitamina K (vitamina necessária para a coagulação), aumentar o consumo de frutas e verduras de cores alaranjadas e amareladas e de folhas verdes, por seu conteúdo em beta-caroteno, que no organismo se transforma em vitamina A, e consumir cereais integrais, avelãs e nozes não tostadas, junto com azeites vegetais, como de oliva e de linho, por sua contribuição de vitamina E.
Alguns casos de cirrose podem apresentar quadro de descompensação, sendo a dieta o tratamento mais importante quando o paciente apresenta ascite (água na barriga) e encefalopatia hepática.
A mais importante orientação dietética na cirrose hepática é a proibição total de bebida alcoólica, pois o derivado do álcool denominado acetilaldeído age diretamente no hepatócito.
Fontes: Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite/Portal da Hepatite

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Banana com chocolate


 
 
Banana com chocolate
Banana com chocolate: as crianças adoram.
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 12
Dificuldade: Fácil
Categoria: Doce caseiro
Calorias: 178

Ingredientes

. 6 bananas nanicas maduras
. 250g de chocolate ao leite picado
. Chocolate granulado a gosto

Modo de Preparo

Deixe as bananas com casca no freezer durante 3 horas no mínimo. Derreta o chocolate em banho maria. Deixe esfriar e coloque em copo alto. Retire as bananas do freezer, tire as cascas e corte-as ao meio. Espete palitos de sorvete, banhe-as no chocolate e seguida cubra com chocolate granulado. Coloque-as em um prato e leve a geladeira até firmar. Sirva em seguida.
Dica: As bananas devem ser consumidas no mesmo dia de preparo.

Fonte: Mde mulher

domingo, 7 de outubro de 2012

CIRURGIA BARIÁTRICA

O que é cirurgia bariátrica?
Em alguns casos mais graves, as mudanças alimentares e a prática de atividades físicas são impossíveis de serem implementadas. Nestas situações, apenas uma intervenção médica mais efetiva, como a cirurgia bariática (cirurgia para redução do tamanho do estômago1), deve resolver o problema. A maioria desses casos são aqueles em que o índice de massa corporal2 (IMC) atinge valores superiores a 40 kg/m².
Nestes obesos, os inúmeros tratamentos e a oscilação ponderal3, além do potencial genético, agravam o quadro clínico.
As doenças associadas à obesidade4  grau III (hipertensão arterial5 , artropatias, dislipidemias, diabetes6 , disfunções respiratórias, etc), geraram o termo “obesidade mórbida”, que deve ser abandonado.

Existe mais de um tipo de cirurgia bariátrica?
Existem dois tipos de cirurgia bariátrica. No primeiro, em que há redução do tamanho do estômago1, existem três variações denominadas: banda vertical ajustável, gastroplastia vertical, gastroplastia vertical com by-pass em y de Roux. Esta última, também chamada Capella ou Fobi-Capella, é a mais utilizada e foi desenvolvida por cirurgiões. Além da restrição causada pela diminuição do volume do estômago1, ocorre uma pequena disabsorção dos alimentos, porque eles deixam de passar pela primeira parte do intestino delgado7.
O segundo tipo é a cirurgia disabsortiva (ou Derivação bilio-pancreática), chamada de cirurgia de Scopinaro. Neste caso, o paciente terá mais liberdade de comer maior quantidade de alimentos, já que não há grande diminuição do estômago1, que fica com 2/3 do seu tamanho original. O que é feito aqui é um grande desvio do alimento, que vai para o intestino grosso8.
Estes pacientes submetidos à gastroplastia redutora devem ser acompanhados, recebendo orientações específicas para elaboração de uma dieta equilibrada. A adesão ao tratamento deverá ser avaliada, uma vez que pacientes instáveis psicologicamente podem recorrer a preparações de alta densidade calórica, de baixa qualidade nutricional, colocando em risco o sucesso da intervenção a longo prazo.
Existem contra-indicações para a realização desta cirurgia como, por exemplo, cirrose9  hepática10, algumas doenças renais e psiquiátricas graves, vícios (droga, alcoolismo) e disfunções hormonais. Todas devem ser avaliadas por profissionais com prática e conhecimento aprofundado neste assunto.
Em todos os casos você deverá, obrigatoriamente, ter pleno conhecimento das características, necessidades, riscos e limitações de cada cirurgia. Participe de reuniões com uma equipe multiprofissional e com pacientes já operados para poder ter certeza da sua decisão.

Quais os cuidados a serem tomados antes e após a cirurgia?
Os cuidados a serem tomados antes e após cada cirurgia vão depender de cada caso, mas no geral consistem em avaliações clínico-laboratoriais com exames de sangue11, radiografia de tórax12, ultra-sonografia e/ou tomografia do abdômen, avaliação cardiológica, endoscopia13  digestiva com pesquisa de H. Pylori e avaliação da função respiratória (mais aprofundada quanto mais obeso ou complicado seja o caso). Caso o paciente tenha alguma doença que necessite tratamento e controle prévio, a cirurgia será adiada até que se obtenha a melhor condição clínica.
Os obesos que passam por uma cirurgia bariátrica necessitam de orientação nutricional permamente para suplementar a dieta com compostos ricos em proteínas14, vitamina15  B12 e ferro. Cuidados especiais para evitar casos de desnutrição16  após a cirurgia também são necessários.
Após a cirurgia, o paciente já sai do hospital, em média, com menos dois quilos. Nos primeiros meses, a redução no peso chega ser de sete a oito quilos. Os pacientes com quadro de diabetes6  tipo 2 podem precisar reduzir ou interromper o uso de insulina17. A complicação mais difícil de ser tratada é a pressão arterial18. Ela demora mais a estabilizar e o paciente não interrompe o uso de medicamentos.
Todos os tipos de tratamento da obesidade4, do mais simples ao mais radical, exigem empenho e determinação. Será sempre necessário um suporte multiprofissional e a adequação da dieta às novas metas a serem alcançadas. Para garantir um bom nível de adesão e o sucesso terapêutico, sua motivação é essencial e pode ser auxiliada por orientações com embasamento técnico e científico de qualidade, ajudando na solução ou diminuição do problema.

fONTE:ABC.MED.BR

BALÃO INTRAGÁSTRICO


Colocado no estômago, o balão intragástrico "rouba" espaço da comida e espanta a fome, mas está longe de ser a solução ideal para emagrecer só uns quilinhos.


Criado há cerca de 20 anos, o balão intragástrico voltou a atrair os holofotes. Não que tenha saído de cena por completo. É que desde fevereiro deste ano, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que pretende proibir o consumo e a venda de sibutramina e outros inibidores de apetite derivados de anfetaminas, esse método de emagrecimento não-cirúrgico vem chamando atenção de quem quer perder de 5 a 10 quilos, mas jura de pés juntos que, sem a ajuda de uma dessas drogas, a missão é quase impossível. Ninguém pode afirmar com certeza, mas tudo indica que o cerco aos remédios, sob a alegação de que os riscos para a saúde superam os benefícios, está levando a uma nova corrida ao dispositivo emagrecedor. E aí quem já não encara numa boa a dobradinha dieta e atividade física - a regra básica para chegar ao peso desejado sem nenhum perigo - enxerga no tal balão, muito menos invasivo do que qualquer cirurgia do estômago, uma saída fácil para enxugar gordurinhas. A coisa não é tão simples. "O balão intragástrico é indicado para quem é gordo de verdade, tem grande dificuldade para emagrecer, não consegue fazer atividade física, não tolera bem inibidores de apetite, já tem doenças associadas, como diabetes, hipertensão e colesterol alto, e está com a autoestima lá embaixo", enumera João Luiz Moreira Coutinho de Azevedo, professor livre-docente do Departamento de Cirurgia Bariátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "É um método provisório, útil para quem vai se submeter a uma cirurgia bariátrica, e, até lá, precisa eliminar parte dos quilos extras para melhorar a saúde e tornar a operação mais segura."

Para quem precisa, não para quem quer
Você se acha gorda de verdade? Bem, o "achômetro", no caso, não vale. Obesidade é uma doença mensurável pelo índice de massa corpórea (IMC), que avalia a gordura corporal. Para chegar a ele (veja o quadro IMC: qual é o seu?), divida seu peso pela sua altura elevada ao quadrado. O cálculo é um tanto discutível por não levar em conta a massa magra, que também pesa na balança, mas, por enquanto, não há outro. Se o IMC estiver abaixo de 35, segundo as diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM), o balão intragástrico não é para você. As indicações para a sua utilização são as mesmas estabelecidas para o tratamento cirúrgico: pacientes com IMC acima de 40 ou maior do que 35, mas com doenças agravadas pela obesidade, e que tenham sido tratados clinicamente durante dois anos com resultados insatisfatórios. Apesar da resolução do CFM, a própria Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica recomenda o balão intragástrico para quem tem sobrepeso (IMC de 25 a 29,9) - um degrau abaixo da obesidade. Diante da divergência, surge o impasse: entro ou não nessa onda?
A opinião de quem experimentou
Hoje, o balão intragástrico é muito mais seguro do que nos seus primórdios, mas não é totalmente inócuo. Há risco de que o dispositivo de silicone (o mesmo tipo usado nas próteses de mama) se rompa e, levado pelos movimentos peristálticos do estômago, migre para o intestino, provocando uma obstrução que, em certos casos, exige cirurgia imediata. "Mesmo que não arrebente, o balão pode perfurar a parede do estômago, lesionar os vasos e provocar uma hemorragia", alerta o cirurgião João Luiz Azevedo. "Além disso, o material está sujeito ao ataque de fungos, o que pode provocar infecção." Vladimir Schraibman, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, aponta outro risco: "O balão pode provocar megaesôfago, uma dilatação que dificulta engolir alimentos sólidos e líquidos".

Sem contar as reações do organismo ao corpo estranho - cólicas, náuseas, refluxos e vômitos, sobretudo nas duas primeiras semanas. "Há quem não tolere tanto incômodo, o que obriga a retirada do dispositivo dias depois do implante", conta Luiz Vicente Berti. Foi o que esteve a ponto de acontecer com M*, 31 anos, empresária de Campinas, no interior paulista. "A primeira noite passei em claro, senti um mal-estar terrível, com vômitos de cinco em cinco minutos e diarreia", lembra. "Como estava muito frio, tomei vários banhos quentes, a sensação da água sobre a barriga trazia um certo alívio. Em quatro dias perdi 4 quilos, de tanto vomitar e ir ao banheiro. Depois, as náuseas ficaram mais esporádicas, de meia em meia hora. Mas bastava ingerir 50 mililitros de líquido e já tinha que sair correndo."

A empresária é um caso clássico de efeito sanfona. Até os 24 anos, pesava 57 quilos, adequados para a altura dela, 1,63 metro. Em um ano, chegou aos 68 de tanto abusar de lanches, salgadinhos e refrigerantes antes de ir à faculdade direto do trabalho. "Desesperada, comecei a tomar medicamento para emagrecer e perdi esses 11 quilos em três meses. Encerrado o tratamento, cheguei a 88 quilos, voltei à medicação, mas já não emagrecia tão rapidamente. Até fiz uma lipoaspiração para retirar 8 litros de gordura." Sua meta é chegar aos 65 quilos para engravidar. Na época da entrevista a BOA FORMA, fazia 41 dias que ela tinha colocado o dispositivo. E já comemorava a perda de 10 quilos, a diminuição de 10 centímetros na cintura e 7 nos quadris. "Estou usando numeração 44, claro que me sinto animada, mas, por tudo que passei, entre a lipo e o balão, preferiria fazer outras dez lipos!", desabafa.

Glaucia Monteiro Tremura Campana, 35 anos, gerente de vendas de Campinas, outra adepta do balão, perdeu 6 quilos em um mês. Quando engravidou, foi dos 63 para 99 quilos (sua altura é 1,66 metro). "Tinha pavor de chegar aos três dígitos", conta. Ela também teve vômitos, mas só nos dois primeiros dias pós-procedimento. "Nada que se compare ao relatado por uma moça que conheci no consultório", lembra. "Ela disse que vomitou durante vários dias e achava que ia morrer. Então, eu me preparei para o pior. Talvez por isso tenha superado com certa facilidade", diz. A publicitária Fernanda Ramalho, 28 anos, 1,79 metro, de Rio Branco, já foi obesa mórbida - chegou aos 140 quilos. Tentou de tudo, mas o máximo que conseguiu foi perder 12 quilos. Depois que colocou o balão, enxugou 42. Ela retirou o dispositivo há quatro meses e garante: "Agora consigo distinguir entre fome e vontade de comer". E já se prepara para pôr o balão pela segunda vez. Quer perder mais 20 quilos e sair da faixa da obesidade. Vai de novo enfrentar azias, enjoos, dores abdominais... "Afinal, não existe benefício sem sacrifício", conforma-se.

Nesses três casos, os efeitos colaterais justificam até mesmo correr os riscos inerentes ao procedimento, porque oferecem menos perigo do que a própria obesidade de acordo com os médicos. "Ninguém deve pensar no balão para perder peso rapidinho e caber no vestido de festa", adverte Luiz Vicente Berti, cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico, de São Paulo. Ele acrescenta: "Essa é uma ferramenta para quem esgotou todas as possibilidades de tratamento clínico e precisa sair da obesidade".

Milagre não existe
O professor de gastrenterologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, Hercio Cunha, frisa que para emagrecer não dá para contar com métodos milagrosos. "Nem a cirurgia é definitiva se não houver uma reeducação alimentar." Retirado o balão, há risco de recuperar os quilos perdidos. "Sem ele, o apetite volta ao normal. Se a pessoa não aprendeu a comer direito, fatalmente vai engordar de novo", conclui o professor da PUC. O mesmo, aliás, pode acontecer até para quem se submete a qualquer uma das técnicas cirúrgicas. Então, leve a sério a velha fórmula: quem gasta menos calorias do que come engorda. Quem queima mais calorias do que as consumidas emagrece. Ponto final.

"Não é um método para perder peso rápido e entrar no vestido de festa e sim para tratar a obesidade."" Luiz Vicente Berti, cirurgião do aparelho digestivo e bariátrico, de São Paulo


"Sem o balão, o apetite volta ao normal. É necessário aprender a comer direito para não voltar a engordar.""
Hercio Cunha, professor de gastrenterologia da PUC de Campinas

*A entrevistada pediu para não ser identificada
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Menos que 18,5 - baixo peso
De 18,6 a 24,9 - normal
De 25 a 29,9 - pré-obesidade (sobrepeso)
De 30 a 34,9 - obesidade leve
De 35 a 39,9 - obesidade moderada
De 40 a 49,9 - obesidade severa
50 ou mais - superobesidade

Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

Barriga cheia
Saiba como funciona o balão intragástrico

Por meio da endoscopia, uma técnica não-cirúrgica que dispensa anestesia (basta uma leve sedação), uma esfera de silicone ainda murcha é inserida, pela boca, no estômago. Acoplado a esse dispositivo, um cateter serve de veículo para a mistura de soro fisiológico e azul de metileno, que vai inflar o balão. Caso o dispositivo se rompa, a substância azulada tinge a urina e denuncia o ocorrido, que deve ser comunicado imediatamente ao médico. Cheio, ele ocupa de 1/3 a metade do estômago, que passa a secretar menor quantidade de grelina, o hormônio da fome, reduzindo, assim, o apetite. Uma microcâmera instalada na ponta do endoscópio orienta todo o procedimento, que dura de 30 minutos a uma hora, é realizado em hospital e não requer internação. O prazo de validade é seis meses. Depois, o balão deve ser retirado porque os ácidos que banham o estômago degradam o material. Além disso, como fica em contato direto com a mucosa do órgão, pode contribuir para o aparecimento de úlcera e gastrite. Em média, 15% do peso é exterminado. Ele funciona como um empurrãozinho para você aprender a comer direito. Não interfere na absorção dos nutrientes e, como em qualquer processo de emagrecimento, não evita a perda de massa magra (com menos músculos, o corpo fica mais flácido, sem definição). Um mês após o procedimento, que não é coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a atividade física está liberada. Como você elimina grande volume de líquido, a pele pode ficar ressecada durante o período crítico, quando os efeitos adversos são mais fortes.

Engordar para operar
Essa estratégia não é bem vista por grande parte dos especialistas

Seja por vontade própria, seja por orientação médica, tem gente que acaba engordando de propósito só para se enquadrar na faixa de obesidade que tem cobertura dos planos de saúde para a cirurgia bariátrica. "Eu jamais pedirei isso a um paciente, mas, às vezes, até mesmo por um imperativo de sobrevivência, algumas pessoas, levadas pelas circunstâncias, acabam atingindo o peso mínimo exigido para a operação", diz o especialista João Luiz Azevedo. Seu colega Luiz Vicente Berti também condena o esforço voluntário para engordar: "Quem faz isso pratica uma violência contra o próprio corpo e contribui para aumentar os riscos na hora do procedimento", alerta. Ao contrário, você deve perder peso antes de fazer a cirurgia. E aí, sim, o balão intragástrico funciona como uma boa terapia auxiliar.

fONTE: BOA FORMA