sábado, 28 de julho de 2012

Hepatite

 
Conteúdo exclusivo para o iG no Brasil e usado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos


Foto: ADAM
Vírus da hepatite B

Definição

Hepatite é a inflamação do fígado.

Causas, incidência e fatores de risco

A doença pode ser causada por:
  • Infecções por vírus (como hepatite A, B ou C), bactérias ou parasitas
  • Danos ao fígado causados por bebidas alcoólicas ou cogumelos venenosos
  • Medicamentos, como uma overdose de acetaminofeno, que pode ser fatal
  • Células do sistema imunológico do corpo que atacam o fígado causando hepatite autoimune
Os medicamentos que causam danos ao fígado incluem metildopa (usada com pouca frequência para hipertensão), isoniazida para tuberculose, medicamentos anticonvulsivos (como valproato e fenitoína), clorpromazina, amiodarona (para arritmias) e determinados antibióticos (inclusive trimetoprima-sulfametoxazol e eritromicina). Caso precise tomar algum desses medicamentos, o médico irá verificar suas funções hepáticas.
A doença hepática também pode ser decorrente de distúrbios hereditários, como fibrose cística e doença de Wilson, uma doença causada pelo excesso de cobre no corpo (depositado no fígado).
Outras causas incluem:
A hepatite pode ser breve (hepatite aguda) ou de longa duração (hepatite crônica). Em alguns casos, pode resultar em danos progressivos ao fígado, insuficiência hepática e até mesmo câncer no fígado.
A gravidade da hepatite depende de diversos fatores, inclusive da causa do dano ao fígado e de outros distúrbios subjacentes. A hepatite A, por exemplo, costuma ter curta duração, não resultando em problemas crônicos no fígado.

Foto: ADAM
Hepatite C
Os fatores de risco comuns incluem:
  • Uso de drogas intravenosas
  • Overdose de acetaminofeno (a dosagem perigosa é muito próxima da dose efetiva, por isso, seja cuidadoso e utilize somente com prescrição médica). Pergunte ao médico qual é a quantidade segura de acetaminofeno; se a doença hepática for grave, o médico também pode solicitar que você evite certos medicamentos anti-inflamatórios
  • Práticas sexuais não seguras (ter muitos parceiros e não usar proteção)
  • Ingestão de alimentos contaminados
  • Viajar para regiões onde certas doenças são comuns
  • Morar em um asilo ou centro de reabilitação
  • Ter algum membro na família que contraiu hepatite A recentemente
  • Uso ou abuso de bebidas alcoólicas
  • Ter se submetido a um transplante
  • Ser portador de HIV ou ter AIDS
  • Ter recebido transfusões de sangue antes de 1980 (o exame de sangue para hepatite C não estava disponível)
  • Ser recém-nascido de uma mãe com hepatite B ou C (transmissíveis durante o parto)
  • Ser um profissional da área de saúde, inclusive dentistas, devido ao contato com sangue
  • Fazer uma tatuagem

Sintomas

Os sintomas da hepatite são:
  • Distensão ou dor abdominal
  • Desenvolvimento de mamas em homens
  • Urina escura ou fezes com cor de argila ou claras
  • Fadiga
  • Coceira generalizada
  • Icterícia (amarelamento da pele ou olhos)
  • Perda de apetite
  • Febre baixa
  • Náusea e vômito
  • Perda de peso
Muitas pessoas com hepatite B ou C não apresentam sintomas no início da infecção e ainda podem vir a desenvolver insuficiência hepática. Se você apresenta algum fator de risco para qualquer tipo de hepatite, realize o exame periodicamente.

Exames e testes

Um exame físico pode mostrar o amarelamento da pele, um fígado aumentado e sensível ou líquido no abdome (ascite), que pode ficar infectado.
O médico pode solicitar a realização de exames laboratoriais, tais como:

Tratamento

O médico vai discutir com você os tratamentos possíveis, dependendo da causa da sua doença hepática. Ele pode recomendar uma dieta de alto valor calórico, caso haja perda de peso.

Grupos de apoio

Existem grupos de apoio para pessoas com todos os tipos de hepatite, que podem ajudar você a aprender sobre os tratamentos mais recentes e a enfrentar melhor a doença.

Evolução (prognóstico)

O resultado depende de muitos fatores, inclusive da causa da hepatite e da presença (ou não) de outras doenças ou condições que agravem o tratamento ou a recuperação. Muitas pessoas se recuperam totalmente. Entretanto, o fígado pode levar meses para se recuperar.
Entre as pessoas que sofrem de hepatite C, 80% desenvolverão uma doença crônica do fígado e, possivelmente, insuficiência hepática (cirrose) ou câncer de fígado. A hepatite C é a principal razão dos transplantes de fígado.

Complicações

Danos permanentes ao fígado, insuficiência hepática ou câncer no fígado podem ocorrer. Outras complicações incluem peritonite bacteriana espontânea (quando o líquido no abdome se torna infectado) e varizes esofágicas, que podem sangrar muito.

Ligando para o médico

Procure ajuda médica imediata se você:
  • Apresentar sintomas associados a acetaminofeno ou outros medicamentos – talvez seu estômago precise ser bombeado
  • Vomitar sangue
  • Apresentar fezes com sangue ou escurecidas
  • Estiver confuso ou delirante
Ligue para o médico se você:
  • Apresentar algum sintoma de hepatite ou acreditar ter sido exposto à hepatite A, B ou C
  • Não conseguir reter a comida em função de vômito excessivo. Talvez você precise receber alimentação intravenosa (por uma veia)
  • Passar mal e tiver viajado para a Ásia, a África ou a América Latina

Prevenção

As seguintes vacinas contra hepatite estão disponíveis:
  • A vacina contra a hepatite A está disponível para pessoas em grupos de alto risco, como profissionais de creches e asilos, funcionários de laboratórios e pessoas que viajam para regiões do mundo onde a hepatite é comum. A imunização de rotina contra hepatite A na infância também é recomendada
  • Atualmente, a vacina contra hepatite B é administrada a bebês e pessoas não vacinadas menores de 18 anos. A vacina está disponível para adultos em grupos de alto risco, como profissionais da área da saúde, usuários de drogas intravenosas e pessoas com comportamento sexual de risco
Uma injeção de imunoglobulina também pode prevenir a infecção. Ela funciona mesmo após a exposição:
  • Pode ser aplicada logo após o contato próximo (ex.: beijo ou compartilhamento de utensílios) com alguém que foi diagnosticado com hepatite A nas duas últimas semanas
  • Deve ser administrada imediatamente, juntamente com a vacina da hepatite B, para recém-nascidos filhos de mulheres com hepatite B
Outras ações a serem realizadas:
  • Evitar o contato com sangue ou derivados de sangue. Tomar precauções, caso isso seja parte do seu trabalho
  • Evitar o contato sexual com pessoas infectadas com hepatite ou com histórico de saúde desconhecido. Praticar sexo seguro sempre
  • Lavar as mãos depois de usar o banheiro e antes de lidar com alimentos
  • Evitar compartilhar pratos, utensílios ou banheiros com alguém com hepatite A
  • NÃO compartilhar lâminas de barbear, agulhas ou escovas de dente
  • Quando viajar para áreas endêmicas, NÃO ingerir alimentos crus ou mal cozidos. Beber água mineral
  • NÃO usar drogas injetáveis recreativas. Se você já é um usuário de drogas injetáveis, nunca compartilhe agulhas e busque ajuda em programas de tratamento para usuários de drogas
  • Seja cauteloso ao colocar piercings e fazer tatuagens
  • NÃO ingerir bebidas alcoólicas enquanto estiver tomando acetaminofeno. Se você já tem hepatite, não use nenhum dos dois (para evitar mais danos ao fígado)
Quando realizar o exame de hepatite:
  • Faça o exame de hepatite B ou C caso tenha mantido contato sexual ou tenha compartilhado agulhas com alguém suspeito de ter um desses vírus
  • Faça o exame mesmo se não apresentar nenhum dos sintomas

Referências- IG

Dienstag JL. Hepatitis B virus infection. N Engl J Med. 2008;359:1486-1500.
Jou JH, Muir AJ. In the clinic. Hepatitis C. Ann Intern Med. 208;148:iTC6-1-ITC6-16.
Sjogren MH. Hepatitis A. In: Feldman M, Friedman LS, Sleisenger MH, eds. Sleisenger & Fordtran's Gastrointestinal and Liver Disease. 8th ed. Philadelphia, Pa:Saunders Elsevier;2006:chap 74.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Receitas para o inverno


SOPA DE ABÓBORA, ARROZ E ALGAS




Ingredientes|:

-1 colher de alga fina, colocada de molho em um copo de água na noite anterior, 1 xícara de arroz integral, 2 cebolas pequenas, ½ kg de abóbora, 1 colher de sopa de misso, azeite, 6 xícaras de água.

Modo de fazer:

-Colocar a cebola cortadinha e uma colher de sopa de água para cozinhar. Quando estiver começando a dourar, acrescente a alga escorrida, guardando-se a água da alga. Dissolver o misso em uma xícara de água quente e levar até a panela, juntar o arroz escorrido e a abóbora cortadinha, além do resta da água. Deixar cozinhar por aproximadamente 1 ½ hora e quando estiver pronto, adicionar o azeite. Esta sopa é altamente energética devendo ser tomada no almoço.


SOPA DE AVEIA COM CEBOLA

Ingredientes:

-4 cebolas picadas, azeite, 4 colheres de sopa de aveia em flocos grandes , 4 xícaras de água, sal a gosto.

Modo de fazer:

-Leve ao fogo as cebolas picadas com uma colher de sopa de água. Quando começar a dourar, junte a água e o sal, mexa e deixe ferver por 5 minutos. Acrescente aos poucos a aveia, mexendo sempre para não embolar. Deixe cozinhar 20 minutos.


SOPA DE BATATA BAROA COM ABÓBORA

Ingredientes:

-½ kg de abóbora, 4 batata baroa , 1 cebola pequena, sal , azeite, 1 litro de água.

Modo de fazer:
-Cozinhe a abóbora e as batatas baroas descascadas e cortadinhas, juntamente com a cebola e a água. Quando estiver pronto, acrescente o sal e o azeite, bata no liquidificador.


SOPA DE CENOURA , BATATA E CHUCHU

Ingredientes:

-3 cenouras, 2 batatas, 1 chuchu, 1 cebola pequena, sal , azeite, 1 litro de água.

Modo de fazer:

-Cortar as cenouras longitudinalmente, descascar e cortar o chuchu em pedacinhos, por fim, descasque as batatas e corte-as bem pequenas. Levar ao fogo com a cebola cortadinha e a água, por 25 a 35 minutos, quando estiver pronto, adicione o sal e o azeite passando pelo liquidificador.


SOPA DE BATATA COM ESPINAFRE

Ingredientes:
-4 batatas, 1 molho de espinafre, 1 cebola pequena, sal, 1 colher de azeite, 4 xícaras de água.

Modo de fazer:
-Cozinhe o espinafre depois de bem lavado e guarde a água. Coloque a batata descascada e cortada para cozinhar juntamente com a cebola. Quando a batata estiver cozida acrescente o espinafre, também cozido, complete com a água do espinafre. Coloque sal e azeite e bata no liquidificador.


SOPA DE CENOURA COM ARROZ

Ingredientes:

-3 cenouras, 1 xícara de arroz integral, 1 cebola pequena, 1 litro de água, 1 colher de salsa e cebolinha verde, sal, azeite.

Modo de fazer:
-Corte as cenouras longitudinalmente e cozinhe-as juntamente com a cebola cortada, a água e o arroz lavado e escorrido por aproximadamente 35 minutos. Quando estiver pronto junte o sal, o azeite, a salsa e a cebolinha. Se preferir bata no liquidificador.


SOPA DE INHAME

Ingredientes:
-½ kg de inhame, 2 cebolas pequenas, 1 litro de água, 2 colheres de sopa de alga hijiki, 1 colher de sopa de missô, 1 maço de cheiro verde.

Modo de fazer:
-Cozinhe o inhame descascado, amasse com garfo ou bata no liquidificador. Cozinhe as cebolas, a alga e depois acrescente o inhame amassado com água. Deixe cozinhar mais 7 minutos. Dissolva o missô em separado. Desligue o fogo, acrescente o cheiro verde e o missô.


SOPA MULTICOR

Ingredientes:
-½ beterraba, 2 cenouras, 1 batata, 1 tomate, 1 pedaço pequeno de abóbora, 1 colher de salsa, 1 cebola pequena, sal, azeite, 1 litro de água.


Modo de fazer:
-Corte a cenoura longitudinalmente. Retire a pele e a semente do tomate, descasque e corte a abóbora e a beterraba. Corte a cebola ao comprido. Após isto, junte tudo num recipiente com a água, inclua a salsa, e deixe cozinhar durante aproximadamente 30 minutos. Quando estiver cozido, coloque o sal e o azeite, e bata no liquidificador.

Fonte: Nutrição que funciona

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Alimentos que ajudam na Imunidade

Com a menor mudança de temperatura algumas pessoas acabam pegando uma gripinha aqui e ali ou aparece uma herpes labial. Isso acontece quando a imunidade está baixa.





É um bom momento para cuidar da imunidade, afinal o inverno está chegando e não é hora de deixar o sistema imunológico enfraquecido. É hora de nos proteger!!


Como funciona e pra que serve o nosso Sistema Imunológico?

É uma complexa rede de tecidos, órgãos, células e substâncias que protegem o nosso corpo de infecções e doenças.

Nosso corpo está constantemente sob ataque de milhões de microorganismos, incluindo bactérias, vírus e fungos. A melhor defesa contra eles é ter um sistema imunológico forte. A capacidade do seu organismo de lutar contra esses invasores é que vai determinar se você vai desenvolver a infecção, ou não.


Se você fica doente com facilidade, grandes são as chances de você estar com a imunidade baixa. Os sintomas de um sistema imunológico enfraquecido são gripes freqüentes, infecções parasitárias recorrentes e pequenas infecções que se tornam mais sérias.


O que não fazer


- Estudos sugerem que dietas com alta quantidade de açúcares (pães , massas, açucar refinado e carboidratos em geral) interferem na capacidade das células brancas do sangue de destruir bactérias, prejudicando o sistema imunológico.


- A ingestão excessiva de gorduras reduz a atividade das células protetoras e prejudica a resposta imunológica. No entanto, alguns tipos de gorduras podem ser neutras ou até benéficas, como, por exemplo, as gorduras monoinsaturadas presentes no azeite e nos peixes.


- Magreza excessiva e obesidade estão associadas a um sistema imunológico debilitado. A obesidade parece aumentar o risco de infecções. Uma dieta com restrição severa de calorias prejudica o sistema imunológico. Os efeitos negativos no sistema imunológico podem diminuir se a pessoa pratica exercícios físicos regulares e melhora a alimentação.


- Exercícios físicos moderados e regulares fortalecem o sistema imunológico. Eles aumentam a atividade das células protetoras. No entanto, exercícios muito intensos e prolongados como maratonas podem em curto prazo aumentar o risco de infecções.


E o que fazer...


Precisamos selecionar melhor nossos alimentos. Usufruir da variedade de frutas e verduras e assim suprir a necessidade de nutrientes do nosso organismo.


Abaixo, uma lista dos alimentos que não podem faltar:


- O primeiro alimento e mais importante é a ÁGUA: Beber no mínimo 2 litros de água durante o dia. Uma dica interessante é beber em garrafinhas de 500 mL e fazer a meta de no mínimo 4 garrafinhas por dia. Sem água os nutrientes não conseguem entrar nas células e ficamos sem “combustível”;


- Cenoura: rica em betacaroteno, aumenta as defesas contra qualquer infecção bacteriana ou viral. Outros alimentos com a mesma propriedade são: mangas, mamão, laranjas, melão e vegetais verdes (couve, rúcula e mostarda);


- Castanha do Brasil: Rica em muito nutrientes e os principais são o magnésio e o selênio que são nutrientes importantes e que a gente tem dificuldade de atingir na alimentação e com apenas 3 castanhas por dia essa quantidade é atingida. Cuidado com excesso pois mais de 6 castanhas pode causar dor de cabeça pela quantidade de selênio, além da castanha ser muito calórica.


- Peixe: Rico em ômega 3 que ajuda a combater as infecções, outra opção de alimentos ricos em ômega 3 são o atum e a sardinha em lata.


Um mineral que se destaca para manter o Sistema Imune eficiente é o ZINCO


Este mineral faz parte de mais de 300 enzimas, sendo essencial para que inúmeras reações químicas ocorram no nosso organismo. Sua maior importância está para o bom funcionamento imunológico, assim como para o crescimento de fetos e crianças, sendo essencial na gravidez.


Sua deficiência pode provocar sintomas como: queda de cabelo, perda de paladar, retardo de crescimento em crianças, unhas fracas, entre outros. A ingestão de grandes quantidades de Ácido Fólico também pode provocar a deficiência de Zinco.


O zinco atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos. Carnes, cereais integrais, oleaginosas (castanha-do-Brasil, castanha de caju, nozes, amêndoas), sementes (linhaça), leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha) são alimentos ricos em zinco e importantíssimos para a nossa alimentação.


CUIDE-SE!!!

Fonte: Nutrição que funciona

terça-feira, 24 de julho de 2012

Síndrome do Intestino Irritável

Cuidado Alimentar e Dieta para alívio da Síndrome do Intestino Irritável ( SII )

Um dia o intestino está preso. No outro, diarréia. Náuseas, dores de cabeça, fezes espedaçadas, sensação de insuficiência ao evacuar, distensão abdominal, dor e muitos gases. Tais sintomas podem indicar a Síndrome do Intestino Irritável, ou cólon irritável, uma desordem gastrointestinal comum na nossa população, pelo menos nos dias de hoje.

A disbiose intestinal, o estresse, a dieta inadequada, as alergias e intolerâncias alimentares, as alterações hormonais e o uso de medicação irritante, podem estar por trás deste transtorno que não tem como causa alterações estruturais do intestino, mas sim, da funcionalidade do mesmo. Assim, como os sintomas da síndrome (SII) podem ser confundidos com outras doenças, torna-se de extrema importância a avaliação do médico para o diagnóstico e o adequado tratamento.

O cuidado na alimentação é fundamental e é capaz de amenizar o desconforto causado. A sensibilidade a um ou outro alimento é individual e normalmente a dieta de exclusão pode ser indicada, ou seja, o nutricionista retira um alimento suspeito e observa se o paciente terá alívio dos sintomas.


Porém, de forma geral, alguns alimentos parecem ser mais agressivos e por isto devem ser considerados suspeitos e retirados da alimentação para observação. São eles:

• leite e os derivados que contiverem lactose (queijo minas, requeijão);
• alimentos com cafeína: chá preto, chá mate, chá verde, café, chocolate, coca;
• condimentos e especiarias: canela, pimenta, alho, cebola;
• frutas cítricas: laranja, limão, abacaxi, maracujá;
• alimentos muito gordurosos: frituras, amendoim, queijos amarelos;
• refrigerantes, bebidas alcoólicas;
• alimentos com glúten: pão, macarrão, bolo, biscoito;
• alimentos ricos em sacarose: açúcar, doces;
• algumas carnes, como a de porco.

Para o tratamento alimentar, o uso dos probióticos (microorganismo que melhoram a flora intestinal) está indicado. Este pode ser feito sob a forma de suplementos (sachês ou cápsulas) ou ainda na forma de iogurtes. As fibras, presentes nas frutas, nos vegetais, nos cereais e na forma de suplementos podem ser usadas na dieta, porém após avaliação da tolerância individual.

Deve-se ainda aumentar ingestão de alimentos ricos em Ômega 3 como os peixes de água gelada, especialmente os mais fáceis para se encontrar como salmão e sardinha. O uso dos alimentos ricos em cálcio como os “leites” de soja fortificados e as fontes de magnésio (tofu, soja, tomate) além de chá que auxiliam a eliminação dos gases (melissa, camomila) podem auxiliar o tratamento que é complementado com cuidados com o sono, hidratação, prática da atividade física e diminuição do estresse.

Fonte: Nutrício

Cuidado com as calorias líquidas

Cortar líquidos pode ser mais eficiente do que reduzir a alimentação.
Tomar suco de laranja mais de uma vez ao dia e todos os dias pode engordar
Quem gosta de controlar a alimentação, precisa tomar cuidado com o que os especialistas chamam de calorias invisíveis. Concentradas naquilo que você bebe, ganharam esse nome porque são frequentemente ignoradas por quem está fazendo dieta.


“As pessoas se preocupam com aquilo que comem e não atentam ao que estão colocando no copo. Daí a dieta não dá certo e elas não sabem por quê”, diz a nutricionista funcional Maria Angelina Souza, de Santa Catarina.

Uma lata de refrigerante contém, em média, 150 calorias. Se uma pessoa tomar uma por dia, na hora do almoço, por exemplo, terá acrescido 1050 calorias à semana, o equivalente a quatro hambúrgueres.

“Dependendo do que a pessoa consome, a bebida pode representar até 50% do valor calórico de toda a refeição”, alerta a nutricionista Denise da Motta, de São Paulo.

E os refrigerantes não são os únicos vilões. Suco de frutas em excesso, principalmente os de caixinha, além de serem ricos em conservantes, têm muitas calorias. Um copo de suco de laranja de caixinha, por exemplo, tem em média 140 calorias.

“No entanto, o natural têm fibras, que reduzem o valor calórico e são benéficas ao organismo”, afirma Angelina. “O melhor mesmo é comer uma laranja. Assim é possível aproveitar todas as fibras e reduzir a ingestão calórica”, recomenda Denise.

A opção totalmente saudável e light e indicada pelas especialistas é a água, que pode até ser com gás. Para quem acha a escolha sem graça, Denise dá outras duas opções: suco de limão ou de maracujá.

“As duas frutas contêm pouca frutose e, por isso, poucas calorias”, diz. Mas não vale colocar açúcar, frisa.

Mais eficiente

Quando o assunto é perda de peso, cortar os líquidos pode ser mais eficaz do que diminuir a quantidade de alimento. É o que diz um estudo realizado pelo Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que reduzir apenas uma porção do consumo de bebidas açucaradas, como refrigerante ou sucos artificiais, pode emagrecer meio quilo em seis meses. Ao reduzirem as mesmas calorias em alimentos, o emagrecimento foi cinco vezes menor no mesmo período.

Veja a tabela e confira quantas calorias você está ingerindo a mais por dia, sem perceber.

Bebidas não-alcoólicas:

Água de coco verde - 1 copo de 240 ml - 62 kcal
Café com açúcar - 1 xícara de 50 ml - 33 kcal
Café sem açúcar 1 xícara de 40 ml - 3 kcal
Caldo de cana - 1 copo de 240 ml - 202 kcal
Energético - 1 frasco de 473 ml - 109 kcal
Refrigerante - 1 lata de 350 ml - 137 kcal
Refrigerante Light - 1 lata de 350 ml - 1,5 kcal
Suco de abacaxi natural - 1 copo de 240 ml - 100 kcal
Suco de acerola natural - 1 copo de 240 ml - 36 kcal
Suco de maçã natural - 1 copo de 240 ml - 154 kcal
Suco de manga natural - 1 copo de 240 ml - 109 kcal
Suco de morango natural - 1 copo de 240 ml - 39 kcal

Bebidas alcóolicas:

Aguardente - ½ copo - 120 ml - 277 kcal
Cerveja - 1 lata de 350 ml - 147 kcal
Champanhe - 1 taça de 125 ml - 85 kcal
Chope - 1 tulipa de 300 ml - 180 kcal
Vinho branco doce - 1 taça de 125 ml - 178 kcal
Vinho branco seco - 1 taça de 125 ml - 107 kcal
Vinho Rosé - 1 taça de 125 ml - 93 kcal
Vinho tinto seco - 1 taça de 125 ml - 107 kcal
Vodka - 1 cálice de 20 ml - 48 kcal
Uísque - 1 dose de 100 ml - 240 kcal


Fonte: Universidade Estadual de São Paulo (Unesp)

FDonte: IG

"Não há dieta mágica"

"Não há diferença entre dietas ricas ou pobres em gordura", diz médico.
Pesquisador norte-americano diz que, para perder peso, não importa se as calorias "vêm de abóboras, amendoins ou patê de foie gras".



"Não há dieta mágica", diz Jules Hirsch
Uma caloria é realmente apenas uma caloria? As calorias de um refrigerante causam o mesmo efeito em sua cintura que as calorias de uma maçã ou de um filé de frango?

Durante décadas, essas questões intrigaram os pesquisadores e tanbém aqueles que fazem dieta.
No mês passado, elas ganharam novo destaque com um estudo publicado pela Revista da Associação Médica Americana, que sugere que após perder peso, pessoas com uma dieta rica em gorduras e proteínas queimavam mais calorias que as pessoas que consumiam mais carboidratos.

Questionamos Jules Hirsch – professor e médico-chefe emérito da Universidade Rockefeller, além de pesquisador da obesidade há quase 60 anos – a respeito do atual estado da pesquisa na área. Hirsch, que não recebe dinheiro de empresas farmacêuticas ou da indústria de produtos dietéticos, escreveu alguns trabalhos clássicos que explicam porque é tão difícil perder peso e porque ele geralmente volta.

NYT: O estudo da Revista da Associação Médica Americana chamou muita atenção. As pessoas deveriam fazer dietas ricas em gorduras e proteínas se quiserem emagrecer?
Jules Hirsch: No estudo, eles submeteram 21 pessoas a uma dieta que as fez perder entre 10% e 20% de seu peso. Em seguida, depois que o peso se equilibrou, eles submeteram esses sujeitos a uma de três diferentes dietas de manutenção. Uma delas era pobre em carboidratos e rica em gorduras, ou seja, era basicamente a dieta de Atkins. A outra era o contrário – rica em carboidratos e pobre em gordura. A terceira era um meio termo entre as duas. Na sequência, eles mediram o gasto energético total – em calorias queimadas – e o gasto energético em repouso.

Eles relataram que as pessoas que foram submetidas à dieta de Atkins estavam queimando mais calorias. Portanto, que essa era uma boa dieta. Esse tipo de dieta pobre em carboidratos geralmente possibilita uma maior perda inicial de peso, em comparação com dietas com o mesmo número de calorias, mas com mais carboidratos. Isso porque quando os níveis de carboidratos estão baixos e a gordura alta em uma dieta, as pessoas perdem água, o que pode dificultar o cálculo do gasto total de energia.


A medida de praxe se baseia no número de calorias por unidade de massa corporal magra – a parte do corpo que não é feita de gordura. Quando se perde água, a massa corporal magra diminui, e o número de calorias por massa corporal magra aumenta. É pura matemática. Não existe um abracadabra que traga vantagens imediatas para quem se submete a uma dieta. Essa pessoa perderá água, mas nenhuma gordura.

O estudo não forneceu qualquer informação sobre como os cálculos foram feitos, mas essa é uma possível explicação para os resultados.

NYT: Quer dizer que a coisa toda pode ser apenas uma ilusão? Tudo o que aconteceu foi que essas pessoas perderam água temporariamente, quando se submeteram a dietas ricas em proteínas?
Jules Hirsch: Acho que a ilusão mais importante é a crença de que uma caloria não é uma caloria, e que tudo depende da quantidade de carboidratos consumidos por uma pessoa. Há uma lei imutável da física em ação – a energia consumida é necessariamente igual ao número de calorias dispensadas pelo sistema quando a gordura armazenada se mantém inalterada. As calorias deixam o sistema quando o alimento é utilizado como combustível para o corpo. Para diminuir a quantidade de gordura – ou seja, reduzir a obesidade – é necessário reduzir o número de calorias consumidas aumentar o gasto de calorias com mais atividades físicas, ou fazer ambas as coisas. Essa é uma verdade universal, não importa se as calorias vêm de abóboras, amendoins ou patê de foie gras.

Acreditar no contrário é o mesmo que imaginar que possamos realmente encontrar um motor perpétuo que funcione para resolver os nossos problemas de energia. Isso não vai acontecer, assim como mudar a fonte de calorias não nos permite desobedecer às leis da física.

NYT: O senhor já se perguntou se as pessoas reagem de forma diversa a dietas com composições diferentes?
Jules Hirsch: O Dr. Rudolph Leibel – que atualmente pesquisa obesidade na Universidade de Columbia – e eu selecionamos pessoas com peso normal e as deixamos vivendo em um hospital, onde calculamos o número de calorias que elas receberiam a cada dia, de modo a manter seu peso absolutamente constante, algo bastante difícil de realizar. Para isso, nós utilizamos dietas líquidas com um número exato de calorias.

Nós mantivemos o número de calorias constante, sempre dando aos sujeitos da pesquisa a quantidade necessária para mantê-los exatamente com o mesmo peso. Entretanto, nós variamos dramaticamente a proporção de gorduras e de carboidratos de cada dieta. Algumas delas praticamente não continham carboidratos, enquanto outras quase não continham gordura.

P: O que aconteceu? Algumas dessas pessoas ganharam ou perderam peso inesperadamente, enquanto recebiam dietas com o mesmo número de calorias, mas com diferentes composições?
Jules Hirsch: Não, não há qualquer diferença entre dietas ricas e pobres em gordura.

P: Por que é tão difícil perder peso?
Jules Hirsch: O que seu corpo faz é calcular a quantidade de energia disponível para emergências e para o uso diário. A energia armazenada é o total de tecido adiposo em seu corpo. Agora nós sabemos que existe uma quantidade incontável de hormônios que estão sempre medindo o volume de gordura que possuímos. Seu corpo é levado a comer mais ou menos de acordo com esse mecanismo.

P: Mas se nós possuímos esse tipo de mecanismo, por que as pessoas de hoje são mais obesas que no passado?
Jules Hirsch: Esse maravilhoso mecanismo envolve fatores genéticos e ambientais e é ajustado logo no começo da vida. Ainda não se sabe quanto do ajuste é feito logo após o nascimento e quanto é feito pela alimentação e por outras influências nos primeiros anos de vida. Existem muitas possibilidades, mas nós ainda não sabemos.

NYT: Isso quer dizer que algo aconteceu nos primeiros anos de vida de cada pessoa, de modo a ajustar seu organismo para exigir mais gordura em seu corpo?
Jules Hirsch: Sim.

NYT: O que você diria às pessoas que desejam perder peso?
Jules Hirsch: Eu as aconselharia a optar por uma dieta com menos calorias. Elas devem comer o que sempre comeram, mas em menor quantidade. Isso precisa ser calculado com cuidado. As pessoas devem comer o mínimo necessário para viverem bem e devem fazer mais exercícios.

NYT: Não existe uma dieta mágica, ou ao menos uma dieta preferencial?
Jules Hirsch: Não. Algumas dietas podem ser melhores por razões médicas, mas não para o controle de peso. As pessoas inventam novas dietas o tempo todo – afinal, por que não comer pistache à meia-noite quando a lua está cheia? Nós já vimos todos os tipos de dieta imagináveis. Mas, ainda assim, as pessoas sempre inventam alguma novidade.


Fonte: IG

sábado, 21 de julho de 2012

Dicas para ganhar massa muscular

Veja aqui quais são os alimentos certos para ganhar massa muscular rapidamente e faça a sua dieta.




A alimentação é cada vez mais esquecida pelos brasileiros e isto é um grande erro já que é através dela que podemos manter nosso peso ideal, ter saúde e evitarmos uma série de doenças. Mas tudo isto só é possível uma vez que nos alimentamos de forma correta. Se fizermos o contrário, ingerindo alimentos totalmente dispensáveis a uma boa dieta a alimentação age de forma contrária e será uma das causadoras de inúmeros problemas em nossa vida.

Muitas pessoas procuram informações sobre os alimentos com maior teor glicêmico, com poucas calorias ou aqueles ricos em fibras. É muito comum encontrar sites e informações sobre estes assuntos. Mas você sabe quais são os alimentos que são indicados para o ganho de massa muscular? Há os alimentos corretos para se ganhar massa muscular rapidamente, sem para isto, colocar a saúde em risco com o ganho exagerado de peso.
Se você não sabe quais alimentos incluir na dieta para ganho de massa muscular, você precisa prestar atenção nestas dicas que seguem, pois poderá ser o grande segredo para que você possa finalmente conquistar aquela forma física que tanto queria.


Para você ter uma ideia, o peito de frango sem pele é um dos alimentos que não podem faltar na dieta dos fisiculturistas. Isso acontece porque o peito de frango é um alimento rico em proteínas e pobre em carboidratos e gordura. 100g de peito possui 23g de proteínas, 0g de carboidrato e 0g de gordura.

Se você deseja melhorar sua massa muscular, inclua este alimento em quantas refeições quiser, e combine-o com saladas, arroz integral, macarrão integral ou qualquer outra forma de sua preferência.


Outro alimento que não pode faltar no seu cardápio é o atum. Rico em ácidos graxos (gorduras boas) e com alto teor de proteínas. Em 100 g de atum você tem 23 g de proteína, 3 g de carboidratos e 9g de gorduras, mas lembre-se que esta gordura faz bem ao organismo, pois ela aumenta a produção da testosterona e do hormônio do crescimento. Sempre que possível, tenho o atum à mesa, nas principais refeições do dia.
A batata doce também é outro alimento super indicado para ganhar massa muscular. Ela não é tão rica em proteínas, mas possui muitos carboidratos de teor glicêmico baixo. Isso faz com que o organismo possa consumir de forma gradual a energia e a insulina possa ser liberada de forma mais controlada dentro do corpo.



Consumir alimentos ricos em proteínas é essencial, mas se você quer ganhar massa muscular não pode deixar de lado os alimentos que são ricos em carboidratos, pois eles é que irão conferir a energia necessária para você ter disposição e força na hora dos exercícios físicos.


Mas como há diferença de pessoa para pessoa, o ideal é que você converse com seu médico ou nutricionista, para que ele possa lhe avaliar e recomendar a dieta correta para o seu caso.

Dietas com baixo de teor de gordura podem reduzir ondas de calor da menopausa




Alimentação com pouca gordura pode reduzir os "fogachos" e os suores noturnos da menopausa

Dietas com baixo teor de açúcar são mais eficientes e saudáveis, diz estudo Teste constata gordura trans escondida no rótulo de alimentos industrializados Soja melhora sintoma de menopausa, diz estudo americano Uma nova pesquisa descobriu que, além dos benefícios conhecidos, dietas com baixo teor de gordura também podem reduzir as ondas de calor e os suores noturnos da menopausa.

Os cientistas estudaram 17.473 mulheres na menopausa que não faziam terapia de reposição hormonal. Entre as participantes, 40% receberam um plano de dieta com baixo teor de gorduras e rico em frutas, hortaliças e cereais integrais. Elas visitaram nutricionistas periodicamente com o intuito de assegurar a realização da dieta. As outras mantiveram sua dieta costumeira. Todas as participantes registraram em detalhes a intensidade das ondas de calor e dos suores noturnos.

De modo geral, as mulheres do grupo que realizou a dieta estavam 14% mais propensas a eliminar esses sintomas no primeiro ano do estudo do que as do outro grupo. Essa diferença continuou depois que fatores como peso inicial, tabagismo, etnia e outros foram levados em conta.

As mulheres em dieta estavam três vezes mais propensas a perder peso do que as que continuaram com sua alimentação habitual. Entretanto, mesmo as participantes do grupo em dieta que ganharam peso estavam mais propensas a eliminar ou reduzir os sintomas da menopausa.

"Precisamos realizar mais pesquisas para descobrir quais aspectos da dieta estão relacionados aos sintomas vasomotores", afirmou a principal autora do estudo e pesquisadora da Kaiser Permanente de Oakland, na Califórnia, Candyce H. Kroenke. "Contudo, se a perda de peso ocorre em um contexto de alteração para uma dieta saudável, talvez essa seja uma forma de eliminar as ondas de calor."

Fonte: UOL

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Sedentarismo mata tanto quanto cigarro

Estudo mostra que ausência de atividade física é responsável por uma em cada 10 mortes por doenças cardíacas, diabetes e câncer.




Sedentarismo mata como o cigarro
Um estudo divulgado a poucos dias do início das Olimpíadas diz que a falta de exercícios tem causado tantas mortes quanto o tabagismo.


A pesquisa, publicada na revista médica Lancet, estima que um terço dos adultos não tem praticado atividades físicas suficientes, o que tem causado 5,3 milhões de mortes por ano em todo o mundo.

A inatividade física é responsável por uma em cada dez mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama e do cólon, diz o estudo.
Os pesquisadores dizem que o problema é tão grave que deve ser tratado como uma pandemia. Eles afirmam que a solução para o sedentarismo está em uma mudança generalizada de mentalidade e sugerem a criação de campanhas para alertar o público dos riscos da inatividade, em vez de lembrá-lo somente dos benefícios da prática de esportes.

Segundo a equipe de 33 pesquisadores vindos de centros de vários países diferentes, os governos deveriam desenvolver formas de tornar a atividade física mais conveniente, acessível e segura. Um dos coordenadores da pesquisa é Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas.

"Com as Olimpíadas 2012, esporte e atividade física vão atrair uma tremenda atenção mundial, mas apesar do mundo assistir a competição de atletas de elite de muitos países, a maioria dos espectadores será de sedentários," diz ele.
"O desafio global é claro: tornar a prática de atividades físicas como uma prioridade em todo o mundo para aumentar o nível de saúde e reduzir o risco de doenças".

No entanto, a comparação com o cigarro é contestada por alguns especialistas. Se o tabagismo e a inatividade matam o mesmo número de pessoas, o número de fumantes é bem menor do que o de sedentários, tornando o tabaco muito mais perigoso.

Para Claire Knight, do Instituto de Pesquisa de Câncer da Grã-Bretanha, "quando se trata de prevenção de câncer, parar de fumar é de longe a coisa mais importante que você pode fazer".
América Latina

Na América Latina e no Caribe, o estudo mostra que o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama e do cólon.

No Brasil, esse número sobe para 13,2%. Os países com as populações mais sedentárias da região são Argentina, Brasil e República Dominicana. O com a população menos sedentária é a Guatemala.

A inatividade física na América Latina seria a causa de 7,1% dos casos de doenças cardíacas, 8,7% dos casos de diabetes tipo 2, 12,5% dos casos de câncer de mama e 12,6% dos casos de câncer de cólon.

No Brasil, ela é a causa de 8,2% dos casos de doenças cardíacas, 10,1% dos casos de diabetes tipo 2, 13,4% dos casos de câncer de mama e 14,6% dos casos de câncer de cólon.

A doutora I-Min Lee, do Hospital Brigham e da Escola Médica da Universidade de Harvard, que dirigiu o estudo, assinalou que todos esses casos poderiam ter sido prevenidos se a população de cada país e cada região fosse mais fisicamente ativa. Ela diz que na região das Américas poderiam ser evitadas cerca de 60 mil mortes por doenças coronárias e 14 mil mortes por câncer de cólon.

Desafio global

É recomendado que adultos façam 150 minutos de exercícios moderados, como caminhadas, ciclismo e jardinagem, toda a semana. O estudo indica que as pessoas que vivem em países com alta renda per capita são as menos ativas.

Entre os piores casos está a Grã-Bretanha, onde dois terços da população não se exercitam regularmente. A presidente da Faculty of Public Health, órgão que formula políticas e normas de saúde pública da Grã-Bretanha, professora Lindsey Davies, diz que "precisamos fazer o possível para que as pessoas cuidem da sua saúde e façam atividade física como parte da vida cotidiana".
"O ambiente em que vivemos tem um papel importante. Por exemplo, pessoas que se sintam inseguras no parque mais próximo vão evitar de usá-lo."

Fonte: IG

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Bolinhos de Batata, Cenoura com e Queijo Light



número de porções = 26


Valor nutricional e calórico por porção

calorias = 36 kcal

carboidratos = 4.86 g

proteínas = 1.43 g

lipídios = 1.67 g


Ingredientes

- 2 xícaras (chá) de batatas cozidas e amassadas

- 2 cenouras cozidas

- 1 tomate sem pele e sementes em cubos

- sal e pimenta a gosto

- suco de 1 limão

- 1 cebola

- 1 colher (sopa) de salsinha picada

- ¼ xícara (chá) de farinha de trigo

- 100 g de ricota

- 1 colher (sobremesa) de azeite


Modo de Preparo

Passe as cenouras cozinhas no liquidificador. Aqueça o azeite, coloque a cenoura batida e acrescente a cebola, o tomate, pimenta e o sal. Quando ferver, acrescente as batatas, salsinha e a ricota e despeje a farinha e deixe cozinhar até soltar da panela. Retire e deixe esfriar. Leve para gelar. Divida a massa e molde os bolinhos. Asse em uma fôrma untada.

Fonte: Cyber diet

Pastel de forno de queijo com escarola




Número de porções = 30 unidades


Valor nutricional e calórico por porção

Calorias: 56kcal

Carboidratos: 6,40g

Proteínas: 3,07g

Lipídios: 2,24g


Ingredientes


Massa

1 saquinho de fermento biológico

1 xícara de chá de leite desnatado morno

25ml de óleo

1 colher de café de sal

1 xícara de chá de farinha de trigo integral

1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo



Recheio

2 colheres de sopa de azeite

1 cebola picada

2 tomates picados

Quanto baste de pimenta síria

1 alho poró

200g de mussarela light em tiras

1 maço de escarola em tiras

1 colher de café de sal

Quanto baste de salsinha picada



Modo de preparo

Bata todos os ingredientes da massa, menos as farinhas, no liquidificador. Acrescente aos poucos as farinhas, misture até ficar uma massa firme ou que desgrude das mãos. Coloque filme plástico nesta massa e deixe descansar por 30 minutos na geladeira.

Em uma panela aquecida adicione o azeite, refogue todos os ingredientes do recheio menos o queijo e a salsinha picada. Depois de tirar do fogo acrescente os dois. Misture e reserve.



Montagem:
Retire a massa da geladeira. Faça bolinhas e abra a porção na palma da mão e recheie com cerca de 1 colher de sobremesa. Feche e faça um formato de meia lua. Deixe crescer por 20 minutos. Asse no forno médio por cerca de 30 minutos.

Fonte: Cyber Diet

sábado, 14 de julho de 2012

Quatro atalhos para uma vida mais saudável

Melhorar a saúde implica menos esforço do que você imagina. Confira as desculpas mais frequentes para não ser saudável e como driblá-las.



Vá a pé e de tênis: resolver tudo caminhando é uma forma de trazer mais exercício para a rotinaDepois das academias que oferecem aulas de 30 minutos no intervalo do almoço, dos incentivos ao uso das bicicletas nas cidades, da invasão dos alimentos orgânicos e dos fast-foods de saladas, as desculpas para não ter uma vida um pouco mais saudável estão ficando escassas.
O cardiologista Antonio Carlos Till alerta: 65% das doenças que afetam a população do planeta estão justamente relacionadas a hábitos de vida não saudáveis.

Embora alimentação balanceada e atividade física regular formem a dupla indicada por unanimidade pelos especialistas em saúde e qualidade de vida, ainda há quem diga não ter tempo para nem uma coisa nem outra.

É para essas pessoas que listamos alguns atalhos para tornar a vida um pouco melhor e, de quebra, ainda prevenir doenças. Confira as desculpas mais frequentes para não ser saudável e como driblar isso com menos esforço do que você imagina. Não, não é o ideal. Mas, objetivamente, já é um bom começo.

1. Não consigo malhar três vezes por semana

O que dá para fazer: “Se você não tem tempo para a prática regular de caminhadas, existem opções para se manter fisicamente ativo. Trocar o elevador pelas escadas é uma opção factível para quem não consegue tempo específico para se exercitar” sugere a cardiologista e especialista em fisiologia do exercício Renata Castro.

Atividades domésticas como jardinagem, limpeza e arrumação também consomem calorias. No trabalho, evite enviar e-mails para colegas que sentam a poucos metros de distância da sua mesa. Que tal ir pessoalmente até o colega e conversar? Além de ser mais produtivo para a resolução de problemas no trabalho, o convívio social será aumentado e você, de quebra, gastará algumas calorias amais levantando da cadeira. Veja também: O certo e o errado das posturas do dia a dia

2. Não como quatro porções de frutas ao dia

O que dá para fazer: Consumir frutas secas e usar polpa congelada no preparo de smoothies pode ajudar. Trocar o pacote de salgadinho por uma porção de cereal integral é outra solução paliatica que vale tentar. Levar na bolsa porções de frutas desidratadas (já há uma ampla variedade à venda nos supermercados) idem.

“Sucos de frutas também são boas opções nesses casos, pois as frutas são fonte de vitaminas. Mas não se esqueça de acrescentar folhas, verduras e legumes, que vão ajudar na ingesta de minerais”, orienta a nutricionista Tatiana Rom. Leia: 20 maneiras de colocar mais frutas e verduras na dieta

3. Não encontro tempo para comer direito no trabalho
O que dá para fazer: Lanchinhos entre as refeições podem ser práticos. Nozes, castanhas, frutas secas e frutinhas são consumidos em pouco tempo e não são difíceis de carregar. Suco de caixinha pode ser uma outra opção nesses casos – só evite que contêm adição de açúcar na formulação.

“O importante é evitar alimentos ricos em gorduras saturadas, como frituras e salgadinhos ao longo do dia” diz Tatiana. Beber água em quantidade adequada também é importante. Uma dica para cultivar o hábito é ter uma garrafinha ao lado da mesa de trabalho e ir repondo ao longo do expediente. Leia: 15 opções magras de lanche

4. Não tenho tempo para me cuidar
O que dá para fazer: Conseguir dormir de seis a oito horas por dia já é um bom começo – sem descanso o corpo não consegue funcionar direito. Outro bom começo: cuide dos seus dentes, escovando-os após as três grandes refeições e usando o fio dental ao menos uma vez por dia. Aprender a respirar para aliviar o estresse é outra coisa simples que pode ajudar em muito na qualidade de vida. E, por fim, um sábio conselho de especialista:

“Sempre que possível indico que se faça os percursos necessário a pé, de tênis. E isso, objetivamente, incentiva a pratica de outras atividades, tem impacto na perda de peso e evita doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, além das doenças coronarianas”, diz a médica Lisângela Preissler.

Fonte: IG

Como evitar excessos ao comer fora de casa

Conheça um método que adota técnicas de conscientização e estratégias elaboradas por especialistas em nutrição e comportamento.


Restaurante: conscientização é a chave para não engordar comendo fora, ensinam especialistas
É fácil comer demais em restaurantes. Mas pesquisadores da Universidade do Texas, em Austin (EUA), desenvolveram uma estratégia que ajudou um grupo de mulheres de meia-idade que comem fora com frequência a evitar o ganho de peso e até mesmo a perder alguns quilos.
Os pesquisadores batizaram a técnica de “Comer Consciente no Restaurante” e ensinaram as mulheres a prestarem atenção ao que comiam e a como se sentiam enquanto faziam isso.

O objetivo era obter satisfação com porções menores e abandonar os talheres no prato antes de se sentirem muito cheias.

“Comer fora se tornou uma parte importante da nossa cultura. Fazer isso frequentemente, consumindo alimentos altamente calóricos em grandes porções contribui para a ingestão de calorias em excesso e para o ganho de peso”, diz a principal autora do estudo, Gayle Timmerman – ela é professora-associada de enfermagem.

“E, convenhamos, dizer às pessoas para deixarem de comer fora não é viável.” Tampouco é razoável ficar dizendo às pessoas para comerem apenas opções de baixa caloria, defende.

“Você não pode simplesmente dizer: 'Escolha os legumes cozidos no vapor’. As pessoas não saem para comer legumes no vapor. Elas comem fora buscando algo que não comem em casa.”
Por conta disso, afirma Timmerman, é preciso criar estratégias para ajudar a evitar o excesso de calorias nas refeições fora de casa, permitindo que as pessoas sigam podendo desfrutar da experiência sem se tornarem obesas.

O estudo, publicado na edição de janeiro e fevereiro do Journal of Nutrition Education and Behavior, foi feito com 35 mulheres de idades entre 40 e 59 anos, que comiam fora pelo menos três vezes por semana e que estavam, em sua maioria, com sobrepeso ou obesas. Comer fora significava fazer qualquer refeição – café da manhã, almoço ou jantar – fora de casa ou mesmo tomar um café com leite e bolo no Starbucks.

Cerca de metade das mulheres participaram sessões semanais de grupo, de duas horas, durante seis semanas, nas quais o foco era a redução de calorias e gorduras ingeridas ao jantar fora, enquanto a outra metade ficou em lista de espera. As sessões abordaram os fundamentos da Nutrição, o tamanho das porções, e informações sobre calorias e teor de gordura dos alimentos.

Essas mulheres também aprenderam estratégias específicas para usar quando jantassem fora, como, por exemplo, quais são os alimentos que menos engordam no cardápio de restaurantes mexicanos e italianos.

Entre as dicas estavam:

1. Quando fizer o pedido, peça ao garçom que traga uma embalagem para viagem junto com a refeição e reserve a metade dela para levar para casa antes mesmo de começar a comer. “Pesquisas mostram que quando você tem menos comida no prato, come mais devagar, o que ajuda você a se sentir mais saciado”, diz Timmerman. “Se esperar para colocar a comida na caixa, você tende a pensar ‘Bem, eu não quero desperdiçá-la’ e antes que perceba, tem um prato limpo na sua frente.

2. Peça sempre à la carte. Se você realmente não quer comer três tacos, arroz e feijão, peça apenas dois tacos e fim de papo. E mais: “peça o molho à parte para ter certeza de que não está recebendo mais calorias com as quais você não contava ou que você sequer deseja”, diz Timmerman.

3. Se está em dúvida entre levar para casa ou deixar no prato aquele restinho, deixe no prato. “Gosto de focar a escolha nas ‘calorias amadas’ e evitar as ‘calorias odiadas’”, conta Timmerman. “Coma os alimentos que você ama, e deixe de lado os alimentos neutros, que fazem pouca diferença para você. Eu, por exemplo, não sou fã de arroz. Então, quando como fora, peço ao garçom para nem trazer o arroz. Estamos o tempo todo comendo ‘calorias odiadas’ que não estamos particularmente amando comer.” As exceções, acrescentou Timmerman, são os alimentos altamente nutritivos. “Você pode não ser um grande fã de brócolis, mas deve comê-lo mesmo assim.”

4. Divida, seja o prato principal, uma porção de batatas fritas ou a sobremesa. Seja criterioso com o que vai comer e saboreie cada pedaço. “Suponhamos que você decida comer batatas fritas. Mastigue uma por uma, devagar, prestando atenção ao prazer que sente com a textura, o cheiro e o gosto. Depois, é bom se perguntar: ‘Será que eu realmente preciso comer uma porção inteira delas para me sentir satisfeito ou posso comer apenas um punhado?’”

5. Concentre-se em como se sente ao comer. O corpo leva cerca de 20 minutos para se dar conta de que está cheio e pesquisas já mostraram que comer mais devagar pode evitar o comer em excesso, dando ao cérebro tempo de registrar a sensação de saciedade. Segundo Timmerman, mastigar os alimentos por mais tempo também pode ajudar a diminuir o ritmo e a favorecer a sensação de saciedade.

6. No restaurante chinês, escolher arroz no vapor em vez de frito pode reduzir em 100 calorias ou mais a refeição. Em casas de filé, peça ao garçom um corte de carne magra e, ao comer comida italiana, um molho a marinara é uma escolha melhor do que o cremoso Alfredo. Parmesão de berinjela? Não se deixe enganar pelo vegetal. A berinjela absorve óleo como poucos vegetais e, na maioria das vezes, é um prato extremamente calórico.

7. Na pizzaria, lembre que salsicha e pepperoni são lotados de calorias. Uma pizza vegetariana é, naturalmente, uma boa escolha. Mas se você não gosta de brócolis e cogumelos, aposte no lombo canadense – ele tem menos calorias do que as outras carnes.

Para as mulheres no estudo, aprender esses recursos pareceu funcionar. Embora a intenção da pesquisa fosse apenas impedi-las de ganhar peso, depois de seis semanas, elas realmente perderam uma média de aproximadamente 3 a 4 quilos. Diários alimentares mostraram que elas também passaram a comer cerca de 300 calorias a menos por dia.

Isso é uma ótima notícia, diz Joy Dubost, nutricionista e porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética.

“Às vezes você ouve na mídia, ou até mesmo nutricionistas aconselhando: ‘se você quer perder peso, não coma fora’. Mas é possível fazer isso, aproveitar e realmente perder peso com este programa”, afirma ela.

Os diários alimentares das participantes do estudo mostraram ainda que elas estavam consumindo menos calorias em casa. Sendo assim, a perda de peso foi, provavelmente, resultado de uma mudança geral nos hábitos alimentares, e não apenas de quando elas saíam para jantar fora, Dubost acrescenta.

Para qualquer um tentando técnicas semelhantes, uma das chaves é planejar com antecedência as escolhas alimentares, antes mesmo de chegar ao restaurante. É válido pesquisar o conteúdo nutricional dos pratos do menu no site do restaurante, lembra Timmerman.

“Você precisa ter um plano. É muito fácil de consumir calorias extras, até intencionalmente. No ambiente alimentar que temos hoje, não podemos nos dar ao luxo de não prestar atenção. Ou vamos ganhar peso”, diz Timmerman.

Pesquisas prévias mostraram que as pessoas consomem cerca de 230 calorias extras nos dias em que comem fora. Para John E. Lewis, professor associado de psiquiatria e ciências comportamentais da Escola de Medicina da Universidade de Miami, focar nos aspectos sociais, mentais e emocionais do comer em excesso faz muito sentido.

“Técnicas de conscientização estão ganhando em popularidade para um monte de condições de saúde, e particularmente para pessoas que precisam perder peso", diz ele.

E, ainda assim, nunca é demais lembrar que comer fora com muita frequência – seja em fast-foods ou restaurantes com bufê livre – é parte do problema, diz ele. Cozinhar refeições saudáveis em casa ainda é a melhor escolha para a sua dieta, sugere ele.

Fonte: IG

Aprenda a cortar calorias

Conheça maneiras simples e eficazes para reduzir um pouco o consumo total de calorias que você ingere diariamente.


Comida na caixa: a melhor dica para não comer demais é colocar a porção em um prato.
Quanto o assunto é controlar o peso de maneira saudável, mesmo os pequenos passos contam. Na verdade, as pequenas mudanças na alimentação e na quantidade de atividades físicas têm um impacto muito mais positivo sobre a saúde do que as atitudes drásticas. Isso porque estas pequenas mudanças são a forma mais factível – e menos dolorosa – de cultivar hábitos saudáveis e fazê-los durar ao longo da vida, garantem os especialistas.
Dietas extremas e exercícios exaustivos podem funcionar muito bem no início, mas raramente sobrevivem ao passar do tempo. E como o peso é uma questão de equilíbrio entre as calorias que se come e as que gasta, a maioria das pessoas poderia facilmente cortar por volta de 100 calorias do consumo diário sem muita dificuldade. Não é difícil. Quer ver?

Emagreça a sua bebida favorita de café optando por leite desnatado em vez de integral e adoçe usando adoçante em vez de açúcar
•Retire com uma faca a gordura da carne bovina, suína e de frango
•Remova completamente a pele do frango antes de preparar ou mesmo de comer
•Troque o sorvete normal pela versão light, com leite desnatado, menos gordura e menos açúcar
•Substitua o salgadinho por vegetais crus (minicenoura, salsão em palitos, erva-doce picada, raminhos de brócolis). Se quiser, use um molho light feito com iogurte desnatado, pimenta-do-reino moída e cebolinha picada.


Veja a seguir outras ideias para cortar calorias da ingestão diária quase sem perceber:

Diminua os pratos. usar louças menores realmente ajuda a comer menos, pois a tendência é sempre enchermos o prato e depois comermos tudo o que está nele. Se você colocar uma quantidade menor de comida em um prato menor, o cérebro acha que o corpo está ganhando mais alimento. E você estará comendo menos.

Saboreie as refeições. Comer devagar ajuda a consumir apenas o que o corpo precisa para se sentir saciado. Comer muito rápido (em menos de 20 a 30 minutos) leva a excessos e à sensação de desconforto depois da refeição.
Deixe um pouco de comida no prato. Isto é especialmente importante se você cresceu ouvindo dos seus pais que era sua obrigação “limpar o prato”. Deixando umas duas ou três garfadas de lado, você pode se concentrar mais nos sinais internos de satisfação e menos em comer só porque a comida está no prato.

Não coma diretamente no saco nem na caixa. Quando você faz isso, as chances de seguir comendo até terminar totalmente o conteúdo da embalagem são altíssimas – e não importa quantas porções ela contém. Em vez disso, coloque uma porção em uma tigela e guarde o resto.
Escolha seu copo certo. Sim, assim como os pratos, eles também enganam os olhos. Quando os copos são curtos e largos, a tendência é enchê-los e com isso beber mais. Para qualquer coisa que não seja água, use sempre um copo mais fino e alto.

Pense um momento antes de escolher sua bebida. Líquidos com alto teor calórico, como refrigerantes, sucos, energéticos, cafés especiais e álcool somam calorias ao consumo diário da mesma forma que os alimentos sólidos. Sempre que possível, escolha água.

Fonte: IG

sexta-feira, 13 de julho de 2012

20 maneiras de comer mais frutas e vegetais

Mudar o recheio da pizza e manter vegetais cortados na geladeira são algumas formas de fazer isso. Veja outras.



Sempre à mão: manter vegetais cortados em casa é uma das dicas para melhorar a dieta
Montar um prato saudável é fácil quando você ocupa metade dele com frutas e legumes. Fazer isso também é uma ótima maneira de acrescentar mais cor, sabor e textura à dieta – além de mais vitaminas, minerais e fibras.

Você é o que você come

A American Dietetic Association (ADA), associação norte-americana que reúne profissionais de nutrição e nutrologia orienta: a meta diária de consumo de vegetais deve ser pelo menos duas xícaras de frutas e duas xícaras e meia de vegetais.

Achou difícil fazer isso? Não é mesmo. Veja a seguir algumas dicas retiradas do site da ADA – elas foram elaboradas por especialistas – para acrescentar mais frutas e verduras na alimentação diária:

1. É possível usar uma grande variedade de vegetais como recheio da pizza. Tente espinafre, brócolis, pimentão verde, tomates, cogumelos e abobrinha

2. Prepare um smoothie de café da manhã batendo no liquidificador leite desnatado, morangos congelados e uma banana

3. Faça um wrap vegetariano com legumes assados e queijo magro enrolados em uma tortilha de trigo integral

4. Troque o salgadinho por legumes crocantes mergulhados em um molho com pouca gordura (tente ricota com tempeiro verde ou queijo cremoso light com cebolinha picada)

5. Grelhe vegetais coloridos com tomate, pimentão verde e vermelho, cogumelos e cebola e embrulhe-os num pão pitta integral

6. Adicione cor às saladas usando cenoura baby, tomate sweet grape (ou tomate-cereja), folhas de espinafre ou pedacinhos de tangerina

7. Mantenha vegetais limpos e cortados na geladeira e use-os para preparar pratos rápidos, para fazer lanches no meio da tarde ou para matar aquela vontade súbita de comer algo. Tenha sempre à mão: pimentão vermelho, verde ou amarelo, brócolis ou couve-flor, cenoura, aipo, pepino, ervilhas ou rabanetes

8. Em casa, posicione frutas coloridas onde todos podem facilmente vê-las e pegá-las para levar de lanche. Mantenha uma bacia frutas maduras inteiras ou cortadas em pedaços no centro da cozinha ou na mesa do jantar

9. Ouse mais e misture frutas aos alimentos. Purê de maçãs, morangos, pêssegos ou peras batidos no liquidificador dão molhos encorpados, que podem ser usados em panquecas, waffles e torradas, ou em frutos do mar ou aves grelhadas ou assadas

10. Adicione legumes ao omelete. Transforme qualquer omelete em uma refeição saudável com brócolis, abóbora, cenoura, pimentão, tomate, cebola e queijos com baixo teor de gordura

11. Acrescente frutas e legumes aos sanduíches. Para dar um toque especial, tente abacaxi, maçã, pimentão, pepino e tomate como recheios

12. Acorde com frutas. Crie o hábito de adicionar frutas ao cereal matinal ou ao iogurte pronto

13. Recheie a batata cozida com brócolis e um queijo com baixo teor de gordura

14. Prepare no micro-ondas uma xícara de sopa de legumes e consuma como um lanche ou com acompanhamento do sanduíche do almoço

15. Adicione vegetais ralados, triturados ou picados, como abobrinha, espinafre e cenouras à sua receita de lasanha, bolo de carne, purê de batatas, molho de macarrão e arroz

16. Faça da fruta a sua sobremesa: fatie uma banana ao comprido, cubra com uma colher de frozen iogurte e polvilhe com uma colher de sopa de nozes picadas.

17. Abasteça seu freezer com legumes congelados para preparar no vapor

18. Faça de prato principal uma salada de folhas verde-escuras com outros vegetais coloridos. Adicione grão-de-bico ou soja fresca e cubra com um molho com baixo teor de gordura

19. Faça espetinhos com abacaxi, pêssegos e banana, e grelhe-os em fogo baixo até as frutas fiquem quente e ligeiramente douradas

20. Ideias de petiscos levinhos e deliciosos: pedaços de pão pitta integral com pasta de grão-de-bico ou pasta de beringela, morangos ou maçã fatiados com iogurte sem gordura e biscoitos de arroz com compota de maçã.

Fonte: IG

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Alimentos antienvelhecimento

Eles são chamados assim porque estão cheios de antioxidantes. Saiba como agem esses compostos que ajudam a combater os sinais da idade e a proteger o corpo de doenças.



Alimentos antioxidantes: eles ajudam a prevenir o envelhecimento das células e até a evitar doençasEles ficaram famosos pela capacidade de combater os radicais livres no organismo e com isso retardar o envelhecimento das células.

Mais recentemente, pesquisas indicam que, inseridos na alimentação diária, ao antioxidantes auxiliam na boa saúde do organismo e podem inclusive ajudar a proteger o organismo do câncer e de doenças do coração.
Os efeitos dos antioxidantes na prevenção de doenças crônicas têm sido estudados há alguns anos, informa a nutricionista Milene Amarante Pufal, do Centro da Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS.

“A função deles é combater os chamados radicais livres, que afetam negativamente o organismo e são produzidos naturalmente pela respiração e na produção de energia”, explica Milene.

Entre os alimentos mais ricos em antioxidantes estão os vegetais verdes folhosos – especialmente as ervas aromáticas. Sobre isso, aliás, a nutricionista dá uma dica importante: eles são melhor aproveitados quando o alimento que os contém é ingerido in natura.
As principais vitaminas antioxidantes são A, C e E, ensina a nutricionista Karina Barros. Portanto, frutas e verduras em geral são alimentos ricos nestas substâncias.

“Entre elas, algumas são capazes de agir combatendo os radicais livres, como o licopeno, encontrado no tomate, e os polifenóis, encontrados em chás, suco de uva, azeite de oliva e frutas oleaginosas” diz Karina.
Os cientistas no Instituto Nacional do Envelhecimento, uma divisão dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos criaram um método para medir a capacidade antioxidante de alimentos, a tabela ORAC (do inglês, Oxygen Radical Absorbance Capacity).

“O método ORAC é interessante para saber a capacidade de antioxidação de um alimento, mas ter uma dieta saudável e variada já é capaz de garantir o equilíbrio entre as substâncias oxidantes e antioxidantes no organismo”, ressalta a nutricionista Karina Barros, lembrando que é importante haver equilíbrio entre os compostos oxidantes e antioxidantes para a manutenção da boa saúde.

Elas são ricas em antioxidantes: leia o nosso dossiê sobre as frutas vermelhas

“Quando há um desequilíbrio entre essas substâncias e um excesso de radicais livres formados, ocorre o estresse oxidativo. É ele que danifica as células e os tecidos, e pode ser responsável pelo início do envelhecimento precoce e de muitas doenças”, esclarece a nutricionista.

Conheça os principais compostos antioxidantes encontrados nos alimentos:

Vitamina E – também previne a oxidação da LDL, o mau colesterol. É encontrada em: avelãs, nozes, sementes, óleo de peixe

Vitamina C – também age nutrindo as células e protegendo-as de danos causados pelos oxidantes. É encontrada em: morango, laranja, abacaxi ou kiwi

Carotenoides – o betacaroteno e o licopeno pertencem a este grupo. São encontrados em: cenoura, frutas vermelhas, tomate, abóbora, damasco, beterraba, pitanga, mamão, manga e batata-doce

Polifenois – o resveratrol e os flavonoides são os principais integrantes do grupo. São encontrados em: alface roxa, couve, chocolate, canela, orégano, azeite, chá, rúcula, espinafre, brócolis, uva, banana, goiaba, gengibre, nozes, cravo e vinho tinto.

Fonte: IG

terça-feira, 10 de julho de 2012

Anvisa suspende venda de suplemento alimentar com estimulante proibido

Substância suspensa é fabricada por empresa desconhecida e aumenta o rendimento atlético. Consumo pode causar graves danos à saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta terça-feira a distribuição, a divulgação, o comércio e o uso do suplemento alimentar Oxielite Pro. A medida é válida em todo País. De acordo com o órgão, o produto, fabricado por empresa desconhecida, possui a substância dimethylamylamine (DMAA) na composição, um estimulante que ajuda a emagrecer e aumenta o rendimento atlético.

Na última terça-feira (3), o DMAA foi incluído na lista de substâncias proscritas no Brasil, o que impede a importação de suplementos alimentares que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Além do Oxielite Pro, o DMAA é encontrado na composição de suplementos alimentares como Jack3D e Lipo6 Black.

Por meio de nota, a Anvisa alertou que o consumo de suplementos alimentares pode causar graves danos à saúde. Muitos deles são comercializados irregularmente no país, sem terem passado por nenhum tipo de avaliação de segurança.
Alguns desses produtos contêm ingredientes que não são seguros para o uso em alimentos, como estimulantes e hormônios, segundo a agência reguladora. Os suplementos alimentares também podem conter substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.

“Os agravos à saúde humana podem englobar efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte”, alertou o órgão.

O comunicado destaca ainda que o forte apelo publicitário e a expectativa de resultados rápidos contribuem para o uso indiscriminado dos suplementos alimentares por pessoas que desconhecem os riscos envolvidos no consumo.

No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos, como cápsulas e tabletes, só podem ser vendidos depois de avaliados e com registro na Anvisa.

Orientações para evitar o uso de suplementos alimentares não autorizados no País:

- Promessas milagrosas e de ação rápida, como “Perca 5 kg em 1 semana!”;
- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de celulite e melhora da pele;
- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites e emagrecimento;
- Uso de imagens e/ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;
- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;
- Uso de fotos de pessoas hipermusculosas ou que façam alusão à perda de peso;
- Uso de panfletos e folders para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;
- Produtos comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

Recomendações para quem usa ou pretende consumir suplementos alimentares:

- Solicite auxílio de um nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados;
- Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”.Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;
- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA (dimethylamylamine) na composição devem buscar orientação com a autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos suplementos;
- Mais informações podem ser obtidas na central de atendimento da Anvisa pelo telefone 0800 642 9782.

Fonte: IG

Prisão de ventre ou Intestino preso

Conheça os alimentos que são imbatíveis na luta contra o incômodo.



Quem sofre com a tão conhecida prisão de ventre sabe o tamanho do incômodo que ela representa. Mau humor, pele marcada e estômago inchado tornam os dias quase insuportáveis. Veja o que pode ajudar a acabar com este problema.
Alimentos Crus: Comer verduras e legumes crus rende, além de muitas vitaminas, fibras para o seu organismo. Mastigue bem cada bocado e, em no máximo dois dias, você já vai notar a diferença.


Como acabar com a prisão de ventre?

Frutas com bagaço: O bagaço das frutas ajuda na formação do bolo fecal. Chupe laranja e mexerica, por exemplo, sem descartá-lo. Fazendo isso uma vez por dia, o seu intestino passa a funcionar com regularidade. Coma também: mamão, manga, abacate, ameixa e açaí ( são frutas ricas em fibras). Não bata no liquidificador.

Água: Ela ajuda na digestão dos alimentos e impede o ressecamento das fezes, um problema comum se você demora muito tempo para ir ao banheiro. A hidratação ainda traz melhoras para sua pele, que fica mais clara e com mais brilho.Consuma de 8 a 10 copos por dia.

Iogurtes: Existem as versões específicas para quem sofre com a prisão de ventre. O consumo contínuo desses iogurtes regula o trânsito intestinal e manda o inchaço e a irritação para bem longe de você. Consuma: Yacult ou Actívia, pelo menos 1 x ao dia. Isto ajuda muito.

Alimentos integrais: São várias as opções de alimentos integrais que ajudam a acabar com a prisão de ventre; Arroz, trigo, pão, milho, aveia e granola são alguns exemplos. Uma porção desses alimentos por dia já é suficiente.

Pratique exercícios  diário. Isto ajuda na circulação melhorando a prisão de ventre.

Evite: Para acabar de vez com o mal estar proporcionado pela prisão de ventre, também é preciso evitar alguns alimentos que colaboram com o transito intestinal. Entre eles estão as frituras, arroz branco, massas,pães brancos, farinhas, batata, cenoura cozida, banana prata, maçã sem casca, água de côco,limonada, café, chá preto,coca cola, mate,os biscoitos (com exceção daqueles à base de fibras) e os alimentos açucarados, como balas e chocolates.

Crie um horário para ir ao banheiro sem pressa, seu organismo vai acostumar a funcionar sempre neste horário. Tenha paciência, isto leva tempo!

Tome um copo de água natural em jejum todos os dias. Pode colocar duas ameixas secas na água de véspera. Coma as ameixas também.

Evite laxantes. Se tomar sempre, seu intestino ficará preguiçoso! Mude seus hábitos que tudo vai melhorar!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Exercício X Depressão

21 minutos contra a depressão
Especialistas quantificam o tempo de exercício físico necessário para se proteger da depressão. Saiba o que fazer nesse período.



Exercícios aeróbios são os que trazem mais resultados contra a depressão
Um estudo da Universidade Southern Methodist, de Dallas, nos EUA, conseguiu identificar a quantidade diária necessária de exercício físico capaz de proteger contra a depressão: apenas 21 minutos.
De acordo com o pesquisador responsável pelo estudo, Jasper Smiths, a prática de exercícios parece atuar em neurotransmissores específicos do cérebro como os antidepressivos, ajudando pessoas a restabelecer comportamentos positivos.

A liberação da serotonina e da dopamina em maior quantidade resulta em um efeito protetor contra a dor e também em mais felicidade.

“É importante encontrar uma atividade prazerosa e que possa ser mantida a longo prazo e não somente até que os sintomas sejam amenizados”, explica Ricardo Wesley, professor da Cia Athletica (unidade Estádio do Morumbi). Os exercícios aeróbios são os mais indicados.

“A prática de exercícios também proporciona um benefício social aos pacientes, uma vez que induz a uma interação do paciente com outros pessoas”, completa Dario Mathias, da Bodytech (unidade Eldorado).

O tempo é sete minutos inferior ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para quem quer sair do sedentarismo.

“Manter-se ativo é importante não somente pelo lado psicológico, mas para prevenir problemas como hipertensão, diabetes e dores na coluna. Assim podendo viver uma vida mais longa e saudável”, diz o professor, avaliando que vale a pena esticar o treino uns minutinhos.

Cerca de 5% da população mundial tem ao menos um episódio de depressão anualmente. A doença psiquiátrica aumenta o risco de infarto, porque o paciente deprimido sofre alterações neuroendócrinas e imunológicas graves.

Veja o que você pode fazer nesse tempo:

- Caminhada: o cérebro libera dopamina e serotonina durante a atividade. A caminhada, por não ser competitiva, é ideal para quem quer começar. Além disso, pode ser praticada pela grande maioria da população em qualquer lugar, sem implicar custos. Também é fácil de ser inserida na rotina.

- Corrida leve: também é um ótimo exercício, com os mesmos benefícios que a caminhada, mas exige força de vontade e perseverança. Também demanda um pouco mais de condicionamento físico do que uma simples caminhada.
- Bicicleta: é um ótimo exercício aeróbcio, e, portanto, traz todos os benefícios da caminhada ou da corrida. Mas, pedalar tem um ganho extra: é mais dinâmico e passear por paisagens diversas pode trazer uma maior sensação de bem-estar.
- Ioga: os movimentos da ioga tem ação direta no sistema nervoso central e trazem um grande relaxamento. A sensação de prazer, alívio e paz protege contra a depressão.

- Musculação: os exercícios de força melhoram o bem-estar, por isso também podem ser uma boa opção para quem quer se proteger contra a depressão. Além disso, o corpo fica mais firme, melhorando a autoestima.

Fonte: IG

domingo, 8 de julho de 2012

Leite condensado diet







Ingredientes:

- 1 xícara (chá) de leite em pó desnatado
- 1/2 xícara (chá) de água fervendo
- 1/2 xícara (chá) de adoçante diet em pó, próprio para forno e fogão
- 1 colher (sopa) de margarina light

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador por 7 minutos.

Coloque numa vasilha tampada e leve na geladeira.

Deixe para usar no dia seguinte.

Obs: Com esta receita, pode fazer pudim e outras que levem leite condensado.


Fonte: Boa receita

sábado, 7 de julho de 2012

QNEXA - MAIS UM MEDICAMENTO PARA A OBESIDADE

FDA Dá Nova Chance a Medicamento Antiobesidade


Uma boa notícia para o combate à obesidade: a FDA – agência americana de controle de alimentos e remédios – acaba de dar uma nova chance a um medicamento emagrecedor que passou por um primeiro crivo, em 2010, e não foi aprovado. Trata-se do Qnexa, desenvolvido pela empresa Vivus. Simplesmente 20 dos 22 especialistas, consultados novamente em um comitê interno, consideraram seus benefícios maiores do que os riscos para pessoas com doenças associadas ao aumento de peso.

“Finalmente o FDA reconhece que o Qnexa é um medicamento eficaz e seguro para o tratamento para obesidade”, comenta a presidente da ABESO, Dra. Rosana Radominski. “Depois de uma recusa inicial há cerca de um ano, o órgão de vigilância dos EUA acatou o novo pedido para liberação do registro da medicação”.

Ela explica que “o Qnexa é uma combinação de um anorexígeno, a fentermina, que existe há mais de 30 anos, com o topiramato, um anticonvulsivante também já existente no mercado. A combinação destes fármacos, em doses mais baixas que aquelas usadas isoladamente, parece ser mais efetiva, com menos efeitos colaterais. A redução de peso chega a ser de 10 kg após um ano de uso (92mg de topiramato e 15mg de fentermina). Os efeitos adversos mais comuns são constipação, amortecimentos (parestesisas), alteração de paladar (disgeusia) e insônia”.

Para o Dr. Amélio de Godoy-Matos, integrante do Departamento de Síndrome Metabólica da ABESO, a segunda votação, agora a favor do remédio, demonstra o que os endocrinologistas defenderam na ocasião em que a Anvisa resolveu suspender os anorexígenos do mercado brasileiro.

“Na primeira votação, pelo FDA, os especialistas consideravam que um dos componentes do Qnexa, o topiramato, poderia ter efeitos teratogênicos (sobre fetos de gestantes). Já a segunda, argumentou que tais efeitos não estão acima do esperado para a população indicada. Eles são usados para quem tem disritmia ou para prevenir enxaquecas”, afirma.

Além disso, o Dr. Amélio explica que a outra substância do remédio – a fentermina – é um inibidor de apetite derivado da feniletilamina, semelhante aos que a Anvisa retirou do mercado, “mostrando, mais uma vez, que foi uma precipitação da agência brasileira”.

“A combinação é interessante porque atua em mais de um sistema e a obesidade é uma doença complexa, com múltiplos fatores envolvidos”, acrescenta o endocrinologista.

Cuidados

O Qnexa não está disponível para venda e ainda depende de aprovação final. Estima-se que só chegará ao Brasil em 2 anos e alerta-se que não é indicado para todas as pessoas. Assim como outros remédios, é preciso tomar cuidados específicos antes de ser utilizado.

O uso das duas drogas que compõem o medicamento foi reprovado pelo FDA, em 2010. Na ocasião, a preocupação se devia principalmente a problemas cardiovasculares e efeitos teratogênicos.

Mas os novos testes não apresentaram aumentos significativos na frequência cardíaca e na pressão sanguínea dos pacientes. Já quanto ao problema dos efeitos nos fetos, a conclusão foi a de que a questão pode ser resolvida com a proibição de seu uso por mulheres grávidas.

Um dos componentes do Qnexa, o topiramato, é utilizado no Brasil, mas a fentermina nunca foi comercializada. A verdade é que juntas e em doses bem menores do que as receitadas habitualmente, as duas substâncias se mostraram poderosos auxiliares no controle do peso.

Os pacientes tratados nos testes clínicos registraram reduções de até 15% da massa corporal no período de um ano, índice considerado muito bom. Tais resultados podem ser comparados aos obtidos com cirurgias de diminuição do estômago.

A agência americana tem até o dia 17 de abril para aprovar formalmente a comercialização do produto. “Agora temos que esperar o parecer final do FDA. Ainda levará tempo para chegar ao Brasil, penso que uns dois ou três anos. Enquanto isso, a escassez de medicamentos antiobesidade continua”, concluiu o Dr. Amélio.


Fonte: Abeso

Lorcaserin- Uma nova droga para emagrecimento

Resumo: O estudo BLOOM avaliou a lorcaserina, um agonista do receptor 2C da serotonina, como medicação adjuvante à terapia não-farmacológica da obesidade. Foi observada diminuição de peso significativa em indivíduos obesos em uso da medicação, em comparação ao placebo, sem aumento das taxas de eventos cardíacos adversos.

Métodos: Este foi um estudo duplo-cego, no qual foram incluídos 3182 pacientes adultos obesos ou com sobrepeso. Os participantes foram randomizados para receber por 52 semanas lorcaserin, na dose de 10mg duas vezes, ao dia ou placebo. Todos os pacientes foram também submetidos a aconselhamento nutricional e encorajados a praticar atividade física por 30 minutos diariamente. Após o primeiro período do estudo, completado em 52 semanas, os pacientes que estavam sob tratamento com lorcaserin foram randomizados novamente para manter a medicação ou para receber placebo; enquanto os pacientes do outro grupo continuaram a receber placebo. Os desfechos primários do estudo foram perda de peso ao final do primeiro ano e manutenção do peso ao final do segundo ano. O desenvolvimento de valvopatia foi avaliado pela realização de ecocardiografias seriadas.

Resultados: Após um ano, 55,4% dos pacientes no grupo lorcaserin se mantiveram no estudo, contra 45,1% daqueles no grupo placebo. Ao final do primeiro ano, a perda de peso observada foi de 5,8±0,2 kg no grupo em uso de lorcaserin, contra 2,2±0,1 kg no grupo placebo (p<0,001). Além disso, 47% dos pacientes em uso de lorcaserin haviam perdido pelo menos 5% do peso, contra apenas 20% do grupo placebo (p<0,001). Houve perda de mais de 10% do peso original em 22,7% dos pacientes do grupo intervenção, contra em apenas 7,7% do grupo controle. Dentre os pacientes que atingiram perda mínima de 5% do peso basal no primeiro ano, esta perda se manteve de forma mais significativa no segundo ano entre os pacientes do grupo lorcaserin (67,9% vs 50,3%, respectivamente, P<0,001). Não houve aumento na incidência de valvopatias. Cefaléia, náuseas e tontura foram os eventos adversos mais relatados. A taxa de eventos adversos graves foi similar entre os dois grupos.

Conclusões: O uso de lorcaserin, adicionado a modificações comportamentais, promoveu perda de peso significativa e melhor manutenção da perda de peso, comparado ao placebo.

Perspectivas: A obesidade é hoje um desafio à medicina, sendo considerada uma doença crônica epidêmica. Atualmente, novas medicações tem sido desenvolvidas contra a obesidade, algumas com resultados de eficácia expressivos, porém não aprovadas ou retiradas do mercado pouco tempo após seu lançamento por questões de segurança. O lorcaserin é uma nova droga que age como agonista seletivo do receptor 5-HT 2C da serotonina. Este receptor é específico do sistema nervoso central e regula o apetite e a sensação de saciedade. Por esse motivo, os principais sintomas adversos são náuseas e cefaléia, que tendem a desaparecer com o uso contínuo da medicação. Não foi observado aumento das taxas de eventos adversos cardiovasculares, nem de valvopatias, como havia sido observado com outras medicações agonistas da serotonina. A redução de peso observada foi significativa e mantida durante o uso da medicação. Além disso, foi observada melhora discreta, mas significativa, nos seguintes parâmetros, em relação ao placebo: pressão arterial sistêmica, triglicerídeos, sensibilidade à insulina, fibrinogênio e proteína C reativa. Uma crítica ao estudo é o alto índice de abandono observado no período de seguimento, porém semelhante àquele observado em outros estudos com medicações anti-obesidade. No estudo Bloom, o lorcaserin se mostrou bastante promissor como terapia adjuvante à terapia não farmacológica do tratamento da obesidade. Se ele realmente terá eficácia, com perfil de segurança comprovado, entretanto, só poderemos saber com mais estudos e com maior tempo de observação da medicação.
Fonte: Cardiosource

EUA Liberam Novo Medicamento Antiobesidade

Uma nova droga para tratamento contra a obesidade acaba de ser aprovada pela FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA. Trata-se da locarserina, comercializada como Belviq. Nos últimos 13 anos, é a primeira vez que um medicamento antiobesidade é liberado nos Estados Unidos para o público, apesar de 60% da população adulta estarem com peso elevado.
A FDA autorizou o comércio do Belviq® (Arena) para adultos acima do peso (Índice de Massa Corporal de 27 ou mais) e obesos (IMC de 30 ou mais) que tenham pelo menos uma complicação de saúde, como diabetes, pressão alta ou níveis altos de colesterol. O fármaco é indicado como auxiliar a uma dieta de baixas calorias e exercícios físicos regulares.
O medicamento age ativando um receptor seletivo de serotonina no cérebro, o 2C, mecanismo que colabora para a diminuição do apetite e a sensação de saciedade pós refeições. Estudos feitos com mais de 6000 indivíduos demonstraram que os pacientes que usaram o medicamento tiveram perda de 3% a 3,7% de peso a mais do que aqueles que fizeram dieta e atividade física e  após um ano de uso. A redução média de peso do grupo que usou Lorcaserina foi de 7.9kg, e do grupo controle 2,5kg (diferença de 5,8kg).

O que Diz a ABESO

A Presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), Dra. Rosana Radominski, explica que “a locarserina é um medicamento serotoninérgico que age no sistema nervoso central aumentando a saciedade. Os estudos publicados até o momento mostram uma boa segurança em relação ao sistema cardiovascular e pulmonar (problemas que justificaram a retirada da fenfluramina e da dexfenfluramina do mercado, anos atrás). Os efeitos adversos mais comuns foram cefaleia, fadiga, tonturas e eventos cognitivos”. Sobre a eficácia do medicamento ela afirma que, “em termos de perda de peso, é menor do que a obtida com a sibutramina e o orlistate, sendo a diferença de perda de peso de 3% entre os pacientes que usaram o medicamento e aqueles do grupo controle, após um ano de tratamento, o que provavelmente justifica a alta taxa de desistência: maior que 40%. A droga, portanto, tem efeito leve e não vai representar uma revolução no tratamento da obesidade, mas vai ser uma nova alternativa para um a população com pouquíssimas opções”. A especialista prossegue: “A aprovação para a comercialização deste medicamento pelo FDA ocorre após de mais de 10 anos da última liberação de droga antiobesidade. Os órgãos de Vigilância avaliam a segurança dos medicamentos para obesidade com um rigor muito maior do que o fazem para outras drogas. As exigências cada vez mais altas retardam a comercialização, desestimulam a indústria para o desenvolvimento de novos fármacos e deixam a população desassistida”, conclui.


O Belviq é uma das drogas experimentais para emagrecimento que teve aprovação após ter sido rejeitada em 2010 pela FDA, depois que pesquisadores levantaram questionamentos sobre tumores que se desenvolveram em animais usados nos testes. Novas análises revelaram que o risco para os humanos é muito pequeno.
A Arena Pharmaceuticals, que distribuirá o Belviq, vai realizar seis estudos clínicos como parte do processo de aprovação. Incluindo um de longa duração, com o objetivo de avaliar o potencial de risco cardíaco ou de acidente vascular cerebral associado ao medicamento.
O novo fármaco ainda não chegou ao mercado brasileiro, nem tampouco se encontra sob análise de nossa Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Xenical (orlistate) foi o último fármaco contra a obesidade aprovado nos EUA, em 1999.

Fonte: Abeso
Estudos Clínicos