sábado, 30 de junho de 2012

Como pode melhorar o seu Sono

O sono é fundamental para o nosso bem estar e uma noite bem dormida significa maior vigor físico e disposição para realizar as tarefas da vida moderna cada vez mais agitada. Dormir não significa apenas descansar, quando dormimos nosso corpo sofre vários processos metabólicos que, se alterados, podem trazer danos ao equilíbrio de todo o organismo.




Uma das formas de dar qualidade ao sono é tomando alguns cuidados especiais com a alimentação. A última alimentação do dia, por exemplo, é importante evitar chás preto e verde, mate, guaraná, café, chocolate e outros que contenham cafeína, pois são estimulantes. Alimentos gordurosos também devem ser evitados, pois tem digestão mais lenta. Outra dica é evitar consumir grandes quantidades de líquidos para não ficar com o estomago repleto.

Por outro lado, existem os alimentos que possuem nutrientes que ajudam na regulação do sono e, consequentemente, noites bem dormidas. As carnes magras, vegetais e até mesmo uma massinha com molho vermelho, são ótimas para última refeição do dia. As sopas também são indicadas, mas devem fornecer ao organismo energia (através dos carboidratos) e proteínas (que pode ser uma carne magra ou um queijo branco).

Como sempre o mais adequado é possuir uma alimentação equilibrada. A má alimentação pode ocasionar o sobrepeso e a obesidade, fatores que contribuem negativamente para qualidade do sono. Lembrando que as noites mal dormidas, podem acelerar o envelhecimento, diminuir o vigor físico, aumentar o estresse e ainda pode facilitar o surgimento de doenças como infecções, sobrepeso e obesidade, pressão alta e diabetes.

Então, tenha hábitos alimentares saudáveis e aproveite para tomar um chá calmante como de maracujá ou camomila e tenha bons sonhos!

Blog dos Congelados da SÔnia

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cardápio para Dieta da Proteína

As proteínas são a base de toda alimentação. Formadas por aminoácidos, elas têm uma papel fundamental no funcionamento do corpo humano, sendo essenciais para a construção da massa muscular, regeneração dos tecidos e também para o crescimento infantil, contribuindo ainda para a defesa imunológica, o equilíbrio hormonal, a elasticidade e rigidez dos tecidos, além de muitas outras funções. O consumo adequado de proteínas é importante para os praticantes de atividades físicas e também para quem deseja perder peso.




A escolha e ingestão das proteínas corretas em sua dieta habitual, além de garantir o bom funcionamento do organismo e preservar os músculos, também facilita o emagrecimento saudável. Para isso, basta combinar corretamente os alimentos de suas refeições. Uma dieta à base de proteínas pode ser realizada por pessoas de qualquer idade, aliando saúde, sabor e boa forma.

O cardápio da dieta que você confere abaixo é simples e eficaz e foi elaborada para toda família, respeitando preferências individuais. Assim, você garante não apenas uma alimentação saudável, mas também saborosa:

1º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 30 g de queijo de minas, 3 fatias finas de peito de peru;
■Lanche da Manhã: 1 taça de gelatina diet;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 1 copo de iogurte natural;
■Jantar: carne com verduras;
2º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 1 copo de iogurte natural, 3 fatias de blanquet de peru;
■Lanche da Manhã: 1 copo de iogurte natural;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 30g de queijo de minas;
■Jantar: carne com verduras;
3º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 2 claras e 1 gema de ovo cozido, 3 fatias finas de ricota;
■Lanche da Manhã: 1 copo de limonada com adoçante;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 1 copo de iogurte natural;
■Jantar: carne com verduras;
4º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 30g de queijo prato light, 3 fatias de presunto de frango;
■Lanche da Manhã: 1 copo de iogurte natural;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 45g de nozes;
■Jantar: carne com verduras;
5º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 1 copo de iogurte natural, 2 claras e 1 gema de ovo cozido;
■Lanche da Manhã: 3 fatias finas de presunto magro;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 30g de queijo de minas;
■Jantar: carne com verduras;
6º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 30g de queijo de minas, 3 fatias finas de blanquet de peru;
■Lanche da Manhã: 1 copo de iogurte natural;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 1 bola grande de sorvete de creme diet;
■Jantar: carne com verduras;
7º dia

■Café da Manhã: 1 copo de água, 3 fatias finas de ricota, 3 fatias finas de presunto de frango;
■Lanche da Manhã: 1 copo de iogurte natural;
■Almoço: carne com verduras;
■Lanche: 1 taça de gelatina diet;
■Jantar: carne com verduras.
As carnes e verduras você pode escolher conforme sua preferência, de acordo com as listas abaixo:

Carnes:

■½ peito de frango sem pele;
■2 coxa de frango sem pele;
■1 coxa e sobre-coxa sem pele inteira;
■¼ peito de pato;
■1 fatia de peru;
■3 fatias finas de vitela assada;
■1 filé médio de carne de boi;
■2 colheres de sopa de carne moída;
■1 filé médio de atum ou salmão;
■1 posta média de bacalhau;
■1 filé grande de badejo;
■4 camarões grandes;
■½ truta ou traíra;
■2 ovos cozidos ou pochê

Hortaliças:

■Abóbora;
■Acelga;
■Agrião;
■Aipo;
■Alcachofra;
■Alface;
■Alho;
■Aspargos;
■Berinjela;
■Brócolis;
■Broto de alfafa;
■Cebola;
■Cheiro-verde;
■Cogumelos;
■Chicória;
■Chuchu;
■Couve;
■Couve-flor;
■Escarola;
■Espinafre;
■Gengibre;
■Jiló;
■Palmito;
■Pepino;
■Quiabo;
■Repolho;
■Rúcula;
■Tomate;
■Vagem.

Fonte: Emagreça rápido

Remédio para emagrecimento ?

A fluoxetina é um antidepressivo largamente utilizado em nosso meio, vendido com o nome comercial de Prozac, e há muitos casos de pacientes que relatam emagrecimento ao tomarem a droga, daí o questionamento de muitas pessoas sobre os efeitos da fluoxetina no emagrecimento e o seu uso associado a dietas.




A resposta para a pergunta título do nosso artigo é não, a fluoxetina não emagrece. O que acontece é que como efeito colateral, em virtude da diminuição da ansiedade e outros fatores relacionados a depressão, o paciente pode realmente perder peso, mas neste caso o emagrecimento é apenas um dos efeitos colaterais da droga, que podem ser a anorexia e a perda de apetite, e não a sua indicação primária.

A fluoxetina ou o Prozac é um medicamento indicado sob prescrição e acompanhamento médico, para pacientes que apresentem quadros de depressão associados com transtorno obsessivo compulsivo, transtornos do pânico, bulimia, e TPM – Transtorno Pré-Menstrual, esta última quando ela for considerada incapacitante. Ela também auxilia melhorando a qualidade do sono dos pacientes e diminuindo os níveis de ansiedade.

Não existe nenhuma base científica para indicar a fluoxetina para tratamentos de emagrecimento, especialmente em virtude dos graves efeitos colaterais que a droga pode apresentar, como o aumento da taxa de suicídios, náuseas, insônia, sonolência, anorexia, ansiedade, nervosismo, astenia, ou seja, fraqueza orgânica e tremor. Além disso, a fluoxetina pode causar dores de cabeça e mal estar generalizado. Com tantos efeitos colaterais potencialmente graves, a fluoxetina só é prescrita para pacientes com as indicações estabelecidas pelo fabricante do medicamento e depois de analisado pelo médico o custo/beneficio da administração da droga.

Como já percebemos o uso da fluoxetina para emagrecer não tem nenhuma base científica, não tendo procedência as afirmações que indicam o seu uso para o emagrecimento. Porém quem deseja emagrecer e procura o auxílio de algum medicamento para facilitar este processo, existem inúmeras outras substâncias a disposição no mercado, a maioria delas são produtos fitoterápicos, que auxiliam no processo de emagrecimento de forma eficaz e saudável, sem a necessidade de recorrer a produtos perigosos a sua saúde e ineficazes.

Fonte: Emagreça Rápido

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Pipoca Colorida


Ingredientes

1 xícara (chá) de pipoca;

1 xícara (chá) de açúcar;

1 xícara (chá) de água;

1 xícara (chá) de glucose de milho;

Baunilha a gosto;

1 colher (chá) de vinagre;

Manteiga para untar a forma

Modo de Preparo

Estoure a pipoca e reserve. Numa panela, faça uma calda com o açúcar, a água, a glucose de milho, a baunilha e o vinagre. Também é possível acrescentar gotas de corante para um bolo colorido. Quando a calda estiver borbulhando grosso, despeje na pipoca, misturando tudo com uma boa porção de manteiga para facilitar. Coloque na forma de sua preferência untada com manteiga, apertando bem para unir as pipocas. Desenforme ainda morno e decore como desejar.


Fonte: IG

quarta-feira, 27 de junho de 2012

GODY BERRY


A goji berry no Brasil!

Quem diria, a goji berry, essa frutinha de nome estranho, com cara de tomate-cereja e originária da China e do Tibete caiu nas graças das americanas, europeias e canadenses!

O motivo: por ser pouco calórica - uma colher (sopa) possui só 50 calorias -, e ter alto índice de vitamina C, proteínas e nutrientes como zinco e ferro, ela auxilia no processo de emagrecimento e ainda combate o envelhecimento precoce da pele.

A boa notícia: ela acaba de desembarcar no Brasil. Porém, como importar sua versão original é muito caro, a goji berry está disponível em farmácias de manipulação e lojas de produtos naturais e orientais na forma de fruta seca (desidratada) e cápsula manipulada.

Mas independentemente da versão que você escolher, suas propriedades não se perdem, garantindo seus benefícios.

Por que ela emagrece?
· Cada 100 g de goji berry seca tem 2.500 mg de vitamina C. Isso faz com que ela seja 50 vezes mais poderosa do que, por exemplo, a laranja. E daí? Bom, considerando que um estudo da Universidade do Arizona (EUA) revelou que quando nosso corpo atinge o nível correto de vitamina C - algo entre 4,6 e 15 mg -, ele passa a queimar gordura com mais facilidade, a
superfruta pode tornar-se uma grande aliada do emagrecimento.

· Rica em proteínas e oligoelementos, como zinco e ferro, a fruta melhora o sistema imunológico e ajuda a equilibrar os níveis hormonais. "Assim, o funcionamento do organismo será otimizado e o metabolismo, acelerado. A perda de peso será consequência", garante a farmacêutica bioquímica Camila Estopa, da Pharma Nostra, que completa: "sozinha, a goji berry não resolve a questão, é imprescindível uma dieta saudável e fazer atividade física".

Outros cinco poderes da fruta
1. Ajuda a reduzir o colesterol
2. Alivia a ansiedade
3. Combate a insônia
4. Diminui o estresse
5. Melhora o humor

O jeito certo de consumir cada versão da fruta
Desidratada: uma vez por dia, bata uma colher (sopa) da fruta no liquificador com iogurte desnatado ou 200 ml de suco de frutas. Para quem não se importar com o sabor azedinho, vale consumi-la pura também.

Cápsula: no Brasil, só existe a versão manipulada em farmácias. Para consumi-la, consulte um médico. A dose diária recomendada deve ficar entre 400 e 600 mg distribuídos em duas ou três cápsulas ingeridas ao longo do dia, sempre juntamente com alguma refeição.

FONTE:MDEMULHER

CAMARÃO COM ERVAS


Ingredientes

5 camarões frescos (25/1) com casca

1 cebola (cortada em cubinhos bem pequenos)

2 dentes (cortados em cubinhos bem pequenos)

5 g salsa fresca picada

5 g cebolinha fresca picada

Sal refinado a gosto

Pimenta-do-reino branca moída a gosto

100 ml vinho branco seco ( aproximadamente 07 colheres de sopa)

02 colheres de chá de molho de soja ( 10 ml)

01 colher de sopa rasa de mel de abelha (10 g)

03 colheres cheias de sopa de azeite comum (50 ml)

01 colher de sopa de conhaque (15 ml)

Modo de Preparo

Limpar os camarões e retirar a casca e a cabeça deixando o rabo.
Marinar ( deixá-lo pegando gosto no tempero) o camarão com o vinho, o mel, a metade do azeite e o molho de soja por 30 minutos, sob refrigeração.
Picar as ervas e reservar.
Em uma panela, refogar o alho e a cebola no restante do azeite.
Acrescentar o camarão e saltear (deixá-los pegar cor e crocância) por alguns minutos.
Flambar ( regar o alimento) com o conhaque e em seguida acrescentar o caldo da marinada.
Adicionar as ervas e ajustar os temperos.
Retirar o camarão e manter em local aquecido.
Aquecer uma porção do arroz lavado no molho e servir com o camarão.
Obs.: Pode ser servido com arroz branco.

FONTE:IG

segunda-feira, 25 de junho de 2012

DIABETES MELITUS GESTACIONAL





Definição – persiste a definição da ADA “… qualquer grau de intolerância à glicose com início ou primeiramente reconhecida na gestação, mesmo se a condição persistir após a gravidez”. A definição ideal deveria levar em conta 03 elementos de risco: morbidade /mortalidade perinatal na gestação atual, risco da mãe desenvolver DM2 e o risco do ambiente intra-uterino (programming) influenciar a expressão de doenças na vida adulta.


Diagnóstico – Atualmente ainda há falta de consenso internacional sobre o assunto. Na maior parte do mundo o diagnóstico pode ser feito através do Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) de 3h com 100g de glicose (EUA) ou através de TOTG de 2h com 75g de glicose como preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).


Racional para o tratamento – DMG está associado a aumento de desfechos adversos na gestação. O tratamento do DMG, mesmo casos leves, reduz o risco desses desfechos. Estudos observacionais sugerem fortemente que qualquer gestação complicada por hiperglicemia confere um risco aumentado na prole de desenvolver DM 2 e o controle glicêmico materno parece reduzir este risco.

MEDIDAS ANTES DA GESTAÇÃO


Aspectos Gerais

- 30-50% das mulheres que tiveram DMG desenvolverão DMG em gestação subseqüente;

- Toda mulher com DMG deve ter seu status glicêmico avaliado no pós parto;

- Se passado 01 ano do pós parto, um TOTG deverá ser realizado antes da nova concepção ou ainda no primeiro trimestre;

- Uma vez o TOTG normal no início da gestação, o mesmo deverá ser repetido entre 26 e 28 semanas, ou mais cedo, se clinicamente indicado (glicosúria, aumento líquido amniótico ou do tamanho fetal, etc).

- IECA, BRA, bloqueadores de canais de cálcio e drogas hipolipemiantes são contra-indicadas na gestação. A necessidade de interrupção das drogas anti-proteinúricas na gestação deve ser considerada no aconselhamento pré gestacional.

- A suplementação adequada de ácido fólico é aconselhada para pacientes diabéticas, assim como para população em geral.

Controle Glicêmico Pré-Gestacional

- Abortamento precoce e malformações fetais estão associados diretamente ao aumento nos níveis de Hb glicadaA1c pré-concepção.

- Desconhece-se o nível de controle glicêmico cujo risco não seria aumentado.

- A busca pela melhora do controle glicêmico pré concepção deve ser sempre incentivada e preconiza-se “arbitrariamente” níveis de Hb glicadaA1c< 6,5 (ou < 7,0 se em uso de insulina); algumas sociedades preconizam níveis ainda mais baixos tendo em vista que Hb glicadaA1c< 6,5 estaria associada a uma média da glicemia de jejum<117 mg/dl e glicemia pós prandial <153 mg/dl. - Mulheres com Hb glicadaA1c >8,0 devem ser desencorajadas a engravidar até melhora do controle glicêmico ser obtida.

DURANTE A GESTAÇÃO


- Não há consenso a respeito do screening universal ou não.

- Fatores de risco maiores para DMG são: idade materna elevada, aumento de peso, DMG prévio ou feto macrossômico, história familiar de DM em parentes de primeiro grau e grupos étnicos com elevada prevalência de DM.

- Para mulheres que perderam o aconselhamento pré-concepção, solicitar Hb glicadaA1c o mais rápido e oferecer avaliação de riscos baseada nestes resultados.

- A monitorização glicêmica deve ser incentivada e realizada em antes e pós-prandiais. Decisões de tratamento baseadas nos níveis glicêmicos pós-prandiais parecem resultar em menores complicações, particularmente macrossomia.

- Monitorização glicêmica 1h após refeição, ao invés de 2h, parece resultar em melhores desfechos obstétricos, além de aumentar a aderência à realização dos testes.

- Os alvos das monitorizações pré e pós prandiais devem ser os mais baixos, desde que a paciente se sinta confortável e segura. Estimula-se, arbitrariamente, glicemias capilares de jejum entre 90 a 99 mg/dl, 1h após < 140 mg/dl e 2h após < 120 mg/dl. - Medida da Hb glicadaA1c nas mulheres com DMG só deve ser encorajada quando houver dúvida se havia diabetes antes da concepção. - Caso os níveis alvos do controle glicêmico não sejam obtidos dentro de 1 a 2 semanas após início de medidas higieno-dietéticas, considerar terapia medicamentosa. - Fazer os ajustes na terapia de acordo com a monitorização glicêmica domiciliar. Dieta - Aconselhamento nutricional deve ser individualizado e culturalmente sensível, objetivando alimentos de menor índice glicêmico. Exercícios - A prática regular de exercícios parece ser útil para prevenir DMG e melhorar a sensibilidade insulínica. Entretanto, há falta de evidência quanto ao tipo, freqüência e intensidade da atividade física durante a gestação diabética. Uso de insulina - A insulina permanece como terapia medicamentosa padrão para o tratamento do DM na gestação. - Análogos de curta ação (lispro e aspart) têm sido utilizados em DMG e DM1 e seu uso vem sendo alvo de revisão sistemática. Não há dados da glulisina na gestação. - Há experiência limitada com análogo de longa ação (glargina); dados mais escassos com a detemir, apesar de um Trial estar sendo conduzido com este fim. - A decisão sobre o tipo de insulina e o regime a ser começado deve ser feita após discussão informada, pesando-se risco x benefício quanto ao uso de análogos mais novos X preferência do paciente, controle glicêmico e estabilidade. Agentes Orais Metformina e Glibenclamida - Há adequada evidência para considerar o uso de metformina e glibenclamida como opções do tratamento do DM na gestação. Entretanto, como são drogas que ainda não foram liberadas para esta indicação, a mulher deve estar ciente dos possíveis riscos. Há extensa experiência na literatura com uso da metformina que, apesar de atravessar a placenta, não parece possuir propriedades teratogênicas. - Combinações de terapias não têm sido especificamente estudadas. PÓS GESTACIONAL Pós parto Modificação no regime de insulina (redução) é necessário no pós-parto. Para mulheres com DMG a interrupção da terapia hipoglicemiante é aconselhável. Monitorização glicêmica deve ser continuada. Amamentação - Deve ser incentivada. Contudo, pode influenciar no controle glicêmico materno e o DM pode alterar a composição do leite materno. Mulheres com DM1 podem ter reduzida a necessidade de insulina durante a lactação. - Metformina tem transferência mínima (<0,4%) para o leite. - Há risco indefinido se as sulfoniluréias podem causar hipoglicemia no recém-nascido, entretanto a glibenclamida parece ser segura. - Enalapril parece ser seguro na lactação, enquanto outros IECAs devem ser evitados. Seguimento do DMG - Toda mulher com DMG deve realizar TOTG por volta da sexta semana de pós parto. - Se desejar engravidar outra vez, deve realizar novo TOTG o mais precocemente possível antes da gestação ou ainda no primeiro trimestre. - Caso não queira mais gestar, é necessário analisar os fatores de risco para DM2. Se presentes, o TOTG deve ser anual. Se considerada de baixo risco, deve realizar glicemia de jejum a cada 2 anos e, TOTG se glicemia de jejum > 100 mg/dl.

Fonte: SBEM
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Escrito por admin em março 4th, 2010 :: Arquivado em Diabetes,Gestação
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Conselhos de Saúde para Idosos




Dia 27 de setembro é o Dia Mundial do Idoso. Pensando em formas de melhorar a qualidade de vida da população da terceira idade, o site da SBEM reuniu aqui algumas dicas de prevenção e controle das principais doenças endócrinas que afetam, principalmente esta faixa etária. O Dr. Dalisbor Silva – secretário-adjunto da SBEM Nacional, gestão 2005/2006 – é o consultor desta matéria.

Algumas sugestões auxiliam na prevenção de mais de uma disfunção. Evitar o tabagismo é uma delas, pois previne a osteoporose e as doenças cardiovasculares, que representam fortes complicações do diabetes, além de causar outros males à saúde. O abandono da vida sedentária também traz grandes benefícios à população em geral. Vale lembrar que 30 minutos de caminhada diária é o suficiente.

É interessante que o idoso tenha o seu médico de confiança e que mantenha contato direto com ele para que seja acompanhado em todas as atividades. Segundo o Dr. Dalisbor, o principal objetivo é o controle da qualidade de vida do idoso. Além disso, é fundamental evitar a automedicação. São medidas simples, mas necessárias. Confira outras dicas direcionadas:

Osteoporose

Para a prevenção da osteoporose e de possíveis fraturas é preciso deixar o osso saudável. A mudança de hábitos de vida, com a inclusão da prática de atividade física regular e uma alimentação adequada são boas medidas. É fato que alguns fatores dificultam esta a prática de atividades por idosos – como dificuldade de locomoção, falta de equilíbrio, etc. Por isso é importante que busque uma orientação médica, para que haja uma avaliação prévia geral da saúde e a indicação personalizada com o tipo de exercício mais adequado.

Em relação à alimentação, inclua leite e derivados, diariamente e, se necessário, buscar uma suplementação de cálcio e vitamina D, com orientação médica.

Diabetes

Na alimentação da pessoa com diabetes, é preciso ter cuidado com açúcares simples (doces) e ficar atento na quantidade de amido (massas e tubérculos, como batata e etc.) e de gorduras saturadas (de origem animal) ingerida. Converse com seu médico em relação ao uso de bebida alcoólica.

Outra dica importante do Dr. Dalisbor, é que tenha cuidado especial com produtos diet (sem açúcar) e light (de menor valor calórico). É preciso ter um limite. Ao optar por um produto diet, deve-se usar apenas uma porção, para não aumentar o valor calórico total. Leia os rótulos.

É preciso, ainda, que o idoso tenha sempre cuidado com os pés, utilizando sapatos e cremes adequados para não ressecar a pele. O monitoramento da glicose também é importante.

Hipertensão

A pressão alta é um problema bastante frequente. Para a sua prevenção são necessários: a redução do sal na alimentação, bem como o controle alimentar e, da mesma forma, a atividade física regular.

Em pessoas acima do peso, a redução de 5% do peso geral já faz uma grande diferença nos índices da pressão arterial, é interessante monitorar a pressão periodicamente, de acordo com a indicação médica. Busque levar uma vida mais tranqüila.

Fonte: SBEM

domingo, 24 de junho de 2012

Receitas Light

1) LASANHA LIGHT


Ingredientes
•2 beringelas médias cortadas no comprimento e grelhadas
•6 a 8 folhas de lasanha "direto forno"
•1 pote de queijo cottage ou queijo minas bem picado
•250 gr peito de peru light
•1 lata creme de leite light
•1/2 lata de molho de tomate
•150 muzarella light picada (ou ralada)

Modo de Preparo
1.Misture o creme de leite com o molho de tomate e reserve
2.Monte a lasanha
3.Coloque um pouco de molho no fundo e metade das folhas da massa da lasanha
4.Alterne com a beringela, o cottage e o peito de peru
5.Coloque mais molho e faça outra camada de beringela, o cottage e o peito de peru
6.Faça as camadas até terminar
7.Na ultima antes de colocar o molho, coloque as outras folhas da massa da lasanha e o restante do molho por cima
8.Salpique a mussarela e leve ao forno para gratinar.

2) PÃO CASEIRO LIGHT




Ingredientes
•600 ml de leite desnatado
•3/4 de copo de adoçante para forno e fogão
•2 envelopes de fermento biológico
•1/2 copo de azeite
•1 colher de sobremesa de sal
•1 ovo
•1 e 1/2 kg de farinha de trigo

Modo de Preparo
1.Bata os ingredientes no liquidificador (exceto a farinha)
2.Coloque numa tigela e vá adicionando a farinha aos poucos até que a massa desgrude das mãos
3.Cubra com um pano e deixe descansar por 40 minutos
4.Não é preciso sovar
5.Basta baixar a fermentação amassando bem a massa até eliminar todo o ar dela
6.Faça as bolinhas e coloque na assadeira com distancia de 1 cm de uma para outra
7.Deixe crescer por mais 40 minutos
8.Asse em forno alto até que fiquem levemente douradas

Informaçães Adicionais
•Dicas:
Lembre-se que elas dobram de volume, então faça as bolinhas metade do tamanho que você deseja
Quando for começar a fazer as bolinhas, coloque uma dentro de um copo com água. Quando a bolinha subir, está na hora de os pães irem pro forno.
Para saber se o pão está assado, bata com as costas de uma colher em cima dele, quando estiverem assados farão um som "oco".

fONTE: TUDO GOSTOSO

sábado, 23 de junho de 2012

Calorias da Festa Junina

Base dos pratos típicos é nutritiva, mas o preparo rico em açúcares e gorduras faz do evento um perigo à saúde do coração


Para não comprometer a dieta, escolha apenas um dos dois. Paçoca ou pé-de-moleque?
É uma overdose de calorias. Ao final de uma festa junina (muito) bem aproveitada, a ingestão de calorias pode chegar a duas mil – em apenas uma noite.

Os pratos têm como base ingredientes nutritivos e benéficos. A composição dos quitutes, porém, é responsável por transformar o saudável em perigo, prinicpalmente ao coração, alerta o cardiologista do Hospital Nove de Julho, José Luiz Cassiolato.


O amendoim é uma semente oleaginosa, rica em gorduras boas e vitaminas. Sozinho, é capaz de ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares. Nas versões pé-de-moleque e paçoca, indispensáveis em uma boa festa caipira, são tão perigosos quanto saborosos.

Segundo Cassiolato, o abuso isolado requer uma mudança de hábito do sistema digestivo. Alimentos com muita gordura retardam a digestão, elevam os índices de colesterol e aumentam a pressão arterial.

"Fartar-se de tais guloseimas pode ser catastrófico. Esses alimentos, somados ao consumo de bebidas alcoólicas doces, são gatilhos para problemas cardíacos, como o infarto, por exemplo. Nas pessoas ditas saudáveis, os riscos são menores, mas não devem ser desprezados", afirma.

Diabéticos, cardíacos e hipertensos, pela recomendação médica, devem aproveitar a festa para pular a fogueira, dançar quadrilha e, se possível, comer os pratos in natura. Milho cozido e pinhão estão na lista das comidinhas sem contraindicação. Para aliviar o "drama", ingerir um docinho – mas apenas um, frisa o cardiologista – também é permitido. Com o quentão e vinho quente, porém, não há diálogo ou exceção: "Estão banidos do cardápio do grupo de risco."

O peso da brincadeira

Em média, 100 gramas de paçoca contêm 570 calorias. O pé-de-moleque não fica muito aquém: 440. Os grandes vilões desses doces são as gorduras e os açúcares, pontua Rosangela Rossi, nutricionista da clínica Equilíbrio, em São Paulo.

"Para que a festa não seja a tortura da restrição, o conselho é escolher bem as comidas e limitar o consumo. Evite dois pratos típicos que levam ingredientes semelhantes, e muito pesados. Escolha entre a paçoca e o pé-de-moleque, e se delicie com apenas uma unidade", propõe a nutricionista.

Puro creme do milho

A mesma mistura bombástica é responsável por comprometer a imagem do milho – cereal rico em amido, fibra, vitamina A e antioxidantes –, sempre valorizado por ajudar no funcionamento da flora intestinal e na saúde da pele. Quando utilizado no preparado da pamonha, a manteiga ou banha de porco sacrificam o valor nutritivo, processo também visto no cural e arroz doce.

Apesar de fofos e menos adocicados, os bolos de fubá e de milho também são ricos em calorias.

Embora o milho seja um ingrediente fundamental no preparo, a quantidade utilizada na fabricação é baixa, o que limita o benefício nutricional.

“São pratos muito gordurosos, com excesso de açúcares ou gorduras na composição. Substituir o leite integral pelo desnatado, a farinha branca pela integral e usar o adoçante no lugar do açúcar ajuda a reduzir os prejuízos à saúde”, sugere a especialista.

A mesma matemática vale para as bebidas. Vinho quente e quentão também podem ser mais magros. Temperos e especiarias disfarçam o sabor amargo do adoçante, e deixam a bebida light tão saborosa quanto a original, garante Roseli.

Nem só de censura vivem os pratos das festas juninas. O pinhão pode ser ingerido sem tanta moderação e controle. Em média, dez unidades têm 150 calorias, uma relação de custo benefício interessante que, de quebra, ajuda a saciar a fome, ou a vontade de comer.

Confira abaixo a tabela nutricional da festa junina e dicas para minimizar os efeitos danosos da comilança:


ARROZ DOCE
Tradicional:140
Light: 67

QUENTÃO
Tradicional:150
Light: 45

BOLO DE MILHO
Tradicional: 190
Light:150

PÉ-DE-MOLEQUE
Tradicional: 440
Light: 68

PAÇOCA
Tradicional: 570
Light: 500

CURAU
Tradicional: 274
Light: 74

PAMONHA
Tradicional: 258
Light:103

CANJICA
Tradicional: 263
Light:166

Dicas:

- Substitua a farinha branca pela integral

- Troque o açúcar refinado pelo adoçante

- Use leite desnatado (ou de soja light) em vez de integral

- Acrescente aos doces como bolos, arroz doce e curau sementes de linhaça, aveia, quinua e canela em pó. São alimentos nutricionalmente importantes para a saúde e que incrementarão as preparações

Fonte: IG

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Exercícios: devagar e sempre pode ser a melhor opção

Mais pesquisas apontam que a prática de atividades físicas deve ser constante, mas não precisa ser intensa para oferecer benefícios à saúde.



Caminhada: estudos mostram que moderação talvez seja a chave para os benefícios do exercício ao organismo

Novas pesquisam aparecem para tranquilizar as pessoas que praticam exercícios físicos, mas que ficam preocupadas com o fato de não estar se exercitando o suficiente.
A quantidade de exercício necessária para melhorar a saúde e aumentar a longevidade é modesta – quantidades maiores não significam necessariamente resultados melhores.

Isso é o que informa o estudo mais recente e, talvez, mais convincente, apresentado este mês no congresso anual do Colégio Americano de Medicina Esportiva, em São Francisco.

Os pesquisadores da Escola Arnold de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Sul e de outras instituições pesquisaram os registros médicos de 52.656 americanos adultos que realizaram exercícios físicos de 1971 a 2002, como parte do Estudo Longitudinal do Centro Aeróbico do Instituto Cooper, em Dallas. Os participantes concluíram os exames físicos e preencheram os questionários, retornando para ao menos uma consulta de acompanhamento.
Os pesquisadores descobriram que aproximadamente 27% dos participantes informaram correr com regularidade, embora a quantidade de tempo dedicado à corrida e o ritmo fossem muito diversos. Em seguida, os cientistas verificaram os relatos de mortes.

Durante a realização do estudo, 2.984 participantes morreram. Porém, a incidência foi muito menor no grupo que praticava corrida. O risco de morte por qualquer causa desses participantes foi em média 19% menor que o dos que não praticavam corrida.

Notadamente, em uma análise atenta das atividades que os participantes informaram realizar, os pesquisadores descobriram que a corrida moderada oferecia mais benefícios.
A redução do risco de morte foi mais eficaz para os participantes que corriam de 1,6 a 32 quilômetros por semana, percorrendo em média 1,6 quilômetros em cerca de 10 ou 11 minutos – em outras palavras, praticavam cooper – que para os que corriam mais de 32 quilômetros por semana (reconhecidamente poucos) e os que corriam normalmente em um ritmo mais rápido, percorrendo mais de 11 quilômetros em uma hora.

"Esses dados certamente apoiam a teoria de que não é necessário correr mais para gerar benefícios extras para a saúde e para a expectativa de vida", afirmou um dos autores do estudo, Carl J. Lavie, diretor clínico de reabilitação cardíaca e prevenção do Centro Médico Ochsner, em Nova Orleans.

"De fato, parece que a quantidade de tempo de corrida menor está associada a uma proteção melhor contra o risco de morte. O acréscimo não é sinônimo de benefício, e, na realidade, pode ser sinônimo de piora."

A análise do cientista reflete os resultados de outra pesquisa recente relacionada com atividade física e mortalidade, na qual cientistas dinamarqueses usaram dados extraídos de um trabalho continuado de 27 anos do Estudo do Coração da Cidade de Copenhagen.

Os pesquisadores relataram que a expectativa de vida dos dinamarqueses que, durante o período de estudo, corriam semanalmente de uma a duas horas em "ritmo lento ou moderado" foi maior que a dos participantes sedentários e dos que corriam em ritmo mais acelerado. Essa quantidade de exercícios absolutamente modesta resultou no aumento da expectativa de vida: em média 6,2 anos para os homens e 5,6 para as mulheres.

"Podemos dizer com certeza que correr com regularidade aumenta a longevidade", afirmou Peter Schnorr, cardiologista e um dos autores do estudo, ao apresentar as descobertas no congresso clínico da Associação Europeia para a Prevenção e Reabilitação Cardiovascular, ocorrido no mês passado.

"A boa notícia é que as pessoas não precisam correr muito para obter os benefícios. Essa relação parece ser bastante semelhante à ingestão de álcool", continuou o médico.

"A mortalidade é menor entre as pessoas que relatam correr de forma moderada que entre não praticantes ou os que praticam exercícios de alta intensidade."

A confirmação dessa ideia também aparece nas descobertas de um amplo estudo da prática de exercícios, publicado ano passado no periódico The Lancet, que demonstrava que a pratica de 92 minutos de exercícios moderados por semana, como caminhada, corrida ou ciclismo leves por um grupo de 416.175 habitantes de Taiwan, aumentava a expectativa de vida em aproximadamente 3 anos e diminuía o risco de mortalidade por qualquer causa em aproximadamente 14 por cento.

O risco diminuiu entre os participantes do estudo cujos programas de exercícios eram mais ambiciosos, o que parece justo, embora os benefícios tenham se estabilizado rapidamente. Para cada 15 minutos extras semanais de exercícios moderados, que complementavam os 92 minutos iniciais, o risco de mortalidade do praticante diminuía. A diminuição, porém, era de apenas cerca de 4%. Não está claro se o exercício adicional se torna contraproducente e em que momento isso ocorre.

"Em geral, parece que os exercícios físicos, assim como qualquer terapia, resultam em uma curva de distribuição normal em termos de respostas e benefícios", afirmou James H. O'Keefe, cardiologista e principal autor da instigante análise, publicada no periódico Mayo Clinic Proceedings, que investiga se a prática de exercícios vigorosos em excesso, especialmente corrida, pode causar danos ao coração.

"Os dados obtidos até o momento sugerem que a caminhada e o cooper são benéficos quase uniformemente para a saúde e aumentam a expectativa de vida", afirmou O'Keefe.

"Mas os benefícios podem se tornar questionáveis quando os exercícios são mais vigorosos e prolongados. Eu gosto de corrida de longa distância.”

"Eu corro. Contudo, após aproximadamente 45 a 60 minutos diários, você atinge um ponto de retornos decrescentes, e corre o risco de toxicidade em determinado ponto."

O que ele aconselha? O estudo realizado por Lavie e seus colegas oferece orientações excelentes para a prática de exercícios de forma segura e eficaz, afirmou O'Keefe.

"Você pode adicionar anos a sua expectativa de vida se correr 32 quilômetros ou menos por semana percorrendo um quilômetro em 10 ou 11 minutos. Essa é uma excelente notícia."

Isso é verdade – especialmente porque, por acaso, essa rotina é quase igual ao meu próprio programa semanal de exercícios.

"Eu não desencorajaria automaticamente a pratica de quantidades maiores de exercícios se a pessoa deseja muito" e não está sentindo efeitos colaterais, como fatiga extrema ou lesões constantes, continuou O'Keefe.

"Contudo, os dados recentes informam que o ponto ideal da prática de exercícios parece surgir com uma quantidade menor."

Fonte: IG

Combinações potentes de nutrientes

Conheça os ajustes que podem trazer mais saúde para o seu prato.




Fique atento à combinação de nutrientes para que eles não se percam no organismo.
Sozinhos, eles são capazes de evitar resfriados, melhorar o trânsito intestinal ou o sistema imunológico. Mas juntos, podem garantir uma saúde de ferro.

A interação entre os nutrientes presentes nos alimentos e a máxima absorção dos mesmos têm um nome: biodisponibilidade.

“A biodisponibilidade diz respeito à quantidade de nutrientes absorvidos e utilizados pelo organismo. Isso porque nem todos os nutrientes consumidos são realmente aproveitados, podendo existir interações entre substâncias ou entre os próprios alimentos, que aumentam ou diminuem essa utilização”, explica a consultoria RG Nutri.

Vitaminas e minerais nem sempre são bem absorvidos pelo organismo e podem facilmente ser “roubados”. É esse o caso quando se mistura cálcio e ferro.

“Alimentos ricos nesses nutrientes não combinam entre si. Não adianta fazer a criança comer verdura escura no almoço, por exemplo, e dar iogurte de sobremesa. Ou dar leite no lanche da tarde”, alerta a nutricionista Alessandra Luglio, da Hero Nutritionals.

“O ferro é o nutriente mais problemático”, completa.

Por outro lado, algumas combinações podem potencializar a absorção dessas substâncias.

“A dupla carne vermelha com suco de laranja é um ótimo exemplo”, afirma Alessandra. A vitamina C presente na laranja ajuda na assimilação, pelo organismo, do ferro presente no carne vermelha.

Saber qual a melhor união entre dois ou mais ingredientes pode ser essencial para garantir a saúde de crianças e idosos – que têm necessidades vitamínicas especiais.

"Idosos podem sentir falta de apetite e, por isso, precisam ter as doses dessas substâncias garantidas. As crianças têm dificuldade na alimentação e a carência de minerais pode representar um sério risco à saúde", explica a nutricionista.

Pessoas com problemas de saúde ou que tenham anemia, por exemplo, tambem devem ter o dobro de cuidado. Veja as combinações que podem trazer mais saúde para o seu corpo.

Um melhora a absorção do outro:

– Vitamina C (laranja, limão, acerola, tomate) e ferro (carnes, vegetais verdes, beterraba e feijões)
– Frutose (açúcar contido nas frutas) e ferro
– Lactose (açúcar do leite) e cálcio (leite, carnes magras e cereais)
– Vitaminas A e D (castanha, cenoura, abóbora, manga, espinafre) com a gordura contida nos alimentos

Evite misturar:

– Alimentos ricos em zinco (carne, iogurte, banana, brócolis, marisco), ferro ou cálcio não devem ser consumidos com fontes de fosfatos (leite - convencional ou de soja - e seus derivados, ovo, trigo, castanha do pará e amendoim)
– Soja com alimentos ricos em cobre, ferro ou zinco (frutos do mar, peixes como a sardinha, fígado, carne de frango)
– Taninos (substâncias presentes nos chás, em especial o mate e o preto) e água tônica com alimentos compostos por proteínas, ferro, zinco e cobre (frutos do mar, fígado, nozes, ameixa)
– Ovo com alimentos ricos em ferro, como as verduras escuras
– Alimentos que contenham oxalatos (como o chocolate) não devem ser consumidos com aqueles que contém ferro, zinco ou cobre.

Fonte: IG

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Dieta para reduzir o ácido úrico

Alimentação é uma das principais armas contra os altos níveis de ácido úrico no sangue, condição que pode levar ao desenvolvimento de gota.

Dieta equilibrada: controlar os níveis de ácido úrico no sangue exige reeducação alimentarDor articular intensa com calor e vermelhidão, principalmente no dedão do pé, é uma das principais manifestações da gota, doença que provoca inflamação nas articulações pela deposição de cristais de ácido úrico nelas. Mas você sabia que é possível controlar e até prevenir essa doença por meio da alimentação?

Produto final do metabolismo das purinas – elas são o resultado da quebra de aminoácidos presentes nas proteínas do organismo e nos alimentos – o ácido úrico circula no sangue, está presente nas articulações e é eliminado predominantemente pelos rins.

Quando há um aumento na ingestão, na produção ou na diminuição da excreção do ácido úrico que circula no sangue, ocorre a hiperuricemia – o nível limite de ácido úrico que dá início à deposição dos cristais nos tecidos é de 6,8 mg/dl.

A principal consequência da hiperuricemia é a gota, mas nem todas as pessoas desenvolvem a doença, apesar de terem o ácido úrico aumentado. O clínico e cardiologista Antônio Carlos Till, do Vita Check-Up Center, do Rio de Janeiro, explica que algumas condições que favorecem o aparecimento da doença são a idade, a presença de hipertensão arterial, a obesidade, o colesterol aumentado e o consumo de álcool.

“Além das articulações, outro órgão acometido pelo aumento do ácido úrico é o rim, que sofrerá com a formação de cálculos (a famosa pedra no rim) e com uma possível disfunção renal”, complementa Till.

“Trabalhos recentes têm mostrado também que o aumento do ácido úrico no sangue pode aumentar a resistência à insulina, determinando um maior risco de desenvolvimento de diabetes.”

As causas para a hiperuricemia podem ser de origem genética ou vir do consumo aumentado de proteínas na dieta. Alimentos como carne vermelha, peixes e crustáceos em geral, além de cerveja e bebidas ricas em frutose, contribuem para elevar os níveis de ácido úrico. Já o vinho parece ter um menor efeito nesta elevação.

Como a hiperuricemia, isoladamente, não produz sinais ou sintomas, manter uma dieta balanceada permanentemente é fundamental na prevenção do aparecimento da gota.

“Nossa dieta colabora com cerca de um terço da produção do ácido úrico, sendo o restante advindo de forma endógena hepática, ou seja, o fígado é o responsável pelos dois terços restantes”, explica a nutricionista Eliane Nardon.

“Uma dieta muito rica em proteína, sobretudo as de origem animal, pode levar à hiperuricemia e à gota. Bebidas gaseificadas, inclusive água, e jejuns prolongados (mais que três horas sem se alimentar) também devem ser evitados”, orienta ela.

Em linhas gerais, o que se recomenda é uma alimentação equilibrada, com restrição de bebidas alcoólicas e sem proteínas em excesso. Alguns alimentos são especialmente ricos em purinas (veja a galeria), como alguns peixes e frutos do mar, miúdos, algumas aves e determinados tipos de carne, que devem ser evitados por quem apresentar elevação nos níveis de ácido úrico no sangue.

Alimentos com teor de purinas moderado, como leguminosas, carnes, peixes e algumas verduras, só não devem ser ingeridos na fase aguda de crise de gota (veja a galeria). Já os com baixo teor de purinas são permitidos (veja a galeria). O consumo de mais de dois litros de água por dia é extremamente recomendado, pois contribui para uma maior excreção do ácido úrico.

“Alimentos que parecem estar relacionados a uma redução dos níveis de ácido úrico são café, vitamina C e produtos lácteos com conteúdo baixo em gordura”, acrescenta Till.


Fonte: IG

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Óleo de coco para emagrecer, não passa de bobagem

Na forma líquida ou na de pílula, cada vez mais pessoas usam suplementos na tentativa de perder peso. Com esse objetivo, só estão perdendo dinheiro.

O óleo de coco, seja na forma líquida ou na de pílula, é o emagrecedor da moda. Na forma de pílula, é ingerido duas vezes ao dia. Líquido, também pode ser ingerido ou usado no preparo de alimentos. Na Mundo Verde, uma rede de 205 lojas de produtos naturais espalhadas pelo Brasil, as vendas aumentaram 500% nos últimos 4 meses, mais do que qualquer outro produto. O frenesi não deve continuar por muito tempo. Vários alimentos, bebidas, sementes e produtos naturais caíram no esquecimento pela ausência de estudos científicos e resultados práticos que comprovassem sua eficácia. O caminho dessa nova moda parece ser o mesmo.
O primeiro motivo é que nada — benefícios ou prejuízos — foi provado em relação ao óleo, o que basta para impedir que médicos responsáveis recomendem a substância como emagrecedor. Segundo Gláucia Carneiro, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do ambulatório de obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as evidências científicas são insuficientes para que as pessoas contem com o óleo de coco para emagrecer.
Não há mal nenhum em usá-lo, em sua forma líquida, como substituto do óleo de origem animal ou mesmo do óleo de soja na preparação de alimentos. Ele faz parte do grupo de gorduras vegetais, mais saudável do que as animais. No entanto, é rico em gorduras saturadas. O azeite de oliva, por exemplo, tem gorduras insaturadas. Para cozinhar, tudo bem. Para emagrecer, fora de questão.

Sem comprovação


As pesquisas que encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido. Há quem atribua ao óleo de coco a condição de um termogênico, ou seja, algo capaz de aumentar a queima de calorias no corpo. Substâncias termogênicas estão presentes no café ou no chá verde, por exemplo, mas também podem ser encontradas em suplementos alimentares. Mas, de novo, nada foi comprovado.

Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódico Lipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.

Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.

Ilusão


Por causa de resultados controversos como esses, que indicam tanto benefícios quanto malefícios do óleo de coco, sem confirmar nenhum dado e estabelecendo a necessidade de novos estudos, os médicos acreditam que incluir óleo de coco na dieta como um suplemento alimentar não é seguro. "Nenhum estudo feito sobre óleo de coco tem qualidade que garanta segurança dos resultados, além de não ter sido publicado em revistas médicas de excelência", afirma Cíntia Cercato, endocrinologista da SBEM e do Hospital das Clínicas.
O endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro Pontos Para o Gordo, é mais taxativo. "O óleo de coco é uma grande enganação. É rico em gorduras saturadas, ou seja, em excesso faz mal, e não tem nenhuma dessas propriedades sobre as quais as pessoas vêm falando. É uma gordura como outra qualquer: pode ser consumida, mas também é capaz de engordar o indivíduo", afirma.
O óleo de coco não precisa ser exterminado. Ele pode substituir outras gorduras, como manteiga, óleo de girassol e azeite, na preparação de alimentos, desde que haja bom senso. "A gordura não é proibida. O ideal é que ela represente, no máximo, 30% do total de calorias que consumimos ao dia, dependendo do tamanho, do peso e do estilo de vida do indivíduo. As gorduras saturadas, porém, não devem ultrapassar 7%”, diz o endocrinologista da SBEM e chefe do grupo de obesidade do Hospital as Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Márcio Mancini.
Mancini, porém, reafirma: para emagrecer, o óleo de coco é uma bobagem. "Quem compra essa ideia joga dinheiro fora, se ilude com um caminho fácil para a perda de peso e acaba se decepcionando."

Saiba mais


COLESTEROL
O colesterol é importante para o organismo para sintetizar vitaminas e hormônios, mas eles não circulam livremente pelo sangue. Para fazer isso, é preciso que se juntem às lipoproteínas, como a HDL (sigla para high density lipoproteins, ou lipoproteínas de alta densidade) e a LDL (low density lipoprotein, lipoproteínas de baixa densidade). A HDL impede que a LDL forme placas de gordura nas artérias que dão origem à aterosclerose, diminuindo ou obstruindo o fluxo sanguíneo, provocando infartos ou derrames.


ÁCIDO GRAXOS
São as moléculas que compõem a gordura, que pode ser encontrada na natureza em formato sólido (gordura) ou líquido (óleos). São formados por cadeias de carbono, que se ligam a moléculas de hidrogênios. Quanto mais ligações na molécula, mais saturada é a gordura.


GORDURA SATURADA
Aumenta o LDL no organismo, que se deposita nas artérias e eleva o risco de problemas cardíacos. Pode ser encontrada em frituras, carne vermelha e em laticínios em geral.


GORDURA INSATURADA
Diferente das saturadas, ajuda a reduzir os triglicerídeos, um tipo de gordura que em alta concentração é prejudicial, e a pressão arterial. Pode ser monoinsaturada ou poli-insaturada. Essa última pode ser, por exemplo, Ômega 3 e 6, que são os chamados ácidos graxos essenciais e são as gorduras encontradas em peixes, linhaça, castanhas e azeite.


Por: Vivian Carrer Elias - http://veja.abril.com.br

Opções de lanches pobres em carboidratos

Não é preciso cortar o nutriente da dieta, mas diminuir sua ingestão pode ajudar na perda de peso.





Cenoura, rica em fibras, é uma boa opção de lanche magro
Carboidratos pesam na balança. E a maneira que muitas pessoas encontram para fazer os ponteiros baixarem é reduzir o consumo ou cortá-los da dieta. Só que eles são a principal fonte de energia do cérebro e dos músculos e não dá para radicalizar. Na ausência de carboidrato o corpo pode responder com mau humor, dor de cabeça e até mau hálito.

Nem mesmo a dieta low-carb (pobre em carboidrados) elimina totalmente o nutriente – a ideia é apenas limitar o consumo e dar preferência aos carboidratos integrais. Essa mudança, segundo os especialistas, força o organismo a queimar gordura em vez de acumulá-la.

Além de ajudar na perda e manutenção do peso, reduzir os carboidratos no cardápio também pode preservar a saúde. Um estudo recente, coordenado pela pesquisadora Sabina Sieri, da Fondazione IRCCS Instituto Nazionale dei Tumori, em Milão, analisou 32 mil mulheres e chegou à conclusão de que as que consumiram carboidratos com altos índices glicêmicos, como pães, pizzas e arroz branco, apresentaram risco dobrado de doenças cardíacas.

Reduzindo o carbo, é importante ainda reforçar o cardápio com proteínas magras, vindas de fontes como frango, peixe, leite desnatado e queijos, além de aumentar o consumo de frutas como mamão, laranja e maçã. Verduras e legumes, ricos em fibras e vitaminas e com poucos carboidratos, também são bem-vindos.

Confira a seguir algumas opções inteligentes que vão ajudar a economizar nos carboidratos na hora do lanche.

Palitinhos de cenoura e homus: corte uma cenoura grande em palitos e consuma-os acompanhados de homus (pasta árabe feita com grão-de-bico e tahine). Esse lanchinho, rico em fibras que favorecem o bom funcionamento do intestino, contém 15,8g de carboidratos e 133 calorias a porção.

Rolinho de peito de peru e queijo: pegue uma fatia de peru e outra de queijo, enrole-as juntas como um canudinho e terá um saboroso snack com 3,5g de carboidratos, 17g de proteínas e 144 calorias.

Iogurte: 1 copo (200ml), natural e desnatado, tem 80 calorias e 11g de carboidratos. É rico em proteína (que auxiliam seus músculos); cálcio (bom para os ossos) e lactobacilos (que fortalecem o sistema imunológico e ajudam o bom funcionamento do intestino). Para dar um gostinho a mais, saboreie com 1 colher (sopa) mel (aproximadamente 17g de carboidrato) ou pedacinhos de frutas.

Noz-pecã: 4 unidades contêm apenas 2,6g de carboidratos. O alimento é rico em gordura poli-insaturada (a gordura saudável dos alimentos), fibras, potássio, magnésio, vitamina E e selênio. Reforça as defesas do organismo e contribui com a reposição dos eletrólitos perdidos no suor com a prática da atividade física.

Batata-doce: experimente como snack, assada ao forno com a casca. 1 batata-doce cozida (130 g) contém 84 calorias e 18g de carboidratos. Dá energia e ainda contribui com razoável quantidade de fibras, que ajudam a prolongar a sensação de saciedade.

Sementes de linhaça: 1 colher (sopa) tem 40 calorias e 1g de carboidrato. Elas podem ser trituradas no liquidificador ou processador e acrescentadas em saladas, iogurtes, sucos ou frutas. Alimenta e faz bem à saúde: seu consumo produz efeito antiinflamatório, reforçando as defesas do organismo, além de auxiliar a redução dos níveis de triglicérides sanguíneos.

Café gelado: uma ótima pedida para o calor. Basta misturar 1 xícara (chá) de leite de soja light com café expresso frio, acrescentando cubos de gelo e adoçante a gosto. A bebida refresca e sacia com apenas 8,5g de carboidrato e 73 calorias.

Chá verde: zero calorias e zero carboidratos, é rico em flavonóides que produzem potente efeito antioxidante, capaz de equilibrar os radicais livres. Para suavizar o sabor amargo, prepare o chá com especiarias. Para os dias quentes, a sugestão é beber gelado e com limão.

(Fontes: Suzana Bonumá, nutricionista do ambulatório de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas de São Paulo; Elaine Magee, mestre em nutrição pela Universidade da Califórnia)

20 maneiras de comer mais frutas e vegetais

Mudar o recheio da pizza e manter vegetais cortados na geladeira são algumas formas de fazer isso.

Sempre à mão: manter vegetais cortados em casa é uma das dicas para melhorar a dieta
Montar um prato saudável é fácil quando você ocupa metade dele com frutas e legumes. Fazer isso também é uma ótima maneira de acrescentar mais cor, sabor e textura à dieta – além de mais vitaminas, minerais e fibras.

A American Dietetic Association (ADA), associação norte-americana que reúne profissionais de nutrição e nutrologia orienta: a meta diária de consumo de vegetais deve ser pelo menos duas xícaras de frutas e duas xícaras e meia de vegetais.

Achou difícil fazer isso? Não é mesmo. Veja a seguir algumas dicas retiradas do site da ADA – elas foram elaboradas por especialistas – para acrescentar mais frutas e verduras na alimentação diária:

1. É possível usar uma grande variedade de vegetais como recheio da pizza. Tente espinafre, brócolis, pimentão verde, tomates, cogumelos e abobrinha

2. Prepare um smoothie de café da manhã batendo no liquidificador leite desnatado, morangos congelados e uma banana

3. Faça um wrap vegetariano com legumes assados e queijo magro enrolados em uma tortilha de trigo integral

4. Troque o salgadinho por legumes crocantes mergulhados em um molho com pouca gordura (tente ricota com tempeiro verde ou queijo cremoso light com cebolinha picada)

5. Grelhe vegetais coloridos com tomate, pimentão verde e vermelho, cogumelos e cebola e embrulhe-os num pão pitta integral

6. Adicione cor às saladas usando cenoura baby, tomate sweet grape (ou tomate-cereja), folhas de espinafre ou pedacinhos de tangerina

7. Mantenha vegetais limpos e cortados na geladeira e use-os para preparar pratos rápidos, para fazer lanches no meio da tarde ou para matar aquela vontade súbita de comer algo. Tenha sempre à mão: pimentão vermelho, verde ou amarelo, brócolis ou couve-flor, cenoura, aipo, pepino, ervilhas ou rabanetes

8. Em casa, posicione frutas coloridas onde todos podem facilmente vê-las e pegá-las para levar de lanche. Mantenha uma bacia frutas maduras inteiras ou cortadas em pedaços no centro da cozinha ou na mesa do jantar

9. Ouse mais e misture frutas aos alimentos. Purê de maçãs, morangos, pêssegos ou peras batidos no liquidificador dão molhos encorpados, que podem ser usados em panquecas, waffles e torradas, ou em frutos do mar ou aves grelhadas ou assadas

10. Adicione legumes ao omelete. Transforme qualquer omelete em uma refeição saudável com brócolis, abóbora, cenoura, pimentão, tomate, cebola e queijos com baixo teor de gordura
11. Acrescente frutas e legumes aos sanduíches. Para dar um toque especial, tente abacaxi, maçã, pimentão, pepino e tomate como recheios

12. Acorde com frutas. Crie o hábito de adicionar frutas ao cereal matinal ou ao iogurte pronto

13. Recheie a batata cozida com brócolis e um queijo com baixo teor de gordura

14. Prepare no micro-ondas uma xícara de sopa de legumes e consuma como um lanche ou com acompanhamento do sanduíche do almoço

15. Adicione vegetais ralados, triturados ou picados, como abobrinha, espinafre e cenouras à sua receita de lasanha, bolo de carne, purê de batatas, molho de macarrão e arroz

16. Faça da fruta a sua sobremesa: fatie uma banana ao comprido, cubra com uma colher de frozen iogurte e polvilhe com uma colher de sopa de nozes picadas.

17. Abasteça seu freezer com legumes congelados para preparar no vapor

18. Faça de prato principal uma salada de folhas verde-escuras com outros vegetais coloridos. Adicione grão-de-bico ou soja fresca e cubra com um molho com baixo teor de gordura

19. Faça espetinhos com abacaxi, pêssegos e banana, e grelhe-os em fogo baixo até as frutas fiquem quente e ligeiramente douradas

20. Ideias de petiscos levinhos e deliciosos: pedaços de pão pitta integral com pasta de grão-de-bico ou pasta de beringela, morangos ou maçã fatiados com iogurte sem gordura e biscoitos de arroz com compota de maçã.

Fonte: IG

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Dicas de emagrecimento - Ida ao supermercado

Como você avalia suas idas ao supermercado? Muitas vezes compramos mais do que o necessário ou então, menos do que o necessário, apesar do nosso carrinho estar cheio. Se isso acontece com você, deve ser porque você não escolhe bem o que comprar.

É por isso que o Kit Emagrecer-rapido escreve matérias que acompanham seu ritmo de vida. Surpreenda-se em saber que o supermercado pode se tornar um aliado na redução do seu peso.
Sempre faça uma lista de compras antes de sair de casa! Coloque tudo o que precisa nesta lista, separando por itens (limpeza, utensílios do lar, alimentação) e separe os alimentos que vai comprar por refeição (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia).

Procure ir após as refeições para o supermercado! Ir ao supermercado com fome nunca é bom pois compramos mais e, normalmente, são alimentos calóricos e sem nenhum valor nutricional. Esta dica vale também para evitar grandes surpresas no seu bolso! Afinal, compramos mais e quem sente é o bolso.
Tenha cuidado com as promoções! Muitas vezes compramos no impulso do melhor preço mas não nos damos conta do que estamos comprando. Aproveite a promoção tendo visão crítica em que você pode comprar e evite alimentos calóricos.
Sempre lemos recomendações deste tipo mas, normalmente, não colocamos na prática sobre verificar a integridade das embalagens e a validade. Estamos sempre com pressa e podemos, em função disso, levar um produto fora do prazo da validade ou com a embalagem violada. Tenha cuidado e, se acontecer, peça para trocar!

Tenha atenção do rótulo! Verifique a quantidade de calorias de um produto para o outro. Depois dê uma olhada no teor de gordura, que deve ser o mais baixo possível! Compare os produtos não só pelo preço, mas pela quantidade do produto por embalagem. Vale mais a pena comprar um produto que tenha 500 gr com um preço um pouco maior do que um que tenha 400 gr.

Observe qual é o melhor dia para a comprar as verduras e legumes da sua saladinha! Se possível, procure saber os dias em que estes produtos chegam ao supermercado de sua preferência. Este sempre é o melhor dia para comprar estes alimentos por estarem frescos.

Deixe para comprar os perecíveis e congelados por último! Assim você evita que eles descongelem ou até mesmo se estraguem. Esta dica vale ainda mais para aqueles que moram mais distantes da onde costumam fazer compras.

E, claro, evite passar pelos corredores tido como verdadeiras tentações. Aquele setor de biscoitos, chocolates ou congelados pode ser deixado de lado na sua compra. Ao invés de perder tempo nestas seções, aconselho que você conheça a seção dos diet/light ou demore mais para comprar os ingredientes para aquela saladinha!
A partir de agora, tenho certeza, que você saberá escolher da melhor forma o que comprar e de que maneira proceder em determinadas situações.

Fonte: Vigilantes do peso

Simpatia para emagrecer, funciona?



Caros Blogueiros,
Achei esta receita de simpatia, não sei se funciona. Se alguém tentar e der certo, me avise, tá?

PARA EMAGRECER

Dia certo Quarta-feira
Melhor hora do dia De manhã
O que esperar :Para eliminar quilos extras
Você vai precisar de Grãos de arroz, água

Como fazer
Em uma quarta-feira pela manhã, coloque no copo com água o número de grãos de arroz correspondentes aos quilos que você deseja perder. À noite, beba toda a água, deixando os grãos de arroz no copo. Complete com mais água, até o meio do copo. Na quinta-feira, pela manhã, ainda em jejum, beba toda a água, deixando o arroz no copo e torne a completar com meio copo de água. À noite, beba toda a água, deixando os grãos de arroz. Complete com água novamente. Na sexta-feira, pela manhã, ainda em jejum, beba a água e engula todo o arroz.

Santos relacionados
Nenhum

As simpatias e dicas que não são do repertório popular foram retiradas das seguintes obras: Receitas Práticas de Magia (Regina Drummond, Giz Editoral); Rituais, Magias e Simpatias (André Luiz Manttovane, Editora Madras); Medicina Mágica (Ruth Guimarães, Editora Global); Coisas Que o Povo Diz (Luís da Câmara Cascudo, Editora Global), Dicionário do Folclore (Luís da Câmara Cascudo, Editora Global); Superstição no Brasil (Luís da Câmara Cascudo, Editora Itatiaia); A Cozinha da Bruxa (Márcia Frazão, Editora Bertrand); Portal Angels (www.portalangels.com); Simpatias.Org (www.simpatias.org); Místico.Com (www.mistico.com); Super Simpatias (www.supersimpatias.com); Pai Ogun (www.paiogun.com).

Fonte: IG

domingo, 17 de junho de 2012

Anemia

Dieta certa para driblar a anemia




Anemia é a condição na qual ocorre queda da hemoglobina no sangue. A hemoglobina é a responsável pelo coloração avermelhada da pele e pelo carregamento do oxigênio aos tecidos, o que gera a energia para as atividades diárias. Muitas são as causas de anemia, ela pode ser congênita ou adquirida, mas a que nos interessa aqui é a anemia carencial, consequente a falta de ferro.


A anemia causada pela falta de ferro não é exclusividade das nossas crianças. A prevalência da doença em países em desenvolvimento, até os quatro anos de idade, ultrapassa os 50%. Durante a amamentação, o leite materno supre as necessidades desse nutriente. Até em países desenvolvidos a anemia apresenta níveis crescentes de prevalência, tornando-se um grave problema de saúde pública. No Brasil, estudos regionais com crianças de diferentes faixas etárias apontam variação de 28 a 68%.

A maior incidência de anemia ferropriva ocorre entre 9 e 12 meses de vida, época em que geralmente se faz a introdução da dieta da família e da mamadeira (na maioria das vezes leite de vaca integral). Muitas vezes essa fase de transição não é “bem aceita” pela criança, simplesmente porque é uma questão de aprendizado. E os pais, por inexperiência ou falta de orientação adequada, interpretam que o filho não gosta da nova dieta e deixam de insistir na oferta de alimentos saúdáveis justamente numa fase da vida em que eles são tão importantes.

Principalmente até 18 meses de vida ocorre rápido crescimento e desenvolvimento do organismo, o que requer uma demanda aumentada de ferro. Porém muitas vezes a ingestão é inadequada e ocorrem perdas gastrointestinais devido à alergia a proteína do leite de vaca, parasitoses intestinais, perdas diarreicas, refluxo gastro-esofágico, etc.

Sintomas e sinais da anemia

A anemia não é uma doença silenciosa. Os primeiros estágios da deficiência de ferro geralmente não apresentam sintomas, mas a anemia instalada vai sempre cursar com alterações clínicas como palidez, fadiga, fraqueza, sono excessivo, inapetência que são os principais sintomas.

O hábito de comer terra, sabão e até gelo também pode sinalizar a anemia ferropriva. Se não tratada, a doença se transforma numa bola de neve: a carência do nutriente leva à perda de apetite, sem comer, o sistema imunológico enfraquece, a criança vira alvo de infecções, perde rendimento escolar e pode ter complicações em seu desenvolvimento neuropsicomotor.

Tratamento: O ferro nos alimentos

A dieta rica em ferro é muito importante, mas na anemia já instalada, faz-se necessário suplementação com ferro oral na dose de 3-5mg/kg/dia, geralmente por um período de 3 meses. Para aprimorar essa assimilação, vale algumas dicas.

Antes de cozinhar, deixe o feijão de molho na água por uma hora, assim os fitatos são liberados e o ferro será melhor absorvido. Alojado na hemoglobina, pigmento do glóbulo vermelho, o ferro possui nobre missão: a de transportar oxigênio aos tecidos do organismo. Sua deficiência implica em palidez, fadiga, sono excessivo e inapetência.

O ferro de origem vegetal, ao contrário do de origem animal, para ser absorvido, sofre influência de fatores inibidores (fitatos, fibras,cafeína, sais de cálcio…) e facilitadores (vitamina C, frutose, citratos…).

As carnes, principalmente as vermelhas; as vísceras (figado de boi e de galinha); feijão (todos os tipos); gema de ovo; verduras e hortaliças (as verdes escuras são as que mais tem ferro: couve, brócolis, agrião, espinafre, rúcula, escarola…)

Agravamento do quadro

Quando a anemia não é tratada ou é inadequadamente tratada, vai se formando uma “bola de neve”: a anemia cursa com falta de apetite, sem apetite a criança não se alimenta bem e a anemia piora, ficando a criança cada vez mais fraca, sem querer brincar, com baixo rendimento escolar, com maior susceptibilidade à quadros infecciosos, com mais sono e mais pálida-amarela.

Dúvida recorrente

Muitos pais têm essa dúvida, mas anemia não vira leucemia. Leucemia é um câncer que acomete a fábrica do sangue e esta doente não trabalha bem, gerando alteração em todas as células do sangue, inclusive as vermelhas levando à anemia, que neste caso não é carencial.



Enviado por Dra. Fátima Fernandes

Fonte: Blog do Hospital de Sabará

Vitamina D, É preciso????



Vitamina D: precisamos suplementá-la?
Veja a quantidade de consumo recomendada pela Sociedade Francesa de Pediatria.

Hoje em dia a vitamina da moda é a D. Talvez você já tenha ouvido sobre os benefícios dessa vitamina, mas o que será que é tudo isso? Nos Estados Unidos há uma verdadeira febre sobre as vantagens dela, portanto, é interessante ver este artigo da Sociedade Francesa de Pediatria:

“O objetivo do presente artigo é de mostrar a posição da Comissão de Nutrição da Sociedade Francesa de Pediatria, ao resumir dados, recentemente publicados, sobre a vitamina D. Foi analisada a presença dela em bebês que mamam, crianças e adolescentes, ou seja, sobre o metabolismo, efeitos fisiológicos e exigências para cada faixa etária. Além disso, o estudo serviu para recomendações sobre suplementação, após uma análise criteriosa de elementos que serviram como prova.

A evidência científica indica que cálcio e vitamina D desempenham papéis importantes na saúde óssea. Mas o fato, limitado a estudos observacionais, no entanto, não mostra outros benefícios para a vitamina D. Uma investigação mais criteriosa deve continuar a ser feita, especialmente estudos interventivos.

Na ausência de qualquer baixo risco de deficiência de vitamina D, as recomendações são as seguintes:

1- Gestantes: uma dose única de 80.000 a 100.000 IU, no início do sétimo mês de gravidez;

2- Bebês que ainda mamam: 1000 1200IU/dia;

3- Crianças com menos de 18 meses de idade, que recebem o leite enriquecido com vitamina D: uma dose diária adicional de 600 a 800 IU;

4- Crianças com menos de 18 meses de idade, que não recebem leite enriquecido com vitamina D ou uma dose diária dela: de 1000 para 1200IU; pequenos com 18 meses a 5 anos de idade: 2 doses de 80.000 a 100.000 IU, durante todo o inverno;

5- Na presença de baixo risco de deficiência de vitamina D (pele escura, falta de exposição da pele à radiação solar, doença de pele, má absorção intestinal, colestase, insuficiência renal, síndrome nefrótica, drogas [rifampicina; tratamento antiepilético, fenobarbital, fenitoína], obesidade, dieta vegan), pode-se iniciar a suplementação de vitamina D no inverno em crianças de 5 a 10 anos de idade, bem como mantê-la a cada 3 meses durante o ano inteiro, em crianças de 1 a 10 anos e em adolescentes”.

Como se vê, ainda faltam evidências que torne a vitamina D numa panaceia para todos os males. Use-a conforme a orientação do seu pediatra, que pode variar muito de lugar para outro, afinal, moramos em um país tropical!

Por Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Blog do Hospital Sabará

Festa Junina Light e receitas deliciosas!



Junina light - Na programação do mês de junho, não podemos esquecer as festas juninas, mês que comemoramos os santos mais populares do Brasil. São festejados nas escolas, igrejas e clubes, tendo festas divertidas com quadrilha, música caipira, jogos, brincadeiras e muita comida saborosa.

Nas grandes cidades esse costume dos festejos e brincadeiras está quase extinta, ficando só a parte das comidas. Nessa época aparecem paçocas, pé de moleque, doces, como o de abóbora, arroz doce, pamonha, curau,canjica e as bebidas quentão, vinho quente. Tudo isso é muito calórico. Para você ter uma idéia no caso dos pratos a base de amendoim, só ele a cada 100g, possui 625 calorias.

Não há nada de errado degustar tudo isso, desde que seja com moderação. Temos aqui algumas sugestões para uma festa junina light. Para as receitas ficarem menos calóricas, quando temos que introduzir em algum prato, no caso o leite, devemos optar pelo desnatado, a manteiga pela margarina light, o açúcar pelos adoçantes que podem ir ao fogo.

Em vez de alimentos que contenham amendoim, de preferência aos de milho, escolhendo sempre o curau em vez da pamonha, mas se tiver vontade, consumir moderadamente, que dizer uma só e dançar muita quadrilha, ajuda no gasto calórico.

Receitas típicas das Festas juninas com menos calorias:

Pãozinho Salgado de Milho ( 175 calorias/100g)

Ingredientes:

- 2 ovos;
- margarina light 1 colher (sopa) equivale 15 mg;
- leite desnatado 1 xícara (chá) equivale (200ml);
- farinha de trigo 1 ½ xícara (chá) equivale (180g);
- fermento em pó 1 colher (sopa) equivale (10g);
- salsa picada 1 colher (sopa);
- cebolinha picada 1 colher (sopa);
- orégano 1 colher (sopa);
- sal 1 colher (chá);
- peito de peru defumado 100g em cubinhos;
- milho verde em lata, 1 xícara (chá) rasa escorrido equivale (150g);
- mussarela light 100 gramas em cubinhos.

Modo de preparo:

Em uma batedeira acrescente os ovos, a margarina, o leite e a farinha de trigo , bater até a massa ficar consistente. Coloque os outros ingredientes, mexa e coloque por último o fermento. Colocar em forminhas, asse em forno médio por 20 minutos dependendo do forno ou até dourar.

Bolo de Milho Verde

Ingredientes:

- milho verde 2 xícaras (chá), equivale (400g);
- açúcar 1 xícara (chá), equivale (200g);
- leite desnatado 2 xícaras de chá, equivale (400ml);
- farinha de trigo 4 colheres (sopa), equivale(80g);
- queijo minas ralado 4 colheres (sopa), equivale (40g);
- 4 ovos;
- margarina light 2 colheres (sopa) , equivale (30g);

- fermento em pó 1 colher (sopa), equivale (10g).

Preparo:

Os ingredientes deverão ir todos para o liquidificador, bater, e colocar numa forma enfarinhada, assando em forno moderado até que fique dourado.

Doce de Abóbora (60 calorias/100g)


Ingredientes:

-1 kg abóbora madura,descascada, cortada em cubinhos;
-5 cravos da índia;
-2 canelas em pau;
-3 xícaras (chá) água equivalente (600ml);
-1 xícara (chá) açúcar equivalente (200g);
-suco de limão – uma colher de chá.

Preparo (compota):

Em uma panela ou se você tiver um tacho de cobre, colacar a abóbora, a água, o suco de limão, o açúcar, os cravos e as canelas. Levando ao fogo até cozinhar a abóbora, sem desmanchá-la (40min). Espere esfriar e sirva gelado.

Preparo para doce de abóbora de cortar

Cozinhe a abóbora por 40 minutos ficando macia, retire do bata no liquidificador.coloque a mistura em uma panela, acrescente o açúcar e leve ao fogo novamente. Tampe a panela parcialmente, abaixe o fogo e deixe cozinhar, mexendo sempre até que o doce desgrude do fundo da panela. Uma opção se desejar antes que açucare, coloque umas 200g de coco ralado , misture bem e retire do fogo. Coloque o doce em uma forma untada e deixe que esfrie, após, corte em quadradinhos.

Curau (105 calorias/100g)

Ingredientes:

10 espigas médias de milho verde (3kg);
3 xícaras (chá) açúcar equivalente (600g);
2 litros de leite desnatado;
1 pitada de sal canela em pó a gosto.

Preparo:

Ralar as espinhas com ralado não muito fino, coloque a massa em um recipiente grande e acrescente 1 litro de leite. Coar a massa em um guardanapo limpo e apertando bem. Adicione o leite que restou, aos poucos; aperte a massa o máximo que puder. Caso o caldo coado estiver saindo bem amarelo, junte mais um pouco mais de leite e acabe de espremer. Numa panela grande, coloque o caldo obtido do milho e junte o açúcar e o sal. Misture bem e deixe cozinhar por 45 minutos, mexendo direto, até que o curau esteja cozido completamente ou com sinta um aroma de milho bem acentuado. Despeje em tigelinhas, polvilhe com canela em pó e sirva quente.

Pé-de-Moleque (110 calorias/50g)

Ingredientes:

- leite desnatado 3 xícaras (chá) equivalente (200ml);
- açúcar 1 xícara (chá);
- margarina light 1 colher (sopa) equivalente (15g);
- bicarbonato de sódio 1 colher (chá) equivalente (10g);
- amendoim 1 xícara (chá) equivalente (150g).

Modo de Preparo:

Coloque o leite, o açúcar, a manteiga e o bicarbonato de sódio em uma panela grande e leve ao fogo baixo deixando ferver por 1 hora e meia, mexendo direto, até formar uma calda grossa. Nesse meio tempo coloque o amendoim em uma forma e leve ao forno médio por 30 minutos, mexendo direto também, até que esteja torrado e a pele saia com facilidade. Para facilitar a retirada da pele do amendoim, despeje-o em um pano de prato e esfregue. Tirar a calda grossa de leite do fogo e bater bem. Quando começar a açucarar, acrescentar o amendoim, misturar e despejar em um mármore untado. Corte pedaços e antes de separá-los deixar esfriar.

Fonte: Mundo das tribos

sábado, 16 de junho de 2012

Dez dicas para você parecer mais jovem

Não é preciso plástica nem preenchimento. Com alguns procedimentos rápidos você dá o truque e sai linda por aí.

Reunimos dez dicas práticas para dar um “up” no visual instantaneamente. Os truques são revelados por Celso Kamura (hairstylist e maquiador), Rosman Braz (maquiador), Luciana Hitomi (médica estética) e Bruno Di Maglio (hairstylist).

Dicas:

1. Prenda a cabeleira
É um engano pensar que cabelo preso envelhece. Os penteados mais altos dão um ar jovial e até levantam o rosto. O rabo de cavalo, especialmente, é garantia de alguns anos a menos. Os semipresos também são indicados e charmosos. Só tome cuidado com os coques baixos de vovó.

2. Lave o rosto com água fria
A simples prática de lavar o rosto com água fria pode renovar o visual em segundos. “A temperatura baixa da água contrai os músculos”, ensina Luciana Hiromi sobre o segredo que “levanta” o rosto. Finalize hidratando a pele com um produto específico.

3. Use um bom primer
O primer é um fluído leve e deve ser usado antes da maquiagem. Além de preparar a pele para receber o make, o produto ainda ameniza o aspecto das rugas mais finas. “Dá um efeito lifting na pele”, diz Celso Kamura. [Veja também: O que você precisa saber sobre o primer]

4. Invista em bases líquidas
Para não ressaltar linhas e marcas de expressão aposte em bases mais líquidas e de efeito tensor. Segundo Rosman Braz, a base deve ser muito bem dosada e espalhada. O excesso do produto envelhece e destaca os defeitinhos do rosto.

5. Corte a franja
A franja dá um ar mais jovial, mas deve ser cortada com cautela. Nem todas ficam bem de franja, então pedir a opinião sincera de um cabeleireiro é recomendável. Franjas falsas (aquelas ralas) e curtinhas devem ser evitadas. “Para não ficar parecendo que você quer ser uma garotinha”, alerta Kamura.

6. Levante o olhar
“Quem tem o olho mais caidinho pode abusar do delineador para levantar o olhar”, ensina Celso Kamura. O estilo gatinho, em alta nos últimos tempos, é a pedida da vez. Kamura ainda aconselha o uso de sombra marrom, que cria efeitos fantásticos e não pesa como a preta. “É um coringa”, ele completa. [Veja também: Aprenda a usar o delineador]

7. Esfolie a pele
Uma boa esfoliação ativa a circulação e remove as células mortas. Os cravinhos são suavizados e os poros totalmente limpos. Mas o produto deve ser usado sem exageros. Segundo Luciana Hitomi, o ideal é esfoliar a pele apenas uma vez por semana, para não ressecar. [Veja também: Limpeza e revitalização da pele express]

8. Tire as sobrancelhas
Fazer as sobrancelhas é como passar por uma cirurgia plástica instantânea sem bisturi. Uma boa especialista é capaz de definir o melhor desenho para cada tipo de rosto. Vale investir nesse tipo de serviço, nem tente fazer em casa. [Veja também: Conheça os segredos das sobrancelhas de Juliana Paes]


9. Lápis nude na linha d´água
Você vai ficar com um ar mais leve e descansado em dois minutos, e a dica é muito simples: aplique lápis de olho nude na linha d´água e rímel incolor nos cílios e nas sobrancelhas.

10. Vá de blush
Ganhe um aspecto jovial e saudável colorindo as maçãs do rosto com um blush bem leve. Sorria e aplique na elevação aparente.

Fonte: IG

Os ácidos que renovam a pele




Aproveite o clima mais frio para cuidar da pele com ativos potentes.

Ácidos suavizam linhas e rugas, clareiam manchas e melhoram a qualidade geral da pele
A temporada outono-inverno é ideal para investir em tratamentos de beleza com ácidos. A ausência de sol forte beneficia a recuperação da pele, que fragilizada exige proteção total contra o calor e os raios solares. Desde que usados da forma correta, os ácidos renovam e clareiam a cútis. Em diversas formas de apresentação, eles podem ser aplicados em casa – em forma de cremes – ou em consultórios dermatológicos – os conhecidos peelings químicos.

Os ácidos são altamente agressivos, portanto uma consulta prévia ao dermatologista é essencial para que uma avaliação criteriosa seja feita. Veja um apanhado do que há no mercado em ativos e discuta com um médico as melhores opções para o seu caso.

Ácido Azeláico: para eliminar manchas e clarear a pele.

Ácido Fítico: poderoso antioxidante e clareador. “Minimiza os efeitos do envelhecimento cutâneo”, explica a dermatologista Thais Pepe, de São Paulo.

Ácido Fenol: agente utilizado para peeling profundo. Atenua cicatrizes e rebate o envelhecimento acentuado.

Ácido Glicólico: extraído da cana de açúcar, promove esfoliação e acelera a renovação celular.

Ácido Hialurônico: é usado para o preenchimento cutâneo. É também um excelente veículo para hidratantes.

Ácido Kójico: obtido da biofermentação do arroz, é usado principalmente para clarear manchas e a pele em geral.

Ácido Málico: proveniente da maçã, o málico clareia manchas, atenua rugas e tem ação regenerativa.

Ácido Mandélico: usado principalmente para amenizar os poros abertos.

Ácido Resorcina: mais indicado em tratamentos contra acne, principalmente para quem tem a pele bastante oleosa.

Ácido Retinóico: derivado da vitamina A, esse ácido é largamente utilizado, tanto em peelings quando em cremes noturnos. Segundo a dermatologista Mônica Felici, de Campinas, ele combate os sinais do envelhecimento por meio da renovação celular e do estímulo da produção de colágeno. “É muito eficaz contra o fotoenvelhecimento”, diz.

Ácido Salicílico: “Indicado para o tratamento da acne, também suaviza manchas e rugas, atuando como esfoliante e no controle da oleosidade”, conta a dermatologista Juliana Carnevale, do Rio de Janeiro.

Ácido Tricloroacético: este ácido é bastante agressivo. “Usado em peelings para combater rugas profundas e cicatrizes”, conta Thais Pepe.


Quase todos os ácidos, exceto os extremamente agressivos, podem ser utilizados em casa, antes de dormir. Os ácidos de uso caseiro são vendidos em pomadas ou cremes manipulados.

Porém, os resultados mais eficientes costumam aparecer em procedimentos feitos pelo dermatologista. “Quando aplicados no consultório, em forma de peeling, a concentração do ácido é altíssima e o efeito intenso”, explica Thais Pepe.

Outra vantagem da aplicação de peelings em consultórios é o resultado obtido em pouco tempo. “A renovação celular é estimulada rapidamente”, diz Mônica Felici.

Além de renovar a pele de forma moderada, os ácidos produzidos para uso domiciliar têm outras funções, como preparar a pele para procedimentos no consultório e complementar o peeling. “Antes do peeling, a pele precisa ser preparada com ácidos por pelo menos 15 dias”, conta Juliana Carnevale.

Os resultados esperados
Os ácidos podem ser usados com sucesso no tratamento de manchas (sardas ou melasmas), linhas finas ou marcadas, cravos, espinhas em excesso, poros abertos, textura irregular da pele e oleosidade. “A finalidade principal do ácido é promover uma ‘troca de pele’, ou seja, a descamação da epiderme, eliminando as células mortas. Ele também atua na derme, a camada mais profunda da pele, estimulando a produção de colágeno e fibras elásticas” diz Thais Pepe.

O principal cuidado para ter sucesso no tratamento com ácidos é usar bloqueador solar – mesmo em dias nublados e dentro de casa. Além disso, de acordo com a dermatologista Juliana Carnevale, os ácidos deixam a pele mais sensível e com tendência ao ressecamento, por isso a hidratação caprichada é essencial – mesmo provocando um pouco de ardor.

Para potencializar a transformação que os ácidos promovem, vale combinar outros tratamentos e recursos modernos. “Como a luz intensa pulsada, que acelera o clareamento de manchas; o infravermelho longo, que estimula a produção de colágeno e melhora flacidez; e lasers, como o Gênesis, que melhora a aparência das rugas finas, fecha os poros e estimula a produção de colágeno”, exemplifica Mônica.

Fonte: IG

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Onde encontrar a dose certa de cálcio?

 

Conheça os alimentos mais indicados para evitar a osteoporose. Novo iogurte recebe aval de duas entidades médicas

 
Os ossos levam quase 30 anos para alcançarem o auge de sua densidade e cerca de 10 anos depois começam a enfraquecer. Se eles enfraquecerem demais, tornam-se muito porosos e quebradiços.
Em linhas gerais, essa é a lógica da osteoporose. A doença está associada ao processo de envelhecimento. Todo mundo perde óssea a partir de uma certa idade e, para evitar que a osteoporose, é preciso ter dois tipos básicos de cuidados preventivos.

Foto: Thinkstock/Getty Images Ampliar
Estilo de vida saudável e alimentação rica em cálcio na juventude previnem osteoporose na maturidade

Primeiro, acumule o máximo de massa óssea antes dos 30 anos. Segundo, evite hábitos que acelerem a perda de massa óssea. Nos dois casos, a alimentação exerce papel fundamental.
“A osteoporose é resultado de um balanço entre ganho e perda de massa óssea no decorrer da vida”, resume Rubem Lederman, membro da Fundação Internacional de Osteoporose e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Osteoporose (Sobrao).
Se a doença se instala, não há cura. Apenas tratamento para retardar seu avanço e impedir consequências graves. Como os ossos passam a ser mais porosos, até traumas leves podem causar fraturas. Uma queda corriqueira pode quebrar um fêmur ou a bacia.
O problema afeta 30% dos idosos brasileiros e, nesta idade, a recuperação é mais lenta. São semanas em repouso, com a necessidade de cuidados especiais. “Há risco do isolamento favorecer quadros de depressão ou de doenças cognitivas, como Mal de Alzheimer”, alerta Cristiano Zerbini, presidente da Sobrao.
As quedas podem até matar por complicações no tratamento das fraturas. O organismo dos idosos é mais vulnerável, pode sofrer infecções.
No Brasil, a osteoporose atinge sete vezes mais mulheres do que homens (7,1% delas contra 1,8% deles). E pode surgir antes dos 40 anos por conta de dietas muito restritivas ou pela menopausa precoce. A queda na produção de estrógeno acelera em até seis vezes a perda de massa óssea.

Dose certa
A ingestão adequada de cálcio varia de acordo com a idade:
- Infância: 800 mg a 1200 mg;
- Adolescência: 1200 mg a 1500 mg,
- Vida adulta: 1000 mg;
- Acima de 50 anos: 1000 mg a 1500 mg.

A principal fonte é o leite. Desnatado ou integral, ele fornece 1 mg de cálcio para cada 1 ml da bebida. Na prática, significa que precisamos de 1 litro por dia, na vida adulta.
Mas nem todo mundo gosta de leite. Nem todo mundo é tolerante à lactose. “Adolescentes evitam o leite porque remete à infância. Idosos reclamam porque pode causar desconforto estomacal”, aponta Lígia Araújo, professora do departamento de nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Outros alimentos
Não gosta de leite? Tudo bem. Existem peixes ricos em cálcio. A sardinha é a melhor opção, ela oferece metade da necessidade diária de cálcio em apenas quatro unidades (100 g). O badejo tem metade do cálcio da sardinha, mas também é um dos peixes mais ricos na substância.
Feijão rosinha também ajuda. Uma concha e meia (160 g) oferece 10% do cálcio, o mesmo encontrado em duas unidades de laranja lima ou em uma colher e meia de requeijão.
Bebidas à base de soja, em média, oferecem 40 mg de cálcio por copo. A dose pode até dobrar em marcas enriquecidas na substância.
Entre as saladas, a de alfafa é a mais proveitosa, com mais de 500 mg de cálcio por 100 g do alimento. Acelga e agrião também são ótimas opções, com metade do cálcio da alfafa.
Outro alimento rico em cálcio é a azeitona verde, embora seja bem calórica.
Iogurte
No mercado de iogurtes, um novo produto despertou interesse de duas entidades médicas, o Densia, da Danone. Ele deve chegar ao País dia 16 e oferece 50% da necessidade diária de cálcio por pote (100 g).
O produto vem com os selos da Sociedade Brasileira de Osteoporose e da Sociedade Brasileira de Densiometria Clínica.
Os fabricantes explicam que o iogurte tem pouca lactose para evitar desconfortos estomacais em idosos e também é enriquecido em vitamina D. Contudo, os médicos ainda recomendam pelo menos 20 minutos de exposição solar, com uso de filtro e nos horário de menor intensidade, para metabolização da vitamina D. Ela tem papel fundamental na absorção do cálcio.
Fonte: IG