quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sh’Bam, o happy-hour da dança

Coreografias simples, ao estilo das dançadas em casas noturnas, são outra aposta de malhação para este ano.



Nova aula de dança promete trazer a "balada" para dentro das academias
As pistas de dança das casas noturnas foram transferidas para as academias de ginástica, sendo esta a cara do “Sh’Bam”, nova aula de fitness que deve conquistar os malhadores no próximo semestre de 2011.

Apresentada na 21ª Feira Brasil Internacional Fitness, que ocorreu em Santos (litoral paulista) no último feriado de Páscoa, o Sh’Bam segue a tendência de reunir 30 pessoas em uma mesma sala de aula para fazer coreografias, tudo de uma forma mais descontraída.

“É como se fosse um happy-hour da dança”, compara Sandro Costa, treinador da Body Systems Latin America, empresa criadora do método que já está disponível na rede de academias BioRitmo.

“É uma estratégia para atrair as pessoas que nunca fizeram exercícios físicos, pois os passos foram elaborados para serem feitos por quem não sabe dançar. É quase uma modalidade livre de exercícios”, explica o treinador.

São 45 minutos que misturam coreografias simples ao som de anos 70, merengue, salsa, samba e pop (muito pop). “Não nos aprofundamos em nenhuma modalidade de dança porque o objetivo é fazer um mix de estilos mesmo. Caso o aluno se interesse por um deles, orientamos a procurar as aulas mais especializadas”, explica Costa.

Aula repete os "passinhos" feitos nos anos 80 e 90 nas discotecas, ao estilo Macarena
Sh’Ban é uma gíria do mundo dos dançarinos profissionais, que significa algo como “uau”. Na nova aula, que tem como foco os sedentários, os passos remetem à moda das discotecas, típicas dos anos 80 e 90 – as pessoas ficavam enfileiradas e faziam “passinhos” em sincronia, trocando de lugar e repetindo a mesma sequencia até o final da música (Macarena foi um dos hits que imortalizou o estilo).

Os braços também movimentam bastante, em especial nos rodopios e batidas de palmas estimuladas pelos professores. O estilo John Travolta em “os embalos de sábado à noite” também visita a aula, lá pelos 25 minutos, assim como as coreografias desengonçadas de Lady Gaga.

Divertida, descontraída, mas cansativa. Sh’Ban tem coreografias simples mas que gastam muitas calorias e exigem fôlego dos participantes.

A estimativa é que é possível queimar até 500 calorias por aula, dependendo do “tamanho” que os movimentos são feitos.

É possível dançar quase sem perceber, mas se o alongamento não for feito ao final, com certeza os movimentos vão deixar lembranças nada agradáveis no dia seguinte.

Fonte: IG

Dançar kuduro queima 660 calorias por hora

Veja outras danças que também eliminam gordura e ajudam a emagrecer.



Kuduro: mais de 600 calorias em uma hora de práticaSe durante a abertura da novela da TV Globo Avenida Brasil, os móveis da sala forem afastados para permitir a coreografia típica do kuduro, ritmo que embala a trama das 21 horas, é possível queimar as calorias extras consumidas no jantar.


A dança - que nasceu na Angola - é uma importante aliada no emagrecimento, explica o personal trainer Juliano Maestro, especializado em música latina, salsa, merengue, som e agora kuduro.

“Os passos são sempre feitos na ponta dos pés, os joelhos ficam flexionados o tempo todo (abrindo e fechando), os braços não param de mexer e a coluna também faz movimentos para frente e para trás”, diz o professor de educação física.

“Todo este contorcionismo, composto por muito rebolado, acelera os batimentos cardíacos, eleva a transpiração e manda a gordura embora. Em uma hora, é possível eliminar até 660 calorias”, completa Maestro.
O potencial emagrecedor do kuduro foi detectado pelos especialistas em educação física já em 2010, mas o assunto ganhou fôlego com a novela e foi tema da última edição da Fitness Brasil (que aconteceu em maio de 2012) - evento que reúne profissionais das academias nacionais.

A tendência - afirmaram os organizadores da feira que oferecem cursos de capacitação em diversas modalidades da ginástica - é trazer para as aulas os passos dados nas pistas de dança das boates. No ano passado, foi a vez da Zumba e do Sh’Bam, por exemplo.

O fato é que dançar é uma das atividades aeróbias mais completas, porém os benefícios também valem para o sistema psíquico. A bailarina argentina Maíra Fux, sabendo disso, elaborou o conceito “dançaterapia”, que agora começa a chegar ao ambiente corporativo brasileiro, como arma para aliviar o estresse dos funcionários. Este efeito terapêutico acontece porque, durante a dança, substâncias como adrenalina e endorfina são liberados e funcionam para aumentar a sensação de bem-estar e satisfação.
Estas mesmas substâncias também ampliam o gasto calórico (e até diminuem a ansiedade) e por isso as academias têm investido nas aulas de dança. A pedido do iG Saúde, a D’Elia Sports– empresa de consultoria de atividades físicas – elaborou uma tabela com os gastos calóricos de algumas danças que já chegaram às redes de fitness.

Fonte: IG

Cuidado com os alimentos que “dão barriga”

Eles podem distender momentaneamente o abdome ou colaborar com as gordurinhas extras na região. Fique atento às suas escolhas .

Feijão: pode provocar gases e "estufar" o abdômen
Uma barriguinha saliente pode ter diversas causas: herança genética, alteração hormonal, retenção de líquido, excesso de peso, má postura. Mas certos alimentos também levam a uma incômoda distensão abdominal.

”Alimentos formadores de gases (como feijão, frituras, pães, enlatados), gordurosos e com excesso de sal podem aumentar o volume da barriga”, diz a nutricionista funcional Elaine de Pádua, diretora da clínica DNA Nutri, de São Paulo.

É importante ter atenção na hora de consumi-los, porque, além da questão estética podem provocar desconforto físico.

“O bom é que eles podem ser substituídos por opções mais saudáveis”, diz a nutricionista Paula Gandin, de São Paulo, membro da diretoria do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional (CBNF).

A seguir as especialistas fazem um raio X desses alimentos e apontam caminhos que colaboram com uma barriga mais chapada.

Pão branco e massas: alimentos feitos com a farinha refinada fornecem um carboidrato suscetível a fermentação e produção de gases que levam à distensão abdominal. “Pessoas com hipersensibilidade ao glúten (proteína presente no trigo) ou com doença celíaca podem apresentar ainda sintomas como a flatulência. Nestes casos, a melhora ocorre com uma dieta de eliminação que deve ser avaliada por um profissional de saúde capacitado”, esclarece Paula Gandin. Sugestão saudável: opte por pães e massas integrais, ricos em fibras.

Açúcar: a sacarose propicia o desenvolvimento da disbiose intestinal (desequilíbrio da flora do intestino), fazendo com que as bactérias benéficas diminuam e as bactérias prejudiciais proliferem, podendo levar à distensão. “O excesso também se transforma em energia de reserva e aumenta a quantidade de gordura abdominal”, diz Elaine de Pádua. Sugestão saudável: tente abandonar o uso excessivo de açúcar e, aos poucos, descubra o sabor natural dos alimentos.

Bebida alcoólica: o álcool aumenta a permeabilidade da mucosa do intestino, aumento o quadro de desequilíbrio da flora (bactérias) intestinal, podendo levar ao aumento de volume abdominal. Sugestão saudável: evite o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

Refrigerante: estufa a barriga por causa da presença do gás e pelo açúcar contido em algumas bebidas. Sugestão saudável: prefira sucos de frutas naturais.

Feijão: alguns carboidratos (oligossacarídeos) presentes no feijão escapam da digestão e são metabolizados pelas bactérias presentes na parte baixa do trato digestório, podendo causar gases e flatulência.

“Muitas vezes, são apenas observados os fatores negativos da flatulência, no entanto esses ácidos produzidos na fermentação estimulam os movimentos peristálticos do intestino e, assim, evitam a constipação”, esclarece Paula Gandin. Sugestão saudável: eliminar o alimento da dieta não é uma boa opção, devido ao grande valor nutricional. Deixar de molho e trocar de tempos em tempos a água dos grãos, antes de cozinhar, ajudam a reduzir o problema da formação de gases.

Repolho e couve-flor: esses vegetais são da família das brássicas, nas quais estão presentes compostos sulfurados capazes de aumentar a produção de gases. Sugestão saudável: seu consumo não deve ser desestimulado, pois muitas pesquisas mostram seus efeitos positivos na prevenção de doenças crônicas.

“Pessoas muito sensíveis podem evitar comer na mesma refeição dois ou mais tipos de brássicas (como brócolis, couve-manteiga, couve de bruxelas e nabo, entre outros)”, diz a nutricionista Paula.

Pimentão verde: durante o processo de amadurecimento os pimentões variam de cor, indo do verde ao amarelo ou vermelho. Os verdes são colhidos antes da maturação e como estes vegetais só amadurecem no pé, não mudam a tonalidade. No entanto, para muitas pessoas o pimentão verde pode ser de difícil digestão quando comparados aos outros.

“Alimentos mal digeridos podem causar estufamento e até formação de gordura devido ao processo inflamatório instalado”, diz Elaine de Pádua. Sugestão saudável: prefira pimentão amarelo ou vermelho.

Laticínios: para quem tem intolerância a lactose consumi-los pode gerar flatulência e diarreia. Sugestões saudáveis: leite de cereais (quinoa, arroz); leite de sementes (gergelim, girassol); leite de oleaginosas (amêndoas, castanha-do-pará); extrato de soja. “A introdução desses alimentos deve ser avaliada por um nutricionista a fim de garantir, por meio de toda a dieta, o aporte diário adequado de vitaminas e minerais”, explica Paula Gandin.

Produtos industrializados (bolacha, refrigerante, macarrão pronto, embutidos): substâncias químicas presentes nestes alimentos sobrecarregam o fígado e a vesícula. “Isso aumenta as chances de armazenar gordura principalmente no abdome, já que nesta região temos mais receptores de insulina que dão o comando para armazenar gordura”, explica a diretora da clínica DNA Nutri. Sugestões saudáveis: opte por frutas e alimentos naturais, integrais, sem corantes ou conservantes.

Confira outras dicas para uma barriguinha mais enxuta:

- Mastigue lentamente os alimentos. Mastigar mais vezes ajuda a emagrecer
- Evite beber líquidos em excesso durante as refeições
- Prefira alimentos integrais ricos em fibras
- Tenha o hábito de tomar água ao longo de todo o dia
- Pratique atividade física: além de queimar calorias isso ajuda no bom funcionamento do organismo de maneira geral. Conheça os Programas de caminhada e corrida do iG
- Aumente o consumo de alimentos diuréticos, como erva doce, salsão, coentro, berinjela, endívias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã, abacaxi, melancia e maracujá

Fonte: Ig

Alimentos que ajudam a desinchar

Embora tenha origens diversas, o inchaço pode estar ligado à alimentação. Veja o que fazer e o que comer para evitá-lo.

A causa pode ser prisão de ventre, estresse, alergias alimentares ou qualquer outro problema de saúde como intolerância a lactose ou problemas gastrointestinais. O fato é que ninguém gosta daquela sensação de barriga inchada, que pode durar horas.

O nutricionista David Grotto, no livro “101 Alimentos para uma vida plena” (Ed. Larousse) e a Clínica Mayo oferecem dicas de como evitar o inchaço e uma lista de alimentos que podem ajudar a reduzir o inchaço.

Mude de atitude

Escute o corpo: preste mais atenção aos efeitos do que você come na sua barriga e evite os alimentos que aumentam a sensação de inchaço.

Modere a ingestão de gordura: ela atrasa o esvaziamento do estômago e favorece a sensação e estufamento.

Coma devagar e aposente o canudinho: comer rápido e beber líquidos pelo canudo aumenta a ingestão de ar.

Fuja da cerveja e dos refrigerantes: essas bebidas liberam o gás dióxido de carbono, que ajuda a inchar a barriga.

Aposente o chiclete e a balinha: quando você masca ou chupa um caramelo mais duro, engole mais do que o normal e parte do que é engolido é ar.

Não fume: ao inalar a fumaça, também está engolindo ar.

Trate a prisão de ventre: quanto mais tempo o resíduo de comida permanece no intestino, mais tempo ele tem para fermentar, gerando inchaço.

Mexa-se: dar uma caminhada curta, de 15 minutos, após as refeições ajuda no processo de digestão.

Alimentos:

Aipo , hortelã, linhaça, girassol, gengibre, arroz,melão e iogurte.

Fonte: IG

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Receita de Bauru de Forno


INGREDIENTES

1 ½ xícara (chá) de leite morno
2 tabletes de fermento biológico
1 colher (chá) de açúcar
1 pitada de sal
2 ovos
1 xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de margarina
3 xícaras (chá) de farinha de trigo ou o suficiente até o ponto de não grude nas mãos
Margarina e farinha de trigo para untar a assadeira

Recheio
6 fatias de queijo tipo mussarela
6 fatias de presunto
3 tomates em rodelas
½ xícara (chá) de cebola picada
2 colheres (sopa) de vinagre
Salsa e cebolinha a gosto
1 gema para pincelar

MODO DE PREPARO

Misture o leite morno com o fermento biológico. Acrescente aos poucos os ovos, o sal, o açúcar, o óleo. Mexa tudo com as mãos até obter uma massa homogênea e que não grude nas mãos (este é o ponto certo). Caso seja necessário, adicione um pouco mais de farinha de trigo. Deixe crescer por meia hora. Divida a massa em duas partes. Abra uma parte e passe metade da xícara (chá) de margarina e dobre como um envelope e abra-a de novo com um rolo. Unte uma assadeira com margarina e farinha de trigo. Coloque essa parte da massa. Recheie com as fatias de queijo mussarela e de presunto, as rodelas de tomates, cebolas temperadas no vinagre, junte a cebolinha, a salsa. Preaqueça o forno em temperatura média (180º C). Faça com a outra metade o mesmo procedimento da margarina e das dobras. Abra-a com um rolo e cubra a assadeira. Pincele com gema antes de levar ao forno. Asse por 40 minutos aproximadamente.


Fonte: IG

domingo, 27 de maio de 2012

20 dicas de emagrecimento

1 – Não tenha pressa. O objetivo não é emagrecer para uma festa ou para o encontro de sábado a noite, mas para o resto da vida. A ansiedade pode acabar levando você a comer mais ainda.




2 – Coloque de vez os exercícios físicos na sua rotina. Além de fazerem bem para o corpo, ajudando a queimar gordura e modelá-lo, as atividades são ótimas para a cabeça, pois driblam o estresse e lembram você do compromisso com uma vida mais saudável.3 – Beba bastante água, no mínimo 2 litros nos dias frescos e 2,5 litros quando estiver mais quente. Além de hidratar o organismo e eliminar as toxinas, a água reduz a sensação de fome. Muitas vezes, a vontade de comer alguma coisa é simplesmente sede.

4 – Use e abuse das verduras e legumes. Eles são deliciosos, enchem o estômago e não engordam. Invente saladas, suflês, molhos light para acompanhar, mas não deixe de incluí-los no seu cardápio.

5 – Evite frituras e gorduras. Habitue-se a comer grelhados e a tirar as gordurinhas da carne, a pele do frango etc.

6 – Troque o pão e as massas brancas pelas integrais. Elas contêm fibras, que aumentam a sensação de saciedade e ajudam no funcionamento do intestino.

7 – Alimente-se de três em três horas. O ideal é ter café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. Assim, você não passa fome e mantém o organismo ativo, queimando calorias na digestão. Quem não come fica com o metabolismo preguiçoso e pára de emagrecer.

8 – Tome iogurte light. Além de fazer bem, um potinho tem entre 45 e 80 calorias. O mercado está cheio de opções deliciosas.

9 – Troque as sobremesas por chicletes sem açúcar. Carregue vários deles na bolsa, para quando der vontade de mastigar fora de hora.

10 – Se você não consegue viver sem algo doce depois da refeição, não adianta brigar com a sua natureza. Satisfaça a vontade com uma barrinha de cereal, gelatina light, uma bola de sorvete light ou uma fruta.

11 – Não vire escrava da balança. O peso corporal varia durante o dia, de um dia para o outro, na época da TPM e até quando o intestino está preso. O ideal é se pesar uma vez por semana, sem roupas, de preferência pela manhã ao acordar. Melhor ainda é notar seu emagrecimento pelas roupas, que fatalmente vão se alargando ou se ajustando melhor ao corpo.

12 – Invista nos produtos light, que têm menos calorias e gorduras. Requeijão, queijo, pão, leite desnatado, sucos, existem várias opções.

13 – Não seja xiita. Não desmarque compromissos como jantares, festas e viagens com medo de sair da dieta. Participe dos eventos, coma com moderação e depois retome normalmente a sua rotina. Deixar de aproveitar a vida também não faz bem � saúde!

14 – Da mesma forma, não precisa se torturar quando os amigos combinarem um chope ou uma pizza no final de semana. Se de segunda a sexta você tem uma boa alimentação e faz exercícios, nem precisa esquentar a cabeça aos sábados ou domingos. Conforme seus hábitos forem se renovando, naturalmente você vai se controlar e até comer menos.

15 – Muitas vezes, o difícil é iniciar. Depois que você engrena e começa a emagrecer, a motivação para manter hábitos saudáveis é cada vez maior.

16 – Deslizes acontecem. Afinal, ninguém é perfeito, e é normal você cometer algumas besteiras pelo caminho. Não deixe o desânimo tomar conta, retome a sua rotina e seu objetivo.

17 – Estabeleça metas que você sabe que pode atingir. Nada de impor uma perda de 10 kg em um mês, ou 3 kg em uma semana. Pense a longo prazo, e trabalhe para, por exemplo, emagrecer 4 kg nos próximos dois meses. Assim, dá tempo de acostumar o corpo com a mudança, e contornar qualquer imprevisto no caminho.

18 – Não espere chegar ao seu peso ideal para viver e ser feliz. Vá � praia, compre roupas, viaje, namore, divirta-se. Colocar na cabeça que você só vai fazer tal coisa quando estiver pesando “x” é besteira!

19 – Comemore cada vitória. Desde a calça antiga que finalmente fechou, até aqueles 400 gramas a menos. Imagine que cada pequeno progresso é uma moeda que você coloca em um cofrinho, que vai cada vez ficando mais cheio.

20 – Ame-se. A auto-estima é o ponto principal para quem quer mudar os hábitos, emagrecer e levar uma vida mais saudável. Cuide de você mesma, seja vaidosa, compre roupas legais e procure estar de bem consigo mesma. Quanto melhor e mais bonita você se sentir, mais fácil será para adquirir e manter uma rotina de beleza, saúde e bem-estar no seu dia-a-dia.

Fonte: Dicas femininas

sábado, 26 de maio de 2012

Mexa-se: 10 dicas para não abandonar os exercícios

A motivação do iniciante pode diminuir à medida que os dias passam. Veja como não desistir.

Ter companhia e estar em um lugar agradável estimulam a atividade física.

Quem decide abandonar o sedentarismo com a prática da caminhada ou até da corrida costuma relatar alta motivação nas primeiras semanas de atividade física. Com o passar dos dias, no entanto, o pique pode diminuir, especialmente se não houver um planejamento dos exercícios.

“Entre 80% e 90% dos iniciantes que não seguem uma planilha abandonam a atividade por volta da terceira semana. Já os que seguem orientações de um instrutor ou até programas de treino – mesmo que genéricos – continuam firme mesmo depois de terminada a primeira planilha, o que geralmente fica próximo do terceiro mês”, diz o professor de educação física Alen Brandizzi, técnico esportivo de corrida e triatlo da Treine Certo Assessoria Esportiva, de Vitória (ES).

Confira dicas práticas para não desistir:

1. Arranje um parceiro de treino nas primeiras semanas e se comprometa com ele. É muito fácil “deixar para lá” quando você está sozinho. Especialmente naquele dia em que bateu a preguiça ou amanheceu nublado.

2. Estabeleça metas atingíveis e reais, como caminhar dois quilômetros, três vezes por semana nas primeiras duas semanas. E aumente 300 metros a cada semana em um período de 12 semanas. “É mais fácil de praticar e cumprir, do que decidir caminhar cinco quilômetros todos os dias até o fim do ano”, argumenta Alen Brandizzi. Vale também planejar a evolução, traçando planos para um ano com metas curtas, médias e de longo prazo.

3. Em um caderno ou agenda, faça uma espécie de “diário de treino“. Algo como: “hoje caminhei dois quilômetros e me senti bem”. E valorize os progressos: “caminhei 10 minutos e corri durante dois minutos. Nossa, como correr é legal!” Segundo o treinador, o ato de registrar seu exercício faz com que você visualize sua evolução, o que é altamente motivador.

4. Esqueça o treino dos outros: concentre-se em você. Trace suas próprias metas, sabendo aonde quer chegar e como fará para atingir seus objetivos.

5. Use roupas e tênis confortáveis, adequados ao seu corpo.

6. Escolha um local agradável para a prática de exercícios, como um parque. Pelo menos uma vez por semana programe um treino ao ar livre.

7. Se você segue uma planilha entenda que “treino perdido é treino feito”. “A sessão de exercício programada e perdida para aquele dia não poderá ser somada a do dia posterior. Esqueça e siga em frente”, diz Alen.

8. Compartilhe experiências. Converse sobre seu treino com pessoas do mesmo nível que você e com os mais experientes. Até redes sociais como Twitter e Facebook, podem ajudar nessa troca.

9. Não use desculpas como “estou muito pesado”, “não tenho fôlego”, “não consigo acordar cedo” para desistir do exercício. A perda de peso e a resistência vêm justamente com a continuidade da caminhada ou da corrida. Quanto ao horário, escolha o que é possível e mais confortável para você.

10. Descanso também é treino. O intervalo entre um dia e outro de atividade física é benéfico para a recuperação e altamente recomendado, principalmente para iniciantes. Só não use esse argumento para descansar a semana inteira.

Fonte: IG

Fuja do desânimo no exercício

Especialistas em fitness dão dicas para evitar a preguiça e o desânimo na atividade física.




Especialistas dizem que existem truques para ajudar as pessoas a obter motivação no exercício
Corredores tropeçam, iogues bocejam e até mesmo os mais musculosos fisiculturistas ficam entendiados.

Mas, para o fisiologista do exercício Tom Holland, que já treinou pessoas em praticamente tudo – de perda de peso para escalar montanhas até preparação para correr maratonas – o mais importante é estabelecer uma data.

“Pode ser um casamento, uma corrida ou uma reunião. É preciso fixar uma data”, afirma Holland, autor do livro Beat the Gym: Personal Trainer Secrets Without the Personal Trainer Price Tag (ainda sem tradução para o português).

“Precisamos de metas claras e definidas. Uma resolução de ano novo ou um desejo de perder peso não é suficiente.”

E se o objetivo for grande, corte-o em pedaços menores. “Eu treino muita gente para correr maratonas. Fazer 5Ks (cinco quilômetros) e meias-maratonas é amelhor forma de adicionar pequenas vitórias ao longo do caminho.”

Às vezes, diz ele, o truque é fazer com que a mente desligue daquilo que está sendo feito. “Se o objetivo é perder peso, tirar o foco da perda de peso ajuda”, diz ele.

“Veja o que deixa as pessoas animadas e deixe-as tão absortas no treino que as coisas simplesmente acontecem.”

Se a meta é correr, Holland, muitas vezes, correr com seus alunos.

“Você não pode motivar, mas pode fornecer incentivos”, ensina Holland, que também é formado em psicologia do esporte. “A ciência está em encontrar um objetivo que é desafiador, mas não desafiador demais.”

Como diretora nacional do Instituto de Formação de Fitness Equinox, Geralyn Coopersmith é encarregada de treinar os instrutores para a cadeia de academias Equinox. Para ela, não é a motivação que incentiva as pessoas a seguir adiante.

“As pessoas ficam motivadas quando colocam uma roupa de banho que serve nelas” diz Coopersmith.

“Nós precisamos dar a elas objetivos mensuráveis."

Ela recomenda que os treinadores crescentem algo à rotina dos alunos a cada semana.

“Talvez seja apenas beber mais água todos os dias, ou gastar 15 minutos extras na esteira. Também perguntamos aos alunos o quanto eles estão, em uma escala de um a 10, propensos para fazê-lo”, ensina ela.

Para a instrutora de fitness Amy Dixon, criadora de uma famosa série de ginástica vendida em DVD, variedade é o tempero do entusiasmo no treino. Para ela, ir à mesma aula de ginástica toda semana é o caminho mais rápido para o desânimo. Se cinco aulas por semana é a regra, ela aconselha deixar de ir uma vez e ir acrescentando outra nova a cada sete dias.

“Adoro ver meus alunos assíduos nas aulas de outras pessoas. Como professora, sei que é importante fazer isso”.

Para manter a boa e velha motivação, diz Amy, a dinâmica de uma aula de fitness em grupo é algo poderoso.

“A energia coletiva guia, mantém motivado, e fornece aquele extra que, por vezes, falta nas aulas individuais.”

Jessica Matthews, uma fisiologista do exercício do American Council on Exercise, sugere agendar o treino como se fosse um compromisso importante.

“As pesquisas têm demonstrado que o hábito do exercício se estabelece em cerca de 21 dias”, afirma Jessica, que atua em San Diego, Califórnia.

Fonte: IG

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Victoza. Emagrece ou não?

A verdade sobre o Victoza, a nova (e controvertida) droga para emagrecer.

A droga que promete eliminar até 15 quilos está mobilizando os médicos e provocando uma corrida às farmácias.

Mas será que o medicamento é mesmo o novo milagre para perder peso?

O que você faz quando quer se livrar dos quilinhos extras? Para grande parte dos brasileiros (120 milhões de pessoas acima do peso, de acordo com pesquisa de 2010 realizada pelo Vigitel, sistema de pesquisa do Ministério da Saúde), a resposta é: tomar remédios para emagrecer. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tenta controlar o consumo desenfreado. Em 2009, foram vendidas cerca de dez toneladas dessas substâncias, segundo dados do próprio órgão, que recentemente proibiu a venda de três medicamentos derivados da anfetamina e criou uma nova regulamentação, mais rígida, para o uso da sibutramina. Agora, porém, os holofotes estão sobre o Victoza, remédio injetável empregado no tratamento de diabetes do tipo 2, cujo princípio ativo, a liraglutida, ajuda a regular a produção dos hormônios insulina e glucagon. O medicamento ganhou destaque depois que, nos estudos com diabéticos, observou-se que os pacientes que usavam a droga para compensar a falta de insulina também perdiam peso e sofriam poucos efeitos colaterais. Desde o ano passado, inventou-se, então, outro uso para o Victoza. Apesar de o remédio ainda estar em fase de testes e não ser aprovado pela Anvisa (e por nenhum outro órgão regulador mundial) como emagrecedor, ele sumiu das prateleiras das farmácias do país. Nem o preço (em média, 370 reais) nem o fato de ser uma droga injetável assustaram os compradores. A seguir, alguns dos principais especialistas do país explicam os prós e contras da novidade.

1. Qual é a promessa do Victoza?

O laboratório Novo Nordisk, fabricante do Victoza, afirma, por meio de nota à imprensa, que o remédio “é usado para tratar diabetes mellitus do tipo 2 quando dieta e exercícios sozinhos não são suficientes para o controle da glicemia”. Não se fala sobre perda de peso, mas endocrinologistas de renome, como Alfredo Halpern, chefe do serviço de endocrinologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, garantem esse efeito. “Cerca de 85% dos meus pacientes respondem bem ao medicamento. Desses, um terço perde até 5 quilos em um intervalo de dois a seis meses e o restante elimina entre cinco e 15 quilos no mesmo período”, diz Halpern. Depois do primeiro semestre, o peso tende a estacionar porque o organismo atinge seu limite – nesse ponto, as calorias consumidas se igualam às gastas. “Não existe milagre. Assim como nos medicamentos emagrecedores, para continuar perdendo peso a partir do sexto mês é preciso praticar exercícios e seguir uma dieta equilibrada”, afirma a endocrinologista Rosana Radominski, de Curitiba, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Halpern acredita que o Victoza ajuda no tratamento de obesidade, mas não deve ser cogitado para quem precisa ou quer perder pouco peso (até 4 quilos). Nesse caso, dieta e atividade física ainda são a solução mais saudável.

2. Como ele age no organismo?

O princípio ativo, a liraglutida, imita o hormônio GLP-1, produzido no intestino, responsável pela sensação de saciedade e pela regulação metabólica – sabe-se que diabéticos e obesos produzem pouco GLP-1. A liraglutida circula no organismo por mais tempo e em quantidade maior. “Quando passamos muito tempo sem comer, o pâncreas produz o hormônio glucagon para evitar a hipoglicemia. Quando comemos, libera a insulina para controlar o nível de glicose do sangue”, explica Elcio Gomes, endocrinologista, de Santos (SP). Nos diabéticos, o Victoza regula a ação dessas substâncias. Nos obesos sem diabetes, um estudo liderado por Arne Astrup, chefe do Departamento de Nutrição Humana da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e publicado em 2009 no periódico The Lancet, constatou que a substância aumenta a saciedade, ajudando o ponteiro da balança a despencar. Segundo os especialistas, o efeito emagrecedor deve-se a dois fatores: a impressão de estar satisfeito com pouca comida e os enjoos e diarreias, efeitos colaterais marcantes, sobretudo nos primeiros 15 dias, que auxiliam a diminuir a quantidade de comida ingerida, potencializando, assim, a perda de peso. A ação dura apenas enquanto o remédio é injetado, ou seja, se o paciente não passar por uma reeducação alimentar, tende a comer como antes de tomar o Victoza, readquirindo os quilos perdidos. “Mas ainda não há pesquisas que comprovem se existe, de fato, efeito rebote após a suspensão da medicação”, afirma Rosana Radominski.

Observação: Este medicamento é novo e ainda tem que ter muitos estudos para comprovar seu efeito benéfico no tratamento da obesidade.

Fonte: Cláudia

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Sopão emagrecedor


Ingredientes
· 1 cebola descascada
· 1 dente de alho amassado
· 1 colher (sopa) de azeite
· 2 a 3 tabletes de caldo concentrado de carne
· 1/2 alho-poró
· 1 cenoura raspada (ou qualquer item do grupo laranja)
· 1 nabo ralado (ou qualquer item do grupo amarelo)
· 1/2 repolho-roxo picado (ou qualquer item do grupo verde)
· 200 g de vagem
· 2 tomates (ou qualquer item do grupo vermelho)
· 2 folhas de couve em tiras finas

Modo de preparo
Refogue a cebola e o alho no azeite
Adicione os tabletes de carne e cubra com 1 litro de água
Junte o alho-poró, a cenoura e o nabo
Deixe no fogo por 20 minutos
Se necessário, coloque mais água
Acrescente os tomates e a couve
Cozinhe até os legumes ficarem bem macios.
Informações adicionais
Rendimento: 4 porções

Fonte: Almanaque Culinário

Founde de Queijo Light


Ingredientes:

130g de mussarela light
130g de queijo prato light
130g de queijo minas padrão light
250ml de vinho branco seco
40ml de kirsch
150g de creme de leite light
¼ de limão
1 dente de alho
5g ou 1 colher de chá de fécula de batata
sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:

Esfregue um dente de alho no fundo e lateral da panela
Coloque o vinho para aquecer e esprema o limão
Coloque os queijos (todos ralados) aos poucos até que derretam
Coloque o creme de leite light misture com colher de pau e tempere com pimenta e noz moscada
Quando a mistura estiver homogênea, despeje o kirsh já misturado com a fécula de batata, mexa e sirva mergulhando pedaços de pão e os legumes.

Informações adicionais
Para molhar no fondue, cesto de pães integrais e legumes cozidos.

Fonte:Almanaque Culinário

terça-feira, 22 de maio de 2012

Candidíase: alimentação adequada pode ajudar no tratamento

Embora muitas pessoas não saibam, nosso corpo serve como habitat para uma série de microorganismos que convivem em harmonia, principalmente em nosso sistema digestório. Muitas situações como estresse, uso de medicamentos, quimioterápicos e doenças como diabetes podem fazer com que haja uma quebra deste equilíbrio, abrindo espaço para o supercrescimento de certos microorganismos, o que pode gerar doenças.

A cândida é um tipo de fungo que afeta mulheres e homens de todas as idades. Quando há um crescimento exagerado deste fungo no nosso corpo evidenciado por exemplo nas situações que levam à baixa imunidade (estresse, períodos de fadiga, de má alimentação, em portadores de doenças como câncer, após tratamentos desgastantes), o organismo experimenta um quadro de candidíase, que, embora de difícil diagnóstico merece tratamento e atenção.

Os sintomas da candidíase podem surgir em diversos sistemas do corpo. No sistema digestório, pode haver náuse, flatulência (gases), alergias alimentares e alterações do funcionamento intestinal como diarréia ou constipação (intestino preso). Na pele, certas alterações, como a acne, podem estar relacionadas. As infecções vaginais freqüentes nas mulheres e as prostatites nos homens também podem ser causadas pela candidíase.

Embora o primeiro passo seja uma avaliação médica, alguns cuidados com a alimentação podem ser extremamente importantes para o controle da candidíase e tem como base a alimentação equilibrada, capaz de evitar carências nutricionais.

O controle alimentar deve ser personalizado, elaborado após criteriosa avaliação. A dieta deve oferecer nutrientes básicos para um excelente funcionamento imune como selênio, zinco, vitamina E, biotina. Alguns estudos têm demonstrado que o consumo excessivo de alimentos ricos em açúcares (doces, bolos, tortas, pães, balas, chocolates) pode estimular o crescimento do fungo. Além disto, excessos de bebida alcoólica e de cafeína são contra-indicados.

Outro ponto importante é o cuidado com o consumo de alimentos mais suscetíveis à contaminação por fungos como o amendoim (paçocas, doces de amendoim), milho, castanha de caju e o coco ralado. A atenção ao consumo de carnes também é importante já que os animal pode ter ingerido alimentos contaminados. Deve-se ainda eliminar a ingestão de queijos e pães com a presença de fungos, cogumelos e alimentos fermentados como a própria cerveja.

A substituição do leite comum pelo “extrato de soja (leite de soja)” também é uma alternativa já que a lactose, um açúcar encontrado nos laticínios pode “alimentar” o fungo.

O consumo de alimentos capazes de melhorar o sistema imune está totalmente indicada. Assim, além de evitar excessos de gorduras saturadas e trans, podemos fortalecer nossas defesas ingerindo lipídos “do bem” aumentando o consumo de azeite de oliva além de incluir o Ômega 3, presentes nos peixes (salmão, sardinha, atum) e na linhaça.

Os estudos feitos com alimentos funcionais (aqueles que além da função de nutrição, podem evitar doenças, amenizar sintomas e produzir reações benéficas à nossa saúde) também indicam que os probióticos devem ser usados no tratamento alimentar da candidíase. Os probióticos, encontrados no iogurte, nos leites fermentados ou até mesmo na forma de suplementos (cápsulas ou sachês) são bactérias benéficas capazes de melhorar nossa flora e assim o nosso sistema imune. Se utilizados juntamente aos prebióticos tem melhor ação. Estes últimos, encontrados também na forma de suplementos ou presentes em alimentos como a farinha da banana verde e na batata “Yacon”, são carboidratos não digeríveis que também melhoram nossa flora.

Os alimentos indicados para controle da candidíase não param por aí. Estudos também têm sido realizados com alimentos como cebola, alho (rico em alicina, uma substância antiinflamatória e antifúngica), óleo de coco e algas marinhas.

Todo o trabalho de orientação alimentar para a controle da candidíase deve ser conduzido por uma profissional, conciliando orientação dietética ao cuidado médico. O importante é que o portador da candidíase entenda as diversas opções que ele têm a disposição para amenizar o problema muitas vezes desagradável.

Fonte: Nutricio

segunda-feira, 21 de maio de 2012

NHOQUE DE RICOTA COM ESPINAFRE


Rendimento :6 porções

Receita
•1 xícara de espinafre cozido e escorrido
•300 g de ricota passada na peneira
•60 g de queijo parmesão ralado
•3 colheres de sopa de farinha de trigo
•1 ovo
•Sal a gosto
•Pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo
1.Afervente por aproximadamente 5 minutos, o espinafre com pitadas de sal, escorra-o e pique-o bem
2.Junte ao espinafre picado a ricota já peneirada, o ovo, o queijo parmesão, a farinha de trigo, o sal e a pimenta-do-reino
3.Misture tudo e amasse com as mãos, até obter uma massa uniforme e consistente
4.Faça bolinhas médias e cozinhe-as em água fervente
5.Retire-as quando elas subirem à superfície da água na panela
6.Sirva com molho vermelho ou aquele de sua preferência

fONTE: Tudo Gostoso

domingo, 20 de maio de 2012

Chia…o grão da saúde

A Chia foi um dos principais fontes de alimento dos povos andinos, com indícios de que foi plantada por volta de 2600 a.C.




Muito tempo esquecida por conta de religião, somente em 1990 que o plantio foi retomado por pesquisadores argentinos e norte-americanos.

Com aparência semelhante a do gergelim, a chia contém 40% de fibras, 21% de proteínas e 20% de ácidos graxos ômega 3. É rica em cálcio, chega a ter 20% da dose diária recomendada para adultos, além do fósforo, ferro, magnésio e potássio. Podemos considera-la como um poderoso antioxidante e anti-inflamatório.

Ela ajuda muito na diminuição dos níveis de glicemia na corrente sanguínea, ou seja, ideal para o consumo de diabéticos. A grande quantidade de fibras, tanto solúveis quanto insolúveis, propicia ação redutora do índice glicêmico da dieta e é reguladora do aparelho digestório e da função intestinal. Por conter fibras do tipo mucilaginosas, a chia tem a capacidade de absorver líquidos e gorduras aumentando em 10 vezes mais o seu volume, o que ajuda a proporcionar a saciedade gástrica e consequentemente na diminuição do peso corporal.

Já o ômega 3 presente no grão, tem ação protetora contra doenças cardiovasculares, além de sua ação anti-inflamatória e antiagregante plaquetária.

Aposte na chia para:
■Diminuir os níveis de glicemia
■Melhorar o perfil lipídico
■Diminuição dos níveis de colesterol LDL e aumento do HLD
Como consumir:

■Inserir na massa de pães e bolos
■Salpicada em saladas
■Vitaminas e sucos

Calorias: 2 colheres de sopa = 140Kcal, equivalem a 2 fatias de pão integral

Fonte: Chefnutri

Conheça a dieta da fertilidade

Veja quais alimentos priorizar para melhorar a saúde e aumentar suas chances de engravidar.



Salada: tomate e verduras verdes ajudam na produção dos hormônios ligados à fertilidade.

Os médicos já conhecem de longa data a relação entre a infertilidade e o peso. Mulheres muito magras têm mais dificuldades para engravidar, assim como quem está acima do peso e quer realizar o sonho da maternidade.

“O maior volume de tecido adiposo aumenta a conversão do estrogênio em androgênio, que limita a ovulação. As mulheres muito gordinhas param de ovular”, explica o endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro. Reduzir o índice de massa corpórea é suficiente para que a mulher voltar a ter ciclos normais.

Mesmo para quem está dentro do peso ideal, existem alimentos que podem contribuir para a fertilidade, enquanto outros podem prejudicá-la. Gorduras saturadas e frituras devem ficar fora do cardápio.

“Evite a gordura trans sempre que possível e opte por alimentos feitos com óleo vegetal não hidrogenado”, recomendam os pesquisadores de Harvard Jorge E. Chavarro e Walter C Willet, no livro “A dieta da Fertilidade” (Ed. Alegro). A quantidade de sódio deve ser reduzida para evitar um possível aumento de pressão.

A alimentação também contribui para uma boa produção de hormônios envolvidos com a fertilidade. Quem quer engravidar não pode deixar de incluir na dieta quatro unidades diárias de castanha do Pará.

“A fruta tem a quantidade ideal de selênio e manganês”, indica o nutrólogo.

Embora uma alimentação com baixo teor de gorduras saturadas ofereça muitos benefícios à saúde no decorrer da vida, uma ou duas porções de leite integral ou de outros laticínios integrais podem melhorar a ovulação, ensinam os pesquisadores.

O endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro recomenda uma dieta com bastante verduras, principalmente as verde-escuras.

“Elas têm uma ótima quantidade de vitamina C e são ricas em ferro e ácido fólico. A couve, o brócolis e o espinafre são ótimas opções e devem ser consumidas duas vezez ao dia”, diz.

O médico também indica frutas, que têm potássio, vitamina E e do complexo B. “Essas substâncias são importantes para a produção dos hormônios”, afirma.

O tomate também deve ter destaque porque tem bastante licopeno, um antioxidante que evita a displasia mamária. Frutas vermelhas como o morango, a melancia e a amora também têm a mesma propriedade.

Fonte: IG

sábado, 19 de maio de 2012

Cuidado com as calorias líquidas

Cortar líquidos pode ser mais eficiente do que reduzir a alimentação.

Tomar suco de laranja mais de uma vez ao dia e todos os dias pode engordar
Quem gosta de controlar a alimentação, precisa tomar cuidado com o que os especialistas chamam de calorias invisíveis. Concentradas naquilo que você bebe, ganharam esse nome porque são frequentemente ignoradas por quem está fazendo dieta.

“As pessoas se preocupam com aquilo que comem e não atentam ao que estão colocando no copo. Daí a dieta não dá certo e elas não sabem por quê”, diz a nutricionista funcional Maria Angelina Souza, de Santa Catarina.

Uma lata de refrigerante contém, em média, 150 calorias. Se uma pessoa tomar uma por dia, na hora do almoço, por exemplo, terá acrescido 1050 calorias à semana, o equivalente a quatro hambúrgueres.

“Dependendo do que a pessoa consome, a bebida pode representar até 50% do valor calórico de toda a refeição”, alerta a nutricionista Denise da Motta, de São Paulo.

E os refrigerantes não são os únicos vilões. Suco de frutas em excesso, principalmente os de caixinha, além de serem ricos em conservantes, têm muitas calorias. Um copo de suco de laranja de caixinha, por exemplo, tem em média 140 calorias.

“No entanto, o natural têm fibras, que reduzem o valor calórico e são benéficas ao organismo”, afirma Angelina. “O melhor mesmo é comer uma laranja. Assim é possível aproveitar todas as fibras e reduzir a ingestão calórica”, recomenda Denise.

A opção totalmente saudável e light e indicada pelas especialistas é a água, que pode até ser com gás. Para quem acha a escolha sem graça, Denise dá outras duas opções: suco de limão ou de maracujá.

“As duas frutas contêm pouca frutose e, por isso, poucas calorias”, diz. Mas não vale colocar açúcar, frisa.

Mais eficiente

Quando o assunto é perda de peso, cortar os líquidos pode ser mais eficaz do que diminuir a quantidade de alimento. É o que diz um estudo realizado pelo Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que reduzir apenas uma porção do consumo de bebidas açucaradas, como refrigerante ou sucos artificiais, pode emagrecer meio quilo em seis meses. Ao reduzirem as mesmas calorias em alimentos, o emagrecimento foi cinco vezes menor no mesmo período.

Veja a tabela e confira quantas calorias você está ingerindo a mais por dia, sem perceber.

Bebidas não-alcoólicas:

Água de coco verde - 1 copo de 240 ml - 62 kcal
Café com açúcar - 1 xícara de 50 ml - 33 kcal
Café sem açúcar 1 xícara de 40 ml - 3 kcal
Caldo de cana - 1 copo de 240 ml - 202 kcal
Energético - 1 frasco de 473 ml - 109 kcal
Refrigerante - 1 lata de 350 ml - 137 kcal
Refrigerante Light - 1 lata de 350 ml - 1,5 kcal
Suco de abacaxi natural - 1 copo de 240 ml - 100 kcal
Suco de acerola natural - 1 copo de 240 ml - 36 kcal
Suco de maçã natural - 1 copo de 240 ml - 154 kcal
Suco de manga natural - 1 copo de 240 ml - 109 kcal
Suco de morango natural - 1 copo de 240 ml - 39 kcal

Bebidas alcóolicas:

Aguardente - ½ copo - 120 ml - 277 kcal
Cerveja - 1 lata de 350 ml - 147 kcal
Champanhe - 1 taça de 125 ml - 85 kcal
Chope - 1 tulipa de 300 ml - 180 kcal
Vinho branco doce - 1 taça de 125 ml - 178 kcal
Vinho branco seco - 1 taça de 125 ml - 107 kcal
Vinho Rosé - 1 taça de 125 ml - 93 kcal
Vinho tinto seco - 1 taça de 125 ml - 107 kcal
Vodka - 1 cálice de 20 ml - 48 kcal
Uísque - 1 dose de 100 ml - 240 kcal


Fonte: Universidade Estadual de São Paulo (Unesp)

Sete medidas simples para evitar Alzheimer

Hábitos que você pode adotar desde jovem e que poderiam evitar três milhões de casos anuais de Alzheimer


 


Foto: Getty Images Ampliar
Alimentação saudável é um dos passos para evitar essa doença
De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta de medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.

Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.


Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.

Causas

As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida. Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta. Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.
Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo. Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.

Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.

Educação

O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).

Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença. "Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.

"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo", acrescentou. A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados. Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.

Fonte: IG

Apocalipse gourmet: coma antes que acabe


Estudos apontam 13 ingredientes que o aquecimento global e outras catástrofes naturais podem fazer desaparecer da mesa


Foto: Thinkstock Aquecimento global, desmatamento e coleta predatória podem fazer que o prato fique vazio

Se a situação ambiental não for revertida, há rumores de que o aquecimento global vai provocar mudanças no cardápio mundial. E não é só ele. Além do aumento da temperatura e as modificações climáticas da Terra, a pesca predatória e o desmatamento também poderão causar modificações importantes no cardápio do homem. Nas próximas décadas, alimentos que fazem parte do nosso cotidiano vão se transformar em artigos de luxos.
Segundo os cientistas, a Terra deve apresentar uma elevação na temperatura de 2 a 3 graus até 2050 e o IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change) prevê um aumento de 5,8ºC nos próximos 100 anos. Se não forem controladas as emissões de gás carbônico, as previsões podem se tornar verdadeiras. Confira 13 ingredientes que vão sofrer com as mudanças e receitas para aproveitá-los enquanto ainda dá tempo.
Foto: Dulla O chocolate vai se tornar um produto caro. Imagina ficar sem brigadeiro, sem bombom, sem bolo...

Chocolate
O chocolate já foi bebida sagrada para as civilizações pré-colombianas e se transformou em um grande hit mundial. Mas quem não vive sem chocolate prepare-se. Daqui a 40 anos, segundo estudo da fundação Bill & Melinda Gates, o hábito custará caro.
As principais áreas de cultivo do cacau, Gana e Costa do Marfim, podem sofrer danos definitivos. O problemão é que esses dois países africanos são responsáveis por 2/3 da produção mundial do ingrediente. Para tentar fugir dessa realidade, fazendeiros começaram a procurar regiões mais frias e limitadas para seu cultivo, que precisam de um alto investimento em tecnologia, segundo o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), na Colômbia.
Foto: Edu Cesar/Fotoarena Salmão e outros peixes podem sumir do cardápio em 2050
Salmão
Os peixes são produtos sensíveis que vão sofrer muito com as alterações climáticas e a mudança de acidez dos oceanos. Segundo a National Wild Federation, o salmão terá problemas para se  alimentar com os moluscos, cada vez mais ácidos, e também para se reproduzir, já que as ovas serão arrastadas pelos rios.
Foto: Getty Images Nem on the rocks, nem puro. O uísque corre risco de desaparecer

Uísque
Os amantes da bebida podem sofrer com a falta de quantidade e também qualidade. A Escócia, maior produtor de uísque, poderá ter que enfrentar secas, enchentes e pragas nas áreas de plantio de cereais usados na fabricação da bebida, como o malte. É o que diz uma pesquisa encomendada pelo governo escocês em 2011.
Foto: Tadeu Brunelli/Divulgação Os tradicionais bolinhos de bacalhau podem ficar só na lembrança

Atum e bacalhau
O atum e o bacalhau também vão sofrer os impactos. Segundo a pesquisa coordenada por Stephen R. Palumbi, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o cenário em 2050 não será nada bom. O estudo aponta que até lá nenhuma espécie marinha que usamos para fazer nossos pratos será própria para o consumo.
Segundo os pesquisadores, algumas espécies já perderam 90% de sua população total desde 1994. No caso do atum azul e dos peixes conservados como bacalhau, tidos como nobres, a população caiu 92% nos últimos 60 anos. Além da temperatura, essas espécies têm problemas com a pesca predatória.
Foto: Getty Images Bordeaux, na França, é uma das mais tradicionais regiões produtoras de vinho

Vinhos de Bordeaux
A região francesa de Bordeaux é uma das mais respeitadas quando o assunto é vinho. Nem ela, área produtora das mais antigas e responsável por 1/3 da produção da França, vai escapar. Alguns especialistas dizem que com as alterações do aquecimento global, a área se tornará imprópria para o cultivo das uvas em 2050.
A saída deve ser o uso de espécies geneticamente modificadas, que vão deixar os frutos mais resistente às mudanças climáticas. O preço, com certeza, vai subir junto com a temperatura.
Foto: Dulla O arroz é a base da alimentação de muitos povos e pode sofrer com o aumento da temperatura

Arroz
O arroz é a base da alimentação de muitas culturas. Como falar para um japonês que ele vai ficar sem sushi ou para um brasileiro que ele vai ter que fazer mudanças estruturais em seu PF? A colheita de arroz já tem mostrado quedas de até 20% no rendimento dos últimos 25 anos. Uma pesquisa norte-americana realizada com 227 propriedades rurais das principais regiões produtoras (Tailândia, Vietnã, Índia e China) relaciona a redução com o aumento de temperatura durante a noite. Para eles, as plantas estão gastando mais energia para respirar em noites quentes, afetando a fotossíntese e o desenvolvimento da plantação.
Foto: Getty Images A produção de mel já vem caindo na Europa, América do Norte, África e Ásia

Mel
As colônias de abelha na Europa, América do Norte, África e Ásia, começaram a dar os primeiros sinais de problemas. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, as populações de abelha diminuíram de 5,5 milhões, em 1950, para 2,5 milhões, em 2007.
Os principais culpados são os agrotóxicos e a poluição, mas uma corrente de cientistas não exclui o aquecimento do planeta que vem alterando a floração como uma das causas.
Foto: Dulla Parasitas e fungos serão os piores inimigos da banana

Banana
A situação para os que gostam de banana também não é das melhores. O alerta sobre a banana-nanica que vinha sido atacada por parasitas, como o fungo sigatoka-negra, já foi dado há alguns anos. Ainda existe uma penca de tipos de banana por aí, mas no futuro não há como prever se uma nova praga não fará estrago maior. As bananas que consumimos hoje têm baixa variedade genética e, por isso maior vulnerabilidade.
Foto: Tricia Vieira/Foto Arena Um simples cafezinho será artigo de luxo nas próximas décadas
Café
O café também está na mira. Algumas regiões produtoras na América Latina já mostram indícios de queda na produção de seus melhores grãos. Os cafezais precisam de temperatura e clima adequados, além de um equilíbrio entre dias secos e chuvosos e isso não está acontecendo.  As chuvas fortes danificam as flores e o calor intenso acelera a proliferação de fungos. Segundo a Embrapa, se a situação continuar assim, a produção de café no Brasil pode cair 92% até 2100.
Foto: Getty Images A mandioca pode não sumir de vez, mas as variedades vão diminuir
Mandioca
A mandioca pode não sumir totalmente do cardápio, mas com certeza a variedade de espécies diminuirá, segundo estudo do biólogo Nagib Nassar, da Universidade de Brasília. Alguns tipos selvagens já começaram a sumir no cerrado brasileiro. As pesquisas que estudam a região desde 1970 revelam que três espécies já teriam sumido do mapa. Apesar de a mandioca que usamos em casa estar longe da extinção, perdemos muitas oportunidades de fazer cruzamentos genéticos com as espécies selvagens, que são mais ricas em proteínas. O milho e o trigo também podem sofrer com esse problema.
Um pesquisa da Embrapa, baseada na estimativa do aumento da temperatura do IPCC, é mais pessimista em relação à raiz. Para o órgão, a mandioca corre sério risco de desaparecer ainda em 2020 em áreas cada vez mais quentes, como o semi-árido nordestino. Por outro lado, outras áreas não terão temperatura suficiente para a produção.
Foto: Rita Grimm O pinhão, tão característico da região Sul do País, está na lista dos ameaçados de extinção

Pinhão
A associação internacional Slow Food criou uma lista de alimentos que correm o risco de desaparecer nas regiões em que são nativos ou pratos típicos com modo de fazer específico tradicional. A lista brasileira conta com mais de 20 produtos, entre eles o pinhão tradicional da região sul e das serras. A principal ameaça do pinhão é a coleta não sustentável.
Foto: André Ctenas O pupunha já é usado no lugar do palmito-juçara, espécie muito atingida com a coleta predatória
Palmito
O palmito-juçara é outro que está na lista da Slow Food Brasil e pelo mesmo motivo: coleta não sustentável. A planta quase sumiu de vez, até que seu consumo começou a ser substituído pelo do palmito pupunha, de cultivo mais fácil.
Apesar dos esforços, o palmito-juçara ainda corre riscos. Nativo da região Sudeste do Brasil, essa espécie sofre com a extração predatória há anos e tem conseguido se manter graças à reservas indígenas guarani que mantém as palmeiras nativas e fazem uma coleta sustentável.

Fonte: IG

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dicas para melhorar a qualidade da mastigação

É fundamental para a saúde, mastigar os alimentos até que estejam completamente triturados e só depois engolir. Pois pedaços grandes de alimentos aumentam o trabalho do estômago resultando em uma digestão inadequada, azia, fermentação e gases.

Além disso, engolir o alimento sem uma devida mastigação é o melhor aliado para ganhar peso, pois ela serve como um medidor para a quantidade de alimentos que devemos ingerir.

Enquanto os alimentos são mastigados, o corpo vai recebendo avisos de que está se preparando quimicamente para a captação dos nutrientes. Depois de algum tempo, o cérebro começa a dar sinais de saciedade. Mas a pressa “engana” esse mecanismo, já que o organismo leva de 15 a 20 minutos para avisar o cérebro de que está saciado.

Veja abaixo algumas dicas, que podem parecer estranhas para quem costuma comer muito depressa, mas que merecem ser testadas. Assim, você irá se alimentar mais devagar e mastigar melhor os alimentos:

* Descanse os talheres ao lado do prato depois de cada garfada. Volte a segurá-los apenas quando o alimento, transformado em pasta, puder ser engolido.
* Tente mastigar pelo menos 30 vezes cada garfada de forma a estimular bem os dentes e gengivas e ter uma boa digestão.
* Coma sempre acompanhado, pois conversando demora-se um pouco mais para comer.
* A cada refeição ou lanche mastigue com calma, saboreando os alimentos até transformar o sólido em pastoso.
* Escolha o horário de suas refeições em que tenha mais tempo e alimente-se com calma. Mastigar bem pode até ajudar a reduzir a ansiedade.
* Saia da mesa satisfeito, mas nunca com o estômago totalmente cheio.
* Comece sua refeição com uma boa salada de grãos e legumes, mastigando devagar e sentido o sabor de cada garfada. Assim, quando você for se servir do prato principal e da sobremesa que são mais calóricas o seu centro da saciedade está começando a ser ativado. O resultado será notado com o tempo. Vale a pena experimentar!
* Antes da salada, você pode comer uma fruta pequena. Essa estratégia aumenta a chance de a refeição demorar os 20 minutos necessários e, ainda, diminui o desejo por doce na sobremesa.
* Coma sempre sentado, com a coluna ereta e descontraído.
* Não coma quando se sentir irritado ou ansioso – respire profundamente antes de começar a refeição, acalme-se, ou vá dar uma volta para arejar.
* Se possível, não atenda ao telefone quando estiver comendo.
* Faça uma caminhada de dez minutos depois das refeições.
* Inclua uma fonte de fibras – pode ser uma colher de sopa de farelo de aveia – na salada do almoço, na sopa do jantar e no iogurte ou na fruta do café da manhã também faz você mastigar mais vezes. Além disso, essas substâncias ajudam a diminuir os níveis de colesterol, aumentam a saciedade e estimulam o bom funcionamento do intestino.

Lembre-se: mastigar bem evita sérios problemas de estômago. E é mais fácil evitar antes que eles aconteçam.

Fonte: DNonline

Alimentos que ajudam na memória!

No decorrer da vida, as células, inclusive as do cérebro, são danificadas pelos radicais livres que levam a uma diminuição no ritmo de produção de energia. A ação destes componentes compromete a atuação dos neurônios, provocam o desaparecimento das sinapses e reduz a capacidade de comunicação entre as células e dessa forma prejudica o funcionamento mental.

Após anos de exposição aos radicais livres, os neurônios podem ser destruídos e com isso podem provocar doenças como Alzheimer, Parkinson e outras doenças degenerativas do cérebro.

Apesar de ainda não existirem estudos conclusivos sobre o assunto, alguns estudos sugerem que a melhor maneira de evitar isso é fornecer ao cérebro mais antioxidantes e assim combater os radicais livres.

A nutrição adequada e mudanças no estilo de vida, inclusive exercícios físicos e mentais podem contribuir bastante com o bom funcionamento do cérebro, além de facilitar a captação dos neurotransmissores essenciais a memória.

Veja a seguir alguns alimentos que podem ajudar você a ter uma boa memória:

Gema de ovo - Contém colina, precursor do neurotransmissor acetilcolina, que pode melhorar a memória. Sua deficiência parece estar associada à doença de Alzheimer, causa comum de demência.

Peixes - Principalmente os de água fria (salmão, anchova, sardinha, atum, arenque), são fontes de ácidos graxos ômega 3, poderoso antioxidante.

Frutas e vegetais amarelos - Mamão, manga, pêssego, cenoura, abóbora. São alimentos fontes de betacaroteno, antioxidante que combate o envelhecimento celular.

Frutas vermelhas - Morango, cereja, framboesa, amora, pitanga, melancia e tomate, também possuem pigmentos antioxidantes que combate os radicais livres e ajudam a memória.

Oleaginosas - castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, amendoim. Ricas em vitamina E e selênio, também fontes de antioxidantes.

Carnes, aves, grãos integrais, leguminosas, leite e derivados
Estes alimentos são fontes de vitaminas do complexo B. Ajudam a regular a transmissão entre os neurônios. Na carne vermelha você encontra também o ferro que pode colaborar com a boa memória.

Como você pode perceber vários alimentos são fontes de antioxidantes, então aproveite, tenha uma alimentação variada, consuma todos os grupos alimentares diariamente.

Outras recomendações:

- Aleitamento materno, quando possível até os dois anos de idade;
- Procure se alimentar a cada três horas, para manter um adequado aproveitamento de glicose no cérebro;
- Pratique exercícios físicos regularmente, faz bem para o corpo e para a mente;
- Não esqueça do lazer, separe um tempo para você e faça atividades que te proporcionam prazer e bem-estar.
- Faça atividades que estimulem o raciocínio como palavras cruzadas e outros jogos.

Siga nossas dicas e recomendações e ative sua memória!

Fonte: Terra. com

Doce de maçã com creme light


 

Ingredientes
6 maçãs fuji ou verdes
6 colheres de sopa de adoçante culinário (tipo Tal e Qual)
2 copos de água
1 pau de canela
4 cravos da índia
Creme
2 claras
2 colheres de sopa de adoçante culinário
6 colheres de sopa rasas de creme de leite light
1 colher de sopa bem cheia de iogurte natural desnatado

Modo de fazer
Corte as maçãs ao meio, retire o miolo, corte cada metade em fatias grossas e reserve. Se preferir, retire também a casca. Em uma panela, coloque a água, o açúcar, a canela, os cravos da índia e as maçãs.  Tampe e deixe ferver em fogo baixo. Se a água evaporar muito depressa, acrescente mais um copo de água quente ou morna. Retire quando as maçãs estiverem macias. Creme: bata as claras em neve. Acrescente o adoçante culinário e bata mais um pouco.  Junte delicadamente o creme de leite light e o iogurte e mexa até incorporar e ficar cremoso. Atenção: caso o iogurte natural for do tipo "consistência firme",  você deve dissolvê-lo antes: coloque uma colher de sopa bem cheia do iogurte num copo, junte uma colher de sobremesa de agua filtrada e bata vigorosamente com um garfo até ficar liso e  homogeneo. Só então junte-o às claras.

Fonte: Dieta nota dez

Os erros mais comuns ao comer no trabalho

 

Seja por fome ou por simples hábito, comer no trabalho faz parte do dia a dia da grande maioria das pessoas. Só que para quem está de dieta, todo cuidado é pouco.

Listamos abaixo os principais erros e o que fazer para fugir deles:

  • Lanchar enquanto escreve no computador
Na hora da correria, a maioria das pessoas opta por alimentos mais práticos, como biscoitos, salgadinhos, bolachas, chocolate. O que eles têm de errado? Calorias em excesso!
O que fazer: preste atenção no que está comendo, e dê preferência a alimentos com calorias reduzidas e que contem fibra: barra de cereal (sem exagerar), iogurte com granola, frutas, gelatina diet.

  • Comer alimentos na própria embalagem
Você acaba comendo  mais do que o necessário: ou come mais sem perceber, ou como tudo para acabar de vez com o pacote.
O que fazer: tire o alimento da embalagem e coloque em porções separadas, para serem ingeridas aos poucos.

  • Ficar com o estômago vazio
O metabolismo desacelera para poupar energia e isso causa cansaço e sono.
O que fazer: coma de 3 em 3 horas.

  • Beliscar nos momentos de estresse
Você pode nem estar com  fome, só quer vencer a ansiedade. Aí acaba ingerindo calorias ‘desnecessárias’ e engorda.
O que fazer: mude o foco para se acalmar. Respire profundamente 7 vezes seguidas, de olhos fechados, antes de colocar o alimento na boca. Ou afaste-se da comida e vá para perto de uma janela, para poder mudar o panorama que seus olhos estão vendo (no caso, a própria comida...)

  • Trabalhar sem ter tomado café da manhã
Isso faz com que falte açúcar no sangue, o que causa dor de cabeça e diminui a concentração. No almoço, a tendência é comer mais do que o necessário.
O que fazer:  procure ao menos comer uma fruta ou tomar um iogurte no café da manhã.

Fonte: Dieta Nota Dez

terça-feira, 15 de maio de 2012

Viciados em doce


comendo chocolatePor que sentimos vontade de comer coisas doces, mesmo que estejamos sem fome?


Provavelmente você algum dia já se perguntou por que, entre tantas opções de alimentos existentes no mundo, os mais desejados geralmente são os doces  –  principalmente no caso das mulheres.
Pois a resposta é simples de entender: por causa do conforto mediado por substâncias químicas. Da mesma maneira que o cigarro produz a sensação de conforto e relaxamento ao fumante, o doce também conforta. De fato, a comparação com o fumante não é casual, pois a nicotina e o açúcar induzem a elevação dos níveis de serotonina. Já reparou que muitas pessoas que deixam de fumar acabam engordando? É porque elas procuram outra substância que possa substituir o cigarro nessa ‘tarefa’ de aumentar a serotonina no corpo. E os doces (infelizmente) cumprem esse papel com perfeição.

Para entender direitinho, vamos à uma rápida aula de ciências

Mas, afinal, o que faz essa tal serotonina? Bem, ela desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de certos hormônios, a regulação do sono, da temperatura corporal, do apetite, do humor, da atividade motora e das funções cognitivas. A serotonina é responsável por melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar.  Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas ou doces. Se houver falta de autocontrole e você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento. Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares.

Por que mulheres geralmente gostam mais de doces que os homens?

As mulheres estão mais sujeitas a variação de humor que os homens, provavelmente devido à montanha russa hormonal que ocorre periodicamente. Advinha quem está relacionada ao fenômeno? A serotonina novamente, junto com outros neurotransmissores. E é durante a TPM que as mulheres procuram avidamente por alimentos ricos em carboidratos/açúcar. Chocolate, pudim, biscoito recheado... Tudo é extremamente desejado nesse período.

O doce como muleta psicológica

Na verdade, muita gente faz da comida em geral, e não apenas dos doces, uma muleta psicológica – responsável por proporcionar momentos de prazer. Ou seja: nem sempre é uma questão de química (ou seja, de falta de serotonina no cérebro). A comida como muleta pode ocorrer até mesmo sem que se perceba. Veja o exemplo. Você está tendo um dia puxado no escritório, então uma pausa para dar uma relaxada e aliviar a tensão sempre é bem vinda. Aí você pega um cafezinho, uns biscoitinhos e dá um tempo de 5 minutos na sala do lado comendo, bebendo e fofocando com a colega de trabalho. Você nem estava com fome, mas achou que merecia se dar de presente um momento de relax. Mesmo sem perceber, você se presenteou com comida; ela foi usada para proporcionar o que falamos acima: um momentinho de prazer.

Como sair dessa

Se o doce é uma necessidade básica na sua vida, não há por que deixá-lo de lado. Sua mente, mais do que seu corpo, precisa dele? Ok, então supra essa necessidade. Mas procure fazer isso de forma consciente e limitada. Só o fato de se permitir um docinho diário já ajuda sua mente a incorporar uma sensação positiva: não sendo proibido, você mesma ficará mais tranqüila e saberá diferenciar a vontade psicológica da necessidade física de açúcar. Que fique claro: mesmo que a necessidade seja mais psicológica do que física, você pode se permitir aliviá-la com um pedacinho de doce. Por fim, sempre que possível, busque as versões light, com menos calorias que as tradicionais. Isso vai ajudá-la a manter a linha.
Fonte: Dieta Nota Dez

domingo, 13 de maio de 2012

COMO FAZER MANTEIGA CLARIFICADA - GHEE OU GHI

Manteiga Clarificada

Ingredientes

•500g de manteiga de boa qualidade sem sal

Modo:

Coloque a manteiga numa panela alta de fundo grosso (triplo) em fogo baixo. A manteiga deve derreter lentamente. Deixe cozinhar por cerca de 5-10 minutos, o tempo irá variar de acordo com a quantidade de manteiga utilizada.

Tome cuidado para não queimar, caso perceba que o fogo está muito alto (mesmo estando no mais baixo) retire a panela do fogo, vá dosando o calor e a retirada.

Deverá aparecer na superfície uma camada de espuma, retire perto do final com uma colher ou escumadeira.

Então, coe este líquido transparente por uma penerei com gaze ou tecido fino. Armazene em recipiente com tampa e deixe na geladeira. A durabilidade é grande, mais de 2 meses, porém o produto absorve odores fortes, assim é o ideal é usar o quanto antes.

Fonte: Prato Fundo

Ghi - manteiga clarificada livre de colesterol

Ghi: O Líquido Dourado




O que é?
Ghi (ghee) ou manteiga clarificada vem sendo utilizada na Índia há milênios de anos tanto na culinária como nos tratamentos medicinais milenares.

O Ayurveda -medicina tradicional indiana - o considera uma Rasayana (ver Histórico), ou seja, um alimento que promove longevidade e rejuvenescimento.
Ghi (ghee) é tradicionalmente produzido ao aquecer manteiga fresca, sem sal e sem adição de nenhum produto químico e de boa qualidade até que ela se torne um líquido dourado e translúcido e com perfume característico. Durante esse processo, a lactose coagulada e outros sólidos do leite são removidos, podendo então ser consumido por pessoas que tenham intolerância à lactose.
Após a filtragem das impurezas, transforma-se em um óleo puríssimo. Graças a isso, o Ghi (ghee) suporta temperaturas superiores à da manteiga e de outros óleos sem criar toxinas.
Além de mais nutritivo, realça o sabor e aroma dos alimentos. O Ayurveda recomenda dourar rapidamente os temperos a serem utilizados na refeição no Ghi (ghee), graças a sua propriedade Anupana (ver Histórico).
Ghi (ghee) é um tônico fortalecedor e regenerador dos fluídos, aumentando sua mobilidade, exatamente o oposto da manteiga que provoca degeneração, acúmulo e problemas de circulação nas artérias.
Mesmo sendo uma gordura saudável, deve ser consumido com moderação. Como o Ghi (ghee) é mais saboroso que outros óleos, uma pequena quantidade é suficiente

Sabendo um pouco mais sobre as gorduras...

Processos de produção industrial moderna de alimentos adicionam excesso de gordura de baixa qualidade, como a gordura trans para ganhos de paladar e extensão da validade dos alimentos. Como conseqüência, existe a tendência de se rotular as gorduras como nocivas ao organismo. De fato a obesidade e o alto colesterol são dois graves problemas da nossa era, devido ao consumo dos alimentos industrializados.
Como conseqüência, para alimentar a paranóia pública com relação à gordura, indústrias alimentícias produzem cada vez mais produtos com baixo teor de gordura ou com 0% de gordura, os assim chamados “light”. Em nossa tentativa de permanecermos saudáveis, acabamos por não ingerir alguns tipos de gordura que nos beneficiam. Gorduras saudáveis são necessárias para a pele, nervos e células.
Nos últimos anos a medicina vem procurando pesquisar e classificar as diversas formas de gorduras para consumo humano. Embora existam casos em que a ingestão de gorduras deve ser mínima, por problemas de obesidade, há consenso geral quanto à necessidade de ingestão de gorduras para o pleno funcionamento do organismo.
As gorduras podem ser classificadas em duas categorias principais: saturadas e insaturadas. Gorduras saturadas podem ser divididas em ácidos graxos de cadeia longa e ácidos graxos de cadeia curta. Os de cadeia longa (maioria das gorduras animais) não são metabolizados totalmente pelo organismo e podem causar câncer e impurezas no sangue. Por outro lado, os de cadeia curta são metabolizados e assimilados liberando energia.
As gorduras insaturadas podem ser categorizadas em: monoinsaturada e poliinsaturada. As monoinsaturadas, como exemplo o óleo de oliva, são saudáveis, enquanto as poliinsaturadas não o são. Essa última oxida-se criando radicais livres prejudiciais às células do corpo. A maioria dos óleos vegetais como, por exemplo, o de girassol, milho e soja pertencem a essa categoria.
Além desses quatro tipos naturais de gordura, a tecnologia moderna acrescentou no mercado a gordura hidrogenada ou trans (margarina) contendo ácidos graxos transformados, os quais aumentam a produção de radicais livres e o colesterol LDL.

Então, onde fica o Ghi (ghee) nessa batalha entre as gorduras boas e ruins?

Ácidos graxos de cadeia curta são a grande maioria das gorduras saturadas do Ghi (ghee) que são facilmente digeríveis. Pesquisas indicam que o Ghi (ghee) contém 27% de ácidos graxos monoinsaturados e apenas de 4% a 5% de ácidos graxos poliinsaturados. Como nosso corpo precisa de ambos (saturados e insaturados), essa combinação é muito próxima do ideal. A taxa de absorção do Ghi (ghee) é de 96%, a mais alta de todos os óleos e gorduras.
Embora seja um subproduto da manteiga rico em ácidos graxos, pesquisas indicam que Ghi (ghee) não eleva os níveis de colesterol.

Fonte: GHI

sábado, 12 de maio de 2012

Doença Celíaca

Como se faz o Diagnóstico da DOENÇA CELÍACA ?

São realizados exames especializados para avaliar a absorção da D.XILOSE e dosagem de gordura nas fezes, assim como dosagem de anticorpos antigliadina, antiendomíseo, e antitransglutaminase, porém, É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA a realização da Biopsia do Intestino Delgado (BID), para estabelecer o diagnóstico da Doença Celíaca, a qual deve ser obtida, preferencialmente, da junção duodeno-jejunal.

Atenção: Não existem motivos que justifiquem iniciar dieta isenta de glúten sem realizar a biopsia.

As amostras podem ser obtidas utilizando-se cápsula perioral, conhecida como cápsula de Watson ou Crosby- Kugler, que é acoplada a uma sonda ou pinça durante o processo de endoscopia digestiva alta. Em ambos os casos é importante o envolvimento de profissionais habituados com o diagnostico da Doença Celíaca, tanto para a obtenção dos fragmentos intestinais como para sua avaliação.


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Qual é o tratamento da DOENÇA CELÍACA ?

Para a Doença Celíaca existe um único tratamento: uma dieta rigorosa, onde devem ser retirados todos os alimentos e preparações que contenham o glúten. Não se deve comer " só um pouquinho " desses alimentos, pois podem ocorrer consequências danosas para o paciente.

Deve-se substituir os ingredientes que contenham glúten ( como a farinha de trigo ), por outras opções como o uso de farinha de arroz, amido de milho, farinha de milho, fubá, farinha de mandioca, polvilho e fécula de batata.


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A dieta deve ser seguida por toda a vida?

Sim, pois a quantidade de glúten suficiente para causar sintomas varia de paciente para paciente. Se não aparecerem sintomas depois que o paciente ingerir glúten , isto não significa que o alimento não lhe fará mal.

A vigilância da dieta deve ser permanente, já que a ingestão de glúten pode acontecer até sem que a gente perceba, como por exemplo:

- através de óleo de fritura utilizado no preparo de alimentos com glúten e depois para a fritura de alguma preparação sem glúten;

- utilização da mesma faca para se passar margarina em pão com glúten e depois passar em bolacha sem glúten;

- usar tabuleiros ou formas polvilhadas com farinha de trigo e depois reutilizá-las para os produtos sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas.

Na falta de produtos industrializados especiais sem glúten no mercado brasileiro, a maior parte das preparações do cardápio do paciente celíaco deve ser caseira, demandando tempo e dedicação para o preparo, gerando criatividade na busca de novas receitas.


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Como seguir uma dieta sadia sem o glúten ?

Neste caso o paciente deve ter uma alimentação variada, composta por elementos ou nutrientes que o ajudem a crescer, e a retirada do glúten não atrapalha o processo de crescimento que se estende até a adolescência, desde que se substitua por outros alimentos sem glúten.

De forma geral, os alimentos podem ser divididos em ENERGÉTICOS, CONSTRUTORES e REGULADORES, sendo que uma dieta equilibrada deve conter quantidades adequadas de todos eles, sempre que for possível.

ENERGÉTICOS

Os energéticos são principalmente os Carbohidratos (também conhecidos como hidratos de carbono ou glícideos) e os Lipídeos (também conhecidos como gorduras). Eles nos dão energia (combustível) para nossas atividades diárias e são responsáveis por manter a temperatura do corpo constante.

Carbohidratos - São também conhecidos como açucares e podem ser pequenos como a sacarose, a lactose e a glicose ou maiores como a malto-dextrina e o amido. Encontramos os carbohidratos em grandes quantidades no milho, arroz, aipim, mandioca, tapioca, araruta, batatas, feijões, lentilha, ervilha, grão de bico, açúcar, mel e outros.

Lipideos ou gorduras - Além de serem boas fontes de energia, as gorduras também são responsáveis por levar as vitaminas A, D, E, e K dos alimentos que ingerimos, até o interior do nosso organismo.

As gorduras estão no azeite de dendê, nos óleos vegetais ( óleo de soja, de milho, de algodão, de canola, de girassol ) , nas margarinas, no creme vegetal, na banha de porco, na manteiga, no creme de leite, na gema de ovo e "escondido" nas carnes de boi, frango, peixe, coelho, no presunto e maionese.

Atenção.: Procure substituir as banhas por óleos vegetais ao cozinhar os alimentos, não abuse das frituras, e dê preferência às margarinas. Você estará prevenindo as doenças do coração e das veias, como arterosclerose, enfarto e trombose.

CONSTRUTORES

Os elementos construtores são as Proteínas.

Proteínas - Garantem o perfeito funcionamento da pele, músculos, coração, visão, ossos e cérebro. As proteínas podem estar em alimentos de origem:

Animal - são aproveitadas de uma melhor forma pelo nosso corpo e por isto chamadas de alto valor biológico. Encontradas na carne, no pescado, no fígado de boi e de frango, na dobradinha (bucho), nos ovos, no leite e seus derivados (coalhada, iogurte e queijos).

Vegetal - também são importantes na nossa alimentação e estão presentes no feijão, na sopa, ervilha, grão de bico, entre outros.

REGULADORES

No grupo dos alimentos reguladores estão as Vitaminas, os Sais minerais, as Fibras e a Água.

Vitaminas - São em grande número em nosso organismo. Não as produzimos e nenhum alimento possui todas elas; por isto é que a nossa dieta deve conter os mais variados alimentos, na medida do possível. Cada vitamina tem uma função certa, mas de um modo geral, são importantes para manter nossa saúde em dia. Regulam nosso sistema nervoso, melhorando nossa imunidade contra as infecções.

Vitamina:
Bom para:
É encontrada:

A
Bronzeamento da pele, evita queda dos cabelos
Cenoura, vagem, alface, abóbora, abacaxi, pêssego, leite, carnes de vaca e porco.

A, E
Pele e visão


C
Estrutura das veias e gengivas. Evita o Escorbuto, doença que causa hemorragias internas e externas e fraquezas ). Previne gripes, resfriados e fortalece o sistema imunológico
Tomate, pimentão verde, brócolis, repolho cru, laranja, limão, uva, acerola, caju, manga, kiwi, goiaba

D
Calcificação dos ossos e dentes. Absorver fósforo pelo organismo
Óleos de fígado de peixes, fígado e gema de ovos.

Tomar sol também ajuda a absorve-la.

B1, B2, B6 e B12
Funções das células. Evita anemias, previne fadiga e esterilidade masculina
Fígado de boi ou frango, ovos, carnes vermelhas, castanhas, nozes, cenoura, ervilha, beterraba, leite e queijo prato.

K
Coagulação do sangue



Sais Minerais - Dentre os componentes mais importantes de seu grupo, destacam-se o Cálcio, Ferro, Sódio, Potássio, Zinco, Iodo, Manganês e Cobre. Atuam na construção dos tecidos, na formação de ossos e dentes, nos nervos, coração, crescimento, etc.

Os alimentos que tem Cálcio são o leite e derivados ( coalhada , queijos e iogurtes ), o brócolis, espinafre, acelga, agrião, couve, chicória e mostarda. Sua ausência em nosso organismo provoca má calcificação dos dentes e dos ossos, assim a criança cresce lentamente ou até mesmo para de crescer.

Se nos faltar o Ferro, teremos anemia, ficando cansados, desatentos, com sono e fracos. O Ferro é responsável em levar oxigênio através dos pulmões e do sangue, e os tecidos precisam dele para crescer e sobreviver. Encontramos o Ferro nas carnes, feijão, espinafre, acelga, broto de abóbora, couve e folha de batata doce.. Para que sejam melhor aproveitados pelo nosso organismo, devemos consumi-los com alimentos com alimentos que contenham vitamina C, como limão ( limonada ), goiaba, acerola, laranja, mamão e banana.

Fibras - São componentes dos alimentos que o nosso organismo precisa para regular a função intestinal. Alguns alimentos sem glúten e ricos em fibras são as frutas ( com casca ), vegetais, feijões, lentilha, milho ( verde, canjica ou pipoca ), o mamão, uva-passa seca e ameixa preta.

Água - Necessária para diversas funções de nosso organismo, como lubrificação de articulações, das córneas, ajuda nas funções do intestino, faz parte da saliva, das lagrimas e meio de transporte para os nutrientes através do sangue e fora dele.

Quanto devemos tomar em dias de temperatura normal ?

Quando crianças até 10 Kg: média de 500 ml p/ dia.

Entre 10 e 20 Kg: média de 800 ml p/ dia.

Acima de 20 Kg: 900 a 1000 ml p/ dia.

Quando adultos: 1 a 2 litros p/ dia.

Em dias de calor excessivo, em casos de diarréia ou febre, é preciso oferecer mais água, que pode ser em forma de sucos, refrescos, sorvete de frutas, refrigerantes, água de côco ou mesmo pura.


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Alguns pacientes transgridem a dieta ?

Infelizmente sim, pois embora o único tratamento consiste na dieta isenta de glúten por toda a vida, este tratamento parece simples, porém inúmeros problemas podem levar o paciente a transgredi-la, como pôr exemplo:

* Falta e orientação dos familiares sobre a doença e suas complicações;

* Descrença na quantidade de cereais proibidos (qualquer quantidade é prejudicial e agressivo aos celíacos );

* Dificuldades financeiras, pois os alimentos permitidos são os de custo mais elevado;

* Hábito do uso da farinha de trigo na alimentação (pão, macarrão, etc);

* Falta de habilidade culinária das mães para preparar alimentos substitutivos;

* Forte pressão que sofremos da propaganda dos industrializados, que nos leva a consumir tais produtos e,

* Rótulos, embalagens ou bulas que nem sempre contém a composição correta ou bem clara dos ingredientes.


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VEJA A MELHORA DE UM PACIENTE AO SEGUIR UMA DIETA CORRETA SEM GLÚTEN

Devo melhorar com a dieta ? Quais as conseqüências se não seguí-la corretamente ?

Sim, veja no EXEMPLO mostrado pela disciplina de Gastroenterologia do Hospital Virtual Brasileiro da UNICAMP, a melhora de um paciente que sofreu de diarréia crônica por três anos, e que recuperou peso, deixou de evacuar seguidas vezes, bastando seguir uma dieta correta e rigorosa.



Fonte: Acelbra