domingo, 29 de abril de 2012

Dossiê: bebidas não alcoólicas

As vantagens e desvantagens de saborear algumas das bebidas mais presentes no dia a dia.
Dê preferência aos sucos naturais, mais ricos em vitaminas Não tem conversa: a água é, de longe, o líquido mais saudável para consumir. “Não há substituto à altura dela. Trata-se do solvente universal do corpo humano, responsável por umedecer os tecidos, regular a produção de calor e transportar nutrientes e resíduos. Assim, bebidas que contêm outras substâncias só tendem a aumentar a necessidade de tomar água”, confirma a nutricionista Neila Wendling, do Conselho Regional de Nutricionistas da 8ª Região – Paraná (PR). Mas, infelizmente, nem todo mundo consegue se contentar apenas com esse refresco. Por isso, o iG Saúde foi atrás de informações sobre outros tipos de bebidas que lotam as prateleiras dos supermercados e, de alguma forma, acabam entrando na rotina alimentar. Conhecendo mais sobre cada uma, é possível fazer escolhas melhores e mais saudáveis na hora de matar a sede. Saiba mais sobre chá, suco de frutas, refrigerante, águas saborizadas e levemente gaseificadas, água de coco, bebidas isotônicas, leite de vaca, leite de soja e café.
Suco de fruta
Assim como o chá, o melhor é apostar na versão natural, preparada com a fruta fresquinha. Opte por não colocar açúcar na bebida, já que isso aumenta bastante o valor calórico do refresco. Se não der para utilizar frutas in natura, uma boa é investir nas polpas congeladas, que mantêm o potencial nutritivo. Para aproveitar os benefícios dos ingredientes, sugere-se consumir a bebida logo após o preparo. Para Amanda Buonavoglia, nutricionista Associação Paulista de Naturologia (Apanat), “sucos com polpas congeladas são interessantes para um lanche da tarde, principalmente se forem batidas com leite ou iogurte natural. Assim, além de refrescante, a bebida se torna fonte de cálcio”. Sucos especiais - desintoxicantes, energizantes, etc - podem garantem saúde e bem-estar. Agora, se falta tempo para criar as próprias receitas, é bom saber que, apesar de mais práticas, as versões industrializadas são justamente as menos vantajosas do ponto de vista nutricional. Isso porque além de apresentar um teor bem reduzido de vitaminas e minerais reúnem boas doses de açúcar, aromatizantes e corantes artificiais. De qualquer forma, todas as opções oferecem calorias, portanto, nada de exageros!
Chá
De preferência, prepare-o com água fervente e ervas, pois assim é possível preservar o conteúdo de fitoquímicos – compostos orgânicos que agem sobre funções do organismo. É importante ressaltar que cada erva provoca um efeito e, por isso, seu consumo deve estar atrelado à necessidade de cada pessoa. Por exemplo: alguns chás são calmantes, como aqueles feitos com camomila, hortelã e melissa. Leia também: Como fazer boas escolhas no supermercado 10 alimentos que melhoram o humor Quatro trocas saudáveis 15 opções "magras" de lanches Um cardápio para cada etapa da vida .Outros são estimulantes, como os de ginseng e guaraná. Há também há os digestivos, tais como o de boldo-do-chile, sálvia e cravo-da-índia, e os famosos “emagrecedores”, como os chás verde, branco, preto e vermelho. Apesar de existirem ervas que alegam tratar uma infinidade de problemas, deve-se ter em mente que o consumo exagerado pode comprometer o funcionamento saudável do organismo em vez de beneficiá-lo. Por outro lado, “se achar mais prático tomar a bebida industrializada, saiba que o teor de fitoterápicos é reduzido e o produto geralmente apresenta conservantes e flavorizantes artificiais”, lembra José Irineu Golbspan, médico nutrólogo de Porto Alegre (RS). Alguns chás são terapêuticos e ajudam a proteger a saúde.
Refrigerante
  Que tal trocar o refrigerante por opções como o suco de frutas ou a água de coco? Para os amantes dessa bebida, um aviso: não há nada de bom para falarmos sobre ela, já que seu conteúdo é formado basicamente por aditivos químicos e açúcar. “As versões diet, light ou zero também não oferecem vantagens, pois o açúcar somente é substituído por adoçantes artificiais, que são substâncias químicas de difícil eliminação pelo fígado”, avisa o especialista de Porto Alegre. Quer mais motivos para excluir os refrigerantes da dieta? Aqui vão: eles estão relacionados ao aumento de peso, a maior risco de problemas cardiovasculares, à distensão abdominal e, como se não bastasse, podem favorecer o surgimento de cáries e a baixa densidade óssea (o ácido fosfórico presente no refrigerante do tipo cola é conhecido por retirar atrapalhar a absorção desse mineral). Se a tentação for maior e não der para evitar a bebida, o ideal é limitar bastante seu consumo (que tal uma vez na semana?).
 Águas saborizadas e levemente gaseificadas
As águas saborizadas são bem similares aos sucos em pó em relação ao valor nutricional, apresentando teor reduzido de vitaminas e minerais e quantidades consideráveis de sódio e aditivos químicos. De acordo com Neila, do CRN-8, “a única indicação seria para pessoas que não conseguem tomar água pura. Ainda assim, devido à composição, o consumo deve ser limitado”. Já as águas descritas como “levemente gaseificadas” são, na verdade, refrigerantes (basta ler o rótulo!). Quando comparadas às bebidas mencionadas no tópico acima, percebe-se que contêm menores quantidades de aditivos e açúcar. E só. Ou seja: não adianta investir nesse produto para substituir o refrigerante, ok? Afinal, ele também está longe de ser uma opção saudável.
Dica: Já pensou em fazer sua própria água saborizada?
Pois então anote aí a dica da nutricionista da Apanat: em uma jarra de vidro cheia de água coloque algumas folhas de hortelã, meia maçã cortada em pedaços e uma rodela de gengibre.
Água de coco
Formada por água, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, magnésio e cloro, trata-se de uma bebida natural e muito saudável. Por ter um conteúdo similar aos fluidos do nosso corpo, é considerado um isotônico, excelente para reidratar o organismo – principalmente após atividades físicas intensas.
 Está com sede? Beba leite!
 Por causa do índice glicêmico elevado, portadores de diabetes devem consumir a bebida com cautela. Apesar de não ser altamente calórica – um copo fornece cerca de 40 kcal e 10 gramas de carboidratos – a recomendação geral é que não haja abusos. Vale lembrar que as versões industrializadas podem conter aditivos e até glucose, mas, no final das contas, são muito mais benéficas do que os refrigerantes.
Bebidas isotônicas
Essas bebidas ganham esse nome quando carregam compostos que as tornam similares ao soro do nosso corpo. Por isso, só faz sentido consumi-las após atividades físicas intensas, que provocam a perda de uma grande quantidade de líquidos e sais minerais. Caso contrário, conta Amanda, podem facilitar o aparecimento de cálculos renais (as famosas “pedrinhas”) e prejudicar o rim. “Também estão liberadas para ajudar em quadros de desidratação severa e diarreias”, completa a nutricionista.
Leite de vaca
 Você sabe qual dos tipos de leite escolher? É visto como uma bebida saudável, já que é fonte de cálcio, riboflavina, fósforo, magnésio, proteínas de alto valor biológico, ou seja, muito aproveitadas pelo organismo. O cálcio, claro, é o nutriente mais festejado do leite de vaca e seu consumo está relacionado à proteção dos ossos. “No entanto, é preciso lembrar que há vários alimentos com mais cálcio do que o leite”, frisa Golbspan. Entre os tipos A, B e C da bebida, é melhor ficar com o primeiro, que é produzido com o mínimo de contato manual e embalado ainda na fazenda. A versão desnatada, ao contrário da integral, tem valores reduzidos de colesterol, gordura saturada e calorias. O problema é que a ausência de lipídeos compromete um pouco o sabor. Sendo assim, Neila diz que uma boa alternativa é apostar no meio termo, ou seja, o leite semidesnatado. Vale lembrar que o leite mais importante para a saúde do bebê é o humano. Portanto, a bebida produzida pela vaca só deve ser introduzida a partir do primeiro ano de idade, quando a criança já consegue digerir elementos mais complexos. No caso de pessoas intolerantes à lactose (açúcar do leite) ou alérgicas a alguma proteína do leite (como a caseína), é bom avaliar opções como leites de soja, cabra, arroz ou oleaginosas.
Leite de soja
É uma boa pedida para quem não pode ingerir lactose e caseína, dois componentes do leite de vaca que são altamente alergênicos. Porém, perde em relação ao conteúdo de cálcio. A boa notícia é que existem versões enriquecidas com esse nutriente. Por ser isento de colesterol, pobre em gorduras saturadas e rico em fibras e isoflavonas (componentes que agem como o hormônio estrogênio, ainda que menos potentes), o leite de soja é indicado para quem tem histórico familiar de doença arterial coronariana, osteoporose e alguns tipos de câncer. Não se pode esquecer de que a proteína da soja é a única do tipo vegetal considerada de alto valor biológico (como a de ovos, leite de vaca ou carne) pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Café
Sua principal característica é a ação estimulante, causada por um de seus componentes, a cafeína. Para que ela não chegue a ser prejudicial, provocando ansiedade, insônia e indisposição gástrica, recomenda-se o consumo de aproximadamente duas xícaras de café forte ou quatro de café carioca. Foto: Getty Images Ampliar Café tem vitaminas e dose certa de consumo “Além da cafeína, a bebida também apresenta cálcio, ferro, zinco, aminoácidos e vitaminas”, diz Golbspan. É importante mencionar que duas substâncias do café (chamadas cafestol e kahweol) têm sido estudadas por causa de sua relação com o aumento da pressão arterial e elevação de colesterol. “No entanto, o uso de filtro de papel seria capaz de reter esses componentes, evitando prejuízos à saúde cardíaca. O mesmo não ocorreria com o expresso”, conta a nutricionista do CRN-8. Por outro lado, há fortes evidências de que, além de ser estimulante, a cafeína tem efeito antioxidante e protetor para algumas doenças, como a diabetes feminina, assim como outras substâncias encontradas na bebida (ácido clorogênico e compostos fenólicos são bons exemplos). Isso significa que ainda não há por que barrar o consumo do cafezinho. Mas tem que ser moderado! “E, se possível, adoçado com mel. Se o sabor não agradar, utilize, sem exagero, adoçante à base de sucralose”, ensina o nutrólogo de Porto Alegre.

Fonte: IG

sábado, 28 de abril de 2012

Emagreça a feijoada escolhendo o que comer

Evite o bacon e o refrigerante e reduza um pouco as mil calorias contidas no prato tradicional .

Feijoada carioca
Na calculadora, o resultado assusta: um prato tradicional de feijoada, sem contar as repetições, chega a 1000 calorias, mais da metade do que precisa diariamente um adulto normal. Se esta informação incomoda os amantes da culinária brasileira que também querem ficar em dia com a balança, a nutricionista Carolina Santos faz os cálculos para ajudar a "emagrecer" a feijoada. A pedido do iG Saúde, ela elaborou um cardápio completo para o dia do banquete. Segundo a especialista, as escolhas no café da manhã e do jantar ajudam a minimizar os efeitos engordativos para quem, pelo menos uma vez na semana, não resiste ao cheirinho de carne de porco, torresmo e feijão preto. “Quem cuida da saúde precisa se conscientizar e se reeducar em relação aos hábitos alimentares no dia a dia. Mas não há necessidade de se privar totalmente do consumo de alimentos da preferência, exceto em casos de doenças”, afirma Carolina Santos. “O indicado é aprender a ter limites no consumo, como também saber a hora e a quantidade certa para consumi-los”, completa.

O raio X da feijoada tradicional :
1 concha média cheia de feijoada com as respectivas carnes: 346,5 calorias
 2 colheres bem servidas de arroz branco : 150 calorias
2 colheres de sopa de farofa: 94 calorias
2 colheres de sopa de couve refogada com bacon: 100 calorias
1 unidade média de banana à milanesa: 100 calorias
1 unidade de laranja: 100 calorias
1 lata de refrigerante: 112 Kcal

As dicas para reduzir o teor calórico da feijoada
Antes da feijoada, coma bastante folhas e legumes coloridos. Eles ajudam na absorção da gordura .
Primeiro passo: “Inicie a refeição comendo um prato de salada crua e colorida, contendo folhas verdes e legumes coloridos, que são fontes de fibras e dão maior sensação de saciedade, principalmente na hora de comer o prato quente, que é mais calórico”, orienta Carolina Santos. “Outra vantagem é que as folhas ajudam a controlar a absorção de gorduras e açúcares da alimentação.”
 Segundo passo: Abra mão da banana à milanesa e do refrigerante “economize” 212 calorias. Carregue a concha da feijoada mais com grãos do que com carne e também deixe de lado o bacon da couve. Só fazendo isso são quase 400 calorias a menos no prato.
 Terceiro passo: Faça da laranja a sobremesa e tenha uma opção doce de só 100 calorias. O que comer em dia de feijoada? Quando o prato for servido no almoço, você pode seguir as dicas listadas a seguir.

Café da manhã: um pão 100% integral com queijo branco e um copo de suco de fruta natural. Outra opção é preparar uma vitamina completa batida, contendo fruta, leite desnatado ou leite de soja light e cereais integrais (ex: granola, farelo de aveia, gérmen de trigo) .
Jantar: “Prefira o consumo de um prato mais leve”, diz Carolina Santos Opção: sopa caseira de legumes, contendo verduras e legumes variados, frango desfiado, mandioquinha ou batata.
 A cerveja é altamente calórica - uma latinha tem 150 calorias. Atrelada à feijoada deixa a refeição ainda mais energética E ao longo do dia? “Ingira chá de boldo ou de carqueja, que apresentam ação protetora do fígado”, afirma a especialista. “As bebidas alcoólicas são altamente calóricas. Para se ter uma idéia, cada ml de álcool fornece 7 calorias. Uma lata de cerveja sozinha contém 150. Portanto, cada lata seria um adicional significativamente calórico na feijoada” .

Fonte: IG

15 dicas para não sair da dieta no fim de semana

Dois dias são capazes de arruinar a dieta de uma semana inteira, veja como evitar que isso aconteça.
Massa: escolher molhos mais leves é uma dica para não cometer excessos no fim de semana Relaxar nos cuidados alimentares no sábado e domingo pode comprometer a dieta da semana inteira. “Dependendo da quantidade, em um dia do fim de semana a pessoa pode ingerir mais do que o dobro do permitido para o dia a dia”, avalia a nutricionista Denise Giacomo da Motta.

 “As pessoas reduzem na semana para ter um total mais liberado depois. Mas isso não quer dizer comer à vontade”, alerta. A nutricionista afirma que é positivo se permitir um pouco mais de prazer aos finais de semana. No entanto, é preciso fazer escolhas conscientes e não sucumbir a todas as tentações.

 Veja dicas da especialista para cada parte do seu final de semana e reduza as calorias.

 Sexta à noite - Se o fim de semana começa na sexta a noite, vale ficar ainda mais atento para o que comer nos demais dias. No happy-hour da firma, faça trocas inteligentes. Que tal um sanduíche natural em vez de batata frita?

 Faz questão da cerveja gelada? Para reduzir a ingestão da bebida e não comprometer o regime, intercale com água. A cada gole de cerveja, beba um de água e siga assim o restante da noite .

Café da manhã na padaria - O grande problema do café da manhã na padaria é a quantidade de opções – muitas delas, calóricas – disponíveis. Evite bolos, geleias e chantili no café. Fuja dos pães de queijo. Uma boa opção é pedir um sanduíche de pão integral com queijo branco e peito de peru. Mata a fome sem matar de culpa logo cedo.

 Feijoada do sábado - Um prato tradicional de feijoada pode chegar a 1000 calorias. Para diminuir o tamanho da bomba calórica, vale encher a concha de feijão em vez de caprichar na carne Leia: Emagreça a feijoada escolhendo o que comer - Abra mão do bacon, tanto aquele do feijão quanto o que vem com a couve. Dois cubos de bacon frito têm 198 calorias. Portanto, pense nessa economia ao separar os quadradinhos de lado.

 No cinema - Já existem estudos que comprovam que a pipoca pode ser um lanche tão saudável quanto uma fruta. No entanto, para isso, ela deve ser preparada sem gordura e conter pouco sal. Escolha o menor recipiente disponível, diga “não” à manteiga extra e pegue leve no sal - Deixe o refrigerante de lado e prefira a água. A nutricionista Denise da Motta diz que a opção entre com ou sem gás é indiferente.

 Jantar fora – Resista ao couvert. Pão quentinho com manteiga derretendo é uma delícia, mas pode elevar em um terço as calorias da sua refeição. O melhor, na verdade, é pedir para que ele nem seja servido. - O primeiro pedido deve ser uma salada, de preferência de folhas e legumes crus. Evite molhos gordurosos prontos e para temperar vá da tradicional mistura de azeite, vinagre, sal e limão.

Pule a sobremesa. O melhor horário para consumir um doce é logo após o almoço. Portanto, guarde seu “direito à sobremesa” para o domingo Pizza em casa - Vai receber os amigos ou a família e resolver pedir pizza? Esqueça sabores como portuguesa, quatro queijos, calabresa e frango com catupiry. Descubra quantas calorias têm a sua pizza - Se possível, prefira massa integral. Ela traz mais satisfação e as fibras ajudam o intestino a funcionar melhor.

 Almoço de domingo – Macarronada, lasanha, nhoque. Mesmo para quem acha que domingo é dia de massa, é possível manter a forma. Sirva-se de forma maneirada e evite o pão branco que acompanha as refeições. Se a massa tiver recheio, prefira sempre conteúdos light, como ricota, e evite os mais pesados, como presunto – “Evite molhos gordurosos, que aumentam as calorias e nem sempre são tão saborosos”, aconselha Denise. Os campeões de calorias são aqueles que levam creme de leite na receita, seguidos por aqueles à base de queijo .

 “Se o molho tiver carne, não é necessário optar por uma nova fonte proteica”, indica a nutricionista. Ou seja, não precisa incluir um bife no prato de macarrão a bolonhesa .

Fonte: IG

quinta-feira, 26 de abril de 2012

SUCOS VARIADOS

Suco desintoxicante

Ingredientes -
4 cenouras sem casca
- Suco de 2 limões
- 1 colher (sopa) de linhaça triturada
Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida. Para melhor absorção, consuma em jejum.

Suco desintoxicante e antiansiedade

Ingredientes
- 1 limão pequeno
- Suco de 2 laranjas-lima
- 6 folhas de alface
- ½ copo de água
Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coe e consuma imediatamente.

Suco digestivo
Ingredientes
- ½ xícara cheia de melão
- ½ xícara cheia de mamão papaya
- 150ml de água de coco
Modo de preparo
Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e servir.

Fonte: Revista Corpo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Frutas e verduras reduzem risco de câncer de pulmão em fumantes

Pesquisa americana sugere que é preciso ingerir grande variedade desses alimentos para aumentar o efeito protetor.
Comer frutas e verduras variadas pode reduzir os riscos de contrair alguns tipos de câncer de pulmão em fumantes, revelou um estudo publicado nesta segunda-feira (30) nos Estados Unidos. "Apesar de parar de fumar ser a atitude preventiva mais importante para se reduzir os riscos de contrair câncer de pulmão, consumir uma mistura de vários tipos de frutas e vegetais também pode diminuir o risco, independentemente da quantidade, especialmente entre os fumantes", disse H. Bas Bueno-de-Mesquita, do Instituto de Saúde Pública da Holanda.
O estudo, publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, da associação americana de pesquisas sobre o câncer, foi realizado com 1.600 pessoas diagnosticadas com câncer de pulmão. Os cientistas informaram que a variedade de frutas e vegetais parece ser mais importante do que a quantidade. Eles estudaram 14 frutas de consumo comum e 26 vegetais frescos, enlatados ou desidratados.
"As frutas e as verduras contêm compostos bioativos muito diversos e é sensato assumir que é importante não apenas consumir as quantidades recomendadas, mas também uma variedade rica destes compostos bioativos", disse Bueno-de-Mesquita. De acordo com a pesquisa, o risco de desenvolver células cancerosas caiu substancialmente quando ingerida uma grande variedade de frutas e vegetais.
Enquanto pesquisas prévias revelaram a importância de se ingerir frutas e verduras em quantidade para reduzir os riscos de desenvolver câncer, Stephen Hecht - integrante do conselho editorial da Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention - disse que este é um dos primeiros trabalhos a avaliar a diversidade, mais que a quantidade, deste consumo.
"Os resultados são muito interessantes e indicam um efeito de proteção para os fumantes", acrescentou. "Ainda há mais de um bilhão de fumantes no mundo e muitos são dependentes de nicotina e não conseguem abandonar o vício apesar de seus esforços", disse Hecht, que é membro facultativo da Universidade de Minnesota. Hecht explicou que a fumaça do cigarro contém uma mistura complexa de substâncias que causam câncer, razão pela qual se faz necessário uma combinação de agentes protetores com efeitos benéficos para reduzir os riscos de se contrair câncer de pulmão. "No entanto, o público deveria ser consciente e ser lembrado de que a única forma comprovada de reduzir os riscos de câncer de pulmão é evitar o tabaco em todas as suas formas", afirmou.

Fonte: IG

Brócolis e repolho podem proteger contra o câncer de cólon

Ter uma dieta composta por esses vegetais pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer colorretal, de acordo com um novo estudo.
Brócolis e couve-flor: ação protetora contra o câncer de cólon Comer frutas e vegetais, e manter uma dieta da qual fazem parte alguns tipos específicos de verdura pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer colorretal, de acordo com um novo estudo. Eles também descobriram que o hábito de comer mais maçãs e vegetais amarelo-escuros estava ligado a um risco significativamente reduzido de câncer de cólon. O estudo será publicado na edição de outubro do Journal of the American Dietetic Association. Pesquisadores australianos examinaram a dieta de 918 pacientes com câncer colorretal e de 1.021 pessoas sem histórico da doença e descobriram que o consumo de certos vegetais da família das brassicáceas, como brócolis, couve, couve-flor e repolho, por exemplo, parece reduzir o risco de câncer no cólon superior, enquanto uma alimentação rica em frutas e hortaliças (contando-se aí o consumo total diário de vegetais) reduz o risco de câncer na porção inferior do cólon. “Frutas e vegetais foram extensivamente analisados em pesquisas nutricionais por sua característica protetora contra o câncer colorretal. No entanto, essa proteção tem sido objeto de debate, possivelmente por causa de efeitos diferentes em distintas porções do intestino grosso”, disse o pesquisador principal do estudo, Lin Fritschi, chefe do Grupo de Epidemiologia do Instituto de Pesquisas Médicas da Austrália Ocidental. "Pode ser que parte da confusão sobre a relação entre a dieta e o risco de câncer se deu devido ao fato de que os estudos anteriores não levaram em conta o local do câncer [colorretal]. A replicação destes achados em grandes estudos pode ajudar a determinar se um maior consumo de vegetais é um meio para reduzir o risco de câncer no cólon”, concluiu Fritschi. FONTE: Ig

domingo, 22 de abril de 2012

GENGIBRE

Propriedades Funcionais do Gengibre
O Gengibre, planta herbácea que pertence à família das Zingiberáceas, apresenta uma parte subterrânea é constituída por rizomas carnosos, impropriamente chamados de raízes, a qual apresenta Propriedades Funcionais que podem ser observadas a seguir.

 - Antiemético: útil nos casos de enjoos provocados pelo movimento, como viagens por exemplo;
- Antisséptico e anti-inflamatório: benéfico nos casos de inflamações de vias aéreas e inflamações de garganta;
- Bacteriostático: usado no tratamento de feridas, úlceras e ferimentos;
- Carminativo: diminui a flatulência e impede a formação de gases;
- Estomáquico: devido ao cineol, que é um estimulante digestivo, responsável por aumentar a produção da secreção gástrica, facilitando a digestão e até mesmo auxiliando nos casos de falta de apetite.

 fONTE: Exercitando Saúde

Alimentos Antiinflamatórios!

Conheça quais são os alimentos que melhoram a resposta imunológica do organismo e favorecem a prevenção de doenças e o processo de cura O sistema imunológico humano possui uma série de mecanismos inteligentes, capazes de ativar um exército de células e de reações químicas em defesa do organismo. Embora pareça um problema, uma inflamação específica de tecido ou de um órgão é, em muitos casos, a resposta da imunidade contra vírus, bactérias, produtos químicos e outras agressões externas. Durante o desenvolvimento do processo inflamatório, o sistema imunológico desencadeia várias mudanças metabólicas, celulares e hormonais, responsáveis por enviar ao local lesado anticorpos defensores de complicações. Essa reação em cadeia ocorre com maior ou menor intensidade conforme a resistência do indivíduo, adquirida em grande parte por uma alimentação adequada e rica em nutrientes “antiinflamatórios”! Cientistas, nutrólogos e nutricionistas explicam que algumas substâncias, como o ácido graxo ômega 3, a alicina, a antocianina e a vitamina C, são classificados dessa forma, pois têm capacidade de aumentar a secreção de alguns hormônios que inibem e/ou bloqueiam a ação inflamatória para reparar uma lesão. “O processo inflamatório serve como barreira do organismo para microrganismos nocivos não penetrarem nas mucosas e feridas e comprometerem a saúde. Sendo que, os alimentos têm um papel muito importante nesse processo, pois ajudam a fortalecer o sistema imunológico e o equilíbrio de todas as funções básicas do organismo”, afirma Roseli Rossi, nutricionista especialista em Nutrição Clínica, ao acrescentar que: “Atualmente, muitos estudos estão em desenvolvimento no mundo para explicar a atividade antiinflamatória de alguns compostos existentes nos alimentos”. Os pesquisadores relatam que a quantidade de agentes fitoquímicos (vitaminas, minerais e antioxidantes), de ácidos graxos essenciais, de complexos bioativos e a carga glicêmica dos alimentos são os fatores que conferem maior ou menor capacidade antiinflamatória aos alimentos. Baseada nesses critérios, a nutricionista norte-americana Monica Reinagel, autora do livro The Inflammation Free – Diet Plan conseguiu atribuir em suas pesquisas um Fator Inflamatório (IF) a uma série de alimentos, que exercem impacto positivo ou negativo sobre o organismo quando entra na circulação. Na tabela de Reinagel, o alho macerado, por exemplo, possui IF positivo de 4939, fator que coloca o alimento no topo dos classificados como antiinflamatórios, já que possui substâncias bioativas com potencial de modular o processo inflamatório. O salmão vem logo em seguida com IF 601, seguido do atum (IF 464) e da cebola (IF 387). Os peixes, em especial de águas frias, são ótimas fontes de ácidos graxos ômega 3, que são convertidos em substâncias semelhantes aos hormônios que reduzem inflamações, assim como o azeite de oliva extravirgem e a semente de linhaça. “O ômega 3 é um ácido graxo monoinsaturado que colabora com a redução do LDL-colesterol e o aumento do HDL. Com o colesterol em dia, esses nutrientes antiinflamatórios acabam tendo função cardioprotetora também”, informa Roseli Rossi. Graças à existência de fitoquímicos como a catequina, esse benefício ao coração também é conferido ao chá verde, extraído da Camellia sinensis e rico em antioxidantes. A nutricionista explica que os nutrientes presentes no chá verde favorecem a menor absorção de gordura e a redução do LDL-colesterol, o que reduz o risco para doenças cardiovasculares. Também estão na lista de nutrientes antiinflamatórios a vitamina C, presente nas frutas cítricas e no brócolis; a antocianina existente nas frutas vermelhas como romã, melancia, cereja, morango e goiaba; o licopeno do tomate e a quercetina da maçã, entre outras verduras e frutas que possuem fitosubstâncias com propriedade antiinflamatória. Probióticos – Considerados alimentos funcionais pelas autoridades de saúde do mundo inteiro, os alimentos probióticos – a exemplo do leite fermentado Yakult com Lactobacilos Casei Shirota – contêm bactérias que oferecem diversos benefícios à saúde, com destaque para a ação antiinflamatória do intestino. Esses microrganismos colonizam e participam da proteção do aparelho digestório, diminuindo a concentração e a ação de bactérias patogênicas. "Junto com as fibras, os alimentos probióticos favorecem a melhor digestão e a eliminação de substâncias tóxicas do organismo e aumentam expressivamente o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos, fato que ajuda a fortalecer a imunidade”, destaca Maria Del Rosário, médica nutróloga e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia - Regional Santa Catarina (Abran-SC). Desequilíbrio Nutricional - Assim como a ciência busca explicar a ação antiinflamatória de alguns nutrientes, os pesquisadores também alertam para a inflamação anormal, de ordem patológica e crônica, como a obesidade, o diabetes e outras doenças, que podem ser favorecidas pelo consumo de substâncias inflamatórias presentes em alguns alimentos. Batata assada, batata frita, bolos, biscoitos, trigo branco e farinha integral são alguns exemplos de alimentos com alto índice glicêmico e que estimulam a inflamação anormal. “Ainda há muito o que estudar e comprovar a respeito. O que se sabe é que, no mundo atual, há um grande desequilíbrio no consumo de substâncias biologicamente ativas e compostos inflamatórios, como os produtos industrializados, ricos em gordura trans que causam diversos transtornos alimentares”, alerta Maria Del Rosário. O nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição (Imen) e médico do Hospital do Coração (HCor), Carlos Daniel Magnoni, lembra porque os desnutridos e pessoas com deficiência imunológica apresentam menos quadros inflamatórios. “A aterosclerose é o exemplo claro de inflamação nas artérias e vasos provocada pelo excesso de gordura no sangue. Isso aumenta os riscos para o ser humano ter problemas coronarianos”, enfatiza o médico, ao acrescentar a necessidade de a população manter uma alimentação que contenha nutrientes moduladores da resposta inflamatória do organismo. A nutricionista Roseli Rossi acrescenta que a área da nutrição está em evolução e cada vez mais a ciência busca dados sobre como os alimentos podem ajudar na prevenção e tratamento de doenças. “Assim como as doenças cardiovasculares, outros problemas poderiam ser evitados com essas medidas simples e a redução de fatores agressores à saúde. Nesse caso, os médicos, que têm papel fundamental na orientação dos pacientes, deveriam se informar mais sobre quanto os alimentos são essenciais em um tratamento”, ressalta. Fonte: Exercitando a Saúde

Lanches para crianças levarem para a escola

Olhem que interessante a criatividade de uma mãe para fazer os lanchinhos do filho para escola!
Gostei e estou mostrando para vocês.
Aproveitem as idéias!
Patrícia Brigagão Mendes
Lancheira 2
Lancheira 3
Gostaram? Podem fazer também! Garanto que seus filhos vão adorar abrir a lancheira e comer este lanche.

sábado, 21 de abril de 2012

L-carnitina: dá força ou queima gordura?

 

Suplemento é usado por praticantes de exercícios como fonte de energia. Eficácia é questionada por especialistas


Foto: Thinkstock Photos Ampliar
Suplemento atrai praticantes de exercícios
No ranking das receitas de academia, os suplementos de L-carnitina sempre tiverem espaço garantindo.
O apelo é bastante atraente: eles seriam capazes favorecer a metabolização de gordura e isso aumentaria a disponibilidade de energia para fazer exercícios.
Parece a combinação perfeita. A pessoa teria mais disposição para treinar e queimaria mais gordura. Com essa premissa, o suplemento conquista até hoje a simpatia de quem deseja definir a musculatura ou acelerar a queima de gordura. Contudo, não há evidência científica que sustente qualquer um destes benefícios.

O mito surgiu a partir de pesquisas ligadas à falta de carnitina no organismo. Foi verificado que a ausência da substância favorecia o acúmulo de gordura. Diante disso, os educadores físicos imaginaram que o oposto iria favorecer a queima de gordura. Ou seja, se falta de carnitina aumenta a gordura, o inverso aconteceria se o corpo passasse a receber carnitina.
Parece um raciocínio coerente, mas diversas pesquisas realizadas com usuários de L-carnitina demonstraram que esta lógica não se sustenta.
“O fator limitante para perda de gordura corporal não é a disponibilidade de L-carnitina, pois o organismo já produz grandes quantidades desse composto. O fator limitante é uma molécula chamada coenzima A (CoA), que controla o quanto de gordura está disponível como fonte de energia”, afirma o nutricionista Humberto Nicastro, pesquisador da Escola de Educação Física e Esporta da USP.
“Em termos numéricos, o organismo humano apresenta aproximadamente mil moléculas de carnitina para cada molécula de CoA”, compara o especialista.

A grande maioria dos estudos não comprova a relação entre L-carnitina e queima acentuada de gordura. “Apenas um trabalho publicado este ano sugere outro resultado”, aponta o educador físico Antonio Herbert Lancha Jr, especialista em nutrição esportiva e professor da USP.
No estudo, conta o professor, indivíduos consumiram carnitina combinada com 640 kcal de carboidrato na forma de glicose. A combinação demonstrou economia de carboidrato com maior tempo de exercício. Isso indica maior queima de gordura, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Nottingham, autores do estudo.
“Porém, o indivíduo precisar fazer restrição calórica pelo consumo adicional de carboidrato”, pondera Lancha Jr.

O maior benefício foi observado no desempenho das pessoas. “A suplementação foi capaz de diminuir a produção de lactato, o que pode estar relacionado com a fadiga muscular, e poupar os estoques de glicogênio muscular, o carboidrato armazenado no músculo”, observa Nicastro.
Outro argumento relacionado ao uso de L-carnitina é que o suplemento seria capaz de alterar os níveis de colesterol, aumentando o bom (HDL) e reduzindo o ruim (LDL). “A elevação do HDL está mais relacionada à prática regular de exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, natação, etc.). Não temos ainda estudos confiáveis sobre esse suposto efeito da L-carnitina”, argumenta Jomar Souza, especialista em medicina do exercício e diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

O benefício do suplemento para regular os índices de colesterol seria indireto, se a evidência do estudo inglês for verificada em novas pesquisas. “No caso do desempenho de exercícios de alta intensidade e curta duração (anaeróbio, como a musculação), a L-carnitina pode auxiliar por meio da preservação do glicogênio muscular (carboidrato armazenado no músculo) e um possível retardo na fadiga”, destaca Nicastro. Ou seja, o usuário do suplemento teria mais disposição para se exercitar, embora sejam os exercícios aeróbios mais eficientes para influenciar os níveis de colesterol.
A nutricionista Rafaella Kamantschek, da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, reforça a afirmação. "Alguns estudos demonstraram que a L-carnitina poderia retardar a fadiga muscular e as dores causadas pelo esforço físico excessivo", aponta.
Força ou fôlego
Essa nova evidência do estudo inglês reforça alguns indícios de que o potencial da L-carnitina esteja relacionado à musculação, em vez de atividades aeróbias. “O maior benefício ocorreria em exercícios de alta intensidade, como a musculação”, detalha Souza. Isso derruba a esperança de muitos alunos acima do peso, que buscam na L-carnitina uma forma de turbinar os efeitos de corridas em esteiras ou bicicletas ergométricas.
Além disso, o suplemento pode ser mais eficiente em homens do que em mulheres. “Se houver alguma influência na massa muscular, ela será mais evidente nos homens pelo efeito conjugado da maior quantidade de testosterona em relação às mulheres”, avalia o médico. Contudo, isso é ainda uma hipótese.
A fórmula mágica continua não existindo. Quer emagrecer ou ganhar músculos? O jeito é suar a camisa. “Não existe intervenção mais eficaz que a prática regular de exercícios físicos combinada a um programa alimentar, sendo ambos acompanhados por profissionais da área de educação física e nutrição”, defende Nicastro.

Fonte: IG

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Fórmulas milagrosas e remédios para emagrecer

 

É errado tomar remédios para emagrecer, por conta própria,  simplesmente porque eles, sozinhos, não emagrecem ninguém. A ciência ainda não inventou uma medicação que substitua o controle alimentar.
Se você está pretendendo emagrecer, esqueça:

• Laxantes e diuréticos : eles só fazem você perder água, e perder água não é emagrecer. Perder água é desidratar e enfraquecer o seu corpo.
• Queimadores de gordura: não e-xis-tem! Ainda não inventaram um remédio em que você come além da medida, deita na cama e o remédio, sozinho, queima as suas gorduras. Seria ótimo se existisse, facilitaria a vida de muita gente. Mas enquanto não foi inventado, esqueça essa balela.
• Automedicação: não compre remédios “milagrosos” porque o balconista de farmácia recomenda ou um vendedor de loja de produtos naturais garante não fazer mal à saúde. Todos os remédios são potencialmente perigosos. Só um médico sabe as vantagens e as desvantagens dos medicamentos.

CONSULTE O SEU MÉDICO.
Tudo bem, existem medicamentos que realmente auxiliam o emagrecimento. Repetindo: auxiliam – mas, sozinhos, não emagrecem. NUNCA os tome sem consultar o seu médico. Só ele poderá orientá-lo quanto a todos os aspectos que envolvem o uso desse tipo de medicação – principalmente: se é indicado a você ou não.
Vamos combinar uma coisa? Adote uma dieta balanceada e exercícios físicos,
com certeza você via chegar aonde quer

Mexa-se!



Verdade seja dita: o que emagrece mesmo é comer com equilíbrio. Mas exercitar-se ajuda muito, porque melhora sua saúde e ainda dá uma mãozinha, potencializando os efeitos da dieta. Assim, se você fizer dieta e exercícios simultaneamente, o emagrecimento é mais rápido e menos estressante. Mas atenção: apenas se exercitar, sem diminuir a ingestão calórica, não emagrece ninguém. Quer ver as contas? Pense só: uma semana tem 168 horas. Se você fizer ginástica cinco vezes por semana, durante duas horas, gastará apenas 10 horas de energia extra. Isso não chega a alterar o funcionamento do seu metabolismo. Para emagrecer, você precisa controlar a sua alimentação, ingerindo menos do que você gasta.
Mas, ao mesmo tempo, pense bem: gastar mais não é uma boa ajuda nesse processo? Então, como você pode gastar mais? Isso você já sabe: fazendo atividades. 
Quer saber quantas notas você gasta dançando tango? E valsa? E se então você for daqueles que tem muito samba no pé (e nos quadris!), já pensou quantas notas se vão? E beijando alguém? No Programa Dieta Nota 10 nós listamos várias atividades bacanas e quantas notas elas gastam.

Fonte: Dieta Nota Dez

Mitos que atrapalham a dieta

Mitos, lendas urbanas, histórias da carochinha, pode dar o nome que quiser. Tem muita bobagem por aí que simplesmente pode acabar com a sua dieta. “Já nasci gordo, isso é genético.” A gordura não se relaciona à fatalidade. Quando se trata de quilos extras, só em casos especialíssimos o destino é o vilão da história. A porcentagem de gordos que realmente têm problemas de obesidade genética é muito pequena. A grande maioria dos gordos não nasce gordo. Eles se tornam gordos. E se tornam gordos por comer em demasia, ingerindo mais energia do que conseguem queimar. É assim mesmo, simples e lógico. Sendo assim, esqueça esse papo de genética. Para pensar: a História por acaso conhece casos de náufragos, semanas perdidos no mar, que tenham sido resgatados gordos? É possível viver comendo apenas saladas e grelhados Após dois ou três meses neste regime espartano, você descobrirá que caiu em um embuste. Emagreceu, mas não aprendeu a se alimentar corretamente. Pior: um dia, tanta privação o levará a perder o controle. Então, você voltará a comer desordenadamente e engordará de novo. Ponha na cabeça de uma vez por todas: só emagrece e se mantém magro quem aprende a comer aquilo de que gosta nas quantidades certas. Existem alimentos que engordam e outros que não engordam. Com exceção de verduras, café, chá, mate, limonada, cebola, alho, pimenta, vinagre, limão, molho inglês, mostarda e refrigerantes, balas e chicletes dietéticos – alimentos com 0 nota – todos os outros alimentos engordam, dependendo da quantidade ingerida. Pra entender, de forma bem direta: dois iogurtes light “engordam” tanto quanto um iogurte normal, porque têm a mesma quantidade de notas. Ou ainda: 30g de chocolate “engordam” tanto quanto 12 tâmaras. E “engordam” somente se, ao final do dia, você ingeriu mais do que gastou. Comer à noite engorda mais do que comer durante o dia Essa é clássica! Mas, ao contrário do que dizem por aí, comer à noite NÃO engorda mais. Quer ver? Para manter o peso, o ser humano gasta entre 750 a 2 mil notas por dia (logicamente, você já sabe que esse número de notas varia de pessoa para pessoa, pois depende das características particulares de cada um, como sexo, altura, idade, tipo de atividades etc). Mas, em média, se colocarmos alguém em uma dieta de 500 ou 600 notas por dia, estaremos gerando um déficit alimentar de cerca de 200 notas por dia, não importando a hora em que essa pessoa se alimentar. O processo é dinâmico, e o déficit é permanente — e é esse déficit permanente que leva a pessoa a emagrecer. Vamos ser mais práticos para ficar bem fácil de entender: se, por 50 notas, você comprar um sapato novo durante o dia e já sair da loja com ele no pé, imediatamente começará a gastar o sapato. Mas se você comprar o mesmo sapato pelas mesmas 50 notas à noite e guardá-lo imediatamente no armário, você só começará a gastar o sapato na manhã seguinte, quando começar a usá-lo. Não importa se você comprou um sapato de dia ou de noite. Importa que o sapato será igualmente usado e igualmente gasto. A mesma coisa acontece com os alimentos. Não interessa a que horas você come. Interessa que, mais cedo ou mais tarde, seu metabolismo começará a gastar o que você comeu. Beber líquidos durante as refeições engorda Que bobagem... Beber durante as refeições apenas retarda o processo digestivo – e digestão lenta não engorda. Grosso modo, acontece o seguinte: quando você come, o organismo quebra as moléculas dos alimentos para digeri-las. Nesse processo, os carboidratos são processados primeiro e as proteínas depois. Ingerindo líquidos, você interfere no trabalho da máquina e obriga o seu corpo a resolver primeiro o problema daquilo que você bebeu. Só depois ele cuidará dos alimentos. Mas isso não importa. O que engorda é a quantidade do que você come ou bebe, e não o tempo que o seu organismo leva para processar a refeição. Nos fins de semana, pode-se comer à vontade Aprenda uma coisa interessante: durante uma dieta de emagrecimento, o metabolismo funciona mais lentamente. O corpo é sábio e, por isso, se protege. Se de uma hora para outra percebe que estão entrando menos fontes de energia (ou seja, comida), o corpo “pisa no freio”: para sobreviver, com medo de faltar combustível lá na frente, ele passa a, sovinamente, economizar calorias. Vai gastando o que ganha cada vez mais devagar – afinal, seguro morreu de velho. Então, se de repente, no meio dessa escassez toda, seu corpo recebe uma bela dose de comida em excesso, ele vai sugar tudo o que for possível e armazenar no “estoque”, para poder usar em sua sobrevivência. Afinal, seu corpo ignora se você está tentando se livrar dos quilos extras ou se você se perdeu no mar. Durante a Dieta das Notas, seu peso baixa entre um quilo e um quilo e meio por semana. Mas bastam dois dias — o sábado e o domingo — para seu metabolismo, deslumbrado com a energia que lhe é colocada à disposição durante essas 48 horas de lazer, armazenar tudo avidamente. Quer saber o resultado de comer o que você quiser nos fins de semana? A resposta é simples e desagradável: no sábado e no domingo você engordará tudo o que levou de segunda a sexta para emagrecer. Chato, não? Nem é preciso explicar por que, em um fim de semana ou outro, escapulir da Dieta Nota 10 e “chutar o balde” é privilégio de quem alcançou o peso ideal. Fonte: Dieta Nota Dez

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pizza de Pão Sírio de Chester



1 porção = 158g (1 unidade)
número de porções = 2

Valor nutricional e calórico por porção
calorias = 280 kcal
carboidratos = 14.73 g
proteínas = 24.55 g
lipídios = 13.64 g


Ingredientes

- 4 colheres (sopa) de molho de tomate
- 1 unidade de mini pão sírio
- ¼ de pimentão vermelho pequeno
- 120 g de mussarela light ralada
- 2 fatias de chester
- azeitonas verdes a gosto

Modo de Preparo

Abra o pão sírio e com uma das partes, faça uma pizza. Cubra com molho de tomate, metade da mussarela light ralada, o chester em tirinhas, o pimentão vermelho cortado em tiras e as azeitonas. Faça o mesmo com a outra metade do pão. Asse em forno médio por cerca de 8 minutos.

Fonte: Cyber diet

Cheesecake de Morango Light



1 porção = 80 g (1 fatia)
número de porções = 13

Valor nutricional e calórico por porção
calorias = 150 kcal
carboidratos = 10.39 g
proteínas = 4.65 g
lipídios = 9.74 g


Ingredientes


Massa

- 20 unidades de bolacha de leite
- 1 colher (chá) de margarina light
- 1 colher (chá) de adoçante (culinário)
- 4 colheres (sopa) de água


Creme

- 400 g de cream cheese light
- 200 ml de suco de morango
- 4 colheres (sopa) de adoçante
- 1 envelope de gelatina sem sabor incolor (dissolvida em 3 colheres (sopa) de água quente)
- 200 ml de creme de leite light
- 2 claras batidas em neve


Calda

- 60 ml de suco de morango
- morangos picados
- 2 colheres (chá) de amido de milho
- 2 colheres (chá) de adoçante (culinária)

Modo de Preparo


Massa

Aqueça o forno a 180º C. No liquidificador ou processador bata 20 unidades de bolacha de leite. Coloque as bolachas batidas numa tigela e misture 1 colher (chá) de margarina light, 1 colher (chá) de adoçante (culinário) e 4 colheres (sopa) de água até obter uma massa homogênea. Forre o fundo de uma assadeira (22 cm de diâmetro) com a massa e leve ao forno para corar (+/- 10 minutos). Deixe esfriar e reserve.


Creme

Bata no liqüidificador 400 g de cream cheese light, 200 ml de suco de morango concentrado, 4 colheres (sopa) de adoçante, 1 envelope de gelatina sem sabor incolor (dissolvida em 3 colheres (sopa) de água quente). Coloque essa mistura numa tigela e reserve. Bata o creme de leite em chantilly e misture delicadamente com 2 claras batidas em neve e a mistura de cream cheese.


Calda

Numa panela coloque 60 ml de suco de morango, 2 colheres (chá) de amido de milho, 2 colheres (chá) de adoçante e leve ao fogo. Mexa até engrossar. Deixe esfriar e reserve.


Montagem

Coloque uma fita de acetato na borda da forma com a massa já assada. Despeje o creme na forma e leve à geladeira por cerca de 2 horas. Na hora de servir, retire o aro da forma e a fita de acetato. Transfira o cheesecake para um prato de serviço e despeje a calda. Enfeite com os morangos picados.TAGS: diet light cream cheese doces e sobremesas crepes e tortas doces morango cheesecake baixa caloria.

Fonte: Cyber diet

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Depressão avança no mundo e desafia médicos

Doença é causada por uma combinação de fatores e requer diferentes frentes de tratamento.

Depressão atinge mais mulheres
A depressão avança rapidamente mundo afora, apesar dos inúmeros esforços para contê-la.

Novos medicamentos, campanhas mundiais e mais acesso aos tratamentos psiquiátricos não parecem suficientes para evitar projeções bem negativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A entidade estima que 5% da população mundial tenha enfrentado ao menos um episódio de depressão no ano passado. “Essa foi a taxa média que encontramos nos países ao realizar a pesquisa mundial de saúde mental”, afirma Mark Humphrey Van Ommeren, do departamento de saúde mental da OMS, em entrevista ao iG Saúde.

Ele esclarece que não é fácil obter dados precisos sobre a prevalência da doença no mundo. “Às vezes recebemos números de pessoas com depressão, às vezes pessoas que tiveram depressão em algum momento da vida e às vezes pessoas que tiveram a doença no ano anterior”, esclarece. E isso interfere nos números.

O mesmo acontece no Brasil. “Existem estudos locais com metodologias diferentes”, afirma. Isso daria apenas um retrato inconsistente da prevalência da doença no país. “Faltam estudos de porte nacional”, aponta.

“As regiões norte e centro-oeste têm poucas pesquisas”, afirma o epidemiologista Paulo Menezes, pesquisador da USP com estudos na área de doenças mentais. Ele explica que os estudos feitos em outras regiões sugerem estimativas entre 10% e 20% de prevalência na população adulta do país. A OMS sustenta a estimativa de 5%, que representa oito milhões de pessoas.

“A depressão está entre as principais causas de incapacidade no Brasil”, afirma o psiquiatra Itiro Shirakawa, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e especialista em depressão.

Se um paciente perguntar ao médico porque está deprimido, a resposta não será simples. Mas em algum momento da explicação, certamente, o médico usará o termo “multifatorial”.

“Existe a tendência genética, mas é só isso. Ansiedade e estresse também exercem um papel muito importante”, aponta o psiquiatra Geraldo Possendoro, da Unifesp. Os estímulos do cotidiano ao qual a pessoa está inserida podem favorecer uma eventual predisposição genética.

Além da relação entre ambiente e genética, existe o fator emocional. A estrutura psicológica da pessoa dá suporte aos desafios do dia a dia. Se ela tiver uma boa estrutura, terá mais facilidade em superar situações difíceis e lidar com frustrações. “É sua estratégia de enfrentamento”, esclarece a psiquiatra Alexandrina Meleiro, doutora em psiquiatria pela USP.

A médica explica que a família exerce um papel fundamental na construção das bases emocionais da pessoa. “Família desestruturada, lar desfeito e mãe ausente, tudo isso favorece a instabilidade”, enumera.

Início sutil

Mesmo quando tudo joga contra a pessoa, a depressão não surge do dia para a noite. É um processo lento. Ninguém dorme feliz e acorda deprimido, embora seja justamente essa a primeira impressão de alguns pacientes.

A engenheira Bernardete Araújo, hoje com 56 anos, era uma consultora bem-sucedida quando se deparou com uma crise de estresse, há oito anos. O desgaste era tanto, que surgiram dores no estômago, nas pernas e na coluna. “Fiz uma avaliação médica e descobri que era depressão”, recorda.

No primeiro momento, o diagnóstico foi uma surpresa e pareceu mesmo uma consequência do cotidiano estressante. Mas a história da doença, na verdade, era bem maior. Uma observação mais atenta ao passado de Bernardete revelou que ela já sofria crises desde a adolescência. “Mas não sabia o que era”, conta.

Casos como o da engenheira são mais frequentes do que se imagina. “Adolescentes podem ter depressão combinada com ansiedade”, aponta Alexandrina. Isso dá um comportamento atípico ao paciente, diferente da tristeza e apatia que geralmente se espera de alguém deprimido.

Início marcante

No outro extremo da depressão, Érica Priscila Coronato, de 39 anos, sempre soube muito bem quando sua doença começou.

“Tive uma crise em 1997, depois que minha mãe morreu”, conta.

O trauma exigiu seis meses de tratamento feito em hospital, combinado com uso de medicamentos e terapia particular. “Parei de trabalhar. Fechamos um restaurante que era administrado pela minha família”, recorda-se.

A dedicação ao tratamento passou a ser quase integral. Por recomendação da terapeuta, Érica passou a frequentar o Centro de Convivência Cooperativa (Cecco) do Parque Ibirapuera, em São Paulo. “Ia todo dia. Fazia mosaicos, terapia em grupo, pintura em tela e bordados. Adorava os artesanatos”, diz.

Ficar triste pela morte da mãe é uma reação esperada em qualquer pessoa, mas isso não significa que a morte de um parente querido sempre causará depressão. “Tristeza é um sentimento natural e fisiológico. É uma resposta a um estímulo”, esclarece Alexandrina. A persistência do sentimento é que configura algo patológico. “Isso gera alterações neuroquímicas e caminha para um quadro de depressão”, explica.

Não é uma escolha

Quando a pessoa adoece, ela não está simplesmente triste e precisando de algo para se distrair e ganhar ânimo. Depressão interfere na produção de noradrenalina e serotonina, neurotransmissores importantes para o bom funcionamento do cérebro.

Outros neurotransmissores também podem ter seus níveis alterados e, com isso, a pessoa passa a ter dificuldade para desempenhar algumas atividades. Bernardete, por exemplo, tinha dificuldade para se concentrar e não conseguia tomar decisões.

“Até coisas simples eram difíceis. Minhas amigas me convidam para o cinema, e não sabia se ia ou não”, recorda.

Falta de concentração, tristeza e dificuldade para tomar decisões são alguns dos sintomas mais conhecidos da depressão. Contudo, existem outros. “Homens somatizam mais e podem ter AVC (acidente vascular cerebral) e infarto. Outras especialidades médicas não estão preparadas (para diagnosticar esses sintomas como depressão), embora exista uma consciência maior sobre a doença”, avalia Alexandrina.




A médica defende que toda especialidade médica deve saber como diagnosticar, ou ao menos como levantar a suspeita, de que seu paciente esteja deprimido. Em consultórios de ortopedistas, a reclamação de dor pode ter origem na depressão. O mesmo pode acontecer em consultas com endocrinologistas, cardiologistas e até cirurgiões plásticos.

“A pessoa quer mudar o nariz, faz a cirurgia e até fica feliz no primeiro ano. Mas a causa da depressão ainda está lá”, alerta a psiquiatra. “A chance de suicídio é maior em mulheres com prótese mamária, dez anos após o implante”, alerta Alexandrina.

Na opinião da especialista, ainda existe uma banalização dos problemas com fundo emocional. “Isso é visto como se não fosse algo sério”, afirma. Uma das implicações disso é o diagnóstico tardio da depressão, quando o paciente já passou por algumas crises e tem a doença cronificada. “A chance de precisar de medicação para o resto da vida fica maior”, diz a médica.

Se a detecção da depressão for bem precoce, há boas chances dela ser controlada apenas com terapia, sem qualquer medicação. Isso é que desejam os especialistas, mas a realidade é diferente. “Quem sofre da doença tem de cinco a dez episódios na vida”, afirma o psiquiatra Primo Paganini, gerente médico de grupos de produtos da Pfizer.

Caminhada tem impacto positivo contra depressão

Pequeno estudo mostrou que mesmo uma caminhada curta pode ajudar a combater a tristeza

Uma simples caminhada rápida nos arredores de casa pode ter um papel importante no combate à depressão, segundo pesquisadores de uma universidade na Escócia.




Caminhada: proteção contra a tristezaEstudos anteriores já haviam demonstrado que exercícios vigorosos aliviam os sintomas da depressão, mas o efeito de atividades menos árduas ainda não foi analisado em profundidade.

O novo estudo publicado na revista científica Mental Health and Physical Activity afirma que "caminhar é uma forma de intervenção efetiva contra a depressão" e tem resultados similares aos de formas mais vigorosas de exercício. O estudo da Universidade de Stirling analisou dados de oito pesquisas com um total de 341 pacientes.

"A caminhada tem a vantagem de poder ser praticada pela maioria das pessoas, de implicar pouco ou nenhum custo, e de ser relativamente fácil de incorporar à rotina diária", dizem os autores.

Os pesquisadores admitem, no entanto, que mais pesquisas precisam ser feitas sobre o assunto. Ainda há questões sobre a duração, a velocidade e o local onde a caminhada deve ser realizada. Ar livre Uma em cada dez pessoas enfrenta depressão em algum momento da vida.

Apesar de o problema poder ser tratado com medicamentos, a prática de exercícios é muitas vezes prescrita por médicos como tratamento contra formas mais brandas da doença. Adrian Taylor, que estuda os efeitos dos exercícios contra a depressão, os vícios e o estresse, na Universidade de Exeter, disse à BBC que o ponto positivo da caminhada é que todo mundo já faz isso no dia-a-dia.

"Há benefícios contra problemas de saúde mental como a depressão", afirmou ele.

Ainda não se sabe exatamente como os exercícios ajudam no combate à depressão. Taylor diz que eles podem funcionar como uma distração dos problemas, dando uma sensação de controle e liberando hormônios do bem-estar.

A ONG de saúde mental Mind diz que suas próprias pesquisas indicam que só o fato de passar tempo ao ar livre já ajuda pessoas com depressão.

"Para aproveitar ao máximo as atividades ao ar livre, é importante encontrar um tipo de exercício que você goste e que possa fazer regularmente. Tente coisas diferentes, como caminhar, andar de bicicleta, fazer jardinagem ou até nadar na natureza", aconselha Paul Farmer, presidente da ONG.

"Fazer exercícios junto a outras pessoas pode ter um impacto ainda maior, já que oferece uma oportunidade de reforçar laços sociais, conversar com outras pessoas sobre seus problemas ou simplesmente rir e aproveitar o tempo longe da família e do trabalho. Então, peça a um amigo para se juntar a você."

Fonte: IG

domingo, 15 de abril de 2012

Mastigar mais vezes ajuda a emagrecer

Pequeno estudo mostrou que mastigar 40 vezes antes de engolir a comida reduziu em 12% o consumo de calorias.


Foto: Getty Images Ampliar
Comida: mastigar mais os alimentos ajuda a reduzir o consumo de calorias
Um novo estudo descobriu que as pessoas que mastigam mais os alimentos consomem menos calorias, o que pode ajudar no controle do peso.
Mastigar os alimentos 40 vezes, em vez da média de 15 vezes, fez com que participantes de um estudo comessem 12% menos calorias, de acordo com resultados publicados no American Journal of Clinical Nutrition.
Jie Li e colegas da Universidade Médica Harbin, na China, deram um típico café da manhã a 14 jovens obesos e 16 jovens com peso normal para ver se existiam diferenças na forma como eles mastigavam a comida. Os pesquisadores também buscaram saber se mastigar mais levaria os sujeitos a comerem menos, se afetaria os níveis de açúcar no sangue ou as quantidades de certos hormônios que regulam o apetite.
Pesquisas anteriores já haviam explorado a ligação entre obesidade e mastigação, com resultados diferentes. Vários estudos concluíram que comer rápido e mastigar menos estão associados à obesidade, enquanto outros não encontraram essa relação.
No estudo atual, a equipe descobriu uma ligação entre a quantidade de mastigações e os níveis de alguns hormônios que "dizem ao cérebro quando começar e quando parar de comer", disse o co-autor da pesquisa Shuran Wang em um e-mail à Reuters Health.
Mastigar mais foi associado com baixos níveis de grelina no sangue, um hormônio que estimula o apetite, bem como níveis mais elevados de CCK, um hormônio acredita-se reduzir o apetite.
Esses hormônios podem "representar alvos úteis para terapias obesidade no futuro", disse Wang à Reuters Health, uma vez que regular os níveis dessas substâncias pode ajudar as pessoas a controlar seu apetite.

Os autores não encontraram diferenças entre o tamanho das mordidas dadas por homens obesos ou com peso normal, e nenhuma ligação entre o tempo de mastigação e o açúcar no sangue ou os níveis de insulina em qualquer um dos participantes.
Como o estudo foi pequeno e incluiu apenas homens jovens, não é possível prever como mastigação prolongada afeta a ingestão de calorias em grupos diversos de pessoas, observaram os autores. No entanto, a redução de 12% em calorias ingeridas pelo grupo que mastigava a comida 40 vezes poderia, potencialmente, se traduzir em perda de peso significativa.
Se uma pessoa cortar sua ingestão de calorias em 12%, perderia cerca de 11 quilos em um ano, disse Adam Drewnowski, diretor do Center for Obesity Research, da Universidade de Washington, em Seattle.
Como a dieta típica inclui alimentos que não são mastigados – como sopa e sorvete – a quantidade real de peso perdido é provavelmente muito menor, ele adverte.
"Suponho que se você mastigar cada pedaço de comida 100 vezes ou mais, você pode acabar comendo menos. Entretanto, eu não estou certo de que esta é uma medida de prevenção da obesidade viável", disse Drewnowski, que não esteve envolvido no estudo atual.
Apesar das limitações do estudo, os autores dizem que a relação entre hábitos alimentares e obesidade deve ser mais estudada, para ajudar a diminuir um problema de saúde crescente no mundo. A obesidade é um importante fator de risco para uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas e diabetes.

Fonte: IG

O apressado come mal e engorda

Especialistas explicam como a falta de tempo para a alimentação favorece a obesidade.


Foto: Getty Images Ampliar
Especialistas explicam que quem come com pressa tem mais risco de engordar
A falta de tempo é a justificativa número um que aparece nos consultórios para a dieta ruim.
A agenda apertada acaba como culpada pelas escolhas inadequadas para elaborar o cardápio do café da manhã, almoço e jantar.
De fato, explicam os especialistas, a pressa está por trás da escalada dos índices de sobrepeso no Brasil, que segundo os últimos números do Ministério da Saúde, já afeta metade da população.
Liquidar a refeição em cinco minutos, como é de praxe nos restaurantes na hora do almoço, afeta o funcionamento do organismo e favorece o ganho de peso, explica a nutricionista do Hospital do Coração, Camila Gracia.
“Quanto mais rápido você se alimenta, menos tempo o cérebro tem para receber a mensagem e ativar os mecanismos de saciedade”, explica.
“Isso significa que a pessoa precisa comer sempre um pouco mais para ficar satisfeita. O efeito é acumulativo e, em um ano, a pessoa engorda sempre um pouco mais”, diz Camila.
Este não é o único efeito nocivo da rotina alimentícia apressada. “O sistema digestivo também fica com mais dificuldade de trabalhar quando os alimentos chegam praticamente sólidos no estômago. Além de irritação, dores, a falta de mastigação significa comer em maior quantidade”, complementa a especialista.
Neste contexto, mapeou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), agrava a situação a atual composição da dieta brasileira. Arroz e feijão – dupla ideal para a saciedade – perderam espaço para industrializados. Isso significa mais calorias, mais sódio e menos nutrientes.
Qual é a solução para os apressados que querem fazer as pazes com a balança? A resposta é rápida: organização.
Tempo nem sempre é o que falta já que, de acordo com as recomendações dos estudiosos, é possível em 25 minutos mastigar suficientemente bem a quantidade ideal de alimentos que fazem parte de um almoço saudável.
Para o café da manhã, refeição que é negligenciada por três em cada dez pessoas, são necessários só 5 minutos, o suficiente para uma alimentação que é tão importante porque ajuda a melhorar as partes do cérebro responsáveis pela memória e desempenho cognitivo, falou o nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em entrevista recente ao iG Saúde.
Somando os outros 25 minutos indicados para um jantar saudável, isso indica que 55 minutos dos 1440 existentes em um dia são suficientes para o cérebro funcionar bem e favorecer a dieta. Antes de considerá-los uma impossibilidade, é bom analisar como o tempo é dividido para suas tarefas.
De acordo com o programa federal de vigilância de fatores de risco à saúde (Vigitel), 32% da população com mais de 18 anos assistem, diariamente, 3 horas de televisão ao menos 5 vezes por semana.

A seguir, algumas dicas para reservar mais tempo para a alimentação

-Mastigue bastante os alimentos
- Entre uma garfada e outra, deixe os talheres na mesa
- Não coma assistindo à televisão ou mexendo no computador
- Preste atenção na comida e saboreie as texturas
- Sente à mesa para comer. Evite os balcões e alimentações feitas no carro, ônibus ou transporte público.

Fonte: IG

sábado, 14 de abril de 2012

Dossiê chocolate- Saiba tudo sobre esta delícia!

 

Ele é rico em antioxidantes, mas também em gordura e açúcar. Saiba qual a melhor opção e esclareça dúvidas sobre essa delícia

Alguns alimentos do dia a dia são verdadeiras preciosidades para a saúde. O chocolate é um deles. A ciência já sabe, por exemplo, que o chocolate, em pequenas quantidades, pode reduzir o risco de ataque cardíaco por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas, processo responsável por obstruir os vasos sanguíneos.

“Os benefícios do chocolate ocorrem devido aos nutrientes fitoquímicos que estão presentes na semente do cacau, como os flavonóides e a teobromina”, explica a nutricionista Patricia Ramos, coordenadora do serviço de nutrição e gastronomia do Hospital Bandeirantes, de São Paulo. Os flavonóides são capazes de reduzir o colesterol ruim (LDL) e podem impedir a aterosclerose, processo degenerativo que entope progressivamente as artérias.
“Só é preciso cuidado com o excesso”, alerta o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni. Isso porque o chocolate é rico em gordura e açúcar e bastante calórico:100 gramas do produto contêm de 475 a 560 calorias, dependendo do tipo.
“O consumo excessivo também pode causar taquicardia leve devido uma substância chamada xantina, que pertence ao mesmo grupo da cafeína (alcalóides)”, diz a nutricionista Patricia Ramos.

Superfruta
Sabe-se que as frutas contêm antioxidantes benéficos à saúde. Agora uma nova pesquisa publicada no periódico Chemistry Central Journal demonstra que o chocolate é uma fonte rica em antioxidantes e pode conter mais polifenóis e flavonóides do que o suco de fruta.
Quando os pesquisadores do Hershey Center for Health & Nutrition compararam, grama por grama, a atividade antioxidante do cacau em pó com a das frutas descobriram que o teor de flavonóides era maior no cacau. Da mesma forma, quando analisaram a quantidade de antioxidantes por porção de chocolate amargo, chocolate ao leite, chocolate quente e suco de frutas, descobriram que o chocolate amargo e o ao leite tinham maior capacidade antioxidante e mais flavonóides no total, além de polifenóis, do que o suco de frutas. Já o chocolate quente, devido ao processamento (alcalinização) do chocolate, tinha teores menores.
"As sementes do cacau são uma ‘superfruta’, com grande valor nutritivo, além de uma composição de macronutrientes”, disse Debra Miller, principal pesquisadora do estudo. Uma grande notícia para quem ama chocolate.

Foto: Thinkstock/Getty Images Ampliar
Chocolate faz bem ao coração e pode reduzir o risco de infarto
Tira-dúvidas


Qual a composição (para 100 g do produto) das diversas formas de chocolate?
Chocolate ao leite: composto de massa de cacau, açúcar, leite e manteiga de cacau. 540 calorias e 30,3% de gordura (normal) e 557 calorias e 33,8% de gordura (diet).
Chocolate meio amargo: tem grande concentração de massa de cacau, além de manteiga de cacau e pouco açúcar. 475 calorias e 29,9% de gordura.
Chocolate branco: manteiga de cacau (em vez de massa de cacau), açúcar, leite em pó e gorduras do leite. 536 calorias e 31,5% de gordura.
Chocolate em pó: trata-se de amêndoa de cacau ralada destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo (recebe o nome de cacau em pó), meio amargo e doce. 510 calorias e 50% de gordura.

Qual a diferença entre diet e light?
O chocolate diet é um produto específico para indivíduos com doenças que necessitem da restrição de açúcar, como os diabéticos. “Ele não é recomendado nas dietas de emagrecimento, pois seu teor de gordura é maior que o chocolate normal, fazendo com que tenha a mesma quantidade de calorias ou até mais que o produto normal. Já a versão ligth tem, no mínimo, 25% menos de algum nutriente – na maioria das vezes menos gordura. Assim, o valor calórico é menor do que o do normal e do diet”, explica Patricia Ramos.

Qual o melhor tipo?
“Pesquisas apontam que os chocolates meio amargo e amargo ajudam a controlar o impulso por doces, devido a maior concentração de cacau como a 2-feniletilamina e a N-aciletanolamina, que agem no cérebro ajudando a bloquear receptores que pedem açúcar”, explica Gabriella Guerrero. Ambos ainda contêm altíssima concentração de flavonóides, como as catequinas, antioxidantes que agem na preservação das artérias do coração.

É possível manter o chocolate em uma dieta de emagrecimento?
Sim, porém com moderação. O chocolate contém muita gordura em sua composição, que pode ser traduzida em altas calorias. “O amargo e o meio amargo são menos calórico, seguidos pelo ao leite e, por último, o branco, de acordo com a quantidade de gorduras que contêm”, diz Gabriella. “Recomendo de 25 a 30 gramas ao dia, no máximo três vezes por semana”, completa Patricia.

Chocolate faz mal para a pele?
Isso é um mito. Não existe na literatura médica qualquer descrição do chocolate como causador da acne”, afirma Gabriella Guerrero. Os principais fatores desencadeantes para o problema seriam desequilíbrios hormonais, medicamentos que alteram a quantidade ou tipo de gordura na pele (como hormônios, vitaminas e anabolizantes), sol e filtros solares ou outros cosméticos gordurosos.

Chocolate ajuda a combater a TPM?
Segundo a nutricionista Patricia Ramos, tanto pode melhorar como agravar a tensão pré-menstrual. “O chocolate tem cafeína, que é um estimulante, deixando as mulheres mais ‘agitadas’. Por outro lado, contém o mineral magnésio que auxilia na diminuição da irritabilidade e o aminoácido triptofano, precursor da serotonina – neurotransmissor responsável pelo bom-humor e pela sensação de prazer. O melhor é consumir com moderação nesta fase, até para evitar o excesso de calorias também”.

Chocolate dá energia?
Sim, o chocolate tem em sua composição a cafeína e a teobromina que exercem uma ação energética que incide na concentração e capacidade física de quem o consome em quantidades moderadas, explica Patricia.

Fonte: IG

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Prática de exercícios faz bem para gestantes

Mulheres grávidas podem se sentir inseguras quanto à pratica de exercícios durante a gestação, mas estudos mostram que atividades físicas podem ser muito benéficas para a mãe e o bebê.
Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins desenvolveram uma pesquisa que avaliou os efeitos que atividades aeróbicas tinham nas mamães e nos fetos. De acordo com os resultados, os exercícios da mãe diminuíam as taxas de batimento cardíaco em descanso do bebê, um sinal de boa saúde.
Assim, o estudo aconselha que gestantes devem considerar a prática esportiva durante pelo menos 150 minutos por semana. Porém, apenas mulheres saudáveis participaram da pesquisa, que excluiu gestações com complicações,
Antes de iniciar qualquer prática esportiva, a grávida deve conversar com seu médico, para que a sua segurança e a do bebê sejam garantidas.

Fonte: Blog da saúde

Dieta do baixo índice glicêmico

 

  • Getty Images A farinha integral deve substituir a refinada

O que propõe

Essa dieta estimula o consumo de alimentos que não elevam o nível de glicose no sangue, ou seja, carboidratos com índice glicêmico baixo (conhecidos também como carboidratos complexos - que liberam pouco açúcar no sangue) como farinha de trigo integral, aveia, soja, legumes, frutas e vegetais; no lugar de açúcar refinado, arroz e farinhas brancas, refrigerantes, mel e batata – esses últimos contêm os chamados carboidratos simples, não indicados nesta dieta.
“Em geral, a dieta inclui apenas alimentos integrais, pobres em gordura e ricos em fibras. Esses alimentos liberam pouca insulina no sangue e conseqüentemente reduzem o acúmulo de gordura localizada, assim como os riscos associados a esta”, explica a nutricionista, Alessandra Rodrigues, de São Paulo. Ela salienta que os alimentos que aumentam a taxa de insulina na corrente sanguínea podem causar problemas cardíacos como hipertensão, obesidade e diabetes. Para a nutricionista, esse cardápio não deve ser seguido apenas por um período, como outros programas de perda de peso, mas sim para sempre. “Por ser uma dieta equilibrada, pode ser adotada como um novo estilo de vida”, sugere Alessandra.
Na fase inicial, quando os hábitos alimentares são reeducados, pode-se perder até 2 kg. “Essa perda vai depender do metabolismo da pessoa e do valor calórico que ela irá colocar em seu cardápio”, avisa Alessandra. Essa dieta é vista pela maioria dos especialistas na área muito mais como uma reeducação alimentar equilibrada, indicada a qualquer pessoa, do que como um programa de redução de peso.

Como é feita

Nessa dieta, o ideal é alimentar-se a cada três horas, evitando assim longos jejuns. Outro alerta importante, antes de montar esse cardápio, é ficar de olho nas proteínas que serão consumidas. Os ovos, leite e seus derivados e as carnes vermelhas devem ser evitados, por possuírem alto índice de gorduras saturadas.
“Dê preferência aos peixes, ao frango sem pele e às carnes magras, como o filé mignon, por exemplo”, indica a nutricionista. No café da manhã, troque o pão branco pelo integral ou por cereais sem açúcar. É indicado consumir também uma fatia de queijo magro (de soja ou branco light) e um copo de leite de soja ou um suco de laranja ou maçã, de preferência batidos com aveia, linhaça ou semente de girassol. No lanche, um muffin ou bolo integrais ou uma porção de maçã, pêra ou melão.
No almoço, abuse das verduras como acelga, rúcula, alface ou repolho (coloque uma colher de linhaça), três colheres de cenoura ou couve refogada, três colheres de arroz integral e três unidades pequenas de almôndegas de carne de soja. Na sobremesa, troque os doces por frutas (banana, laranja, pêra ou maçã).
O lanche da tarde pode ser um copo (240 ml) de vitamina de fruta preparada com leite de soja ou, se preferir, uma fatia pequena de bolo a base de soja ou ainda uma porção de soja torrada. O jantar deve ser similar ao almoço, podendo trocar a carne de soja por frango ou peixe. Se preferir, duas colheres de arroz integral, salada de alface ou outra verdura de preferência, e, no lugar do peixe ou frango, meia abobrinha recheada com proteína de soja. Antes de dormir, suco ou leite se soja ou uma pequena porção de damasco ou ameixa desidratados.

Promessa

Essa dieta não é necessariamente apenas para perda de peso. Pode ser seguida como estilo de vida. A redução de peso é moderada – na primeira semana pode-se perder até 2 kg, depois se perde cerca de 1 kg na terceira e mais 1 kg na quarta, totalizando 4 kg por mês, em média. “Essa perda depende do metabolismo de cada um e do valor calórico que se consome. O ideal é que se perca até um quilo por semana. Acima disso, a perda de peso deixa de ser saudável”, lembra Alessandra, que evidencia a prática regular de exercícios físicos.

Contraindicação

Alguns nutricionistas indicam que ainda faltam estudos clínicos para comprovar a eficácia do programa de baixo índice glicêmico, mas em geral, a maioria deles acredita que é um excelente programa de reeducação alimentar que pode resultar na perda e manutenção do peso. “Essa dieta não tem efeitos colaterais, pois não é hipocalórica e nem exclui nenhum grupo alimentar, além de auxiliar no controle de doenças cardiovasculares e diabetes”, conclui a nutricionista.

Fonte|: UOL

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Celulite: não a deixe ficar no seu corpo

 

Aprenda a minimizar os seus efeitos.

A "celulite" atinge até 95% das mulheres, principalmente nas fases sujeitas a alterações hormonais como a puberdade, gravidez e uso de pílulas anticoncepcionais, sendo uma das queixas mais freqüentes em relação à estética.

O aspecto de "casca de laranja" causa incômodo e insatisfação com o próprio corpo, levando à procura de uma solução para o problema. As causas que dão origem à celulite não são totalmente conhecidas.

Além de uma predisposição hereditária, alterações enzimáticas e hormonais parecem estar envolvidas, diminuindo a quebra das células gordurosas ou aumentando o seu volume.

As regiões mais atingidas pela celulite são aquelas onde as mulheres costumam acumular mais gordura: abdômen, quadris, culotes, nádegas, coxas e pernas.

No nosso organismo, algumas células têm a função de acumular energia, sob a forma de gordura, para ser usada quando necessário. São os adipócitos (células gordurosas).

Estas células se localizam na hipoderme, a camada mais profunda da pele. Nas mulheres, esta camada apresenta fibras ligando a superfície ao tecido mais profundo, como se fosse um colchão de molas.

Estas pontes fibrosas repuxam a pele para baixo, dando o aspecto de "furinhos", que é característico da celulite. 
"Para tratar não tem milagre. Podemos melhorar o aspecto da pele e principalmente preveni-la, criando um estilo de vida saudável".
Além disso, fatores como a hereditariedade, as alterações hormonais e enzimáticas, em conjunto, levam a uma alteração circulatória com acúmulo de líquidos e proteínas nas células de gordura, provocando uma modificação da textura do tecido subcutâneo e, posteriormente, uma irregularidade da superfície da pele, que leva ao aspecto visual de "casca de laranja".

A celulite pode estar, ou não, associada à obesidade. No entanto, com o aumento do peso, ela aparece mais, pois o aumento das células gordurosas acentua o repuxamento das fibras.

Quando o acúmulo de gordura ocorre de forma excessiva, pode comprimir vasos sanguíneos e linfáticos levando à formação de edema (inchaço) e fibrose.

Nesta situação, a celulite se torna mais grave, formando áreas endurecidas e nodulares. Em alguns casos, ocorre inflamação e dor local. Lipodistrofia Ginóide é o nome técnico e correto da "celulite". O sufixo "ite" significa a presença de inflamação.

Celulite é uma doença infecciosa, que causa febre, dores, vermelhidão e inchaço na pele. 
"A radiofreqüência, infravermelho e sucção mecânica é a promessa de excelentes resultados para este problema que aflige tantas as mulheres".
Para tratar não tem milagre
Podemos melhorar o aspecto da pele e principalmente preveni-la, criando um estilo de vida saudável: consumir determinados alimentos e evitar outros, praticar atividade física regularmente, não fumar e, se possível, fazer massagens do tipo drenagem ou recorrer a outros tratamentos estéticos já disponíveis no mercado, mostrando ótimos resultados.

Fatores hereditários e hormonais são muitos importantes na gênese do problema, sendo também os distúrbios alimentares e sedentarismo fatores agravantes do problema.

Seu tratamento inclui múltiplas modalidades, variando conforme a gravidade do caso1-3. Um conjunto de medidas é necessário para efetiva abordagem do problema.

Medidas isoladas não resultam em tratamento eficaz, por isso a paciente precisa de motivação e forte adesão à terapêutica. As principais modalidades terapêuticas para o tratamento da LDG são: medidas dietéticas, atividades físicas, tratamento medicamentoso, cirurgia, eletrostética e recursos de estética corporal.

Outro tratamento importante é o ultra-som, introduzido há mais de sete anos no mundo da estética. Ele baseia-se na produção de uma vibração mecânica de característica igual à da vibração sonora, porém com freqüências muito mais elevadas. 
Métodos mecânicos de vibração, rolamento e compressão como endermologia e cellutec auxiliam a remodelação do tecido conectivo e dos liquidos corporais.

Recentemente a radiofreqüência é o avanço tecnológico capaz de produzir melhores resultados, pois atua no sistema linfático, gorduroso e cutâneo (colágeno), tratando celulites com graus mais severos.

O Vella Shape Plus que associa a radiofreqüência, infravermelho e sucção mecânica é a promessa de excelentes resultados para este problema que aflige tantas as mulheres. 

Fonte: YAHOO

Conheça as doenças que podem impedir a perda de peso

Saiba por que algumas pessoas não conseguem emagrecer fazendo dietas.

A reclamação "eu faço dieta, mas não emagreço" é comum. Na maior parte das vezes, o que falta é dedicação ao processo de reeducação alimentar que leva à perda de peso. "A grande dificuldade que as pessoas têm para emagrecer é aceitar as mudanças alimentares e comportamentais necessárias. É impossível emagrecer comendo as mesmas coisas", afirma a endocrinologista e vice-presidente da Associação Brasileira paro o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Leila Maria Batista Araújo. Mas nem sempre esse é o caso. Algumas doenças podem, sim, afetar a capacidade de emagrecimento.

O endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) João Cesar Castro Soares explica que a pessoa deve ficar atenta se costumava ter o peso estável e começou a engordar de uma hora para outra, de forma rápida e sem ter mudado a alimentação. Algumas doenças que podem estar ligadas a isso são hipotireoidismo, síndrome de cushing e síndrome de ovário policístico. 
Dieta x doenças
Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do corpo) que ocorre mais em mulheres, principalmente naquelas acima dos 30 anos. Mas qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascida, pode ter a doença.

Alguns sintomas são depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento do colesterol ruim (LDL). A síndrome de cushing acontece quando há um intenso e prolongado excesso de cortisona no organismo. 
"Tumores podem produzir esse excesso", acrescenta Soares. Entre os sinais da patologia estão aumento de peso, com gordura concentrada no rosto, tronco e pescoço, escurecimento da pele em dobras e cicatrizes, aparecimento de estrias roxas, fraqueza muscular, depressão, problemas de memória e hipertensão arterial.

"Já a síndrome de ovário policístico é quando há produção excessiva de insulina", explica o endocrinologista da Unifesp. A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina.
Calcule seu peso ideal
Saiba se você está acima
ou abaixo do peso.
Alguns indícios de que a mulher possa ter o problema são alterações menstruais (menstruação a cada dois ou três meses e, frequentemente, apenas dois ou três episódios por ano), aumento de pelos no rosto, nos seios e no abdômen, além de obesidade.

A obesidade também pode estar ligada a fatores emocionais. Um estudo realizado por pesquisadores de diversas universidades holandesas concluiu que obesidade e depressão são doenças interligadas.

A pesquisa, que analisou 15 trabalhos envolvendo 58.745 pessoas, mostrou que a obesidade aumenta o risco de depressão e, por outro lado, este pode ser o primeiro passo para o distúrbio.
 
Fonte: Yahoo