sábado, 12 de novembro de 2011

Alergia e Intolerância Alimentar

Nossa alimentação atual é muito mais complexa, industrializada e aditivada, aumentando, com isso, a frequência de pessoas com reações adversas aos alimentos.

A alergia alimentar é uma resposta imunológica do organismo à proteína do alimento, que pode ser causada principalmente pelo consumo de leite de vaca, ovo, peixe, crustáceos, soja, trigo e amendoim. O organismo reage a essas proteínas como se fossem substâncias estranhas que precisam ser combatidas, desencadeando manifestações alérgicas como diarreia, urticária ou sintomas respiratórios. Por vezes confundem-se reações clínicas decorrentes de intolerância alimentar com alergia alimentar. Alergia alimentar é um termo utilizado para descrever reações adversas a alimentos, dependentes de mecanismos imunológicos, e nem sempre ocorrem de imediato. Pessoas com alergia ao glúten podem comer trigo e apresentarem sintomas 3 dias após, dificultando o diagnóstico.

A intolerância à lactose, por exemplo, é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose – o açúcar do leite. Quando não absorvida, ela é fermentada por bactérias do intestino causando distensão abdominal, gases, cólicas, diarreia e cãibras.

Muitas pessoas descobrem que são alérgicos a alimentos quando percebem que fazem dieta e não perdem peso. No cardápio diário, fazem várias refeições incluindo leite, queijo, iogurte ou outros alimentos alergênicos. Esses alimentos podem aumentar a permeabilidade do intestino em pessoas suscetíveis, favorecendo a passagem do lúmen intestinal para a corrente sanguínea de macromoléculas que podem ser entendidas pelo sistema imunitário como superantígenos e, posteriormente, podem ser a etiologia de alergias e doenças auto-imunes. A penetração desses alimentos mal digeridos pode ainda dificultar o mecanismo de detoxificação do fígado, levando à fadiga e dificultando a perda de peso.

Em adultos, a alergia alimentar pode surgir depois de um tratamento prolongado de antibióticos ou estresse, que podem prejudicar o sistema imunológico.

Quanto à alimentação, em caso de intolerância à lactose, o paciente pode suportar o consumo de derivados de leite, como iogurtes, por possuírem baixa quantidade de lactose. Mas não basta excluir os alimentos suspeitos! Caso a devida substituição não seja feita de forma adequada, pode levar a carências nutricionais, alterando ainda mais a imunidade, deixando o organismo sujeito ao aparecimento de doenças crônicas. No caso de alergia à proteína, leite e derivados são retirados e substituídos por soja, leite de quinua ou de arroz, de acordo com a tolerância do paciente. Para um planejamento alimentar balanceado, um nutricionista funcional deverá ser consultado.



Produtos que contêm leite e derivados ou que podem ter sido adicionados:

Iogurte
Manteiga
Maionese industrializada
Margarina

Biscoitos recheados
Creme para café

Queijos
Nata / creme de leite /chantilly
Requeijão
Coalhada
Pudim / Manjar
Sorvete
Sopas instantâneas cremosas
Molhos cremosos para salada
Purê de batatas / aipim / batata cremosa
Empanados
Achocolatados

Cookies

Panquecas, pastas e pizzas

Pães e massas em geral

Frituras

Fórmulas para reduzir peso

Aspirina

Ritalina

Pílulas anticoncepcionais


Fonte: Funcionali

DIABETES- SAIBA MAIS SOBRE ESTA DOENÇA

Pesquisa mostra desconhecimento da população sobre o diabetes
.DIA MUNDIAL DO DIABETES 2011



A doença é uma das que mais avança sobre a população mundial, mas sua prevenção e tratamento ainda geram muitas dúvidas e incertezas na população em geral: menos da metade dos entrevistados souberam dizer o que é diabetes.

Um levantamento inédito realizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), com apoio da Bayer Health Care, e participação de mais de 2.000 pessoas confirma: a população ainda tem dúvidas sobre o que é o diabetes e como a doença pode ser controlada. De acordo com a pesquisa, 38% acredita que diabetes tem cura e menos da metade dos entrevistados (49%) soube defini-la. E mais: apenas 50% dos participantes afirmaram que um diabético pode levar uma vida normal.

No entanto, é importante que todos saibam como prevenir essa que é uma das doenças crônicas que mais avança entre a população mundial. Dados da Federação Internacional do Diabetes estimam que hoje existam cerca de 250 milhões de pessoas com a doença em todo o mundo e esse número deve chegar a 380 milhões em 2025. “O aumento de casos de diabetes, especialmente do tipo 2 em países em desenvolvimento, decorre de alguns fatores como aumento da obesidade, do sedentarismo, dos maus hábitos alimentares e do próprio envelhecimento da população”, explica o Dr. Walter Minicucci, vice-presidente da SBD e médico assistente da Disciplina de Endocrinologia da Unicamp.

Entre os principais dados trazidos pelo levantamento ainda estão:

69% dos participantes demonstraram conhecimento sobre os fatores de risco para o diabetes;
63% das pessoas disseram que conhecem alguém com diabetes, sendo que 49% são membros da família;
51% dos entrevistados não sabiam diferenciar os tipos da doença: tipo 1, tipo 2 e diabetes gestacional;
38% afirmaram que o diabetes tem cura;
85% desconhecem ou subestimam o número de diabéticos no Brasil, sendo que;
61% acha que existem em torno de 2 milhões de doentes no País.

De acordo com o Dr. Minicucci, é fundamental que as pessoas sejam mais informadas sobre como prevenir e tratar o diabetes. Quando não controlada adequadamente, a doença pode acarretar complicações graves como retinopatia diabética – que pode causar perda visual definitiva –, catarata precoce, alteração da função renal que pode levar o paciente para a hemodiálise, alterações neurológicas que podem ocasionar dores em membros inferiores e atrofias musculares e complicações cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral - AVC).

“Mas também é preciso lembrar que nada disto ocorrerá se o tratamento for efetivo e contínuo”, reforça o especialista. “Uma rotina de atividades físicas deve ser incorporada por quem quer prevenir a doença e faz parte do tratamento dos pacientes com diabetes”, conta Dr. Walter Minicucci. A prática de exercícios físicos é importante, pois colabora para a redução dos níveis de glicemia no sangue e melhora a ação da insulina. Além disso, ajuda a manter o corpo enxuto, eliminando o excesso de peso.

Para o endocrinologista, a obesidade é uma das grandes vilãs quando o assunto é diabetes: “as pessoas com excesso de gordura no corpo, principalmente aquela concentrada na região abdominal, precisam emagrecer para diminuir os riscos de desenvolver o diabetes tipo 2”, explica o médico. “Para os homens, o ideal é manter a medida da cintura abaixo dos 100 cm, já para as mulheres, o melhor é a medida abaixo dos 82 cm”, afirma o Dr. Minicucci.

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Fonte: SBD

Puxa vou sair com os amigos! O que comer?!



Quanto estamos de dieta, não podemos esquecer da nossa vida social! Nada pior do que ser socialmente chata com a alimentação, por isso eu e a minha querida estagiária Amanda Teixeira preparamos algumas dicas do que pedir no barzinho, pizzaria, fast food, etc.

Aproveitem!



Nas praças de alimentação de shoppings:

Prefira os restaurantes por quilo, e procure ocupar metade de seu prato com verduras e legumes, um quarto com arroz e feijão, e um quarto com um filé de peixe, frango ou carne. Prefira grelhados e assados e evite frituras.

Quem disse que toda salada e ruim? Nos shoppings geralmente existem restaurantes onde você pode montar a sua salada. Assim, você pode comer uma salada colorida, variada, nutritiva e muito gostosa, com pouquíssimas calorias. E ela ainda acaba com a fome!

Caso você vá uma lanchonete:

Procure não ir mais de 2 vezes por mês.

Peça também uma porção de salada, assim as fibras das folhas ajudam a eliminar um pouco da gordura consumida, mas cuidado com os molhos prontos, pois são extremamente calóricos.

Tente pedir as porções menores de batata frita, mesmo que as maiores sejam baratas e façam parte do “combo”. Não caia na conversa: “Por mais apenas R$0,50 você leva a batata maior.” A porção grande de batatas tem 412kcal e a pequena 206kcal (a metade).

Opte pelos sanduíches de hambúrguer bovino menores, ou os de frango, que não sejam empanados, pois tem menor quantidade de gorduras saturadas, trans e colesterol.

Troque o refrigerante por um suco, e mesmo assim, procure pedir o copo pequeno, pois os sucos tem muito açúcar ou opte pelo natural.

Na pizzaria:

Prefira as pizzas de verduras como brócolis, escarola, abobrinha, fundo de alcachofra, berinjela, rúcula e palmito. Elas são muito saborosas e menos calóricas. Vale lembrar que nada de pizza de brócolis com bacon!

Tente comer de um a dois pedaços. É o suficiente para matar a fome.

Fuja dos refrigerantes, opte por água ou suco natural sem açúcar ou adoçante.

No Barzinho:

Troque a caipirinha por uma taça de vinho branco. Um copo de caipirinha tem 300kcal, enquanto uma taça de vinho branco tem 74kcal.
Troque as porções de batata frita, linguiça frita, polenta frita, etc. por um lanche quente. Os sanduíches nos barzinhos são muito gostosos e bem menos gordurosos que as frituras!

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Fonte: chefnutri