quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pavê de maracujá com coco


Ingredientes
Massa

5 fatias de pão de forma sem casca

1 xícara (chá) de coco fresco ralado

1 xícara (chá) de leite condensado desnatado

½ xícara (chá) de suco concentrado de maracujá

1 colher (sopa) de gelatina em pó incolor e sem sabor

2 claras em neve


Decoração

Polpa de 1 maracujá

½ xícara (chá) de água

1 colher (chá) de amido de milho

2 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão

1 xícara (chá) de coco fresco ralado


Modo de Preparo
Em uma assadeira, coloque as fatias de pão de forma e leve para assar no forno médio por cerca de 10 minutos ou até começar a dourar. Coloque-as no liquidificador para triturar. Despeje o pão torrado em uma tigela e misture com o coco ralado, formando uma farofa. Reserve. Hidrate e dissolva a gelatina em pó conforme as instruções da embalagem. Reserve. Em uma tigela, misture o leite condensado com o suco de maracujá, acrescente a gelatina dissolvida, as claras em neve e misture delicadamente. Coloque uma camada deste creme de maracujá em cada taça, em seguida coloque uma camada da farofa de coco. Repita a sequência até completar a taça, finalizando com o creme de maracujá. Leve para gelar por cerca de 15 minutos. Enquanto isso, prepare a calda. Em uma panela, misture a polpa do maracujá, a água, o amido de milho e o adoçante. Misture e leve ao fogo médio por cerca de 10 minutos ou até engrossar. Deixe esfriar. Coloque o coco fresco e a calda de maracujá para decorar. Sirva gelado.

Fonte: IG

Estudo questiona uso de vitaminas e suplementos em mulheres



Pesquisa feita com 38 mil mulheres ligou uso de suplementos vitamínicos a riscos maiores de morte

Suplementos vitamínicos: totalmente dispensáveis para quem tem uma boa alimentação
A grande maioria das pessoas não tem necessidade de tomar suplementos vitamínicos e a ingestão destes compostos pode representar um risco maior de morte em mulheres idosas, segundo um estudo publicado esta segunda-feira na 'Archives of Internal Medicine', periódico da Associação Médica Americana.

Segundo a pesquisa, entre os suplementos estudados, o ferro se destacou como o que gera maior preocupação, enquanto o cálcio parece vinculado a um risco reduzido de óbito.

Uma vez que cerca da metade dos americanos ingere algum tipo de vitamina, o estudo visa a examinar se a indústria dos suplementos, de US$ 20 bilhões, tem algum efeito em prolongar a expectativa de vida em uma população com boa nutrição.

Os cientistas confirmaram a teoria de que os suplementos não estão ajudando as pessoas a prolongar a própria vida. Mas os motivos para um risco ampliado da mortalidade não ficaram claros.

"Com base nas evidências existentes, nós vemos pouca justificativa para o uso generalizado e indiscriminado de suplementos dietéticos", destacaram os autores do estudo, pesquisadores da Universidade de Minnesota e da Universidade do Leste da Finlândia.

"Nós descobrimos que o uso de algumas vitaminas dietéticas e suplementos minerais comumente utilizados, inclusive multivitamínicos, vitaminas B6 e ácido fólico, bem como minerais como ferro, magnésio, zinco e cobre, está associado a um risco maior da mortalidade total", acrescentaram.

A equipe de pesquisadores americana-finlandesa examinou dados do Estudo de Saúde das Mulheres de Iowa, inclusive questionários preenchidos por 38.772 mulheres com idade média de 62 anos. Elas informaram sobre o uso que fizeram de suplementos em 1986, 1997 e 2004, e os dados demonstraram que seu uso aumentou em 66% nas pessoas que responderam ao questionário no início para 85% em 2004.

Aquelas que ingeriam suplementos demonstraram ter um estilo de vida mais saudável, sendo mais propensas do que as outras que não tomavam suplementos a não fumar, se alimentar com base em uma dieta de baixa gordura e se exercitar. Mas em muitos casos, demonstraram ter um risco maior de morrer do que as demais que não tomavam suplementos.

"A preocupação principal recaiu sobre o ferro suplementar, indicando uma dosagem associada com o aumento do risco de mortalidade total", destacou o estudo.

Por outro lado, "o cálcio suplementar foi inversamente proporcional à taxa de mortalidade total", o que significa que as pessoas que ingeriam cálcio demonstraram ter um risco reduzido de morte, embora a mesma relação de dosagem não tenha ficado clara.

Os autores afirmaram que não podem descartar a possibilidade de que a razão para a taxa de mortalidade mais elevada em usuárias de ferro possa estar vinculada com outras condições que as levaram a tomar os suplementos e que é necessário fazer mais pesquisas.

Enquanto isso, os médicos pediram que os pacientes considerem os riscos da ingestão de suplementos a menos que seja necessário para prevenir deficiências.

"Achamos que o paradigma 'quanto mais, melhor' está errado", afirmaram os médicos Goran Bjelakovic, da Universidade de Nis, na Sérvia, e Christian Gluud, do Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca, em um comentário que acompanhou o artigo.

Estas descobertas "se somam à evidência crescente que demonstra que certos suplementos antioxidantes, como a vitamina E, a vitamina A e o betacaroteno podem ser prejudiciais", afirmaram.

"Não podemos recomendar o uso de vitaminas e suplementos minerais como medida preventiva, pelo menos não para uma população bem nutrida", concluíram.

Risoto de mandioquinha e truta defumada



Porções: 4

Ingredientes
4 ovos

260 g de arroz arboreo

80 g de cebola

15 g de alho picado

40 ml de vinho branco seco

240 g de truta defumada

80 g de queijo parmesão

60 g de manteiga de camarão

Sal marinho

salsa

1 litro de caldo de frango (cozimento, por 40 minutos, de partes do frango com osso, cebola, cenoura, salsão e sal)

ceboulette a gosto

azeite extravirgem a gosto

dill a gosto

100 g mandioquinha

80 g favas

80 g manteiga




Modo de Preparo

P ara o ovo
Ferva os ovos por 4 minutos e 30 segundos e resfrie-os em água gelada. Descasque com cuidado e reserve na geladeira.

Para a manteiga de camarão
Prepare antes. Cozinhe algumas cabeças de camarão com cebola picada, alho e as ervas de sua preferência. Mexa bem até extrair a essência do camarão. Use algumas gotas do vinho branco para o deglace. Peneire e deixe esfriar. Coloque a manteiga em temperatura ambiente com a mistura no processador e em seguida volte para a geladeira. Corte a truta em cubos (+/- 1,5 cm) e deixe marinar no azeite com dill.

Para as favas
Ferva com água levemente salgada por alguns minutos até cozinhar. Em seguida, esfrie rapidamente em água gelada, para que a cor seja preservada. Reserve.

Para o purê de mandioquinha
Descasque a mandioquinha e pique. Depois ferva em água levemente salgada. Retire a água e coloque no processador até que vire uma mistura homogênea. Acrescente uma colher de manteiga, sal e pimenta.

Para o risoto
Esquente uma pequena quantidade de óleo numa panela e refogue o alho e a cebola, até que fiquem transparentes. Acrescente o arroz, um pouco de vinho e deixe cozinhar até que evapore. Gradualmente, acrescente o caldo de frango, uma concha por vez, e mexa até que o líquido seja absorvido. Enquanto isso, aqueça o ovo por 30 segundos em água fervente. Quando o risoto estiver al dente, acrescente o purê de mandioquinha, a truta, as favas e mexa por alguns segundos. Remova do calor. Acrescente o parmesão e a manteiga de camarão, mexa bem. Ajuste sal e pimenta, se necessário.

Para a montagem
Coloque o risoto no prato com o ovo posicionado no centro. Decore com dil e ervas de sua preferência.

Fonte: IG

Será que comida japonesa é mesmo light?


No Dia do Sushi, descubra o que está liberado e o que deve ser consumido com parcimônia no rodízio oriental

Peixe e arroz cozido fazem bem, mas não devem consumidos em excesso
Se você é daqueles fãs de sushi, que sentam em um rodízio e acham que lá o pecado é menor, cuidado. Como em qualquer restaurante, as escolhas erradas podem deixar seu prato muito calórico e nada saudável. Os bolinhos de arroz com peixe cru oferecem, sim, muitos benefícios ao corpo. Mas, para isso, é preciso aprender a aproveitar seus pontos positivos. No Dia do Sushi -- data celebrada hoje no Japão e em outros países do mundo -- descubra como tirar proveito da barca colorida por rosados salmões e avermelhados nacos de atum fresco.

Tudo certo com os três principais elementos do sushi. Segundo a nutróloga Vania Assaly, membro da Associação Brasileira de Nutrologia, o peixe é fonte de uma proteína magra e é rico em uma gordura saudável (Ômega 3); o gengibre e a raiz forte têm ações bactericidas e digestivas; e, apesar de rico em amido, o fato de o arroz não ser refogado com nenhum tipo de gordura, também é ponto positivo da receita. “Fora que as preparações com vegetais e cogumelos são excelentes para potencializar a imunidade”, diz ela.

Mas, infelizmente, nem tudo são flores de nabo no balcão de um sushiman. Além da possibilidade de consumo exagerado do arroz, o shoyu que tempera o quitute é rico em sódio e causa retenção de líquidos. “Esse molho pode ainda conter uma substância chamada glutamato monossódico, que é tóxica ao organismo se consumida em exagero”, diz a nutricionista Fernanda Scheer. E tem mais: “as preparações gordurosas, com cremes e frituras, devem ser evitadas”.

Sua colega Mariana Fontana concorda e pede cuidado ainda com o consumo excessivo de entradinhas servidas nesse tipo de restaurante. “Tempurás, guiozas e bolinhos fritos ou com cream cheese e maionese costumam ser gordurosos”, diz. O molho do yakissoba, que, em geral, está incluído no pacote, também tem o mesmo problema, além de levar amido de milho. “O melhor é fugir dos rodízios”, diz a nutricionista. “Até o peixe, que é um alimento saudável, engorda se consumido em excesso.”

Outro mito muito usado como desculpa para se esbaldar da comida oriental é dizer que os japoneses são mais saudáveis. Não é bem assim. “Não são somente fatores alimentares que influenciam no peso ou na saúde de cada indivíduo” diz a nutricionista Manoela Figueiredo. “As diferenças étnicas e a genética devem ser consideradas.”

Fonte: IG