sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Massagem aromaterapêutica


Aromas também têm efeito relaxante.

A combinação de óleos aromáticos e massagem vem sendo usada desde a atiguidade e se perde em registros de vários povos e culturas. A produção de óleos com essências de plantas e flores era comum principalmente na Grécia e Egito. Mas foi na França, pouco antes da primeira Guerra Mundial, que o químico René-Maurice Gattefosse passou a estudar mais profundamente as propriedades dos óleos aromáticos.

No mundo moderno esse tipo de massagem ganhou força mesmo nos spas e clínicas estéticas. No entanto, ainda não se sabe ao certo se, na massagem, os aromas produzem resultados pela absorção da pele, ou pela inalação que acontece naturalmente durante o processo.

COMO É FEITA

Depois de uma conversa com o terapeuta, onde são definidos os objetivos da massagem, o paciente é deitado em uma maca e recebe a massagem por todo o corpo. As manobras utilizadas são de pressão, amassamento e deslizamento. A técnica pode se estender inclusive à região da cabeça (menos a face). Os óleos aromáticos e a intensidade das manobras serão definidos conforme o tratamento.

BENEFÍCIOS

Relaxamento intenso
Alívio da fadiga e dos sintomas de estresse
Como cada óleo essencial tem suas propriedades benéficas ao organismo, a técnica também é indicada como tratamento complementar para inúmeras doenças

CUIDADOS

Gestantes e pessoas com doenças graves devem ter autorização médica para fazer a massagem .

Fonte: IG

Cardápio para reduzir o estresse e desintoxicar

Para a filosofia indiana, refeições são importantes e capazes de renovar a energia
Para a Ayurveda existem cinco forças da natureza que se combinam dinamicamente para formar nosso organismo: éter (ou espaço), ar, fogo, água e terra. A partir dessas forças são formados os perfis vata (mental – ar e espaço), kapha (emocional – terra e água), pitta (ação – fogo e água) ou uma combinação deles entre si (vata/pitta).

Seguindo os princípios da filosofia indiana, a dieta ayurvedica busca adequar os alimentos mais apropriados para cada tipo de constituição psicofísica. Para compreender e praticar essa dieta, portanto, o primeiro passo é exercitar o autoconhecimento e reconhecer sua natureza. A partir deste reconhecimento, a alimentação vai sendo modulada visando tanto a prevenção como o tratamento de doenças.

“Tudo o que somos é o resultado da síntese dos alimentos físicos e/ou energéticos que ingerimos. Cada refeição revela uma oportunidade de melhorar ou lesar a saúde”, diz Marise Berg, terapeuta e culinarista ayurvedica da clínica Cítara Saúde, de São Paulo.

E dentro da nutrição ayurvedica existe a dieta desintoxicante. “Ela pode durar de um dia a uma semana, no máximo, porque é restrita em alguns nutrientes. Sua base são frutas, legumes e verduras, carboidratos, especiarias e líquidos, que têm a função de diminuir o estresse, dar um descanso ao sistema digestivo e repor as energias”, diz Fabiana Branco Lara, terapeuta ayurvedica da Clínica Ayni Saúde Integrada, de São Paulo.

“A dieta desintoxicante tende a regularizar e fortalecer a nossa potência digestiva chamada de Agni – o mais importante conceito da Ayurveda. É necessário ter boa potência digestiva para ‘digerir a vida’ e não somente a comida e bebida”, completa a terapeuta Marise Berg.

O cardápio é colorido, leve, variado, de fácil digestão e energizante, rico em alimentos frescos como frutas e verduras, além de feijões, cereais e especiarias.

O arroz integral é fundamental na dieta desintoxicante
O arroz integral tem papel de destaque na alimentação detox. “Ele é considerado o leite materno na Ayurveda. Você pode fazer uma papa de arroz integral e incluir em sua alimentação por dois ou três dias para renovar a energia”, aconselha Fabiana Lara.

Os temperos também são muito importantes. “Todo tempero é visto como medicamento”, diz a especialista. Mas ela reforça a ideia do autoconhecimento para acertar a mão nos condimentos. “Se você é uma pessoa que se irrita facilmente e adiciona pimenta em sua comida, vai ficar ainda mais irritada, mais sem paciência”, exemplifica.

Uma dica é ter sempre à mão porções de temperos para polvilhar em seu prato, de acordo com seu estado físico e emocional. Para a dieta de desintoxicação você poderá usar pimenta-do-reino (aumenta o ritmo do metabolismo), cominho (estimula o sistema digestivo), cúrcuma (melhora a imunidade), canela (ajuda o controle da pressão arterial e do colesterol), gengibre (antiinflamatório, reduz quadros de dores) e cardamomo (auxilia o trato gastrintestinal).

Na dieta desintoxicante ayurvedica a comida também deve ser servida sempre quentinha, para facilitar a digestão. E esqueça por esses dias laticínios, alimentos processados, carnes, fungos (shitaki, shimeji), chocolate, sorvete, fritura, vinagre, condimentos artificiais, molhos cremosos, refrigerante, bebidas geladas, alimentos artificiais irradiados ou cozidos em microondas, pois roubam a energia.

O cardápio detox não prevê porções diminuídas, porém é preciso equilíbrio. “Observe se você está com fome ou com vontade de comer. Uma medida adequada para ser ingerida corresponde à palma de suas duas mãos unidas”, ensina Fabiana. A recomendação nutricional tradicional de fazer lanches intermediários entre as principais refeições também é seguida na Ayurveda.

Em relação aos horários, procure almoçar entre meio-dia e duas da tarde e jantar até oito da noite - e pelo menos duas horas antes de dormir. Importante: faça as refeições sem pressa e em ambiente calmo. “Feche os olhos na primeira garfada, sinta o sabor e a textura da comida; exercite o olfato. Cultive esse momento de serenidade e perceba o universo que se abre diante de você”, aconselha Fabiana Lara.

Confira a seguir sugestões para um cardápio desintoxicante de um dia, segundo a Ayurveda. “Não definimos as medidas para que você exercite a identificação da potência da própria fome (Agni). Não é necessário ficar com fome durante a dieta, porque isso causa estresse ao organismo. Alimente-se bem, com moderação”, explica Marise Berg.

Ao acordar (20 minutos antes do café da manhã)
1 copo de água morna com gotas de limão
Em seguida, faça a higiene matinal, pratique ioga ou meditação, limpe a língua com um raspador ou colher

Café da manhã
Mingau de aveia morno, preparado com água, água de rosas e cardamomo. Se desejar, adicione 1 colher (chá) de ghee (tipo de manteiga clarificada, muito usada na culinária indiana)
Água de coco em temperatura ambiente

Lanche da manhã
Frutas levemente assadas ou cozidas com canela e/ou gengibre, cravo, erva-doce, lavanda, baunilha
Chá (gengibre, erva doce ou hortelã) com mel ou somente água morna com limão, à vontade

Almoço
Kichadi (receita tradicional indiana) ou arroz integral ou basmati
Verduras (acelga, couve) cozidas ou refogadas
Raízes (mandioca)
Leguminosas (lentilha vermelha, feijão azuki, moyashi) - quanto menor o grão, mais fácil a digestibilidade
1/2 copo de água
Após o almoço, se possível, sente-se em um lugar confortável e repouse por 15 minutos (mas não durma)

Lanche da tarde
Torrada integral ou 1/2 pão integral torrado, com manteiga ou geléia de fruta sem açúcar
Chá (gengibre, erva-doce ou hortelã), à vontade

Jantar
Sopa de cenoura, vagem, mandioquinha ou fubá

Ceia (se necessário)
Frutas cozidas ou assadas com especiarias

Temperos são considerados remédios para o corpo e para a alma na Ayurveda

Para variar o cardápio

Frutas: maçã, pêra, uva, mamão formosa (não papaia), abacaxi doce, carambola, goiaba, pêssego, figo, manga. Devem ser levemente cozidas ou assadas. Evite: melancia, melão, abacate, frutas ácidas e oleaginosas (amendoim, nozes e castanhas).

Legumes: chuchu, abóbora, aspargo, jiló, quiabo, vagem, cenoura, maxixe, rabanete, nabo, beterraba. Devem ser consumidos cozidos, assados ou refogados e temperados com especiarias. Evite: tomate, berinjela, pimentão, brócolis, couve-flor, repolho e batata inglesa.

Folhas verdes: agrião, acelga, chicória, espinafre, almeirão, mostarda, couve. Devem ser levemente cozidas ou refogadas em azeite ou ghee e temperadas com especiarias, azeite de oliva e limão. Evite: folhas cruas e/ou refrigeradas

Raízes: inhame, bardana, mandioquinha, cará, mandioca (com moderação).

Leguminosas: feijão azuki, Moyashi, lentilhas, Mung Dal (prefira os grãos pequenos), temperadas com cominho, louro em folha ou pó, pimenta-do-reino ou assafétida.

Cereais: arroz integral ou arroz branco (cateto, agulhinha, Basmati), cevadinha, quinoa, amaranto, milho verde, fubá, farelo de trigo, gérmen de trigo, farinha de centeio, farinha e farelo de aveia, farinha de mandioca, macarrão integral, bifum (macarrão de arroz), flocos de arroz, sementes de girassol e abóbora. Evite: pão branco e farinha branca refinada.

Especiarias: açafrão, ajwain (sementes de aipo), alecrim, anis, assafétida, cardamomo, coentro em folha ou semente, cominho, curry (folhas), endro (dill), erva-doce, gengibre em pó, hortelã, louro, manjericão, manjerona, mostarda, orégano, pimenta-do-reino (pequena quantidade), pimenta rosa, salsa, sálvia, semente de papoula, tomilho. Alho e cebola podem ser consumidos com moderação, sempre cozidos.

Fonte: IG

Conheça as melhores panelas para a saúde da sua família


Saiba escolher a panela para não intoxicar a comida.

Na hora de cozinhar, vale prestar atenção não só na lista de ingredientes, mas nos utensílios usados no preparo. Compostos por materiais como plástico, ferro, alumínio e madeira, eles interagem com os alimentos.

Em alguns casos a interação é positiva, como atestou uma pesquisa feita pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Foram acompanhados por 12 semanas usuários vegetarianos de panelas de ferro. Nas conclusões, os autores escreveram que “entre os usuários das panelas de ferro, o índice de anemia ferropriva passou de 38 para 20% ao final do estudo, mostrando que o ferro derivado das panelas deste material foi parcialmente utilizado pelo organismo.”

Mas, em outras situações, os alimentos podem ser intoxicados por elementos usados na composição dos utensílios, como explica a nutricionista e especialista no assunto, Carolina Santos. Em entrevista ao iG, ele afirma que já existem estudos que relacionam Alzheimer e Parkinson ao uso de panelas de alumínio e orienta a melhor forma de utilizar os materiais.

iG: Existe algum tipo de panela que não deve ser usada de maneira nenhuma?
Carolina Santos: Panelas de alumínio devem ser utilizadas com bastante cuidado, pois o metal mostrou indícios de toxicidade, indicando uma relação entre a ingestão do metal e a incidência de demência, Alzheimer e Parkinson. Outro problema é que o uso pode inibir processos metabólicos, competindo com a absorção de cálcio, magnésio e ferro, sendo associada a doenças como osteomalácia (insuficiência de vitamina D), doenças neurológicas e também hematológicas (por diminuir as quantidades de ferro no sangue).

iG: Por outro lado, existe alghipanela é mais aconselhada para o uso diário?
Carolina Santos: As panelas de vidro são usadas em estudos científicos como padrão comparativo, uma vez que elas não liberam a maioria dos elementos pesquisados. Assim, as panelas de vidro podem ser consideradas inócuas à saúde, não contribuindo, mas também não prejudicando o estado nutricional e a saúde do consumidor.

iG: As panelas de barro apresentam algum risco específico?
Carolina Santos: As panelas de barro são tradicionalmente encontradas no Estado do Espírito Santo porque a argila utilizada na produção desses utensílios é extraída em Vitória. É interessante o uso de panelas de barro para preparar alimentos aquosos, como molhos, ensopados, feijão e sopas. Mas deve-se evitar fazer preparações com baixo teor de água, pois as panelas tendem a desidratar e ressecar o alimento. Antes do uso doméstico, é aconselhável adicionar de 2 a 3 colheres de sopa do óleo vegetal refinado na panela de barro e levar ao fogo do fogão. O óleo irá queimar e, quando começar a formar uma fumaça escura, deve-se desligar o fogo. Este procedimento garante uma melhor impermeabilização da panela e aumenta a durabilidade.

iG: Além das panelas, é preciso ficar atento a outros utensílios usados para cozinhar?
Carolina Santos: As espátulas de silicone são úteis no preparo dos alimentos porque evitam descascar as panelas, como as de teflon, e não soltam resíduos quando aquecidas. No entanto, as colheres de plástico são perigosas quando aquecidas, pois o plástico liberado no cozimento faz mal à saúde. Com relação ao uso de colher de pau, ela deve ser muito bem higienizada, pois a madeira úmida é um ótimo ambiente para a proliferação de bactérias e pode causar intoxicação alimentar. Portanto, lave bem a colher e deixe secar completamente antes de guardá-la. Não utilizar garfos, nem colheres de metal para cozinhar em panelas de teflon, pois além de arranhar o material, elas podem descascar o fundo, tirando a proteção que impede que metais entrem em contato com os alimentos.


Fonte: IG