sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Álcool e Cafeína - os maiores inimigos da Creatina


Álcool e Cafeína - os maiores inimigos da Creatina
Por: FelipeCarvalho
15/02/2011

A Questão do Álcool

A questão que envolve o Álcool, primeiramente, é que, não existem estudos científicos sobre o uso de Creatina misturado com o álcool, porém existem pesquisas sobre os efeitos do álcool sobre o corpo e sobre a creatina. Juntando os fatos fica fácil entender se eles se misturam ou não.

Quando você treina com pesos na academia, na verdade você destroí e quebra o tecido muscular. O único motivo para que os músculos fiquem maiores durante o treino é devido ao fluxo sanguíneo e justamente porque o músculo está sendo lesionado(microscopicamente). O aumento do músculo só ocorre durante o descanso, quando ocorre a síntese protéica. A síntese protéica é a produção de novas proteínas musculares. O que ocorre é que durante o reparo muscular você acaba construindo mais do que você danificou durante o treino, e quanto mais você danifica, maior vai ser o “lucro”.
A creatina, de uma forma simples e resumida, ajuda no aumento da ATP que é a energia usada para atividades que exigem movimentos rápidos e explosivos(erguer pesos é um belo exemplo). O nosso corpo mantém uma dose bem limitada de ATP, que é suficiente apenas para alguns segundos de atividade intensa. A partir do momento que os níveis de ATP caem, o músculo fica fatigado.
Com relação ao Álcool, existem diversos malefícios do álcool quando o assunto é construção muscular, porém os principais são:
- Diminuição da Síntese Protéica
- Diminuição dos efeitos anabólicos da insulina e do hormônio do crescimento
- Diminuição da testosterona(principal hormônio anabólico)
O que acontece se somarmos esses dois fatores?

A creatina por um lado vai propiciar um ambiente anabólico para o corpo, aumentando os níveis de ATP, promovendo um aumento na síntese protéica, permitindo que o seu corpo vá além de seu limite natural, isto além de aumentar os seus ganhos, poderá fazer com que seu corpo libere mais hormônios anabólicos para suprir a demanda. Porém o consumo de álcool vai fazer justamente o contrário: diminuir a síntese e de quebra abaixar os níveis dos hormônios anabólicos em seu corpo. Não é necessário ser um cientista para saber que o álcool vai limitar ou anular completamente os efeitos da suplementação com creatina.

A Questão da Cafeína

O caso da Cafeína é que, teoricamente, uma pessoa poderia tomar as duas substâncias e ter uma performance ainda maior no treino, com mais energia, disposição devido a cafeína e força e explosão devido a creatina. Porém em um estudo com o propósito de descobrir quais seriam os reais efeitos se um atleta utilizasse creatina e cafeína juntos, descobriram que a cafeína destruía o efeito da creatina carregada nos músculos.

O estudo mostrou que o uso excessivo pode anular completamente os benefícios fisiológicos resultados pelo uso da creatina. Uso crônico de café e outras bebidas com cafeína é totalmente contra indicado quando estiver usando creatina. Três pequenas xícaras de café são o suficiente para anular todo o efeito da creatina acumulada em até 2 meses de consumo, o mesmo para bebidas como Coca-Cola.

Se você realmente leva a sério o seu treino é bom começar a cortar qualquer produto que contenha cafeína da sua rotina.


Fonte:Titagon Beta


Como evitar a fome noturna


Desejo incontrolável por doces e comidas à noite pode ser reflexo da baixa qualidade alimentar durante o dia. Aprenda a dormir saciado.

Ingerir alimentos ricos em proteínas antes de jantar evita a fome noturna
Sem dificuldade, a estilista Giovanna Aquila consegue manter a disciplina alimentar no período da manhã e da tarde.

Com pouco tempo para saciar os pequenos desejos por guloseimas, a rotina apertada sucumbe à fome fora de hora.

Quando já está em casa, relaxando o corpo no sofá, o desejo, por vezes, é incontrolável. A compulsão esporádica de Giovanna, que tem poucos dramas com a balança – apenas uma oscilação normal de peso – é um problema quase generalizado. Segundo os especialistas, de fato, é muito mais difícil segurar as rédeas do regime à noite.

Embora a indisciplina em tal período seja elevada, o ataque à geladeira no cair da noite reflete a sequência de erros feitos durante o dia, endossa o nutricionista esportivo Marcelo Ferreira.

“Quando a fome é voraz, sinaliza que o organismo está carente, pobre em nutrientes. Na maioria das vezes, o excesso de restrição durante o almoço e a baixa qualidade das refeições, são os grandes responsáveis pela compulsão alimentar durante a noite.”

O especialista explica que o jejum prolongado é extremamente prejudicial, e dá a falsa sensação de emagrecimento. A carência é acumulativa e se transforma em catastrófica ao final do dia.

“O organismo pede, não aguenta mais. Já ficou mais de 10 horas sem combustível. ”

Segundo Ferreira, embora o metabolismo trabalhe mais lentamente após as 18 horas, o jantar deve ser uma refeição tão completa quanto o almoço. A recomendação oficial é que o almoço tenha 35% do valor energético e o jantar 20%. Comidas pesadas devem ser banidas, mas carboidratos e proteínas também são fundamentais.


“Acreditar que a ausência do carboidrato à noite ajuda a perder gordura é um mito sem nenhum fundamento. Podemos comer de tudo, desde que moderadamente. Até de gorduras boas o organismo precisa. Lógico que evitar uma massa com molhos muito calóricos, ou pratos pesados é sempre prudente. A digestão é mais lenta, pode até comprometer a qualidade do sono.”

No limite da doença

Ana Priscilla Soggia, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, revela: enquanto esse comportamento de voracidade noturna for esporádico, consequência de um dia estressante, corrido, não há temor. Na avaliação da especialista, é preciso apenas reestruturar os horários da alimentação, e aumentar o número de refeições ao longo do dia.

O problema ganha contornos de síndrome quando é frequente e exagerado. “Na síndrome da fome noturna, o paciente só consegue dormir depois de ingerir mais de duas mil calorias. Alguns acordam durante a madrugada com necessidade de comida. Nesses casos, é preciso acompanhamento profissional, medicamentoso e terapêutico.”

Ingerir alimentos ricos em proteínas três horas antes do jantar minimiza o possível estrago noturno. O nutriente é digerido lentamente e emite, ao longo do processo, a mensagem de saciedade ao cérebro.

“O organismo demora muito mais tempo para dar sinal de fome após a ingestão de proteínas. Os lanches das redes americanas de fast-food são pobres nesse nutriente. É por isso que sentimos fome em menos de três horas após uma refeição a base de hambúrguer e batata frita.”

Fonte: IG