quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sal pode fazer bem ao organismo se consumido de maneira correta


Sal do tipo marinho é natural e rico em nutrientes

Como qualquer alimento processado, o sal de mesa refinado é pobre em nutrientes benéficos ao corpo e tóxico ao nosso organismo. Quimicamente trabalhado, ele contém, entre outras substâncias, antiaglomerantes, que evitam que o sal fique empedrado, mas podem trazer malefícios à saúde humana. Em excesso, sal de mesa comum contribui para celulite, reumatismo, gota cálculo renal, de vesícula e vários outros problemas.

O sal refinado também não se mistura com água. Isso é um problema, já que 70% do corpo humano é composto por água. Para eliminá-lo, o organismo precisa de água, que retira das células, comprometendo seu equilíbrio líquido.

O sal marinho dá mais energia, complementa uma alimentação deficiente, diminui a acidez gástrica e favorece a circulaçãoeOutro tipo de sal que é usado com frequência é o sal bruto, que não passa por nenhum processo de refinamento. Mesmo que seja natural, como é tirado de jazidas de sal encontradas em terra firme, pode se originar de fontes contaminadas por metais pesados, como cobre, chumbo e mercúrio.

Por isso, sempre indico aos meus pacientes o sal marinho puro. Natural, ele é rico em minerais essenciais à vida, como ferro e manganês. Apresenta quase as mesmas proporções de sais do soro sanguíneo, com bem mais de 30 elementos, entre eles magnésio, cálcio e flúor.

Ele também dá mais energia, complementa uma alimentação deficiente, diminui a acidez gástrica, favorece a circulação, o sistema respiratório, os centros nervosos, rins e vias urinárias. E ao contrário do senso comum, protege contra doenças cardiovasculares.

Na hora de armazenar o sal marinho, é preciso alguns cuidados. Ele deve ser guardado em recipiente fechado e armazenado em lugar fresco e seco, para que não perca seus nutrientes.

Prefira o produto puro, natural, como o de Himalaia ou céltico. Medir seu consumo pode ser interessante: basta um exame de sangue em jejum para conferir os índices de sódio, que devem estar entre 139 e 142.

Mesmo o consumo de sal marinho deve ficar abaixo de 2,4 gramas, padrão estabelecido como saudável pela Organização Mundial da Saúde.

Fonte: Yahoo

Consumo de carne vermelha não aumenta as chances de diabetes


Balanço dos níveis de ômega 3 e 6 ajuda a prevenir contra a doença.

A Escola de Saúde Pública de Harvard acaba de publicar um estudo extremamente controverso que contradiz tudo o que se sabe realmente sobre a carne vermelha, como grande aliado no tratamento do diabetes. A pesquisa, que contou com a participação de 300 mil pessoas, diz que o consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

O estudo mostrou também que as carnes processadas, como o salame e a mortadela, foram consideradas mais prejudiciais, já que 50 gramas diários de salsicha podem elevar as chances de surgimento de diabetes em 51%.

Ao ler o relatório da pesquisa é possível encontrar também a informação que substituir a porção de carne diária por laticínios "magros" e até mesmo grãos integrais reduz o risco da doença. Dentre as possíveis explicações, o chamado ferro-heme, comum nas carnes vermelhas, causa danos às células beta do pâncreas ? responsáveis por produzir a insulina.

É importante deixar alguns pontos mais claros, e tentar entender os resultados dessa pesquisa. Aqui estão eles:

1) O estudo diz que consumir grãos integrais é melhor do que o consumo de carne vermelha. Isso não reflete a realidade, pois os grãos, mesmo integrais tem maior índice glicêmico do que a carne.

2) Igualar carne vermelha com carne processada (ex: Salsicha, salame etc..) também não tem sentido, já que a carne de gado criado à pasto não tem conservantes como sódio, nitritos e nitratos como nos embutidos. Isso já distancia o valor nutricional da carne vermelha com a carne processada.

3) Observaram que os indivíduos que consumiam carne vermelha eram mais gordos e sedentários. Esses dois fatores sim podem induzir ao diabetes tipo 2. Se os participantes não tinha o IMC igual ou pelo menos semelhante, o resultado perde significado científico.

Igualar carne vermelha com carne processada também não tem sentido, já que a carne de gado criado à pasto não tem conservantes como sódio, nitritos e nitratos como nos embutidos4) Os estudos anteriores já mostraram que o consumo de carne vermelha de gado criado em pasto é benéfico para emagrecer, prevenir diabetes e doenças cardiovasculares. Como pessoas com excesso de peso comem grandes quantidades de todos os alimentos, inclusive carne vermelha, muitas pessoas relacionam erroneamente doenças cardiovasculares com esse alimento.

5) Nem toda gordura saturada é igual. A gordura saturada boa (da carne de gado criado no pasto) ajuda no emagrecimento e na melhora da sensibilidade à insulina. A gordura saturada produzida pelo homem (gordura hidrogenada que gera gordura trans) altera a sensibilidade à insulina, o que pode causar aumento da glicemia no sangue.

6) Nosso organismo precisa de carne vermelha de gado criado à pasto para corrigir o desequilíbrio de ácidos graxos essenciais Omega 3 e Omega 6. Hoje podemos observar uma tendência de muito Omega 6 e pouco Omega 3 no organismo. Estudos mostram que esse quadro pode piorar a sensibilidade à insulina, que induz ao diabetes.

Se tomarmos em nossas mãos livros didáticos atuais, sobre orientação alimentar, ensinado as crianças brasileiras em idade escolar, veremos que a sua base é a pirâmide alimentar proposta pelo Ministério da Agricultura Norte Americana na década de 1990.

No entanto, ocorreu uma verdadeira revolução nos conceitos alimentares, pois pesquisadores de Harvard representado por Walter W. Willett, relacionam altos índices de obesidade, doenças reumáticas e de outras enfermidades, como diabetes, câncer e aterosclerose, à alimentação que predominam os carboidratos simples.

A pirâmide saudável e a inversão daquela proposta mencionada anteriormente, e os alimentos refinados, produzidos em grande quantidade pela indústria, ocupam o seu ápice o que significa que devem ser consumidos em pequenas quantidades, e a carne vermelha na sua base significando que deve ser consumida em grandes quantidades.

Fonte: Yahoo

Observação:DICAS DA PATRÍCIA

A carne vermelha, desde que seja magra, deve ser consumida pelo menos duas vezes por semana.De forma cozida, assada ou grelhada. Evite churrascos com frequencia, principalmente as casquinhas das carnes e os pedaços mal passados.Este alimento é rico em ferro, proteína e outros nutrientes importantes para a saúde.Prefira consumí-la no almoço.

Patrícia Mendes