quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Medicações também podem contribuir para o aumento de peso

Alguns remédios agem no sistema nervoso, alterando o apetite e a saciedade

Atualmente, a obesidade é um dos problemas de saúde pública que mais nos preocupa. Em parte por seu aumento nas populações e por todas as morbidades que acarreta, sendo difícil corrigir todos os seus fatores de risco.

Nos Estados Unidos cresceu 48% nos últimos 15 anos, anulando os ganhos de saúde atingidos pela redução de 20% do tabagismo no mesmo período de tempo. No Brasil, a obesidade aumentou entre 1989 e 1997 de 11% para 15%, sendo mais alarmante no sudeste do país e menos significativa no nordeste.

Entretanto, medicamentos que podem estar contribuindo para o aumento da circunferência da cintura da população muitas vezes não são considerados fatores de risco para a obesidade, conforme artigo publicado pelo grupo do Dr. Cheskin e por colaboradores no South Medical Journal.

São inúmeras as categorias de medicações que favorecem o acúmulo do tecido adiposo.A diferença é que ao contrário de uma dieta pobre ou da falta de exercícios, os medicamentos, por si só, não são um caminho rápido para a obesidade. Eles contribuem, desfavoravelmente, com os vários esforços de uma pessoa na modificação do seu estilo de vida.

Várias classes de medicamentos atuam no sistema nervoso central. Eles alteram a região do hipotálamo e os centros de saciedade e da fome através de mecanismos ainda não totalmente esclarecidos. Medicamentos também podem alterar a quantidade e o tipo de alimento que uma pessoa escolhe, perturbando o equilíbrio e aumentando o apetite. Tais interações alimento-droga são pouco descritos na literatura médica.

As discussões mostram que médicos hesitam em informar os pacientes sobre o potencial dos medicamentos para alterar o apetite com receio de que o ele conclua, erroneamente, que apenas a droga prescrita é responsável por seu ganho de peso e que, portanto, não dará a devida importância para a modificação do estilo de vida.

A prevenção é - e sempre será - uma forte aliada contra o ganho de peso pelo uso de medicações.Em contrapartida, discutir abertamente os potenciais efeitos de um possível aumento de peso pelo uso de determinadas medicações traz diversas vantagens. Pacientes obesos com muitas morbidades associadas, por exemplo, tendem a tomar vários remédios. Claramente, quanto maior o número de remédios tomados, potencialmente maior a possibilidade de interações medicamentosas indesejáveis, incluindo aquelas que influenciam no aumento do apetite.

As crianças e os indivíduos com diagnósticos de doenças mentais são outras populações em risco.

São inúmeras as categorias de medicações que favorecem o acúmulo do tecido adiposo. É necessária investigação sobre a forma como medicações concomitantes podem interagir para causar ganho de peso, identificando aqueles que funcionam sinergicamente para promover obesidade e integrar ações que ajudem a orientar a prática clínica.

Informar os pacientes sobre o desregulamento do apetite pode levar a uma decisão conjunta na escolha de outra medicação ou ainda pelo uso de uma dose mais baixa.São vários os vários exemplos desses "vilões silenciosos" e cada um tem um mecanismo de ação distinto e ainda não totalmente esclarecido. Entre eles, medicações para o tratamento do diabetes do tipo 2 (insulina, sulfoniluréias, tiazolidinedionas ), anti-hipertensivos (diuréticos tiazídicos, diuréticos de alça, bloqueadores de canal de cálcio, beta bloqueadores), anti-histamínicos, hormônios esteróides, anticonvulsivantes e medicações psicoativas.

Deve-se considerar que não são todos os representantes destas classes de remédios que têm o potencial obesogênico. Além disso, há também a avaliação médica sobre o benefício imediato ou a curto e médio prazo no controle de um quadro clínico do qual estas medicações ainda são as escolhas principais. Não se trata de não prescrever. Trata-se de avaliar as possibilidades de minimizar o aumento do peso.

A prevenção é - e sempre será - uma forte aliada contra o ganho de peso pelo uso de medicações. Assim, comer mais lentamente, limitar a ingestão calórica, permanecer bem hidratado com bebidas diet ou light, não pular as refeições, não abusar dos lanches noturnos, escolher alimentos que atendam a ingestão diária recomendada de fibras, consumir legumes e frutas, evitar alimentos que contêm componentes altamente processados de gorduras, açúcar e outros carboidratos refinados são a melhor forma de combater a doença.

Informar os pacientes sobre o desregulamento do apetite pode levar a uma decisão conjunta na escolha de outra medicação ou ainda pelo uso de uma dose mais baixa. Esta tomada de decisão compartilhada pode melhorar a adesão do tratamento e os próprios pacientes prevenidos tornam-se capazes de reconhecer um aumento na ingestão calórica, sentindo-se motivados a tomar as medidas preventivas antes do ganho de peso ocorrer.

Fonte: Yahoo

RECEITAS INFANTIS CASEIRAS


DANONINHO CASEIRO

Ingredientes:
1 caixa de morangos frescos
150ml de creme de leite fresco
100g de cream cheese
80g de queijo branco frescal
150g de açúcar
2 folhas de gelatina

Modo de Preparo:
Separe 50 ml do creme de leite fresco e aqueça em fogo baixo. Incorpore as folhas de gelatina.
Quando estiver homogeneo, junte a todos os outros ingredientes em um liquidificador e bata até que a mistura fique bem aerada. Separe em potinhos pequenos e leve para gelar, por pelo menos 6 horas.

SE QUISER QUE FIQUE COM MENOS CALORIAS, USE GELATINA DIET E ADOÇANTE NO LUGAR DO AÇÚCAR.

**Receita da chef Renata Cruz, do restaurantes Amici, em São Paulo (SP)

DANNETE CASEIRO

Ingredientes:
400g de chocolate ao leite
250ml de creme de leite fresco
2 folhas de gelatina incolor

Modo de Preparo:
Pique o chocolate em barra e reserve. Em uma panela, aqueça o creme de leite fresco e aos poucos vá incorporando o chocolate picado, sempre mexendo. Quando a mistura estiver homogenea, incorpore as folhas de gelatina e desligue o fogo. Mexa bem e se certifique que as folhas de gelatina derreteram e incorporaram a mistura. Deixe gelar por pelo menos 2 horas e sirva.


**Receita da chef Renata Cruz, do restaurante Amici, em São Paulo (SP)

NUGGET CASEIRO

Ingredientes:
2 unidades peito de frango sem osso
1 ovo
Suco de meio limão
Farinha de rosca caseira ou farinha panco para empanar
Sal
Óleo para fritura

Modo de Preparo:
Corte os peitos de frango ao meio e depois vá porcionando e dando a forma desejada aos pedacinhos de frango, salgue e reserve. Bata o ovo e adicione o suco de meio limão, use essa mistura para empanar os franguinhos e depois passe na farinha de rosca. Frite por imersão até que fiquem douradinos e sirva.

SE QUISER QUE FIQUE MENOS CALÓRICO, ASSE NO FORNO EM FORMA UNTADA.

**Receita da chef Renata Cruz, do restaurante Amici, em São Paulo (SP)

Fonte: IG