domingo, 17 de julho de 2011

O que é Índice Glicêmico?

O índice glicêmico (IG) é um método, proposto pelo Dr. David Jenkins, pesquisador da Universidade de Toronto – Canadá, em 1981. Ele representa a qualidade de uma quantidade fixa de carboidrato disponível de um determinado alimento, em relação a um alimento-controle, que normalmente é o pão branco ou a glicose, a partir daí, são classificados baseados em seu potencial em aumentar a glicose sangüínea. Através da analise da curva glicêmica produzida por 50g de carboidrato (disponível) de um alimento teste em relação a curva de 50g de carboidrato do alimento padrão (glicose ou pão branco). Atualmente utiliza-se o pão branco por ter resposta fisiológica melhor que a da glicose.

Equação:

CG = IG x Teor CHO disponível na porção do alimentos/ 100

Qual a Importância de Consumir Alimentos com Baixo IG?

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar qualidade e quantidade deste macronutriente.
O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica, apesar de ser uma medida que leva em consideração a qualidade e quantidade, controvérsias sobre a validade destes métodos ainda persistem.
Existem diversos fatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Ao recorrer a tabelas, corre-se o risco primeiramente de identificar alimentos que no caso, não são típicos do Brasil, uma vez que dispomos de tabelas internacionais. Além disso, muitos alimentos com baixo IG, trazem na sua composição altas concentrações de gorduras.
Diante desta situação, vale ressaltar a importância da orientação nutricional realizada pelo nutricionista especialista no atendimento as pessoas com diabetes, no sentido de esclarecer quanto a viabilidade e vantagens na escolha de alimentos com baixo IG e CG.

Como Identificar IG dos Alimentos?

Tal índice foi proposto para auxiliar a seleção de alimentos, assim quando alimento controle utilizado é o pão , os alimentos analisados que apresentam IG 95, são considerados de alto IG. Caso o alimento padrão seja a glicose, considera-se alto, IG > 70, médio IG 56 – 69 e baixo IG < 55.
A recomendação para o uso do IG, baseia-se, principalmente, na substituição de alimentos de alto por baixo IG ao longo do dia.

Onde Encontrar Informações sobre o IG dos Alimentos?

A primeira tabela divulgando valores de IG dos alimentos foi publicada em 1981 e continha 62 alimentos, desde então o número de alimentos de todo o mundo, vem sendo amplamente analisados por pesquisadores do Canadá, Austrália, Nova Zelândia. No Brasil, o IG de alguns alimentos como o abacaxi, morango, banana, feijão, arroz e alguns alimentos industrializados, vem sendo analisados pela Professora Dra. Elizabete Wenzel de Menezes, coordenadora da equipe na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).

Carga Glicêmica (CG)

O Que É?

O conceito sobre carga glicêmica (CG) foi proposto, em 1997, pelo Dr. Salmeron , pesquisador da Harvard Scholl. A carga glicêmica (CG) é um produto do índice glicêmico (IG) e da quantidade de carboidrato presente na porção de alimento consumido, comparado com o alimento padrão.
Este marcador mede o impacto glicêmico da dieta , sendo calculado através da multiplicação do IG do alimento pela quantidade de carboidrato, contida na porção consumida do alimento.

Equação: CG = IG x teor CHO disponível na porção/100

Como Identificar a CG dos Alimentos?

Considerando a glicose como controle, os alimentos podem ser classificados em baixa carga glicêmica (CG 20).

Qual a Importância de Consumir Alimentos com Baixa CG?

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar qualidade e quantidade deste macronutriente. O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica, apesar de ser uma medida que leva em consideração a qualidade e quantidade, controvérsias sobre a validade destes métodos ainda persistem.

Existem diversosfatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Ao recorrer a tabelas, corre-se o risco primeiramente de identificar alimentos que no caso, não são típicos do Brasil, uma vez que dispomos de tabelas internacionais. Além disso,. muitos alimentos com baixo IG, trazem na sua composição altas concentrações de gorduras. Diante desta situação, vale ressaltar a importância da orientação nutricional realizada pelo nutricionista especialista no atendimento as pessoas com diabetes, no sentido de esclarecer quanto a viabilidade e vantagens na escolha de alimentos com baixo IG e CG.

Considerações Finais sobre IG e CG

Ainda não existe um consenso entre os diversos órgãos de saúde mundiais, sobre a recomendação do índice glicêmico (IG) e carga glicêmica (CG), como estratégia primária para o planejamento do plano alimentar para pessoas com Diabetes Mellitus, pois, questiona-se a relevância e praticidade destes métodos, havendo a necessidade de realização de mais estudos de longa duração com alimentos de baixo IG e CG, no intuito de avaliar seus efeitos na prevenção e tratamento de diversas doenças crônicas não transmissíveis.

fonte: SBD

DIABETES-Contagem de Carboidratos

Existem vários métodos pelos quais as pessoas com diabetes podem planejar sua alimentação e manter os níveis de glicemia o mais próximo do normal possível, juntamente com a medicação e atividade física. Um desses métodos é a Contagem de Carboidratos.
A Contagem de Carboidratos é uma estratégia nutricional, onde contabilizamos os gramas de carboidratos consumidos nas refeições e lanches, com o objetivo de manter a glicemia dentro de limites convenientes. A razão pela qual você deve focalizar em contar gramas de carboidratos é porque os carboidratos tendem a ter maior efeito na sua glicemia.

Quando você entende como contar carboidratos, você tem uma maior variedade na escolha dos alimentos que compõem o seu plano alimentar. E também, pode controlar sua glicemia mais precisamente.

Esta estratégia nutricional pode ser utilizada por qualquer pessoa com diabetes, sendo muito útil, até mesmo indispensável, para aquelas pessoas que utilizam como forma de tratamento a terapia com múltiplas doses de insulina ou sistema de infusão contínua de insulina, onde esta poderá ser ajustada, baseada no que a cada pessoa consome de alimentos.

Itens indispensáveis para utilizar a contagem de carboidratos:

•Acompanhamento de um endocrinologista, que incentive esta Terapia Nutricional e possíveis ajustes.
•Acompanhamento com um profissional Nutricionista com experiência no atendimento a pessoas com diabetes e Contagem de Carboidratos.
•Motivação do portador de diabetes e equipe para iniciar uma nova Terapia Nutricional.
•Anotar todos os alimentos consumidos e quantidades (em medida caseira), para descobrir a quantidade de carboidrato que está sendo ingerido.
•Saber ler e escrever, ou pelo menos ter noção de medidas caseiras.
•Medir a glicemia mais vezes, em diferentes horários, de acordo com o esquema estabelecido pela equipe. Esta é única maneira de saber a resposta individual dos alimentos, bem como se seu plano alimentar e tratamento estão adequados. Sua glicemia mostra quando e quais mudanças são necessárias.
Conhecendo os Carboidratos

A maior parte dos carboidratos que ingerimos vêm de 4 grupos de alimentos:

•Grupo do pão (arroz, batata, mandioca, milho,massas, biscoitos doces e salgados, cereais)
•Grupo da fruta (todas)
•Grupo do leite (leite, iogurte)
•Grupo dos vegetais

Praticando a Contagem:

02 Fatias de pão de forma: 24g carboidrato
01 colher (chá) margarina light: 0
01 copo de iogurte light: 15 g carboidrato
01 banana pequena: 15g carboidrato
Total: 54g carboidrato

Sabendo a quantidade que você deve consumir de carboidratos por refeição, você pode variar seu cardápio, utilizando alimentos diferentes. É importante respeitar sempre as quantidades de carboidratos estabelecidas, manter o peso corporal e glicemias saudáveis.

A quantidade de carboidratos que você deve consumir diariamente varia de pessoa para pessoa, bem como a sua distribuição que deve ser estabelecida individualmente ao longo do dia. O nutricionista que o acompanha definirá a quantidade de carboidratos das refeições e lanches com base nas informações abaixo:

•Idade
•Peso / altura
•Circunferência abdominal
•Quando e quanto realiza atividade física
•Ação dos medicamentos prescritos pelo seu médico para tratar o diabetes
•Metas de peso corporal
•Valores laboratoriais
•Alergias e intolerâncias alimentares
•Preferências e aversões alimentares
•Aspectos sócio-culturais e estilo de vida
A Contagem de carboidratos permite maior flexibilidade ao plano alimentar, sem perder de vista a alimentação saudável para atingir os objetivos de tratamento traçados pela equipe que o acompanha.

FONTE: SBD

Chá verde emagrece e combate gordura localizada


Bebida ainda impede o envelhecimento precoce das células.

O chá verde é conhecido por suas inúmeras funções terapêuticas, como prevenção de câncer e auxílio no emagrecimento. A boa fama da planta milenar é grande. Atualmente, ela pode ser aproveitada em infusões, cremes, cápsulas e ainda ser usada como solução injetável no combate a gordura localizada, em consultórios e clínicas de estética.

Acelere o emagrecimento
Por ser composto por substâncias antioxidantes, o consumo do chá verde pode diminuir as taxas de colesterol e ativar o sistema imunológico. No que diz respeito a doenças degenerativas, como câncer, é composto por princípios ativos bioflavonoides e catequinas, poderosos no bloqueio das alterações que dão início aos tumores.

Os benefícios da bebida superam o inconveniente de ela ter um gosto amargo e pouco agradável. Para as pessoas que precisam emagrecer, o chá verde, quando bebido em infusão, pode ser um potente aliado, uma vez que acelera o metabolismo e contribui para a queima de gordura corporal. Esteticamente, a planta reduz as rugas de expressão e hidrata a pele, ainda que consumido em cápsula.

Tratamentos estéticos
O extrato da planta do chá verde, além de trazer benefícios em sua fórmula mais difundida, como bebida, também pode dar uma forcinha para você ficar mais bonita. Por apresentar boas taxas de teofilina e cafeína, na forma de injeção, ele aumenta o funcionamento do metabolismo, combatendo a gordura localizada e a celulite. Porém , a aplicação do extrato não elimina a necessidade de se tomar a bebida para obter todos os benefícios que a planta oferece.

Chá mate contra o colesterol É importante ficar de olho na dosagem e, claro, nas características de cada organismo. Por isso a necessidade do acompanhamento médico antes de realizar qualquer tipo de tratamento. A produção de injeções de chá verde não é feita em grande quantidade, diferente dos medicamentos comercializados em drogarias. Por isso, a receita é indispensável para que a solução seja produzida em farmácia de manipulação.

Cuidados com o consumo
O consumo de chá verde é recomendado em processos de emagrecimento. No entanto, isso não o absolve de complicações e efeitos indesejados que podem colocar em risco a saúde.

Ele contém cafeína e pode elevar a pressão arterial. A infusão também não é recomendada para hipertensos, gestantes ou para mulheres que estão amamentando.

O consumo em excesso pode provocar sintomas como náusea, taquicardia, dor de cabeça e problemas gastrointestinais. Recomendas-se beber três ou quatro xícaras diariamente, garantindo os benefícios e evitando o consumo exagerado.

Tenha cuidado no preparo. Ferva a água, apague o fogo e dilua duas colheres de chá em uma xícara de chá. Deixe o recipiente tampado entre cinco a dez minutos. A infusão não deve ser reaquecida e, depois de preparada, pode permanecer em locais sem luz por até 12 horas sem perder os seus efeitos.

Fontte: Yahoo

Seja saudável mesmo comendo fora de casa todos os dias


Praça de alimentação não precisa ser vilã da dieta e da saúde

Quem está acostumado a fazer as refeições fora de casa muitas vezes recorre às praças de alimentação dos shoppings como alternativa mais prática. Lá, não faltam opções, mas a regra da alimentação equilibrada e rica em nutrientes continua valendo quando o assunto é vida saudável. E não é difícil segui-la, mesmo diante de um universo de tentações.

Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?

Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.

A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.


No restaurante a quilo

Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.

Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal", recomenda Carla.

As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.


Escolha do cardápio

A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.


Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas.

Prato executivo

O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade", diz Carla.

Fonte: Yahoo