domingo, 12 de junho de 2011

DICAS PARA UM INVERNO LIGHT


DICAS PARA UM INVERNO LIGHT

Para espantar o frio abuse de chás quentes de ervas, frutas, flores, com canela, limão ou cravo.
Faça chocolate quente magro: leite desnatado com achocolatado light/diet. No máximo 2 xícaras com 1 colher (sobremesa) de achocolatado por dia.
Muito frio para comer salda, então comece a refeição por um consumê de legumes ou uma sopa de baixas calorias.
Coma frutas quentes (assadas no microondas ou forno) com canela e adoçante.
No inverno fica difícil consumir vegetais crus, faça legumes refogados, suflês light, com molhos light.
Prefira queijos magros: ricota, queijo cottage, minas frescal, requeijão light, queijo prato light ou mussarela light.
Bebidas alcóolicas: consuma pequenas quantidades (1 taça de vinho, por exemplo) e poucas vezes por semana (3 vezes por semana no máximo).
Feijoada: coma mais couve e feijão com arroz do que as carnes, muito gordurosas; a laranja é um digestivo e um excelente acompanhamento.
As sopas devem ser preparadas com legumes, sem a adição de creme de leite ou queijos.
Cuidado com o fondue. Faça uma receita de fondue light.
Fonte: Dia a Dia

Evite as ciladas do namoro que te fazem engordar



Muitas pessoas se acomodam e adotam hábitos de risco à saúde e à balança.

Não faltam estudos dizendo que quem começa um namoro ou um casamento passa apuro com a balança. Em geral, muitos casais reclamam que a relação traz alguns quilos a mais. Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, comprovou que mulheres engordam 10 quilos em média, após assumirem compromisso estável. Já a média entre os homens é de 7,5 quilos. Para a nutricionista da Nutryup, Lidiane Martins, quando estamos mais felizes em relações estáveis, nosso apetite pode aumentar. "Queremos partilhar o prazer, aí saímos mais para jantares, cinema - sem perceber o peso aumenta", diz.

Se você descuidar do próprio peso, da aparência, sua saúde e sua autoestima ficarão comprometidas, o que só faz mal aos seus relacionamentos.Desencalhei, logo desencanei.

Um dos fatores está ligado à conquista. Quando encontramos a cara-metade e estamos satisfeitos sentimentalmente, a vontade de conquistar outras pessoas diminui, junto com a preocupação com a aparência. O técnico em TI Pablo Balieiro, de 25 anos, conta que engordou dez quilos durante um namoro de dois anos e meio. "Eu me sentia aceito, seguro. Sabe quando você se acomoda? Tipo: 'pronto, achei alguém, agora vou relaxar'."

Esse pensamento é frequente entre os pombinhos, sendo um dos motivos do ganho de peso. De fato, por um lado é importante não se cobrar tanto em relação à aparência. Mas, para o terapeuta Vicente Godino, "a extrema preocupação com a imagem não nos deixa, muitas vezes, relaxar e curtir o outro de verdade". Entretanto, se você descuidar do próprio peso, da aparência, sua saúde e sua autoestima ficarão comprometidas, o que só faz mal aos seus relacionamentos.

Há também o fator influência: quando seu companheiro tem um estilo de vida diferente do seu, você tem grandes chances de acabar tomando emprestado alguns de seus hábitos, afinal, vocês passam boa parte do tempo juntos. A designer Renata Moraes, 27 anos, engordou cinco quilos quando namorava um rapaz, que já apresentava um quadro de obesidade, e acha que isso teve, sim, influência no seu ganho de peso. "Quando vi que estava engordando por conta dos passeios gordos que fazíamos e das gostosuras que estavam sempre no nosso cardápio, comecei a ficar com receio de seguir o mesmos hábitos pouco saudáveis que ele tinha. Isso acabou abalando meu relacionamento com ele também", avalia ela.


Gostosuras de namorar

Sair para jantar naquele restaurante delicioso, com direito a sobremesa - ou ficar em casa assistindo a um filminho, com direito a muita pipoca e ganhar bombons de presente: tudo tão típico (e tão bom!) em um namoro, mas nada light. "Acabamos comendo mais, porque a alimentação está ligada aos sentidos e ao estreitar de laços, que são dois pontos que queremos estimular quando estamos com o parceiro", diz a nutricionista Lidiane Martins.

O linguista Diego Jiquilin Ramirez mora na Espanha e está namorando há cinco meses. Ele assume que somar a novidade das delícias da gastronomia espanhola a um novo relacionamento não tem feito nada bem para a balança. "É muito gostoso fazer o turismo gastronômico ao lado de alguém. E quando não saio de casa, sempre tem algo romântico (e piegas) na geladeira: chocolates, morango com chantilly...". Além disso, seu namorado, Santiago Canto Ortiz não hesita em cozinhar delícias típicas bem calóricas na tentativa de agradá-lo. "E como não recuso comida, não vejo problema em comer tudo que ele prepara", completa.

A programação gastronômica do namoro costuma levar a culpa pelos números a mais no manequim. Livia Di Bartolomeo conta que os programas com o namorado Thiago Gonçalves sempre acabam girando em torno de comida. "Quando não tem nada para fazer é sempre: 'vamos comer?'. Tudo é desculpa para comer, menos a fome. Depois de ir ao cinema, vem pizza. Vamos a um restaurante bater um papo, e mais comida!". Com 23 anos, Livia engordou seis quilos desde que começou a namorar, há pouco mais de cinco anos e está lutando para perdê-los. Houve um processo radical de mudança no cardápio de Livia, que tinha uma alimentação bem restrita, não comia nada que fosse considerado junkie food, nem refrigerante e doces - o que mudou totalmente desde que conheceu Thiago.


Sai deste corpo que não te pertence!

Mudar os hábitos junto com a pessoa amada não é algo tão simples. Mas se você anda insatisfeito com a balança, saiba que seu companheiro pode te ajudar. Se não for possível conciliar dias da semana de malhação, ao menos substituam alguns programas por algo com mais movimento. Uma caminhada no parque é, além de saudável, algo romântico, assim como um passeio de bicicleta ou um banho de mar. Fazer exercícios físicos junto com alguém pode ser benéfico, uma vez que a interação social ajuda tanto você a se sentir estimulado, quanto a estreitar os laços com o parceiro. Mas nada de desistir na primeiras semanas, como fez a jornalista Monique Tobias: "engordei dez quilos no meu atual namoro, que dura quatro anos. Por um tempo, começamos a fazer caminhada juntos, mas já desisti, pois não gosto de exercícios. Agora tentarei uma dieta, para correr atrás do tempo perdido", conta ela.

Ah, os restaurantes!

Substituir os roteiros gastronômicos também é importante. No cinema, a pipoca é até permitida, mas opte pelo um saco médio e divida com seu companheiro. Quando saírem para jantar, uma boa dica é optar por refeições a la carte e evitar rodízios, já que tendemos a exagerar na quantidade. "Se o prato for grande, peçam um e dividam. Dessa forma, vocês evitam as calorias extras", diz a nutricionista Lidiane Martins. Dispensem o couvert, para economizar calorias desnecessárias. Confira abaixo, outras dicas da especialistas para manter o peso sob controle.

- Em um restaurante japonês, por exemplo, evite os rolinhos primavera, o tempurá e o hot philadelphia que são preparações fritas e calóricas. Prefira outras opções saudáveis na culinária oriental como shitake, shimeji, missoshiro, camarões cozidos, frango grelhado, sashimi, tofu e legumes.

- Quem não dispensa organizar um churrasco para os amigos e a família pode torná-lo mais magro, evitando carnes gordas como cupim, a picanha e a maionese. Opte por peixe, frango e espetinho de legumes e saladas.

- Na pizzaria, também é bom evitar os rodízios; escolha um restaurante com opções mais saudáveis, como pizzas de rúcula com tomate seco, brócolis e atum. Evite sabores gordurosos como quatro queijos, presunto, pepperoni, calabresa e pizzas doces de sobremesa.

- Na escolha de bebidas, drinks alcoólicos, vinho e cerveja podem ficar reservados para datas especiais, pois essas bebidas possuem muitas calorias, bem como refrigerantes. A melhor opção são os sucos naturais sem açúcar.

- É fato que fazer uma reeducação alimentar e dieta junto com o parceiro traz um bom estímulo e, consequentemente, mais resultados. Entretanto, quem decide fazer um regime em conjunto deve tomar alguns cuidados, pois seguir exatamente o mesmo cardápio que não faz sentido e pode trazer riscos à saúde. "O acompanhamento nutricional é fundamental nessas horas e é algo individualizado", diz Lidiane.

Fonte: Yahoo

Azeites muito distintos- Vamos conhecer?


Novos alvos gastronômicos, óleos de nozes, castanhas e sementes enriquecem as opções de tempero para várias preparações.
Os óleos fazem parte essencial da vida: saudáveis e versáteis.
Assim como o pão e o vinho, o azeite faz parte da história da humanidade. Seria um exagero afirmar que a vida não existiria sem ele, mas seria menos saborosa. Originalmente feito com o fruto da oliveira, com o tempo outros óleos foram surgindo em várias partes do mundo, extraídos de frutos, grãos, nozes, sementes, caroços e vegetais diversos. Tornaram-se parte integrante do cotidiano e, nos últimos anos, passaram a enriquecer as opções de óleos especiais no Brasil.

Para alegria de chefs profissionais e amadores, gourmets e gourmands, alguns empórios estão oferecendo óleos de amêndoa, avelã, macadâmia, pistache, castanha, noz, gergelim, semente de uva ou de abóbora, abacate, amendoim e outros.

As diversas matérias primas utilizadas oferecem coloração, aromas e sabores diferentes

No Brasil, a palavra azeite tornou-se praticamente uma exclusividade do óleo da oliveira, a partir da adoção, por parte dos portugueses, do vocábulo árabe "az+zait", que significa sumo da azeitona. Os espanhóis também usam termo similar, aceite, mas franceses (huile d’olive) e italianos (olio d’oliva) convergem para o latim (oleo de oliva).

Tudo é óleo, naturalmente, inclusive alguns fora do comum, como o de argan, este procedente do Marrocos e extraído do caroço de uma frutinha de mesmo nome. O que o torna peculiar é o fato de essas frutinhas serem ingeridas por cabras que sobem com destreza nas árvores, mastigam-nas e depois excretam os caroços. Recolhidos e lavados, dão origem ao óleo de argan, usado em tagine, cuscuz e saladas com frutas secas. É de uso culinário e também cosmético (este último já pode ser encontrado no Brasil). Azeite ou óleo, portanto, dá na mesma. O que interessa, quando se procura algo diferente, é a diferença que cada um oferece.

As sutilezas de cada

O curioso óleo de argan é obtido de um fruto marroquino.
Nozes e castanhas, em geral, transmitem aroma e sabor característico e por isso seus óleos são mais usados para perfumar saladas e outras preparações frias.

O de semente de uva e o de amendoim têm uso essencialmente culinário, pois suportam temperaturas altas para fritura.

O óleo de amêndoa, doce e aromático, é particularmente utilizado em marinadas (salmão cru) ou como toque final após o cozimento de vieiras e trutas. O de avelã tem gosto e aroma bem suaves e vai bem com todas a saladas, assim como legumes em geral.

Já o sabor acentuado da noz faz de seu azeite um acompanhamento perfeito para saladas de folhas amargas, como endívias, chicória, dente de leão, radicchio, e ainda para queijos frescos (ele não pode ser levado ao fogo).

O azeite de noz pecan tem perfume ativo e é bom para dar vida a diversos pratos à base de arroz. Também é usado em sobremesas.

O óleo de pinole é dos mais delicados, oferecendo um toque sutil e suavemente doce a cremes e molhos, sobretudo à base de vinho. O pesto genovês fica mais requintado com ele.

De gosto e aroma bem marcado, o óleo de pistache não aprecia a presença de vinagre comum ao seu lado, ficando bem apenas com o aceto balsamico para condimentar saladas com salmão e truta defumados.

E o óleo de gergelim é aquele de gosto marcante e tostado que nos transporta ao Oriente.

Grandes chefs e gourmets não prescindem dos azeites especiais.
Acostumado a usar bons óleos em suas delicadas preparações de peixes e frutos do mar frescos, o chef Fábio Barbosa, do restaurante de comida peruana La Mar Cebicheria, gosta de finalizar alguns pratos com o azeite de castanhas. “Ele oferece um toque diferente do tradicional, mais aromático”.

Na França, os grandes chefs tri-estrelados como Ducasse, Robuchon, Troisgros, Blanc, Gaignaire, Pourcel e outros, quando perguntados, têm sempre na ponta da língua o nome de seu fornecedor preferido: Huilerie Beaujolaise. Funcionando em um moinho restaurado do século 19, tem uma excepcional gama de óleos finos: pistache, amêndoa doce, pinole, colza, papoula, avelã, pecã, gergelim torrado. Para viajantes gourmets, podem ser encontrados nas melhores épiceries de Paris, sobretudo Le Bon Marché Rive Gauche.

Em São Paulo, é possível encontrar azeites de cardamomo, semente de uva, pistache, castanha do Pará, nozes e outros óleos especiais na Casa Santa Luzia.

Fonte: IG