quarta-feira, 25 de maio de 2011

Série mitos: comer carboidratos à noite engorda


Esta pergunta sempre é feita pelos meus pacientes, Vejam a resposta ideal!

O segredo é balancear bem os nutrientes, sem exagerar em nenhum deles .

A verdade: o que provoca o ganho de peso é o excesso de calorias. As calorias dos carboidratos são iguais as das proteínas ou das gorduras. Dessa maneira, os carboidratos ingeridos à noite não podem ser os culpados pelo ganho de peso ou pela dificuldade em emagrecer.

O que se sabe: durante à noite, o metabolismo diminui. Ingerir uma refeição "mais leve", ou seja, com menor quantidade de gorduras e carboidratos refinados antes de deitar, é indicado. Assim, evita-se prejudicar a digestão o que poderia causar algum desconforto durante o sono.

O que é errado: concentrar um nutriente em uma refeição não é desejado. Por isso, os carboidratos devem estar distribuídos em, pelo menos, 5 refeições ao dia (as 3 principais e pequenos lanches entre elas).

O que comer:prefira os alimentos contendo carboidratos complexos que estão presentes nos alimentos integrais (arroz, farinha, aveia), nas verduras, legumes e frutas. Esse tipo de carboidratos faz com que a glicemia aumente lentamente, fazendo com que a fome demore mais a aparecer.

O que evitar: evite os alimentos ricos em carboidratos e que apresentam baixa quantidade de água. Esses alimentos são os feitos à base de farinha como, massa, pães, bolos, tortas. Tire todas as suas dúvidas e emagreça definitivamente sem passar fome.

Fonte: Yahoo

40 dicas para voltar ao peso ideal


Quase metade dos brasileiros está acima do peso, mas é possível reduzir esse número com hábitos saudáveis .

Dados divulgados nessa segunda-feira (18) pelo Ministério da Saúde mostram que 48% dos brasileiros adultos estão com quilos extras na balança. O número aumentou em relação a 2006, que era de 42,7%. Mais da metade dos homens está acima do peso (52,1%) e, entre as mulheres, a proporção é de 44,3%.

Para fugir dessa armadilha perigosa à sua saúde, a nutricionista Roberta Stella reuniu todos os truques para fazer o ponteiro da balança voltar ao normal sem que você passe fome:

1) Nada de se desesperar: esqueça as dietas muito restritivas ou que prometem um grande emagrecimento em um período pequeno de tempo. Em longo prazo, o resultado é desastroso.

2) Comece fazendo um diário com os alimentos que você ingere todos os dias. Você perceberá os erros e se corrigirá sozinho. Essa mesma pesquisa do Ministério da Saúde divulgou que a presença de feijão e hortaliças na mesa das famílias brasileiras diminuiu, ao passo que o consumo de gordura aumentou.

3) Estabeleça uma rotina alimentar.

4) Estipule cinco refeições por dia, com horários para que elas aconteçam. E cumpra.

5) Analise os rótulos dos alimentos. Muitas vezes, os alimentos light contêm uma pequena diferença na quantidade calórica, que nem compensa a troca.

6) Prefira os alimentos integrais. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que fazem um bem danado para o seu organismo.

7) Opte por leites e derivados desnatados. A menor quantidade de gordura significa menos colesterol e calorias na sua alimentação.

8) Cuidado com os embutidos (mortadela, salame, presunto). Eles carregam uma quantidade considerável de gordura, colesterol e sódio.

9) Escolha embutidos com menor quantidade de gordura como, por exemplo, o peito de peru.

10) Não fique mais do que 4 horas sem se alimentar.

11) Faça lanchinhos entre as refeições, hábito essencial para uma alimentação saudável.

12) Para esses lanches, opte por alimentos fáceis de serem obtidos e carregados na bolsa, como iogurte, barrinha de cereais, frutas e bolacha salgada.

13) Coma pelo menos 2 frutas por dia.

14) Consuma as frutas (maçã, pêra, uva) com casca.

15) Saladas e legumes devem fazer parte da sua alimentação diária.

16) Evite preparações altamente calóricas como gratinadas, fritas, à parmegiana, à milanesa e quatro queijos.

17) Tempere as saladas com suco de limão e vinagre.

18) O azeite tem gorduras boas para o coração. Mas isso não quer dizer que ele não seja calórico. Se a intenção é emagrecer, use com muita moderação.

19) Doces devem ser evitados, principalmente bolos recheados, tortas, bomba de chocolate.

20) Prefira os sanduíches naturais aos oferecidos pelos fast-foods.

21) Atum e sardinha em conserva são ótimos para uma salada ou um sanduíche. Mas lembre-se: utilize a versão light, conservada em água, não em óleo.

22) Prefira as carnes menos calóricas, como peixe, frango e cortes magros de carne bovina.

23) Retire a pele do frango.

24) Cuidado com os molhos à base de maionese para temperar saladas.


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(ex: 65.5) (ex: 1,65)
25) Prefiras os picolés ao sorvete de massa.

26) Sucos naturais são uma ótima pedida para se refrescar.

27) Você pode contar com a água de coco para se hidratar, mas atente à quantidade. Por ser calórica, a bebida não pode ser consumida livremente. Um copo pequeno (200 mL) apresenta 40 calorias. Consuma somente um coco por dia e beba muita água mineral.

28) Evite bebidas gaseificadas, mesmo as que não contêm calorias, como água e refrigerantes light.

29) Durante a refeição, beba somente um copo pequeno (200 mL) de líquidos. Assim a digestão não ficará prejudicada.

30) Um grama de álcool tem 9 calorias. Já um grama de carboidratos ou proteínas contém apenas 4 calorias: ou seja, aquele copinho de cerveja engorda bem mais do que um pedaço de pão. Portanto, evite as bebidas alcoólicas se o objetivo é emagrecer.

31) Se for a um barzinho, evite os petiscos fritos, amendoins e castanhas de caju.

32) Não vá ao supermercado com fome. Isso somente fará com que não resista quando passar pela gôndola de doces e salgadinhos.

33) Beba muita água, pelo menos, 2 litros por dia.

34) Cuidado com o café. Beba, no máximo, 4 xícaras por dia.

35) Inicie a refeição com um prato grande de saladas (folhas e legumes cozidos).

36) Se exagerar em algum dia, não desista. Recomece novamente no dia seguinte.

37) Dê preferência a alimentos ricos em água e de baixo valor calórico, como frutas, legumes e verduras. Você poderá consumir um volume maior desses alimentos, comparando com aqueles ricos em calorias.

38) Evite fazer a última refeição do dia perto da hora de se deitar. Para não prejudicar a digestão dos alimentos e o sono, faça o jantar, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama.

39) Boa notícia para quem é fã de lanchonetes: as grandes redes de sanduíches já possuem opções saudáveis. Entre elas, destacam-se salada, água de coco e frutas.

40) Não encare a dieta como punição. Afinal, a reestruturação alimentar garante um corpo mais bonito e saudável. A dieta nada mais é que um presente que você dá a si mesmo. Mantenha as atitudes positivas ao longo do emagrecimento.

Fonte: Yahoo

Obesidade é mais comum entre pessoas do mesmo convívio



Estudos indicam que obesidade pode ser socialmente contagiosa .

A incidência de obesidade é maior em pessoas do mesmo convívio social, afirma estudo feito por antropólogos da Universidade do Estado do Arizona (EUA). De acordo com os estudiosos, a obesidade se espalha entre amigos e parentes.

Para chegar a essa conclusão, eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes. Após as entrevistas, compararam o índice de massa corporal dessas participantes ao de seus conhecidos. Dessa forma, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.

Segundo os autores do estudo, todas as teorias para explicar por que esse fenômeno acontece têm a ver com a ideia compartilhada sobre qual é o peso adequado das pessoas. Se seus amigos acham que determinado peso é aceitável, você muda seus hábitos para alcançar essa meta, ainda que você não concorde com eles, pois acaba se sentindo pressionado. Ou você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.

O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar em grupo podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.

8 questões que desvendam a obesidade .
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, a obesidade é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública. O excesso de peso predispõe o organismo a uma série de problemas, como doença cardiovascular, apnéia do sono, hipertensão arterial e alterações na circulação.

Confira 8 questões fundamentais sobre o tema:

1) Como definir obesidade?
A obesidade pode ser definida como um índice de massa corporal (IMC) acima de 25. Quando esse índice está acima de 40, ela é definida como mórbida. Este número é obtido dividindo-se o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado. Sem dúvida, a obesidade pode ser considerada uma doença e, nos dias atuais, uma epidemia que só vai aumentar. O tratamento preventivo é a melhor solução. A cirurgia bariátrica tem se apresentado como a melhor solução para os casos de obesidade mórbida.

2) Quais as causas da obesidade?
Dentre as causas, destacam-se os fatores genéticos, ambientais (hábitos pessoais e familiares), hábitos populacionais, religião, fatores sócio-econômicos, compulsão ou depressão, entre outros. No entanto, não existem dados suficientes que possibilitem mensurar a influência de cada aspecto, já que a questão é multifatorial.

3) Como identificar quando a obesidade é causada por distúrbios psicológicos?
Geralmente, a obesidade de instalação rápida e sem causa aparente pode estar relacionada a distúrbios psicológicos ou hormonais. São os casos nos quais a pessoa engorda muito em um curto espaço de tempo.

4) Podemos dizer que existe o melhor tratamento da obesidade?
A correta avaliação por um médico competente é a melhor opção, que poderá indicar o tratamento adequado para o perfil do paciente, de acordo com os fatores relacionados, identificados por exames e consulta. Não podemos falar no melhor tratamento, mas sempre pensar em prescrever um tendo em vista as condições da pessoa. Cada caso é um caso, sempre.

5) Quais os problemas físicos mais comuns ocasionados pela obesidade?
Os problemas desencadeados pela obesidade são inúmeros e vão desde a limitação física para trabalhos básicos e locomoção até distúrbios mais graves, como o aumento de colesterol, triglicérides e pressão arterial, diabetes, gota (elevação de ácido úrico no sangue), artrose, coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração), insuficiência renal, apneia noturna do sono, esteatose hepática (degeneração gordurosa do fígado), insuficiências glandulares, entre outros.

6) Qual doença de maior risco a obesidade pode causar em um indivíduo?
A Síndrome X ou Síndrome Metabólica, que se constitui por hipertensão arterial, dislipidemia, hiperglicemia e resistência à insulina.

7) Como deve ser o tratamento para controlar essa doença e a diabetes?
O tratamento deve ser feito a base de dieta hipocalórica - definida em parceria com um nutricionista -, atividade física, cirurgia de redução de peso - quando indicado - e prescrição de medicações, quando necessárias.

8) Como o cirurgião gástrico e o endocrinologista atuam juntos no tratamento do paciente obeso?
O tratamento de um indivíduo obeso deve ser multidisciplinar, incluindo cardiologistas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais, de acordo com o quadro clínico.

Fonte: Yahoo

Os muitos sinais do infarto


Dor no peito não é sintoma exclusivo; 25 hospitais vão diagnosticar outros avisos do coração “à beira de um ataque”

A paciente tinha 66 anos e foi parar no hospital após ter crises de vômito. O motivo para um homem de 69 anos sair às pressas para a unidade de saúde mais próxima foram as dores fortes no braço. Algumas pessoas sentem desconforto nas costas, formigamento na língua ou falta de ar. São sintomas diferentes para a mesma doença: o infarto agudo do miocárdio.

Hospitais brasileiros vão abastecer banco de dados com informações sobre o infarto. Doença mata 315 mil pessoas por ano no Brasil
Diariamente, contabiliza o Ministério da Saúde, 187 pessoas precisam ser internadas por causa das panes no coração e, ao contrário do que a maioria pensa, o sinal prévio do ataque cardíaco não se resume à clássica dor no peito. As manifestações são as mais variadas e confundem doentes e familiares. Por vezes, faz dias que o infarto “avisa” que pode chegar e ninguém se dá conta.

As mulheres, sugerem as pesquisas, são as que mais ignoram os sintomas de que uma falha cardíaca está a caminho, sendo este um dos motivos apontados para o infarto nelas ser 50% mais fulminante do que em homens (de acordo com levantamento feito em 2009 pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo).

A agravante neste cenário de manifestações múltiplas é que receber o socorro médico de forma rápida é peça-chave para conseguir sobreviver ao infarto. Não dar importância para os sinais, portanto, é hábito comum que antecede os casos que chegam tarde demais nos hospitais.

Identificação

Os “avisos” do infarto, tanto em homens como em mulheres, ainda não fazem parte das estatísticas, sendo impossível afirmar quais são os sinais mais freqüentes. Para preencher esta lacuna de informações cardíacas, 25 hospitais brasileiros assinaram um protocolo de parceria para catalogar, de forma minuciosa, todos os casos atendidos e conseguir abastecer a população com informações preciosas sobre o problema grave no coração.

“A dor no peito ainda deve sim ser vista com um dos principais sintomas ou potencial indício de um infarto. Mas outros quadros como suor frio, náuseas, sensação de desmaio, arritmias e até mesmo parada cardiorrespiratória podem ter como causa base o infarto, particularmente em pacientes diabéticos e idosos”, afirma Luiz Alberto Mattos, Coordenador dos Registros Brasileiros Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Estas informações poderão ser melhor caracterizadas a medida em que o dados forem preenchidos nos diversos hospitais país afora que aceitaram participar do estudo”, completa Mattos que coordena o projeto em parceria com Otavio Berwanger e Helio Penna Guimarães, médicos do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração da Associação do Sanatório Sírio de São Paulo.

Por dois anos, todos os hospitais referência em atendimento cardíaco vão abastecer um banco de dados eletrônico com os prontuários médicos e permitir à Sociedade Brasileira de Cardiologia um mapeamento mais preciso da situação da doença no País.

Doença em ascensão

Saber os mecanismos de ação do infarto, avaliam os médicos, é importante para tentar frear a ascensão de casos no Brasil. Entre 2008 e 2009, os casos cresceram de 22.769 registros para 25.253 entre as mulheres, uma alta de 11%.

Os homens também estão mais presentes nas estatísticas, já que eram 39.454 há dois anos e ano passado somaram 43.285 notificações, aumento de 9,7%

O perfil

Ainda que seja consenso entre os médicos que a rotina mais estressante e os hábitos de vida menos saudáveis sejam responsáveis pelo crescimento de casos de panes cardíacas, o perfil do infartado também não é muito claro.

“O perfil atual do infartado no Brasil tem ainda sido muito baseado em dados dos grandes centros urbanos ou dos hospitais de referência nacional, que não necessariamente traduzem a realidade do país”, dizem os médicos Mattos, Berwanger e Pena Guimarães. “Há possibilidade, sim, de existir diferenças regionais nas características das populações”, acreditam.

Com o abastecimento do banco de dados feito pelos hospitais que assinaram a parceria, os médicos acreditam que as particularidades dos infartados serão descritas e que isto pode contribuir também para elaboração de tratamentos mais efetivos regionalmente.

Vantagem em dobro e sem exagero

Com a identificação mais precisa do perfil de quem infarta e, ao mesmo tempo, a “munição” de saber quais são os possíveis sinais do problema no coração pode ajudar a reduzir as mortes provocadas pela doença.

A única ressalva é que o exagero na atenção aos sinais também pode ser prejudicial. Não é saudável achar que qualquer desconforto é um problema cardíaco. Devem ficar mais de “orelha em pé” os que têm antecedentes na família, obesos, diabéticos, fumantes e ex-fumantes. A dica é valorizar o que foge do normal. E na dúvida, sempre deixar o médico descartar se a “dor nas costas” não é nada mais sério.
Fonte: IG