terça-feira, 3 de maio de 2011

Para evitar doenças, vá à feira

Confira os alimentos poderosos que ajudam na dieta e no bem-estar.
Vitaminas presentes em verduras e frutas podem oferecer proteção à saúde.
Os estudos científicos que fazem o raio-X dos alimentos descobrem diversas propriedades terapêuticas nos produtos que, além de ajudarem na prevenção de doenças, ainda potencializam os efeitos da dieta e a sensação de bem-estar.

O iG Saúde preparou um dossiê destes produtos que, mesmo in natura, reúnem compostos químicos poderosos para a proteção do organismo. Confira:

Lichia: gostosa e vitaminada, ela é rica em vitaminas e substitui os doces

Alho, cebola, coentro, alecrim e pimenta: pitadas de tempero e saúde

Cardamomo, a especiaria digestiva e diurética

Banana, a fruta que evita câimbra e melhora o humor

Amaranto: o grão que ajuda no combate à osteoporose

Leite integral ajuda no combate ao diabetes tipo 2

Café, uma boa bebida contra a asma

Aveia: cereal é um aliado da dieta

Ovo é um dos alimentos que aumenta a sensação de saciedade

Fonte: IG

Tem câimbras? Conheça as causas


Nem sempre a dor da câimbra é originada pelo excesso de exercícios.
Câimbras: dor não é causada apenas pelo uso em excesso dos músculos
Se você é um ávido praticante de exercícios, é comum vez e outra sofrer de câimbras. Um dos primeiros gatilhos para essa dor chata é o excesso de uso, diz a Enciclopedia ADAM.

A origem da câimbra, no entanto, não se resume apenas ao uso excessivo da musculatura. Confira outros problemas que podem gerar câimbras:

- Lesões musculares
- Desidratação ou deficiências nutricionais, incluindo falta de cálcio e potássio
- Alcoolismo
- O uso de determinadas medicações
- Falência renal ou baixa atividade da glândula tireoide
- Problemas metabólicos
- Gravidez

Como aliviar as câimbras:

A câimbra ocorre quando um músculo do corpo se contrai de forma involuntária. Ela frequentemente aparece durante a prática de esportes ou de exercícios físicos, mas a verdade é que um músculo pode ter espasmos mesmo durante o sono.

A Enciclopédia ADAM sugere algumas dicas para aliviar ou prevenir as câimbras:

- Pare a atividade imediatamente e faça um alongamento suave ou uma massagem leve no local afetado
- Aqueça o músculo enquanto ele está contraindo. Aplique gelo para a dor mais tarde
- Pondere com seu médico a possibilidade de tomar um anti-inflamatório não esteroide para ajudar a aliviar a dor
- Beba bastante água ou isotônico
- Enquanto estiver malhando, não force além do limite de seu corpo
- Inclua mais potássio em sua dieta
- Alongue seus músculos regularmente


Fonte: IG

Exercícios podem proteger mulheres de demência em idade avançada


Pesquisa canadense sugere ligação entre a prática de exercícios e a saúde mental
Se você quer ajudar a sua filha jovem a evitar demência no futuro, um novo estudo sugere que pode ser uma boa ideia mandá-la brincar lá fora.

Pesquisadores canadenses acreditam ter achado uma ligação entre exercícios na adolescência e a incidência de problemas mentais em mulheres com idade avançada.

O estudo não prova de maneira definitiva que exercícios reduzem o risco de demência. E a pesquisa é baseada apenas na recordação de mulheres mais velhas sobre a própria infância, sendo que algumas delas têm sinais de demência.

Vida ativa na infância pode prevenir demência na velhice.
Atividade física na juventude é importante para a saúde na terceira idade e, em particular, para a prevenção de problemas cognitivos. Quanto mais cedo se começa a ser ativo fisicamente, melhor”, disse a autora do estudo, Laura E. Middleton, pesquisadora do Centro de Ciências da Saúde de Sunnybrook, em Toronto.

Cientistas tentam documentar uma ligação entre exercícios e demência em idades avançadas na esperança de compreender como a atividade física afeta o cérebro. O novo estudo foi elaborado para investigar como exercícios na juventude podem afetar mulheres com idade avançada.

Mais de 9.300 mulheres foram entrevistadas nos Estados Unidos. Elas responderam questões relativas à prática de atividades físicas antes dos 18 anos e aos 30, aos 50 e em idades mais avançadas. Todas tinham mais de 65 anos, sendo que a mais velha tinha 72. O resultado aparece na edição de 30 de junho do “Journal of the American Geriatrics Society.”

Algo entre 15% e 30% delas reportaram inatividade física. Exercícios praticados antes dos 18 anos parecem ser os mais influentes. Perto de 17% das mulheres que reportaram nenhuma atividade nesta época tinham sintomas de demência, enquanto o índice era de apenas 8,5% nas outras idades.

Os pesquisadores ajustaram suas estatísticas para que elas não fossem prejudicadas por fatores como peso e idade. Depois disso, as voluntárias que se exercitavam quando crianças ainda eram 30% menos propensas a demonstrar sinais de demência.

Os pesquisadores não sabem se exercícios na infância levam diretamente a uma redução da demência, uma vez que outros fatores podem influenciar, como as opções alimentares da pessoa. E se exercitar na infância, como brincar na rua, pode influenciar no padrão de prática de atividade física no decorrer da vida, disse Middleton.

Se há uma relação de causa e efeito entre exercícios na juventude e menos declínio mental, a pesquisadora afirma que pode haver algo para se fazer com a habilidade do cérebro de mudar e desenvolver sinapses. É possível também que exercícios levem a uma redução na obstrução dos vasos sanguíneos do cérebro, acredita a pesquisadora.

Só não está claro se homens podem se beneficiar da mesma forma. O estudo investigou apenas mulheres e pesquisas anteriores tinham sugerido que elas se beneficiam mais de exercícios do que homens.

Para Greg Cole, um pesquisador do cérebro que conhece os resultados do estudo, os cientistas estão interessados nos benefícios do exercício quando se trata do declínio das atividades do cérebro. Mas eles estão focados no estudo de idosos, em vez de se voltarem à infância. Cole comenta que a confiabilidade do estudo se baseia na memória de idosos, o que pode ser questionável.

Apesar disso, Cole acredita que a prática de exercícios na infância pode influenciar o comportamento na vida adulta e também trazer os mesmos benefícios que os exercícios apresentam na vida adulta. Cole leciona neurologia na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Fonte: IG

Excesso de peso aumenta risco de desenvolver demência

Estudo feito com gêmeos na Suécia é o primeiro a vincular excesso de peso com o desenvolvimento de demência
As pessoas de meia-idade com excesso de peso, mas que não são obesas, têm 71% mais chances de desenvolver demência que as que estão no peso ideal, revela um estudo publicado na revista Neurology.

A pesquisa, realizada por especialistas do Instituto Karolinska, de Estocolmo (Suécia), foi feita entre 8.534 gêmeos suecos e revela que o excesso de peso pode ser um fator de risco.

Outros estudos que já foram publicados indicavam que poderia haver um vínculo entre a obesidade e a demência, mas este é o primeiro que trata da relação do problema com o excesso de peso.

As pessoas de meia-idade com um índice de massa corporal (IMC, a associação entre o peso e a altura) maior que 30, consideradas obesas, têm 288% mais de chances de desenvolver demência que aquelas com um IMC de entre 20 e 25.

Calcule seu IMC aqui!

No entanto, as pessoas com excesso de peso – com um IMC de entre 25 e 30– têm 71% mais chances de desenvolver demência, segundo o estudo.

De acordo com o pesquisador Weili Xu esta pesquisa revela que "estar com excesso de peso também aumenta o risco de desenvolver demência mais adiante".

"O risco não é tão considerável quanto quando se é obeso, mas tem uma importância para a saúde pública pelo grande número de pessoas no mundo todo que estão com excesso de peso", acrescentou.

De acordo com a pesquisa, no mundo há 1,6 bilhão de adultos com excesso de peso.
Fonte: IG