quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CONHEÇA UM POUCO SOBRE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS


ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
Definição:
São alimentos modificados cientificamente, com alteração do código genético. Isso pode ser feito com plantas, animais e microorganismos. Os fazendeiros criam plantas e animais com as características desejadas por milhares de anos (você se lembra das rosas e dos tomates híbridos?). Os métodos modernos permitem que os cientistas acelerem e controlem o que, historicamente, tem sido um processo casual.

Funções:
Os benefícios dos alimentos transgênicos são:
· Alimentos mais nutritivos.
· Alimentos mais saborosos.
· Plantas resistentes às doenças e à seca, necessitando assim de menos recursos ambientais (água, fertilizante, etc.).
· Aumento do estoque de comida, com custo reduzido e maior duração.
· Crescimento maior de plantas e animais.
· Alimento com propriedades mais atrativas, como batatas que absorvem menos gordura quando fritas.

Efeitos colaterais:
O Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, regula a produção e a classificação dos alimentos transgênicos. Algumas pessoas se perguntam se os genes de um alimento inseridos em outro alimento podem causar uma reação alérgica. Por exemplo, se os genes do amendoim estiverem no tomate, alguém que tenha alergia a amendoins iria reagir ao tomate? Por esse motivo, alguns consumidores acreditam que o FDA deve obrigar a identificação dos alimentos transgênicos. E esse debate ainda continua.

PATRÍCIA MENDES

EFEITOS BENÉFICOS DA CAFEÍNA PARA O DIABETES


Pesquisa mostra que 4 xícaras de café por dia diminui risco de diabetes em mulher
Um estudo publicado na última edição do periódico Diabetes – revista científica internacional – confirma o café como uma bebida importante no combate desta doença metabólica em mulheres.

A proposta dos pesquisadores da Universidade da Califórnia foi investigar quais os fatores responsáveis por fazer com que a população feminina consumidora de café tivesse menor risco de desenvolver o diabetes tipo 2, benefício já confirmado em pesquisas anteriores.

O acompanhamento – por dez anos – de 718 mulheres, metade delas diabéticas e todas consumidoras de café mostrou que aquelas que bebiam quatro ou mais xícaras por dia tinham maiores índices de SHBG no sangue, uma proteína produzida no fígado que interage com os hormônios sexuais (testosterona e estradiol).


A SHBG, afirmam os especialistas, é uma das protetoras contra o diabetes do tipo 2. Quanto menor o índice desta proteína no sangue, por exemplo, maior é o risco de desenvolver ovários policísticos, problema já comprovadamente relacionado à obesidade e às diabéticas.

A nova análise científica agora mostra que este fenômeno molecular sofre influência do “cafezinho” (por motivos ainda não elucidados) e o consumo pode fazer com que o risco de mulheres desenvolverem diabetes seja 56% menor.

Diabetes não é a única doença que tem o café como aliado terapêutico. Recentemente, os ensaios científicos mostram que a asma também é amenizada pela cafeína. Pesquisadores também já encontraram evidências de que a bebida reduz em 25% do risco de mal de Parkinson.
fONTE: IG DO DIA 03/02/2011