quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Wrap de peito de peru e espinafre



Uma receita boa para lanches rápidos!

Porções: 2

Ingredientes
2 xícaras (chá) de folhas pequenas de espinafre lavadas

1 tomate fatiado fino

1 cenoura pequena ralada grossa

4 colheres (sopa) de requeijão cremoso

1 colher (sopa) de azeite

½ colher (sopa) de suco de limão

80 g de peito de peru defumado fatiado fino

1 colher (sopa) de sementes de girassol torradas e picadas grosseiramente

2 pães pita ou pão próprio para wraps

Modo de Preparo
Em uma tigela, misture o espinafre, o tomate, a cenoura, o requeijão, o azeite e o suco de limão. Junte o peito de peru e a semente e tempere com sal. Aqueça o pão em um forninho, por 1 minuto de cada lado, sem dourar. Corte ao pão ao meio e divida o recheio entre as metades. Enrole como wrap e sirva.


Fonte: IG

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Cinco doces para comer sem culpa

Frutas são a base para sobremesas saudáveis e pouco calóricas. Mas um chocolate de vez em quando não mata ninguém.




Mousse de maracujá: opção pouco calórica e deliciosa
Já houve o tempo em que fazer dieta consistia em combinar disciplina com matemática. Disciplina para se manter fiel às rigorosas regras impostas por nutricionistas e médicos. E matemática para contar calorias e ver se a soma delas seria menor que os gastos calóricos do dia. Emagrecer era como um desafio militar.

Funcionou para muitas pessoas, embora inúmeras outras tenham desistido no caminho. E pior: cada desistência representava um sério risco de efeito sanfona. Perdia-se um pouco de peso no início, mas depois tudo era recuperado com até alguns quilinhos a mais de brinde.

Hoje, a estratégia de muitas nutricionistas é diferente, um pouco mais, digamos, permissiva. Não é preciso tanta rigidez para emagrecer ou manter o peso desejado. Comer é algo prazeroso e isso não pode ser negado. Comer é também algo necessário para a saúde, algo que deve ser feito com equilíbrio para suprir as necessidades do corpo.

“Contar calorias não é mais o objetivo da nutrição, temos que levar em conta as vitaminas, minerais, fibras e tornar isso tudo prazeroso e parte da alimentação diária”, explica a nutricionista Mariana Froes, do Centro Multidisciplinar da Dor (CMD), no Rio de Janeiro.

E o melhor de toda a história é que não precisamos excluir a sobremesa de nossas refeições. Isso mesmo. Um docinho depois do almoço ou do jantar não faz tão mal para o corpo, nem pesa tanto na balança. Basta saber quais doces escolher e quanto deles você pode aproveitar.

Os doces podem até ser apreciados como refeição intermediária, entre almoço e jantar, como lanche da tarde. Afinal, uma das principais recomendações para se manter em forma hoje em dia é fracionar as refeições. Uma dica interessante é comer uma fruta antes de saborear o doce.

Como controlar colesterol e triglicérides sem remédios
“Isso pode aumentar a saciedade. Assim a pessoa ingere menos doce, e essa ingestão é feita mais pelo prazer do que pela fome”, explica a nutricionista Vanderlí Marchiori, secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva.

Nos doces mais calóricos, típicos de final de ano, a especialista recomenda substituir o creme de leite por creme de soja. “A receita fica muito parecida”, garante. E também vale usar leite condensado light para reduzir a quantidade de calorias.

O iG Saúde ouviu nutricionistas e separou cinco sugestões de doces para comer sem culpa. São alternativas com bons valores nutricionais, que também ajudam a manter a pele bonita e previnem doenças. Veja só:

Pedaços de frutas realçam o sabor da gelatina e deixam a sobremesa mais atraente.

Gelatina de frutas
Acrescente pedaços de frutas em potes pequenos ou grandes de gelatina. A fruta não precisa ser necessariamente a mesma do sabor da gelatina. Gelatina de morango combina com outras frutas vermelhas. Já a gelatina de abacaxi pode se sair bem com pedaços de frutas cítricas.

Musse de maracujá
Parece mentira, mas dá para aproveitar um belo musse de maracujá sem precisar sentir culpa depois. Primeiro, troque o leite condensado por leite condensado light. Depois, use creme de soja em vez de creme de leite. Como o sabor do maracujá é muito forte, ele irá predominar na receita, apesar das alterações. Cítrico e geladinho, combina com o verão. Só não coma mais do que uma porção (cerca de 4 colheres de sopa).

Frutas em calda ou compotas
Os dois grandes atrativos destes doces são variedade e praticidade. “Várias frutas já são comercializadas neste formato e também é possível prepará-las em casa”, observa a nutricionista Vanderlí Marchiori. Elas são ricos em vitaminas e capazes de satisfazer o desejo por doces, mas sem ser carregadas em calorias. Mesmo assim, a recomendação é desfrutar sem exageros.

Sorvete de banana com cacau: receita simples e refrescante
Picolés de frutas e sorvete natural de banana
Esses são os sorvetes menos calóricos que existem. E não precisa ser diet. Cada unidade tem entre 60 e 110 calorias, dependendo da marca e da fruta que dá base ao sorvete. Dá para comer sem tanta paranóia. Só evite as coberturas e outras combinações, pois elas podem triplicar o número de calorias do sorvete. “São boas opções para o verão”, ressalta Vanderlí.

Outra alternativa é o sorvete natural de banana. "Congele bananas maduras com casca, em papel manteiga. Tire a casca, bata no liquidificador com cacau e consuma imediatamente", ensina Mariana.

Bomba de chocolate
Se você gosta de chocolate, coma chocolate. Para que se privar deste prazer? Esse doce delicioso tem também seus atrativos nutricionais. Ele pode ajudar na produção de serotonina, que proporciona sensação de bem-estar e até ameniza sintomas da TPM. Chocolate ainda contém antioxidantes, substâncias que retardam o envelhecimento das células e favorecem o sistema circulatório. Por fim, uma bomba de chocolate tem menos calorias do que você imagina. São cerca de 300, dá para queimar em 30 minutos de corrida. Só não vale comer todo dia, ser sedentário e ainda querer emagrecer. Ai, é pedir demais, não?

Fonte: Ig

Gostou das sugestões? Faça seus comentários!

domingo, 27 de novembro de 2011

Mitos e verdades sobre alimentos

Mitos e Verdades

1. MITO: As pessoas com diabetes não podem comer beterraba
VERDADE: As pessoas com diabetes podem consumir beterraba, pois é classificado como vegetal contendo boa fonte de fibras, vitaminas e minerais e poderá fazer parte da dieta, elaborada pelo nutricionista.

2. MITO: As frutas como banana, uva, caqui, manga e melancia, devem ser excluídas da alimentação das pessoas com diabetes pois aumentam muito o açúcar no sangue.
VERDADE: As frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras e contêm o açúcar natural (frutose e glicose). Quando consumidas em quantidades adequadas e distribuídas corretamente ao longo de um dia de alimentação, não prejudicam a saúde da pessoa que tem diabetes, entretanto se consumidas em excesso qualquer fruta poderá aumentar a glicemia.

3. MITO: Fruta faz bem a saúde e por isso pode comer a vontade
VERDADE: A fruta possui diversos nutrientes, incluindo a frutose e glicose que em excesso poderão aumentar a glicemia


4. MITO: As pessoas com diabetes devem comer pão somente dormido ou amanhecido ou torrado porque não faz mal para o diabetes
VERDADE: O pão francês é um alimento que faz parte da dieta do brasileiro, constituindo uma importante fonte de carboidrato na alimentação. O carboidrato é o nutriente que mais afeta sua glicemia, pois quase 100% é convertido em glicose (açúcar). Assim não importa a forma de preparo ou de consumo do pão, um pão francês de aproximadamente 50g terá sempre 28g de carboidrato, estando ele torrado ou dormido. Portanto consuma a quantidade orientada pelo seu nutricionista e da forma que mais gostar.

6. MITO: Para diminuir o carboidrato do arroz, basta lavá-lo continuamente.
VERDADE: Lavar o arroz ou qualquer outro alimento não diminui o conteúdo de carboidrato do mesmo.


7. MITO: A pipoca é um alimento perigoso para as pessoas com diabetes
VERDADE: A pipoca é um alimento de baixo custo, rico em fibras, contribuindo com a saciedade e melhores níveis de glicemia e colesterol
- alimento rico em fibra, logo um ponto positivo para redução de glicemia e de colesterol .Por ser fonte de carboidrato deve ser substituido pelo pão, onde: 01 xícara de pipoca espoucada equivale a ½ Pão francês ou 01 fatia de Pão forma.

8. MITO: A pessoa com diabetes não pode comer pão frances, cuscuz ou tapioca, tem que trocar tudo por biscoitos tipo água e sal ou cream cracker.
VERDADE: As pessoas com diabetes podem comer pão frances, cuscuz e tapioca, devendo estes alimentos ser inseridos em um plano alimentar saudável. Nao é recomendável utilizar apenas um tipo de alimento pois haverá menor proporcao de nutrientes e risco de monotonia.


9. MITO: Para reduzir o carboidrato do pão basta deixá-lo fora da geladeira por de 1-2 dias e assim a pessoa com diabetes poderá comer á vontade sem que a glicemia se altere.
VERDADE: O pão ou qualquer outro cereal fermentado na geladeira ou fora desta, não tem seu teor carboidrato reduzido. Portanto procure seguir as recomendações do seu nutricionista em relação a quantidade e forma de consumo dos alimentos.

10. MITO: Todas as pessoas com diabetes devem seguir uma dieta para “diabetes”, com restrição de calorias, para atingir melhor controle glicêmico
VERDADE: Não existe uma dieta específica para quem tem diabetes, pois as necessidades nutricionais destas pessoas são semelhantes a da população em geral. O plano alimentar, elaborado pelo nutricionista especialista deve considerar a avaliação do estado nutricional para definição das calorias, macro e micro nutrientes, baseados nas necessidades individuais e objetivos de tratamento, utilizando parâmetros semelhantes aos do público em geral.


11.MITO: Comer antes de dormir engorda, principalmente se for carboidrato.
VERDADE: A quantidade de calorias ingeridas é que faz com que o peso se eleve.
Se o consumo de energia for maior que o gasto, haverá ganho de peso.

12. MITO: Diabético não pode comer arroz e feijão
VERDADE: “Diabético pode comer arroz e feijão.”
Durante muitos anos, algumas crenças foram criadas sobre a ingestão de arroz e feijão. Alguns diziam “engorda”, outros que “diabético não pode comer”, porém, sabemos hoje que principalmente o feijão é um dos alimentos mais ricos em fibras solúveis, além do amido resistente (outro tipo de fibra) e faz parte do hábito alimentar do brasileiro. A presença desse tipo de fibra torna a digestão mais lenta, importantíssimo para menor elevação da glicose no sangue. Outro aspecto relevante é a saciedade que o feijão proporciona, resultado desse mesmo processo de digestão.
13. MITO: Produtos “Diet” são feitos para diabéticos e podem ser consumidos a vontade.
VERDADE: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pode ser chamado de alimento diet aquele que é isento de algum nutriente, nem sempre ele é isento de carboidrato, pode ser em gordura ou sódio por exemplo. Podemos citar como exemplo o chocolate, algumas marcas apresentam maior teor de gorduras e pouca ou nenhuma diferença em carboidrato, ou seja, nem sempre o chocolate diet é a melhor escolha.
Para boas escolhas sempre devemos comparar os rótulos dos alimentos, em caso de dúvidas sempre consulte um nutricionista.


Fonte: SBD

Qual a diferença entre alimentos Diet ou Light?

Alimentos Diet e Light

A maioria dos consumidores se confunde na hora de escolher alimentos com a definição diet ou light. Diferentes alimentos estão nas prateleiras, o que torna difícil a escolha. Segue abaixo as características desses produtos:

Alimento Diet

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, o termo diet pode ser utilizado nos seguintes produtos:

1.Alimentos para dietas com restrição de nutrientes, como por exemplo: carboidratos, gorduras, proteínas, sódio, glúten, entre outros.
2.Alimentos para dietas com ingestão controlada de nutrientes (para manutenção de peso ou de controle de açúcares, entre outros). Estes alimentos não podem ter a adição de nutrientes. Assim, alimentos para ingestão controlada de açúcar não pode haver inclusão desse nutriente. Sendo permitida apenas a existência de açúcar natural do alimento.
Todos os produtos diet devem ter isenção de algum nutriente. Nem sempre o alimento diet apresenta menos calorias, por isso a importância de avaliar as informações nutricionais.

Alimento Light

Os alimentos light devem ter redução mínima de 25% em algum nutriente ou calorias, comparado ao alimento convencional. Para que ocorra a redução de calorias é necessário que haja a diminuição no teor de algum nutriente energético (carboidrato, gordura e proteína). Assim, a redução de um nutriente não energético, por exemplo, sódio (sal light) não interfere na quantidade de calorias do alimento.

A real diferença entre diet e light está na quantidade permitida de nutrientes.Enquanto que o diet precisa ser isento 100%, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias. Outra diferença, é que o alimento light não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de doença (diabetes, colesterol elevado,celíacos, fenilcetonúricos). Se, o alimento light apresentar eliminação de um determinado nutriente, por exemplo, açúcar (refrigerante light), poderá ser consumido por pessoas com diabetes.

Importante lembrar que esses produtos devem ser consumidos nas porções recomendadas. Geralmente as pessoas acreditam que podem consumir mais, por
ter menos calorias.

Ler os rótulos dos produtos light e diet e compará-los com o alimento convencional será a melhor forma de verificar se eles atendem as suas necessidades. Portanto solicite ao seu nutricionista que o oriente a leitura de rótulos dos produtos e fique sempre atento na hora da compra, pois como estes podem ter maior custo, quando comparados com os convencionais, você poderá gastar mais por um produto, sem que haja necessidade de ser substituído.

Site: SBD

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mini Dog

Esta receita é um pouco mais trabalhosa, mas é uma delícia!! Vale a pena experimentar.




Rendimento: 25
Porções: 25
Ingredientes
1 xícara (chá) de farinha de trigo

¾ xícara (chá) de amido de milho

2 colheres (sopa) de açúcar

1 ½ colher (chá) de fermento em pó

1 pitada de sal

¾ xícara (chá) de leite frio

2 gemas

1 clara batida em neve

Manteiga e farinha de trigo para untar e enfarinhar a forma

250 g de salsichas pequenas, fervidas em água por 2 minutos e escorridas

1 gema batida para pincelar


Modo de Preparo
Em uma tigela, misture a farinha de trigo, o amido de milho, o açúcar, o fermento em pó e o sal. Acrescente o leite, as gemas, a clara em neve e amasse bem até que fique homogêneo. Polvilhe farinha de trigo, cubra com um pano e deixe descansar por 5 minutos. Abra a massa com o auxílio de um rolo sobre uma superfície enfarinhada até que fique com 1 cm de espessura. Corte-a em quadrados de 5 cm, polvilhando a farinha de trigo sempre que necessário. Coloque uma salsicha fervida e escorrida sobre cada quadrado de massa e enrole. Faça o mesmo com o restante da massa e coloque em uma forma untada e enfarinhada. Pincele-os com a gema batida e leve para assar no forno médio (180ºC) preaquecido por cerca de 20 minutos ou até que estejam dourados.

Fonte: IG

Depois que fizer, faça seus comentários aqui no blog, ok?

Sanduíche de pão de miga com pasta de tomate e agrião

Esta receita é muito gostosa e fácil de fazer!




Rendimento: 4
Ingredientes
Para a pasta de tomate

1 kg de tomate maduro

1 cebola média, ralada

2 colheres (sopa) de manteiga

1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

Sal e molho de pimenta vermelha a gosto


Para a pasta de agrião

100 g de agrião fresco, sem os cabinhos mais longos

200 g de cream cheese

Casca ralada de ½ limão

Sal e pimenta-do-reino a gosto

4 fatias de pão de miga (ou de forma) preto

8 fatias de pão de miga (ou de forma ) branco



Modo de Preparo
Para a pasta de tomate
Retire a tampa de cada tomate e coloque-os numa panela com água e sal. Leve ao fogo e deixe ferver por 15 minutos. Escorra os tomates, bata-os no liquidificador e depois passe pela peneira. Reserve. Numa panela, refogue a cebola na manteiga, até murchar. Acrescente o tomate batido e cozinhe em fogo baixo, por 30 minutos, ou até a mistura engrossar. Deixe esfriar e adicione o queijo ralado e o molho de pimenta. Misture e se necessário, tempere com sal. Reserve na geladeira.

Para a pasta de agrião
No processador, bata rapidamente o agrião. Acrescente o cream cheese e a casca de limão e bata mais pouco até formar uma pasta. Tempere e adicione um pouco de suco de limão. Reserve. Espalhe uma camada generosa da pasta de agrião em 4 fatias de pão branco. Cubra com o pão preto e espalhe sobre ele a pasta de tomate. Por último, cubra com o pão branco. Corte os sanduíches ao meio, formando dois triângulos. Decore com miniagrião.

Dica: Para guardar na geladeira, umedeça um pano de prato limpo e coloque sobre os sanduíches para que não ressequem.

Fonte: IG

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Academia lúdica oferece atividades para emagrecer brincando

Aulas de circo, le parkour e modalidades inusitadas tentam converter atividade física em diversão.




Relaxe, divirta-se e malhe com a ajuda do trampolim .
Esqueça os halteres e as máquinas robustas para inflar os bíceps. Delete também as trilhas sonoras que simulam micaretas ou baladas eletrônicas para exorcizar as gorduras em salas de ginástica lotadas. Malabares, colchões enormes, cordas, tecidos e pneus de trator ajudarão a contornar os corpos com adrenalina e animação.

Seu objetivo é perder peso, ficar forte e sarado? Não interessa. Para os professores da academia Vibe Fun, em São Paulo, qualquer resultado no corpo é meramente consequência de saúde e diversão, as únicas coisas que realmente importam no conceito adotado pelo engenheiro François Bonaventure.

Dono de duas academias que reproduzem o modelo quadrado e tradicional de atividade física, o brasileiro com nome europeu resolveu inovar o próprio oficio. Cansado de ouvir as lamentações dos clientes, sempre sedentos por exercícios físicos mais compatíveis com a felicidade, comprou um espaço na Vila Leopoldina, zona oeste da cidade, e quer ganhar dinheiro trocando sedentarismo por diversão.

Respeitável público

Em um amplo galpão, os alunos têm aula de circo, le parkour, treinamento russo, lutas, dança e exercícios funcionais. A grade é adaptada para cada pessoa, que decide, semanalmente, qual a melhor forma de se movimentar com animação.


Técnica circense permite belos movimentos nos tecidos e cordas
Todas as modalidades trabalham o corpo globalmente, e não têm contraindicação. Em média, são dez alunos por turma, número que varia conforme a modalidade e o quórum das aulas.

Segundo Carlos de Barros Sugawara, professor de técnica circense, usar o picadeiro como fitness melhora a coordenação motora, equilíbrio e força, além de queimar aproximadamente 700 calorias durante o treino de 90 minutos.


“São mais de 300 possibilidades de aprendizado. Impossível ensinar todas. Eu foco a parte de acrobacia de solo e aérea. Serve tanto para hipertrofia, definição quanto perda de peso.”

Os exercícios reproduzidos no tecido, na corda lisa, e nas faixas aereas cobram força do abdome e dos braços, postura do tronco e impulsão das pernas. “Não tem como segmentar, todos os músculos são ativados simultaneamente. É uma atividade extremamente completa e lúdica”, diz Sugawara

Os mesmos feitos são conseguidos por quem pretende se aventurar no le parkour. A técnica arrebatou famosos como a atriz Priscila Fantin, e parece, de fato, muito eficaz para movimentar o corpo. Zico Corrêa, um dos primeiros a estudar e reproduzir a modalidade no Brasil, é o responsável por encorajar crianças e adultos a pular muros, escalar paredes, cair sem medo – e com menos impacto – no chão.

O esporte parece exigir o mínimo de consciência corporal e leveza física, porém, é executado também por quem não está no auge da forma física. Segundo o especialista, não há pré-requisitos ou preparo. A ignorância é bem-vinda: o corpo sem vícios é mais fácil de ser moldado.

“O peso não é limitante. Com dedicação e treino também é possível evoluir. A importância de trabalhar com o peso do próprio corpo é um estímulo extra para emagrecer, ajuda bastante.”

Nas aulas de treinamento russo, o Kettlebel – espécie de bola de aço fundido, pesada, com uma alça para encaixar as mãos –, é preciso reproduzir os movimentos com o objeto nas mãos. O trabalho cardiovascular é intenso, sem deixar de exigir força muscular. Cordas e pneus de trator também são instrumentos de trabalho na Vibe Fun e garantem fôlego de maratonista, além do tão desejado corpo enxuto.

“São múltiplas as possibilidades de exercícios. Segurar o Kettlebel não é simples, é pesado, não tem o equilíbrio de halteres, exige muito mais”, pontua Dulho Neves, educador físico.

Lúdico

Além do cardápio diferenciado de modalidades, nos fundos da casa, duas grandes árvores suportam o elástico usado para a prática de slackline, uma fita esticada - no melhor conceito de corda-bamba - que testa a coordenação com caminhadas e manobras. A modalide não tem contraindicação, mas exige um equilibrio hercúleo para percorrer a fita sem se estatelar no chão gramado.

Uma espaçosa sala equipada com vídeo-games interativos também prova que a tecnologia, com algum esforço, caminha contra a obesidade. Todos os jogos exigem movimentação, coordenação e muito suor. Para relaxar, trampolim e cama elástica também estão disponíveis no espaço, sempre ocupado pela presença de um educador físico.

“A ideia é oferecer bem-estar, qualidade de vida e saúde. Queremos que nossos alunos gastem muito tempo no espaço, como um parque de diversão”, conclui Bonaventure.

Fonte:IG

Comentários:

Todo exercício é válido mas tenha sempre o cuidado de ir ao seu cardiologista antes de começar para ter a orientação correta. Se tiver problemas na coluna, joelho ou articulações procure antes seu ortopedista.Assim fará o exercício de acordo com o seu caso, caso contrário, poderá prejudicar parte de seu corpo.

Patrícia Mendes
Nutricionista

Dieta do UFC: lutadores perdem até 10 kg em uma semana

Dieta deve ser restrita aos atletas e feita com supervisão médica. Médicos alertam para o risco desse “emagrecimento” rápido.




Shogun em dia de pesagem no UFC: comemoração ao "bater" o peso
O MMA (Mixed Martial Arts), luta que mistura uma série de artes-marciais, está mais popular do que nunca. Ídolos como Anderson Silva, José Aldo Jr., Maurício Shogun e Júnior Cigano já são reconhecidos e admirados por sua força no octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC) – o maior campeonato de MMA do mundo.

Mas bravura mesmo os lutadores têm que demonstrar na semana pré-pesagem. Para atingir o peso e poder se enquadrar em uma determinada categoria, poucos dias antes da luta eles submetem-se a uma dieta rígida e atividades que lembram sessões de tortura.

Quanto mais o dia da pesagem se aproxima, mais restrito fica o cardápio. A refeição principal (muitas vezes a única do dia) é algo como uma xícara de café com dois biscoitos de gergelim; 80 gramas de salada, 200 gramas de macarrão, 200 gramas de salmão sem sal e um suco de limão sem açúcar. Até água destilada os lutadores tomam com o intuito de acelerar o metabolismo.

Como não é apenas a alimentação que ajuda na rápida perda de peso, para eliminar a maior quantidade de líquido possível do organismo, eles turbinam a queima calórica: usam um body sauna - roupa especial que ajuda o lutador a aumentar a temperatura corporal, suar mais e, consequentemente, perder peso – e passam horas em uma sauna ou em banheira quente, suando desesperadamente.

“É praticamente líquido que se perde. Eles quase não têm gordura para queimar”, diz Sérgio “Babu” Gasparelli, técnico especializado em luta de chão, faixa preta de jiu-jitsu.

“Eu só faço essa dieta na semana da luta, tiro 10 quilos de segunda a sexta”, declarou o lutador José Aldo, ao iG Esporte.

A “dieta”, que também tem uma versão conhecida como Dolce Diet, idealizada pelo nutricionista esportivo americano Mike Dolce, é famosa por conseguir que lutadores com problemas de peso consigam atingir o índice de sua categoria. “Esse método restringe a ingestão de carboidrato a quase zero e induz a um processo de desidratação do atleta. Mas não é saudável perder 10 kg em uma semana. Para uma pessoa normal, isso pode causar danos irreparáveis”, alerta o endocrinologista e médico do esporte Ronaldo Arkader, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.

Até para os atletas o médico aponta riscos. “Eles precisam ser bem acompanhados, por fisiologistas e nutricionistas. É essencial estar atento aos níveis de sódio, de potássio, enfim, de eletrólitos de modo geral para não comprometer a saúde”. Desbalanceado, o organismo pode entrar em pane, levando o atleta a ter de tonturas e câimbras a problemas maiores e mais perigosos.

O técnico “Babu” também condena a dieta do UFC. “Minha teoria é que é melhor perder peso aos poucos. Ou seja, fora da luta não deixar o atleta aumentar tanto o peso. Perder 5 kg quando o combate se aproxima, tudo bem. Agora, perder 10, 12 em tão pouco tempo é loucura. É insalubre”.

Para uma pessoa comum, é totalmente desaconselhável. “Ela não aguentaria e nem faz sentido esse sacrifício. Se uma mulher usar o método com a intenção de ficar em forma para colocar o vestido em uma festa, por exemplo, corre o risco de não chegar a essa festa. Câimbra, tontura e desmaio são algumas das consequências”, compara o técnico de MMA.

E no caso dos lutadores, no dia seguinte à pesagem eles praticamente recuperam tudo o que foi perdido. Seria impossível manter o esquema de fome e fraqueza e depois encarar uma luta no octógono.

A dieta é tão delicada que até a volta da comida deve ser gradual. “O alimento passa a ser rejeitado pelo corpo. É preciso reprogramar o organismo”, diz Arkader. “O lutador tem que começar repondo com soro, líquidos e até papinha de nenê, antes de encarar o prato normal”, finaliza “Babu”.

Fonte:IG

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Sanduíches light

Receitas de sanduíches light para lanches noturnos ou para substituir o jantar esporádicamente.



Peito de peru com mussarela de búfala

Ingredientes
· 2 fatias de pão de forma
· 1 colher (sopa) de maionese light
· 4 rodelas de tomate
· 6 fatias de peito de peru
· 10 fatias de mussarela de búfala
· 10 fatias finas de cenoura

Modo de Preparo
Passe a maionese no pão e recheie com os outros ingredientes.

Sanduíche de kani com cream cheese

Ingredientes
· 3 bastões de kani kama
· 1 talo de salsão
· 2 talos de cebolinha
· 3 colheres (sopa) de cream cheese
· 2 fatias de pão integral

Modo de Preparo
Pique a cebolinha e o salsão em pedaços bem pequenos. Desfie o kani com as mãos e misture com o salsão e com a cebolinha. Aqueça o pão e acrescente a pasta de kani e o cream cheese.

Sanduíche de frango desfiado

Ingredientes
· 2 fatias de pão integral
· 3 colheres (sopa) de frango desfiado
· 1 colher (sopa) de milho cozido
· 1 colher (sopa) cheia de maionese
· 3 folhas de alface americana

Modo de Preparo
Em uma cumbuca, misture o frango desfiado com o milho e a maionese. Passe esse recheio sobre uma fatia de pão, coloque a alface americana. Feche o sanduíche, corte ao meio.

Receita de maionese caseira da chef Fabiana Cesano

Ingredientes para a maionese
1 gema de ovo caipira
10g mostarda de Dijon para aromatizar
100ml azeite de oliva extra-virgem

Modo de fazer a maionese
Cozinhe a gema a 70º C (um ponto antes de levantar fervura). Em seguida, bata a gema e a mostarda no liquidificador, acrescentando aos poucos o azeite em fio até que a maionese esteja firme. Reserve.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mulheres nas lutas

Um espaço que bem pouco tempo atrás era dominado exclusivamente pelos homens e que vem perdendo espaço para as mulheres. Cada vez mais as mulheres estão praticando artes marciais, seja para defesa, controlar os stress ou perder calorias.

Um treino de artes marciais pode consumir até 3 vezes mais calorias que uma aula de ginástica, por isso muitas academias tem oferecido esta modalidade de atividade física em seus quadros, como uma forma de complementar o treino e quebrar a rotina de seus alunos.

Muitas mulheres que praticam lutas relatam que, são ótimas terapias contra o stress diário e alivia a TPM. De fato é verdade a luta exige dos praticantes concentração, disciplina, força entre outras qualidades que rendem um melhor auto controle e um corpo mais em forma. Sem mencionar que as aulas são sempre distintas, o que para quem não gosta de rotina e um ótimo motivo para espantar a preguiça.

Engana –se quem pensa que ao praticar as aulas de lutas iram sair com hematomas ou ferimentos. Esse tipo de treinamento é mais utilizado para quem deseja ter fins competitivos.

Abaixo algumas modalidade para você escolher a que melhor se encaixa com seu perfil:

MMA

Mistura de artes marciais, os praticantes aprendem tanto lutar no chão (tipo Jiu Jitsu) como lutar em pé (tipo Boxe). Ganhou grande notoriedade com o crescimento do evento UFC.

Karate

Arte marcial japonesa que segue a risca a filosofia oriental. Possui vários estilos mais todos seguem uma rigorosa disciplina. Os golpes são rápidos o que exige pensamentos rápidos, além de exigir concentração e auto controle.

Jiu jitsu

Utiliza alavancas e pressões para derrubar, dominar e submeter o oponente, tradicionalmente sem usar golpes traumáticos Basicamente usa-se a força (própria e, quando possível, do próprio adversário) em alavancas, o que possibilita que um lutador, mesmo sendo menor que o oponente, consiga vencer. No chão, com as técnicas de estrangulamento e pressão sobre articulações, é possível submeter o adversário fazendo-o desistir da luta ou desmaiar ou quebrando-lhe uma articulação

Muai Thai

Luta de origem Tailandesa, conhecida como arte das 8 armas ( 2 punho, 2 cotovelos, 2 joelhos e 2 canelas). São usados socos como do boxe, mas a enfase maior é em chutes e joelhadas por isso exige mais força e explosão das pernas.



Judo

Seus principais objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, além de desenvolver técnicas de defesa pessoal. Sua técnica utiliza basicamente a força e equilíbrio do oponente contra ele

Não restringie seus adeptos a homens com vigor físico, estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos.


Rafael Fernandes
Professor e personal trainer da Academia Stella Torreão
Especialista em ADM e MKT esportivo.
Pós graduando em gestão de empresas de fitness e wellness
Professor de Educação Física (CREF 027635)
Tel:(21) 78657860 rádio:10*28437

domingo, 20 de novembro de 2011

Leites especiais para alergias e intolerância a lactose

Intolerâncias, Alergias e Fórmulas Infantis Especiais

São cada vez mais frequentes os casos de bebês com intolerâncias e alergias alimentares. A nutricionista Melissa Evangelista, da Nutriservice, explica ao Semlactose as principais diferenças entre as fórmulas infantis existentes no mercado e dá dicas importantes aos pais.
Melissa explica que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o bebê deve receber o leite materno até os 6 meses de vida, pois é rico em substâncias que fortalecem o sistema imunológico, como anticorpos e prebióticos (fontes de carboidratos benéficos na flora intestinal), fornece tudo o que a criança precisa para crescer saudável além de proteger de futuras infecções e alergias.
Porém, quando as intolerâncias e alergias aparecem, a principal maneira de resolver essa situação sem comprometer o desenvolvimento do bebê é recorrer às fórmulas infantis especiais. O que são essas fórmulas infantis especiais? São fórmulas modificadas com nutrientes específicos para atender as necessidades nutricionais do bebê nos casos de alergias e intolerâncias alimentares.

DIFERENTES TIPOS DE FÓRMULAS PARA ATENDER DIFERENTES NECESSIDADES NUTRICIONAIS

Existem quatro tipos de fórmulas:
1. As extensamente hidrolisadas, passam por um processo em que a proteína é fragmentada para diminuir a chance de reação alérgica.

Fórmulas mais usadas: Alfaré – Alergomed – Pregomin

2. Aquelas à base de soja, onde não existe a proteína animal como fonte protéica, são indicadas nos casos em que há sintomas respiratórios e cutâneos. No entanto, existem alergias intermediadas por células que provocam sintomas gastrintestinais. Quando isso ocorre, a soja não é recomendada para substituir o leite de vaca porque sua proteína também pode causar alergia.

Fórmulas mais usadas: Nan Soy – Isomil – Aptamil Soja 1 e 2 – Supra Soy sem lactose

3. As fórmulas de aminoácidos livres são as únicas que realmente podem ser chamadas de não-alergênicas. Isso porque elas contêm frações protéicas mínimas, o que praticamente anula o risco da doença atacar.

Fórmulas mais usadas: Aminomed – Neocate

4. As fórmulas sem lactose não possuem na sua fonte de carboidrato o nutriente lactose.

Fórmulas mais usadas: Nan sem lactose – Supra Soy sem lactose – Nan Soy – Aptamil Soja

DICAS IMPORTANTES AOS PAIS

As reações do organismo e os níveis de alergia variam de criança para criança. Por isso, não é aconselhável que os pais modifiquem a alimentação de seus filhos sem orientação médica, principalmente na tentativa de substituir o leite de vaca pelo de cabra, por exemplo. Este é um erro comum e não ajuda em nada, já que as proteínas dos dois leites são muito parecidas.
Outro alerta importante: existem leites sem lactose que contém proteína animal como fonte protéica. Se o se o seu filho faz alergia à proteína e você pensa que é intolerância a lactose estará dando a fórmula errada ao seu filho e os sintomas irão continuar. Portanto, é fundamental que você consulte seu pediatra para indicar o tratamento mais adequado. Nunca troque uma fórmula porque você viu uma propaganda ou um relato de amigo. Esta conduta pode ser perigosa já que os sintomas de intolerâncias e alergias são semelhantes e somente um profissional da saúde poderá fazer os exames e chegar ao diagnóstico correto para indicar o melhor tratamento ao seu filho.

Fonte: Melissa Evangelista

sábado, 19 de novembro de 2011

Cinco meses para reduzir a celulite

Alimentação adequada e treino específico são o caminho para melhorar a aparência das pernas.



Exercícios e alimentação adequada para exibir pernas lisas assim no verão.
Quem quiser chegar ao verão sem os tão temidos furinhos nas pernas, quadris e abdome, deve começar a combatê-los desde já.

Predisposição genética, fatores hormonais, alimentação e vida sedentária são os principais fatores que levam ao aparecimento da celulite. Como os dois primeiros são difíceis de mudar, a dica é mexer com o que pode ser alterado: apostar em um programa de exercício e em uma alimentação mais equilibrada.
"Cinco meses é tempo suficiente, até mesmo para um sedentário", afirma Anne Murakoshi, professora de educação física da academia Competition. “Nesse período dá para melhorar bem o aspecto da pele só com exercícios e dieta”, complementa a professora de educação física Regina Bento Oliveira, da academia Contours, em São Paulo. “Mas é preciso disciplina”, ressalta.

A recomendação dos especialistas para acabar com a celulite é fazer exercícios cinco vezes por semana. “Tem que ter dedicação e periodicidade”, complementa Marcus Vinicius Zimpeck, professor de educação física da academia Monday.

“Precisamos combater a gordura e a má circulação, então o ideal é misturar aeróbios e musculação e não focar em apenas um exercício”, aconselha Oliveira. Para quem não tem contra-indicações, a professora indica aulas de jump, em que os movimentos são realizados em cima de um mini trampolim. “Os movimentos estimulam a circulação sanguínea nas pernas, região que concentra os furinhos”, afirma. Murakoshi complementa: "é um dos melhores resultados". Aulas de spinning também são bem recomendadas.

Programa de caminhada e corrida
A musculação deve fazer parte da rotina. “Quanto mais massa muscular, menos flacidez, menos gordura, menos celulite”, diz Zimpeck. E não há porque se concentrar apenas nos membros inferiores: os músculos, em qualquer lugar do corpo, ajudam a queimar gorduras e manter o metabolismo funcionando mesmo em repouso.

O trabalho com peso é essencial principalmente para mulheres magras, que não estão livres desse problema. Nesses casos, os vilões são a flacidez e as comidas gordurosas. “A flacidez acentua o aspecto da celulite”, afirma Oliveira.

Alimentação

Mas de nada adianta suar na esteira e jantar um hambúrguer depois. Exterminar a celulite exige regras rígidas, principalmente no que diz respeito à alimentação. Refrigerantes, bebidas alcoólicas, doces, biscoitos recheados, sorvetes, queijos amarelos, carnes gordurosas, arroz branco e pão são exemplos do que não deve ser consumido. “Não são proibidos, mas permitidos muito ocasionalmente”, afirma a nutricionista Débora Almeida, da academia Contours.

Industrializados, sal e adoçante em excesso também devem ser evitados. Esses produtos retêm líquidos e prejudicam a eliminação de toxinas. A nutricionista ressalta que é fundamental que o intestino esteja funcionando, para que as toxinas possam ser liberadas.


Aspecto casca de laranja da pele pode ser resolvido com exercícios e alimentação correta
Mas existem alimentos que podem turbinar o treino e dar uma ajuda no extermínio da celulite. “Óleo de soja, de canola, castanhas, nozes, carnes mais magras, laranja, e outras frutas ricas em vitamina C, assim como alimentos ricos em em vitamina C, vitamina E e selênio”, indica. Peixes, que são ricos em ômega 3 e têm propriedades anti-inflamatórias, também são boas escolhas.

Fica a dica

A recomendação não é nova, mas deve ser reforçada para quem quer melhorar o aspecto da pele: tomar muita água. De acordo com os especialistas, ela ajuda na eliminação de toxinas e melhora a circulação sanguínea.

Fonte: IG

SUCO VERDE ANTI CELULITE- RECEITA ÓTIMA!

Aprenda a preparar um suco verde anticelulite
Bebida precisa ser consumida em jejum.




Suco feito com couve, lima da pérsia e maracujá ajuda a combater a celulite
A celulite tem três causas principais: a genética, a inflamação do organismo e a retenção de líquido. Contra a primeira, ainda não é possível brigar. As outras duas têm uma importante arma já utilizada pelos dermatologistas e nutricionistas.

A alimentação pode ser vilã ou aliada dos “furinhos” que ganham ainda mais destaque no verão. Açúcares, farinha branca e fritura, em especial quando são transformados em pães, refrigerantes e doces, podem provocar o surgimento destas imperfeições corpóreas e ainda agravar os que já existem. Por outro lado, os alimentos que têm propriedades anti-inflamatórias e diuréticas são perfeitos tanto para evitar o surgimento da celulite como amenizar os danos.

Sabendo disso, a nutricionista Melissa Santos, do Centro Médico de Especialidades do Paraná, ensina a preparar um suco verde ideal para combater as celulites. Segundo ela, para potencializar os efeitos, é preciso ingerir em jejum. Além da receita, Melissa ainda elege os seis alimentos que devem ser reforçados na dieta de quem decidiu subir no ringue contra a celulite. É só conferir:

O suco:
Ingredientes:
2 folhas de couve orgânica;
1 lima da pérsia;
1 maracujá doce (com a membrana branca que cobre as sementes);

Modo de preparo:
Bate todos os ingredientes no liquidificador e tome em jejum. O suco ajuda na desintoxicação do corpo, e a substância crisina presente na parte branca do maracujá é diurética.

Outros alimentos anticelulite




O cereal é aliado na briga anticelulite
Aveia é o único cereal que ajuda o corpo a produzir colágeno, uma importante substância para a saúde da pele.


Sardinhas





Sardinha: independentemente da forma de preparo, este peixe auxilia no processo antiinflamatório do organismo

Sementes de linhaça



Sementes de linhaça, em substituição aos pães, também ajudam o organismo a evitar as celulites

Cebola


Crua ou refogada, a cebola – assim como o alho - é rica em propriedades anti-inflamatórias e ajudam a eliminar a celulite


Maçã


A maçã é outra fruta que ajuda na busca da pele perfeita e pode substituir o maracujá no suco anticelulite.


Abacaxi é outra fruta com propriedade diurética e que ajuda no combate à celulite.


fONTE: IG

Experimente mudar sua alimentação e associe atividade física com regularidade que o resultado será excelente!
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Aprenda a controlar a compulsão por doces

Fazer substituições inteligentes e evitar o jejum estão entre as dicas.



Começar a fazer dieta quase sempre não é fácil. Só de ter que maneirar em alguns alimentos já vem o desânimo, principalmente quando o assunto são os doces.

Uma dieta equilibrada permite que você coma tudo o que quiser, mas sem nenhum exagero. E as besteirinhas, como doces e balas, são os maiores vilões quando a meta é não passar da conta.

De acordo com a nutricionista Roseli Lomele Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, pessoas que comem doces todos os dias acham que jamais conseguirão parar com o açúcar, estabelecendo uma espécie de dependência. "Muita gente acredita que não conseguirá manter uma dieta sem a sensação de relaxamento e bem-estar que as guloseimas proporcionam", afirma.

Mas, já que para tudo na vida dá-se um jeito, é possível se livrar dessa compulsão por açucarados. Siga as dicas da nutricionista e acabe já com esse mau hábito:


Faça um diário alimentar: "Muitas pessoas não se dão conta daquilo que comem", diz a nutricionista Roseli Rossi. Portanto, se você acha que está exagerado nos doces, que tal montar uma lista com tudo o que você come durante o dia e em quais horários? "Quando você vê o total ingerido em uma lista, percebe que pode haver muitos nutrientes faltando na dieta", completa a especialista. Se, ao fazer a lista, você notar que tem açúcar de sobra, corra atrás do prejuízo!

Elimine os doces da sua dispensa: Nada de passar vontade ou conviver com as tentações ao alcance da mão. Evite comprar doces e estocá-los nos armários, geladeiras, gavetas e até mesmo no trabalho. "Muitas vezes, a pessoa alega que compra doces para o filho ou outro membro da família, quando, na verdade, compra pra si", conta Roseli.

Portanto, é hora de tomar coragem e parar de comprar besteiras. É óbvio que nenhum alimento é proibido, mas o ideal é não comprar aos montes um alimento que você sabe ser inadequado, pois sempre pode surgir um momento de fraqueza. "O fato de possuirmos doces em casa aumenta a tentação em ingeri-los", diz a nutricionista Mônica, que afirma que o comportamento saudável deve começar na compra e perdurar no dia-a-dia.

Pare definitivamente ou gradualmente: Isso não é uma regra. Algumas pessoas preferem ser radicais e excluir os doces da dieta por completo para, depois de superado o hábito, inseri-lo na rotina alimentar aos poucos novamente.

Outras preferem o caminho contrário: parar com os doces aos poucos. Segundo a nutricionista, existem casos em que a pessoa sofre de uma espécie de abstinência, ficando nervosa, enjoada ou com dores de cabeça se não comer doces. "Nessas situações, a forma gradual é melhor, pois a seleção de alimentos é naturalmente feita", aconselha.

Procure substituições inteligentes: É importante comer bem do café da manhã até a janta. A nutricionista conta que manter índice glicêmico em níveis normais diminui a vontade por doces. "Ter picos glicêmicos e depois o rebote, ou seja, ficar com o índice glicêmico muito baixo, aumenta a vontade de comer açúcares", diz.

Hoje, é possível incluir alimentos doces em sua dieta sem apelar para os bolos e tortas pouco saudáveis. Frutas frescas ou desidratadas, chocolate amargo combinado a uma fruta, leite com aveia, mel e canela, geleia light com torrada e cookies integrais são algumas opções que a nutricionista Roseli sugere. É sempre importante manter uma alimentação rica em fibras, pois elas aumentam a saciedade e estabilizam o índice glicêmico. De acordo com a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio Libanês, as barras de cereais são uma boa fonte de fibras e aumentam a saciedade. "Contudo, vale ressaltar que as barras cobertas com camada de chocolate devem ser evitadas já que são mais calóricas e ricas em gorduras", completa.

Fuja do jejum: A fim de perder os quilinhos a mais ou driblar as calorias adquiridas pelos doces, muitos optam por pular refeições ou ficar horas em jejum. Essa é a maior das ciladas. Longos períodos em jejum fazem com que nosso índice glicêmico fique extremamente baixo, nos deixando com mais fome, principalmente por carboidratos e açúcares. "É necessário alimentos com mais qualidade e os doces em menor quantidade, em vez de se acabar no açúcar e depois pular refeições", explica a especialista. "Isso só trará malefícios à saúde do paciente".

Não substitua uma refeição por doces: Na mesma linha do jejum, algumas pessoas procuram comer menos no almoço ou no jantar para poder saborear uma sobremesa sem culpa. Essa orientação, porém, está totalmente errada. "Não posso deixar de comer proteína, arroz e feijão só para comer uma torta de morango depois", diz a nutricionista.

Roseli afirma que muitas pessoas fazem essa troca pensando em calorias, mas 100 calorias de arroz e feijão estão longe de ser equivalente a 100 calorias de bolo de chocolate, já que as respostas metabólicas são diferentes. "O aproveitamento de nutrientes que o seu corpo terá com o arroz e feijão é muito maior", esclarece.

Por isso, nada de saborear um doce prejudicando uma refeição saudável e equilibrada, que é tão importante para o seu rendimento físico e mental.

Fonte: Yahoo

Gostou? Faça seus comentários e conte suas experiências! O que deu certo ou não. Isto poderá ajudar outras pessoas.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aprenda a descongelar alimentos com segurança

Nem sempre dá para descongelar alimentos correndo. Aprenda a usar a técnica sem prejudicar a qualidade da refeição.



Descongelar do jeito certo garante frutas e alimentos com propriedades nutricionais originais.

Para conservar as propriedades nutricionais, a textura e sabor dos alimentos e manuseá-los de modo seguro, o descongelamento deve ser feito lentamente. Tentar acelerar o processo, com água ou calor, pode comprometer o resultado. Na pressa, o cozinheiro pode acabar estragando as propriedades do alimento, jogando fora suas fibras e vitaminas e deixando-o com um sabor terrível. Além do risco de haver proliferação de bactérias e fungos nos alimentos, uma vez que ficam expostos. Aprenda os cinco mandamentos para descongelar sem erros. As dicas são da culinarista Maria Helena Zachi, especialista em conservação de alimentos, de São Paulo.


1. Do freezer para a geladeira
Descongelar alimentos em temperatura ambiente, apenas tirando-os do freezer e colocando-os sobre a pia, pode ser mais rápido. Mas não é o melhor. Use a geladeira para descongelar. Programe-se com antecedência para esperar o processo acabar e, assim, a comida ficará mais protegida contra bactérias. Comidas expostas ao clima podem passar direto, em questão de minutos, de descongelada a estragada.

Cada tipo de alimento pede um tempo para descongelar
2. Não coloque produtos sob a água
Isso também pode acelerar o descongelamento mas é aí que vão embora muitas vitaminas do alimento e, na grande maioria das vezes, também o sabor, pois a comida fica encharcada. Isso sem falar no desperdício de água. A melhor escolha ainda é descer o alimento do freezer para a geladeira calculando o tempo. Para carnes (que são as peças mais difíceis de descongelar), fica assim:

De 3 a 5 Kg: 1 a 2 dias de geladeira
De 5,5 a 7 Kg: entre 2 e 3 dias
De 7 a 10 Kg: entre 3 e 4 dias

3. Fique longe das ferramentas
Não use facas, espátulas ou martelos para quebrar as porções de comida que foram congeladas. Isso servirá apenas para destroçar filés ou legumes inocentes que, quando afinal estiverem na temperatura ideal, terão perdido forma e estrutura para cozinhar, assar ou fritar.

Saiba quanto tempo os alimentos duram fora da geladeira e o que acontece se forem consumidos depois desse prazo.

4. O fogão como aliado
Certos alimentos podem, sim, ir direto do freezer para o cozimento. É o caso de carnes moídas, hambúrgueres ou salsicha, por exemplo. Caldos e sopas também podem ser retirados do pote de congelamento e ir direto derreter no caldeirão. Isso não afeta suas propriedades nutritivas.

5. Se há pressa mesmo, apele
Se o bloco gelado se recusa a voltar à vida, uma opção é utilizar a função de descongelamento do micro-ondas (leia no manual do forno o tempo ideal para cada tipo de alimento). Alguns produtos, é bom dizer, não mantém a textura, aroma ou o sabor que teriam ao descongelar apropriadamente na geladeira. A pressa traz essa imperfeição.

Aprendeu tudo ou tem dúvidas?
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Fonte: IG

Sabe arrumar sua geladeira e evitar que estraguem os alimentos?

Saiba onde e como armazenar cada alimento para manter tudo fresquinho por mais tempo.


Nada de chegar do mercado e enfiar tudo na geladeira. Aprenda a armazenar alimentos direitinho
Bagunça nos armários ainda dá para relevar. Mas na geladeira, nunca! E não é uma uma questão de organização, mas de saúde: se mal armazenados, os alimentos perecíveis perdem suas propriedades nutricionais, estragam mais rápido e podem causar problemas sérios como a intoxicação alimentar. Então, se seu refrigerador tem azeitonas embolorando e pizza guardada da semana passada, saia dessa fria e mãos à obra.

Mantenha o gavetão inferior sempre limpo e seco para guardar legumes e hortaliças folhosas, como alface, agrião, rúcula e espinafre, por até quatro dias. E nada de chegar com a compra do supermercado e jogar tudo na geladeira. "Antes de guardar, retire as hortaliças da embalagem, livre-se das folhas murchas e machucadas e coloque tudo em sacos plásticos transparentes e secos", recomenda a nutricionista Madalena Vallinoti, da clínica Personal Diet, de São Paulo. Higienizar os alimenttos antes de guardar também é importante.

As frutas podem ficar nas prateleiras de baixo, fechadas em recipientes plásticos. E só devem ser refrigeradas se estiverem maduras, do contrário, deixe-as do lado de fora até amadurecerem. Nesse espaço também ficam as sobras de comidas, guardadas em potes herméticos, para o cheiro não passar para outros alimentos.

Antes de guardar, deve-se lavar os alimentos
Peixes, aves e carnes podem ser mantidos em suas embalagens originais, nas gavetas, no compartimento extrafrio ou nas prateleiras intermediárias, mas sempre em recipientes plásticos com tampa. “Esse cuidado evita a contaminação de outros alimentos, caso haja vazamento do suco das carnes”, explica a nutricionista. Se não forem consumidos em dois dias (no caso dos peixes, apenas um dia), leve as carnes ao freezer em sacos plásticos próprios para congelamento.

O caso dos ovos é diferente: eles devem ser guardados fora da caixa, que pode ser contaminada no depósito do mercado. O importante na hora de armazená-los é que eles se movimentem pouco para evitar microfissuras na casca imperceptíveis à vista humana. Mas, se estiverem bem encaixadinhos no recipiente da porta, podem ficar ali sem problemas.

Na prateleira superior, que mantém melhor a temperatura por estar próxima ao freezer, arrume os laticínios, como queijos, requeijão, manteiga, leite, iogurtes, sobremesas, além de embutidos e patês. Todos devem ficar em embalagens fechadas, para não deixar odores na geladeira.

Na porta, coloque água, refrigerantes, sucos de caixinha, ervas, especiarias, geleias, condimentos como mostarda e catchup, vidros de azeitonas e conservas. Alimentos comprados congelados vão direto para o freezer. E, uma vez descongelados, não podem voltar para lá.

Carnes e peixes devem ser guardados limpos e separados em pequenas porções, etiquetados com data. Se precisar degelar, faça isso uma vez por mês. Por fim, mantenha o botão de temperatura da geladeira sempre a 4ºC e, pelo menos uma vez por semana, faça uma faxina geral nas gavetas e prateleiras para jogar fora tudo (mas tudo mesmo!) o que estiver estragando. Que tal começar hoje?

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Fonte: IG

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Anorexia na maturidade

Doença já não atinge só meninas e avança entre mulheres com mais de 35 anos.



Quando meninas, elas assistiram a cantora superstar da época morrer de uma doença ainda desconhecida para o público. Karen Carpenter, espécie de “Sandy” do final dos anos 70, recordista de vendas de discos em parceria com o irmão na dupla The Carpenters, nunca mais cantou hits como Close to You por causa da anorexia nervosa. Aos 33 anos, em 1983, o coração da estrela internacional parou de bater e o corpo definhado pela magreza excessiva foi apontado como causa da morte repentina.

As fãs de Karen Carpenter cresceram, acompanharam outras “musas teens” adoecerem do mesmo problema e hoje, mais velhas, são expectadoras – e alvo – de um outro lado dos transtornos alimentares, inédito até para quem sempre tratou da doença: a anorexia deixou de ser uma doença de adolescentes. Agora, também faz vítimas mais maduras.


Casos de anorexia avançam em mulheres com mais de 35 anos
Meninas, adultas e senhoras

A tendência de envelhecimento da anorexia nervosa – reconhecida por sintomas de distorção da imagem (muito magras que se enxergam gordas) e danos físicos e psicológicos severos – é confirmada por Liliane Kijner Kern, psiquiatra do Programa de Orientação e Atenção ao Pacientes com Transtorno Alimentar (Proata), serviço da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ela conta que, nos últimos três anos, as consultas deixaram de ser voltadas só para meninas com idades entre 13 e 21. Hoje, informa a médica, das novas pacientes que buscam a unidade, duas em cada 10 têm mais de 40 anos. As maiores de 30 – faixa etária também considerada tardia para a manifestação do transtorno alimentar – já são quase metade dos casos, representam 40% do total.

"É muito recente. Ainda falta literatura médica até para sabermos como tratar estas pacientes" diz a especialista.

No Ambulatório de Anorexia, Bulimia e outros Transtornos Alimentares (Ambulim), do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), o mesmo fenômeno foi diagnosticado: 13,5% das 289 pacientes internadas durante o ano passado por causa do distúrbio tinham passado dos 35 de idade – mas pesavam pouco mais de 20 quilos.

Superstar do final dos anos 70, Karen Carpenters morreu aos 33 anos por causa da anorexia
A explicação dos especialistas para uma parte das pacientes mais velhas adotar o esquema “dieta zero” já em uma faixa etária mais avançada é simples: elas não são adolescentes, mas continuam expostas e pressionadas por um padrão de beleza muito magro. As propagandas de xampu, hidrante e sutiã são as mesmas, independentemente da idade.

Na Espanha, segundo estudo apresentado em outubro do ano passado durante o Congresso Nacional de Organização de Idosos, foi evidenciado que até as senhoras podem ser vulneráveis à doença. Nos serviços de saúde espanhóis foi apurado que os casos de anorexia em pacientes com mais de 60 anos haviam triplicado, passando de 1,5% do total para 5% dos atendimentos.

Fatores múltiplos

Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto , 67 anos, ajuda a entender o avanço de casos de anorexia em mulheres da mesma idade. Ela nunca havia se preocupado com as curvas até os 55 de idade. Prestes a virar uma sexagenária, confrontada com o espelho, não gostou da imagem que viu. Lembrou que o manequim não era mais 38, viu que as colegas de trabalho eram mais jovens e mais magras e ainda tinha de conviver com os mistérios da menopausa e a dificuldade de manter o peso por causa dos remédios para controlar o colesterol. “Poderia ter pirado ali”, acredita.

A Heloísa que reúne os anseios de muitas mulheres de sua faixa etária é a Helô Pinheiro, a garota de Ipanema, eterna musa e ainda assim vulnerável aos desafios trazidos com o passar dos anos. Ela não caiu nas estatísticas de transtornos alimentares. Aprendeu a admirar a própria beleza, mas conta que muitas colegas de faixa etária semelhante não tiveram a mesma sorte.

Helô PInheiro conta os segredos para ficar em paz com o espelho mesmo o reflexo não mostrar mais a mesma Garota de Ipanema
Liliane, a psiquiatra da Unifesp, explica que, de fato, não é só a insatisfação com o corpo que desperta a anorexia entre as pacientes mais velhas. “O gatilho pode ser uma separação do marido, a ausência dos filhos, a sensação de estagnação no trabalho”, completa.

Vaidade fatal

Como são maiores de idade e têm renda própria, as doentes com mais de 40 conseguem ainda usar outras formas de agredir o corpo que vão além restrição alimentar. Acabam repetidas vezes nos consultórios de cirurgiões plásticos na tentativa obsessiva de mudar a forma física, pontua o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Sebastião Guerra.

“As pacientes psiquicamente transtornadas geralmente se apresentam de forma confusa, desejando na maioria das vezes o que é considerado impossível”, alerta Guerra. Para ele, é necessário o reconhecimento deste tipo de caso por parte dos profissionais da área. Não só o bisturi, mas dietas malucas também podem deformar o corpo. Além da magreza, o resultado pode ser osteoporose, fraturas e até a morte, todas consequências associadas à anorexia nervosa.

Limite da sobrevivência

Os casos mais graves de anorexia nervosa tratados na Unifesp e no Ambulim – reúnem muitos exemplos de mulheres que chegaram até o limite da sobrevivência.

Independentemente da idade, todas que precisam passar meses nos leitos hospitalares ficam com uma penugem em volta do corpo em resposta à ausência absoluta de gordura e aos batimentos cardíacos ameaçados pela falta de peso. Fábio Salzano, psiquiatra responsável pelo atendimento do Ambulim, diz que as internações dessas pacientes são longas, por cerca de um ano – para efeitos de comparação, os dependentes químicos ficam internados, no máximo, três meses. Dos transtornos psíquicos, explica ele, a anorexia é o mais letal. “A mortalidade chega a 10% dos casos”, afirma.

“Não há o menor glamour. O preço pago é muito alto”, define a especialista da Unifesp, Liliane Kern, que diz encontrar só uma diferença entre as mais novas e as mais velhas com anorexia.

“Se para a adolescente o tratamento tem foco na família, as mais velhas só podem contar com elas mesmas. Todo o esforço de recuperação depende delas”, explica.

Fonte: IG

15 sinais de bulimia

Conheça comportamentos que podem indicar a presença da doença, predominante em mulheres jovens.






Provocar vômitos para eliminar o que foi comido é um dos sinais da bulimia.

Comer em excesso e provocar vômitos para eliminar a culpa por ter comido é uma doença conhecida como bulimia. Caracterizado por um comportamento compulsivo e doentio em relação à comida, esse transtorno alimentar é mais comum em mulheres jovens, e pode até matar se não for identificado e tratado adequadamente.

A Associação Nacional de Distúrbios Alimentares (NEDA), dos Estados Unidos, elaborou uma cartilha com informações e orientações sobre a doença, e dicas úteis para quem tem ou convive com o problema. O Delas selecionou 15 sinais de alerta que podem ajudar a identificar a bulimia. Como em toda doença, a presença de indícios não significa que a pessoa tem o problema, o diagnóstico deve ser feito por um especialista. Se perceber algum dos comportamentos listados em alguém próximo de você, procure orientação sobre como ajudar conversando com um médico ou um psicólogo.

Preste atenção em:

1 – Comportamentos e atitudes que indicam preocupação excessiva com perder peso, fazer dieta ou controlar a quantidade de comida ingerida

2 – Desaparecimentos inexplicáveis de grandes quantidades de comida da despensa em períodos muito curtos de tempo

3 – Grandes quantidades de embalagens de alimentos vazias (elas podem ser um indicativo do consumo compulsivo de grandes quantias de comida)

4 – Visitas frequentes ao banheiro ao longo ou depois das refeições

5 – Dentes manchados ou amarelados e hálito de vômito constante

6 – Cartelas ou embalagens vazias de laxantes e diuréticos no lixo do banheiro ou da cozinha (são indícios de comportamento purgatório)

7 – Sensação clara de desconforto ao comer na frente de outras pessoas

8 – Rituais relacionados à comida ou à alimentação (comer apenas um alimento ou um grupo específico de alimentos, mastigar excessivamente a comida ou evitar que o alimento toque os lábios ao ser colocado na boca)

9 – Ingestão de porções muito pequenas de comida nas grandes refeições do dia (como o almoço) ou na pulada muito frequente de refeições

10 – Atitudes bizarras em relação à comida (sem motivo algum, roubar ou esconder alimentos em lugares estranhos da casa ou do quarto)

12 – Uso exagerado de enxaguatórios bucais, pastilhas e chicletes de menta (eles ajudam a mascarar o hálito de vômito)

13 – Uso constante de roupas folgadas, que escondam os contornos do corpo

14 – Dedicação incansável a regimes de exercícios intensos e rígidos demais, mantidos independentemente do clima, do cansaço ou de alguma doença ou lesão muscular

15 – Calos nas costas das mãos ou nas juntas dos dedos (são uma espécie de cicatriz da repetição frequente do ato de provocar o vômito colocando os dedos na garganta)

Onde encontrar informações e ajuda:

Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim)

Programa de Orientação e Assistência aos Transtornos Alimentares (Proata)

Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota)

Grupo de Apoio e Tratamento dos Distúrbios Alimentares (Gatda)

Grupo de Estudo e Assistência em Transtornos Alimentares (Geata)

Grupo de Estudos em Nutrição e Transtornos Alimentares (Genta)

Fonte: IG

Anorexia: dicas para abordar o assunto

Falar sobre o problema não é fácil, mas é importante tentar. Veja como.





Dieta extrema: anorexia pode levar à morte
Se suspeita de que alguém próximo a você sofre de anorexia nervosa, é importante tentar ao menos conversar sobre o assunto.

O site do governo americano especializado em saúde da mulher oferece as seguintes sugestões para abordar o tema com uma anoréxica próximo a você:

1. Escolha um momento para ter uma conversa privada, quando nenhuma das duas esteja distraída

2. Expresse sua preocupação sobre os hábitos alimentares dela

3. Sugira que ela converse com um profissional de saúde sobre seus hábitos alimentares

4. Não seja incisiva demais em suas recomendações, por outro lado, concentre-se em demonstrar a sua preocupação com ela

5. Se ela tem noção de que está comendo muito pouco, explique que o tratamento é mais complicado do que simplesmente começar a comer regularmente novamente e estimule-a a procurar ajuda

6. Assegure a ela que você vai sempre estar presente para escutá-la ou apoiá-la

Fonte: IG

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Focaccia recheada com abobrinha grelhada



Ingredientes

Massa

300 g farinha de trigo

180 g leite integral

24 g manteiga

24 g açúcar refinado

18 g fermento biológico fresco

6 g sal



Abobrinha grelhada

2 abobrinhas

10 g sal grosso

70 ml azeite de oliva




Modo de Preparo
Preparar a massa usando método direto. Dar o ponto com o leite. Bater por 5 minutos em velocidade baixa e mais 5 em velocidade alta
Descansar a massa por 15 minutos.
Abrir a massa numa assadeira bem untada com azeite.
Em metade da massa colocar a abobrinha grelhada cortada em lâminas finas e levemente grelhada.
Dispor a metade sem recheio sobre a metade com recheio.
Deixar fermentar até dobrar de volume.
Fazer a cobertura com o azeite, sal grosso e ervas e levar para assar a 180º C por cerca de 15 minutos, calor seco.


Fonte: IG

Bruschetta de queijo brie com geleia de morango diet



Rendimento: 1

Ingredientes
1 fatia de pão italiano

5 colheres (sopa) queijo brie

3 colheres (sopa) de geleia de morango diet

Salsa crespa para decorar

1 pimenta dedo-de-moça


Modo de Preparo

Toste o pão em uma grelha, de ambos os lados. Disponha a queijo brie no centro do pão e leve rapidamente ao forno, para derreter o queijo. Retire do forno e espalhe o queijo com uma colher. Regue a bruschetta com geleia de morango. Decore com a salsa e a pimenta dedo-de-moça. Sirva imediatamente.



Fonte: IG

Salgadinho de espinafre


Rendimento: 10

Ingredientes

Massa

2 maços de espinafre

½ xícara (chá) de cebola ralada

3 claras

1 ovo inteiro

1 colher (sopa) de farinha de trigo

Cheiro verde a gosto

1 colher (sopa) de ricota

1 tablete de caldo de galinha


Recheio

1 colher (sopa) de ricota

150 g de queijo cottage

200 g de tomate seco

Sal a gosto


Modo de Preparo

Cozinhe o espinafre em uma panela tampada mexendo até murchar. Deixe esfriar e bata no liquidificador. Em uma tigela, misture a cebola, as claras, o ovo, a farinha de trigo, o cheiro verde, a ricota, o caldo de galinha e o espinafre. Mexa bem e coloque em uma forma untada com margarina light e asse em forno preaquecido em temperatura média (180ºC) por aproximadamente 20 minutos. Retire e deixe esfriar. Para o recheio, bata no liquidificador os ingredientes. Em seguida, corte os salgadinhos com a ajuda de um cortador de biscoitos. Faça um corte no meio, coloque o recheio e leve para o forno novamente por mais 5 minutos.

Fonte: IG

domingo, 13 de novembro de 2011

Pequenos hábitos ajudam a acabar com o estômago pesado

Uma boa digestão é fundamental para acabar com a gordura acumulada e com o mal-estar.


Sabe como sua dieta pode render melhor? Com uma boa digestão. Esse processo é fundamental já que quando os alimentos mal digeridos se acumulam vão, com o tempo, se transformar em gordura. Fora que ninguém gosta de ficar com aquela sensação de estômago pesado, não é mesmo? A notícia boa é que você pode deixar sua digestão muito mais fácil incluindo em sua rotina pequenas atitudes que, após aquele prato delicioso, farão a diferença. Sem contar com a ajuda que darão a sua saúde. Por isso, a nutricionista Roberta Stella, do programa Dieta e Saúde, dá alguma dicas abaixo de como hábitos simples podem livrar você da sensação ruim ao comer. Confira:



1) CHÁ
Hora de comer, não de beber! Isso mesmo, o ideal é sempre evitar beber líquidos na hora das refeições. "O líquido dilui o ácido clorídrico fundamental para o processo digestivo, pois é esse ácido que vai transformar a comida engolida em partículas menores, mais fáceis de serem absorvidas. O ideal é não beber nada meia hora antes ou meia hora depois de comer." Caso você não consiga ficar com a boca seca, opte pela boa e velha água. Mas em pequena quantidade, ok?
Chazinho para finalizar. A nutricionista do Dieta e Saúde ainda indica que beber uma xícara de chá depois das refeições é uma ótima pedida para se livrar da sensação de inchaço."A quentura dessa bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais."


2) SONO
Descanse um pouquinho, mas não durma! Logo após as refeições é bom evitar realizar atividades físicas intensas e, no outro extremo, evitar dormir. "O sono depois de comer faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também são ruins porque reduzem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, que produz toxinas geradoras do mal-estar", ensina Roberta Stella.

3) MASTIGAR BASTANTE
Mastigação aliada. A correria do dia a dia acaba nos levando para a correria na mesa também e acabamos não mastigando direito os alimentos. "É ruim porque o estômago e o intestino têm dificuldade para absorver os nutrientes, já que a comida chega maior no organismo". Resultado? Problemas de gases em excesso e abdômen inchado. Fora que seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você fatalmente ficará com mais sono e cansaço, após as refeições.

4) LÍQUIDOS
Hora de comer, não de beber! Isso mesmo, o ideal é sempre evitar beber líquidos na hora das refeições. "O líquido dilui o ácido clorídrico fundamental para o processo digestivo, pois é esse ácido que vai transformar a comida engolida em partículas menores, mais fáceis de serem absorvidas. O ideal é não beber nada meia hora antes ou meia hora depois de comer." Caso você não consiga ficar com a boca seca, opte pela boa e velha água. Mas em pequena quantidade, ok?

Fonte: Yahoo

Úlceras no estômago e no duodeno podem levar à morte

Dor abdominal, gases e náuseas podem ser sintomas da doença


Vistas como doenças comuns, as úlceras no estômago e no duodeno podem, na verdade, trazer sérios riscos para a saúde, podendo até mesmo levar à morte por sangramentos excessivos e perfurações desses órgãos. A gastroenterologista e hepatologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia Marta Deguti explica que às vezes os sintomas não aparecem por um longo tempo e, subitamente, ocorre uma crise. "Indivíduos com dor abdominal de fortíssima intensidade, vômito com sangue e fezes negras e fétidas devem procurar o serviço de emergência", alerta.

Um dos principais sintomas que se manifestam é a dor abdominal, geralmente na parte superior central, logo abaixo do osso esterno. "Costuma ser uma dor que vai e vem, e que melhora quando o indivíduo usa antiácidos. Pode piorar após a refeição, e esse incômodo pode chegar a despertá-lo do sono pela forte intensidade", descreve a especialista. O portador de úlcera gástrica ou duodenal também pode ter mal-estar, sensação de desconforto digestivo, impressão de ficar muito cheio após as refeições, gases, náuseas e salivação excessiva.


"Os sintomas são variáveis e não há como diferenciar úlceras de indigestões inocentes apenas pelo padrão deles. Portanto, um médico deve ser sempre consultado", aconselha Marta. A necessidade de ir a um gastroenterologista é ainda maior se a pessoa tiver mais de 40 anos, souber de antecedentes de casos de infecção pela bactéria Helicobacter Pyori, úlcera ou câncer de estômago na família ou estiver usando remédios que afetem o sistema digestivo e a coagulação.

O que causa as feridas é um desequilíbrio na ação do ácido gástrico, que normalmente auxilia na digestão dos alimentos e combate bactérias. Os fatores mais comuns que levam a isso são infecção pela Helicobacter Pylori, que responde por cerca de 85% dos casos, e uso de anti-inflamatórios não-esteroidais. "São remédios como diclofenaco, aspirina e ibuprofeno, muito conhecidos e às vezes utilizados de maneira banal em entorses e resfriados. É bom ressaltar que essas medicações são perigosas e podem provocar úlceras", diz. Estresse, álcool e cigarro também podem ser responsáveis.


O diagnóstico é feito pela endoscopia digestiva, exame em que o médico consegue visualizar o esôfago, o estômago e o duodeno com um aparelho de fibra ótica. O teste ainda permite a realização de uma biópsia, para quando há dúvidas.

Os tratamentos podem ser clínico ou cirúrgico. Marta explica que o primeiro usa medicamentos que neutralizam a agressão da mucosa pelo ácido. O segundo, que, no passado, foi a opção mais indicada, está em desuso. "As exceções são as pessoas que não respondem às medicações ou apresentem quadros complicados, seja por hemorragia grave, perfuração ou ainda estenose e obstrução, isto é, impossibilidade do bolo alimentar progredir para o intestino delgado", explica a médica.

A prevenção das úlceras não é exatamente fácil, já que elas podem estar ligadas a fatores genéticos. A alimentação, de acordo com Marta, influencia pouco. "No passado, enfatizava-se muito a necessidade de controle cuidadoso da dieta, evitando itens apimentados, gordurosos e ácidos. Mas hoje sabemos que os hábitos alimentares são pouco relevantes na evolução dos sintomas", diz a gastroenterologista.

De toda forma, ela recomenda cuidar da qualidade de vida para manter a saúde em dia. "É importante alimentar-se em horários regulares e em quantidades moderadas, não se automedicar e não usar anti-inflamatórios abusivamente, evitar cigarro e bebidas alcoólicas, controlar o estresse e realizar consultas médicas periódicas".

Fonte: Yahoo

Comentários:

Apesar de novos estudos mostrarem a pouca influência de modificação na alimentação na melhora do quadro, não é isto que vejo na prática clínica. Hábitos saudáveis, exercício e a retirada de determinados alimentos ajudam SIM na melhora do quadro.

Patrícia Brigagão Mendes

Ingerir pouca proteína prejudica funcionamento do sistema digestivo

Carência do nutriente no organismo compromete absorção de nutrientes



Uma dieta pobre em proteína provoca a atrofia e a redução dos neurônios do gânglio celíaco, uma parte do sistema nervoso simpático fundamental. É ele que inerva os neurônios da parede do intestino delgado, porção que realiza os movimentos peristálticos e o controle da absorção de nutrientes. A falta de proteína na alimentação também é responsável pela morte dessas células nervosas, constataram pesquisadores da Universidade de São Paulo em um estudo feito em colaboração da Universidade de Liverpool, da Inglaterra.

Segundo a nutricionista do Grupo de Apoio Nutricional Enteral e Parenteral (Ganep), Isis Tande da Silva, 15% da ingestão diária de alimentos deve ser constituída de proteínas. Peixe, soja e grão de bico são, segundo a especialista, fontes de proteínas.


"Elas são extremamente importantes, já que são utilizadas na formação de toda estrutura do corpo e na regulação de várias reações fisiológicas. O único cuidado a ser tomado é que alguns alimentos ricos em proteínas, como carnes vermelhas e leite, são ricos em gordura saturada", explica. As proteínas são compostos hidrosolúveis. "Dessa forma, quando comparada à digestão das gorduras, insolúveis em água, sua digestão ocorre de forma mais rápida e fácil", diz.

Isis afirma que os três macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) devem ser consumidos durante todo o dia, distribuídos entre as refeições. "O fundamental é que estejam presentes na dieta, juntamente com vitaminas e minerais presentes em frutas e verduras, constituindo assim uma alimentação saudável", destaca.

Digestão da proteína
Isis explica que as proteínas têm sua digestão iniciada no estômago. "Ao longo de todo o trato gastrintestinal, enzimas proteolíticas atuam de modo a reduzi-las a aminoácidos. Assim, monossacarídeos e aminoácidos são absorvidos nas células intestinais", afirma.


No total, são 23 aminoácidos. Desses, quinze podem ser sintetizados pelo próprio corpo, enquanto oito devem vir dos alimentos. Uma dieta rica em frutas, verduras, nozes, sementes, brotos ou legumes, garante os oito aminoácidos necessários.

O conteúdo de aminoácidos utilizáveis nos vegetais é muito superior ao encontrado em alimentos de origem animal. No entanto, o calor do cozimento coagula ou destrói muitos aminoácidos que perdem sua função para o uso do corpo. Por isso, prefira sempre alimentos frescos.

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Fonte: Yahoo

sábado, 12 de novembro de 2011

Alergia e Intolerância Alimentar

Nossa alimentação atual é muito mais complexa, industrializada e aditivada, aumentando, com isso, a frequência de pessoas com reações adversas aos alimentos.

A alergia alimentar é uma resposta imunológica do organismo à proteína do alimento, que pode ser causada principalmente pelo consumo de leite de vaca, ovo, peixe, crustáceos, soja, trigo e amendoim. O organismo reage a essas proteínas como se fossem substâncias estranhas que precisam ser combatidas, desencadeando manifestações alérgicas como diarreia, urticária ou sintomas respiratórios. Por vezes confundem-se reações clínicas decorrentes de intolerância alimentar com alergia alimentar. Alergia alimentar é um termo utilizado para descrever reações adversas a alimentos, dependentes de mecanismos imunológicos, e nem sempre ocorrem de imediato. Pessoas com alergia ao glúten podem comer trigo e apresentarem sintomas 3 dias após, dificultando o diagnóstico.

A intolerância à lactose, por exemplo, é a falta ou deficiência da produção de uma enzima chamada lactase, que serve para digerir a lactose – o açúcar do leite. Quando não absorvida, ela é fermentada por bactérias do intestino causando distensão abdominal, gases, cólicas, diarreia e cãibras.

Muitas pessoas descobrem que são alérgicos a alimentos quando percebem que fazem dieta e não perdem peso. No cardápio diário, fazem várias refeições incluindo leite, queijo, iogurte ou outros alimentos alergênicos. Esses alimentos podem aumentar a permeabilidade do intestino em pessoas suscetíveis, favorecendo a passagem do lúmen intestinal para a corrente sanguínea de macromoléculas que podem ser entendidas pelo sistema imunitário como superantígenos e, posteriormente, podem ser a etiologia de alergias e doenças auto-imunes. A penetração desses alimentos mal digeridos pode ainda dificultar o mecanismo de detoxificação do fígado, levando à fadiga e dificultando a perda de peso.

Em adultos, a alergia alimentar pode surgir depois de um tratamento prolongado de antibióticos ou estresse, que podem prejudicar o sistema imunológico.

Quanto à alimentação, em caso de intolerância à lactose, o paciente pode suportar o consumo de derivados de leite, como iogurtes, por possuírem baixa quantidade de lactose. Mas não basta excluir os alimentos suspeitos! Caso a devida substituição não seja feita de forma adequada, pode levar a carências nutricionais, alterando ainda mais a imunidade, deixando o organismo sujeito ao aparecimento de doenças crônicas. No caso de alergia à proteína, leite e derivados são retirados e substituídos por soja, leite de quinua ou de arroz, de acordo com a tolerância do paciente. Para um planejamento alimentar balanceado, um nutricionista funcional deverá ser consultado.



Produtos que contêm leite e derivados ou que podem ter sido adicionados:

Iogurte
Manteiga
Maionese industrializada
Margarina

Biscoitos recheados
Creme para café

Queijos
Nata / creme de leite /chantilly
Requeijão
Coalhada
Pudim / Manjar
Sorvete
Sopas instantâneas cremosas
Molhos cremosos para salada
Purê de batatas / aipim / batata cremosa
Empanados
Achocolatados

Cookies

Panquecas, pastas e pizzas

Pães e massas em geral

Frituras

Fórmulas para reduzir peso

Aspirina

Ritalina

Pílulas anticoncepcionais


Fonte: Funcionali

DIABETES- SAIBA MAIS SOBRE ESTA DOENÇA

Pesquisa mostra desconhecimento da população sobre o diabetes
.DIA MUNDIAL DO DIABETES 2011



A doença é uma das que mais avança sobre a população mundial, mas sua prevenção e tratamento ainda geram muitas dúvidas e incertezas na população em geral: menos da metade dos entrevistados souberam dizer o que é diabetes.

Um levantamento inédito realizado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), com apoio da Bayer Health Care, e participação de mais de 2.000 pessoas confirma: a população ainda tem dúvidas sobre o que é o diabetes e como a doença pode ser controlada. De acordo com a pesquisa, 38% acredita que diabetes tem cura e menos da metade dos entrevistados (49%) soube defini-la. E mais: apenas 50% dos participantes afirmaram que um diabético pode levar uma vida normal.

No entanto, é importante que todos saibam como prevenir essa que é uma das doenças crônicas que mais avança entre a população mundial. Dados da Federação Internacional do Diabetes estimam que hoje existam cerca de 250 milhões de pessoas com a doença em todo o mundo e esse número deve chegar a 380 milhões em 2025. “O aumento de casos de diabetes, especialmente do tipo 2 em países em desenvolvimento, decorre de alguns fatores como aumento da obesidade, do sedentarismo, dos maus hábitos alimentares e do próprio envelhecimento da população”, explica o Dr. Walter Minicucci, vice-presidente da SBD e médico assistente da Disciplina de Endocrinologia da Unicamp.

Entre os principais dados trazidos pelo levantamento ainda estão:

69% dos participantes demonstraram conhecimento sobre os fatores de risco para o diabetes;
63% das pessoas disseram que conhecem alguém com diabetes, sendo que 49% são membros da família;
51% dos entrevistados não sabiam diferenciar os tipos da doença: tipo 1, tipo 2 e diabetes gestacional;
38% afirmaram que o diabetes tem cura;
85% desconhecem ou subestimam o número de diabéticos no Brasil, sendo que;
61% acha que existem em torno de 2 milhões de doentes no País.

De acordo com o Dr. Minicucci, é fundamental que as pessoas sejam mais informadas sobre como prevenir e tratar o diabetes. Quando não controlada adequadamente, a doença pode acarretar complicações graves como retinopatia diabética – que pode causar perda visual definitiva –, catarata precoce, alteração da função renal que pode levar o paciente para a hemodiálise, alterações neurológicas que podem ocasionar dores em membros inferiores e atrofias musculares e complicações cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral - AVC).

“Mas também é preciso lembrar que nada disto ocorrerá se o tratamento for efetivo e contínuo”, reforça o especialista. “Uma rotina de atividades físicas deve ser incorporada por quem quer prevenir a doença e faz parte do tratamento dos pacientes com diabetes”, conta Dr. Walter Minicucci. A prática de exercícios físicos é importante, pois colabora para a redução dos níveis de glicemia no sangue e melhora a ação da insulina. Além disso, ajuda a manter o corpo enxuto, eliminando o excesso de peso.

Para o endocrinologista, a obesidade é uma das grandes vilãs quando o assunto é diabetes: “as pessoas com excesso de gordura no corpo, principalmente aquela concentrada na região abdominal, precisam emagrecer para diminuir os riscos de desenvolver o diabetes tipo 2”, explica o médico. “Para os homens, o ideal é manter a medida da cintura abaixo dos 100 cm, já para as mulheres, o melhor é a medida abaixo dos 82 cm”, afirma o Dr. Minicucci.

Gostou? Quer saber mais? Faça seus comentários e tire suas dúvidas!

Fonte: SBD