quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dossiê: bebidas não alcoólicas


As vantagens e desvantagens de saborear algumas das bebidas mais presentes no dia a dia
Dê preferência aos sucos naturais, mais ricos em vitaminas.
Não tem conversa: a água é, de longe, o líquido mais saudável para consumir. “Não há substituto à altura dela. Trata-se do solvente universal do corpo humano, responsável por umedecer os tecidos, regular a produção de calor e transportar nutrientes e resíduos. Assim, bebidas que contêm outras substâncias só tendem a aumentar a necessidade de tomar água”, confirma a nutricionista Neila Wendling, do Conselho Regional de Nutricionistas da 8ª Região – Paraná (PR).

Mas, infelizmente, nem todo mundo consegue se contentar apenas com esse refresco. Por isso, o iG Saúde foi atrás de informações sobre outros tipos de bebidas que lotam as prateleiras dos supermercados e, de alguma forma, acabam entrando na rotina alimentar. Conhecendo mais sobre cada uma, é possível fazer escolhas melhores e mais saudáveis na hora de matar a sede. Saiba mais sobre chá, suco de frutas, refrigerante, águas saborizadas e levemente gaseificadas, água de coco, bebidas isotônicas, leite de vaca, leite de soja e café.

Suco de fruta

Assim como o chá, o melhor é apostar na versão natural, preparada com a fruta fresquinha. Opte por não colocar açúcar na bebida, já que isso aumenta bastante o valor calórico do refresco. Se não der para utilizar frutas in natura, uma boa é investir nas polpas congeladas, que mantêm o potencial nutritivo. Para aproveitar os benefícios dos ingredientes, sugere-se consumir a bebida logo após o preparo.

Para Amanda Buonavoglia, nutricionista Associação Paulista de Naturologia (Apanat), “sucos com polpas congeladas são interessantes para um lanche da tarde, principalmente se forem batidas com leite ou iogurte natural. Assim, além de refrescante, a bebida se torna fonte de cálcio”. Sucos especiais - desintoxicantes, energizantes, etc - podem garantem saúde e bem-estar.

Agora, se falta tempo para criar as próprias receitas, é bom saber que, apesar de mais práticas, as versões industrializadas são justamente as menos vantajosas do ponto de vista nutricional. Isso porque além de apresentar um teor bem reduzido de vitaminas e minerais reúnem boas doses de açúcar, aromatizantes e corantes artificiais. De qualquer forma, todas as opções oferecem calorias, portanto, nada de exageros!

Chá

De preferência, prepare-o com água fervente e ervas, pois assim é possível preservar o conteúdo de fitoquímicos – compostos orgânicos que agem sobre funções do organismo. É importante ressaltar que cada erva provoca um efeito e, por isso, seu consumo deve estar atrelado à necessidade de cada pessoa. Por exemplo: alguns chás são calmantes, como aqueles feitos com camomila, hortelã e melissa.


Outros são estimulantes, como os de ginseng e guaraná. Há também há os digestivos, tais como o de boldo-do-chile, sálvia e cravo-da-índia, e os famosos “emagrecedores”, como os chás verde, branco, preto e vermelho.

Apesar de existirem ervas que alegam tratar uma infinidade de problemas, deve-se ter em mente que o consumo exagerado pode comprometer o funcionamento saudável do organismo em vez de beneficiá-lo. Por outro lado, “se achar mais prático tomar a bebida industrializada, saiba que o teor de fitoterápicos é reduzido e o produto geralmente apresenta conservantes e flavorizantes artificiais”, lembra José Irineu Golbspan, médico nutrólogo de Porto Alegre (RS). Alguns chás são terapêuticos e ajudam a proteger a saúde.

Refrigerante

Que tal trocar o refrigerante por opções como o suco de frutas ou a água de coco?
Para os amantes dessa bebida, um aviso: não há nada de bom para falarmos sobre ela, já que seu conteúdo é formado basicamente por aditivos químicos e açúcar. “As versões diet, light ou zero também não oferecem vantagens, pois o açúcar somente é substituído por adoçantes artificiais, que são substâncias químicas de difícil eliminação pelo fígado”, avisa o especialista de Porto Alegre.

Quer mais motivos para excluir os refrigerantes da dieta? Aqui vão: eles estão relacionados ao aumento de peso, a maior risco de problemas cardiovasculares, à distensão abdominal e, como se não bastasse, podem favorecer o surgimento de cáries e a baixa densidade óssea (o ácido fosfórico presente no refrigerante do tipo cola é conhecido por retirar atrapalhar a absorção desse mineral). Se a tentação for maior e não der para evitar a bebida, o ideal é limitar bastante seu consumo (que tal uma vez na semana?).

Águas saborizadas e levemente gaseificadas

As águas saborizadas são bem similares aos sucos em pó em relação ao valor nutricional, apresentando teor reduzido de vitaminas e minerais e quantidades consideráveis de sódio e aditivos químicos. De acordo com Neila, do CRN-8, “a única indicação seria para pessoas que não conseguem tomar água pura. Ainda assim, devido à composição, o consumo deve ser limitado”.

Já as águas descritas como “levemente gaseificadas” são, na verdade, refrigerantes (basta ler o rótulo!). Quando comparadas às bebidas mencionadas no tópico acima, percebe-se que contêm menores quantidades de aditivos e açúcar. E só. Ou seja: não adianta investir nesse produto para substituir o refrigerante, ok? Afinal, ele também está longe de ser uma opção saudável.

Dica: Já pensou em fazer sua própria água saborizada? Pois então anote aí a dica da nutricionista da Apanat: em uma jarra de vidro cheia de água coloque algumas folhas de hortelã, meia maçã cortada em pedaços e uma rodela de gengibre.

Água de coco
Formada por água, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, magnésio e cloro, trata-se de uma bebida natural e muito saudável. Por ter um conteúdo similar aos fluidos do nosso corpo, é considerado um isotônico, excelente para reidratar o organismo – principalmente após atividades físicas intensas.

Por causa do índice glicêmico elevado, portadores de diabetes devem consumir a bebida com cautela. Apesar de não ser altamente calórica – um copo fornece cerca de 40 kcal e 10 gramas de carboidratos – a recomendação geral é que não haja abusos. Vale lembrar que as versões industrializadas podem conter aditivos e até glucose, mas, no final das contas, são muito mais benéficas do que os refrigerantes.

Bebidas isotônicas

Essas bebidas ganham esse nome quando carregam compostos que as tornam similares ao soro do nosso corpo. Por isso, só faz sentido consumi-las após atividades físicas intensas, que provocam a perda de uma grande quantidade de líquidos e sais minerais. Caso contrário, conta Amanda, podem facilitar o aparecimento de cálculos renais (as famosas “pedrinhas”) e prejudicar o rim.

“Também estão liberadas para ajudar em quadros de desidratação severa e diarreias”, completa a nutricionista.

Leite de vaca

É visto como uma bebida saudável, já que é fonte de cálcio, riboflavina, fósforo, magnésio, proteínas de alto valor biológico, ou seja, muito aproveitadas pelo organismo. O cálcio, claro, é o nutriente mais festejado do leite de vaca e seu consumo está relacionado à proteção dos ossos.

“No entanto, é preciso lembrar que há vários alimentos com mais cálcio do que o leite”, frisa Golbspan.
Entre os tipos A, B e C da bebida, é melhor ficar com o primeiro, que é produzido com o mínimo de contato manual e embalado ainda na fazenda. A versão desnatada, ao contrário da integral, tem valores reduzidos de colesterol, gordura saturada e calorias. O problema é que a ausência de lipídeos compromete um pouco o sabor. Sendo assim, Neila diz que uma boa alternativa é apostar no meio termo, ou seja, o leite semidesnatado.

Vale lembrar que o leite mais importante para a saúde do bebê é o humano. Portanto, a bebida produzida pela vaca só deve ser introduzida a partir do primeiro ano de idade, quando a criança já consegue digerir elementos mais complexos. No caso de pessoas intolerantes à lactose (açúcar do leite) ou alérgicas a alguma proteína do leite (como a caseína), é bom avaliar opções como leites de soja, cabra, arroz ou oleaginosas.

Leite de soja

É uma boa pedida para quem não pode ingerir lactose e caseína, dois componentes do leite de vaca que são altamente alergênicos. Porém, perde em relação ao conteúdo de cálcio. A boa notícia é que existem versões enriquecidas com esse nutriente.

Por ser isento de colesterol, pobre em gorduras saturadas e rico em fibras e isoflavonas (componentes que agem como o hormônio estrogênio, ainda que menos potentes), o leite de soja é indicado para quem tem histórico familiar de doença arterial coronariana, osteoporose e alguns tipos de câncer. Não se pode esquecer de que a proteína da soja é a única do tipo vegetal considerada de alto valor biológico (como a de ovos, leite de vaca ou carne) pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Café

Sua principal característica é a ação estimulante, causada por um de seus componentes, a cafeína. Para que ela não chegue a ser prejudicial, provocando ansiedade, insônia e indisposição gástrica, recomenda-se o consumo de aproximadamente duas xícaras de café forte ou quatro de café carioca.

“Além da cafeína, a bebida também apresenta cálcio, ferro, zinco, aminoácidos e vitaminas”, diz Golbspan.

É importante mencionar que duas substâncias do café (chamadas cafestol e kahweol) têm sido estudadas por causa de sua relação com o aumento da pressão arterial e elevação de colesterol. “No entanto, o uso de filtro de papel seria capaz de reter esses componentes, evitando prejuízos à saúde cardíaca. O mesmo não ocorreria com o expresso”, conta a nutricionista do CRN-8.

Por outro lado, há fortes evidências de que, além de ser estimulante, a cafeína tem efeito antioxidante e protetor para algumas doenças, como a diabetes feminina, assim como outras substâncias encontradas na bebida (ácido clorogênico e compostos fenólicos são bons exemplos). Isso significa que ainda não há por que barrar o consumo do cafezinho. Mas tem que ser moderado!

“E, se possível, adoçado com mel. Se o sabor não agradar, utilize, sem exagero, adoçante à base de sucralose”, ensina o nutrólogo de Porto Alegre.

Fonte: IG

Chás terapêuticos protegem a saúde

Além de aquecer o corpo nos dias frios, os chás feitos com ervas medicinais combatem diversos males
Clara aposta nos chás para reduzir o inchaço nos dias de TPM
Prisão de ventre, insônia, osteoporose, gripe, asma, estresse, obesidade, colesterol alto... Esses são só alguns dos inúmeros problemas que podem ser amenizados com a ajuda de ervas medicinais. Conhecido como fitoterapia, esse tipo de tratamento ganha um número cada vez maior de adeptos, já tem grande parte de seus benefícios comprovados cientificamente e pode ser associado às terapias tradicionais.

Outro atrativo da fitoterapia é que as plantas podem ser utilizadas de diversas maneiras, inclusive em forma de chá, tornando o momento de cuidar da saúde bastante prazeroso – principalmente nas épocas mais frias do ano.

Cuidados importantes
De acordo com André Resende, fitoterapeuta e autor do livro “O poder das ervas”, recorrer aos poderes da natureza para cuidar do bem-estar é uma prática que vem dos tempos mais primitivos. Mas, apesar de todo o histórico animador, ele ressalta: “As ervas medicinais fazem muito bem desde que usadas corretamente”.

Quem endossa o alerta é Vanderlí Marchiori, nutricionista da capital paulista e professora do curso de pós-graduação em Nutrição Funcional e Fitoterapia da PUC de Curitiba (PR). “Algumas plantas podem fazer muito mal. O chá verde, por exemplo, tem uma lista enorme de contraindicações, mas muitas pessoas não sabem disso”, comenta. Portanto, nem pense em montar uma farmácia natural sem antes consultar um fitoterapeuta, médico naturalista ou nutricionista especializado no assunto.

Modo de fazer
Vanderlí conta que há dois métodos básicos de preparo dos chás: por infusão ou decocção. No primeiro, deve-se jogar a água fervendo sobre a planta, tampar o recipiente e esperar alguns minutos antes de tomar a bebida. No segundo processo, por outro lado, a planta é fervida junto com a água. “O especialista deve indicar qual é a melhor opção”, avisa.

Confira, a seguir, sete tipos de chás terapêuticos que proporcionam benefícios ao organismo:

* Rooibos
Essa erva, conhecida por dar origem ao chá vermelho, apresenta boas doses de antioxidantes, substâncias que combatem os maléficos radicais livres. Possui um papel importante nos processos de emagrecimento e rejuvenescimento. Ao contrário dos chás verde e preto (da mesma família), afirma Resende, a bebida feita com Rooibos contém quantidades mínimas de cafeína. Sendo assim, não atrapalha o sono e nem provoca quadros de ansiedade.

* Oliveira
Muito usada em rituais religiosos, ela é conhecida como “a árvore da vida”. De acordo com o fitoterapeuta da capital paulista, “suas folhas têm muitas propriedades terapêuticas. Para se ter ideia, são ótimas para tratar a hipertensão, apresentam propriedades antioxidantes e rejuvenescedoras, ajudam a emagrecer e combatem o estresse e a fadiga crônica”. Rica em fibras e minerais, a oliveira não tem contraiindicações.

* Xaxim
Trata-se de uma erva da família da samambaia. Segundo Resende, é muito indicada para auxiliar no tratamento de asma e bronquite. Já o uso tópico é eficaz no combate de psoríase, caspa e micose.

* Cavalinha
O chá feito com essa erva é altamente desintoxicante. “Ela é ótima para reduzir todos os tipos de inflamações. Mas sua ação parece ser mais poderosa na luta contra a celulite”, conta Vanderlí. Quem experimentou confirma os efeitos maravilhosos, como é o caso de Maria Lúcia Gabrielli, técnica têxtil, 52 anos: “Eu tinha muita retenção de líquido e, por isso, minha nutricionista indicou a cavalinha. Ao usá-la, passei a fazer mais xixi e logo percebi que o problema diminuiu bastante. Houve uma redução significativa de celulite e até de gordura localizada”, conta.

* Camomila e amora
A combinação é excelente para ser consumida durante a tensão pré-menstrual (TPM), já que tem efeito fitoestrogênico, como explica a professora do curso da PUC de Curitiba: “elas agem como se fossem hormônios, normalizando os níveis desregulados dessas substâncias. Dessa forma, os sintomas típicos do período são amenizados”.

Para a biológa Clara Maciel Cavalcanti, 31 anos, o pior sintoma da TPM sempre foi o inchaço exagerado. Para se livrar do incômodo, ela foi orientada por sua nutricionista a apostar no extrato das folhas de amora. “Além de o inchaço ter diminuído, fiquei menos irritada”, lembra.

* Hortelã e damiana
Essa é outra dupla muito útil para as mulheres, pois ajuda no controle dos sintomas característicos da menopausa. “A hortelã reduz bastante a sensação de calor. Já a damiana tem importante papel na regulagem dos hormônios”, explica Vanderlí. Segundo a especialista, as duas ervas podem até driblar a necessidade de realizar uma reposição hormonal.

* Hortelã-pimenta, capim cidreira, gengibre e cúrcuma
A terapeuta Cristiane Ayres, do Ayur Elements, do Rio de Janeiro (RJ), diz que a associação de todas essas ervas resulta em um chá de grande poder desintoxicante. A hortelã-pimenta tem propriedades analgésicas, anti-sépticas, antiinflamatórias, calmantes, digestivas e expectorantes; além de diminuir a ansiedade, o capim cidreira é analségico, expectorante, bactericida, digestivo, diurético e sudorífero; o gengibre é anti-séptico, antiinflamatório, conservante, digestivo e expectorante; a cúrcuma, por sua vez, combate a diarreia e exerce funções antimicrobianas e antitóxicas. É capaz de melhorar a digestão e ajudar no desenvolvimento da flora intestinal.

Seguro e eficaz
Para garantir os efeitos benéficos dos chás, confira algumas recomendações:

* Procure por um especialista antes de iniciar o consumo de chás terapêuticos, pois muitas ervas apresentam contraindicações
* Não beba mais de um litro por dia
* Depois de pronto, o chá tem 12 horas de validade
* Nunca adquira ervas de origem desconhecida, como aquelas vendidas em feiras de rua, pois podem estar contaminadas por fungos e bactérias. Procure o produto em lojas especializadas ou farmácias de manipulação
* Fique atenta em relação às quantidades: em altas doses, as ervas podem causar intoxicação

Fonte: IG

O chá verde e seus efeitos sobre o colesterol


Análise de vários estudos mostrou que bebida ajuda a reduzir a gordura ruim no sangue, mas o efeito é mínimo, dizem pesquisadores


Chá verde: segundo pesquisas, efeitos sobre o colesterol alto são mínimos
Será que beber chá verde pode mesmo ajudar a reduzir o colesterol? Hoje o chá verde é considerado um tipo de panaceia feita de ervas, dona de uma ampla gama de benefícios à saúde. Mas se ele pode realmente produzir efeitos mensuráveis sobre o colesterol é uma questão que tem atraído muita discussão.

Os defensores da bebida dizem que o os benefícios do chá verde para um coração saudável se devem, em parte, a uma grande concentração de polifenois, substâncias que bloqueiam a absorção do colesterol no intestino. Mas os céticos argumentam que qualquer efeito benéfico seria pequeno e que os efeitos colaterais de alguns copos por dia não valem a pena.

Numerosos pesquisadores investigaram o assunto, com resultados variados. Neste ano, no entanto, uma equipe combinou e analisou dados de mais de uma dezena de estudos anteriores para chegar a uma resposta mais definitiva.

O relatório, publicado no periódico científico The American Journal of Clinical Nutrition, envolveu mais de 1.100 pessoas e analisou com atenção estudos em que os voluntários foram aleatoriamente designados para beber chá verde ou placebo diariamente durante vários meses.

Os pesquisadores descobriram que os indivíduos que receberam o chá verde, em média, tiveram uma redução nos níveis de colesterol, mas ela foi mínima. No geral, os níveis de LDL, ou colesterol 'ruim’, caíram 2,2 miligramas por decilitro de sangue, uma mudança de aproximadamente 2%. Não houve efeito sobre os níveis de HDL, ou colesterol 'bom’.

Para alguns, beber chá verde pode valer a pena, mas para outros podem haver efeitos colaterais: um composto no chá verde chamado EGCG pode interferir com medicamentos como anticoagulantes e alguns remédios contra o câncer.

Conclusão: alguns estudos constataram que o chá verde pode reduzir os níveis de colesterol LDL, mas o efeito parece mínimo.

Fonte: IG

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Esfiha de ricota


Esfiha de ricota do restaurante Arábia (SP)

Ingredientes:

Para a massa
1kg de farinha de trigo
2 tabletes ou 3 colheres (sopa) de fermento biológico
3 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de óleo
1 xícara (chá) fubá (para espalhar sobre a bancada, ao abrir as esfihas de formato aberto)

Para o recheio
500g de ricota fresca
1 cebola média finamente picada
1/2 xícara (chá) de cebolinha bem picada
1/2 xícara (chá) de salsa bem picada
1 colher (café) de pimenta-do-reino
3 colheres (sopa) de óleo
Sal a gosto

Modo de Preparo:
Para o recheio
Em um recipiente grande, coloque todos os ingredientes e misture-os, com ajuda de uma colher. Os Utilize as mãos para liberar melhor os aromas dos ingredientes, pressionando-os delicadamente. Quando a mistura do recheio estiver homogênea, cubra com um filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos

Para a massa
Em um recipiente grande, dissolva todos os ingredientes com as mãos, com exceção da farinha. Em seguida adicione a farinha aos poucos, incorporando-a com as mãos. A massa deve ser bem sovada, por cerca de quinze minutos, para criar glúten. Espalhe farinha ou fubá sobre a bancada e abra a massa com as duas mãos, formando um longo cilindro, de espessura média. Corte o cilindro em pedaços de aproximadamente 3cm de largura. Cada um destes pedaços fará uma esfiha. Enrole, com as mãos, cada pedacinho até que fiquem com formato de esferas. Essas esferas de massa devem descansar por cerca de meia hora sobre uma assadeira untada, antes de serem abertas. Para a massa não ficar ressecada durante o desacanso coloque um pano úmido, limpo, sobre a assadeira, de modo que encoste nas esferas.

Para a montagem
Preaqueça o forno a 300 graus ou em temperatura máxima. Espalhe farinha sobre a bancada e, com ajuda de um rolo, abra as esferas em discos de cerca de 10 centímetros de diâmetro (para esfihas do tipo coquetel, faça disquinhos menores). Acrescente farinha sempre que a massa grudar nas mãos ou na bancada. Disponha, no centro do círculo, o recheio, com ajuda de uma colher. Para esfihas abertas, deixe cerca de 2 centímetros de borda livre de recheio. Segure, com o dedo polegar e o indicador de ambas as mãos, as bordas de massa e faça "biquinhos", pressionando-os para colar.
Para as fechadas, o espaço deve ser maior, de modo que as pontas dobradas sejam unidas, no centro da esfiha, ao fechá-la. Disponha as esfihas sobre uma assadeira untada com óleo. Leve a assadeira ao forno bem quente por cerca de cinco minutos ou até que a massa esteja dourada. Retire do forno e sirva imediatamente acompanhado de limões cortados em gomos e de coalhada seca ou fresca

**Receita da chef Leila Kuczynski, do restaurante Arábia, em São Paulo (SP)

Esta receita dão 40 unidades.

Fonte: IG

Esfiha de espinafre do Arábia (SP)

Ingredientes:
Para a massa
1kg de farinha de trigo
2 tabletes ou 3 colheres (sopa) de fermento biológico
3 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de óleo
1 xícara (chá) fubá (para espalhar sobre a bancada, ao abrir as esfihas de formato aberto)

Para o recheio
4 xícaras (chá) de espinafre picado
1 cebola média finamente picada
4 tomates picados
1 xícara (chá) de suco de limão
2 colheres de sopa de essência de romã ou pasta de tamarindo
1/3 de xícara (chá) de óleo
1 colher (café) de pimenta-do-reino
Nozes picadas (opcional)
Sal a gosto



Modo de Preparo:
Para o recheio
Em um recipiente grande, coloque todos os ingredientes e misture-os, com ajuda de uma colher. Utilize as mãos para liberar melhor os aromas dos ingredientes, pressionando-os delicadamente. Quando a mistura do recheio estiver homogênea, cubra com um filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos. O espinafre soltará água, escorra o esxcesso de água que se soltar.

Para a massa
Em um recipiente grande, dissolva todos os ingredientes com as mãos, com exceção da farinha. Em seguida adicione a farinha aos poucos, incorporando-a com as mãos. A massa deve ser bem sovada, por cerca de quinze minutos, para criar glúten. Espalhe farinha ou fubá sobre a bancada e abra a massa com as duas mãos, formando um longo cilindro, de espessura média. Corte o cilindro em pedaços de aproximadamente 3cm de largura. Cada um destes pedaços fará uma esfiha. Enrole, com as mãos, cada pedacinho até que fiquem com formato de esferas. Essas esferas de massa devem descansar por cerca de meia hora sobre uma assadeira untada, antes de serem abertas. Para a massa não ficar ressecada durante o desacanso coloque um pano úmido, limpo, sobre a assadeira, de modo que encoste nas esferas.

Para a montagem
Preaqueça o forno a 300 graus ou em temperatura máxima. Espalhe farinha sobre a bancada e, com ajuda de um rolo, abra as esferas em discos de cerca de 10 centímetros de diâmetro (para esfihas do tipo coquetel, faça disquinhos menores). Acrescente farinha sempre que a massa grudar nas mãos ou na bancada. Disponha, no centro do círculo, o recheio, com ajuda de uma colher. Para esfihas abertas, deixe cerca de 2 centímetros de borda livre de recheio. Segure, com o dedo polegar e o indicador de ambas as mãos, as bordas de massa e faça "biquinhos", pressionando-os para colar.
Para as fechadas, o espaço deve ser maior, de modo que as pontas dobradas sejam unidas, no centro da esfiha, ao fechá-la. Disponha as esfihas sobre uma assadeira untada com óleo. Leve a assadeira ao forno bem quente por cerca de cinco minutos ou até que a massa esteja dourada. Retire do forno e sirva imediatamente acompanhado de limões cortados em gomos e de coalhada seca ou fresca

**Receita da chef Leila Kuczynski, do restaurante Arábia, em São Paulo (SP)

Fonte:IG

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mais de 40 anos? Largue as desculpas e comece já uma atividade física


Idade é ideal para praticar esportes em busca de saúde

Você já deve ter escutado a frase "antes tarde do que nunca". O famoso dito popular se aplica a diversas situações, inclusive à vida saudável. Se você tem mais de 40 anos e pensa que é tarde para começar a se exercitar, ou, talvez, que seu corpo já está fraco para suportar a carga de exercícios, é hora de repensar o assunto.

O fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp, esclarece que a saúde só tem a agradecer quando se começa a praticar um exercício físico, mesmo se você nunca praticou nada. Ele explica que, nessa fase da vida, é comum que exista perda de massa muscular e óssea, tanto para homens quanto para mulheres.

Para homens, elas acontecem por causa da redução dos níveis hormonais, em especial da testosterona e, para mulheres, isso é bem comum no climatério e na menopausa - fase onde os níveis de hormônios femininos são reduzidos no organismo da mulher, o que ocasiona uma série de mudanças, como perdas ósseas. Além dessas reduções, depois dos 40, a condição cardiorrespiratória costuma piorar.

Raul Santo acrescenta que, nessa fase, são comuns doenças oportunistas e crônico-degenerativas, como hipertensão, diabetes, mau colesterol (LDL) elevado e até mesmo osteoporose - que, ressalta ele, também é consequência de hábitos trazidos pela vida toda, desde a infância. O exercício físico contribuirá com a melhora desses e outros quadros.

Desempenho nos exercícios

Claro que essas perdas prejudicam o desempenho atlético, mas essa não deve ser uma preocupação. "Não há problema se houver perda de desempenho, porque o objetivo é o completo bem-estar físico, mental e social", diz o fisiologista.

Optar por uma vida ativa - com a orientação correta de um profissional - traz melhoria e fortalecimento de toda a aparelhagem cardiorrespiratória (o que inclui coração e pulmões), fortalecimento muscular, melhoria da coordenação motora, melhor flexibilidade e melhor controle de composição corporal, colesterol, glicemia e pressão arterial.

Robson de Bem, médico fisiatra da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), também lembra que a prática de exercícios físicos tem o poder de prevenir câncer e processos artrósicos. Além disso, há progressos em todos os fatores adjacentes, o que significa que estresse, depressão e ansiedade passarão bem longe, já que haverá melhora do humor e da interação social.

Exames necessários

Para começar a praticar uma atividade, é sempre importante procurar um profissional. "O indivíduo tem que ter uma condição de aptidão para realizar o exercício, então deve procurar um médico a princípio, independente do exercício", aconselha Raul Santo.


Esse médico realizará uma avaliação clínica, que declarará se você é apto ou não para o exercício escolhido. O clínico geral realizará testes, como glicemia, hemograma, níveis de colesterol etc. Caso seja detectada alguma doença, o clínico poderá encaminhá-lo a um médico especializado.

Depois dessa avaliação, é preciso fazer o chamado teste ergoespirométrico. Ele consiste em um exame realizado em laboratório - em esteira ou bicicleta ergométrica -, onde a carga do exercício será gradativamente aumentada. Aqui, serão observadas as reações fisiológicas de acordo com a intensidade da atividade, como frequência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio, até chegar no consumo máximo de oxigênio que esse indivíduo suportou. Santo explica que esse é o principal parâmetro na hora de definir qual o limite do treino da pessoa.

Aeróbico ou anaeróbico?

Depois de testar a sua aptidão, está na hora de se mexer. O aconselhado é uma combinação de exercícios aeróbicos e anaeróbicos, que deverão proporcionar prazer. Embora você tenha preferência por uma atividade específica, diz o fisiologista, não é aconselhável que se restrinja apenas a ela. Por exemplo: se a caminhada lhe agrada, você deve tê-la como modalidade principal, mas também agregar outras, alternando entre esportes aquáticos, coletivos, exercícios com peso etc.

A base dos exercícios, nessa fase da vida, deve ser aeróbica, já que pode ser que o corpo não aguente uma carga mais pesada. Mas como diferenciar uma atividade aeróbica de uma anaeróbica? Ao contrário do pregado pelo senso comum, uma caminhada, por exemplo, não é necessariamente aeróbica, assim como um exercício com pesos não tem obrigação de ser anaeróbico.

"O que determina não é a modalidade, mas a intensidade aplicada em relação à frequência cardíaca", esclarece o fisiologista Raul. Assim, uma caminhada leve é um exercício aeróbico - e utiliza o metabolismo aeróbio, ou seja, demanda oxigênio para obter energia -, já uma corrida intensa pode ser considerada anaeróbica - utilizando o metabolismo anaeróbio, processo que não pede oxigênio para a obtenção de energia para a realização do exercício. O ideal, então, é que não se busque apenas uma modalidade, e sim várias, para que sejam trabalhadas várias valências físicas.


A caminhada é uma das mais democráticas, mas ainda assim exige um teste de aptidão física. No caso da corrida, as articulações e a coluna devem estar em dia. Já a natação é um treino mais introspectivo, que não exige grandes interações sociais. Para coletivos, vale prestar atenção em futebol ou vôlei, mas sempre tomando cuidado com as articulações e os possíveis impactos do esporte. O fisiatra Robson de Bem também acrescenta nessa lista Pilates, hidroginástica e ioga como boas atividades.

Cuidado com as lesões

Para evitar lesões, é de suma importância respeitar limites do corpo, usar roupas e acessórios corretos, alimentar-se corretamente, não exagerar na carga do exercício e nunca se esquecer de aquecimento e alongamento. Quando esses cuidados não são tomados, é comum que ocorram lesões de articulações e coluna vertebral - e isso se refletirá na qualidade de vida. Por isso, as recomendações do médico e do profissional de educação física devem ser respeitadas.

Pensando nos inúmeros benefícios da atividade física, ainda mais depois dos 40 anos, fica difícil arranjar desculpas. Que tal começar a sua hoje?

Fonte: Yahoo

domingo, 28 de agosto de 2011

Dieta do tipo sanguíneo



Cada grupo sanguíneo tem uma dieta específica.

O que propõe

Nesta dieta, idealizada pelo americano Peter D’Adamo, há alimentos que estimulam o aumento e a perda de peso dependendo do tipo de sangue da pessoa. A nutricionista Paula Della Rosa, de São Paulo, explica a teoria do norte-americano. “Para Peter, o tipo de sangue determina como o indivíduo absorve os nutrientes consumidos.

A perda ou ganho de peso estaria relacionada diretamente com a ingestão de alimentos benéficos ou nocivos ao organismo, segundo seu tipo sanguíneo”. Esses alimentos ‘bons’ e ‘maus’ para cada grupo (A, B, O e AB), estariam divididos entre aqueles que devem e que não devem ser consumidos.

Por exemplo, a uma pessoa do tipo AB indica-se alimentos como carne de carneiro, atum, ricota, farinha de centeio e uva. Já a carne bovina, a banana e o leite integral são nocivos às pessoas com este tipo de sangue.

Para o tipo O, o ideal é consumir carne bovina, salmão, ameixa e figo. Não são bem-vindos aveia, derivados do leite e carne de porco.

As recomendações para o tipo B são carne de coelho e de peru, além de bacalhau, linguado, leite desnatado, arroz, aveia, batata e bastante azeite de oliva. Este tipo deve evitar frango, camarão, queijo fundido, caqui, tomate e milho, por exemplo.

Por fim, o tipo A pode comer carne de avestruz, truta, salmão, queijo de soja, cebola, cenoura, amora, damasco, abacaxi. Deve evitar carne de boi, camarão, creme de leite, banana, repolho e pão integral.

Sem comprovações científicas, esse programa não faz restrições quantitativas, mas sim qualitativas. No entanto, o ideal é que seja seguido um cardápio com café da manhã, almoço, jantar e lanches entre as refeições principais. Assim, é possível perder de quatro a cinco quilos em um mês. Profissionais da área acreditam que a dieta deve ser seguida como estilo de vida, durante a vida toda.

Como é feita

Cada grupo sanguíneo deve incluir alguns alimentos e eliminar outros de sua dieta.

Tipo O
Para perder peso, o tipo O deve priorizar o consumo de algas, brócolis, peixes e frutos do mar, carne bovina ou de cordeiro, couve-manteiga, espinafre. Os alimentos que incentivam o aumento de peso são couve-flor, feijão, lentilha e derivados do trigo.

No café da manhã um copo de leite de soja, três torradas sem glúten com manteiga ou geléia e um figo. Nos lanches (feito entre as refeições principais), uma ameixa preta ou vermelha. No almoço e jantar: salada de acelga, brócolis, cebola, escarola ou espinafre, um filé de carne vermelha (mignon ou contrafilé) grelhado, duas batatas cozidas e uma fruta.

Tipo A
No caso do tipo A, indica-se abacaxi, verduras em geral, óleos vegetais e grãos a base de soja. Os alimentos que facilitam o ganho de peso são carne, feijão e derivados leite. O café da manhã deve ter um copo de leite, um pão de centeio com uma fatia de queijo. Nos lanches um copo (200 ml) de suco de limão ou amora, ou uma fruta como abacaxi, figo ou damasco. No almoço e jantar, três colheres de arroz integral, um filé de frango ou salmão, uma porção de cenoura (ou de espinafre) e uma fruta de sobremesa.

Tipo B
O tipo B se dá muito bem com os laticínios e deve priorizar os derivados de leite com baixo teor de gordura, como iogurte e leite desnatado, ricota e queijo light, chás, verduras e carne de coelho ou carneiro. Aumenta o peso alimentos como milho, trigo, lentilha, amendoim e gergelim. No café da manhã é sugerido um pão de aveia com uma fatia de ricota, um copo de leite e uma banana ou metade de um mamão. Nos lanches, um copo (200 ml) de suco de uva ou de abacaxi ou um pote de iogurte. Almoço e jantar incluem salada de beterraba, brócolis ou couve, três colheres de arroz integral, um filé de carneiro ou cordeiro (grelhado) e uma fruta.

Tipo AB
Pessoas com sangue AB devem evitar derivados do trigo como pães, biscoitos, bolos e macarrão; feijão, milho, nozes e carne vermelha. Para perder peso devem consumir abacaxi, peixe, derivados do leite e queijo de soja. No café da manhã, uma fatia de pão de centeio com uma fatia de queijo cottage, um iogurte ou um suco de abacaxi ou uva. Nos lanches pode-se consumir uma fruta (fatia de abacaxi, ameixa, figo ou kiwi) ou um pote de iogurte. No almoço e jantar, salada de berinjela, beterraba, pepino ou couve, uma porção de omelete ou uma de carne branca, uma ou duas mandiocas cozidas e duas colheres de arroz. Fica proibido mais de uma fonte de proteína no almoço e jantar.

Promessa

A quantidade de peso perdida não é exata, chega a se perder até quatro quilos em um mês, mas depende, entre outros fatores, da quantidade de exercícios físicos praticados. “Não é possível quantificar exatamente a perda de peso de uma pessoa, há fatores como o metabolismo individual que também influenciam na redução do peso”, explica a nutricionista Paula Della Rosa. Então, além dos alimentos específicos a cada grupo sanguíneo, é importante a prática de exercícios físicos, no mínimo duas vezes por semana. Os mais indicados são: alongamento (AB), corrida ou natação (B), ioga ou artes marciais (A) e dança ou esteira (O).

Contraindicação

Fazer essa dieta em grupo ou em família é um inconveniente, já que geralmente cada pessoa tem um tipo de sangue. A dieta do tipo sanguíneo não tem comprovação científica e médicos e especialistas concordam que o tipo de sangue não tem influência alguma na química do organismo ou da digestão.

A nutricionista alerta para restrições como carne bovina, cereais e derivados do leite, que podem causar deficiências ao organismo. “A restrição indeterminada de alguns alimentos pode levar à falta de nutrientes, que podem comprometer o metabolismo e o funcionamento orgânico.

Para se fazer uma dieta com restrições, o ideal é procurar um especialista que poderá compor um plano alimentar, além de prescrever suplementos”, esclarece Della Rosa.

Fonte: UOL

SONHO


Sonho

Para a massa

500g de farinha de trigo
50g de fermento biológico fresco
1 copo de água
100g de açúcar
100g de manteiga ou margarina
1 colher (café) de sal
3 ovos
1 pitada de baunilha

Para o recheio

250g de açúcar
1/2 litro de leite
4 gemas
75g de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) manteiga
1 pitada de baunilha




Modo de Preparo:

Para a massa
Em uma vasilha (ou batedeira) misture 50 g de farinha de trigo, fermento e um pouco de água. Deixe descansar por 10 minutos. Depois, adicione o restante dos ingredientes e faça uma massa bem macia. Coloque dentro de uma vasilha untada com óleo e cubra com filme plástico. Deixe crescer por 20 minutos. Após o crescimento faça os modelos desejados. Se for fritá-los, peneire farinha de trigo. Caso deseje assá-los, pincele com ovos mexidos. Espere novamente o crescimento dos modelos até dobrarem de volume. Leve ao forno pré-aquecido a 190ºC ou frite-os no óleo com fogo médio. Espere esfriar e recheie.

Para o recheio

Em uma panela coloque a metade do açúcar e o leite para ferver. Em uma vasilha coloque as gemas e a outra metade do açúcar e bata com um fouet até as gemas branquearem. Depois, adicione a farinha de trigo e reserve. Assim que o leite ferver adicione um pouco deste na mistura e, em seguida, leve para cozinhar mexendo sempre para que não empelote. Assim que o creme engrossar apague o fogo, adicione a manteiga e a baunilha e mexa até fica homogêneo. Coloque o creme em uma vasilha e cubra com filme plástico rente ao creme. Espere esfriar e recheie os sonhos.


**Receita da padaria Benjamin Abrahão, em São Paulo

Dicas para sonhos gostosos:

• Depois de terminar a mistura do fermento, da massa e do recheio deve-se cobrir os sonhos com um plástico fino ou peneirar farinha por cima. Ou ele pode ficar ressecado e com gosto de velho.
• Não misture toda a farinha de uma vez só. Vá acrescentando aos poucos, enquanto a batedeira se encarrega de misturá-la.
• É fundamental também que não se coloque toda a água logo no início. Se a massa atingir o ponto, nem vai ser preciso usá-la na receita.
• Se a receita pede tempo para a massa crescer, não adianta adiantar os ponteiros do relógio. Quem perder a paciência, poderá ter um sonho com gosto de fermento ou aparência de velho.
• Se você optou em fritar o sonho tome cuidado para que o óleo não fique nem muito frio, nem muito quente. A gordura não pode ficar borbulhante, tem que apenas estar fervendo. O ponto errado pode encharcar o doce ou deixar seu interior cru.
• Na hora de rechear, tome o cuidado de colocar o creme de confeiteiro (ou outro de sua preferência, como goiabada ou Nutella) apenas nas bordas do sonho. Assim, você não corre o risco de ele transbordar na primeira mordida.

Fonte: IG

sábado, 27 de agosto de 2011

PASTEL ASSADO


Pastel Assado

Ingredientes
Para a massa:
1 kg de farinha
1 ovo
1/2 copo de óleo
1 copo e 1/2 de água ou o quanto baste para dar liga à massa

Para o recheio:
2 peitos de frango desfiados e temperados com cebola, tomate, orégano, cebolinha, como desejar
Outros tipo de recheio podem ser feitos, de carne, presunto e queijo, este fiz com frango e catupiry

Modo de Preparo

1.Para a massa amassar todos ingredientes até dar liga, caso fique muito seca a massa adicionando aos poucos a água até dar ponto de não grudar nas mãos pois essa massa é deliciosa de se trabalhar, não gruda nas mãos, nem na mesa e nem no rolo
2.Quanto ao recheio desfiei o frango e o refoguei com a cebola, depois coloquei azeitonas picadas, e os temperos dos quais eu gosto além do tomate
3.Para fazer os pastéis abra a massa, coloque o recheio de sua preferência e feche o pastelzinho
4.Com essa receita fiz umas cinco fornadas de pastel pois meu forno é de 4 bocas
5.Assei em forno médio, 210°C até os pastéis ficarem douradinhos
6.Pincelei gema de ovo nos pastéis e ficaram lindos
7.A massa não pode ser muito grossa ao abrir para rechear

fONTE: TUDO GOSTOSO

CELULITE


Introdução

Todos sabem que, logo abaixo da pele, encontra-se um tecido gorduroso que possui várias funções, como modelamento corporal, amortecimento de impactos e isolamento térmico, impedindo a perda excessiva de calor. Esse tecido gorduroso é formado por células especiais que acumulam gordura e são chamadas de adipócitos.

No meio dessas células, existem algumas fibras que ligam a pele à musculatura que fica abaixo da gordura, e que separam as células gordurosas em grupos. Essas fibras são fundamentais para explicar porque a celulite ocorre muito mais comumente na mulher do que no homem. Na mulher, elas são retas e perpendiculares à pele, permitindo que, quando há um aumento dessas células, a gordura se insinue na pele formando as famosas “covinhas”. No homem, as fibras são oblíquas e, quando a gordura aumenta, ela é forçada pra baixo em direção ao músculo e não em direção à pele, como nas mulheres.

O termo técnico para a celulite é lipodistrofia ginóide. Ela é caracterizada pela formação de bolsas de gordura que se acumulam abaixo da pele, formando as irregularidades, depressões ou “covinhas”, tão temidas entre as mulheres. Ocorre em aproximadamente 90% das mulheres após a adolescência e, ao contrário do que muita gente pensa, não está relacionada com a obesidade. Ela aparece em pessoas magras, obesas e com corpo normal.

No processo de formação da celulite, o aumento das células de gordura comprime os vasos e leva à formação de um edema (“inchaço”) local, que piora ainda mais o processo.

Fatores Associados

Os possíveis fatores que se associam ao aparecimento da celulite são os seguintes:

• Genética: a hereditariedade é importante, pois a pessoa pode herdar características que predispõem ao desenvolvimento da celulite. Porém, não quer dizer que esse desenvolvimento é obrigatório. A adoção de hábitos de vida mais saudáveis e a prática de atividade física, em conjunto com outras medidas preventivas, pode alterar a apresentação.

• Hormônios: os hormônios femininos determinam como será a distribuição de gordura pelo corpo, favorecendo sua deposição na cintura e no quadril. Esses hormônios também ajudam na formação do inchaço na celulite. O papel dos hormônios é muito forte, tanto que o aparecimento da celulite começa na adolescência, época em que esses hormônios começam a aumentar.

• Alimentação: uma alimentação rica em calorias, ou os maus hábitos alimentares, aumentam a deposição de gordura, favorecendo o aparecimento da celulite. Ingerir pouco líquido e abusar do sal também são fatores importantes.

• Sedentarismo: o sedentarismo não permite que as calorias ingeridas sejam gastas com atividade física, assim essas calorias em excesso são guardadas no tecido gorduroso.

• Musculação: a musculação, quando feita sem preparo físico adequado, provoca inchaço que leva à retração do tecido gorduroso abaixo da pele, e também alterações no metabolismo das células. Isso pode piorar a celulite. Porém, quando leve e bem orientada, a musculação não faz mal. Alguns especialistas recomendam que as mulheres optem por exercícios aeróbicos.

Estágios da Celulite

A celulite evolui em quatro estágios. A título de ilustração, eles são descritos a seguir:

1) Primeiro Estágio
O acúmulo de gordura leva ao aumento do volume dos adipócitos que ficam abaixo da pele. Ainda não ocorreram alterações dos vasos sanguíneos e das fibras de sustentação, por isso não existem sinais visíveis na pele. Caso a celulite seja tratada nesse estágio inicial, a recuperação é total. Indica-se apenas reeducação alimentar e prática de atividade física.

2) Segundo Estágio
As células aumentam mais de volume e as fibras de sustentação começam a ficar mais grossas. Os vasos já começam a ser espremidos e já inicia a formação do inchaço. Na pele, já são notadas algumas irregularidades quando se faz a palpação do local. O tratamento nessa fase já inclui algumas técnicas e, se forem seguidas todas as recomendações, pode-se esperar uma grande melhora do quadro.

3) Terceiro Estágio
Ocorre maior aumento das células e desorganização dos tecidos, formando os nódulos que já são vistos na pele. As fibras ficam mais endurecidas e a pele fica com aspecto de “casca de laranja”. Podem aparecer pequenas varizes. As alterações da circulação são importantes e a pessoa pode sentir dor e cansaço nas pernas. O tratamento é o mesmo que no estágio anterior, só que com maior número de sessões. A recuperação é boa mas não é total.

4) Quarto Estágio
As alterações anteriores se agravam e, nessa fase, a celulite é dura e a pele fica cheia de depressões, com aspecto “acolchoado”. A dor e sensação de cansaço nas pernas pioram. O tratamento pode ser feito com as técnicas utilizadas nos estágios anteriores e, apesar de demorado, a melhora é parcial. Eventualmente, indica-se a associação de técnicas de cirurgia.

Tratamento

Pelo que já foi dito anteriormente, percebe-se que os cuidados preventivos, como a adoção de uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física, são essenciais. É importante que se atue nos fatores causadores, evitando o surgimento de novas lesões. Além disso, a perda de peso atenua a aparência das lesões já existentes. Mas estejamos atentos: a obesidade não causa a celulite. Outro aspecto importante é que quanto mais precocemente for iniciado o tratamento, melhores serão os resultados. Lembrar que não existem milagres e, em casos mais avançados, a melhora é parcial e não total.

Vamos descrever, a seguir, os principais tratamentos que são atualmente utilizados no tratamento da celulite.

- Cremes e Emplastros

Existem vários agentes disponíveis na forma de cremes e emplastros, muitos com promessas milagrosas para acabar coma celulite. Porém, apenas dois foram estudados cientificamente: a aminofilina e os retinóides.

A aminofilina é utilizada para o tratamento de outros problemas, como a asma. Quando aplicada diretamente na pele, ela penetra e vai atuar nas células de gordura responsáveis pela celulite. Ela reduz o tamanho dessas células e ajuda a desfazer os agrupamentos dessas células. Apesar disso, os estudos mostraram melhora em um pequeno número das pacientes testadas.

Os retinóides, como a tretinoína, ajudam a fortalecer as camadas profundas da pele. O enfraquecimento delas seria um fator associado ao desenvolvimento da celulite. Esse fortalecimento ajudaria a manter as células de gordura mais profundamente, não permitindo que elas se insinuassem na pele, formando as depressões. Os estudos mostraram resultados ainda não conclusivos, mas parece que esses agentes têm efeito apenas nos casos de estágio inicial. Estudos futuros podem vir a mostrar algum benefício adicional, mas por enquanto eles não são recomendados no tratamento da celulite já estabelecida.

Produtos naturais, como o Cellasene, que contem Gingko biloba, algas marinhas e óleos naturais, comercializado com promessas milagrosas, não mostraram benefício no tratamento da celulite. Além disso, deve-se ressaltar que muitos dos componentes dessas fórmulas não são conhecidos e podem causar efeitos colaterais indesejados. Outro problema é o desenvolvimento de reações alérgicas em algumas mulheres.

Os alfa-hidróxiacidos, utilizados no tratamento das rugas e estrias, não mostraram benefícios no tratamento da celulite.

Os emplastros corporais são feitos com o envolvimento de partes do corpo por materiais impregnados com uma combinação de extratos de plantas, algas marinhas e lama. A pele é massageada com esses produtos e depois envolvida em linho. A ação combinada da transpiração e da compressão do corpo favorece a eliminação de líquidos em excesso, reduzindo as dimensões do corpo. Esses efeitos são temporários, e não há perda de gordura e nem redução da celulite.

Outra técnica é o chamado “gesso vitaminado”. Envolve-se a região com gesso impregnado com cafeína, elastina e extratos de acerola, abacaxi, eucalipto, mentol e outros. Associa-se a drenagem linfática e a esfoliação corporal. Não se conhece ainda a sua eficácia no tratamento da celulite.

- Massagem

Aumenta a circulação e a drenagem linfática, reduz espasmos e desfaz aderências. A remoção dos líquidos em excesso pode reduzir as dimensões corporais, mas não exerce nenhum efeito na celulite.

- Eletroterapia

São aplicados estímulos elétricos, como pequenos choques, na região afetada pela celulite. Essa terapia tem sido utilizada para redução de medidas, emagrecimento, redução da celulite e lifting facial não-cirúrgico. Existe uma variante em que os choques são aplicados em conjunto com o uso de ultra-som. Acredita-se que as células de gordura são quebradas em partículas menores, que seriam eliminadas pela urina. Porém, a maioria dos especialistas considera essas técnicas ineficazes.

- Mesoterapia

Consiste na injeção, no tecido gorduroso abaixo da pele, de substâncias que estimulam a gordura a sair das células. Uma dessas substâncias é a fosfatidilcolina. Ainda não existem provas de sua eficácia no tratamento da celulite.

- Endermologia

O princípio dessa técnica baseia-se na teoria de que a celulite resulta de comprometimento circulatório. Consiste no uso de aparelhos específicos que realizam massagem e sucção combinadas. O corpo é envolvido em uma malha protetora e, à medida que o aparelho é aplicado na região, uma dobra de pele é sugada para seu interior e massageada por dois cilindros. Acredita-se que esse processo ajude a melhorar a desorganização dos tecidos. Deve ser realizado em várias sessões que duram de 10 a 45 minutos. Apesar de seu alto custo, ainda não existem provas de que seja eficaz na redução da celulite.

- Subcisão

A subcisão é um método invasivo que pode ser utilizado no tratamento da celulite. Seu objetivo é a correção da arquitetura do tecido gorduroso que fica abaixo da pele, com a ruptura dos septos do tecido de sustentação. Após anestesia local, uma agulha é inserida abaixo da celulite, com movimentos de vai-e-vem. Os efeitos colaterais são leves e, em um estudo realizado com quase trezentas mulheres, mais de 78% delas mostraram-se satisfeitas com os resultados.

- Diatermia

Consiste na aplicação de raios infravermelhos na região afetada pela celulite. O calor emitido estimularia as células a eliminar o excesso de líquido e gordura. Não existe comprovação de sua eficácia na redução da celulite.

- Liposucção

A liposucção ainda não é recomendada para o tratamento da celulite, pela possibilidade de resultados estéticos indesejáveis. Parece que as técnicas de lipoescultura com ultra-som são mais promissoras para o tratamento da celulite, por serem mais seguras e com menor potencial de lesão. A lipoaspiração tradicional não é utilizada na camada de gordura abaixo da pele, devido aos efeitos secundários que causa.

- Laserterapia: o futuro

A próxima fronteira no tratamento da celulite é a laserterapia. As técnicas ainda estão sendo aperfeiçoadas e testadas e, quem sabe em um futuro próximo, estarão disponíveis para uso clínico.

FONTE:UOL

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Dieta ortomolecular



Você já fez esta dieta?

O que propõe

A dieta ortomolecular tem como principal objetivo desintoxicar o organismo e oferecer a ele tudo que está faltando, para prezar o equilíbrio nutricional e energético. Para isso é preciso que se consuma vitaminas, minerais e aminoácidos que, além de ajudar a manter esse equilíbrio, suprem algumas carências que podem ocorrer por conta do excesso de radicais livres como, por exemplo, os decorrentes do excesso de bebidas alcoólicas, de ingestão de gorduras, estresse, poluição ambiental etc. “Mas não existe um cardápio específico, cada paciente recebe uma orientação de acordo com as suas necessidades, que são identificadas a partir de exames físicos e laboratoriais”, explica a nutricionista Letícia Crespo, de Niterói (RJ).

A alimentação da dieta ortomolecular é rigorosamente balanceada e prioriza alimentos classificados como antioxidantes como, por exemplo, soja em grão, gérmen de trigo, levedo de cerveja, linhaça, grão de bico, avelã, castanha-do-pará, amêndoa, aveia, alimentos ricos em magnésio (nozes, cereais e legumes), selênio (frutos do mar, carne vermelha, peixes e cereais) e zinco (idem selênio). E como não podia deixar de ser alimentos frescos como verduras e frutas, as mais viçosas – aquelas murchas ou muito maduras já não contêm tantos nutrientes que nosso organismo precisa – que são principais fontes de vitaminas A, E e C. Se for possível, os alimentos devem ser orgânicos.

As proteínas mais indicadas são as com baixo teor de gordura como aves, peixes e clara de ovo (de preferência os ovos caipiras), frango resfriado ou caipira abatido na hora, peixes (anchova, badejo, salmão, linguado, bonito ou truta). A carne vermelha magra e resfriada, como o filé mignon por exemplo, nos oferece os aminoácidos que precisamos para manter a integridade do tecido muscular e impulsionar algumas funções vitais do organismo. Os carboidratos integrais (aveia, centeio, arroz enriquecido com cereais; granola e as versões integrais de arroz, macarrão, torrada e biscoito) proporcionam energia.

Tomar muita água durante o dia também auxilia todos esses mecanismos. “Para saber o quanto tomar, basta fazer uma relação corpórea de 35ml por quilo de peso. Assim, uma pessoa com 55kg deverá ingerir 1.925ml de líquido por dia. Esse consumo é importante para o trabalho dos rins, do pulmão e do fígado”, destaca a nutricionista. “A saúde geral do organismo, além de vitalidade e energia, são os principais benefícios adquiridos nesta dieta. Como conseqüência o corpo fica mais magro, os cabelos bonitos e brilhantes, as unhas fortes, a pele mais viçosa, a libido mais intensa e ocorre também um escudo contra o envelhecimento, que tarda a chegar. A melhora na função intestinal também é nítida, o que favorece o aumento da produção da serotonina, hormônio do bem estar”, resume a especialista.

Como é feita
Para garantir o equilíbrio do organismo é preciso adotar, antes de qualquer outra coisa, o uso mínimo de produtos industrializados, onde se exclui sucos de caixinha, caldos de carne, molhos prontos, leite de vaca, manteiga, margarina e adoçante (esse último liberado apenas para os diabéticos). A segunda meta é o consumo máximo de verduras e frutas, sempre frescas. “Temos nesses dois itens de mínimo e máximo a idéia central do cardápio ortomolecular. Na prática significa: ‘sujar’ pouco o organismo e limpar muito”, resume Letícia Crespo, lembrando que a pessoa deve se alimentar em intervalos de duas à, no máximo, quatro horas.

No café da manhã o objetivo é fornecer energia para o corpo, portanto entram em cena os carboidratos integrais que podem ser torrada integral, pão de forma integral (de preferência torrado), cookie integral de castanha-do-pará ou de aveia; granola. Para acompanhar, frutas como banana, abacaxi ou melão e ainda leite de soja, iogurte ou coalhada.

No almoço, arroz integral ou arroz enriquecido com cereais, batata baroa (mandioquinha) ou mandioca cozida – vale caprichar nos grãos do tipo soja ou grão de bico. Legumes frescos, e se possível orgânicos, feitos no vapor ou com pouco cozimento (para manter seus nutrientes). Peixe (linguado, truta, salmão), frango orgânico ou até uma carne vermelha como filé mignon grelhada, cozida ou assada também são benvindos. E como sobremesa, frutas: laranja, tangerina, abacaxi ou morango.

No lanche da tarde, de novo, é importante algum carboidrato integral (principalmente se um tempo depois a pessoa for praticar exercícios físicos) que deve ser acompanhado de suco de fruta natural ou de leite de soja com uma fruta. O ideal é acrescentar folhas verdes (couve, hortelã ou alface) aos sucos, pois essa combinação diminui o índice glicêmico da bebida, o que favorece a ingestão até por diabéticos.

“No jantar é bom que a refeição seja leve e de fácil digestão como uma sopa de legumes ou legumes cozidos com uma proteína como peixe, frango ou soja, e mais uma verdura “ao dente”, para não sobrecarregar os sistemas digestivo, circulatório e cardíaco. Sem contar que evitar exageros antes de dormir reduz a possibilidade de azia, distensão abdominal (sensação de barriga inchada), cefaléia, insônia, picos de pressão e até mesmo a apneia do sono.

A ceia, para quem ainda fica acordado de 2 a 4 horas depois do jantar, é necessária, mas basta um lanchinho bem leve como um chá com castanhas-do-pará, fruta com levedo de cerveja ou linhaça ou ainda um copo pequeno de leite de soja.

Promessa
É possível enxugar até 1 kg por semana, em média.

Contraindicação
Por se tratar de uma dieta que presa um estilo alimentar extremamente saudável, não há restrições.

No caso da dieta ortomolecular, as contra-indicações são em relação a como consumir os alimentos. Portanto, para garantir todos os benefícios mencionados,
preste atenção a essas dicas:

Não cozinhar demais os alimentos, principalmente os vegetais
Não deixar os alimentos na geladeira por mais de três dias
Variar os alimentos alternando tipos diferentes a cada dia
Praticar atividade física
Fazer exames regularmente
Não se alimentar em intervalos muito curtos e não comer grandes quantidades de uma só vez
Não tomar líquido durante as refeições
Não comer com pressa e não pular refeições

Fonte: UOL

Parecer técnico da Anvisa sugere proibição de anfetamina e liberação controlada da sibutramina

Sibutramina é retirada do mercado em três países.

Sibutramina não pode mais ser receitada para pacientes da rede pública de São Paulo
O cerco aos remédios inibidores de apetite vêm se fechando desde março de 2010 no Brasil, e a Anisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estuda proibir tanto os anfetamíniacos quanto a sibutramina. Segundo a coluna de Mônica Bérgamo, o parecer técnico que será submetido à diretoria da Agência sugere a retirada derivados anfetamínicos do mercado (como femproporex e dietilpropiona), mas permite a comercialização controlada da sibutramina. Ainda de acordo com a coluna, o parecer será submetido à votação no dia 30 deste mês.

A sibutramina é proibida em alguns países da Europa e não pode ser vendido nos EUA já que alguns estudos indicam que ela está relacionada a problemas cardíacos. Resultados preliminares indicam um aumento de 16% no risco de derrame e ataque do coração com o uso da substância em pessoas que já apresentaram problemas cardíacos. A questão ainda não totalmente respondida é se a droga também aumentaria as chances de problemas cardiovasculares em pessoas sem este histórico.

Agora, ao receitar sibutramina, o médico teria que assinar um termo de responsabilidade. E o paciente, outro termo dizendo que recebeu todas as informações sobre os riscos do uso da substância, em especial em pacientes com cardiopatia pré-existente.

Médicos são contra proibição

O Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta que a suspensão do comércio de inibidores de apetite no país traz riscos para o combate da obesidade além de tirar a autonomia dos médicos.

"Os médicos têm o direito de – dentro de práticas reconhecidas e segundo a legislação vigente - prescrever o tratamento adequado, em acordo com seu paciente, sendo o uso de medicação específica uma possibilidade. A confirmação da proibição pela Anvisa pode contribuir para o agravamento de quadros de saúde de pacientes com dificuldade de reduzir o peso corporal apenas com adoção de dietas e da prática de exercícios, abordagens importantes, mas nem sempre suficientes", afirma a entidade em alerta.

Nos últimos meses, as entidades médicas participaram de vários debates e reuniões sobre o assunto junto à Anvisa, mas entendem que seus argumentos têm sido desconsiderados. O CFM propõe a definição de critérios rigorosos para controle do seu comércio, como já ocorre com outras substâncias.

O que diz a Anvisa

A assessoria de imprensa da agência confirma a existência do parecer fechado este mês sobre o tema, mas afirma que não possui informações sobre ele para confirmar ou não as informações da coluna de Mônica Bergamo.

A diretoria da Anvisa deverá votar a nova regulamentação dos emagrecedores a partir desse parecer, as reuniões acontecem nas terças-feiras, mas a assessoria da agência não confirma a data.

Outras drogas para obesidade

O Orlistat (vendido sob o nome comercial Xenical ou Alli) é agora o único medicamento aprovado para combater a obesidade a longo prazo. Três drogas experimentais estão sendo analisadas pela FDA, mas até agora o comitê consultivo encarregado de revisar as pesquisas e emitir uma recomendação à Agência tem sido cético. Votou contra a aprovação do lorcaserin da Arena no mês passado e, em julho, rejeitou o Qnexa da Vivus. Outra droga, Contrave do Orexigen, será analisada pelo júri ainda este ano.

Fonte: UOL

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dia do Miojo: dicas para deixar esse macarrão mais saudável


Rápido e prático, ele pode ficar mais nutritivo com legumes, azeite e carnes.

Saboroso, quentinho e rápido, ele parece o prato ideal para quem está sem tempo de cozinhar, especialmente em dias frios. "Toda essa praticidade, entretanto, esconde um teor nutritivo baixíssimo", alerta a nutricionista Maria Fernanda Cortez. Segundo a análise da embalagem de uma das marcas mais conhecidas do mercado feita por ela, só o tempero contém cerca de 50% do valor diário de sódio em uma dieta de duas mil calorias. A massa, por sua vez, oferece 32% do valor diário de gordura saturada que deveríamos consumir.

Por outro lado, mesmo não sendo a refeição ideal para ser consumida diariamente, o macarrão abre portas para diversas receitas criativas que podem incluir alimentos altamente nutritivos.Com a ajuda da nutricionista Rosana Farah, elaboramos sete dicas para deixar seu lámen mais saudável. Confira:

Faça seu próprio tempero
Deixe de lado aquele temperinho pronto que vem dentro da embalagem do macarrão instantâneo e utilize ervas e temperos naturais. "Uma ótima opção é o manjericão, que, além de deixar a comida com um ótimo aroma, também tem poder antibacteriano, protegendo as células do nosso corpo", indica Rosana. O alho também pode dar um gostinho a mais à refeição e, de quebra, você ainda combate doenças como gripe, diabetes e até câncer.

Acrescente legumes e verduras
"Podem ser adicionados quaisquer tipos de legumes e verduras, dependendo apenas da preferência do cozinheiro", aponta a nutricionista. A couve, por exemplo, é rica em cálcio, ferro e fósforo, realizando um papel de desintoxicação do organismo. Já a cenoura é uma importante fonte das vitaminas B e C, que trazem inúmeros benefícios ao sistema imunológico.

Invista nos molhos
Outra maneira de substituir o uso do tempero pronto do lámen é preparando molhos. Para Rosana, o de tomate é sempre a melhor opção. "Ele contém uma substância chamada licopeno, antioxidante que combate os radicais livres, prevenindo contra o envelhecimento precoce e diversos tipos de câncer, como o de próstata", esclarece Rosana Farah.

Coloque azeite
Para dar um gostinho a mais, outra dica é acrescentar azeite de oliva extra-virgem ao macarrão. "Ele contém ômega 3, substância que atua como um antioxidante no organismo", explica. Apesar do benefício, sua ingestão deve ser controlada, pois esse alimento é altamente calórico.

Adicione carnes
Carnes são importantes fontes de proteínas e exercem a função de reparação e construção de tecidos. Por isso, adicione esse alimento de preferência grelhado, assado ou cozido ao macarrão. Entretanto, se a preparação for feita junto com a água do macarrão não despreze o caldo, pois grande parte dos nutrientes das carnes se encontra nele.

Prepare um yakisoba
Nada mais simples do que transformar um simples macarrão instantâneo em um elaborado Yakisoba lotado de legumes e vegetais. O prato costuma incluir frango, carne, brócolis, cenoura, couve-flor, pimentão e cebola. Após refogados, esses alimentos precisam apenas ser adicionados ao macarrão cozido sem o tempero. Como toque final, acrescente shoyu e gergelim, sem exagerar no primeiro, já que ele tem alta concentração de sódio.

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Combata a anemia com esses alimentos


Veja os nutrientes que auxiliam na cura de diferentes anemias.

O tipo mais comum de anemia é a ferropriva, causada pela ingestão insuficiente ou má absorção de ferro. O déficit desse nutriente impede a formação da hemoglobina e da mioglobina, que são duas proteínas presentes no sangue e responsáveis pelo transporte de oxigênio - sendo que a mioglobina transporta oxigênio apenas para nossos músculos. Isso fará com que o organismo não tenha oxigênio suficiente para completar as funções vitais.

"É necessário entender que vários nutrientes estão envolvidos na carência do ferro", conta a nutricionista Mayumi Shima. O nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, também explica que a anemia só é possível de ser revertida com a alimentação quando é fraca. "Caso seja uma anemia grave, a dieta deve ser completada com suplementos", diz.

Confira abaixo os nutrientes que participam do combate a essa doença e outros que devem ser consumidos com cautela:

Em primeiro lugar: o ferro
Esse é o nutriente mais importante quando o assunto é combater a anemia ferropriva. Isso porque a sua deficiência promove uma má formação da hemoglobina e dos glóbulos vermelhos. "Na anemia ferropriva, há redução da quantidade total de ferro corporal e, dessa forma, o fornecimento de ferro para o pleno funcionamento dos glóbulos vermelhos é insuficiente", afirma a nutricionista Mayumi Shima.

Podemos dividir esse nutriente em dois tipos: o ferro heme - que é melhor absorvido pelo organismo -, e o não heme - absorvido em menor quantidade.

As fontes de ferro heme são carne vermelha, fígado, aves e peixes. Já os alimentos fonte de ferro não heme são verduras de folhas escuras e leguminosas.

Vitamina A é importante coadjuvante

"A deficiência dessa vitamina dificulta o transporte do ferro armazenado no fígado para o sangue, causando danos na formação dos glóbulos vermelho", afirma a nutricionista Mayumi Shima.

As principais fontes de vitamina A são alimentos alaranjados ou verde-escuros e vísceras.

Ácido fólico para anemia megaloblástica

Os folatos são substâncias que participam diretamente da formação do nosso DNA - nossos genes, responsáveis por construir proteínas, como a hemoglobina e a mioglobina, essenciais para a formação dos glóbulos vermelhos e para o transporte e armazenamento do sangue. Quando não ingerimos quantidades adequadas de folatos, nossa síntese do DNA, consequentemente dos glóbulos vermelhos, é danificada.

Isso diminuirá a concentração de células sanguíneas, prejudicando o transporte de oxigênio e causando o que é chamado de anemia megaloblástica - ela não ocorre por deficiência de ferro, e sim pela dificuldade de transporte do oxigênio pelo sangue.

Alimentos fonte de ácido fólico: folhas verde-escuras, fígado, ovos e gérmen de
trigo.

Não esqueça a vitamina B12

Esse nutriente atua juntamente com os folatos. De acordo com a nutricionista Mayumi Shima, a deficiência de vitamina B12 causa danos ao metabolismo do folato e o resultado é o que lemos anteriormente - a produção de glóbulos vermelhos e o transporte de oxigênio ficam prejudicados.

O nutrólogo Celso Cukier também alerta que a deficiência de vitamina B12 pode deixar as células sanguíneas mais inchadas, dificultando o transporte de oxigênio e causando a anemia megaloblástica.

Pelo fato de esse nutriente ser mais amplamente encontrado em vísceras, carnes, ovos, leite e derivados, a anemia megaloblástica é muito comum em veganos e vegetarianos. Nesses casos, a suplementação é necessária.

Vitamina C, uma amiga do ferro

A deficiência deste nutriente não causa diretamente uma anemia. O que a vitamina C faz é auxiliar a absorção e mobilização do ferro armazenado. Um exemplo dessa ação é quando comemos alguma fonte de ferro não heme acompanhada de alimentos ricos em vitamina C. Ao fazer isso, o ferro não heme se transforma em ferro heme, aumentando a sua absorção.

"Não ingerir quantidades adequadas de vitamina C causa danos no metabolismo do folato, além de promover hemólises (destruição dos glóbulos vermelhos) e hemorragias", afirma a nutricionista Mayumi Shima.

Alimentos fonte de vitamina C: frutas e verduras em geral.

Alimentos amargos para absorver os nutrientes

A nutricionista Mayumi Shima explica que alimentos de gosto amargo, como jiló, agrião, chicória, almeirão e alcachofra, têm o poder de estimular a secreção de enzimas digestivas. Isso facilita a absorção do ferro, do ácido fólico e das vitaminas do complexo B, contribuindo, assim, para o não aparecimento ou combate da anemia.

Cobre e zinco

"A deficiência de cobre em nosso organismo vai interferir na formação da hemoglobina, o que pode levar a uma anemia", conta o nutrólogo Celso Cukier.

Já o zinco, presente em farelo de aveia, feijão, leite e arroz integrais, peito de frango e carne vermelha, quando ingerido em excesso vai impedir a absorção do cobre, causando os mesmos efeitos da deficiência.

Fontes de cobre: ostras, lulas, siris, amendoim, nozes, amêndoas, sementes de girassol, passas, feijão, grãos-de-bico e lentilhas.

Você já tem anemia? Evite esses excessos

Na presença da anemia ferropriva, devemos evitar o excesso de alguns nutrientes que podem prejudicar a absorção do ferro, tais como:

Cálcio: o ideal é, durante o período de anemia, evitar consumo excessivo de leite, queijo, iogurte, entre outras fontes de cálcio, na mesma refeição rica em ferro. Isso porque ingerir cerca de 300mg (a recomendação diária é de 1000mg) de cálcio acompanhado de uma fonte de ferro não heme pode diminuir a absorção deste em 50 a 60%.

Fibras, taninos e fitatos: o consumo em maior quantidade de fibras pode diminuir a absorção do ferro. Já os taninos e fitatos são compostos químicos que se combinam ao ferro, tornando-o insolúvel, impedindo sua absorção. Evite o consumo excessivo de fibras - como pães e massas integrais -, café, chá preto ou chá mate na mesma refeição rica em ferro.

Fonte: Yahoo

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O que comer antes e depois dos exercícios


Especialistas indicam opções para equilibrar o corpo e potencializar os resultados da malhação.
Dieta balanceada potencializa os efeitos da atividade física
Para que a malhação ou qualquer atividade física tenha um bom resultado, é importante saber combinar a atividade com uma dieta adequada.

Segundo Camila Gracia, nutricionista responsável pelo esporte check-up do Hospital do Coração (HCor), alimentar-se antes e depois dos exercícios ajuda a manter o organismo equilibrado e acelera o metabolismo, elevando a eficácia dos treinos.

A especialista explica que não há uma regra geral, a alimentação funciona para cada pessoa de uma forma diferente. A dieta, porém, precisa ser leve e balanceada.

Quem está buscando perder peso, deve tomar cuidado com o que come durante o dia e não pode esquecer de ingerir pelo menos uma fruta após a atividade física. Para aqueles que desejam aumentar a massa muscular, ela recomenda uma combinação de carboidratos e proteínas após os exercícios.

“Quem quer ganhar massa pode comer um pouco a mais de proteína, mas é preciso tomar cuidado com o que é ingerido ao longo do dia. A alimentação brasileira já tem muita proteína. Carboidrato é energia, precisamos comer antes do exercício, principalmente quanto é uma atividade de longa duração. É necessário repor o carboidrato, pra repor energia”, pondera Camila.

Na opinião do fisiologista e médico do Esporte da academina B-Active, Benjamin Apter, é fundamental comer algo leve e hidratar-se logo após o esporte para a recuperação inicial. "Uma refeição completa, café da manhã, almoço ou jantar pode ser realizada assim que a pessoa estiver se sentindo recuperada da exaustão", aconselha.

Para atletas profissionais, a recomendação, segundo Apter, é buscar um especialista que prepare um cardápio bem elaborado. Para outros esportistas que não competem profissionalmente, a avaliação nutricional também é importante, mas em linhas gerais uma alimentação balanceada em carboidratos, proteínas, frutas, verduras e com pouco doce e gordura é a regra básica.

Camila Gracia explica que a digestão da gordura é mais lenta e demanda energia e sangue do organismo. “O corpo precisa estar pronto para o esporte. Por isso que a alimentação leve, com fibras é recomendada. Não pesa e não tira o foco do exercício. O corpo vai trabalhar para potencializar a ação.”

A nutricionista também revela que o alimento ajuda na redução da fadiga, na preservação da massa muscular e recuperação do organismo como um todo, funciona como um complemento. “O que estimula é atividade física, a alimentação é um coadjuvante para o exercício. O que pedimos aos atletas é uma combinação de nutrientes – carboidrato e proteína.”

Para ilustrar as recomendações, a especialista sugere alguns exemplos de alimentação:

Antes do treino:
Alimento fonte de carboidrato: fruta, pão com geléia, bolacha salgada

Após o treino:
Alimento com proteína, vitamina: filé de frango, arroz integral e salada, queijo branco com pão integral, leite batido com fruta

Água: quanto mais, melhor

Beber água não tem contra-indicação, pelo contrario, é ótima para o organismo. A nutricionista do HCor alerta para os benefícios e a importância da hidratação constante.

“É fundamental chegar à academia hidratado e beber água ao longo do treino. Qualquer pessoa precisa de dois litros de líquido por dia pra repor a perda natural que temos através da urina, saliva, lágrima.”

Para quem tem dificuldade para beber água, Camila sugere colocar um pouco de limão no líquido. Também vale acrescentar hortelã ou apostar no chá gelado. Ela alerta, porém, que sucos devem ser evitados. “A água é o melhor hidratante, mas existem outras formas para quem reclama da falta de gosto. Suco não é uma boa opção por ser muito calórico.”

Os isotônicos são interessantes após a atividade física, por que são melhores absorvidos pelo organismo. Segundo Benjamin Apter, os líquidos isotônicos foram elaborados para suprir a necessidade de eletrólitos perdidos com o suor durante exercícios físicos intensos. "Funcionam muito bem, não há contra indicações, e nestes casos tem efeito reparador melhor que a água. Já para exercícios suaves, com duração inferior a uma hora, a água é suficiente para as pessoas com alimentação saudável e balanceada. A quantidade é a mesma de qualquer líquido, o suficiente para saciar a sede."

Bebidas geladas tendem a ser mais facilmente absorvidas pelo corpo humano. A tese, segundo Camila, faz sentido, mas é controversa. “Beber um liquido gelado é interessante porque o organismo absorve mais rápido as propriedades, mas não é obrigatoriedade. É melhor tomar qualquer líquido do que não ingerir nada.”

Fonte: IG

Lanches saborosos com apenas 100 ou 200 calorias


Confira opções práticas, magras e saudáveis para saciar a fome em meio às refeições

O lanche intermediário da manhã ou da tarde é uma estratégia para ajudar a controlar a fome de forma saudável e magra. Confira algumas opções práticas e saborosas:

Lanches com 100 calorias

- Uma xícara de salada de frutas

- 2/3 de xícara de gelatina com sabor de fruta

- 3 xícaras de pipoca simples

- Slush de frutas. Bata no liquidificador ½ xícara de rodelas de banana, ½ xícara de abacaxi (enlatado em calda), 1 e ½ xícara de gelo, 1 colher (chá) de mel ou açúcar (opcional)

- 6 wafers de baunilha com redução de gordura

- 2/3 de xícara de frozen iogurte desnatado

- 15 minicenouras


Melão, kiwi, morango e uva: frutas com menos de 100 calorias
Frutas com 100 calorias ou menos

- 1 banana média (100)

- 1 pera (100)

- 1 maçã (80)

- 1 xícara de abacaxi picado (80)

- 1 laranja média (60)

- 1 xícara de uvas (60)

- 1 xícara de melão picado (60)

- 1 kiwi (50)

- 1 pêssego (40)

- 1 ameixa (40)

- 1 xícara de morangos (40)

Lanches com 200 calorias

- Maçã assada com sorvete light e granola. Retire a parte central de uma maçã média e acrescente ½ colher (chá) de suco de limão. Leve ao microondas por dois minutos em temperatura alta. Sirva com ½ colher (chá) de canela em pó, 1/3 de xícara de sorvete light de baunilha e 1 colher (sopa) de granola de baixa gordura.

- Frozen iogurte de baunilha com frutas frescas. Misture ½ xícara de frozen desnatado com 2/3 de xícara de pêssego fresco fatiado ou ½ xícara de morangos frescos.

- Iogurte, granola, mel e frutas. Combine 170 g de iogurte natural desnatado, 1 colher (chá) de mel, 1 colher (sopa) de granola de baixo teor de gordura e ¾ de xícara de morangos fatiados ou ½ xícara de abacaxi cortado em cubos.

- Pão de ló com frutas e cobertura de creme. Cubra 1 fatia (1/12 de um pão de ló de 25 cm) com 1 xícara de morangos picados ou ¾ de xícara de framboesas e 2 colheres (sopa) de cobertura de creme de baixa caloria.

- Smoothie de abacaxi e banana. Bata no liquidificador ½ xícara de iogurte natural desnatado, 2/3 de xícara de abacaxi, 2/3 de xícara de rodelas de banana, 1 e ½ xícara de gelo e 1 colher (chá) de mel ou açúcar (opcional). Rende 2 e ½ xícaras

- Smoothie de frutas vermelhas. Bata no liquidificador ½ xícara de iogurte de morango desnatado, 1/4 de xícara de framboesas, 1/2 xícara de morangos, ½ xícara de mirtilos e ¾ de xícara de gelo. Rende 2 xícaras

- Slush de laranja e banana: bata no liquidificador 2/3 de xícara de sorbet de laranja, ½ xícara de refrigerante de limão diet ou água mineral gasosa, ½ xícara de rodelas de banana e 2/3 de xícara de gelo

- Pêssegos e queijo cottage. Combine 1 xícara de pêssegos em calda light com ½ xícara de queijo cottage semidesnatado.

- Sorvete, banana e calda de chocolate. Combine ½ xícara de sorvete de baunilha light com ½ banana cortada em rodelas e 1 colher (sopa) de calda de chocolate light.

- Batata assada. Uma batata assada média (cerca de 200g) quente coberta com 2 colheres (sopa) de creme de leite light, sal e pimenta a gosto.

Fonte: IG

O segredo para evitar o efeito sanfona


Nutrólogo afirma que, após chegar ao peso ideal, é preciso mais três anos de controle
Médico revela o segredo para evitar o efeito sanfona: três anos de dieta alimentar mesmo após alcançar o peso ideal.
O médico Cristiano Merheb, especialista em Nutrologia e membro da Associação Brasileira de Nutrologia, compara o corpo humano a uma máquina perfeita.

Sendo assim, o organismo também precisa de programação e rotina, por isso, pode demorar para responder aos comandos dados por uma nova dieta e o início de exercícios físicos.

“Alguns estudiosos de nutrição humana acreditam que o organismo mantém uma espécie de memória metabólica, com a tendência a retornar ao estado anterior, após sofrer alteração”, explica Marheb.

“Então, após um programa de emagrecimento, a pessoa deve enfrentar um período prolongado (entre 2 e 3 anos) de reeducação alimentar, dando oportunidade ao corpo de esquecer os padrões anteriores para não recuperar o que emagreceu”, esclarece o nutrólogo.

Para ajudar a evitar o emagrece-engorda, processo chamado de efeito sanfona, o médico oferece 9 dicas:

1. Evite esquemas dietéticos muito rigorosos e prolongados. O ideal é enganar o corpo de modo que ele não sinta falta do que está perdendo

2. Estipule horários para todas as refeições e cumpra-os diariamente, realizando as principais refeições do dia (café da manhã, almoço e jantar) e fazendo pequenos lanches entre elas. O importante é não ficar com fome, o que fará com que você se alimente muito mais na refeição seguinte

3. Nunca deixe de incluir verduras e legumes às refeições, principalmente saladas cruas. São alimentos ricos em fibras e que ajudam a dar maior saciedade, fazendo com que você se alimente menos

4. Não há necessidade de cortar as guloseimas favoritas, como o chocolate ou o sorvete. Apenas estabeleça um dia da semana específico para isso e uma pequena quantidade

5. Evite o consumo de alimentos muito salgados. O sal gera inchaço e aumenta a sensação de peso

6. Beba sempre muita água ao longo dia! Evite as bebidas industrializadas, normalmente ricas em sódio e aditivos químicos, prejudiciais ao organismo. A água ajuda na função intestinal, na saúde da pele, na limpeza do organismo, na circulação e no emagrecimento saudável

7. Mastigue bem os alimentos, sem pressa. Isso ajuda a boa digestão, dando tempo suficiente para que o estômago envie uma mensagem ao cérebro informando que já está satisfeito

8. Faça sempre pratos variados, com um pouco de cada grupo alimentar. Ou seja, inclua sempre um pouco de carboidrato, proteína e gordura. Um prato de macarronada com carne e queijo, por exemplo, engorda menos que um prato de macarronada pura, isso porque as proteínas e gorduras ajudam a regular a digestão, reduzindo a absorção do amido presente no macarrão, além de proporcionar maior saciedade

9. As atividades físicas são imprescindíveis para quem quer manter um peso saudável, sendo uma das principais responsáveis em manter o metabolismo sempre ativo. Não deixe de incluir exercícios físicos na sua rotina!

Fonte: IG

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

11 truques para seu filho comer melhor


Disfarçar alimentos, inventar histórias e não esquentar com a sujeira: mães, chefs e nutricionistas dão dicas para vencer a resistência das crianças

Abra os olhos para a apresentação do prato e feche-os para a sujeira: pequenas atitudes para a criança comer melhor.
Desesperados para ver os filhos se alimentarem corretamente, muitos pais lançam mão de chantagens pouco corretas para conseguir emplacar algumas colheradas. Ameaças como “se você não comer a salada, vai ficar sem videogame a semana toda” são pouco eficazes. Além de estabelecerem a alface como algo horrível e o videogame como algo incrível, elas podem gerar um estresse desnecessário entre adultos e crianças. O melhor é apostar em alguns truques práticos para fazer seu filho mudar de ideia em relação às comidas saudáveis.

O Delas conversou com alguns peritos em alimentação, de nutricionistas a chefs de cozinha, e reuniu 11 dicas eficazes para as crianças comerem melhor. Com paciência, bom-humor e criatividade, você pode mudar o jogo a seu favor e acabar com o sofrimento da hora das refeições. Confira abaixo.

1. Capriche na apresentação do prato
As crianças comem, sim, com os olhos. Para Andrea França, diretora da MiniChefs – Escola de Culinária Infantil, de São Paulo, um prato bem decorado e colorido faz toda a diferença. “É uma coisa simples de ser feita: desde colocar mais cores, que é resultado de uma dieta equilibrada, até montar uma carinha com os alimentos”, diz. O brócolis pode virar um cabelinho, enquanto o tomate pode ser cortado em forma de boca.

O chef de cozinha experimental André Boccato adaptou o livro “Gastrokid – O Livro da Gastronomia Infantil” (Editora Gaia) para o Brasil e sugere o uso de forminhas ou cortadores com o formato de bichos. “Quando você desenha no prato, pode até colocar ingredientes que a criança nem conhece. Ela presta mais atenção no desenho. Ao servir a refeição diretamente da panela, a criança pode ter uma reação pior”, diz.

2. Invista em alimentos pequenos
A lógica é simples: alimentos em miniatura fazem com que as crianças sintam que aquilo foi feito só para ela. Segundo Andrea França, mini legumes ou folhas de rúcula “baby”, por exemplo, tendem a agradar bastante. Mas não necessariamente precisam ser alimentos em miniatura. Ovinhos de codorna, por exemplo, também podem ser utilizados como incrementos, de acordo com a nutricionista da Consultoria e Assessoria Nutricional Duo Nutri, Fernanda Faria.

3. Evite bebidas durante a refeição
De acordo com a nutricionista Elaine de Pádua, especialista em alimentação na infância e adolescência e autora do livro “O que tem no prato do seu filho? Um guia prático de nutrição para os pais” (Editora Alles Trade), diminuir o volume de líquidos durante as refeições pode ser uma boa pedida. “Os líquidos ajudam a saciar a fome, ou dão a sensação de saciedade, ou seja, de estar satisfeito”, diz. Prefira oferecer água ou suco, portanto, somente depois do almoço ou da janta.

4. Ofereça primeiro o que ele menos gosta
A maioria das famílias costuma fazer o contrário, mas o melhor para a criança que não come verduras é tê-las à vista antes dos outros pratos da refeição. “Assim, ela estará com fome e pode consumir esta preparação mais facilmente”, afirma Elaine de Pádua.

5. Mantenha os alimentos saudáveis em lugares acessíveis
Elaine de Pádua recomenda manter as frutas expostas na cozinha, ou até já lavadas e cortadas na geladeira, prontas para serem alvos de uma criança faminta. A fórmula também pode funcionar para legumes, como cenouras e pepinos.

Crianças na aula de culinária em escola especializada: cozinhar diminui a resistência a novos pratos
6. Cozinhe com seu filho
Estimular a criança a colocar a mão na massa pode fazê-la se alimentar melhor. A neta do chef André Boccato é um exemplo: aos cinco anos, o avô a levou para fazer massa fresca e preparar um saboroso prato de macarrão. “Antes disso, ela não comia molho de tomate. Depois dessa refeição, passou a gostar”, conta o chef.

7. Envolva a criança na escolha do cardápio da semana
De acordo com Betty Kövesi Mathias, coordenadora e professora da Escola Wilma Kövesi de Cozinha e Gastronomia, em São Paulo, a diversão é a isca perfeita para envolver uma criança em qualquer assunto. Na alimentação, vale o mesmo princípio. Conte com a ajuda dela para montar o cardápio da semana. Peça a ela para escolher um prato e os pais escolhem outro. O mesmo vale para quando a família vai a um restaurante: a mãe pode sugerir que ela escolha o prato do filho e o filho escolhe o dela. “Mas sem ameaças. A pior coisa que pode ser feita é obrigar a criança a comer. Essa integração faz com que aquele momento seja saudável e a criança não se sente cobrada”, diz Andrea.

8. Fique tranquilo com a sujeira
A atriz Maria Paula é mãe de Maria Luiza, 6, e Felipe, 4. Ela acredita que o fato de ter amamentado os filhos no peito até as crianças completarem quase 2 anos de idade contribuiu para eles comerem muito bem, quase sem nenhuma restrição, inclusive de frutas, legumes e verduras. “As crianças são boas de garfo, assim como a mãe”, compara a ex-Casseta e Planeta. “Não é piada não, é exemplo. Eu mudei a minha alimentação depois que a Maria Luiza nasceu, porque sabia que ela não iria comer certinho se eu não fizesse o mesmo”, completa. “Passei a tomar café da manhã, por exemplo, coisa que nunca tinha feito”.

Além da amamentação e do exemplo, Maria Paula revela outro segredo para fazer com que seus filhos nunca tenham torcido o nariz para brócolis, alface, aspargos e abacate. “Sempre incentivei que eles descobrissem os sabores, as texturas por conta própria”, diz. “Então, não ficava encanada com sujeira. No início, eles podiam comer com as mãos para descobrir o que era aquilo. Quando queriam, tentavam sozinhos usar os talheres e sempre atendiam as suas curiosidades gastronômicas. Para mim e para eles, deu super certo”, garante.

Levar a criança às compras facilita o envolvimento dela com o que vai à mesa
9. Leve seu filho ao mercado ou faça uma hortinha em casa
Levar as crianças para as compras do mês também pode ser uma ótima ideia para envolvê-los com a alimentação. Segundo Betty Kövesi Mathias, aproximá-las dos alimentos faz com que elas fiquem mais curiosas e experimentem com maior facilidade. Se o seu filho transforma as compras em uma guerra sem fim por cada guloseima dos corredores, outra alternativa é fazer uma hortinha em casa, ou mesmo cultivar pequenos vasos de tempero. “Além de facilitarem a culinária, ampliam o repertório de alimentos da família”, diz Elaine.

10. Transforme o ato de comer em uma brincadeira
A chef e doceira Carole Crema, proprietária da La Vie em Douce, em São Paulo, e mãe de duas meninas de cinco e seis anos, Luiza e Beatriz, segue esta premissa sempre que necessário. Quando as filhas queriam que ela fizesse um doce de sobremesa, ela preparou gelatina e serviu com uma colher de creme de leite, frutas e três confeitozinhos para cada uma. “Fiz um prato lindo e aproveitei para fazer gracinha na hora. Disse, tirando a sobremesa da geladeira: ‘qual a mesa que pediu esta especialidade? A garçonete já está levando!’”, conta.

Por menor que pareça, o uso da imaginação empolga – e muito – as crianças. Usar referências que a criança conhece, como o espinafre do Popeye ou o prato favorito de outro personagem, pode fazer com que ela tenha uma identificação maior com o alimento. “O discurso que se refere ao mundo da fantasia da criança pode ser empregado de acordo com a idade e sempre vale a pena”, concorda Andrea França.

11. Varie os formatos
Elaine de Pádua sugere “disfarçar” os alimentos rejeitados em pratos diferentes. O truque pode ser o ponto de partida para a criança começar a mudar de ideia. Se ela não come beterraba, que tal acrescentar o tubérculo na massa e fazer panquecas cor-de-rosa? “Mas não pode virar uma rotina. É importante ela saber o que está comendo”, afirma a autora. A ideia é mostrar diferentes formas de um mesmo alimento, para ver se ela realmente não se interessa por ele.

(Colaborou: Fernanda Aranda, iG São Paulo)