domingo, 31 de julho de 2011

O que é Ansiedade?

O que é Ansiedade?
Sinônimos: angústia
O termo tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo etc.

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, e que tornar-se patológico, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).

A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.


Causas
Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida.

A pessoa pode se sentir ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente ou pode ter ansiedade apenas às vezes, mas tão intensamente que se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:

Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar)
Sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer
Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho
Medo extremo de algum objeto ou situação em particular
Medo exagerado de ser humilhado publicamente
Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade
Pavor depois de uma situação muito difícil.
visão geral sintomas tratamento e cuidados Tratamento
Existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade:

Dicas para deixar a ansiedade bem longe! Baixa autoestima e insegurança provocam ansiedade Sete alimentos que combatem a ansiedade Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica)
Psicoterapia com psicólogo ou médico psiquiatra
Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).
A maior parte das pessoas começa a ser sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento. Por isso, é importante procurar ajuda especializada na unidade de saúde mais próxima. O diagnóstico precoce e preciso, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos.

Fontes e referências:

Ministério da Saúde

O lanche escolar ideal para seu filho






Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.

Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar algo não muito nutritivo? Eventualmente, isso não é um problema. Negocie com ele um dia da semana para este lanche e, nos outros dias, as frutas, cereais e o leite”, exemplifica.

Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.

Opções industrializadas

Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.

No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior. Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.

Conservação

Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Cynthia dá uma dica final: colocar a caixinha de suco ou a garrafinha de água congelada na lancheira é uma opção para garantir um resfriamento extra. E não se esqueça de fiscalizar os cuidados do seu filho com o lanche. Se o que ele não consome pela manhã vira petisco para depois da aula de inglês, no fim da tarde, não há lancheira que aguente.

Fonte: IG

sábado, 30 de julho de 2011

Desmonte a pirâmide e conheça cada um dos seus integrantes




Os blocos representam os grupos alimentares indispensáveis à alimentação balanceada.

Desmonte a pirâmide e conheça cada um dos seus integrantes.

Você já conhece a lógica da pirâmide alimentar. Mas, para usá-la a seu favor, é preciso na hora de combinar os integrantes de cada um dos grupos pertencentes ao diagrama. Os blocos estão divididos de acordo com os nutrientes que oferecem, todos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Cereais, pães, tubérculos e raízes: não à toa, representam a base da pirâmide. O grupo é formado por alimentos energéticos, ricos em carboidratos nutriente que abocanha a maior fatia da sua alimentação. Os carboidratos representam de 50 a 60% das calorias totais de um dia.

Hortaliças (legumes e verduras): ricos em água, os alimentos deste grupo contêm fibras, vitaminas e minerais. Contam ainda com a vantagem de terem baixíssimas calorias.

Frutas: fontes abundantes de fibras, vitaminas, minerais e carboidratos. Apesar de as frutas fornecerem os mesmos nutrientes encontrados em outros grupos, elas aparecem num bloco à parte porque têm participação diferenciada no cardápio, sendo consumidas como sobremesa, sucos ou lanches entre as refeições principais.

Leite e derivados: cálcio e proteínas fazem parte do time de nutrientes fornecidos por este grupo. Sua ingestão é recomendada para evitar o desenvolvimento de doenças relacionadas ao consumo do mineral, como a osteoporose.

Carnes e ovos: grupo composto por alimentos ricos em proteínas, que devem ser as responsáveis por 20% das calorias consumidas diariamente. Por outro lado, as carnes também são fontes de gordura saturada e colesterol. Por isso, a preferência deve ser por carnes magras, aves e peixes. Saiba quantas porções deste grupo, você pode ingerir.

Leguminosas: elas são uma mina de proteínas e têm no feijão um representante poderoso. Graças a ele, a pirâmide alimentar brasileira ganhou uma divisão a mais.

Óleos e gorduras: alimentos altamente energéticos. Porém, se estiverem presentes em grande quantidade no seu cardápio, estão associados ao ganho de peso. Por isso, a recomendação é dar preferência às gorduras vegetais, já que elas são ricas em gorduras mono e poliinsaturadas, colaborando no controle dos níveis de LDL (colesterol ruim).

Açúcares e doces: grupo com grande potencial energético, mas que, isoladamente, não oferece nutrientes indispensáveis ao organismo. Isso porque eles podem ser obtidos através de alimentos pertencentes a outros grupos alimentares. Por essas razões, seu consumo deve ser moderado.

Qual a melhor forma de inseri-los no cardápio?

A quantidade ingerida de um grupo não deve ficar concentrada apenas em uma refeição, e sim distribuída em, pelo menos, cinco , aconselha a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Seguindo essa orientação, a variedade alimentar está garantida e, consequentemente, a diversificação dos nutrientes importantes ao organismo.
O intervalo entre as refeições também soma pontos na eficácia do método. O tempo entre elas não deve passar de quatro horas.

Para isso, a ingestão de pequenos lanches intermediários é necessária , explica a nutri. Além de garantir a distribuição correta dos nutrientes, a fome não se acumula e você controla a boca quando senta à mesa. Para te ajudar nessa tarefa, Roberta montou um exemplo de cardápio de 1.800 calorias para evidenciar como os grupos alimentares devem estar espalhados por todas as refeições do dia.

Pequenas perdas de peso também impactam positivamente a saúde

Perder de 5 a 10% do peso já ajuda na diminuição da pressão arterial e outros males

A prevalência da obesidade quase duplicou em 30 anos. É o que diz o estudo do periódico Lancet, publicado em maio deste ano, que aponta 500 milhões de adultos obesos no mundo.

O tratamento inclui mudanças de estilo de vida, com correção de dieta e incremento da atividade física. Contudo, o mais difícil é a manutenção do peso perdido. O chamado "efeito sanfona", que desanima muitos pacientes, pode atrapalhar inclusive na hora de dar o primeiro passo. Por isso, vale lembrar que uma perda de 5% a 10% do peso já traz grandes benefícios.

Investir numa dieta equilibrada e pobre em gordura saturada abaixa os níveis de colesterol no sangue, principalmente do LDL, fração "ruim" do colesterol, que potencialmente entope mais as artérias. Uma perda de peso bem modesta já gera uma queda em torno de 12-30 mg\dL do colesterol LDL.

Alguns estudos demonstram que 19% dos casos de câncer no Brasil poderiam ser evitados se as pessoas mantivessem o peso ideal.O risco de desenvolver diversos tumores, como de esôfago, pâncreas, ovário, rins, útero e mama cresce com o nível da gordura corporal. Sem o excesso de peso, o organismo controla os hormônios que favorecem a desregulação de células, assim como fatores inflamatórios que deixam o organismo vulnerável ao câncer. Alguns estudos, como um realizado pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), demonstram que 19% dos casos de câncer no Brasil poderiam ser evitados se as pessoas mantivessem o peso ideal.

As articulações consideradas de impacto, como quadril, joelho e tornozelo, sofrem bastante com o excesso de peso. Além disso, o sobrepeso inicial parece produzir substâncias que agridem a cartilagem das articulações. Emagrecer é muito favorável, já que, quando caminhamos, o impacto do nosso peso nas articulações é duas vezes o peso do corpo. Já quando corremos, esse impacto varia de 5 a 8 vezes o peso do corpo.

A hipertensão arterial também caminha lado a lado com a obesidade. Quando diminuímos o peso, o corpo diminui a produção exagerada de insulina, diminuindo também a retenção de água e sal. Com o emagrecimento de poucos quilos, a pressão arterial pode reduzir de 5 a 20 mmhg.

Outro ponto que melhora com o emagrecimento é a memória. Ao perder peso, diminui-se a resistência à leptina. Essa substância sinaliza se o individuo está saciado ou não e também participa do processamento da memória no hipocampo, assim como protege a massa cinzenta.

Vimos que pequenas diminuições de peso melhoram muito a qualidade de vida. Por isso, anime-se e dê o primeiro passo, sua saúde agradece!

Fonte: yahoo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Dieta líquida só deve ser feita com acompanhamento médico


Regime deve ser adotado por curto período e em função de um objetivo específico


Alimentar-se basicamente de líquidos para perder peso rapidamente é uma estratégia que só deve ser adotada em casos de emergência. Se você tem um casamento para ir daqui a dois dias e o vestido que comprou há meses não está entrando por pouco, pode.

Se você quer acelerar o processo de perda de peso porque está cansada de viver de dieta, não pode. E nem adianta tentar porque não funciona. "É irreal o valor de emagrecimento sugerido pela balança. Normalmente, a maior parte da diminuição de quilos nesses casos é em líquido e não em gordura", explica a nutricionista Ligia Henriques.

Uma pesquisa realizada pela nutricionista da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, Denise Machado Mourão, concluiu que comer só líquidos leva a um posterior consumo maior de calorias. Denise chegou a essa conclusão investigando 120 pessoas nos Estados Unidos.



Para fazer o estudo, ela separou porções iguais de líquidos e sólidos. As de sucos e frutas, por exemplo, continham o mesmo número de calorias. Em um dia, os voluntários consumiam a refeição líquida. No outro, a sólida. Depois, comiam pequenos sanduíches até ficarem satisfeitos. O resultado? Comeu mais quem só havia ingerido líquidos anteriormente.

Mas é claro que, feita de forma responsável, uma dieta líquida "pode ajudar um pouco na redução de peso, já que sempre que consumimos menos do que gastamos nós emagrecemos", afirma Ligia. Mas, é importante lembrar que isso só vale para curtos períodos de tempo e para quem tem um objetivo específico.

E mais: é essencial ter orientação médico-nutricional. No, entanto, "é exatamente esse tipo de dieta que é feita sem acompanhamento. Um dos maiores perigos é a redução extrema do aporte calórico diário, que pode levar a fraqueza e até desmaios. Por um longo período, pode gerar deficiências nutricionais e prejudicar o metabolismo", alerta a nutricionista.

Levando em conta essas recomendações, uma dieta líquida saudável deve ser completa, contendo proteínas, carboidratos e fibras. É preciso incluir iogurte, leite, sucos de frutas, água de coco e sopas. Enquanto estiver sob esse regime, procure não praticar atividades físicas intensas, pois pode passar mal.


Veja abaixo um exemplo de uma dieta líquida de um dia:

Café da manhã
- 200 ml de leite desnatado batido com 1 banana prata + 2 colheres de sopa de linhaça

Lanche da manhã
- 200 ml de água de coco

Almoço
- sopa com cenoura, batata, couve, vagem e músculo
- 1 copo de suco de abacaxi
- 1 gelatina diet Lanche da tarde
- 1 copo de iogurte desnatado batido com 7 morangos

Jantar
- sopa de frango com brócolis, espinafre e couve-flor
- 1 copo de suco de limão
- 1 gelatina diet

Ceia
- 1 copo de suco de melancia

OBS: NÃO FAÇA NADA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DE UMA NUTRICIONISTA.CADA CASO EXIGE CUIDADOS DIFERENTES.

Fonte: Yahoo

Exercícios físicos após as refeições podem gerar congestão


Comer demais ou de forma inadequada também pode causar o problema

A recomendação das mães para que os filhos não tomem banho de mar ou de piscina logo depois do almoço é uma constante. Crianças sempre reclamam da regra e alguns adultos criticam a atitude materna por acreditarem que isso é somente um mito. Pois não é. A gastroenterologista Dalva Maria Alves Alcântara explica que a congestão, que é uma alteração ou paralisação do processo de digestão, pode ocorrer quando se pratica exercícios físicos intensos após as refeições. Comer demais ou de forma muito rápida também pode causar o problema.

A especialista explica que esportes devem ser evitados logo após as refeições porque, quando o estômago está processando os alimentos, muito sangue é direcionado para a área para ajudar na absorção de nutrientes. "Então, se você faz uma atividade muito pesada, esse sangue que está indo para o aparelho digestivo vai ser direcionado para os músculos e isso pode causar uma interrupção dessa digestão", diz.


Mas também não é obrigatório repousar depois de comer. Tomar banho de chuveiro, ler, caminhar lentamente e lavar louça não exigem esforço suficiente para levar a uma congestão.

A congestão costuma acontecer quando os alimentos ainda estão no estômago. "Geralmente na fase inicial alguma interferência faz com que a digestão se interrompa ou se faça de uma forma inadequada", diz Dalva. Entre os sintomas estão sensação de peso, estufamento do abdômen, enjoo e náusea. Dependendo da progressão e da intensidade do problema, podem aparecer mal-estar, vontade de desmaiar, suor e palidez.

Dalva orienta tranquilizar o indivíduo que apresentar esses sintomas na sequência de uma refeição. "Deve-se levar a pessoa para um ambiente bem ventilado, afrouxar as roupas dela, deitá-la caso esteja a ponto de desmaiar e evitar medicamentos porque, na grande maioria das vezes, isso vai acabar passando espontaneamente", aconselha a gastroenterologista.

De acordo com Dalva, o uso de efervescentes e antiácidos pode aliviar a sensação, mas, se os sintomas permanecerem, o ideal é consultar um especialista.

Se a pessoa estiver passando muito mal, a orientação é levá-la para um serviço de emergência, até para que um médico verifique a existência de um problema mais sério. Isoladamente, a congestão não leva à morte. O que pode acontecer é que, se o paciente tem outras doenças, pode, de repente, desencadear uma crise de hipertensão ou outras complicações.

Fonte: Yahoo

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MOLHOS PARA SALADAS LIGHT


Molho de ervas e cottage (56 calorias)

- 2 xíc. (chá) de queijo cottage
- 2 col. (sopa) de suco de limão
- 2 col. (sopa) de manjericão fresco picado
- Sal a gosto
Amasse o cottage com um garfo e misture os outros ingredientes.

Molho oriental (65 calorias)
- 3 col. (sopa) de shoyu
- 5 col. (sopa) de azeite de oliva
- Suco de 1/2 limão
- 1 col. (chá) de gengibre fresco ralado
- Sal a gosto
Misture todos os ingredientes.

Molho rose (40 calorias)
- 8 col. (sopa) de maionese light
- 8 col. (sopa) de creme de leite light
- 4 col. (sopa) de ketchup
- 4 col. (chá) de conhaque
Misture muito bem todos os ingredientes.

Molho de mostarda (14 calorias)
- 2 col. (chá) de mel
- 5 col. (sopa) de mostarda amarela
- 1/2 xíc. (chá) de suco de laranja
- 1/2 xíc. (chá) de azeite de oliva
- Sal a gosto
Misture todos os ingredientes e bata com um garfo até incorporar o mel.

Molho light de iogurte (36 calorias)
- 1 copo de iogurte natural desnatado
- 1 col. (sopa) de hortelã picada
- 1 col. (sopa) de suco de limão
- 2 col. (sopa) de azeite de oliva
- Sal a gosto
Misture muito bem todos os ingredientes.

observação: Usar duas colheres de sobremesa de cada molho , no máximo.

FONTE; Abril.com

Cuidados que fazem a diferença na cozinha


Empanados devem ser refrigerados antes da fritura ou a carne se descola da crosta
Preparar pratos gostosos pode até ser não ser tão fácil. Mas têm alguns cuidados que, se não garantem que o resultado final seja impecável, ajudam bastante. Para enumerá-los, o iG Comida contou com a ajuda de dois craques da gastronomia: Juarez Campos, do Oriundi, em Vitória, no Espírito Santo, e André Saburó, dos pernambucanos Quina do Futuro e Sumô, ambos em Recife.

1- Mantenha as verduras crocantes
Verduras ou legumes servidos crus devem ficar em recipiente com água e gelo até o momento de ir à mesa. Dessa maneira, ficam mais crocantes, coloridos, com cheiro e sabor mais discretos.

2- Prefira ervas frescas
Vale a pena ter vasinhos de ervas num cantinho da casa. Manjericão, hortelã e salsinha combinam com diversos tipos de alimento e são suficientes para começar a hortinha doméstica.

Lave os alimentos assim que chegar do mercado
3- Atenção à higiene dos alimentos
Frutas, verduras e legumes devem ser lavados assim que chegam do mercado. Depois de eliminada a terra, precisam ficar de molho durante quinze minutos com água sanitária (1 colher de chá) e água (2 a 3 litros). Depois, basta enxaguá-los em água corrente.

4- Use caldos feitos em casa
Caldos caseiros têm sabor suave, não são salgados e dão unidade a pratos. A receita básica pede cebola, cenoura, alho poró, salsão, água, um bouquet garni (louro, tomilho, salsinha e aipo amarrados com folha de alho poró) e quarenta minutos de fogo. Para incrementar, músculo ou carcaça de frango e duas horas no fogão. Importante é tirar a espuma com uma escumadeira durante o cozimento.


5- Escolha o peixe certo
Escolher peixes tem regrinhas básicas: o olho tem que estar vivo, brilhante; as guelras laterais, rosadas; o lombo precisa ter a textura de um antebraço humano; e a película interna da barriga deve estar inteira.

6- Não deixe de branquear os legumes
O processo é simples: basta dar uma fervura nos legumes e, em seguida, transferi-los para um recipiente com água e gelo. Assim, a clorofila é fixada e as cores do ingrediente se mantêm vivas.

7- Cozinhe as verduras separadamente
Cada ingrediente tem um tempo de cocção. Por isso, na hora de cozinhar, nada de botar todos juntos, na mesma panela.

8- Salgue a água de cozimento
Os legumes sempre devem ser cozidos em água com sal, que evita que as células vegetais se rompam. Assim, ficam muito mais crocantes.

9- Não deixe o macarrão passar do ponto
Para acertar o ponto da massa, basta cortar um pedaço e observar se seu miolo está transparente. Se estiver branco, ainda não está pronta. Quem for servi-la com molho, deve retirá-la do fogo antes de estar totalmente cozida e terminar o processo na panela com o caldo. Dessa forma, ela estará com os poros abertos e pronta para ser “temperada”. Caso fique seca, é só acrescentar um pouco da água de cocção no preparo final.

10- Acerte o ponto do bife
O bife deve ser selado dos dois lados, em frigideira ou grelha bem quente, para não perder os sulcos. Depois, abaixe o fogo para chegar ao ponto desejado.

Facas cegas não cortam, rasgam o alimento
11- Atenção à faca de cozinha
Faca cega é o maior inimigo do cozinheiro. Primeiro porque ela, ao invés de cortar, rasga os alimentos. Além disso, pode escorregar e causar acidentes.

12- Respeite o tempo de uso do óleo de cozinha
Se o óleo soltar fumaça ou espuma no encontro com o alimento, deve ser descartado. A cor também é importante: ele tem que estar dourado e nunca amarronzado.

13- Faça frituras sequinhas
Frituras sequinhas pedem óleo quente. Para descobrir se ele está a 180 graus é fácil. Basta colocar um palito de fósforo virgem dentro da panela. Quando ele acender, estará na temperatura. Outro jeito de não errar é jogar um pedacinho do que será frito no óleo. Se ele tocar no fundo da panela e voltar à superfície, está no ponto. Caso não suba ou não toque no fundo, é porque o óleo está muito frio ou quente demais.

14- Refrigere empanados antes da fritura
Para uma crosta bem colada no alimento, ele deve ser refrigerado depois de empanado e só então ir para a panela. Quem fritar o bife logo depois de passar farinha e ovo, corre o risco de servi-lo com casca e carne separadas.

15- Fique de olho na chama do fogão
A menos que seja para selar carnes ou reduzir molhos, a chama do fogão deve estar sempre amena. Fogo alto não aumenta a velocidade da cocção, só faz os líquidos evaporarem e a comida queimar.

16- Descubra o vinho ideal para a sua receita
Não precisa usar vinho caro para cozinhar. Mas também não dá para usar aquele de garrafão. Uma dica é usar na receita um rótulo de uva similar a do vinho que acompanhará a refeição.

17- Use sempre água filtrada
A água filtrada tem menos cloro do que a da torneira. Por isso, seu sabor é neutro e não interfere no sabor dos alimentos.


FONTE; ig

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Entenda a importância do café da manhã


Ele repõe a energia gasta durante o sono e ajuda a emagrecer

Entre o intervalo da última refeição e a primeira do dia seguinte, há um longo período em jejum. Mas, também nesta fase, houve a queima de glicose e de glicogênio: a reação ocorre para gerar energia e manter e as funções do organismo, como circulação, respiração e batimentos cardíacos. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos. Dessa maneira, você começa o dia com disposição e dispõe de um bom rendimento nas atividades cotidianas. O café da manhã tem essa importante função de repor a energia que foi gasta durante o sono. Além disso, estudos indicam que realizar o café da manhã ajuda no controle da ingestão alimentar durante o dia, auxiliando no controle do peso.

Alimentos
Os alimentos do café da manhã fornecem energia, principalmente os carboidratos encontrados nos pães, nas frutas e nas geléias. Além disso, leite e derivados (queijo e iogurte) fornecem proteínas e cálcio (nutriente importante para a saúde dos ossos). As fibras, que trazem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino, também são encontradas nos alimentos que fazem parte dessa refeição.

Ingerir os alimentos corretos na quantidade certa é importante para manter o equilíbrio nutricional e calórico da refeição, buscando saciedade e retardando a sensação de fome. Dessa maneira, optar pelos alimentos que apresentam menor teor calórico, mas que fornecem nutrientes adequados para uma boa refeição ajudará a manter a alimentação durante o dia sob controle, além de colaborar para que atinja ou mantenha o peso adequado.

Fonte: yahoo

Saiba consumir queijos no inverno sem grandes prejuízos à dieta


Moderação é o segredo para que eles não pesem no corpo

Com a chegada do inverno, a procura por queijos aumenta, principalmente os mais gordurosos. Eles podem parecer mais apetitosos no inverno porque, para manter a sua temperatura, o corpo demanda mais energia - que virá da alimentação. "No inverno, precisamos de mais energia para nos aquecer, por isso a procura por alimentos mais calóricos, ricos em gordura e carboidratos", diz a nutricionista funcional Juliana Mayo.

Entre os queridinhos da estação, estão o gorgonzola, gruyère, estepe ou emmental e o requeijão tipo catupiry. São queijos muito utilizados em fondues, sopas e massas, como lembra a nutricionista Karla Brito Rodrigues. Mas todos eles são muito calóricos. Uma fatia (20g) de gorgonzola tem 96 kcal. Também com altas calorias, 28g de gruyère apresenta, segundo a USDA National Nutrient Database for Standard Reference, 116 kcal.

Além das calorias, eles também possuem alto teor de gorduras. "O pigmento amarelo dos queijos se dá pelo teor de gordura. Portanto, os queijos mais gordurosos são os mais amarelos", justifica Karla. Segundo ela, a gordura é responsável pelo sabor do laticínio, o que acaba aumentando a procura daqueles mais gordurosos.

Quando consumidos em excesso, esses queijos podem trazer consequências para a saúde. Juliana conta que, por serem ricos em gorduras saturadas, eles são responsáveis pelo aumento do nível de mau colesterol (LDL), problema que pode levar a doenças cardiovasculares. Sem contar que as calorias abundantes desses alimentos podem trazer resultados negativos na balança.

Sem maiores prejuízos ao corpo

Não desanime: apesar das taxas de gorduras e calorias, é possível consumi-los sem grandes prejuízos à saúde e ao peso. Primeiramente, devemos pensar em quantidades. Será mesmo necessário ingerir grandes quantias de queijos gordurosos, seja em fondues, sopas, tortas, massas ou até mesmo sozinho?


O segredo é a moderação. Quando consumidos em menores quantidades, os queijos gordurosos não trazem prejuízos ao corpo. Juliana Mayo aconselha que eles sejam consumidos, no máximo, duas vezes por semana.

"Se optar por comer fondue hoje, volte para sua dieta com ingredientes balanceados e saudáveis no dia seguinte. O ideal é balancear as calorias e nutrientes ingeridos ao longo da semana para comer tudo o que gosta, em quantidades adequadas, sem ganhar peso", aconselha Roberta Stella, nutricionista-chefe do Dieta e Saúde.

Outra dica valiosa dada por Roberta é servir os queijos gordurosos com acompanhamentos mais saudáveis. Ela conta que, quando você desvia a atenção do queijo, acaba consumindo em menores quantidades. Procure acompanha-los de saladas e frutas, como damasco.

Se você estiver disposto a abrir mão - mesmo que um pouco - dos queijos mais amarelos, Karla Rodrigues aconselha preferir queijos mais brancos, que têm teor de gordura mais baixo. "Quanto mais branco o queijo, menor a quantidade de gordura, calorias e sal. Uma excelente opção é a ricota", complementa Roberta Stella. O tipo cottage é outra boa escolha para o preparo de fondue mais light: uma colher de sopa conta com apenas 20 kcal.

Fonte: Yahoo

terça-feira, 26 de julho de 2011

Conheça cinco atitudes que ajudam na digestão


Acabe com a sensação de mal-estar e estômago pesado após as refeições

Alguns hábitos simples durante as refeições, e logo depois delas, são indispensáveis para que o corpo faça uma boa digestão. Confira como cinco atitudes que, incorporadas a sua rotina, podem facilitar a absorção dos nutrientes dos alimentos pelo organismo e prevenir incômodos, mal-estar e aquela sensação de estômago muito cheio.

1 - Mastigue bem
Coma devagar, mastigue bastante os alimentos e tire o máximo de prazer da sua refeição. Por causa da correria da vida moderna, muitas vezes engolimos a comida sem mastigar, dificultando a digestão e absorção dos nutrientes dos alimentos. A nutricionista Roberta Stella destaca que o resultado dessa agitação são gases em excesso e abdômen inchado. Fora que seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você fatalmente ficará com mais sono e cansaço após as refeições.


2 - Coma em paz
A hora da refeição deve ser a mais tranquila possível. Evite discussões, brigas e levar o trabalho para a mesa. "Preocupações podem tornar qualquer prato indigesto, até o mais saudável, pois o estado emocional afeta as secreções gástricas indispensáveis à boa digestão", afirmam a médica Leninha Valério do Nascimento e a jornalista Áurea Pessoa no livro Beleza - Desafios da Ciência e da Tecnologia. Elas destacam, ainda, que não são apenas os aborrecimentos que atrapalham a digestão. Uma forte emoção boa tem o mesmo efeito.

3 - Não beba durante as refeições
Os líquidos deixam o estômago em dez minutos, levando com eles os sucos digestivos. A situação piora se a bebida for quente, pois o calor irá enfraquecer os tecidos do estômago. Outra desvantagem é que a saliva possui enzimas que atuam na quebra molecular dos alimentos, e os líquidos atrapalham esse processo. Ao se misturarem à saliva eles a deixam "frágil". Isso significa que o estômago terá mais trabalho e o organismo gastará mais energia para digerir os alimentos.

4 - Tome chá depois da refeição
Acabou de comer? Um chá é uma ótima pedida para finalizar. Roberta diz que ele ajuda a livrar da sensação de inchaço logo depois da refeição. "Quente, a bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais", afirma.

5 - Evite esforço físico e relaxamento
Ao sair da mesa, descanse um pouquinho, mas não durma. Logo após as refeições é bom evitar atividades físicas intensas e, no outro extremo, dormir. "O sono depois de comer faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também são ruins porque reduzem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, que produz toxinas geradoras do mal-estar", ensina a nutricionista.

Fonte: Yahoo

Confira hábitos que favorecem o envelhecimento saudável

Entenda quais os fatores são responsáveis pela longevidade da população brasileira

O Brasil está mais maduro. De acordo com dados do Censo 2010, levantado pelo IBGE, a população idosa no Brasil aumentou consideravelmente na última década. Em 1999, o número de idosos no país (a partir de 60 anos de idade) era de 14,8 milhões, e em 2009, esse número passou para 21,7 milhões. Em contrapartida, o crescimento da população jovem (até 19 anos) teve seu crescimento interrompido.

A tendência do envelhecimento da população revela dados ainda mais importantes. O relatório aponta que a população de pessoas acima de 70 anos era de 6,4 milhões. Já em 2009, o índice pulou para 9,7 milhões de pessoas. O número de centenários também cresceu. Com cerca de 80% da população já recenseada, as pessoas com mais de 100 anos já somam 17.615 no Censo 2010 diante das 14 mil do Censo 2000. Mas quais seriam os fatores responsáveis pelo aumento do número de idosos e por sua longevidade? Vejam abaixo alguns hábitos que trazem essas respostas.


Eles se alimentam melhor

Consumir alimentos saudáveis através de uma dieta balanceada pode ser fundamental para viver mais. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Por outro lado, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.

Um estudo da Universidade de Cingapura diz que o consumo diário de chá verde é um poderoso aliado da memória e pode prolongar a expectativa de vida dos idosos. Após mais de dois anos estudando os efeitos da bebida, os pesquisadores concluíram que 65% dos idosos habituados a consumir chá-verde mantiveram a capacidade cognitiva inalterada, incluindo memória e atenção. Isso porque, a bebida contém a teanina, um aminoácido com substâncias capazes de combater doenças degenerativas como a Doença de Alzheimer e ainda está relacionada à melhoria da capacidade de aprendizado, concentração e sensações de prazer, pois aumenta a produção de serotonina e dopamina.

Eles movimentam mais o corpo

Um estudo apresentado na Universidade de Estocolmo, na Suécia, revela que em qualquer idade, um homem obeso apresenta o dobro de chances de morrer comparado a um que não apresente sobrepeso. Além disso, os resultados revelam que a obesidade diminui a longevidade em aproximadamente 10% para cada ponto acima do Índice de Massa Corpórea (IMC) recomendado pelos médicos. Praticar exercícios é um dos principais aliados para combater a obesidade.

Além de diminuir o peso, praticar exercícios também ajuda a fortalecer os músculos e articulações, o que melhora o equilíbrio e evita quedas e outros acidentes. Os benefícios dos exercícios são sentidos pelos idosos desde a melhora da saúde até o aumento da capacidade física, cognitiva e da autoestima.

"Os exercícios de flexibilidade e o treinamento de força, como o pilates, são fundamentais para reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor. A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, obesidade e o diabetes", explica o fisiatra Gilson Shinzato, do Hcor, em São Paulo.


Eles tem boa qualidade do sono

A perda de sono é comum com o passar da idade. Mas uma pesquisa realizada pela Universidade de Surrey, no Reino Unido diz que os idosos podem dormir menos do que os jovens sem prejudicar sua saúde. Os especialistas acompanharam 110 pessoas de diversas idades durante oito horas de sono. Como resultado, pessoas acima de 65 anos chegaram a te cerca de 20 minutos de sono a menos do que pessoas entre 40 a 50 anos. A diferença para os jovens de 20 aos aumentou ainda mais, para 44 minutos. Os cientistas afirmam que a menor necessidade de sono está naturalmente relacionada ao envelhecimento saudável.


Eles tem mais convívio social

Pesquisas revelam que idosos que mantêm vida social ativa apresentam maior qualidade de vida e longevidade. "A convivência social, a flexibilidade e hábitos saudáveis são características principais para a longevidade", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.

Além disso, uma pesquisa recente revela que a solidão é um fator determinante para a baixa qualidade de vida e da expectativa de vida. De acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Brigham Young, nos EUA, cercar-se de amigos, familiares e pessoas queridas pode aumentar a longevidade em até 50% mais do que aqueles que vivem sós. Os dados ainda mostram que quando tomamos conta de alguém que precisa, como um idoso, mantemos os laços sociais vivos, o que também aumenta a sobrevida.

Para os cientistas, a análise dos resultados de cerca de 150 estudos que envolviam mais de 300 mil pessoas foi realizada por um período de sete anos e revela que perder o apoio social pode diminuir as chances de sobrevivência ainda mais do que a obesidade ou o sedentarismo. Além disso, os estudos dizem que a solidão é tão prejudicial quanto ser alcoólatra ou fumar 15 cigarros por dia.

A evolução da medicina já determina a necessidade de olhar para saúde do idoso com um fator preventivo, ou seja, identificar o desequilíbrio, enquanto ainda não é um problema. O engajamento e o suporte familiar pesam muito na longevidade dos velhinhos. "A família deve perceber que o idoso acamado, quieto, muito magro... Não está normal. Este não é o processo aceitável de envelhecimento", explica a geriatra Maysa Cendoroglo, da Unifesp.

Para a especialista o diagnóstico de fatores de risco deve ser privilegiada a fim de evitar o envelhecimento complicado. "O perfil ideal de envelhecimento é o do idoso ativo, bem sucedido profissional e socialmente."


Fonte: yahoo

Antioxidantes podem melhorar fertilidade masculina

Fertilidade: pesquisa indica que antioxidantes podem ajudar.

Nova pesquisa que reúne mais de 30 estudos aponta que casais que estão tentando ter um bebê podem se beneficiar de antioxidantes, como a vitamina E o zinco.

Os pesquisadores se concentraram em homens subférteis – que apresentam nível de fertilidade abaixo da média, mas que são ainda aptos à contracepção – e constataram que aqueles que tomavam antioxidantes apresentaram uma probabilidade 4 vezes maior de engravidar suas parceiras.

Entretanto, a equipe neozelandesa é cautelosa ao afirmar que os antioxidantes ajudam a melhorar a fertilidade. Pesquisas complementares serão necessárias para fazer tal afirmação.

A subfertilildade afeta um em cada 20 homens e é responsável pela metade das concepções tardias. Estima-se que até 80% dos casos seja proveniente dos efeitos do estresse oxidativo espermático, que reduz a quantidade e a qualidade dos espermatozoides.

O estresse oxidativo acontece quando moléculas conhecidas como radicais livres, subprodutos do metabolismo celular, danificam o DNA e a habilidade funcional das células. Os antioxidantes, como algumas vitaminas e nutrientes, ajudam a proteger as células ao estabilizar os radicais livres.

Este processo levou alguns especialistas a se perguntarem se os antioxidantes não ajudariam a manter a saúde do esperma.

“A suplementação oral com antioxidantes pode, de alguma forma, ajudar casais que estão tentando engravidar”, disse a pesquisadora Marian Showell, da Universidade de Auckland, em um email à Reuters Health.

Para verificar se as pesquisas realizadas até o momento sustentavam essa idéia, Showell e sua equipe revisaram 34 estudos envolvendo 3.000 casais sob tratamento de fertilidade, como inseminação in vitro e intrauterina – dois dos métodos mais utilizados atualmente para aumentar as chances de concepção quando existem questões relacionadas ao esperma. Cada estudo investigou a importância de um ou mais antioxidantes.

Com base em 96 gestações entre 964 casais participantes em 15 dos estudos, os pesquisadores constataram que o antioxidante usado pelo homem aumentou quatro vezes as chances de concepção.

Além disso, os homens que tomaram antioxidantes tiveram um aumento de cinco vezes na probabilidade de engravidar suas parceiras, relatou a equipe à Biblioteca Cochrane. Porém, apenas três dos estudos continha dados sobre os nascimentos.

“As descobertas sobre o aumento dos índices de nascimentos com o uso de antioxidantes são baseadas em um total de apenas 20 nascimentos – número relativamente pequeno”, disse o Dr. Mark Sigman, da Brown University, em um email à Reuters Health. O médico não participou do estudo.

Sigman, cujo estudo não encontrou melhoras na qualidade do sêmen com o uso antioxidante carnitina, adverte quanto à empolgação em relação aos resultados da pesquisa.

Ele ressaltou que os estudos incluídos na pesquisa não utilizaram os mesmos tipos e quantidades de antioxidantes. Como resultado disso, não foi possível determinar a eficácia de suplementos individualmente.

Além da suplementação, os antioxidantes podem ser encontrados em diversos alimentos – como o mirtilo, a couve, o tomate e o queijo mussarela.

* Por Lynne Peeples

Fonte: Ig

sábado, 23 de julho de 2011

Sopas light para o inverno!



Sopa de Iogurte com Pepino

Calorias: 55 Kcal
Rendimento: 4 porções

Ingredientes:
- 1 pepino grande
- 1 cebola pequena picada
- 1 colher (sopa) de azeite de oliva
- 1 ½ tablete de caldo de galinha dissolvido em 2 ½ xícaras (chá) de água quente
- 1limão (cascada ralada e suco)
- 1 ramo de hortelã fresca picado
- 1/2 xícara (chá) de iogurte natural desnatado
- sal e pimenta a gosto
- folhas de hortelã para enfeitar

Preparo:
Reserve uma ponta do pepino com mais ou menos 4 cm para enfeitar e pique o restante. Em uma panela, refogue a cebola no azeite até que fique macia. Junte o pepino picado, o caldo de galinha, a casca e o suco do limão e a hortelã. Deixe levantar fervura e depois, cozinhe tampado por cerca de 20 minutos. Passe a mistura por um processador ou bata no liquidificador e reserve até resfriar. Tempere com sal e pimenta. Enfeite com hortelã e fatias finas de pepino.

Creme de Agrião

Calorias por porção: 95 kcal
Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:
- 2 colheres (sopa) de margarina
- 1 cebola pequena picada
- 3 xícaras (chá) de agrião limpo (folhas e talos)
- 2 batatas sem casca picadas em cubinhos
- 3 xícaras (chá) de caldo de legumes
- 3 colheres (sopa) de creme de leite light
- ½ copo (125ml) de leite desnatado
- sal a gosto

Preparo:
Aqueça a margarina, refogue a cebola e as folhas e talos mais tenros do agrião. Quando começar a amolecer, acrescente as batatas e o caldo de legumes e cozinhe por 20 minutos, aproximadamente. Retire da panela e bata tudo no liquidificador. Volte o caldo batido à panela e misture o creme de leite, mexendo sempre. Tempere com sal, aqueça bem e sirva em seguida.

Sopa Cremosa de Palmito

Calorias por porção: 62 kcal (1 concha média)
Rendimento: 6 porções
Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:
- 250g de palmitos em conserva
- 1 colher (sopa) de margarina light
- 1 cebola média ralada
- 1 dente de alho amassado
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 3 xícaras (chá) de caldo de galinha
- 1 xícara (chá) de leite desnatado
- sal e pimenta a gosto
- cubinhos de pão torrado
- pedaços de palmito para servir

Preparo:
Aqueça a margarina light, refogue o alho, a cebola e junte os palmitos. Cozinhe por 3 minutos. Acrescente a farinha de trigo, mexendo bem. Lentamente, junte o caldo de galinha, sempre mexendo. Deixe levantar fervura e cozinhe por 10 minutos. Deixe a mistura amornar e bata no liquidificador. Junte o sal, a pimenta (opcional) e o leite . Deixe ferver por 5 minutos. Coloque em uma sopeira, sirva com cubinhos de pão torrado e pedacinhos de palmito.

Sopa de tomate com manjericão

Calorias por porção: 50 kcal (1 concha média)
Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 20 minutos

Ingredientes:
- 1 colher (sopa) de margarina light
- 1 cebola média picada
- 2 dentes de alho picados
- 500g de tomate sem pele e sem sementes maduros, picados
- 4 xícaras de (chá) de caldo de legumes
- 2 colheres de (sopa) de manjericão picado (pode ser desidratado)

Preparo:
Aqueça a margarina light em uma panela média, junte a cebola e o alho e refogue até que fiquem levemente dourados. Acrescente o tomate picado, o caldo de legumes e deixe ferver. Cozinhe com a panela tampada por cerca de 10 minutos. Acrescente o manjericão e bata no liquidificador até obter um creme homogêneo. Após isso é só servir.

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A corrida começa aos 40




Sempre é tempo para começar: a corrida pode transformar a vida após os 40
Para quem está perto ou já completou quatro décadas nada mais animador do que ouvir que “a vida começa aos 40”. Soa como uma chance de zerar o cronômetro e iniciar um novo ciclo. Claro que não é preciso esperar tanto tempo, mas há quem aproveite a entrada nos “enta” para adotar um novo estilo de vida.

Entre outras descobertas que a maturidade traz, pode surgir o prazer pela atividade física, especialmente a corrida. É cada vez mais comum notar esses “novos atletas” correndo em parques, ruas e provas.


No livro Corrida e Boa Forma Depois dos 40 (Editora Gente), o treinador americano Hal Higdon relatou que é possível se tornar muito bom mesmo já não tendo o frescor dos 20 anos.

“Com o tempo, alcancei muito mais sucesso do que tinha conseguido no ensino médio ou na faculdade”, diz. Foi só após os 40, por exemplo, que ganhou quatro medalhas de ouro e cinco de prata e de bronze nos World Master Championships.

Por aqui, para provar na prática aos amigos quarentões que era possível mudar com um pouco de força de vontade e orientação de especialistas, o professor de educação física José Alexandre Filho (ou Bro, como é conhecido) traçou o projeto A Vida Começa aos 40 - transformado em livro com a colaboração da jornalista Deborah Bresser, pela Editora Lua de Papel.

Ele reuniu uma equipe de médicos, nutricionistas e personal trainer e propôs uma transformação a um quarentão sedentário e acima do peso.

Em 16 semanas, o voluntário perdeu 11 quilos de gordura e ganhou 6 quilos de massa muscular, reduzindo sua gordura corporal de 23% para 12%.

Para o especialista, é a inatividade e não a idade que leva o indivíduo a ter problemas de saúde e até parecer mais velho.

Exames médicos são indicados para todos que iniciam um programa de atividade física – em qualquer idade. Mas de acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o check-up cardiológico, especialmente a realização do teste ergométrico, é obrigatório a partir dos 40 anos. Trata-se de um dos exames mais importantes dentro da avaliação de saúde.

Os exercícios de força também deveriam ser adotados pelos corredores. A atividade tem se mostrado especialmente benéfica para quem passou dos 40. É que a dupla “corrida e musculação” contribui para a diminuição de gordura no organismo e para o aumento de massa magra por meio do crescimento dos músculos e do ganho ósseo, desacelerando as perdas fisiológicas e reduzindo os riscos de doenças.

O que é melhor: fazer musculação antes ou depois de correr?

É importante ainda respeitar os limites do corpo e a necessidade de descanso e boas horas de sono. Isso porque um corredor mais velho precisa de mais tempo de recuperação do que um mais jovem. É fisiológico.

Esteja você começando aos 40, 50 ou 60, sempre é tempo de colher benefícios. A atividade física bem orientada traz ganhos físicos e psicológicos, além de contribuir com a chance do aumento de expectativa de vida, conforme mostra o autor Hal Higdon.


Com o passar dos anos, o treinador americano também reuniu preciosas dicas para manter-se firme na corrida e evoluir na performance. Confira algumas:

Seja persistente: veteranos, particularmente, não precisam treinar todos os dias, já que dias de descanso são importantes. Mas é vital evitar longos períodos sem correr. Ou seja, não desanime.

Tenha uma boa companhia de treino: não importa se mais jovem ou mais velho que você, um pouco mais lento ou mais rápido. Você acaba se esforçando um pouco mais com alguém ao lado.

Trabalhe velocidade: inclua treinos de velocidade em sua semana. Longas distâncias, em ritmos moderados, fazem você progredir até certo ponto. Para melhorar, é preciso também correr mais rápido.

Varie seus treinos: se seu foco inicial era a distância, mude para um treino de velocidade. Se for um louco por velocidade, tente corridas mais longas.

Defina metas possíveis: se traçar um objetivo muito difícil, poderá desanimar e abandonar sua atividade física. Tenha um plano motivador e corra atrás.

Mude o caminho: vá para a natureza, corra morro acima e morro abaixo. Encontre caminhos que, por mais difíceis que seja, ofereçam um cenário deslumbrante, que desperte o prazer de viver.

Fonte: IG

terça-feira, 19 de julho de 2011

Alimentação rica em vitaminas melhora a circulação

Laranja, mirtilo e alho são alguns dos alimentos que combatem a má-circulação.


O funcionamento adequado da circulação sanguínea depende de vários fatores. A má-circulação se traduz em vários problemas como: celulite, varizes, colesterol alto, fadiga, dor nas pernas e inchaço, no caso dos diabéticos ou pessoas com resistência à insulina. Os sintomas são diversos, mas o problema é um só: a má-circulação.

Uma alimentação rica em vitaminas e minerais moduladores ajuda a manter a integridade dos vasos sanguíneos e, somada à uma hidratação eficaz, garante uma adequada circulação sanguínea. Se você apresenta algum problema referente à circulação ou algum desses sintomas citados, faça um cardápio com os seguintes alimentos:

1- Acerola, laranja, goiaba, amora e morango

Alimentos que contêm vitamina C e flavonoides juntos (frutas cítricas e silvestres) fortalecem as paredes dos vasos sanguíneos impedindo os radicais livres de comprometer sua resistência. Além disso, os flavonoides reduzem a fragilidade e o extravasamento de sangue nos vasos.

Uma alimentação rica em vitaminas e minerais moduladores ajuda a manter a integridade dos vasos sanguíneos2- Cebola roxa e mirtilo

Estudos apontam a quercetina, flavonoide encontrado na cebola roxa e mirtilo, como sendo muito eficiente na prevenção de vasinhos, tendo ação anti-inflamatória.

3- Abacaxi

A bromelaína, uma enzima naturalmente presente no abacaxi, tem sido usada no tratamento de varizes, pois pessoas com varizes apresentam dificuldade em degradar a fibrina (proteína), sendo então depositada ao redor dos microvasinhos. A bromelaína consegue quebrar essa proteína, diminuindo este depósito.

4- Peixes de água fria (salmão) e azeite de linhaça

Ricos em ômegas, especialmente do tipo 3, esses alimentos ajudam a evitar a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose), aumentando a fluidez sanguínea e reduzindo a pressão arterial.

5- Suco de uva integral

Os flavonoides, ácidos fenólicos e o resveratrol encontrados nas sementes e cascas das uvas, possuem atividades antioxidantes, que contribuem para o efeito cardioprotetor, incluindo a habilidade de inibir as atividades de agregação plaquetária e formação de trombose. Além disso, o consumo diminui as chances de obstrução nos vasos sanguíneos e reduz potencialmente os lipídios plasmáticos (desentupimento das artérias). Não podemos exagerar na dose, pois o suco de uva integral apesar de todos os benefícios apresenta alto valor calórico. Deve ser consumido com moderação, recomendado de 1 a 2 copos de 200 mililitros por dia.

6- Alimentos sem glúten

Alguns estudos demonstram que o glúten em excesso pode prejudicar a circulação, diminuindo o fluxo sanguíneo, especialmente para o cérebro. O glúten está presente nos alimentos à base de trigo, aveia, cevada, malte e centeio. Faça uso de farinha de arroz, fécula de batata, farinha de quinoa e farinha de banana verde no preparo de pães e bolachas.

7- Amendoim

Rico em vitamina B3, ele colabora para a vasodilatação sanguínea, melhorando a circulação. Apenas tome cuidado com a quantidade diária, pois é um alimento calórico que deve ser ingerido com moderação.

8- Gérmen de trigo

Rico em tiamina (vitamina B1) que melhora a circulação.

9- Pimenta Cayenna

Atua como agente excitante por estimular a circulação, podendo prevenir coágulos sanguíneos que causam ataque cardíaco e derrame cerebral.

10- Alho

Aumenta a fluidez sanguínea. Pode ser ingerido na comida ou o próprio óleo de alho.

11- Vinagre de Maçã

Alimento que melhora a fluidez sanguínea, por ser rico em vários nutrientes como potássio, fósforo, magnésio, enxofre, cálcio, flúor e silício.

12- Ban-chá

Chá depurativo, mais conhecido como chá verde torrado, estimula a digestão e acentua a eliminação de toxinas por aumentar a diurese, melhorando a circulação e diminuindo o inchaço.

13- Castanha da Índia

Aumenta a resistência dos vasos sanguíneos, facilitando a circulação.

14- Água

Essencial para o bom funcionamento do organismo, principalmente no que se refere à circulação.

Evite os industrializados!

Evite ao máximo e, se possível, exclua de vez do seu cardápio os chamados "alimentos instantâneos", pois são ricos em sódio. Sopas industrializadas, bolachas recheadas, pães de preparo rápido ou bolos feitos com misturas comerciais; cereais enriquecidos ou de cozimento rápido; bolachas cream cracker; pipoca salgada; picles; batatas chips; embutidos como peito de peru, linguiça, salsicha, paio, presunto cru, mortadela; sopas prontas, temperos prontos e macarrão instantâneo, todos eles são ricos em gorduras, carboidratos refinados e muito sal na composição, o que implica em um valor calórico elevado ou baixo e são as chamadas "calorias vazias". O consumo exacerbado de alimentos industrializados toma o lugar de alimentos in natura, como frutas e verduras e de refeições completas, as quais são substituídas por lanches prontos, que são ricos em glutamato monossódico, que por sua vez é o grande vilão.

Não adianta nada se alimentar direitinho e depois estragar tudo comendo produtos que não são alimentos de verdade! Pense nisso!

FONTE;yahoo

domingo, 17 de julho de 2011

O que é Índice Glicêmico?

O índice glicêmico (IG) é um método, proposto pelo Dr. David Jenkins, pesquisador da Universidade de Toronto – Canadá, em 1981. Ele representa a qualidade de uma quantidade fixa de carboidrato disponível de um determinado alimento, em relação a um alimento-controle, que normalmente é o pão branco ou a glicose, a partir daí, são classificados baseados em seu potencial em aumentar a glicose sangüínea. Através da analise da curva glicêmica produzida por 50g de carboidrato (disponível) de um alimento teste em relação a curva de 50g de carboidrato do alimento padrão (glicose ou pão branco). Atualmente utiliza-se o pão branco por ter resposta fisiológica melhor que a da glicose.

Equação:

CG = IG x Teor CHO disponível na porção do alimentos/ 100

Qual a Importância de Consumir Alimentos com Baixo IG?

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar qualidade e quantidade deste macronutriente.
O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica, apesar de ser uma medida que leva em consideração a qualidade e quantidade, controvérsias sobre a validade destes métodos ainda persistem.
Existem diversos fatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Ao recorrer a tabelas, corre-se o risco primeiramente de identificar alimentos que no caso, não são típicos do Brasil, uma vez que dispomos de tabelas internacionais. Além disso, muitos alimentos com baixo IG, trazem na sua composição altas concentrações de gorduras.
Diante desta situação, vale ressaltar a importância da orientação nutricional realizada pelo nutricionista especialista no atendimento as pessoas com diabetes, no sentido de esclarecer quanto a viabilidade e vantagens na escolha de alimentos com baixo IG e CG.

Como Identificar IG dos Alimentos?

Tal índice foi proposto para auxiliar a seleção de alimentos, assim quando alimento controle utilizado é o pão , os alimentos analisados que apresentam IG 95, são considerados de alto IG. Caso o alimento padrão seja a glicose, considera-se alto, IG > 70, médio IG 56 – 69 e baixo IG < 55.
A recomendação para o uso do IG, baseia-se, principalmente, na substituição de alimentos de alto por baixo IG ao longo do dia.

Onde Encontrar Informações sobre o IG dos Alimentos?

A primeira tabela divulgando valores de IG dos alimentos foi publicada em 1981 e continha 62 alimentos, desde então o número de alimentos de todo o mundo, vem sendo amplamente analisados por pesquisadores do Canadá, Austrália, Nova Zelândia. No Brasil, o IG de alguns alimentos como o abacaxi, morango, banana, feijão, arroz e alguns alimentos industrializados, vem sendo analisados pela Professora Dra. Elizabete Wenzel de Menezes, coordenadora da equipe na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).

Carga Glicêmica (CG)

O Que É?

O conceito sobre carga glicêmica (CG) foi proposto, em 1997, pelo Dr. Salmeron , pesquisador da Harvard Scholl. A carga glicêmica (CG) é um produto do índice glicêmico (IG) e da quantidade de carboidrato presente na porção de alimento consumido, comparado com o alimento padrão.
Este marcador mede o impacto glicêmico da dieta , sendo calculado através da multiplicação do IG do alimento pela quantidade de carboidrato, contida na porção consumida do alimento.

Equação: CG = IG x teor CHO disponível na porção/100

Como Identificar a CG dos Alimentos?

Considerando a glicose como controle, os alimentos podem ser classificados em baixa carga glicêmica (CG 20).

Qual a Importância de Consumir Alimentos com Baixa CG?

As evidências científicas reforçam que o carboidrato é o maior preditor do aumento da glicemia pós refeição, devendo-se considerar qualidade e quantidade deste macronutriente. O índice glicêmico é uma medida de qualidade do alimento e a carga glicêmica, apesar de ser uma medida que leva em consideração a qualidade e quantidade, controvérsias sobre a validade destes métodos ainda persistem.

Existem diversosfatores que interferem na resposta glicêmica dos alimentos, como a procedência do alimento, tipo de cultivo, forma de processamento e cocção, consistência e teor de fibras. Ao recorrer a tabelas, corre-se o risco primeiramente de identificar alimentos que no caso, não são típicos do Brasil, uma vez que dispomos de tabelas internacionais. Além disso,. muitos alimentos com baixo IG, trazem na sua composição altas concentrações de gorduras. Diante desta situação, vale ressaltar a importância da orientação nutricional realizada pelo nutricionista especialista no atendimento as pessoas com diabetes, no sentido de esclarecer quanto a viabilidade e vantagens na escolha de alimentos com baixo IG e CG.

Considerações Finais sobre IG e CG

Ainda não existe um consenso entre os diversos órgãos de saúde mundiais, sobre a recomendação do índice glicêmico (IG) e carga glicêmica (CG), como estratégia primária para o planejamento do plano alimentar para pessoas com Diabetes Mellitus, pois, questiona-se a relevância e praticidade destes métodos, havendo a necessidade de realização de mais estudos de longa duração com alimentos de baixo IG e CG, no intuito de avaliar seus efeitos na prevenção e tratamento de diversas doenças crônicas não transmissíveis.

fonte: SBD

DIABETES-Contagem de Carboidratos

Existem vários métodos pelos quais as pessoas com diabetes podem planejar sua alimentação e manter os níveis de glicemia o mais próximo do normal possível, juntamente com a medicação e atividade física. Um desses métodos é a Contagem de Carboidratos.
A Contagem de Carboidratos é uma estratégia nutricional, onde contabilizamos os gramas de carboidratos consumidos nas refeições e lanches, com o objetivo de manter a glicemia dentro de limites convenientes. A razão pela qual você deve focalizar em contar gramas de carboidratos é porque os carboidratos tendem a ter maior efeito na sua glicemia.

Quando você entende como contar carboidratos, você tem uma maior variedade na escolha dos alimentos que compõem o seu plano alimentar. E também, pode controlar sua glicemia mais precisamente.

Esta estratégia nutricional pode ser utilizada por qualquer pessoa com diabetes, sendo muito útil, até mesmo indispensável, para aquelas pessoas que utilizam como forma de tratamento a terapia com múltiplas doses de insulina ou sistema de infusão contínua de insulina, onde esta poderá ser ajustada, baseada no que a cada pessoa consome de alimentos.

Itens indispensáveis para utilizar a contagem de carboidratos:

•Acompanhamento de um endocrinologista, que incentive esta Terapia Nutricional e possíveis ajustes.
•Acompanhamento com um profissional Nutricionista com experiência no atendimento a pessoas com diabetes e Contagem de Carboidratos.
•Motivação do portador de diabetes e equipe para iniciar uma nova Terapia Nutricional.
•Anotar todos os alimentos consumidos e quantidades (em medida caseira), para descobrir a quantidade de carboidrato que está sendo ingerido.
•Saber ler e escrever, ou pelo menos ter noção de medidas caseiras.
•Medir a glicemia mais vezes, em diferentes horários, de acordo com o esquema estabelecido pela equipe. Esta é única maneira de saber a resposta individual dos alimentos, bem como se seu plano alimentar e tratamento estão adequados. Sua glicemia mostra quando e quais mudanças são necessárias.
Conhecendo os Carboidratos

A maior parte dos carboidratos que ingerimos vêm de 4 grupos de alimentos:

•Grupo do pão (arroz, batata, mandioca, milho,massas, biscoitos doces e salgados, cereais)
•Grupo da fruta (todas)
•Grupo do leite (leite, iogurte)
•Grupo dos vegetais

Praticando a Contagem:

02 Fatias de pão de forma: 24g carboidrato
01 colher (chá) margarina light: 0
01 copo de iogurte light: 15 g carboidrato
01 banana pequena: 15g carboidrato
Total: 54g carboidrato

Sabendo a quantidade que você deve consumir de carboidratos por refeição, você pode variar seu cardápio, utilizando alimentos diferentes. É importante respeitar sempre as quantidades de carboidratos estabelecidas, manter o peso corporal e glicemias saudáveis.

A quantidade de carboidratos que você deve consumir diariamente varia de pessoa para pessoa, bem como a sua distribuição que deve ser estabelecida individualmente ao longo do dia. O nutricionista que o acompanha definirá a quantidade de carboidratos das refeições e lanches com base nas informações abaixo:

•Idade
•Peso / altura
•Circunferência abdominal
•Quando e quanto realiza atividade física
•Ação dos medicamentos prescritos pelo seu médico para tratar o diabetes
•Metas de peso corporal
•Valores laboratoriais
•Alergias e intolerâncias alimentares
•Preferências e aversões alimentares
•Aspectos sócio-culturais e estilo de vida
A Contagem de carboidratos permite maior flexibilidade ao plano alimentar, sem perder de vista a alimentação saudável para atingir os objetivos de tratamento traçados pela equipe que o acompanha.

FONTE: SBD

Chá verde emagrece e combate gordura localizada


Bebida ainda impede o envelhecimento precoce das células.

O chá verde é conhecido por suas inúmeras funções terapêuticas, como prevenção de câncer e auxílio no emagrecimento. A boa fama da planta milenar é grande. Atualmente, ela pode ser aproveitada em infusões, cremes, cápsulas e ainda ser usada como solução injetável no combate a gordura localizada, em consultórios e clínicas de estética.

Acelere o emagrecimento
Por ser composto por substâncias antioxidantes, o consumo do chá verde pode diminuir as taxas de colesterol e ativar o sistema imunológico. No que diz respeito a doenças degenerativas, como câncer, é composto por princípios ativos bioflavonoides e catequinas, poderosos no bloqueio das alterações que dão início aos tumores.

Os benefícios da bebida superam o inconveniente de ela ter um gosto amargo e pouco agradável. Para as pessoas que precisam emagrecer, o chá verde, quando bebido em infusão, pode ser um potente aliado, uma vez que acelera o metabolismo e contribui para a queima de gordura corporal. Esteticamente, a planta reduz as rugas de expressão e hidrata a pele, ainda que consumido em cápsula.

Tratamentos estéticos
O extrato da planta do chá verde, além de trazer benefícios em sua fórmula mais difundida, como bebida, também pode dar uma forcinha para você ficar mais bonita. Por apresentar boas taxas de teofilina e cafeína, na forma de injeção, ele aumenta o funcionamento do metabolismo, combatendo a gordura localizada e a celulite. Porém , a aplicação do extrato não elimina a necessidade de se tomar a bebida para obter todos os benefícios que a planta oferece.

Chá mate contra o colesterol É importante ficar de olho na dosagem e, claro, nas características de cada organismo. Por isso a necessidade do acompanhamento médico antes de realizar qualquer tipo de tratamento. A produção de injeções de chá verde não é feita em grande quantidade, diferente dos medicamentos comercializados em drogarias. Por isso, a receita é indispensável para que a solução seja produzida em farmácia de manipulação.

Cuidados com o consumo
O consumo de chá verde é recomendado em processos de emagrecimento. No entanto, isso não o absolve de complicações e efeitos indesejados que podem colocar em risco a saúde.

Ele contém cafeína e pode elevar a pressão arterial. A infusão também não é recomendada para hipertensos, gestantes ou para mulheres que estão amamentando.

O consumo em excesso pode provocar sintomas como náusea, taquicardia, dor de cabeça e problemas gastrointestinais. Recomendas-se beber três ou quatro xícaras diariamente, garantindo os benefícios e evitando o consumo exagerado.

Tenha cuidado no preparo. Ferva a água, apague o fogo e dilua duas colheres de chá em uma xícara de chá. Deixe o recipiente tampado entre cinco a dez minutos. A infusão não deve ser reaquecida e, depois de preparada, pode permanecer em locais sem luz por até 12 horas sem perder os seus efeitos.

Fontte: Yahoo

Seja saudável mesmo comendo fora de casa todos os dias


Praça de alimentação não precisa ser vilã da dieta e da saúde

Quem está acostumado a fazer as refeições fora de casa muitas vezes recorre às praças de alimentação dos shoppings como alternativa mais prática. Lá, não faltam opções, mas a regra da alimentação equilibrada e rica em nutrientes continua valendo quando o assunto é vida saudável. E não é difícil segui-la, mesmo diante de um universo de tentações.

Mas é necessário criar o hábito de fazer combinações nutritivas, balanceadas e evitar os perigos para a saúde, como as gorduras saturadas. Uma dica? Amplie a visão sem sair do trivial. Sabia, por exemplo, que dá para encontrar, pratos quentes e até frango num restaurante japonês, além dos peixes?

Lembrando que lanches não devem substituir as refeições. As comidas oferecidas nas lanchonetes geralmente contém uma grande quantidade de gorduras, sal e açúcares. Seu consumo esporádico não traz malefícios, mas diariamente não é recomendado, pois sabe-se que uma dieta com excesso de gordura traz aumento ao risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e diabetes.

A seguir, veja as medidas para não extrapolar no tamanho das porções e garantir uma refeição saudável.


No restaurante a quilo

Antes de montar o prato, verifique todas as opções do buffet e escolha os alimentos "mentalmente". "Desta forma, evitamos exageros ao ver tantas opções disponíveis", explica a nutricionista Carla Fiorillo. Outra dica é estar atento ao tamanho do prato que o restaurante dispõe: geralmente eles são maiores do que se tem em casa. A pessoa deve atentar-se ao seu apetite e ao tamanho das porções que costuma comer.

Comece a montar o prato pelas saladas, elas estão liberadas e devem ser consumidas à vontade. Se possível, monte um prato somente com a salada, e depois faça o prato quente, assim, haverá uma boa ingestão de vitaminas, minerais e fibras, todos esses essenciais para uma boa saúde. No prato quente, opte por cereais (arroz, milho, trigo). A versão integral dos grãos é rica em fibras. "Não esqueça do feijão, que tem vitaminas que complementam as vitaminas do arroz ou adicione outra leguminosa, como a soja, lentilha e grão de bico, ricas em fibras e proteínas de origem vegetal", recomenda Carla.

As fontes de proteínas (peixes, carnes, aves) devem ser grelhadas, assadas, cozidas ou ensopadas, evitando-se assim as frituras. Neste prato ainda cabe verduras e legumes refogados. De sobremesa, pode-se optar por frutas ou salada de frutas.


Escolha do cardápio

A lógica na hora de fazer a melhor escolha é a mesma de um prato do restaurante por quilo: o importante é priorizar uma refeição que inclua cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, leite e derivados, proteínas e gorduras saudáveis. Isso vale para todas as opções da praça de alimentação que vão da comida italiana à japonesa.


Neste tipo de estabelecimento, deve-se atentar aos "couverts" (pães, frios, conservas) que muitas vezes são opções calóricas e que não contém muitos nutrientes; se for para "enganar" a fome, deve-se dar preferência às saladas.

Prato executivo

O famosos PF (prato feito) executivo geralmente traz como opções alimentos fritos (bife à milanesa ou à parmegiana, batatas fritas, polenta frita, entre outros). Uma forma de deixá-lo mais saudáveis é trocar tais alimentos por opções grelhadas (no caso das carnes), por purê de batata ou batata assada, ou polenta cozida. Ao pedir um prato executivo, também é importante atentar-se à quantidade do mesmo; comer tudo que contém no prato nem sempre é necessário. "A pessoa deve comer devagar e prestar atenção aos sinais do corpo quando houve a saciedade", diz Carla.

Fonte: Yahoo

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Carne de porco é tão saudável quanto carne de frango ou bovina


Alguns cortes podem conter até 50% menos colesterol e gordura.
Carne de porco pode ser consumida de duas a três vezes por semana.
Embora o consumo de carne suína no Brasil tenha crescido 28,8% nos últimos nove anos, segundo dados da Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) em comparação com o aumento mundial, de 87%, ele é considerado pouco expressivo.

As razões para o baixo consumo são principalmente a preocupação com a saúde e a boa forma, segundo pesquisa da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da Universidade de São Paulo (USP). O estudo, comandado pela administradora Maria Stella B. L. de Melo Saab, revela que o consumidor ainda acredita que o animal transmite muitas doenças e que a carne é mais gordurosa.

“A carne de porco mudou muito nos últimos anos, a começar pela criação do animal. Antes ele comia lavagem, hoje é ração qualificada. Além disso, há um controle de higiene muito maior”, afirma Jaqueline Bernardini, nutricionista e consultora em Personal Diet.

Carne de frango X carne de porco

A nova alimentação do porco trouxe à mesa um corte mais magro e mais rico em vitaminas e sais minerais, segundo os especialistas. De acordo com o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar norte-americano, a carne suína está até 50% mais magra do que há 25 anos.

“A carne chega a ter menos colesterol e menos gordura do que alguns cortes de frango, que é uma carne branca”, afirma Jaqueline. Se compararmos o lombo, uma das partes mais magras da carne suína, com a sobrecoxa de frango, sem dúvida o porco seria o recomendado".

Segundo ela, a cada 100 gramas, o lombo contem seis miligramas de gordura e 103 miligramas de colesterol, enquanto o frango, na mesma quantidade, apresenta 12 miligramas de gordura e 145 miligramas de colesterol.

Dieta para controlar colesterol e triglicérides sem remédios
Quando comparada com a carne bovina, no entanto, o porco ganha em termos de gordura, mas perde ao contabilizar o colesterol. "A alcatra tem 12 gramas de gordura, e a maior parte dela é composta por gordura saturada, aquela que faz mal para a saúde. O colesterol fica em torno de 90 gramas", explica Jaqueline.

Os suínos também vêm ganhando espaço frente aos frangos por conta da polêmica utilização de hormônios de crescimentos nas aves. “Se eu quero evitar ingerir uma carne com hormônio, o porco é uma ótima opção”, garante Daniela Jobst, nutricionista da Clínica Nutri Jobst, em São Paulo.

Os cortes magros são pernil, lombo e paleta e podem ser inseridos na dieta duas ou três vezes por semana, garantindo uma maior variedade alimentar. Os benefícios à saúde são muitos. “Tem principalmente proteína animal e vitaminas do complexo B, que ajudam a ativar o metabolismo, a disposição, a manter o intestino em dia”, diz Jobst.

Jaqueline completa: “A vitamina B é essencial para certas funções no nosso corpo, ela atua no sistema imunológico e no sistema circulatório.”

Doenças parasitárias

A melhoria nas condições de crescimento do animal é um avanço, mas ainda não é garantia de que a carne esteja livre de parasitas. Por isso, a recomendação é sempre consumi-la bem cozida (preparada acima dos 71ºC) e, de preferência, comprar cortes certificados e de origem controlada.

“O cozimento é capaz de matar os parasitas causadores da cisticercose, que também estão presentes na carne bovina e até na salada. É bom dizer que as chances de contaminação são iguais nesses outros alimentos”, alerta a nutricionista Daniela Jobst.

O Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar norte-americano aconselha o consumo de carnes frescas em até três dias e de carne descongelada no mesmo dia.


Fonte: IG

Sobreviva ao restaurante por quilo


Posso comer uma fritura de vez em quando? Veja esta e outras 15 respostas para os Restaurante por quilo não necessariamente precisa ser encarado como o vilão do regime
A dieta sempre pareceu desfavorável aos trabalhadores. Traduzir os regimes pré-moldados nos consultórios médicos à realidade do dia a dia é uma tarefa talvez mais difícil do que a de ser feliz com a balança. Sobreviver ao restaurante por quilo, mal necessário na vida da grande maioria das pessoas, porém, é possível.

Três especialistas ajudam a solucionar os principais dilemas que nos acompanham quando engrossamos a fila dos restaurantes. Dicas e orientações simples podem descomplicar o regime, mesmo sem a comidinha caseira diária.

1) Qual a recomendação correta: comer a salada antes, sozinha, ou montar um prato único, com salada e comidas quentes de uma vez só, evitando repetições?
Os pratos dos quilos costumam ser grandes e favoráveis aos exageros. Compor a refeição uma única vez é uma boa estratégia para evitar a compulsão ou o descontrole. Como a salada tem bastante volume, preenche boa parte do espaço e limita a presença de comidas quentes. Repetir pequenas porções dá a falsa impressão de que comemos pouco, pois perdemos a noção do todo, esclarece Fabiana Honda, nutricionista da PB consultoria em nutrição.

Pela orientação dos nutricionistas, metade do prato deve ser composto pela salada crua (mix de folhas e vegetais crus) e vegetais cozidos. Iniciar a refeição por esses alimentos reduz a fome e a vontade de comer. "São eles que promovem saciedade e seguram as rédeas da compulsão alimentar."

A outra metade do prato deve ser dividida: um quarto contendo um tipo de proteína (escolher apenas um entre carne, frango, peixe ou ovo tipo para evitar os exageros) e o outro um quarto com um ou dois tipos de carboidrato.

"É importante dar preferência para a combinação de cereais e grãos (arroz integral e feijão, milho e ervilha, arroz e lentilha, arroz e grão de bico e etc). E cuidado redobrado: muitas das opções de carboidrato estão na parte de saladas, mas elas contam como a porção de carboidrato (milho, ervilha, grão de bico, batata, mandioquinha)."

2) Como podemos ter noção da quantidade certa de azeite na hora de temperar a salada no prato?
O azeite é uma ótima opção para temperar as saladas, rico em ácidos graxos essenciais (ômega 3 e 9). Oferece muitos benefícios ao corpo, principalmente ao coração. Ao temperar as saladas é importante que as folhas e os vegetais não fiquem “boiando” no óleo, endossa Fabiana. O ideal, segundo a especialista, é apenas regar com um fio de azeite cada folha/vegetal.

"Não existe um limite rigoroso, apesar de ser calórico, o azeite é uma gordura saudável e muitas vezes na é ele o vilão das dietas", defende Fabiana.

A medida considerada ideal é 1 colher de sobremesa por refeição, pontua Fernanda Granja, nutricionista Clínica especializada em nutrição funcional, nutrição pediátrica e fisiologia do exercício. Na avaliação da especialista, essa quantidade já está ideal para prevenir doenças e dar um gosto especial ao prato. Uma dica legal é usar limão para temperar a salada. Ele também dá um gosto especial e a pessoa não precisa exagerar na quantidade de azeite.

3) Há quem diga que o suco durante a refeição promove saciedade. Outros profissionais afirmam que é prejudicial e aumentaria o volume do estômago. Qual a recomendação correta?
O ideal é não ingerir nenhum tipo de liquido durante a refeição, defendem Beatriz e Fabiana. Existe o consenso, no entanto, de que se pode ingerir até 200 ml de água ou suco com a refeição sem comprometer a digestão. Apenas um volume maior poderia ser prejudicial.

Fernanda Granja, porém, explica que o líquido junto com a refeição atrapalha a absorção de nutrientes, o que pode comprometer ao longo do tempo, a saúde num estado geral. A falta de nutrientes pode levar a uma compulsão por doces ou até mesmo engordar por diminuir o metabolismo energético.

"É mito dizer que aumenta a barriga, mas é verdade ao falar que há dilatamento do estômago e a pessoa passa a comer mais, quando se acostuma com esse hábito." O líquido promove a saciedade mais rápida, como é o caso das sopas, no entanto, para não se tornar um vilão da dieta, deve-se ser ingerido antes das refeições. Assim não prejudica a absorção dos nutrientes e promove saciedade.

4) É possível comer feijoada ou estrogonofe sem comprometer a dieta?
Tanto a feijoada quanto o estrogonofe são alimentos altamente calóricos, que levam muitas gorduras na composição. Devido às carnes presentes no feijão, ao creme de leite e à manteiga do estrogonofe, ambos os pratos devem ser consumidos com muita moderação. "A gordura presente nesses alimentos é a gordura saturada, prejudicial para a saúde. O permitido é desfrutar tais delícias de 1 a 2 vezes por mês.

5) O ideal é escolher um tipo de carne, ou posso misturar frango, peixe e carne vermelha?
O recomendado é escolher apenas um tipo de carne. Fabiana explica que é mais fácil sentir-se saciado com uma quantidade maior de um único alimento. "O ideal seria a pessoa consumir peixe pelo menos 2 vezes na semana e nos outros dias alternar a carne vermelha e o frango. Devemos ter cuidado para não comer carne vermelha mais do que 3 vezes na semana. Alguns estudos relacionam o alto consumo de carne vermelha com o maior risco de câncer no intestino."

6) O café após a refeição ajuda ou atrapalha a digestão?
Na avaliação de Fernanda Granja, o café é uma fonte importante de antioxidantes e pode contribuir marcadamente na ingestão de polifenóis e flavonóides. Os componentes presentes na infusão cafeinada, porém, possuem fatores antinutricionias que anulam os nutrientes, fazendo com que as vitaminas e minerais se percam e não sejam absorvidos. Por isso não é indicado logo após a refeição.

7) Pode uma friturinha? Por exemplo, em vez de pegar carne todo dia, escolher um dia da semana e permitir-se um pastel de queijo no lugar?
A troca da carne por um pastel de queijo, por exemplo, não é uma boa opção, defendem as nutricionistas. A matématica da substituição requer muito além de soma ou subtração. A carne fornecerá proteínas e aminoácidos além de ferro e o pastel de queijo oferece muita gordura e carboidrato refinado (farinha).

"Precisamos de todos os grupos alimentares em uma refeição balanceada. A gordura deve aparecer em menor proporção. As frituras precisam ser evitadas o máximo possível quando nos alimentamos fora de casa. Em muitos locais o óleo é reutilizado propiciando o surgimento de substâncias cancerígenas."

O ideal também é estipular os dias que consumirá esse tipo de preparação para que a montagem do prato seja equilibrada. Ao optar por comer batata frita, não é possível consumir juntamente um canelone de quatro queijos ao molho branco.

"Os queijos e os molhos a base de leite também são muito gordurosos. Além disso, não comer mais do que uma fritura por semana, muita gente acaba perdendo a noção das frituras que comem. Cada dia pegam uma - batata frita na segunda-feira, uma bolinha de queijo na terça, e um pastelzinho na quarta. No fim do mês, isso representa um excesso", exemplifica a especialista.

8) Essa suposta compensação vale também com sobremesas – quem pegou leve no prato principal tem direito a um docinho?
O prato principal é composto pelas carnes, frangos, ovos e peixes. Não há necessidade de reduzir a ingestão deste grupo de alimentos em específico para comer um docinho. " Ao escolher as sobremesas, dê preferência às frutas deixando um dia da semana para abusar de uma guloseima mais elaborada", afirma Beatriz.

9) Existe limite para variedade de alimentos dentro de cada grupo ou não faz diferença?
Na teoria, os especialistas defendem que não há diferença, desde que sejam respeitadas a quantidade e proporção dos nutrientes. O recomendado é que seja consumida de 1 a 2 opções de carboidratos (arroz, feijão, batata, mandioca), 1 opção de prato principal (carne, frango, ovo, peixe) e 1 opção de guarnição (legumes cozidos: abobrinha, berinjela, escarola, couve, vagem, chuchu), em relação às saladas pode-se misturar de 2 a 3 tipos de folhas e 2 tipos de vegetais (cenoura, beterraba, tomate, pepino, palmito).

O importante é variar na semana, não consumir apenas 1 tipo de alimento durante a semana toda. A diversificação é fundamental para que se tenha o aporte de todos os nutrientes, minimizar a exposição a eventuais toxinas presentes em determinado alimento.

9) Combinações gastronomicamente trágicas, como macarrão e sashimi, estão liberadas do ponto de visa nutricional?
Do ponto de vista nutricional a combinação macarrão e sashimi pode ser considerada adequada. Fabiana Honda explica que ela fornece os 2 grandes grupos alimentares (carboidratos e proteínas).

Fernanda relembra que o vilão é sempre a quantidade. Se um prato de macarrão, mesmo com molho, contém poucas calorias, não há problema nenhum. Mas se for um prato que ultrapasse as calorias indicadas para a pessoa, aí sempre será o vilão.

10) O vilão da massa é sempre o molho?
O macarrão em si é fonte de carboidratos. Por ser feito de farinha e conter pouca água na composição, ele é mais concentrado em carboidratos e em calorias comparado com o arroz, feijão ou batata. Ele pode estar presente na dieta, uma a duas vezes por semana. Ao consumi-lo, porém, é preciso diminuir a porção de proteína, orienta Fabiana.

"Também é preciso ter cuidado na escolha dos molhos. Aqueles que são feitos a base de leite, queijo, creme de leite, bacon são ricos em gorduras e não são interessantes para uma alimentação saudável. O consumo de molhos feitos com tomates frescos e legumes como berinjela, aboborinha, cenoura, e ervas como manjericão, tomilho, alecrim são uma ótima opção e não comprometem o regime.

11) Quais alimentos tem vida útil prejudicada no balcão? O que é melhor evitar no quilo?
Os quilos, em geral, já evitam preparações com vida útil prejudicada, a não ser que haja grande rotatividade. É importante que seja verificado se o restaurante possui refrigeração adequada para os alimentos “frios” como as saladas. Já na parte quente, é necessário que se tenha um balcão térmico (banho maria ou pista quente) em que dê para perceber que os alimentos estão de fato sendo aquecidos. Os alimentos quentes todos precisam estar no mínimo a uma temperatura de 60ºC para não trazer riscos a saúde.
Os alimentos que representam um risco maior à saúde, se expostos muito tempo no balcão, não poderão ser “descontaminados” pela higienização ou cozimento, como carnes cruas (carpaccio e sashimi) e preparação com ovos crus (mouses, maioneses caseiras). Outros alimentos podem ser contaminados se o armazenamento, transporte, higiene e cozimento não forem adequados como frutos do mar e até mesmo saladas mal lavadas.

12) As pessoas acham que comer os grelhados do quilo é mais saudável. Na maioria das vezes, essas carnes brilham muito, e parecem falsos magros, uma vez que estão cheias de óleo. Como fazer pra se livrar desse problema?
Realmente alguns restaurantes colocam mais óleo do que deveriam, aumentando o valor calórico e a oferta de gordura não saudável para o corpo. Quando o alimento brilha muito, com certeza é feito com excesso de óleo, mesmo sendo grelhado. Depois que o alimento foi submetido à cocção, a gordura penetra no alimento. "Nesse caso é melhor não comer mesmo, pois um pouco de gordura a cada dia, pode levar ao aumento de peso (de meio quilo a 1 quilo por ano)", recomenda Fernanda.

Vale alertar também que alguns grelhados podem formar substâncias cancerígenas quando apresentam um “queimadinho”. Outra dica útil é passar limão na carne antes de comer para retirar um pouco da gordura.

13) As vezes os legumes, mesmo crus, também parecem brilhantes demais. Os restaurantes passam óleo neles?
Às vezes esses legumes podem ter sofrido o processo de branqueamento (cozimento e depois resfriamento) deixando o alimento com mais cor e brilho, porém é necessário que o cliente perceba se de fato há óleo nesses legumes para poder fazer substituições e escolhas mais saudáveis.

14) E a quantidade de comida? Coloco até encher a volta do prato ou menos que isso?
A porção certa é individual, mas a mão pode sinalizar qual a medida ideal para cada um:
Carnes e derivados: tamanho da palma da mão
Carboidratos (arroz, macarrão, polenta, batata): mão fechada
Verduras e Legumes: a mão aberta

15) Quanto dos nutrientes são perdidos com o tempo de exposição nas bandejas?
As vitaminas são as que mais sofrem perdas, principalmente a vitamina C. Como ela é sensível a luz e calor, o simples fato de cortar a cenoura e deixá-la no balcão, já perde nutrientes.

16) Posso comer só batata frita? Ou selecionar um dia para enfiar o pé na jaca?
Batata frita é apenas um grupo alimentar (carboidratos), não recomendado para uma refeição como almoço ou jantar. A dica é comê-la em pequena porção no lugar do arroz.

Fonte: IG

quinta-feira, 14 de julho de 2011

CONFIRA OS ALIMENTOS QUE AJUDAM NA OBESIDADE


NEJM: batata frita, refrigerante e carne vermelha ou processada estão mais associados ao ganho de peso relacionado à idade. Frutas, legumes, cereais integrais, nozes e iogurte ajudam a evitar a obesidade
Comportamentos alimentares específicos podem influenciar o ganho de peso a longo prazo. O novo estudo, publicado no The New England Journal of Medicine (NEJM), sugere que o tipo de alimento, e não apenas as calorias1 ingeridas, são importantes para evitar o ganho de peso relacionado à idade.

Uma equipe de pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, liderada pelo Dr. Dariush Mozaffarian e pelo Dr. Frank B. Hu, procurou obter insights sobre as mudanças no estilo de vida das pessoas que influenciam o ganho de peso gradual, a longo prazo.

Investigações prospectivas envolvendo três coortes separadas, com a participação de 120.877 americanos dos EUA, livres de doenças crônicas e não obesos no início do estudo, com períodos de acompanhamento de 10 a 12 anos, mostraram que as relações entre as mudanças no estilo de vida e as variações de peso estão associadas.

O peso corporal foi medido de 4 em 4 anos. Os participantes ganharam uma média de 1.500 gramas a cada intervalo de medida (variando entre uma perda de 1.850g e um ganho de 5.625g). O aumento do peso corporal foi mais fortemente associado ao consumo de batatas fritas (760g), batata (580g), bebidas adoçadas com açúcar2 (450g), carnes vermelhas não processadas (430g) e carnes processadas (420g) e foi inversamente associado à ingestão de legumes (- 100g), cereais integrais (- 165g), frutas (- 220g), nozes (- 260g) e iogurte (- 372g); sendo P ≤ 0,005 para cada comparação. Mudanças na dieta foram associadas a diferenças substanciais no ganho de peso. Outros fatores foram independentemente associados à mudança de peso (P <0,001), incluindo a atividade física (- 800g), o uso de álcool (185g por drink por dia), o tabagismo, a duração do sono (maior ganho de peso com < 6 ou > 8 horas de sono por dia) e o hábito de assistir televisão (140g por hora por dia).

Concluiu-se que fatores específicos da dieta e do estilo de vida estão independentemente associados às alterações de peso a longo prazo, com implicações para as estratégias de prevenção da obesidade.

Este foi um estudo observacional. Estudos controlados são necessários para confirmar se comer determinados alimentos pode afetar mais o ganho de peso a longo prazo do que simplesmente contar as calorias1 ingeridas.

Fontes:

NEJM, de 23 de junho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Conheça alimentos que ajudam a ter uma boa noite de sono


Comidas gordurosas e ricas em cafeína devem ser evitadas.

Ao longo do dia, nem sempre temos tempo de escolher cautelosamente o que ingerimos. A correria cotidiana às vezes exige que nos alimentemos com o que temos ao alcance, e não com que o nosso corpo precisa. Mas, à medida que o dia chega ao fim, vale a pena investir em cuidados para que o que comemos e bebemos não somente não prejudique a qualidade do sono, como contribua para que tenhamos uma noite de descanso.

Segundo a nutricionista do Hospital de Clínicas da Unicamp Salete Campos, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".


Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete.

Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta. A nutricionista aproveita para advertir: "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão".

Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.

Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Mas, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.

Apnéia triplica os riscos de derrame Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.

Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão".


Fonte: Yahoo