quinta-feira, 30 de junho de 2011

Gengibre contra as dores musculares pós-treino


Raiz pode ajudar a aliviar as dores, mas apenas um ou mais dias após a prática de exercícios
Gengibre pode ser aliado contra as dores musculares.
A propriedade do gengibre de acalmar o estômago é bem conhecida. Mais recentemente, porém, cientistas se perguntaram se os efeitos tranquilizadores também se estenderiam a dores musculares.

O gengibre, da mesma família do açafrão, contém compostos anti-inflamatórios e óleos voláteis – entre eles o óleo de gengibre – que mostram efeitos analgésicos e sedativos em estudos com animais.

Assim, no ano passado, uma equipe de pesquisadores testou se o gengibre poderia fazer o mesmo em seres humanos.

No estudo, publicado em “The Journal of Pain” em setembro, os cientistas recrutaram 74 adultos e os colocaram para fazer exercícios que supostamente causariam dores e inflamações musculares. Durante 11 dias, os participantes comiam, diariamente, dois gramas de gengibre ou um placebo. No final, o grupo que consumiu gengibre mostrou redução de 25% nas dores musculares, passadas 24 horas dos exercícios.

Num estudo duplo-cego parecido, cientistas compararam o que acontecia quando os participantes comiam dois gramas de gengibre ou um placebo, um dia depois do exercício, e em seguida, dois dias depois. O gengibre parecia não surtir efeito logo após a ingestão. Mas pode ser associado a uma redução da dor no dia seguinte, levando os pesquisadores a concluir que o gengibre pode ajudar a “atenuar a progressão diária da dor muscular”.

Outros estudos mostraram que consumir gengibre antes de se exercitar não traz impacto sobre dor muscular, consumo de oxigênio e outras variáveis fisiológicas durante, ou imediatamente após uma sessão de exercícios. Isso sugere que, se o gengibre gera quaisquer benefícios, eles devem se limitar a reduções das dores nos dias após os exercícios.

Por Anahad O'Connor

Fonte: IG

Em pó ou em pau: canela é tempero que faz bem à saúde

Ela é rica em ferro, cálcio e componentes que atuam no organismo como antioxidantes. Por suas propriedades anti-iflamatórias, a canela faz bem ao coração. O consumo regular dessa casca retirada de uma árvore ajuda a reduzir a pressão sanguínea e a diminuir os níveis de glicose no sangue.

Segundo o livro 101 Alimentos para uma vida plena (Ed. Larousse), os chineses acreditam que consumir canela rejuvenesce e os indianos mascam um pauzinho de canela para regular o ciclo menstrual e reduzir as dores do parto. Na obra, o autor David Grotto dá algumas dicas de como usar esse tempero que confere um cheirinho delicioso aos mais diversos preparos.

- Misture a canela com o café e beba quente (a canela pode ser ralada em um moedor de café ou em um ralador de queijo)
- Use a canela em sobremesas como pudim, arroz doce, tortas e bolos
- Essa especiaria também serve para temperar carnes. A canela com cominho, açafrão-da-índia e gengibre é uma combinação para pratos com carnes e aves no Oriente Médio e no norte da África
- Passe manteiga em uma fatia de pão integral e regue-a com um pouco de açúcar e canela. Fica uma delícia!

Fonte: IG

O que são alimentos termogênicos e como usá-los no treino?


A maneira como são incorporados à dieta é mais importante do que o horário de consumo, diz especialista.
Aposte nesses alimentos para dar "aquele empurrãozinho" no metabolismo
Primeiramente, é importante esclarecer que alimentos termogênicos são aqueles que aumentam a temperatura do corpo e aceleram o metabolismo basal.

Nessas condições, o gasto energético do corpo para realizar suas funções básicas é maior, facilitando o processo de emagrecimento – mesmo durante o período de repouso.

No caso do chá verde, o ideal é tomar de quatro a seis xícaras por dia, independente dos horários em que ocorrem os treinos na academia. Isso porque a eficácia da bebida depende basicamente da forma de preparo e da frequência de uso do seu princípio ativo (que deve ser regular).

Essa regrinha também vale para outros alimentos termogênicos como pimenta, gengibre e canela, ou seja, a maneira como são incorporados à dieta é mais importante do que o horário de consumo.

É preciso frisar que as pessoas com problemas de insônia devem evitar a ingestão de chá verde após às 17 horas, pois ele contém cafeína, um composto conhecido por ser estimulante.

Atenção: antes de modificar a alimentação o melhor é sempre procurar a orientação de um médico ou nutricionista.

Pericles Thadeu Machado, fisioterapeuta da Clínica Physio Athletic, de Ribeirão Preto (SP)

Fonte: IG

Sanduíche de peito de peru com mussarela de búfala


Sanduíche de peito de peru com mussarela de búfala

Ingredientes:

2 fatias de pão de forma
1 colher (sopa) de maionese light
4 rodelas de tomate
6 fatias de peito de peru
10 fatias de mussarela de búfala
10 fatias finas de cenoura

Modo de Preparo:

Passe a maionese no pão e recheie com os outros ingredientes.

Receita da lanchonete The Fifties, em São Paulo, SP

Obs: Esta receita é light e deliciosa!Boa para lanche ou para final de semana.

Fonte: IG

RECEITAS DOS BOLINHOS DAS NOVELAS



Bolinho de feijoada

Ingredientes:
2 litros de água
½ kg de feijão preto
100g de carne-seca dessalgada cortada em cubinhos
100g de lombo defumado cortado em cubinhos
100g de costelinha dessalgada ou defumada
1 linguiça calabresa em cubos
1 paio cortado em cubos
3 folhas de louro
2 colheres de sopa de azeite
3 dentes de alho
200g de farinha de mandioca fina, sem torrar
1 colher de sopa de polvilho azedo
2 maços de couve cortada fininha
250g de bacon em cubinhos para refogar a couve
2 dentes de alho para refogar a couve
Azeite
Farinha de rosca para empanar

Modo de Preparo:
Em uma panela de pressão, coloque 2 litros de água, o feijão, as carnes e as folhas de louro. Cozinhe por aproximadamente uma hora, marque o tempo após o inicio da pressão.

Em um liquidificador, bata o feijão cozido com o caldo de carnes. Em uma panela grande, aqueça o azeite, doure o alho e refogue o feijão batido. Verifique o sal. Acrescente aos poucos a farinha de mandioca sem parar de mexer até engrossar e soltar da panela. Retire do forno e deixe esfriar. Adicione o polvilho e misture até ficar uma massa homogênea. Reserve.

Em uma frigideira o bacon com o alho, junte a couve e refogue por 2 minutos. Abra pequenas porções de massa na mão. Coloque uma colher de chá de couve refogada, faça bolinhos e achate. Passe na farinha para empanar e frite em óleo quente. Em uma travessa, coloque os bolinhos acompanhados de gomos de laranja, torresmo e uma batidinha de limão.

*Receita da chef Kátia Barbosa, do restaurante Aconchego Carioca, no Rio de Janeiro,

Bolinho de bacalhau

Ingredientes:
100g de bacalhau desfiado
3 batatas cozidas
2 dentes de alho picados
½ cebola picada
4 colheres de sopa de azeite
1 litro de óleo de soja
Pimenta branca a gosto

Modo de Preparo:
Esprema as batatas em um recipiente e adicione o bacalhau, três colheres de sopa do azeite e a pimenta. Misture bem. Em uma panela, coloque o restante do azeite e adicione o alho e a cebola para dourar. Desligue o fogo e misture na panela os ingredientes do recipiente (as batatas junto ao bacalhau). Mexa até misturar tudo, formando uma massa.

Usando a palma da mão ou uma colher, forme bolinhos com a massa. Frite os bolinhos no óleo quente, enxugue a gordura e sirva.

*Receita do restaurante Bacalhoeiro, em São Paulo, SP

fonte: IG

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vegetarianismo infantil sem riscos


Karol é vegetariana e mãe de duas meninas: apoio e acompanhamento da pediatra das crianças.
Karol Souto tinha apenas 10 anos quando foi a uma avícola comprar frango a pedido da mãe. Ingênua, escolheu a ave como quem estivesse escolhendo um bichinho de estimação. Apontou o dedo para o animal sem se dar conta de que, após alguns minutos, estaria recebendo o corpo e os órgãos em uma sacola. “Naquela hora caiu a ficha: carne é bicho. Achei tétrico”, conta a vocalista da banda Mercenários do Rock. “Eu era o algoz, escolhi o bicho que iria morrer”. Desde então, ela passou a restringir o consumo de carne como pôde, até finalmente trabalhar e passar a comprar a própria comida. Quando a primeira de suas duas filhas nasceu, Karol prontamente avisou a pediatra que carne estaria fora da dieta.

Muitos médicos seriam contrários a decisões como esta, mas não foi o caso da pediatra. Diante da opção da mãe, ela passou a pesquisar o assunto a fundo. Acompanhamentos mensais, avaliação de neurologistas e hemogramas foram requeridos para acompanhar de perto o possível impacto de uma dieta ovolactovegetariana – sem carne, mas com ovos e leite – na saúde da criança. Hoje, sete anos depois e com uma irmã de quase dois anos também vegetariana, a menina é saudável e livre para comer carne se desejar. “Ela às vezes come um cachorro-quente na escola”, admite Karol, que exibe tatuado no corpo o símbolo do vegetarianismo. Mas explica a filosofia da casa: “Sou contra todo tipo de escravidão, vício e preconceito. Aqui, todo mundo é livre”.

Proteínas e crescimento
O médico Eric Slywitch, especialista em Nutrologia e autor do livro “Alimentação sem Carne – Guia Prático” (Editora Alaude), lembra que alguma fonte proteica de origem animal é necessária na dieta das crianças até um ano de idade, pois o bebê tem dificuldade de produzir um aminoácido – a taurina, presente no próprio leite materno e nas fórmulas infantis elaboradas para substituir o leite da mãe. Depois, pais vegetarianos devem seguir recomendações específicas para a criança vegetariana. Para ele, a retirada da carne só traz problemas quando a substituição por outros alimentos é inadequada: “Pais devem buscar orientações com profissionais que conhecem as substituições corretas e sabem avaliar de forma objetiva o estado nutricional do bebê”, explica ele, que se tornou vegetariano em 1992.
A nutricionista especializada em pediatria Giovana Longo Silva, da Unifesp, afirma que um dos problemas associados à dieta vegetariana na infância é a deficiência de ferro. “A suplementação acaba sendo necessária no vegetarianismo, mas a mãe precisa procurar um médico para isso”. Segundo ela, o suplemento deve ser utilizado em apenas último caso, pois existem alimentos capazes de suprir estas necessidades Muitas vezes a deficiência não é visível e só exames laboratoriais podem apontar alterações no sangue. “Todos os riscos nutricionais numa dieta vegetariana são conhecidos e há ferramentas objetivas para monitorar isso”, pondera Eric. “Havendo alguma deficiência, também há formas simples de corrigi-la sem a criança ter de comer carne”.
Mas nem todos pensam assim. “Uma dieta estritamente vegetariana é incompatível com as necessidades de crescimento e desenvolvimento da criança”, afirma o pediatra Francisco Lembo Neto, do Hospital Samaritano de São Paulo. “Crianças não são 'adultos pequenos' e o tamanho do estômago, embora menor, tem maiores necessidades nutricionais”, explica. Por este motivo a dieta ovolactovegetariana, menos restritiva, seria menos prejudicial, embora deva ser orientada por um nutricionista. Para Francisco, a criança precisa receber carne vermelha e a restrição da mesma pode levar a retardo no crescimento e desenvolvimento da criança, alterações funcionais graves de vários órgãos, deficiência imunológica e anemia, entre outros problemas.
“É uma irresponsabilidade submeter uma criança a uma dieta 'veggy' (veganista, que não aceita qualquer alimento de origem animal), pois trata-se de uma dieta incompatível com as necessidades de qualquer pessoa em desenvolvimento”. Foi o caso do casal de franceses que, no fim do mês passado, foi acusado de homicídio após a morte por desnutrição da filha, de 11 meses, alimentada apenas com leite materno.


Karol serve a filha mais velha: ela faz questão de cozinhar para a família
A nutricionista Mariana Marchetti é vegetariana e seu filho, de seis anos, é ovolactovegetariano. Para ela, uma dieta vegetariana bem planejada é completamente segura em todas as fases da vida, basta apenas informação sobre o assunto com a ajuda de profissionais especializados. “É preciso substituir alimentos e fornecer todos os nutrientes necessários para se ter uma boa saúde, não apenas excluir certos alimentos”. Os principais nutrientes que devem ser balanceados, neste caso, são os minerais como o ferro, o cálcio, zinco, gorduras do tipo ômega 3 e vitamina B12. “Ser vegetariano é bem simples, basta informação”, explica.
Karol é contra os suplementos e diversifica muito o cardápio em casa. “Não precisamos viver à base de remédios, é só achar um meio natural de não agredir nenhum ser”, comenta. “Aqui em casa, eu faço questão de fazer a comida. É a minha magia, é o que eu dou de melhor para a minha família”. Entre as opções para enriquecer a alimentação, ela conta com arroz preto, todos os tipos de feijões, frutas e verduras. Está sempre inventando uma receita diferente, fugindo da vida baseada em macarrão. “Tudo na minha casa é orgânico, compro ovos totalmente livres de hormônios”. Desta forma, ela atende ao que Eric Slywitch recomenda: a escolha certa dos alimentos e a forma como são preparados.

Substituição de alimentos
Há diferentes tipos de dieta vegetariana. A ovolactovegetariana é composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados. A lactovegetariana aceita apenas leite e derivados, mas exclui os ovos. O ovovegetarianismo restringe o consumo de produtos lácteos e o vegetarianismo estrito exclui todos os produtos de origem animal, até mesmo o mel. Cada linha deve ser seguida com cuidado e há nutrientes específicos que devem ser substituídos de forma adequada.
Proteínas
A carência de proteínas pode afetar o desenvolvimento e crescimento da criança. “Ao retirar as carnes, inclua feijões, ervilha, lentinha, grão-de-bico e tofu”, explica Eric Slywitch, autor do livro “Alimentação sem Carne – Guia Prático” (Editora Alaude). “Quando substituímos as carnes por feijões, a proteína permanece três vezes mais elevada que a necessidade. E os aminoácidos (lisina, metionina e cisteína), cinco vezes mais elevados”. Se a criança não come ovo, o consumo de arroz integral e leguminosas deve ser mais alto em todas as refeições.
Ferro
A carência de ferro pode afetar a disposição e o desenvolvimento cognitivo. Para compensar a menor biodisponibilidade do ferro vegetal, Eric Slywitch recomenda escolher alimentos com o dobro do ferro das carnes. “Em 75 gramas de feijão, o que equivale a menos de meia xícara do grão cru, temos 4,8 mg de ferro, que substitui a carne bovina”, explica. O frango poderia ser substituído pode apenas 25 gramas de feijão, o equivalente a 1/8 de xícara de grão cru. Mariana Marchetti explica que o consumo do ferro vegetal requer cuidados especiais. O ideal, além de contar sempre com o feijão e verduras verde-escuras, é ingeri-los ao lado de uma fonte de vitamina C – como o limão, laranja, abacaxi – para melhorar a absorção do mineral, e nunca com leite, chá ou café.
Zinco
Falta de zinco no organismo pode afetar o crescimento e o estado imunológico do indivíduo. Por isso, crianças vegetarianas devem consumir muito gergelim, gérmen de trigo ou soja. Para melhorar a absorção do zinco, os grãos devem ser deixados de molho na água da noite para o dia. Isso reduz o teor de ácido fítico, elemento que reduz a absorção do mineral. Cerca de 50 gramas de gergelim fornecem a mesma quantidade de zinco (6,4 mg) presente nas 100 gramas de carne diárias recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Vitamina B12
A deficiência de vitamina B12 está associada a problemas de desenvolvimento cognitivo e sistema nervoso. Ela é encontrada em ovos e laticínios, mas Eric Slywitch defende o uso de suplementos. “As necessidades podem ser supridas com 60 a 70 gramas da maioria dos queijos ou com 250 ml de leite de vaca”, explica. Fórmulas infantis contêm a B12 e podem ser grandes aliadas da saúde da criança.
Cálcio
O déficit de cálcio pode prejudicar o crescimento e a formação adequada dos ossos, além de favorecer a osteoporose na vida adulta. “Neste caso, é fundamental enfatizar a ingestão de alimentos como a couve, brócolis, feijão branco, gergelim torrado, frutas secas, castanhas, tofu e melado de cana”, afirma a nutricionista Mariana Marchetti. Fórmulas de extrato de soja enriquecidas com vitaminais e minerais também ajudam a alcançar a quantidade de cálcio recomendada.

Fonte: IG

12 alimentos essenciais para seu filho


Veja os alimentos importantes para dar energia e bem estar em seu filho!

Alface: A lactucina está no talo da planta e tem propriedade calmante e folato. A falta dele pode levar a depressão, confusão mental e cansaço.

Aveia: Tem altos níveis de triptofano, auxiliar do bom humor, e doses de selênio e vitamina B6, aliados no combate à ansiedade e depressão.

Arroz: Aumenta a síntese da serotonina, por ser fonte de carboidratos, e minimiza sintomas da depressão e da ansiedade. O arroz integral é melhor, por conter mais fibras e vitaminas.

Banana: Diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranquilo, por ser fonte de carboidratos, potássio, magnésio e biotina. A banana também possui vitamina B6, fundamental para o funcionamento do sistema nervoso central.

Carne vermelha: Boa fonte de niacina e de ferro. A falta da niacina pode causar sintomas de depressão. A do ferro deixa a criança apática, fraca e com dificuldade de concentração.

Castanha: Rica em triptofano e magnésio. Juntas, as substâncias auxiliam a produção de serotonina, neurotransmissor ligado ao bom humor.

Ovos: nutrientes ajudam na manutenção da memória
Ovo: A gema é rica em colina, nutriente importante para a produção de acetilcolina, neurotransmissor atuante na formação e manutenção da memória. Além disso, proporciona sensação de bem-estar.

Espinafre: Contém ácido fólico, magnésio e vitaminas do complexo B capazes de ajudar a prevenir a depressão.

Grão de bico: Contém grande quantidade do aminoácido triptofano, que ajuda na produção de serotonina.

Laranja: Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a funcionar adequadamente e previne o cansaço e o desânimo.

Leite e derivados: Contém vitaminas do complexo B, capazes de prevenir quadros de depressão.

Peixes: Fontes de ômega 3, vitamina B6, selênio e magnésio, importantes para prevenir ansiedade e depressão em crianças.

Fonte: IG

terça-feira, 28 de junho de 2011

Vai comer fora de casa? Veja dicas para evitar que isso arrase a sua dieta


Dicas Importantes:

Restaurante japonês: optar por pratos em vez do rodízio evita excessos
Restaurante por quilo: monte o prato sem exageros, de acordo com as quantidades que estão no cardápio da dieta. Não repita o prato e lembre-se de colocar porções de verduras e legumes sempre.

Restaurante japonês: prefira a opção do shoyo light e não opte pelo rodízio – assim evita comer em excesso e também os preparados fritos.

Fast food: escolha a opção mais saudável, ou seja, aquela que contém mais vegetais e menos gordura. Se isso não for possível, evite. Simples assim.

Pizzaria: coma, no máximo, duas fatias, evitando as mais gordurosas (aquelas que contêm calabresa, lombinho e cheddar, por exemplo). As opções mais saudáveis são os sabores que levam hortaliças, como rúcula, escarola e vegetariana.

Cantina italiana: evite as massas recheadas e com molho branco. As opções mais saudáveis são com molho ao sugo ou com vegetais.

Churrascaria: inicie com um prato de legumes e verduras e evite molhos gordurosos à base de maionese e queijos. A quantidade de carne deve ser controlada de acordo com o liberado na dieta. Escolha as carnes mais magras e evite a parte gordurosa, como a pele do frango e do peixe.

Dia de feijoada: faça um prato modesto, que contenha couve e laranjas. Evite as partes gordurosas, ou seja, as costelinhas e as linguiças.


Em todos os estabelecimentos: se beber, escolha suco natural e sem açúcar em vez de refrigerante. Evite as frituras e dispense o couvert e a sobremesa. É por uma boa causa!

FONTE: IG

10 fatores que influenciam no gasto de calorias


Especialista explica: consumo calórico pode variar em cada pessoa e até a função renal influencia.
Balança: fatores que influenciam na perda ou no ganho de peso não se limitam à alimentação
A regra matemática para perder peso é uma equação simples: é preciso gastar mais calorias do que o que é consumido em um dia.

Seguindo este princípio básico, é possível enxugar medidas e afinar a silhueta em pouco tempo.

Mas, segundo a médica especializada em medicina ortomolecular, Sylvana Braga, ao menos 10 fatores influenciam no gasto calórico e na quantidade ideal de calorias a ser consumida por cada um.

“Não existe uma quantidade ideal de calorias por pessoa. Depende do gasto calórico diário, que pode ser medido por aparelhos de bioimpedância. Estes aparelhos medem a quantidade de massa magra, massa gorda e água. Eles fornecem a composição corporal. Dependendo da pessoa, a dieta pode variar de 1200 calorias até 2000 calorias (diárias)”, explica ela.

Segundo Sylvana, o ideal é comer mais calorias pela manhã, um pouco menos a tarde e bem menos a noite. “É melhor comer mais proteína à noite e mais carboidrato pela manhã e ao meio do dia. Em proporção seria aproximadamente: 20% no café da manhã, 50% no almoço e 30% no jantar. Mas, há diferenças caso a pessoa faça atividade física à noite.”

Os fatores que influenciam no gasto calórico:

1) Atividade física

É a mais importante aliada da dieta. Além de definir o corpo, os exercícios também contribuem para melhorar a saúde cardiovascular. De quebra, os praticantes ainda ganham aval para ingerir mais calorias, já que o gasto tende a ser maior.

2) Alimentação

Os especialistas já "aposentaram” a palavra dieta e agora só usam o termo “plano alimentar”. Escolher alimentos saudáveis, coloridos e com baixo índice glicêmico são a chave para perder peso sem o risco do “efeito sanfona”.

3) Metabolismo Basal

Cada pessoa tem o seu metabolismo e o ritmo do corpo – aquele que define o gasto calórico – é o que faz alguns terem mais facilidade do que outros para emagrecer. Muitos alimentos, como a canela, são famosos por acelerar o metabolismo e também acelerar o trânsito intestinal.

4) Estresse

A ciência já comprovou: o estresse engorda. E, no mundo atual, é difícil driblar este vilão do bem-estar. Algumas táticas, como a própria atividade física, são benéficas e reduzem o nível de cortisol, o hormônio do estresse, da corrente sanguínea.

5) Sono

Uma bela noite de sono, com oito horas em média, reforça o sistema de defesa do organismo e ajuda, entre outras coisas, a emagrecer. Não negligencie a importância do descanso na rotina.

6) Idade

Na prática, as mulheres, em especial, já sabem que com o passar dos anos a tarefa de emagrecer fica ainda mais árdua. Na menopausa, por exemplo, mais da metade delas tem sobrepeso, já evidenciou uma pesquisa. O consumo calórico ideal, portanto, também diminui. Outro segredo, como conta Helô Pinheiro, a eterna garota de Ipanema, é acostumar que o jeans 38, uma hora, é ampliado para 40, sem que isso seja um problema.

7) Hormônios

Segundo a médica Sylvana Braga, os hormônios – em excesso ou em déficit – influenciam no gasto calórico. Ela afirma que os hormônios mais influentes no gasto calórico são: os produzidos pela tireoide, os femininos, os do crescimento, e os produziodos pela suprarrenal.

8) Função renal

A boca é, de fato, a parte do corpo que mais contribui para engordar ou emagrecer. Mas outros órgãos também participam deste processo. Um deles é o rim. Segundo a médica Sylvana Braga, as funções renais de cada pessoa também influenciam no gasto calórico diário. Mas isso só pode ser avaliado por um especialista.

9) Sódio, Potássio, Lítio

O trio é importante para o emagrecimento e um dos princípios básicos da dieta ortomolecular. Os médicos reiteram que mais do que ajudar a emagrecer, o equilíbrio destes nutrientes é importante para a prevenção de doenças e bom funcionamento do organismo. Sobre o sódio, os cardiologistas já estão empenhados em reduzir esta substância, presente no sal de cozinha e também nos produtos industrializados (inclusive os diet e os adocicados).

11) Neurotransmissores cerebrais
Segundo Sylvana, outros influentes no gasto calórico são os neurotransmissores como a serotonina, adrenalina, noradrenalina, dopamina e gaba, muitos deles produzidos com a ajuda de alimentos.

Fonte: IG

domingo, 26 de junho de 2011

Receitas de liquidificador

Receitas de liquidificador
A praticidade de fazer bolos, tortas e sopas com o utensílio doméstico que os chefs adoram
Na culinária caseira ou na profissional, o básico liquidificador continua sendo peça fundamental. Rápido e prático, ele faz pratos gostosos num piscar de olhos, sem fazer muita bagunça na cozinha.

Apesar da idade avançada, cerca de 80 anos, a invenção norte-americana não parou no tempo e está cada vez mais moderna e potente. Para Marcelo Ozi, chef-executivo do paulistano Badebec, apesar das novidades no mercado de eletrodomésticos, o bom e velho liquidificador não perdeu espaço na cozinha profissional. “É um caminho rápido, perfeito para a correria do restaurante”, diz. Ele usa o utensílio para fazer maionese, molhos, cremes. “Com ele, dá para fazer receitas elaboradas de um jeito simples”.

Provas disso são a torta de batata e a sopa fria de tomate que o chef preparou especialmente para o iG Comida, junto com o imbatível bolo de iogurte com nutella. “A torta de batata feita em liquidificador fica com uma textura mais cremosa e homogênea do que a batida à mão”, diz ele. Além, claro, de o preparo ser muito mais rápido. “Dá para deixar as batatas cozidas na geladeira, bater e já fritar”. Outro jeito de servi-la é em canapés. “Basta cortar em quadradinhos, botar em cima de um pedaço de pão e finalizar com usando anchova ou camarão.”

A mistura com bacalhau proposta por Marcelo é uma ótima opção para a Páscoa. “Mas dá para fazer essa torta com carne de porco, carne seca, frango, carne moída.” O bolo de iogurte também aceita variações. “A nutella pode ser substituída por doce de leite, goiabada ou chocolate”, diz o chef. Agora, é anotar as dicas do chef, separar seus ingredientes preferidos e fazer barulho na cozinha!

Segredos de liquidificador:
- Coloque os ingredientes líquidos primeiro, senão a mistura não bate direito e ainda se corre o risco de estragar o eletrodoméstico.
- Preparações que levam azeite e manteiga devem ser batidos em potência mais baixa para não desandar.
- Quando for bater algo quente, mantenha o copo bem fechado. O líquido tende a subir.
- Lave muito bem o utensílio depois de usar, principalmente se bater algo que tenha gordura.
- Dê preferência aos copos de plástico. Os de vidro quebram com facilidade.

Fritada de batata com bacalhau

Rendimento: 6 porções


Ingredientes
Para a fritada:
300 g de bacalhau
200 ml de molho branco (veja receita abaixo)
8 ovos
4 batatas médias
2 dentes de alho
1 tomate
½ pimentão
½ cebola roxa
½ cebola
Queijo ralado, azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto

Para o molho branco:
20 g de manteiga
20 g de farinha de trigo
400 ml de leite
1 cebola
1 folha de louro
Cravo a gosto, noz moscada e sal a gosto

Modo de preparo
Para a fritada:
1. Refogue o bacalhau com pimentão, tomate, cebola roxa e reserve.
2. Prepare uma tortilha de batata: bata no liquidificador até ficar homogêneo batatas cozidas com sal, o refogado de cebola e alho, os ovos, a pimenta-do-reino, acerte o sal.
3. Num refratário untado com azeite, coloque a massa da tortilha, por cima o refogado de bacalhau e cubra com molho branco e queijo ralado.
4. Leve ao forno para gratinar.
5. Sirva em seguida, com um pouco de cebolinha picada por cima.

Dica do chef: espere as batatas cozidas esfriarem antes de bater no liquidificador para o ovo não coagular.

Para o molho branco:
1. Ferva o leite com a cebola, o cravo e a folha de louro.
2. Derreta a manteiga e misture a farinha.
3. Coloque o leite aos poucos e cozinhe por 40 minutos.
4. Coloque o sal e noz moscada.

Antes de servir, leve a sopa à geladeira por alguns minutos.

Sopa fria de tomate

Rendimento: 5 porções

Ingredientes
3 tomates
1 pimentão vermelho
1 cebola
3 dentes de alho
100g de pão italiano
1 colher de maionese
100 ml de azeite extra-virgem
Sal a gosto
Pimenta-do-reino

Modo de preparo
1. Numa assadeira, coloque os tomates e o pimentão sem as sementes, a cebola cortada em rodelas, o alho cortado ao meio e o pão italiano. Leve ao forno a 180°C até dourar.
2. Retire da assadeira e despeje os ingredientes no liquidificador. Junte a maionese e o azeite.
3. Tempere com sal e pimenta, coloque 6 cubos de gelo e bata até ficar homogêneo. Se precisar, coloque um pouco de água.
4. Leva a mistura à geladeira por alguns minutos.
5. Sirva a sopa fria.

Fonte: IG

Quiche Lorraine


De onde vem?

“Uma torta aberta recheada com uma mistura de ovos batidos, creme de leite e pedaços de bacon.” Assim a quiche é descrita na enciclopédia culinária Larousse Gastronomique. Mas essa é a receita tradicional, a Lorraine, criada na França, na região que a batiza. A simples tortinha aceita recheios variados e é sucesso no mundo todo.

Elas estão em toda parte. Em restaurantes, cafés e até em vitrine de padarias. E são servidas em tamanho coquetel, individual ou grande. Quem a vê assim, em quase toda esquina e com tantos formatos, nem imagina a tradição que ela carrega. Mas a quiche existe desde o século XVI, quando ainda era preparada com base de pão.

Na versão moderna, o recheio cobre uma massa tradicional (de farinha e ovos) ou folhada. Outra grande diferença das tortinhas de hoje é o recheio, que ganhou outros sabores e cores. Cogumelos, legumes, cebola, embutidos, frutos do mar: tudo isso pode aparecer na receita, desde que acompanhados de ovos batidos e leite ou creme de leite. Fica gostosa com salada e vale por uma refeição completa.

Com as dicas do chef Lindomar Bezerreira, do paulistano Le Tire-Bouchon o preparo em casa vai ficar ainda mais fácil. Capriche no recheio e bon appetit!

Dicas de chef para variar a quiche:

- Queijo, creme de leite, leite e os ovos são base para qualquer recheio.

- Leite deve ser sempre misturado ao creme de leite, para uma torta mais leve.

- Desde que não soltem muita água, como o tomate, todos os ingrediente vão bem no recheio.

- É importante assar primeiro a massa. Como o tempo de cozimento do recheio é bem rápido, assim você garante que ninguém coma massa crua.

- Para saber se o recheio está cozido, basta colocar um palitinho. Se sair sem resíduos, está pronto.

Quiche Lorraine


Rendimento: 2 tortas

Ingredientes
Para a massa:
250g de manteiga
500g de farinha de trigo
5 gemas de ovo
Sal e pimenta a gosto

Para o recheio:
15 ovos
750ml de creme de leite fresco
500ml de leite integral
1 talo de alho-poró fatiado
150g de queijo de cabra
Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo
Para a massa:
Derreta a manteiga e misture com a farinha, as gemas o sal e a pimenta. Amasse bastante, até dar liga. Em seguida abra a massa em uma forma de fundo falso e asse a 120°C por 20 minutos. Reserve.

Para o recheio:
Misture o leite e o creme de leite e reserve. Quebre os ovos em uma tigela e reserve. Em uma vasilha junte a mistura reservada, os ovos o alho-poró, sal, pimenta, o queijo de cabra e misture bem.

Finalização
Junte o recheio a massa pré-assada, depois asse tudo por 30 minutos a 140°C. Sirva quente.

Para torná-la light: use margarina light, queijo minas, leite desnatado e farinha integral.

Fonte:IG

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ensine hábitos alimentares saudáveis para seus filhos




Especialistas dizem que o melhor caminho é quando os pais oferecem comidas e bebidas saudáveis, e dão o bom exemplo eles próprios.

A melhor maneira de ensinar crianças a terem hábitos alimentares saudáveis é quando os pais dão o bom exemplo, dizem especialistas.
A Academia Americana dos Médicos de Família afirma que os pais deveriam ensinar as crianças a terem uma alimentação balanceada oferecendo muitas frutas, vegetais e grãos. Além disso, devem ficar de olho no número de calorias que as crianças ingerem, levando em consideração a idade delas.

Outro conselho é limitar a ingestão de bebidas adoçadas em apenas uma porção diária. O ideal é encorajar as crianças a beberem água.

Se a família tiver hábitos alimentares saudáveis, certamente influenciará na alimentação dos filhos. Fazer as refeições juntos é indicado. Assim como desligar a televisão durante este período.

Os especialistas também acreditam que os pais não devem forçar os filhos a comerem quando eles não tiverem fome ou os obrigar a ingerir toda a comida que foi colocada no prato.

LANCHES SUADÁVEIS PARA SEUS FILHOS

Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma dieta saudável passa por cinco pontos: amamentar o bebê durante os seis primeiros meses de vida, comer alimentos variados, ingerir muitos vegetais e frutas, moderar na quantidade de gorduras e óleos e evitar sal e açúcar. Parece fácil, mas estes hábitos devem ser desenvolvidos desde a infância – de preferência, começando pelo que seu filho leva na lancheira.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para dar energia à criança entre duas refeições principais. O ideal é que ele contenha uma porção de carboidratos, para fornecer energia; uma porção de lácteos, que tem proteínas; uma porção de frutas ou legumes, responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; e uma bebida, para hidratação.

Do outro lado, pães brancos, refrigerantes, salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitos desequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”, alerta a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, em São Paulo.

É claro que a maioria das crianças prefere abrir a lancheira e encontrar batatinhas fritas, chocolate e refrigerante. Já os pais gostariam que elas comessem um bolo integral, uma fruta e um suco. Para equilibrar essa equação, a nutricionista e consultora Cynthia Striebel, que há 14 anos desenvolve um projeto de educação alimentar escolar em Porto Alegre, sugere a negociação. “Seu filho quer levar algo não muito nutritivo? Eventualmente, isso não é um problema. Negocie com ele um dia da semana para este lanche e, nos outros dias, as frutas, cereais e o leite”, exemplifica.

Rosana Perim concorda. “Não precisa proibir o chocolate. Basta saber equilibrar”, diz ela. Outra dica é incluir as crianças no processo de comprar e preparar o lanche. Vale levá-las ao mercado ou à feira, explicar porque você escolhe aqueles alimentos e como aquilo vai fazer bem a elas.

Opções industrializadas

Nem todas as mães têm o tempo necessário para assar um bolinho integral ou preparar um suco natural para o lanche do filho antes de sair de casa pela manhã. Por isso, não se desespere se tiver de recorrer aos industrializados. Hoje, os supermercados oferecem opções razoavelmente saudáveis, basta saber escolhê-las.

No caso dos biscoitos, procure aqueles com as menores quantidades de gordura e de açúcar possíveis. Bolinhos com recheio e cobertura devem ser evitados, pois geralmente contêm gordura trans – vale observar também na tabela nutricional do alimento o índice de gordura vegetal hidrogenada; quanto mais elevado, pior. Escolha os sucos de caixinha sem adição de açúcar e lembre-se que achocolatados não são leite, são uma composição feita com soro de leite: prefira aqueles com menos sódio e menos açúcar e garanta que a criança beba leite de verdade em algum outro momento do dia.

Conservação

Não adianta ficar atenta para um cardápio equilibrado se ele não estiver bem conservado na hora do sinal. Lancheiras térmicas garantem conservação por duas a quatro horas, segundo fabricantes. Mesmo assim, é melhor evitar patês e embutidos que necessitem de refrigeração maior.

Cynthia dá uma dica final: colocar a caixinha de suco ou a garrafinha de água congelada na lancheira é uma opção para garantir um resfriamento extra. E não se esqueça de fiscalizar os cuidados do seu filho com o lanche. Se o que ele não consome pela manhã vira petisco para depois da aula de inglês, no fim da tarde, não há lancheira que aguente.

Deixar a criança comer devagar e parar quando estiver satisfeita são atitudes recomendáveis. Outras sugestões são: não usar a comida como forma de recompensa e evitar fast-food.

Fonte: IG

Uma nova era para tratar a hepatite C


Medicamentos e exames recém-chegados ao mercado marcam a mudança na terapia contra a doença.

Novos medicamentos já estão sendo avaliados pela Anvisa.
“Há 10 anos não se via uma mudança tão significativa na área da hepatite C quanto o surgimento dessas novas medicações. Ao longo desse tempo, é a primeira vez que elevamos consideravelmente as chances de cura”. A avaliação é do hepatologista Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

A aprovação pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão norte-americano que regulamenta o setor de medicamentos no País) de duas novas drogas, o boceprevir e o telaprevir, promete modificar o tratamento da doença, que hoje atinge mais de 60 mil brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Apesar dos números oficiais, a estimativa é que cerca de dois milhões de brasileiros tenham hepatite C e ainda não tenham sido diagnosticados.

A vantagem dos novos medicamentos é o índice de cura da doença, principalmente em pacientes com o genótipo 1, o mais incidente no Brasil - responsável por 70% dos casos. “Desse total, 55% não respondem ao tratamento que temos hoje, o interferon e a ribavirina”, afirma Paraná.

Com a medicação atual, o paciente que nunca tratou a hepatite C tem 45% de chances de zerar a atividade do vírus que prejudica o fígado, o equivalente à cura. Quando os novos medicamentos são adicionados ao tratamento atual, esse número sobe para 75%.

Mas é no caso de pacientes que já fizeram o tratamento e tiveram apenas uma reposta temporária (quando a carga viral é zerada durante o tratamento, mas volta assim que esse é finalizado), que os índices são ainda mais expressivos. De atuais 40%, eles sobem para 90% com a inserção das novas drogas. “Isso acontece porque eles já são previamente sensíveis ao interferon e à ribavirina”, explica o hepatologista.

Para aquele grupo que nunca respondeu ao tratamento, com chances de negativar a ação do vírus inferior a 10%, esse número agora chega a 40%. "De fato, os tratamentos que a gente dispõe hoje conseguem a cura da hepatitec C em uma porcentagem muito insatisfatória", avalia Roberto José de Carvallho Filho, gastroenterologista da Casa das Hepatites, da Unifesp.

Os novos medicamentos também consolidam um tendência que já vem sendo observada: a individualização no tratamento da hepatite C. "Esse conceito ganha mais importância com esses medicamentos, pois começaremos o tratamento e vamos avaliando caso a caso o que acontece com a carga viral. Se a redução da quantidade de vírus ativo no organismo for rápida, o paciente poderá utilizar a medicação por menos tempo", diz ele.

Efeitos adversos

Apesar de ser um medicamento promissor no que se refere ao resultado, o tratamento é mais difícil. Segundo Paraná, os efeitos adversos são mais intensos do que os experimentados atualmente. Podem ocorrer alteração do paladar (gosto de metal na boca), hipersensibilidade ao amargo, coceira, náusea e diarréia e anemia. “O importante é saber que esses efeitos adversos são controlados e não há a necessidade de interrupção do tratamento”, afirma o hepatologista.

O especialista ressalva também a maior possibilidade de falha, já que a quantidade de medicamentos é maior. E, por isso, a orientação médica é imperativo no tratamento. “O paciente terá que tomar 18 pílulas três vezes por dia e não pode falhar, ou o vírus desenvolve resistência. O médico terá de mostrar a importância de tomar o remédio corretamente”, endossa.

Outro fator negativo é o preço com que a terapia deve chegar ao Brasil. Estima-se que o valor deve variar entre R$30 mil a R$50 mil reais. "Também temos que somar o custo do acompanhamento, que precisará ser mais frequente", relata Carvalho Filho.

Novo exame

Há dois anos sendo largamente utilizada na Europa, a elastografia hepática começa a ser oferecida no Brasil. O exame pode substituir a biópsia, procedimento em que uma agulha é introduzida no corpo do paciente a fim de retirar um pedaço para futura análise. A novidade permite avaliar o grau de rigidez do fígado (fibrose hepática), o que determina os riscos do paciente desenvolver cirrose, e o estágio da doença. “O exame barateia os custos do diagnóstico, já que uma biópsia exige internação, equipe médica com anestesista, e equipamento caros, como a agulha utilizada. Na Europa, esse exame custa de 10 a 40 euros”, analisa Paraná.

Além disso, o médico também prevê uma democratização do acesso ao tratamento. Hoje, para ser tratado pela rede pública, é preciso ter uma biópsia. São poucos os centros de referência da doença no País e há dificuldade em conseguir uma internação por escassez de leitos. “O novo exame leva apenas 5 minutos e é indolor. O paciente pode fazê-lo e ir embora. Une-se rapidez e custos mais baixos, possibilitando que mais pessoas possam ser diagnosticadas”, avalia.

Hepatite C

O vírus da hepatite C ataca o fígado e mais de 50% dos infectados evoluirão para a forma crônica da doença. Destes, 25% terão cirrose hepática e/ou câncer de fígado. Para tornar a estatística mais clara, é importante saber que, no Brasil, 56% dos casos de câncer de fígado estão associados ao vírus da hepatite C.

Fonte: IG

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sopas leves e saborosas!


As sopas da estação:
Abóbora, mandioquinha, banana, elas são coloridas e saudáveis. Sem queijo, sem leite, e com muito sabor.

Trio de inverno: sopas quentinhas feitas com produtos próprios da estação.
É muito acolhedor e saudável tomar uma sopinha no jantar ou mesmo no almoço. Lembra cuidado, comida de mãe. Melhor ainda se forem feitas com os legumes, verduras e tubérculos da estação. É tempo de banana, milho verde, mandioquinha, alho-poró, abóbora, batata-doce, cará, ervilha, cenoura, inhame, mandioca, erva-doce...

Quando o tema desta coluna surgiu, sopas bem naturais com ingredientes da estação e sem uso de espessantes, como o creme de leite, pensei logo na chef Tatiana Cardoso, do restaurante naturalista Moinho de Pedra, na Chácara Santo Antônio, em São Paulo. Você sabia que se usar na receita leite de arroz no lugar de leite de vaca, por exemplo, o resultado é parecido, mas é ao mesmo tempo mais saudável e deixa a sopa mais leve? Outra: em vez de usar amido ou maizena, se acrescentarmos tubérculos, o caldo vai engrossar naturalmente? Pois é.

Encontrei com a Tatiana naquele chá da tarde que reuniu os vários quitutes das mães de mulheres que trabalham com gastronomia. Em nossa conversa descobri que ela estava, por coincidência, acabando de revisar uma apostila de sopas para o curso que dará em breve sobre o assunto em seu restaurante. Ela costuma dar aulas para chefs, cozinheiras, executivas e dona de casa. “Para qualquer um que queira saúde e sabor”, diz Tatiana, que se autodenomina “natural gourmet”, um conceito que engloba não usar carne nas receitas, nem alimentos industrializados, fazer uso de ingredientes sazonais, produtos integrais e, quando possível, de orgânicos.

A Tatiana me adiantou algumas dicas interessantes que dará nesse seu próximo curso. Veja o que anotei:

1. adicionar à sopa um tubérculo, como cará ou inhame, faz com que ela engrosse naturalmente. Uma boa combinação é juntar na mesma receita um tubérculo, uma folha verde e um legume, como cenoura ou mandioquinha, sugere.

2. "Jamais coloque numa sopa três carboidratos, como batata, inhame e abóbora", alerta. "Ela ficará muito pesada.”

3. Adicionar frutas em algumas sopas ajuda a dar leveza. Outra sugestão é usar grãos, como sopa de feijão com abóbora ou de feijão azuki com nirá.

4. O número máximo de ingredientes, para não despersonalizar o prato, é cinco. Sempre pensando no valor nutritivo dos vegetais. “Uso brócolis porque é rico em cálcio, é bom para saúde, ajuda na prevenção do câncer”, diz a chef.

5. Os temperos, como alho e cebola, devem ser empregados com parcimônia, de modo que seu sabor não sobreponha o dos ingredientes principais. "Prefiro sentir o gosto da abóbora, do alho-poró, da raspa de laranja...”, diz.

6. Quando a sopa pede leite, Tatiana prefere leite de arroz. É uma boa alternativa, por exemplo, para as pessoas com intolerância à lactose. O ingrediente é importado da Itália e vendido em lojas de produtos naturais. É menos gorduroso que o leite de vaca e mais delicado do que o de soja.

7. Na produção das sopas e outras receitas, Tatiana gosta de aproveitar aqueles ingredientes que normalmente se joga fora, como as folhas de couve flor, de beterraba ou do brócolis e o talo do agrião. Assim, usa o vegetal na sua plenitude. Quando faz creme de abóbora com agrião, usa o talo, de gosto azedinho, para dar um contraste de sabor e textura. Para essa coluna, Tatiana cedeu gentilmente – e em primeira mão - as receitas do creme de abóbora e laranja-lima, a sopa de banana ao curry e a sopa de mandioquinha, milho e alho-poró. Para aquecer e colorir nossas noites de inverno.

O Cointreau, licor de laranja, dá um toque especial ao creme

Creme de abóbora e laranja lima

Rendimento: 2 porções

Ingredientes
1 colher (sopa) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de cebolinha (parte branca) picada
½ colher (chá) de pimenta rosa moída
2 xícaras (chá) de abóbora japonesa picada
2 xícaras (chá) de moranga picada
1 colher (chá) de sal marinho
½ colher (chá) de sementes de coentro
2 xícaras (chá) de suco de laranja lima
2 xícaras (chá) de caldo de legumes
½ colher (sopa) de raspas de laranja
½ colher (sopa) de (licor de laranja)
1 colher (sopa) de cebolinha francesa picada
Pimenta dedo de moça (opcional)

Modo de fazer
Em uma panela leve o azeite com a cebolinha e a pimenta rosa para dourar. Acrescente as abóboras, o sal e as sementes de coentro. Doure todos os ingredientes por 7 minutos, misturando sempre com uma colher de pau. Acrescente o suco de laranja e deixe cozinhar em fogo baixo por 15 minutos. Passado este tempo, acrescente o caldo e cozinhe por mais 15 minutos. Desligue a chama, acrescente o licor de laranja, as raspas de laranja e ajuste o sal. Sirva com a ciboulette picada.

Sopa de banana ao curry

Rendimento: 2 porções

Ingredientes
3 bananas nanicas semi-maduras em rodelas
500ml de caldo de legumes
1 colher (chá) de curry
2 colheres (chá) de sal marinho
1 colher (sopa) de manteiga
½ xícara (chá) de cebola picada
500ml de leite de arroz
1 colher (sopa) de salsinha
1 colher (sopa) de gengibre picado
1 colher (chá) de hortelã picada finamente
1 colher (sopa) de suco de limão

Modo de fazer
Coloque as bananas picadas no caldo e leve à fervura. Acrescente o curry e o sal. Cozinhe e, enquanto isso, em outra panela, doure a cebola com a manteiga. Acrescente a banana com o caldo nesta panela e cozinhe por mais 10 minutos. Desligue a chama e leve ao liquidificador para processar com o leite de arroz e a salsinha. Volte para a panela e ferva em fogo baixo por mais 5 minutos até reduzir e tornar-se um creme sedoso. Acrescente o gengibre picado e as folhas de hortelã picadas e desligue a chama. Adicione o limão, ajuste o sal e sirva.

Sopa de mandioquinha, milho e alho poró

Rendimento: 2 porções

Ingredientes
500ml de caldo de legumes
2 espigas de milho doce sol debulhadas (reserve 1 colher de sopa de milho para a finalização)
1 xícara (chá) de alho poró picado e lavado (parte branca e verde clara)
2 xícaras (chá) de mandioquinha pequena descascadas e picadas em cubos de 2 cm
½ colher (chá) de sal marinho
1 colher (sopa) de cebolinha picada (parte verde)

Modo de fazer
Leve o caldo à fervura. Coloque os grãos de milho com o caldo no liquidificador. Processe durante 30 segundos. Em uma panela, leve o fio de azeite e acrescente a mandioquinha. Doure, misturando sempre, durante 2 minutos. Acrescente o alho poró e continue misturando. Cozinhe por mais 2 minutos. Acrescente o conteúdo do liquidificador à panela, coando-o através de uma peneira. Cozinhe por 15 minutos. Desligue a chama e verifique o ponto. Se a consistência estiver muito grossa, acrescente caldo necessário para afinar. Ajuste o sal marinho, acrescente o milho, reserve e cozinhe por mais 5 minutos. Sirva com a cebolinha picada.


Fonte: IG

Receitas de bebidas Juninas


Quentão tradicional

Ingredientes:
600ml de cachaça de boa qualidade
600ml de água
2 1/2 xícaras (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de gengibre picadinho
5 cravos
3 pedaços de canela em pau
1 maçã cortada em cubinhos
Raspas de 2 limões
Raspas de 2 laranjas

Modo de preparo:
Prepare um caramelo com o açúcar e a água, junte as raspas de laranja e limão, os cubinhos de maçã e o gengibre picadinho. Adicione a cachaça, deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 20 a 25 minutos. Coe imediatamente para retirar os temperos sólidos; reserve esses temperos. Na hora de servir, devolva os cubinhos de maçã ao quentão.

Dica para variar a receita: troque os cravos por sementes de cardamomo ou noz-moscada, o açúcar refinado por mascavo, mel ou melado de cana; acrescente capim santo, menta ou outras ervas frescas ao preparo.


Vinho quente tradicional

Ingredientes:
1 1/2 xicara (chá) de açúcar
4 pedaços de canela em pau
10 cravos
Raspas de 2 laranjas
Raspas de 2 limões
1 litro de vinho tinto seco
1 xicara (chá) de água
1 maçã cortada em cubinhos

Modo de preparo:
Ferva todos os ingredientes por 15 a 20 minutos até que os sabores sejam incorporados ao vinho.

Dica para variar a receita: troque o vinho tinto por branco; cravo por sementes de cardamomo ou noz-moscada; a maçã por pêssegos frescos cortados em cubos; açúcar por por mel ou Maple Syrup.

Fonte: IG


Comentário:

Com este friozinho, estas bebidas ajudam a esquentar! Mas, não exagerem!!!!!
Elas possuem muitas calorias, portanto, tomem só um pouquinho!

Patrícia Brigagão Mendes

O treino da escada


Subir e descer escadas trabalha as pernas e o glúteo, e equivale a 10 minutos de caminhada. Prática, entretanto, não é para todos
Subir e descer escadas trabalha as pernas e o glúteo, e equivale a 10 minutos de caminhada.
Ela é presença obrigatória tanto nos mais baixos edifícios quanto nos arranha-céus das grandes metrópoles. Aposentadas desde o advento dos elevadores, as escadas são sempre a última opção. Incorporar os degraus na rotina, entretanto, é um grande passo para deixar o sedentarismo e tornar-se ativamente saudável.

Em termos de gasto calórico, subir três lances de escada equivale a 10 minutos de caminhada moderada, revela Paula Motondon, professora da academia Competition, em São Paulo.

“Subir escada é um exercício mais intenso. A respiração fica ofegante, e tem um gasto calórico equivalente a dez minutos de caminhada”, explica a especialista.

Além de colocar o corpo em movimento e exorcizar a preguiça, o exercício fortalece as pernas e ajuda a deixar o bumbum durinho. O trabalho muscular é ainda mais interessante quando a subida é feita de dois em dois degraus.

“Pisar firme com o calcanhar, subindo de dois em dois degraus trabalha o bumbum de maneira similar ao exercício de agachamento, feito com a ajuda de aparelhos nas academias”, compara a professora.

Para potencializar os efeitos, o ideal é que a escada seja utilizada para subir e descer, como uma espécie de treino intercalado. “A subida exige fôlego e trabalha o condicionamento cardiovascular. Na descida recuperamos essa frequência cardíaca. Subir e descer é a combinação ideal, pois o corpo terá menos tempo pra recuperar, o que melhora os benefícios para o coração e eleva o gasto calórico”.

Infarto na escada

Fácil de ser associado à rotina, o treino na escada aumenta a atividade de quem já tem uma vida direcionada ao exercício físico. Para esse público, o investimento é bastante produtivo, endossa Marcelo Miranda, educador físico e professor da Universidade Católica Dom Bosco, no Mato Grosso do Sul.

"Em termos de gasto calórico, a escada equivale a caminhada. Mas não podemos limitar os benefícios da atividade a esse fator. É uma forma de amplificar o estímulo físico para quem já é ativo, mas pode expor a um risco desnecessário aos demais."

Na opinião de Miranda, pessoas obesas ou com sobrepeso não devem investir na modalidade caseira para exterminar as gorduras. Durante a subida, a atividade impõe um trabalho aeróbico considerável e força o coração. Sem indicação ou avaliação médica, não é improvável que obesos ou cardíacos tenham complicações durante o exercício.

“Para quem tem sobrepeso, a subida é relativamente tranquila, mas exige do coração. Na descida, o movimento desloca o centro de gravidade do corpo e pode sobrecarregar o tendão patelar, lesionar o joelho ou provocar desgaste da coluna. Toda e qualquer atividade antes de ser praticada precisa ter os fatores de risco bem dosados. Não é pra qualquer um.”

Salto alto e bolsa

A bolsa, dependendo do peso, pode inclinar o tronco e elevar o risco de lesão na coluna. Sapatos de salto não são os mais recomendados. Embora não ofereçam grandes perigos na subida, exigem mais equilíbrio do corpo e podem sobrecarregar os joelhos ao descer.

Corredores abandonam tênis em busca da cura de suas lesões
"Para que as escadas sejam uma forma eficaz de fortalecimento muscular, é preciso pisar com os pés inteiros, manter o abdome contraído e o tronco ereto, sem forçar a lombar. Ao descer, não jogue o corpo em cima das pernas", indica a professora da Competition.

Antes de deixar zona da preguiça é importante observar os fatores de risco individuais. A avaliação física e um check up geral são indispensáveis.

Além da analise clínica, é preciso que a atividade seja acumulativa. Some o exercício feito nas escadas à caminhada até o trabalho - seja ela realizada do estacionamento ao destino final, ou do ponto de ônibus, estação de metrô. “Não basta utilizar a escada apenas uma vez ao dia. Resultados positivos exigem mudança de hábitos”, ponderam os profissionais.

O mínimo sugerido por educadores físicos - e preconizado pelo Movimento Agita São Paulo (iniciativa pública para estimular a prática de atividade física no Estado) é dedicar 30 minutos do dia movimentando o corpo em prol da saúde.

Segundo a educadora, o recorte numérico é necessário para ter resposta, alterar a fisiologia, aumentar o esforço cardíaco e fazer o corpo caminhar contra o sedentarismo. Para perder peso, porém, o tempo deve ser dobrado: 60 minutos de exercícios, ao menos 3 vezes por semana.

Fonte: IG

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Índice Glicêmico é um aliado na dieta



Controlar o consumo de carboidratos reeduca a alimentação e ajuda a perder peso.

Consumir alimentos com baixo índice glicêmico ajuda a perder peso e estimular o metabolismo
Hábito e obrigação para os diabéticos, o controle do Índice Glicêmico (IG) também pode ser incorporado à rotina de quem deseja manter ou perder peso. O método propõe o controle na ingestão de carboidratos.

Miriam Nogueira Martinez, nutricionista do Hospital São Luiz de São Paulo, explica que todo carboidrato tem capacidade de elevar a glicemia do organismo. Alguns, porém, têm efeitos maiores e, conseqüentemente, são mais danosos para quem deseja perder medidas.

Segundo a especialista, quanto mais doce e menos integral for o alimento, maior será seu índice glicêmico. Ela alerta que essa variação depende muito do tipo do carboidrato. O índice de referência universal usado pelos nutricionistas é o pão branco, que é comparado à própria glicose, e tem o nível 100.

Quando o índice é alto, como o caso do pãozinho (100) ou do chocolate (em média 70), o organismo reage com uma resposta exagerada por conta do excesso de glicose no sangue, pontua a especialista. A absorção é mais rápida e provoca, rapidamente, uma quebra brusca da glicose, responsável por gerar a sensação de fome pouco tempo após a refeição. Essa reação não ocorre com os alimentos de baixo ou médio nível. O índice funciona com um regulador: ajuda a controlar o apetite e a evitar a fome precoce.

“Devemos considerar o índice como um farol. O vermelho representa os alimentos mais doces, com alto valor na tabela. O amarelo é um alerta, pois corresponde aos alimentos com um nível que vai de 56 a 69, e o verde são aqueles que tem um índice abaixo de 55.”

O sinal verde, porém, não é um aval para o consumo deliberado. Antonio Cláudio Duarte, médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e
Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ), explica que muitos alimentos extremamente gordurosos possuem um baixo valor glicêmico.

“Existem alimentos que são ricos em gordura, mas têm um baixo índice. O amendoim está entre o nível médio e baixo, mas tem muita gordura, o que eleva a caloria da dieta. A melancia, em contrapartida, possui 103 de índice. Ela não precisa ser banida, mas deve ser consumida com moderação.”

Para os especialistas, conhecer o método e saber substituir os alimentos é fundamental. Eles alertam, porém, que as tabelas ainda não são baseadas na alimentação do brasileiro, a referência é internacional.

“É importante procurar ajuda de um nutricionista porque as fontes não trabalham com a realidade da comida do nosso Pais”, diz Miriam.

Resultados e indicação

Conhecer o índice glicêmico dos alimentos e basear a alimentação nesse método requer disciplina, mas não tem contra-indicação. Os resultados, segundo os médicos, são positivos e rapidamente visíveis. “Essa dieta reeduca o paciente. Ingerir comidas mais ricas em vitaminas, minerais, fibras e menos calóricas ativa o metabolismo."

Segundo a nutricionista do Hospital São Luiz, o intestino funciona melhor, e isso se reflete na saúde da pele e do cabelo. Nas primeiras semanas, a perda de peso é mais acelerada, depois o corpo responde com menor intensidade. "O controle do indice não precisa ser feito apenas para quem deseja perder peso, é ideal para aqueles que buscam uma alimentação saudável."

Fonte: IG

5 problemas de saúde associados às espinhas em adultas



Na mulher, a acne pode estar de mãos dadas com estresse, ovário policístico entre outros

Na mulher, a acne pode estar de mãos dadas com estresse, ovário policístico entre outros.

Os cinco problemas de saúde associados à acne nas mulheres adultas.
Espinhas não incomodam só adolescentes. Na mulher adulta, os pontos vermelhos e infeccionados também trazem problemas e podem ser indícios de que a saúde feminina não está em dia.

Segundo os dermatologistas, entre 8% e 14% da população com mais de 21 anos sofre com a acne de forma crônica e, mais do que um obstáculo para a vaidade, o rosto maltratado por esta infecção bacteriana pode avisar sobre alterações hormonais, estresse e até alimentação e hábitos inadequados.

Os especialistas, com base nas últimas publicações científicas, listam cinco problemas de saúde associados à acne entre as mulheres mais velhas. Se as espinhas são muitas e constantes – não aparecem, sem ser convidadas, só próximas da data da menstruação, por exemplo – a orientação é procurar um especialista o quanto antes.

A intervenção precoce é o que garante o fim do sofrimento e também evita as cicatrizes. Vale à pena pedir indicações do ginecologista ou do médico de rotina para um check-up para desvendar as causas da acne.

Os motivos prováveis

Estresse

“Na maioria dos casos, as mulheres adultas que nos procuram por causa da acne estão em uma situação de estresse”, pontua o médico da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Alexandre Sittart.

Você sabe o que é o estresse?

Pesquisadores da Universidade de Stanford já endossaram que as situações estressantes, de fato, manifestam-se no rosto. Foram acompanhadas pessoas entre 18 e 41 anos, que sofriam de espinhas e eram freqüentadoras de universidades. Elas foram avaliados em dois momentos. Um mês antes das provas finais e duas semanas após a realização dos testes. Na época de maior estresse, a acne agravava.

Uma das razões possíveis para o estresse resultar em acne é que ele piora o funcionamento do sistema de defesa do organismo. Está “baixa na guarda” faz com que a pele não reaja bem às bactérias, os poros ficam entupidos e o resultado é a espinha.

Depressão
A prima-irmã do estresse, a depressão, também aparece associada à acne. Mas, segundo os especialistas, não como causa das espinhas e, sim, como consequência, uma das mais importantes. “Já foi comprovado cientificamente que as pessoas que sofrem deste problema na pele são mais depressivas e têm a autoestima comprometida”, informa a dermatologista da clínica Luz, na Bahia, Ivonise Follador.

Saiba mais sobre os efeitos da depressão

Por este motivo, os médicos avaliam que além de tratar as questões dermatológicas, os aspectos psíquicos desencadeados pela acne também devem ser acolhidos nos consultórios.

Ovário policístico
Outra condição de saúde comumente associada às espinhas em mulheres adultas é o ovário policístico, afirma o ginecologista e obstetra Benedito Fabiano dos Reis. “Fiz uma pesquisa que mostrou que 80% das mulheres com acne tinham a síndrome do ovário policístico”, explica Reis.

Uma das razões para estes dois problemas caminharem próximos é que a espinha em adultos pode ser resultado de uma alteração hormonal, o mesmo mecanismo que desencadeia os cistos no ovário. Conciliar as visitas ao dermatologista e ginecologista é uma forma de sanar os dois problemas e, assim, reduzi o risco cardiovascular, o diabetes e também as dificuldades em engravidar

Fumo e alimentação calórica
Os hábitos de vida femininos também podem ser gatilhos de acne, em especial quem tem predisposição genética para este problema de saúde, afirma a dermatologista do Rio de Janeiro, Márcia Ramos e Silva.

“Já temos evidências de que em mulheres fumantes as acnes são mais severas”, diz Márcia. “Os estudos mais recentes também nos direcionam a orientar as pacientes que sofrem do problema a evitar leites e derivados, chocolate e também os alimentos que têm índice glicêmico elevado, todos produtos que potencializam a acne”, completa a especialista.

Outros hábitos que podem desencadear as espinhas são não retirar a maquiagem corretamente, usar cosméticos não indicados para determinados tipos de pele e também anticoncepcionais de alta dosagem.

Resistência bacteriana
Por fim, um outro problema de saúde associado à acne são as “superbactérias”. Segundo informa o infectologista da Universidade Estadual de Campinas, Paulo Velho, uma parte significativa dos produtos existentes no mercado, mesmo os cremes e pomadas, é composta por antibióticos. Usar sem a avaliação médica, indiscriminadamente e repetidas vezes pode contribuir para a resistência bactéria e diminuir o arsenal terapêutico para tratar a acne e outras doenças provocadas por bactérias.

Fonte: IG

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como o Adolescente Pode Manter um Sorriso Brilhante?


Uma boca bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem.

A melhor maneira de se ter dentes saudáveis e um sorriso bonito é continuar com os bons hábitos de higiene bucal adquiridos na infância. Independentemente do uso de aparelhos ortodônticos, o importante é:

- Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor, para remover a placa bacteriana, que é a principal causa da gengivite e das cáries.
- Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana instalada entre os dentes e sob a linha da gengiva. Se a placa não for retirada diariamente, pode endurecer e formar o tártaro, uma substância amarelada e de aparência desagradável.
- Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
- Consultar o dentista periodicamente para um exame profissional detalhado e uma limpeza ou profilaxia.

Uma boca asseada e bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem, com hálito fresco e um sorriso mais bonito.

Sobre que assuntos especiais, relacionados com os dentes, os jovens deveriam estar informados?

Problemas dentários podem acontecer na adolescência e, infelizmente, eles realmente acontecem. Com mais informações sobre temas que afetam a saúde bucal, as escolhas se tornam mais fáceis.

Ortodontia — Muitos adolescentes e pré-adolescentes precisam usar aparelhos para corrigir os dentes mal posicionados ou muito juntos, e o mau alinhamento das arcadas. É mais difícil cuidar de dentes que não se ajustam bem. Esses dentes correm o risco de precisarem ser extraídos e causam um esforço extra nos músculos da mastigação. A avaliação de um Ortodontista poderá determinar se você precisa usar aparelho e qual o tratamento correto. O uso de aparelho exige uma escovação ainda mais rigorosa.

Protetores bucais — Se você pratica esportes, estes protetores são indispensáveis para proteger seu sorriso. Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são feitos para evitar que eles sejam traumatizados, que os lábios sofram cortes ou que outros possíveis danos ocorram na sua boca. Se você usar aparelho ortodôntico ou prótese na arcada inferior, seu dentista poderá sugerir que você também use um protetor para os dentes inferiores.

Nutrição — A alimentação tem um papel fundamental na sua saúde bucal. Os açúcares e amidos em muitos alimentos e bebidas contribuem para a formação da placa bacteriana, que destrói o esmalte do dente. Reduza a ingestão de lanches e refrigerantes. Cada vez que você consome alimentos e bebidas que contém açúcar ou amidos, os ácidos atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. A adoção de uma dieta equilibrada, baseada nos cinco grupos de alimentos, pode fazer uma grande diferença para a saúde de sua boca. Como lanche, escolha alimentos nutritivos, como, por exemplo, queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.

Fumo — Se você não fuma ou nem mastiga tabaco, resista e não comece com esses hábitos. Eles podem manchar seus dentes e gengivas, tornar mais forte a mancha do tártaro que se acumula nos dentes e produzir mau hálito, além de outros problemas de saúde. Com o passar do tempo, o fumo e o hábito de mastigar tabaco aumentam o risco de gengivite e câncer na boca. Se você faz uso do tabaco, informe seu dentista e seu médico e avise-o se houver qualquer problema bucal.

"Piercing" na boca — Apesar da sua popularidade, este tipo de "piercing" pode causar complicações tais como infecções, sangramento incontrolável ou danos a um nervo. Você também corre o risco de engasgar com os pinos e argolas. As jóias de metal podem danificar seus dentes e sua gengiva. Se estiver pensando em fazer "piercing" oral, fale com seu dentista. Ele poderá ajudá-lo a fazer uma escolha mais segura.

Distúrbios alimentares — A bulimia (comer demais e vomitar) e a anorexia (medo excessivo de ganhar peso que, muitas vezes, resulta em vômitos) são problemas graves de saúde que afetam diretamente a aparência dos dentes, corroendo o esmalte. O dentista pode corrigir o esmalte deteriorado, mas não pode tratar o distúrbio alimentar, que pode levar ate à morte e deve ser tratado com um psicólogo. Se você tem - ou acha que tem - um distúrbio deste gênero, fale com seu médico.

O que fazer para deixar meus dentes mais brancos?

Uma boa limpeza ou profilaxia, feita por seu dentista, remove a maior parte das manchas externas causadas pelos alimentos e pelo tabaco. O uso de um creme dental branqueador especial também pode ajudar a remover estas manchas até o momento da sua próxima consulta. Se seus dentes estiverem manchados há muito tempo, é possível que você tenha que fazer um tratamento profissional para branqueá-los.

As manchas internas podem ser branqueadas ou recobertas (coroa). Todos estes métodos são seguros e trazem bons resultados. Seu dentista poderá recomendar o tratamento apropriado que depende do estado dos seus dentes e dos resultados desejados.
Fonte: IG

domingo, 19 de junho de 2011

RECEITAS LIGHT MARAVILHOSAS!


Arroz com açafrão, tomate seco e mussarela

4 porções

· Ingredientes:

· 1 xícara de arroz
· 1 colher de óleo
· 1 colher de sopa de açafrão
· 1 dente de alho
· 2 xícaras de chá de água fervendo
· 2 colheres de sopa de cheiro-verde
· 5 tomates secos sem o óleo
· 100 g de mussarela light em cubo
· Sal a gosto
··
· Modo de Preparo:

1. Coloque, em uma panela, o óleo, o alho, o arroz e frite.
2. Coloque a água, o açafrão e deixe cozinhar.
3. Depois de pronto, acrescente o tomate seco e a mussarela light.
4. Salpique o cheiro-verde e sirva quente.

Abobrinha com creme de alho


4 porções


· Ingredientes:

· 1 colher de sobremesa de alecrim
· 1/2 xícara de chá de creme de leite light
· 2 colheres de sopa de azeite
· 2 xícaras de chá de água
· 2 abobrinhas médias
· 3 colheres de sopa de farinha de trigo integral
· 4 dentes de alho amassados
· Sal marinho a gosto
·

· Modo de Preparo:

1. Corte as abobrinhas em rodelas e deixe em água fervente por 2 minutos.
2. Escorra e reserve.
3. Dilua a farinha de trigo na água.
4. Reserve.
5. Doure levemente o alho e o alecrim no azeite, coloque a mistura da farinha de trigo e mexa bem até cozinhar.
6. Retire do fogo e acrescente o creme de leite.
7. Coloque as abobrinhas em um refratário, cubra com o creme e leve ao forno, até que dêem uma douradinha.

Espetinhos de legumes de tofu

· 6 porções

· Ingredientes:

· 1 pimentão vermelho
· 1/4 xícara de chá de shoyo
· 2 abobrinhas italianas
· 6 cogumelos
· 6 palitos de madeira para churrasco
· 12 cebolinhas
· 300 g de tofu (cortado em cubos)
·
· Modo de Preparo:

1. Descasque as cebolinhas e reserve.
2. Corte os cogumelos ao meio e as abobrinhas em 6 rodelas grossas.
3. Corte o pimentão em cubos e comece a montar os espetinhos alternando o tofu, o pimentão, a abobrinha, a cebolinha e o cogumelo.
4. Distribua por cima o shoyo e deixe por 30 minutos.
5. Enquanto isso, aqueça a grelha ou a churrasqueira e deixe grelhar.
6. Sirva com arroz integral.


Bom apetite!!!!

Fonte: Tudo Gostoso

Cirurgia bariátrica é cada vez mais comum em idosos

População acima de 60 anos está cada vez mais preocupada com a saúde

Com a crescente onda de obesidade no mundo, a cirurgia bariátrica é uma das intervenções mais indicadas contra a obesidade mórbida, ou seja, pessoas que apresentem o índice de massa corporal (IMC) acima de 40kg/m2. Atualmente a cirurgia bariátrica é o método mais eficaz para o tratamento de obesidade mórbida, onde se busca o controle de peso em longo prazo.

Um aumento de 255% na prevalência da obesidade mórbida no Brasil - considerado "alarmante", especialmente entre homens - foi um dos resultados encontrados no levantamento realizado pela pesquisadora Leonor Maria Pacheco Santos e equipe, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília. A pesquisa incluiu os períodos de 1975-1976 (0,18%), 1989 (0,33%) e 2002-2003 (0,64%).

Não seguir as regras impostas no pós-cirurgia irá causar riscos sérios a saúde além de comprometer o sucesso do trabalhoA cirurgia bariátrica é uma técnica que foi desenvolvida com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos obesos, assim como a extinção ou mesmo a diminuição das comorbidades associadas, como diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, hipercolesterolemia, apnéia do sono, artroses de quadril e joelhos e obstrução arterial .

Segundo o Dr. Marcelo Zindel Salem (SP) os idosos estão "cada vez mais ativos, querendo qualidade de vida, mas, paralelamente, a prevalência de obesidade entre os idosos vem aumentando". Coloca ainda que "os idosos obesos com mais de 65 anos devem passar por uma avaliação multidisciplinar, pois têm mais doenças, como diabetes e hipertensão, e tomam mais medicamentos". Em função das patologias apresentadas e a idade, é muito importante avaliar o risco entre a cirurgia e a obesidade.

Preparação para cirurgia

Quando a opção da cirurgia nessa população é indicada, o profissional da área da psicologia exerce um papel fundamental nesse processo, pois poderá avaliar se o paciente está apto emocionalmente para a cirurgia, além de auxiliá-lo no pré e pós cirúrgico, para que compreenda todos aspectos envolvidos nesse processo.

Na preparação para o pré-operatório o paciente precisa ser informado da extensão do procedimento, pois as mudanças advindas da cirurgia acarretará tomadas de atitudes assertivas para o sucesso da cirurgia.

Como é um procedimento invasivo, deve estar informado dos riscos e complicações, estar bem consciente de que terá que mudar sua relação com a comida de forma significativa, pois enfrentará um grande desconforto e a necessidade de adaptação a nova dieta.

Não seguir as regras impostas no pós-cirurgia irá causar riscos sérios a saúde além de comprometer o sucesso do trabalho, podendo mesmo colocar em risco a própria vida. No pós-cirúrgico além das adaptações práticas que precisam ser seguidas, o paciente poderá ficar muito ansioso, aparecendo a insegurança em função de mudanças rápidas ao qual estará passando.

Nesse novo contexto, o psicólogo auxiliará o paciente a compreender melhor o que está sentindo, aderindo com maior segurança ao tratamento, se responsabilizando pelas escolhas e consequências destas.

Apesar da expectativa frente ao novo corpo, o paciente poderá sentir dificuldades em aceitar a nova imagem, pois resultará em uma nova identidade, mudança muito significativa principalmente para as pessoas que eram obesas desde a infância.
Fonte: Yahoo

sábado, 18 de junho de 2011

Psicanálise ajuda obesos a superarem angústias e ansiedade


Durante consulta, paciente pode falar sobre seus problemas sem censuras

Será que a imagem do gordinho simpático e engraçado que está presente em nosso imaginário estaria mudando? Pois essa questão me ocorreu outro dia após ouvir o relato bastante curioso de uma adolescente. A garota me perguntava: "se bullying nas escolas é coisa para ser resolvida com os pais, com a direção do colégio e especialistas, como se resolve o bullying dentro de casa?". A adolescente me contava que a mãe e os irmãos a faziam passar por um verdadeiro terrorismo, e tudo por causa do seu sobrepeso. "Ainda bem que tenho um namorado para levantar minha autoestima, ou eu nem olharia no espelho", desabafou.

Os questionamentos feitos por essa adolescente, que se sente motivo de vergonha para a família, são muito profundos. E assim como essa garota, outros adolescentes, mulheres e homens de todas as faixas etárias, todos aqueles que apresentam (ou apenas pensam ter) algum sobrepeso são vistos como pessoas com algum déficit. Na maioria dos casos, sofrem discriminação.

Em todo mundo, vemos pessoas em busca de alternativas imediatas para o excesso de peso. As motivações variam: algumas vezes é motivo de saúde, muitas vezes desejo de possuir um corpo perfeito. De fato, a obesidade não está apenas na cabeça das pessoas, mas ela está também no corpo, de fato - tanto que o problema já é a epidemia do século. Mas nunca se falou tão obsessivamente em fórmulas de emagrecimento, dietas milagrosas, ginásticas definitivas e cirurgias plásticas na história da humanidade. A pauta está presente nos consultórios, na rua, na mídia e nas reuniões familiares. O excesso de peso tem sido tratado como doença ao mesmo tempo em que a mídia exibe corpos esculturalmente magros. Muito magros, aliás. Reais ou não, essas imagens olímpicas instalam nas pessoas comuns - estejam elas ou não acima do peso - vários tipos de insegurança e depressão.

A psicanálise visa a criação de espaço para que o paciente obeso fale da dor de não conseguir fazer aquilo que lhe é imposto.O exagero pode até ser moderno, mas a preocupação com o que se leva à boca não é um fenômeno moderno, muito pelo contrário. Os gregos falavam em dietética para englobar um conjunto de coisas: orientação alimentar e regras de firmeza moral para a "arte de viver". Para os egípcios, a dieta era uma forma de preservar a saúde. A comida em excesso, no entanto, passou a ser bem vista na Europa na passagem do século VIII para o XIX, quando a ascendência da burguesia tornou a gordura um símbolo de riqueza e distinção social em oposição ao povo comum, que vivia um regime de escassez alimentar. Naquele contexto, a gordura distinguia claramente ricos e pobres.

A partir da década de 60, no entanto, o aumento na oferta e no acesso aos alimentos em oposição aos longos períodos de escassez vividos pela humanidade aumentou o peso da população como um todo.

O papel da psicanálise na qualidade de vida do obeso

Mas, você deve estar se perguntando, o que a psicanálise tem a oferecer nesse contexto de tanta comilança? Bem, na maioria das vezes uma pessoa vai ao consultório após várias tentativas frustradas de dieta. No entanto, o que o psicanalista tem a oferecer é totalmente diferente do que as pessoas imaginam. Acostumados com o corpo que devem emagrecer, os obesos estranham o espaço aberto para falar sobre suas angústias. Passivos diante dos especialistas do emagrecimento, eles se espantam quando lhes é dada a palavra. Não recebem prescrição, não são recriminadas e, acima de tudo, não precisam subir na balança.

No consultório, queremos saber do vazio, da angústia daquela situação, da insatisfação por trás da comida. Procuramos entender o que acontece no inconsciente daquela pessoa que busca sempre a mesma forma de conforto, mesmo a vida oferecendo um leque vastíssimo de opções para o apaziguamento da dor, tais como trabalhar, criar, se divertir, se relacionar, entre muitas outras.

O obeso acaba se acostumando a não falar do seu peso, daquilo que o incomoda de forma verdadeiramente íntima. É como se estivesse em permanente castigo, adiando a própria vida: faz planos para quando emagrecer. E enquanto o peso ideal não chega, ele não "pode" viver. Aos poucos se forma uma bola de neve, afinal, adiar a vida gera ainda mais angústia.

A psicanálise visa a criação de espaço para que o paciente obeso fale da dor de não conseguir fazer aquilo que lhe é imposto. O fato é que ninguém parece estar interessado em ouvir sobre a subjetividade dessas pessoas - nem o professor da academia, nem a amiga magra e sua nova dieta. Não se importam muito com o que o obeso tem a dizer, ao contrário: as pessoas sempre têm algo a lhe dizer.

Ao longo das sessões de análise, vão aparecendo as relações interpessoais - sempre tão frágeis e superficiais -, o incômodo em viver numa sociedade onde prevalece a valorização exacerbada da aparência, as crises profissionais num mundo extremamente competitivo. Enfim, questões tão comuns na contemporaneidade e que acabam por gerar nas pessoas as mais variadas compulsões, tais como consumismo desenfreado, alcoolismo, drogadicção, e também a compulsão alimentar. As angústias que aparecem na maioria das pessoas é vivida, pelas pessoas obesas, como um vazio a ser preenchido pela comida.

Oferecemos a possibilidade de trabalhar com as causas que geram esse vazio, com os sentimentos de desamparo, fraqueza, e de que maneira isso conduz a uma falsa solução, a comida. Tudo isso por meio de uma escuta especial sobre o que ocasiona essa busca desenfreada e sobre o por quê da repetição de uma solução que, a bem da verdade, não traz satisfação. E tentamos fazer com que o analisando possa olhar para sua angústia e através dela se reinventar.

O processo terapêutico conduz a uma percepção que pode gerar escolhas importantes frente àquilo que incomoda o paciente. Buscar prazeres menos fugidios do que o alimento, que, mesmo ingerido em grandes quantidades, não traz consistência e nem satisfação a longo prazo. A ideia é perceber que conviver com a "falta" e olhar para ela é um meio de se buscar as faltas reais. E corra atrás, porque emagrece!

Brincadeiras a parte, podemos terminar com "Comida", do Titãs. "Você tem sede de que?/ Você tem fome de que?". Afinal, como bem diz a música, "A gente não quer só comer/ A gente quer prazer/ Prá aliviar a dor...".

É, falar emagrece!

Fonte: Yahoo

"10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Dietas Milagrosas"

Leiam:

Não existe dieta milagrosa;
Não se deve acreditar em email ou qualquer tipo de anúncio sobre esse assunto;
Não mudar e/ou consumir qualquer tipo de medicamento sem antes consultar um médico especialista - endocrinologista;
O emagrecimento é um processo gradativo e se ocorrer de forma rápida pode ser prejudicial à saúde;
Muitas vezes o peso perdido nessas dietas milagrosas não é de gordura, mas de músculos e água;
Nem sempre uma dieta que funciona com uma pessoa será eficaz para outra;
Essas dietas podem até trazer algum resultado, porém, pode ser desastroso assim que a dieta é abandonada, causando o famoso “efeito sanfona”;
Para emagrecer não basta só ingerir menos calorias, é necessário a prática paralela de atividade física;
As dietas feitas sem prescrição médica podem causar desgaste ao organismo;
Cada pessoa possui suas necessidades nutricionais específicas.
Fonte: SBEM

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Diabéticos podem ter uma dieta variada e balanceada


Portadores da doença costumam ser informados apenas de suas restrições alimentares.
Muitas são as dúvidas quando uma pessoa descobre que está com Diabetes mellitus, principalmente sobre a alimentação. Posso comer pão, biscoito ou arroz? Em quais quantidades? Posso comer beterraba, melancia ou cenoura? Geralmente o paciente recebe a orientação do que não pode ingerir, mas fica sem saber o que pode.

Na verdade, quem é diabético não pode ingerir nenhum alimento contendo açúcar, mas, em quantidades reduzidas, pode consumir alimentos contendo carboidratos. Pães, biscoitos, arroz e macarrão podem ser consumidos em pequenas quantias e, de preferência, integrais, para controlar melhor a glicemia.

Verduras como alface, rúcula, agrião, repolho, couve, escarola, almeirão, espinafre, entre outros, estão liberados da mesma maneira que legumes como abobrinha, chuchu, vagem, abóbora, berinjela, couve flor e brócolis. Cenoura e beterraba também entram na lista. Elas contêm um pouco de carboidratos, mas podem ser acrescentadas às refeições sem grandes exageros.

As frutas podem ser consumidas de quatro a cinco porções por dia, porém, uma em cada refeição. Já os tubérculos como batata, mandioca, mandioquinha e inhame podem ser consumidos se substituírem o arroz e em pequenas quantidades. Ou seja, não é aconselhável consumir arroz com batata ou mandioca.

As frutas podem ser consumidas de quatro a cinco porções por dia, porém, uma em cada refeição. Por conter a frutose, o açúcar da fruta, se forem consumidas várias porções de uma só vez a glicemia pode subir. No café da manhã, por exemplo, inclua metade de um mamão papaia. Antes do almoço, uma banana prata e após o almoço, uma fatia de melão. No lanche da tarde coma uma maçã. Já depois do jantar, uma mexerica.

Frutas como melancia, laranja e manga podem ser consumidas, mas em pequenas quantidades. Uma fatia pequena de melancia, por exemplo, não tem problema. Já entre as bananas a mais indicada é a banana prata.

O suco de laranja é contraindicado para diabéticos porque eleva a glicemia. Um copo de suco de laranja natural tem, em média, o suco de quatro laranjas, portanto, é como se a pessoa estivesse consumindo quatro porções da fruta de uma só vez.

Quanto às carnes, orientamos que sejam evitadas aquelas gordurosas. Dê preferência a peixes, frangos e carnes magras, como filé mignon, patinho, coxão mole e lagarto. Ao ingerir aves, lembre-se sempre de retirar a pele. Quanto aos peixes, devem ser consumidos ao menos uma vez na semana grelhados ou no forno. É bom evitar frituras.

Antes de consumir produtos industrializados leia o rótulo. Alguns produtos no mercado, mesmo light, contêm um pouco de açúcar e um pouco de adoçante, então, nesses casos,você deve evitar. Caso não contenham nada de açúcar, podem ser consumidos iogurtes, gelatinas e sucos.

Deve-se ter cuidado com as sopas. Sopa de mandioquinha, caldo verde, sopa de macarrão e cremes de espinafre ou de queijo contêm muito carboidrato. O mais indicado são sopas de legumes e verduras variadas.

Há várias opções de alimentos que o diabético pode consumir. O importante é dosar as quantidades, podendo, assim, seguir uma vida tranquila e saudável.

Fonte: Yahoo

OBSERVAÇÃO:

A dieta do diabético deve ser individualizada. Pode ser variada mas de acordo com as complicações que o paciente pode ter, a dieta muda caso a caso.Portanto, não deixe de consultar seu médico e nutricionista para verificar se está fazendo tudo direitinho e ajustar o que for preciso.

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Novo cardápio do brasileiro: menos feijão e mais industrializados


O prato do brasileiro está diferente.

Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE (16/12), o arroz com feijão perdeu espaço na compra familiar na análise feita entre os biênios 2002/03 e 2008/2009. No mesmo período, os industrializados, os refrigerantes e a cerveja ficaram mais frequentes no cardápio, uma das possíveis explicações para o aumento de casos de hipertensão e obesidade no País.

Estudo mostra que brasileiro aumenta consumo de embutidos e diminui o de arroz com feijão: risco cardíaco.
Para chegar às quantidades consumidas, os pesquisadores avaliaram os quilos de produtos alimentícios adquiridos por cada família e divididos pelo número de pessoas do mesmo núcleo familiar. Essas e outras informações estão disponíveis nas publicações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009: “Aquisição alimentar domiciliar per capita – Brasil e Grandes Regiões”.

A quantidade de arroz polido consumida no intervalo de tempo analisado caiu de 24,5 kg per capita para 14,6 kg, uma diminuição de 40,5%. Para o feijão, a baixa foi de 26,4% – de 12,4 kg por pessoa para 9,1 kg.

Já os refrigerantes do tipo cola tiveram aumento no período de 39,3%, saindo de 9,1 kg em 2002/03 (a medição é feita em quilos e não litros) para 12,7 quilos. Mesmo fenômeno foi detectado para a cerveja, de 4,6 kg para 5,6 kg, um acréscimo de 23,2%.

O estudo do IBGE avaliou ainda quais foram as principais fontes de calorias dos brasileiros. Apesar da quantidade total calórica ter diminuído nos anos analisados – de 1.791 quilocalorias por dia para 1.611 – os industrializados apresentaram maior participação neste setor.

Os pães, que antes eram responsáveis por 5,7% do total calórico consumido no dia, na última análise subiram para 6,4%. Os embutidos (presunto, salsicha, mortadela) passaram de 1,78% para 2,2% na participação de calorias. Os biscoitos saíram de 3,1% em 2002/03 para 3,4% em 2008/09. Os refrigerantes de 1,5% para 1,8%. As refeições prontas de 3,3% para 4,6%.

Diferenças

A pesquisa do IBGE identificou também diferenças no padrão de consumo alimentar nas áreas urbana e rural brasileiras. Na primeira, a média anual de consumo de frutas foi de 30,3 quilos contra 21,9 quilos na zona rural.

Foram mais importantes no meio urbano o pão (7,4% das calorias totais contra 2,5% no meio rural), os biscoitos (3,6% contra 2,8%) e o macarrão (2,7% contra 2,4%). A participação de feijões e demais leguminosas e de raízes e tubérculos foi maior no meio rural do que no meio urbano (6,8% das calorias totais contra 5,1% e 8,9% contra 3,7%, respectivamente). A participação de carnes e leite e derivados foi maior no meio urbano do que no meio rural (12,6% contra 11,4% e 6,1% contra 4,5%, respectivamente).

Faltas e excessos

De modo geral, brasileiros de todas as regiões falham no consumo frutas e verduras e legumes. Este grupo de alimento corresponde a apenas 2,8% das calorias totais, ou cerca de um quarto das recomendações para o consumo desses alimentos (pelo menos 400 gramas diárias ou cerca de 9% a 12% das calorias totais de uma dieta de 2 000 kcal diárias). Foram analisados 304 alimentos, divididos em 15 grupos.

Já na análise de fontes de macronientes – carboidratos, lipídios (gorduras) e proteínas – mostrou que há excesso de açúcar na dieta diária. Este grupo representou 16,4% das fontes calóricas, padrão considerado alto para os pesquisadores do IBGE.

Fonte: IG