terça-feira, 31 de maio de 2011

Sopas para o inverno


Fica, vai ter sopa!

Se aqueça neste inverno com as seis receitas selecionadas pelo iG Comida para aplacar o friozinho que está vindo por aí.

Oficialmente o inverno ainda não começou, mas todo mundo já pendurou os casacos no sol para tirar o mofo. Temperaturas baixas pedem um reconfortante caldo quente. Mas quem pensa que sopa é comidinha básica, vai se surpreender com as receitas que escolhemos. Caseirinhas, com sotaque francês, peruana, oriental... Confira a seleção do iG Comida e escolha a sua preferida.

Dê um up grade na sua sopa com as dicas do chef Marcílio Araújo, do Le Vin, em São Paulo:

- Todas as sopas podem (e devem) ser gratinadas. Até um corriqueiro creme de legumes ganha toque especial quando coberto de queijo ralado e levado ao forno.

- Para fazer sopas encorpadas, cozinhe os ingredientes em fogo brando até que o caldo atinja a consistência desejada. O creme fica concentrado e os aromas e sabores muito mais apurados.

- Na hora de fazer o caldo, é importante manter o fogo brando. Se a mistura entrar em ebulição, as sutilezas e nuances dos temperos podem ser prejudicadas.

- Para fugir dos industrializados, prepare caldos de carne, frango, peixe ou legumes bem concentrados e congele em forminhas de gelo. Use os cubinhos para temperar a sopa.

Creme de cebola gratinado

Receita do chef Marcílio Araújo, do restaurante Le Vin, em São Paulo
Rendimento: 10 porções

Ingredientes
1 kg de cebola cortada em juliana
300g de queijo gruyère ralado
250g de crouton de pão integral
50g de manteiga sem sal
300ml de vinho branco seco
500ml de caldo de frango
Sal e pimenta branca moída na hora a gosto

Modo de preparo
Em uma frigideira antiaderente preaquecida, derreta a manteiga e doure a cebola. Adicione o vinho, o caldo e cozinhe em fogo brando por 45 minutos. Bata a metade no liquidificador e volte à panela; acerte os temperos. Ponha no sopeira, cubra com crouton, bastante queijo e leve ao forno pré-aquecido em 180 graus até dourar.



Sopa de mandioquinha com carne-seca

Receita da Brigadeiro Doceria & Café, em São Paulo, SP
Rendimento: 4 porções

Ingredientes
500g de mandioquinha
1,5 litro de caldo de galinha
70g de carne-seca cozida e desfiada
30g de parmesão ralado
1 colher de cebola picada
1 colher de café de alho bem picado
Sal e pimenta-do-reino moída na hora à gosto
Salsinha picada

Modo de Preparo
Cozinhe a mandioquinha no caldo de galinha até ficar macio. Escorra e reserve o caldo. Em uma panela, refogue a cebola e o alho no azeite e junte a mandioquinha cozida. Leve a mistura para o liquidificador com um pouco do caldo reservado e bata até ficar homogêneo. Leve novamente para a panela, junte o restante do caldo, o queijo ralado e a carne seca desfiada. Salpique com salsinha e sirva bem quente.

Bouillabaisse

Receita do restaurante La Casserole, em São Paulo
Rendimento: 6 porções

Ingredientes
Para a marinada:
1,2 kg de cabeças e postas de vários peixes de água salgada (carne branca)
1 colher de chá de alho picado misturado com azeite (consistência de pasta)
1 cebola pequena picada bem miúda
500ml de vinho branco seco de boa qualidade
2 cenouras pequenas cortadas em pedaços pequenos
1 folha de salsão picada
1 folha de alho-poró
1 folha de louro
1 ramo de tomilho
1 ramo de alecrim

Para a sopa de peixes:
3 colheres (sopa) de azeite
3 colheres (sopa) de extrato de tomate
Sal a gosto

Para o molho rouille (opcional, servido à parte):
1 pimentão vermelho descascado e picado
1 colher (chá) de açafrão
3 dentes grandes de alho picados grosseiramente
1 colher (sopa) de extrato de tomate
100g de pão de forma sem a casca
Sal a gosto
100ml de azeite

Para a finalização:
½ dose de licor pernod
1,2 kg de postas de vários peixes de água salgada (12 de 100g.)
1 coher (chá) de açafrão
800g de mariscos com casca
6 camarões grandes limpos
Pão de italiano torrado

Modo de preparo
Para a marinada:
Dentro de um recipiente de vidro grande com tampa, colocar os peixes da marinada junto com as cabeças. Acrescentar o vinho branco, o alho, a cebola, os legumes e temperos. Tampar e levar à geladeira até o dia seguinte.

Para a sopa de peixes:
Levar ao fogo médio uma panela com o azeite. Aquecer bem e acrescentar as postas e cabeças de peixe com os legumes e temperos. Acrescentar o extrato de tomate. Mexer bem. Cobrir com água. Deixar ferver em fogo baixo até apurar e reduzir bem. Peneirar ou bater bem no liquidificador e voltar à panela adicionando sal a gosto.

Para o molho rouille (opcional):
Levar ao liquidificador o alho, o açafrão e o sal. Bater bem até que fique com consistência homogênea. Incorporar aos poucos o miolo do pão de forma e voltar a bater. Por fim, acrescentar o azeite aos poucos em filete até obter um molho de consistência igual à de uma maionese e de cor do açafrão.

Finalização
Levar ao fogo a sopa de peixes e aquecer bem em fogo baixo. Adicionar o açafrão. Acrescentar as postas de peixe uma a uma sempre na seguinte ordem: primeiro os de carne mais firme e depois os mais macios. Acrescentar os camarões e os mariscos e deixar ferver até que as cascas se abram. Desprezar aqueles que não abrirem. Antes de servir, adicionar o licor pernod.

Montagem
Aquecer previamente 6 pratos fundos e colocar para cada pessoa uma posta de peixe, um camarão e os mariscos. Acrescentar a sopa de peixes bem quente. À parte, servir o pão torrado aquecido e o molho rouille. A sopa é servida junto com o pão e o molho.


Fonte: IG

domingo, 29 de maio de 2011

Casadinho


Receita de bacalhau

INGREDIENTES


50ml de azeite
1 cebola cortada em rodelas
800g de bacalhau dessalgado e desfiado
1 pimenta dedo de moça picadinha
150g de azeitonas pretas picadas
Cheiro verde a gosto picadinho
6 batatas grandes cortadas em lâminas finas
4 dentes de alho picadinhos
Galhos de alecrim a gosto
Sal e pimenta do reino branca moída
1/2 pimentão vermelho cortado em rodelas
1/2 pimentão verde cortado em rodelas


MODO DE PREPARO


Numa panela coloque o azeite e refogue 1/2 cebola. Acrescente o bacalhau dessalgado e desfiado, a pimenta dedo de moça, as azeitonas e o cheiro verde. Deixe apurar por 3 minutos e reserve.
Numa tigela coloque as batatas, o alho, o alecrim, sal e pimenta do reino branca, misture e reserve.
Num refratário (31x22cm) untado com azeite coloque metade das batatas (reservadas acima), metade do bacalhau refogado (reservado acima), 1/2 cebola, o pimentão vermelho, o pimentão verde. Depois coloque a outra metade do bacalhau e cubra com o restante das batatas laminadas. Regue com azeite e coloque mais um pouco de alecrim. Leve ao forno preaquecido a 150°C por 1 hora.

Dica: o recheio também pode ser feito com frango desfiado ou carne moída refogada.


RENDIMENTO


6 porções



Fonte: Ana Maria Braga

Bruschetta à pomodoro


Receita italiana ( Muito boa!)

INGREDIENTES


4 fatias de pão italiano com cerca de 1,5cm de espessura
2 dentes de alho
5 colheres (sopa) de azeite
3 tomates maduros
½ xícara (chá) de mozarela de búfala em cubos
Sal e orégano a gosto

Montagem:
Folhas de manjericão a gosto


MODO DE PREPARO


Grelhe em uma frigideira ou asse as fatias de pão de modo que fiquem crocantes por fora e macias por dentro. Molhe os dentes de alho em metade do azeite e esfregue-os suavemente nas fatias de pão.
Retire a pele e as sementes do tomate e corte em cubos pequenos. Em uma tigela, misture os tomates, a mozarela de búfala e o azeite restante. Tempere com sal e orégano. Se preferir aqueça antes de colocar no pão.

Montagem: Disponha os tomates sobre as fatias de pão, finalizando com as folhas de manjericão.
Sirva imediatamente.


RENDIMENTO


Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 25 minutos
Cozimento: 10 minutos

Fonte: Ana Maria Braga

Dicas para você não engordar nos meses mais frios do ano


Magrinha no inverno


Quando começa o friozinho, não tem jeito: aquela vontade louca de comer sempre vem junto. Existe até uma explicação muito boa e científica pra isso. O que acontece é que, com a temperatura do corpo baixa, o organismo necessita de mais energia pra o manter aquecido. É aí que a gente come, come, come... e quando começa o verão a dar pinta é aquele desespero!

Mas como não sucumbir a toda uma estação de feijoadas, fondues, queijos, vinhos, profiteroles, massas e todas as outras delícias do inverno? Se você seguir as essas dicas, a única sanfona que você vai ver nos meses de frio será a das festas juninas!

*Não se torture tanto se obrigando a fechar a boca no inverno. Também não é assim. Se a sua determinação de fechar a boca virar neurose, isso vai gerar uma mega ansiedade e aí, já viu... Você comendo em dobro! Coma e beba o que tiver vontade, desde que com moderação.

*Regra básica universal para todas as estações do ano: atividade física! A gente conhece bem o desejo de se largar no sofá por horas enroladas no edredom, com uma bacia de pipoca no colo assistindo a dvds, um atrás do outro. Mas dá pra dar um jeitinho, quer ver? Assista a dois filmes, vá até a locadora devolver e pegar mais dois... E assim por diante. De bike ou a pé, já é um bom exercício.

*Cuidado com produtos light e diet. Mesmo esses devem ser consumidos com critério, principalmente os chocolates, que são feitos para quem tem restrições ao açúcar, mas são igualmente calóricos, cheios de gorduras. Prefira um pedacinho de um chocolate amargo ou meio-amargo - é mais saudável e engorda muito menos.

*Vai passar um final de semana nas montanhas? Curtir um daqueles festivais de inverno? Divirta-se! Mas, atenção, nunca deixe para comer nas festas. Tente sempre sair de casa bem alimentada pra não cair em tentação.

*Mantenha-se bem hidratada (mesmo sentindo menos sede no inverno, mantenha o padrão de 8 copos dágua) e procure comer a cada três horas. Isso também vai evitar exageros nas cantinas, rotisserias e outros restaurantes.

*Namore horrores! Queima calorias e é um ótimo incentivo pra manter a boa forma.

*Vai um chazinho? Existe uma infinidade de chás que, além de ajudar a aquecer, podem ser grandes aliados durante a estação: desde os digestivos até os que dão sensação de saciedade.

*As frutas do inverno são deliciosas, ajudam a saciar o desejo por doces.... Mas tente comê-las sem creme de leite ou chantilly, ok?

E pra ninguém dizer que falar é fácil, aí vai uma sugestão de uma sopinha cremosa e pouco calórica. Depois nos conte se gostou!

Sopa cremosa light de espinafre

Ingredientes:
1 maço médio de espinafre
1 colher (sopa) de margarina
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 litro de leite desnatado
½ caixinha creme de leite light
Sal a gosto

Modo de preparo:
Limpe e lave o espinafre, separe somente as folhas e coloque-as numa panela. Tampe a panela e leve ao fogo até as folhas murcharem e ficarem macias. Retire do fogo, esprema as folhas para eliminar o excesso de líquido e pique-as bem finas. Leve a panela um pouco de margarina e a farinha de trigo e deixe dourar sem parar de mexer. Junte, aos poucos, o leite e cozinhe por mais 6 minutos, ou até obter um creme não muito encorpado. Misture o espinafre, o creme de leite e o sal. Assim que ferver, acerte o sal e retire do fogo. Bom apetite!

Fonte: IG

sábado, 28 de maio de 2011

Estímulo dos pais é fundamental para ajudar filhos a emagrecer


Incentivo acontece no cuidado com alimentação e prática conjunta de exercícios
Por Especialistas

A comida desde o inicio da vida é um aspecto fundamental para sobrevivência humana. Tão logo o neném nasce, já o colocamos para mamar, dando início ao ciclo de manutenção de vida.

Muitas vezes, no meio do caminho da função de mãe, enfrentamos dificuldades com os choros dos bebês, e utilizamos o leite como forma de conforto, para que parem de chorar. Assim, a comida acaba tendo conotação de conforto, tranquilidade, e muitas vezes na infância e vida adulta repetimos esse ato para nos acalmar.

A questão é que comer dá prazer, e para a criança que gosta de comer muito, acaba sendo um aspecto difícil de ser controlado. Com a chegada da tecnologia, ficou ainda mais difícil manter o peso, já que as crianças acabam optando pelo vídeo game, computador, televisão, que são atividades onde se fica parado, e não se exercitam.

Praticar atividades físicas de 4 a 7 horas por semana pode prevenir o sobrepeso e o risco de obesidade e síndrome metabólica em crianças.Praticar atividades físicas de 4 a 7 horas por semana, na escola e fora dela, pode prevenir o sobrepeso e o risco de obesidade e síndrome metabólica em crianças, mesmo com dieta incorreta. Essa foi a conclusão do estudo espanhol apresentado no 30º Congresso Mundial de Medicina do Esporte.

Algumas atitudes dos pais podem colaborar para que a saúde e peso do filho possam ser preservados: - Escolher alimentos saudáveis para se ter em casa, em vez de salgadinhos e guloseimas a vontade.

- Não proibir e nem esconder as guloseimas. Nem sempre o caminho mais fácil é o mais efetivo. Ao esconder bolos, chocolates e biscoitos no alto do armário, essa proibição é capaz de aumentar o desejo da criança pela guloseima, causando efeito contrário. Se um produto deve ser evitado, o ideal é não tê-lo dentro de casa. Quando tiver, explique para seu filho que o exagero faz mal, e que depois da refeição a sobremesa estará liberada.

- Não utilizar produtos light, mas optar por comidas menos gordurosas e com boa aparência. Existem vários livros com receitas de pratos coloridos, até mesmo com dicas para deixar o prato mais atrativo, ensinando como formar desenhos com legumes, chamando atenção para a criança comê-los.

Obesidade infantil

Influência dos genes da obesidade

- Sair com o filho para passear com o cachorro é uma forma de fazer exercício, além de ser uma atividade prazerosa.

- Jogar bola, pular corda e andar de bicicleta. É muito importante que os filhos possam ver os pais também se exercitarem, pois eles são os modelos na vida dos pequenos. De nada adianta os pais colocarem os filhos em alguma atividade esportiva se eles não mostrarem que eles também gostam de se exercitar.

- Não ficar falando e controlando de forma excessiva o que o filho come, pois isso pode ter efeito contrário ao esperado. - Procurar auxílio de uma profissional da área de nutrição, que poderá prescrever uma alimentação mais saudável, mas sem excesso de restrições.

- Muitas crianças com excesso de peso apresentam comportamentos de muita ansiedade, e às vezes comem de forma compulsiva. Nesses casos é importante a ajuda do psicólogo, que ajudará a criança a sentir-se mais confiante, segura e com autoestima elevada.

Fonte: Yahoo

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Abobrinhas assadas



Ingredientes:

2 abobrinhas médias
1 dente de alho espremido
4 colheres (chá) de margarina
60g de pão cortado em cubos
1/2 colher (chá) de orégano
sal a gosto

Modo de Preparo:

1.Corte as abobrinhas ao meio no comprimento
2.Coloque em saco plástico e leve ao forno microondas para cozinhar por 6 minutos na potência máxima
3.Retire do forno
4.Deixe esfriar, retire a polpa e pique
5.Reserve as cascas
6.Em um refratário doure a margarina e o alho por 1 a 2 minutos
7.Junte a polpa da abobrinha, o pão, o orégano, o sal e a pimenta se quiser
8.Misture levemente e recheie as cascas
9.Coloque as abobrinhas em refratário e volte ao forno por mais uns 2 minutos na potência máxima
10.Se quiser, salpique queijo minas ralado

Fonte: Tudo Gostoso

Mitos e verdades sobre reposição hormonal



Esclarecemos as principais dúvidas sobre o tratamento que promete dar fim às amarguras da menopausa

Libido: dependendo do tratamento feito, mulheres em terapia de reposição hormonal podem sentir aumento no desejo sexual
Ondas de calor, irritação, ressecamento vaginal, redução na libido, menstruação irregular, insônia, fadiga, dificuldade de concentração, alterações na pele e nos cabelos.

Quando sintomas como esses começam a aparecer, normalmente entre os 45 e 50 anos, fica fácil adivinhar: é a menopausa batendo à porta. A fase marca a aposentadoria dos ovários, que gradativamente deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, culminando no fim da vida reprodutiva e na suspensão da menstruação.

Para algumas mulheres essa etapa de transição não chega a causar grandes desconfortos. Outras, no entanto, apresentam sintomas tão intensos que têm a qualidade de vida bastante prejudicada. Para ajudar essa parcela a escapar do sofrimento, os médicos começaram a indicar, na década de 1960, a Terapia Hormonal (TH). Assim, tornou-se possível driblar o déficit natural do período.

A controvérsia

Tudo ia bem até 2002, quando uma pesquisa conhecida como Women´s Health Initiative foi publicada no Journal of the American Medical Association. O trabalho, que contou com a participação de 27 mil voluntárias americanas, chegou à conclusão de que o tratamento com hormônios aumentava os riscos de eventos como câncer de mama, infarto e derrame. A partir daí a terapêutica passou a ser vista com muita desconfiança.

Por causa do burburinho, a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Associação Brasileira de Climatério (Sobrac) decidiram divulgar um comunicado no qual ressaltavam alguns pontos importantes da pesquisa. Entre eles estavam o fato da pesquisa ter sido feita com mulheres que estavam na menopausa há um bom tempo. Além disso, as doses utilizadas eram altas em relação aos padrões brasileiros e só foram testados tratamentos manipulados por via oral. Sendo assim, não havia razão para pânico.

Dúvidas freqüentes

Polêmicas à parte, uma coisa é certa: o tema ainda gera muitos pontos de interrogação. Por isso, procuramos especialistas para comentar algumas informações que sempre ouvimos, mas nunca temos certeza se são completamente verdadeiras. Confira.

Todas as mulheres podem se submeter à terapia hormonal quando a menopausa chegar.

Fato: Nada disso. De acordo com Maria Celeste Osório Wender, vice-presidente da Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), há contraindicações bem definidas. Elas incluem: passado de câncer de mama ou de endométrio, presença de sangramento vaginal anormal sem diagnóstico e de doença hepática ou cardíaca severa.

Doenças ou condições pré-existentes como diabetes, colesterol alto e hipertensão inviabilizam a TH.

Fato: Com exceção dos quadros mencionados acima, todos os outros são passíveis de análise. “Para se submeter ao tratamento é preciso, antes de tudo, ter indicação. Assim, cada caso é avaliado individualmente”, completa Dolores Pardini, diretora do Departamento de Endocrinologia Feminina da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

O tratamento eleva risco de câncer de mama, ataque cardíaco e derrame.

Fato: Depende. Segundo a especialista da SBEM essa relação está sujeita a interferência de alguns fatores, como idade da paciente, doenças das quais é portadora, o tipo de hormônio usado, o tempo de menopausa transcorrido desde a última menstruação e o início do tratamento. Ou seja: os riscos variam de acordo com cada mulher.

“Se a paciente começar a TH anos depois da interrupção da menstruação, ocorre um aumento no fator de risco para problemas como infarto e derrame. No entanto, novos estudos indicam que se o tratamento for iniciado na transição da menopausa esses riscos diminuem bastante”, exemplifica Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo (SP).

Quem faz uso de hormônios engorda.

Fato: “Já está absolutamente esclarecido que isso não acontece”, afirma Dolores, para acabar de vez com o temor de uma boa parcela da população feminina. Vale lembrar que, no geral, tanto homens quanto mulheres tendem a ganhar peso com o passar dos anos. Além disso, “na menopausa, elas assumem uma distribuição corporal mais masculina, ou seja, a gordura começa a se concentrar na região do abdome. Com a terapia hormonal, no entanto, os excessos se depositam em outras áreas, como mamas e quadril”, diz a vice-presidente da Sobrac, evidenciando outro fator que pode dar a falsa impressão de que a TH causa aumento de peso.

A terapia hormonal melhora o aspecto da pele, das unhas e do cabelo.

Fato: É isso mesmo. Quando a menopausa chega, muitas mulheres reclamam que a pele fica mais seca e fina, as unhas se tornam fracas e o cabelo começa a cair. Com a volta do equilíbrio hormonal esses problemas estéticos são amenizados. “Mas a TH jamais pode ser iniciada única e exclusivamente por causa desses motivos”, frisa Maria Celeste.

O tratamento aumenta a libido.

Fato: Os especialistas afirmam que, dependendo do tipo de tratamento há, sim, um aumento no desejo sexual. Em muitos casos isso ocorre devido ao aumento da autoestima feminina combinado à melhora da lubrificação vaginal (na ausência do estrogênio a área costuma ficar ressecada, causando muito desconforto durante as relações sexuais).

Podem ocorrer sangramentos e cistite durante o tratamento.

Fato: Depende. Quanto aos sangramentos, Zlotnik confirma que há chances de acontecerem alguns escapes. “Para normalizar a situação basta acertar as doses de hormônios”, conta. Já no caso da cistite, a reposição hormonal contribui para seu desaparecimento.

A reposição hormonal pode ser feita só com testosterona.

Fato: Sim, mas em casos bem específicos, “como quando há déficit isolado desse hormônio”, explica Dolores Pardini, especialista da SBEM. Normalmente a testosterona é indicada em associação a outros hormônios na pós-menopausa.

A mamografia de quem faz TH é mais difícil de ser interpretada.

Fato: Segundo o médico do hospital Albert Einstein, antes dos 40 anos as mulheres têm a densidade das mamas aumentada. “Quando ocorre a reposição de hormônios, é natural que voltem a essa situação”, diz. Assim, pode haver dificuldade em visualizar pequenas alterações na área por meio da mamografia.

O tratamento via oral causa menos problemas do que aquele feito com adesivos e injeções.

Fato: Na verdade, é o contrário. O medicamento administrado por via oral precisa ser metabolizado no fígado, o que pode causar complicações em algumas mulheres. Maria Celeste aponta ainda que em determinadas situações a via oral não é a mais indicada, como em casos de hipertensão e diabetes.

Não é bom realizar o tratamento por muito tempo.

Fato: Há uma limitação relativa ao tempo de uso somente quando a TH é feita com a combinação de estrogênio e progesterona. “Isso porque há evidências de que o risco de câncer de mama cresce quando esse tratamento é realizado por mais de cinco anos. O uso de estrogênio isolado não evidenciou esse aumento”, descreve a vice-presidente da Sobrac.

Depois que a terapia é interrompida a mulher envelhece mais rápido.

Fato: Não é bem assim. A mulher envelhece na velocidade normal. “A diferença é que durante a reposição hormonal se sente mais jovem, já que o tratamento proporciona benefícios estéticos importantes”, analisa o ginecologista Eduardo Zlotnik, do Einstein.

Fonte: IG

12 passos para uma menopausa saudável



Especialista dá dicas para enfrentar essa fase com proatividade e mais autoestima

Menopausa: preparo físico e mental ajudam a enfrentar esta fase por vezes difícil na vida da mulher
Uma atitude positiva e um pouco de planejamento pode ajudar as mulheres a liderarem melhor com a menopausa.
A preparação deve iniciar quando a mulher começa a experimentar os primeiros sintomas da menopausa – condição caracterizada pela cessação da menstruação na mulher.

“Conhecido como perimenopausa, esse estágio anterior à menopausa inicia por volta dos 40 anos, mas pode começar mais cedo, até mesmo na terceira década de vida”, explica Karen Deighan, professora de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Gottlieb Memorial, da Universidade de Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos.

“Sempre digo às minhas pacientes entrando em menopausa que elas não devem se limitar a simplesmente deixar essa transição acontecer. Digo a elas para serem proativas em relação à própria saúde e para trilhar todos os passos necessários para minimizar os efeitos colaterais da menopausa entes que eles apareçam”.

A especialista dá algumas dicas:

1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. “É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.”

2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.

3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.

4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.

5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.

6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.

7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.

8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.

9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.

10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis.

11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.

12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.

Fonte: IG

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Série mitos: comer carboidratos à noite engorda


Esta pergunta sempre é feita pelos meus pacientes, Vejam a resposta ideal!

O segredo é balancear bem os nutrientes, sem exagerar em nenhum deles .

A verdade: o que provoca o ganho de peso é o excesso de calorias. As calorias dos carboidratos são iguais as das proteínas ou das gorduras. Dessa maneira, os carboidratos ingeridos à noite não podem ser os culpados pelo ganho de peso ou pela dificuldade em emagrecer.

O que se sabe: durante à noite, o metabolismo diminui. Ingerir uma refeição "mais leve", ou seja, com menor quantidade de gorduras e carboidratos refinados antes de deitar, é indicado. Assim, evita-se prejudicar a digestão o que poderia causar algum desconforto durante o sono.

O que é errado: concentrar um nutriente em uma refeição não é desejado. Por isso, os carboidratos devem estar distribuídos em, pelo menos, 5 refeições ao dia (as 3 principais e pequenos lanches entre elas).

O que comer:prefira os alimentos contendo carboidratos complexos que estão presentes nos alimentos integrais (arroz, farinha, aveia), nas verduras, legumes e frutas. Esse tipo de carboidratos faz com que a glicemia aumente lentamente, fazendo com que a fome demore mais a aparecer.

O que evitar: evite os alimentos ricos em carboidratos e que apresentam baixa quantidade de água. Esses alimentos são os feitos à base de farinha como, massa, pães, bolos, tortas. Tire todas as suas dúvidas e emagreça definitivamente sem passar fome.

Fonte: Yahoo

40 dicas para voltar ao peso ideal


Quase metade dos brasileiros está acima do peso, mas é possível reduzir esse número com hábitos saudáveis .

Dados divulgados nessa segunda-feira (18) pelo Ministério da Saúde mostram que 48% dos brasileiros adultos estão com quilos extras na balança. O número aumentou em relação a 2006, que era de 42,7%. Mais da metade dos homens está acima do peso (52,1%) e, entre as mulheres, a proporção é de 44,3%.

Para fugir dessa armadilha perigosa à sua saúde, a nutricionista Roberta Stella reuniu todos os truques para fazer o ponteiro da balança voltar ao normal sem que você passe fome:

1) Nada de se desesperar: esqueça as dietas muito restritivas ou que prometem um grande emagrecimento em um período pequeno de tempo. Em longo prazo, o resultado é desastroso.

2) Comece fazendo um diário com os alimentos que você ingere todos os dias. Você perceberá os erros e se corrigirá sozinho. Essa mesma pesquisa do Ministério da Saúde divulgou que a presença de feijão e hortaliças na mesa das famílias brasileiras diminuiu, ao passo que o consumo de gordura aumentou.

3) Estabeleça uma rotina alimentar.

4) Estipule cinco refeições por dia, com horários para que elas aconteçam. E cumpra.

5) Analise os rótulos dos alimentos. Muitas vezes, os alimentos light contêm uma pequena diferença na quantidade calórica, que nem compensa a troca.

6) Prefira os alimentos integrais. Eles contêm mais nutrientes e fibras, que fazem um bem danado para o seu organismo.

7) Opte por leites e derivados desnatados. A menor quantidade de gordura significa menos colesterol e calorias na sua alimentação.

8) Cuidado com os embutidos (mortadela, salame, presunto). Eles carregam uma quantidade considerável de gordura, colesterol e sódio.

9) Escolha embutidos com menor quantidade de gordura como, por exemplo, o peito de peru.

10) Não fique mais do que 4 horas sem se alimentar.

11) Faça lanchinhos entre as refeições, hábito essencial para uma alimentação saudável.

12) Para esses lanches, opte por alimentos fáceis de serem obtidos e carregados na bolsa, como iogurte, barrinha de cereais, frutas e bolacha salgada.

13) Coma pelo menos 2 frutas por dia.

14) Consuma as frutas (maçã, pêra, uva) com casca.

15) Saladas e legumes devem fazer parte da sua alimentação diária.

16) Evite preparações altamente calóricas como gratinadas, fritas, à parmegiana, à milanesa e quatro queijos.

17) Tempere as saladas com suco de limão e vinagre.

18) O azeite tem gorduras boas para o coração. Mas isso não quer dizer que ele não seja calórico. Se a intenção é emagrecer, use com muita moderação.

19) Doces devem ser evitados, principalmente bolos recheados, tortas, bomba de chocolate.

20) Prefira os sanduíches naturais aos oferecidos pelos fast-foods.

21) Atum e sardinha em conserva são ótimos para uma salada ou um sanduíche. Mas lembre-se: utilize a versão light, conservada em água, não em óleo.

22) Prefira as carnes menos calóricas, como peixe, frango e cortes magros de carne bovina.

23) Retire a pele do frango.

24) Cuidado com os molhos à base de maionese para temperar saladas.


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(ex: 65.5) (ex: 1,65)
25) Prefiras os picolés ao sorvete de massa.

26) Sucos naturais são uma ótima pedida para se refrescar.

27) Você pode contar com a água de coco para se hidratar, mas atente à quantidade. Por ser calórica, a bebida não pode ser consumida livremente. Um copo pequeno (200 mL) apresenta 40 calorias. Consuma somente um coco por dia e beba muita água mineral.

28) Evite bebidas gaseificadas, mesmo as que não contêm calorias, como água e refrigerantes light.

29) Durante a refeição, beba somente um copo pequeno (200 mL) de líquidos. Assim a digestão não ficará prejudicada.

30) Um grama de álcool tem 9 calorias. Já um grama de carboidratos ou proteínas contém apenas 4 calorias: ou seja, aquele copinho de cerveja engorda bem mais do que um pedaço de pão. Portanto, evite as bebidas alcoólicas se o objetivo é emagrecer.

31) Se for a um barzinho, evite os petiscos fritos, amendoins e castanhas de caju.

32) Não vá ao supermercado com fome. Isso somente fará com que não resista quando passar pela gôndola de doces e salgadinhos.

33) Beba muita água, pelo menos, 2 litros por dia.

34) Cuidado com o café. Beba, no máximo, 4 xícaras por dia.

35) Inicie a refeição com um prato grande de saladas (folhas e legumes cozidos).

36) Se exagerar em algum dia, não desista. Recomece novamente no dia seguinte.

37) Dê preferência a alimentos ricos em água e de baixo valor calórico, como frutas, legumes e verduras. Você poderá consumir um volume maior desses alimentos, comparando com aqueles ricos em calorias.

38) Evite fazer a última refeição do dia perto da hora de se deitar. Para não prejudicar a digestão dos alimentos e o sono, faça o jantar, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama.

39) Boa notícia para quem é fã de lanchonetes: as grandes redes de sanduíches já possuem opções saudáveis. Entre elas, destacam-se salada, água de coco e frutas.

40) Não encare a dieta como punição. Afinal, a reestruturação alimentar garante um corpo mais bonito e saudável. A dieta nada mais é que um presente que você dá a si mesmo. Mantenha as atitudes positivas ao longo do emagrecimento.

Fonte: Yahoo

Obesidade é mais comum entre pessoas do mesmo convívio



Estudos indicam que obesidade pode ser socialmente contagiosa .

A incidência de obesidade é maior em pessoas do mesmo convívio social, afirma estudo feito por antropólogos da Universidade do Estado do Arizona (EUA). De acordo com os estudiosos, a obesidade se espalha entre amigos e parentes.

Para chegar a essa conclusão, eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes. Após as entrevistas, compararam o índice de massa corporal dessas participantes ao de seus conhecidos. Dessa forma, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.

Segundo os autores do estudo, todas as teorias para explicar por que esse fenômeno acontece têm a ver com a ideia compartilhada sobre qual é o peso adequado das pessoas. Se seus amigos acham que determinado peso é aceitável, você muda seus hábitos para alcançar essa meta, ainda que você não concorde com eles, pois acaba se sentindo pressionado. Ou você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.

O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar em grupo podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.

8 questões que desvendam a obesidade .
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, a obesidade é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública. O excesso de peso predispõe o organismo a uma série de problemas, como doença cardiovascular, apnéia do sono, hipertensão arterial e alterações na circulação.

Confira 8 questões fundamentais sobre o tema:

1) Como definir obesidade?
A obesidade pode ser definida como um índice de massa corporal (IMC) acima de 25. Quando esse índice está acima de 40, ela é definida como mórbida. Este número é obtido dividindo-se o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadrado. Sem dúvida, a obesidade pode ser considerada uma doença e, nos dias atuais, uma epidemia que só vai aumentar. O tratamento preventivo é a melhor solução. A cirurgia bariátrica tem se apresentado como a melhor solução para os casos de obesidade mórbida.

2) Quais as causas da obesidade?
Dentre as causas, destacam-se os fatores genéticos, ambientais (hábitos pessoais e familiares), hábitos populacionais, religião, fatores sócio-econômicos, compulsão ou depressão, entre outros. No entanto, não existem dados suficientes que possibilitem mensurar a influência de cada aspecto, já que a questão é multifatorial.

3) Como identificar quando a obesidade é causada por distúrbios psicológicos?
Geralmente, a obesidade de instalação rápida e sem causa aparente pode estar relacionada a distúrbios psicológicos ou hormonais. São os casos nos quais a pessoa engorda muito em um curto espaço de tempo.

4) Podemos dizer que existe o melhor tratamento da obesidade?
A correta avaliação por um médico competente é a melhor opção, que poderá indicar o tratamento adequado para o perfil do paciente, de acordo com os fatores relacionados, identificados por exames e consulta. Não podemos falar no melhor tratamento, mas sempre pensar em prescrever um tendo em vista as condições da pessoa. Cada caso é um caso, sempre.

5) Quais os problemas físicos mais comuns ocasionados pela obesidade?
Os problemas desencadeados pela obesidade são inúmeros e vão desde a limitação física para trabalhos básicos e locomoção até distúrbios mais graves, como o aumento de colesterol, triglicérides e pressão arterial, diabetes, gota (elevação de ácido úrico no sangue), artrose, coronariopatia (doença que atinge as artérias do coração), insuficiência renal, apneia noturna do sono, esteatose hepática (degeneração gordurosa do fígado), insuficiências glandulares, entre outros.

6) Qual doença de maior risco a obesidade pode causar em um indivíduo?
A Síndrome X ou Síndrome Metabólica, que se constitui por hipertensão arterial, dislipidemia, hiperglicemia e resistência à insulina.

7) Como deve ser o tratamento para controlar essa doença e a diabetes?
O tratamento deve ser feito a base de dieta hipocalórica - definida em parceria com um nutricionista -, atividade física, cirurgia de redução de peso - quando indicado - e prescrição de medicações, quando necessárias.

8) Como o cirurgião gástrico e o endocrinologista atuam juntos no tratamento do paciente obeso?
O tratamento de um indivíduo obeso deve ser multidisciplinar, incluindo cardiologistas, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais, de acordo com o quadro clínico.

Fonte: Yahoo

Os muitos sinais do infarto


Dor no peito não é sintoma exclusivo; 25 hospitais vão diagnosticar outros avisos do coração “à beira de um ataque”

A paciente tinha 66 anos e foi parar no hospital após ter crises de vômito. O motivo para um homem de 69 anos sair às pressas para a unidade de saúde mais próxima foram as dores fortes no braço. Algumas pessoas sentem desconforto nas costas, formigamento na língua ou falta de ar. São sintomas diferentes para a mesma doença: o infarto agudo do miocárdio.

Hospitais brasileiros vão abastecer banco de dados com informações sobre o infarto. Doença mata 315 mil pessoas por ano no Brasil
Diariamente, contabiliza o Ministério da Saúde, 187 pessoas precisam ser internadas por causa das panes no coração e, ao contrário do que a maioria pensa, o sinal prévio do ataque cardíaco não se resume à clássica dor no peito. As manifestações são as mais variadas e confundem doentes e familiares. Por vezes, faz dias que o infarto “avisa” que pode chegar e ninguém se dá conta.

As mulheres, sugerem as pesquisas, são as que mais ignoram os sintomas de que uma falha cardíaca está a caminho, sendo este um dos motivos apontados para o infarto nelas ser 50% mais fulminante do que em homens (de acordo com levantamento feito em 2009 pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo).

A agravante neste cenário de manifestações múltiplas é que receber o socorro médico de forma rápida é peça-chave para conseguir sobreviver ao infarto. Não dar importância para os sinais, portanto, é hábito comum que antecede os casos que chegam tarde demais nos hospitais.

Identificação

Os “avisos” do infarto, tanto em homens como em mulheres, ainda não fazem parte das estatísticas, sendo impossível afirmar quais são os sinais mais freqüentes. Para preencher esta lacuna de informações cardíacas, 25 hospitais brasileiros assinaram um protocolo de parceria para catalogar, de forma minuciosa, todos os casos atendidos e conseguir abastecer a população com informações preciosas sobre o problema grave no coração.

“A dor no peito ainda deve sim ser vista com um dos principais sintomas ou potencial indício de um infarto. Mas outros quadros como suor frio, náuseas, sensação de desmaio, arritmias e até mesmo parada cardiorrespiratória podem ter como causa base o infarto, particularmente em pacientes diabéticos e idosos”, afirma Luiz Alberto Mattos, Coordenador dos Registros Brasileiros Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Estas informações poderão ser melhor caracterizadas a medida em que o dados forem preenchidos nos diversos hospitais país afora que aceitaram participar do estudo”, completa Mattos que coordena o projeto em parceria com Otavio Berwanger e Helio Penna Guimarães, médicos do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração da Associação do Sanatório Sírio de São Paulo.

Por dois anos, todos os hospitais referência em atendimento cardíaco vão abastecer um banco de dados eletrônico com os prontuários médicos e permitir à Sociedade Brasileira de Cardiologia um mapeamento mais preciso da situação da doença no País.

Doença em ascensão

Saber os mecanismos de ação do infarto, avaliam os médicos, é importante para tentar frear a ascensão de casos no Brasil. Entre 2008 e 2009, os casos cresceram de 22.769 registros para 25.253 entre as mulheres, uma alta de 11%.

Os homens também estão mais presentes nas estatísticas, já que eram 39.454 há dois anos e ano passado somaram 43.285 notificações, aumento de 9,7%

O perfil

Ainda que seja consenso entre os médicos que a rotina mais estressante e os hábitos de vida menos saudáveis sejam responsáveis pelo crescimento de casos de panes cardíacas, o perfil do infartado também não é muito claro.

“O perfil atual do infartado no Brasil tem ainda sido muito baseado em dados dos grandes centros urbanos ou dos hospitais de referência nacional, que não necessariamente traduzem a realidade do país”, dizem os médicos Mattos, Berwanger e Pena Guimarães. “Há possibilidade, sim, de existir diferenças regionais nas características das populações”, acreditam.

Com o abastecimento do banco de dados feito pelos hospitais que assinaram a parceria, os médicos acreditam que as particularidades dos infartados serão descritas e que isto pode contribuir também para elaboração de tratamentos mais efetivos regionalmente.

Vantagem em dobro e sem exagero

Com a identificação mais precisa do perfil de quem infarta e, ao mesmo tempo, a “munição” de saber quais são os possíveis sinais do problema no coração pode ajudar a reduzir as mortes provocadas pela doença.

A única ressalva é que o exagero na atenção aos sinais também pode ser prejudicial. Não é saudável achar que qualquer desconforto é um problema cardíaco. Devem ficar mais de “orelha em pé” os que têm antecedentes na família, obesos, diabéticos, fumantes e ex-fumantes. A dica é valorizar o que foge do normal. E na dúvida, sempre deixar o médico descartar se a “dor nas costas” não é nada mais sério.
Fonte: IG

domingo, 22 de maio de 2011

COMER brincando



Usar a imaginação sempre é valido para ajudar na alimentação das crianças!

Consuma mais zinco e deixe sua saúde protegida


Mineral é essencial para fortalecer o sistema imunológico

Ter uma alimentação rica em minerais é essencial para manter a saúde em dia. Mas, entre tantos nutrientes, um deles assume papel de destaque: o zinco. "Esse mineral é essencial para que nosso corpo continue funcionando de maneira eficiente. Ele nos protege de um número grande de doenças e ajuda a combater outras que já se instalaram em nosso organismo", diz a nutricionista Natalia Lauterbach, da rede Mundo Verde, em São Paulo.

A falta de zinco na alimentação é um problema sério, que segundo a Organização Mundial da Saúde, está ligada a muitos casos de mortes, já que esse mineral tem função importante em nosso sistema imunológico. O problema é mais comum em países menos desenvolvidos, mas a carência de zinco atinge também países mais ricos. De acordo com a OMS, a população brasileira tem um consumo moderado de zinco, mas não o ideal, ficando abaixo de países como Uruguai, Chile e Venezuela. "O consumo mínimo indicado de zinco é de sete miligramas por dia para as mulheres e nove para os homens, mas pode variar conforme a idade. Para os idosos, por exemplo, o número sobe para oito entre as mulheres e 11 para os homens. No Brasil, temos um número um pouco inferior a esse", diz a nutricionista.


Papel no organismo


O principal papel do zinco no organismo acontece no sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz Natália Lauterbach.

De acordo com a OMS, pessoas que não consomem quantidades suficientes de zinco têm maiores chances de sofrer com ação de agentes infecciosos, e por isso, passam mais tempo doentes se comparadas com aquelas que têm uma ingestão de zinco adequada.

O zinco também protege o organismo por ter ação antioxidante, diminuindo a quantidade de radicais livres em nosso corpo. Esse tipo de molécula, afeta negativamente as funções das células, aumentando as chances de desenvolver tipos diferentes de câncer.

Além disso, aproximadamente 100 enzimas diferentes precisam do zinco para conseguir catalisar reações químicas que mantém as funções celulares eficientes. Por isso, o zinco, além de ter papel importante em nossa imunização, ainda ajuda praticamente todo o corpo a funcionar melhor.


Nutrição infantil


O zinco é ainda mais importante para as crianças. A ingestão adequada desse mineral é essencial para que os pequenos cresçam de forma saudável. De acordo com a OMS, algumas das maiores causas de morte infantil são diarreia- que ainda causa 18% das mortes entre crianças no mundo- e pneumonia, dois problemas que tem relação direta com a falta de zinco.

"O sistema imunológico das crianças é mais frágil que o dos adultos, por isso uma alimentação rica em zinco é essencial", diz a nutricionista. Para se ter uma ideia da importância do zinco na alimentação de uma criança, uma das ações mais realizadas pela Organização Mundial da Saúde para diminuir os casos de mortalidade infantil em países pobres é incluir suplementos de zinco na dieta. Desde que essa medida foi adotada no final da década de 1980, os casos de morte por diarreia no mundo em crianças com menos de cinco anos caíram de 4,5 milhões para 1,8 milhões em 2006.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Unicef em 2009, suplementos de zinco para gestantes pode prevenir várias complicações durante o parto e ainda ajudar o bebê a ganhar peso após o nascimento, reduzindo o risco de infecção. Por isso, é indicado que as grávidas consumam, diariamente 12 mg de zinco
Idade Homens Mulheres
1 a 3 anos 3,0 mg 3,0 mg
4 a 8 anos 5,0 mg 5,0 mg
9 a 13 anos 8,0 mg 7,0 mg
14 a 50 anos 8,0 mg 7,0 mg
> 50 anos 11,0 mg 8,0 mg

Sintomas da falta de zinco


Como o zinco atua em diversas funções de nosso corpo, a falta dele tem consequências, como fragilidade do sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, dificuldade de sentir gosto salgado de alimentos, problemas na pele (psoríase), aumento dos níveis de glicose no sangue, pele seca e amarelada e mau funcionamento do fígado.

"Entre todos esses problemas, o que mais preocupa é o efeito que a falta de zinco provoca sobre o sistema imunológico. Isso faz com que o organismo fique muito mais exposto a todas as doenças infecciosas", explica a nutricionista.



Fontes de zinco


Uma alimentação balanceada fornece as quantidades diárias de zinco para que nosso corpo fique protegido. Os alimentos
campeões desse nutriente são as ostras, mas outras fontes mais comuns podem fazer parte de nosso cardápio diário.

"Uma dieta com oleaginosas, como nozes e castanhas, todos os tipos de carne, arroz e pão integrais já faz o nosso sistema imunológico funcionar melhor", diz a nutricionista. Além desses alimentos, a semente de abóbora, aveia, feijão e leite integral também são boas fontes desse mineral.

Mas, em alguns casos, apenas a alimentação não consegue fornecer ao corpo a quantidade que falta de zinco. "Alimentos são sempre a melhor opção, mas em alguns casos, com o aconselhamento de um médico, é necessário investir nos suplementos para atingir as doses diárias desse mineral", diz Natalia Lauterbach.

Além disso, de acordo com a nutricionista, pessoas que sofrem com acrodermatite enteropática (falta de absorção de zinco pelo intestino), diabetes, transtornos alimentares, doenças intestinais e doenças renais podem precisar de suplementos de zinco para compensar a falta de absorção causada por esses problemas.

Alimento Peso Quantidade de zinco (mg)
Ostras 86 g 38
Nozes 100 g 4,0
Castanhas 100 g 4,0
Carne bovina 130 g 4,0
Carne de frango 180 g 1,5
Arroz integral 40 g 1,0
Farelo de aveia 94 g 2,9
Leite integral 240 g 1,0
Feijão 50 g 1,15
Semente de abóbora 20g 1,3
Pão integral 80 g 1,6

Combinações poderosas


De acordo com o U.S. Department of Agriculture, várias porções de alimentos devem ser combinadas para que a cota diária do mineral seja atendida. Para ilustrar esta recomendação, podemos dizer que uma porção de carne bovina (4 mg de zinco), duas de arroz integral (2 mg), e duas de leite (2 mg) por dia fornecem no total 8 mg de zinco, o que representa o consumo indicado para adolescentes e adultos.

Consumir durante o dia uma porção de pão integral (1,6 mg), farelo de aveia (2,9 mg) duas porções de arroz integral(2,0 mg), feijão (1,15mg) uma de carne de frango (1,5mg) já é o suficiente para um adulto atingir as quantidades recomendadas desse mineral.


Mesmo que esse mineral seja essencial para o nosso organismo, consumi-lo em excesso (mais de 50 miligramas por dia durante semanas), pode fazer mal à saúde. Isso acontece por causa da relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. "Quando os níveis de zinco estão muito altos em nossa corrente sanguínea, a quantidade de cobre diminui, deixando a pessoa com deficiência desse outro mineral", explica a nutricionista.

Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes. "Por isso, antes de tomar suplementos, é preciso saber se eles são realmente necessários e qual a dose indicada", diz a especialista.

Fonte: Yahoo

Conheça sete benefícios da vitamina C para a sua saúde



Redução dos sintomas da gripe e combate ao estresse são algumas das vantagens
Se você não inclui uma alimentação rica em vitamina C no seu dia a dia, é melhor repensar seus hábitos. Obtido facilmente pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos, esse nutriente é essencial. Sua carência causa uma doença fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam.

Além de fazer parte do grupo de vitaminas necessárias para o bom funcionamento do organismo, a vitamina C protege contra baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele. Segundo a nutróloga Daniela Hueb, ela também ajuda a fortalecer os vasos sanguíneos e a regular os níveis de colesterol.

Boas fontes dessa vitamina são frutas cítricas - como laranja, limão e abacaxi -, verduras em geral, salsa, maracujá, frutas silvestres, morango, tomate, entre outras. A seguir, você confere bons motivos para inserir esses alimentos no seu cardápio, além de dicas de cuidados e combinações necessárias para aproveitar melhor a vitamina C:

1. Reduz os sintomas de gripes e resfriados
Quando se trata de um resfriado comum, a vitamina C não funciona como uma cura. Entretanto, alguns estudos mostram que tomá-la para gripes e resfriados pode reduzir o risco de desenvolver pneumonia e infecções pulmonares. De acordo com Daniela, a vitamina C está relacionada com a redução da gravidade dos sintomas e dos dias de duração da doença.

"O poder da vitamina C foi ressaltado pelo pesquisador Linus Pauling, duas vezes ganhador do Prêmio Nobel, em 1954 e 1962", conta a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Ele pregava que altas doses da vitamina agia contra gripes e resfriados. Desde então, o assunto é controverso, mas Roberta lembra que a vitamina C é um nutriente que, em conjunto com diversos outros, faz parte do sistema imunológico, sendo essencial para o nosso sistema de defesa.


2. É eficiente contra o estresse
Uma pesquisa alemã mostrou que a vitamina C é benéfica para os indivíduos cujo sistema imunológico foi enfraquecido devido ao estresse - complicação muito comum em nossa sociedade.

Os pesquisadores submeteram 120 pessoas a momentos estressantes: falar em público e resolver problemas de matemática. Metade delas receberam 1.000 mg de vitamina C. Como resultado, os principais sinais de estresse, como os níveis elevados de do hormônio cortisol e da pressão arterial, foram significativamente maiores naqueles que não receberam o suplemento vitamínico.

Já os participantes que receberam a vitamina C relataram que se sentiram menos estressados. Isso acontece porque a vitamina cessa a secreção de cortisol, que é o hormônio liberado pela glândula adrenal - em resposta ao estresse - e responsável por transmitir essa "notícia" do estresse para todas as partes do corpo.

Além disso, a nutróloga Daniela Hueb explica que a vitamina melhora o humor, uma vez que estimula a produção de triptofano, precursor da serotonina, hormônio responsável pelo bem-estar e pela disposição.


3. Combate o envelhecimento da pele
A Vitamina C também traz benéficos às células no interior e no exterior do corpo. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em 4.025 mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele ressecada.

Segundo a especialista Daniela Hueb, o ácido ascórbico - substância contida na vitamina C - é um excelente antioxidante, que combate os radicais livres e previne o envelhecimento das células, além de ter um efeito clareador sobre a pele.

A vitamina C pode vir em formas manipuladas como hidratantes para o rosto, com filtro solar que ajuda a prevenir eventuais manchas na pele. Ela também pode ser ingerida em forma de cápsula, gelatinas ou shakes. "É importante, antes de escolher como incluir a vitamina C em sua rotina, não esquecer que ela está presente em alimentos ricos nessa fonte e que devem ser consumidos diariamente e, claro, sempre com acompanhamento médico", adverte a nutróloga.

4. Aumenta a absorção de ferro
Esse nutriente é capaz de aumentar a absorção de ferro, obtido pelos alimentos de origem vegetal - como verduras e feijões -, prevenindo a anemia. De acordo com a nutricionista Roberta Stella, devido à sua característica antioxidante, a vitamina C consegue modificar a estrutura química do mineral para uma forma mais fácil de ser absorvida pelo organismo.

Roberta afirma que a recomendação diária de vitamina C é de 90 mg para os homens e 75 mg para as mulheres. Ela é facilmente obtida quando a alimentação é adequada. Confira a quantidade do nutriente em alguns alimentos:

Uma fatia grande de abacaxi = 115,9 mg
Uma acerola = 164,3 mg
Uma unidade grande de chuchu = 74,4 mg
Uma unidade média de mamão papaya = 142,6 mg
Uma laranja grande = 135,8 mg


5- Diminui crescimento de tumores
Um estudo publicado pela revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences analisou os efeitos da Vitamina C em tumores cancerosos, e concluiu que ela pode desempenhar um papel fundamental na redução do crescimento desses tumores.

A pesquisa mostrou que, quando ingerida em altas doses, a vitamina pode apresentar um efeito de pró-oxidação, diferente do seu efeito mais conhecido que é a atividade antioxidante. Essa constatação levantou a hipótese de que o efeito pró-oxidante pode gerar radicais livres e peróxido de hidrogênio, o que provocaria a eliminação das células do tumor.

6. Evita doenças oftalmológicas
Um estudo americano, feito pelo National Institutes of Health, descobriu que certas vitaminas e sais minerais, quando consumidos em conjunto diariamente, podem ajudar a evitar a perda de visão relacionada à idade. Este coquetel é composto por vitamina C (500 mg), vitamina E (400 UI), betacaroteno (15 mg), zinco (80 mg) e cobre (2 mg).

7. Reduz o risco de derrames
Pessoas com maiores concentrações de vitamina C no sangue podem ter um risco menor de acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Os participantes que tinham esse nutriente em grandes quantidades tiveram um risco 42% menor do que aqueles com baixas concentrações no organismo.

Segundo os autores, as razões para isso não estão completamente esclarecidas, mas eles afirmam que pessoas que comem muitas frutas e verduras têm níveis sanguíneos elevados de vitamina C, o que pode aumentar a prevenção contra derrames.

Suplementos de vitamina C
Como todo medicamento, é preciso consultar um especialista antes de tomar a iniciativa de ingerir suplementos da vitamina. A nutricionista Kelly Balieiro, do Laboratório da Mulher Femme, diz que a deficiência é comum na gestação - devido ao surgimento da doença hipertensiva e pré-eclampsia - e em fumantes, que necessitam de mais vitamina antioxidante para combater os radicais livres ocasionados pelo fumo.

No entanto, mesmo nesses casos, nem sempre é preciso recorrer a suplementos. "Pelas fontes alimentares, conseguimos obter boa parte das necessidades diárias ou até em excesso. A ANVISA se limita a 1000mg/dia como consumo máximo seguro da vitamina C. Abusar desse nutriente pode provocar diarréia osmótica, distúrbios gastrointestinais, aumento da excreção de oxalato - responsável pela formação de cálculo renal - e aumento da excreção de ácido úrico", conta Kelly.

Fonte: Yahoo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quentão light



Junho está chegando e as festas juninas também, experimentem esta receita deliciosa e light!

Ingredientes
4 xíc. (chá) de água
4 xíc. (chá) de suco de maçã light
3 rodelas médias de limão
Casca de 1/2 laranja
6 rodelas finas de gengibre fresco
1 canela em pau
3 anizes-estrelados
4 cravos-da-índia
1 col. (sopa) de adoçante culinário


Modo de fazer
Em uma panela, coloque a água, o suco de maçã, o limão, a casca de laranja e as especiarias. Ferva por 7 minutos, acrescente o adoçante e sirva quente.

Rendimento: 12 copinhos (60 ml)
Calorias por porção: 20 (o tradicional tem 120 calorias)

Fonte: Boa Forma

Fondue de queijo light

Ingredientes
130g de mussarela light
130g de queijo prato light
130g de queijo minas padrão light
250ml de vinho branco seco
40ml de kirsch
150g de creme de leite light
¼ de limão
1 dente de alho
5g ou 1 colher de chá de fécula de batata
sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo
Esfregue um dente de alho no fundo e lateral da panela
Coloque o vinho para aquecer e esprema o limão
Coloque os queijos (todos ralados) aos poucos até que derretam
Coloque o creme de leite light misture com colher de pau e tempere com pimenta e noz moscada
Quando a mistura estiver homogênea, despeje o kirsh já misturado com a fécula de batata, mexa e sirva mergulhando pedaços de pão e os legumes.

Informações adicionais
Para molhar no fondue, cesto de pães integrais e legumes cozidos.

Fonte: Almanaque culinário

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Alimentos que dão saciedade favorecem a dieta


Eles impedem as famosas beliscadas e o descontrole diante de guloseimas.

Evite o ataque à geladeira apostando nesses alimentos
Alimentar-se a cada três horas, uma das regras de ouro do emagrecimento saudável, não só garante o bom funcionamento do metabolismo (essencial para queimar gordurinhas) como ajuda a evitar exageros à mesa. Mas se a sensação de fome aparece nesse intervalo, obrigando-a a beliscar uma bolachinha ali e um doce acolá, é sinal de que está na hora de abastecer o prato com alimentos que causem saciedade sem colocar a dieta em risco. Saiba quem são seus aliados nesse desafio!

Ovo
De acordo com Fernanda Furmankiewicz, nutricionista da academia Cia Athletica, unidade Kansas, na capital paulista, o ovo é uma excelente pedida para enganar a fome, já que apresenta taxas elevadas de proteína, nutriente que demora mais para ser metabolizado pelo organismo.

Quando precisar fazer um lanche rápido no almoço ou jantar, pode consumi-lo com pão integral, combinação ideal para deixá-la satisfeita. “Só não vale incluir carne, outra fonte de proteína”, alerta Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé, de Maringá (PR).

Oleaginosas
Nozes, castanhas e avelãs fazem parte desse grupo, bastante conhecido por carregar boas doses de gorduras mono e poliinsaturadas, consideradas saudáveis para o organismo. “Como elas também são digeridas de forma mais lenta, ajudam a prolongar a sensação de saciedade”, revela Fernanda. Para tirar proveito dessa propriedade, procure consumir cerca de três sementes meia hora antes do almoço.

Frutas
Elas são carregadas de fibras, outro composto que retarda a digestão. “Além disso, as frutas possuem uma enzima que inibe o metabolismo do carboidrato. Por isso, aumentam o tempo da sensação de saciedade”, lembra a profissional paulista.

Segundo Ana Paula, a banana nanica é uma ótima escolha, principalmente para ser consumida no lanche da manhã – por volta das 10 horas –, pois impede abusos no almoço. “Sem contar que ela evita a ansiedade, já que é rica em triptofano, um aminoácido que melhora a produção de serotonina, responsável pela sensação de prazer”, completa a nutricionista.

Vegetais folhosos
“Eles são ricos em fibras e se misturam a outros alimentos dentro do estômago, proporcionando saciedade. Dessa forma, reduzem a fome até a próxima refeição”, explica Maribel Melos, nutricionista funcional de Porto Alegre (RS). Bons representantes desse grupo: alface, rúcula, couve, repolho, espinafre e agrião.

Leite desnatado
Isento de gordura e rico em proteína, esse tipo de leite pode ser misturado a sucos e batido com frutas para proporcionar maior satisfação, impedindo ataques à geladeira. Para a nutricionista da clínica Santé, ele é indicado principalmente à noite, algumas horas após o jantar, quando bate muita vontade de beliscar.

Queijo
Assim como o leite e o ovo, o queijo é considerado uma fonte exemplar de proteína. Dessa forma, também funciona como um freio para barrar a fome fora de hora. “Prefira o tipo branco ao amarelo, pois a quantidade de gorduras é menor”, ensina Fernanda, nutricionista da Cia Athletica.

Quem aproveita para dar outra dica é Ana Paula, profissional paranaense: “Se passar três horas após o jantar e ainda estiver acordada, coma uma fatia de queijo branco. Para dar sabor, pode temperá-lo com azeite e orégano”.

Grãos e cereais integrais
Maribel conta que substituir itens refinados pelos integrais é uma boa para ficar saciada por mais tempo. Isso porque eles contêm muitas fibras, que fazem volume no estômago e ainda retardam a liberação de glicose no sangue – quando isso acontece, a fome demora mais a aparecer.

A analista de meio ambiente Érica Camargo, 33 anos, conta que aposta na aveia para segurar a compulsão alimentar: “Sinto que ela prolonga o efeito de satisfação. Por isso, gosto de colocá-la em vitaminas, mingais e salpicada em saladas de frutas”. Outras boas fontes de cereais são o arroz, trigo, centeio, entre outros.

No caso dos grãos, como se não bastasse a presença marcante de fibras, alguns ainda ostentam níveis elevados de proteína, como o feijão, a lentilha e a soja, contribuindo bastante para desacelerar a digestão.

Fonte: IG

Frutas secas concentram nutrientes


Cuidado para não exagerar: elas têm altos teores de frutose, um açúcar natural da fruta.
Frutas secas são boas para as refeições intermediárias.
A desidratação que transforma frutas naturais em secas confere algumas vantagens interessantes a estes alimentos. Eles se tornam mais duráveis e práticos, facilitando o consumo como petiscos saudáveis. Como o volume destes alimentos reduz expressivamente no processo de desidratação isso pode dar a eles a falsa impressão de mocinhos.

Frutas secas não são inofensivas. “Se você não come três bananas, não deveria comer três bananas-passas”, diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional. Ela explica que a mesma quantidade em gramas da fruta seca chega a ser até três vezes mais calórica que a fruta natural. “Em 100g de abacaxi natural há 70 kcal, mas o valor salta para 359 kcal se a fruta estiver desidratada”, compara a nutricionista.

A retirada da água no processo de desidratação também pode jogar contra as dietas. “A água dá saciedade. Sem ela, a sensação de satisfação pode ser menor”, aponta Raquel Botelho, professora de nutrição da Universidade de Brasília (UnB).

Nutrientes perdidos

Existem basicamente três processos para desidratar uma fruta natural, deixando ela seca. Um deles é com exposição ao sol, outro utiliza vapor e estufas, mas ambos acabam fazendo com que a fruta perca vitaminas e nutrientes.

O método mais moderno de desidratação, a liofilização, consegue apresentar melhores resultados neste quesito, embora ele ainda seja mais utilizado em legumes do que em frutas. “A maior perda acontece com a vitamina C, pois ela é mais sensível ao calor”, diz Raquel.

“Outros nutrientes conseguem ser melhor preservados, como potássio e magnésio”, aponta Mariana Braga Neves, nutricionista da Clínica Nutrício. “Assim, o ideal é mesclar o consumo de frutas secas e frescas”, recomenda.

Praticidade

Ao passar pelo processo de desidratação, a fruta ganha uma durabilidade bem maior. “Chega a 15 ou 20 dias na refrigeração”, aponta Roseli. “Isso representa uma grande vantagem para solteiros, casais sem filhos e outras pessoas que não consomem frutas em grande quantidade”, observa.

Para tornar a fruta ainda mais atraente, ela pode ser combinada com alimentos protéicos como queijo polenguinho, iogurtes e leite. “São combinações interessantes, do ponto de vista nutricional, porque a proteína retarda a absorção dos açúcares das frutas secas e isso evita picos nos índices glicêmicos”, explica Roseli.

O mesmo efeito pode ser obtido em combinações com sementes oleaginosas, como nozes, castanhas e avelã. “As frutas podem ser misturadas a cereais, preparando um mix com aveia, gérmen de trigo, oleaginosas e frutas secas picadas”, sugere Mariana.

Doce e exercícios

As frutas secas concentram frutose, açúcar natural do alimento, após passar pelo processo de desidratação. Isso confere um sabor mais adocicado, muito semelhante ao de um doce. “Só que é mais saudável petiscar uma fruta seca que um doce industrializado”, afirma Roseli.

O alimento é uma boa opção de refeição intermediária, feita entre café da manhã, almoço e jantar. “Também é uma alternativa interessante para quem pratica exercícios, pois representa uma fonte rápida de carboidratos”, sugere a nutricionista. O benefício é especialmente válido para quem pratica atividades aeróbcias, como corridas e bike.

Além disso, toda fruta seca pode ser vista como um alimento funcional, capaz de prevenir e combater doenças. “Damasco seco é rico em potássio e fibras, indicado para controle de hipertensão e melhora do trânsito intestinal. Ameixa seca auxilia o funcionamento intestinal e melhora a saciedade”, aponta Mariana.

A nutricionista recomenda uva-passa, figo seco e tâmara às mulheres que se preocupam com o risco da osteoporose após a menopausa. “Uva-passa contém boro, que melhora a saúde óssea, além de fibras e oligossacarídeos de ação prebiótica, o que contribui para a prevenção do câncer de cólon”, ressalta ela.

Figo e tâmara são ricos em cálcio, sendo que o figo ainda tem potássio e fósforo, ambos importantes para a formação de ossos e dentes.

Fonte: IG

Exercícios em jejum: pode?


Malhar de estômago vazio faz mais mal do que bem, mas também pode ter benefícios.
Comer algo leve antes de malhar segue sendo a atitude mais correta.
Quem está querendo perder peso já sabe muito bem que é preciso combinar exercícios com dieta. Ao comer menos, se ingere uma quantidade menor de calorias e, ao praticar atividades físicas, é possível gastá-las.

Com base nessa equação simples de entender, alguns apressadinhos na corrida pelo corpo ideal resolvem pular o café da manhã e suar a camiseta ainda em jejum. Mas será que todo esse sacrifício vale a pena?

“Depende da intensidade do exercício”, responde o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky. Ele esclarece que o exercício em jejum pode trazer mais prejuízos do que benefícios, se realizado na dose errada.

Especializado em medicina do esporte, Werutsky apresentou uma palestra sobre o tema no 22º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e Esporte, que termina hoje, (7/8) em Curitiba (PR).

Fôlego

O segredo do exercício para quem está realizando uma dieta com redução calórica está no controle da intensidade. Ela deve ser de leve a moderada, e não pode passar de uma hora por dia. Uma caminhada, por exemplo, deve ser feita sem que a pessoa chegue a ficar ofegante.

“Tem de conseguir conversar durante o exercício, caso contrário a intensidade está muito elevada”, afirma o médico.

E se estiver mesmo elevada, o que acontece? O primeiro sinal é uma queda no desempenho da atividade. “É como acelerar um carro no ponto-morto, o atleta não vai avançar”, comenta.

O objetivo do esforço em quem aposta na dobradinha “menos comida e mais exercícios” é queimar aquelas gordurinhas indesejadas. Se a intensidade está elevada demais, no entanto, elas podem permanecer ali, quase intactas, enquanto o desgaste vai todo para a massa muscular.

Isso acontece quando o exercício usa toda a reserva de carboidratos complexos do músculo, o chamado glicogênio muscular. Sem essa reserva de energia, o organismo começar a se utilizar da proteína muscular para se manter funcionando. Ou seja, ele passa a queimar a massa magra, a massa muscular, em vez de gordura.

Bom para o gordo, ruim para o obeso


O exercício em jejum, no entanto, apresenta bons resultados em pessoas com sobrepeso. “O organismo retira a gordura do músculo, e o músculo repõe essa gordura usando as reservas do tecido adiposo (os pneuzinhos indesejados do corpo)”, descreve o nutrólogo.

Mas atenção: obesos não usufruem do mesmo benefício. “O músculo tem dificuldade em funcionar na pessoa obesa”, afirma Werutsky. O processo benéfico a quem tem sobrepeso acontece de forma mais lenta nos obesos. Assim, eles acabam queimando menos gordura ao realizar a mesma atividade física. Em contrapartida, sofrem uma perda maior de água.
“Parece que eles estão emagrecendo, mas é apenas água que perderam”, conta.

Preparo

Você pode acordar, escovar os dentes e sair para caminhar sem comer nada. O exercício em jejum é válido, dentro de algumas condições, mas precisa ser feito com algum preparo. O primeiro deles é um bom jantar na noite anterior. Se você comeu pouco e acordou com muita fome, nada de exercícios antes de se alimentar. Isso pode colocar a saúde em risco. Fadiga e câimbras fazem parte do desjejum de quem desobedece a essa regra.

O sintoma seguinte também é desagradável: tontura. Podem ocorrer até desmaios. Outra recomendação médica é aumentar a atividade física gradualmente, sem nunca ultrapassar uma hora de caminhada, feita com intensidade leve a moderada.

“O importante é ter em mente que não é a refeição feita ou não feita antes do exercício que vai definir o resultado da atividade física. Emagrece que tem um balanço energético negativo nas 24 horas do dia”, resume o nutrólogo.

Exercício na gravidez requer moderação


Exagerar nas atividades físicas pode prejudicar a formação do feto e até levar ao aborto.

Ioga é um dos exercícios recomendados às gestantes
Durante muitos anos a medicina torceu o nariz para a prática de atividades físicas durante a gravidez. Mas hoje em dia, os exercícios para gestantes são bem vistos, desde que se mantenham alguns cuidados. “São indicadas atividades com intensidade de leve a moderada, de três a quatro vezes por semana”, ressalta ginecologista e obstetra Mariane Corbetta da Silveira. Não são indicadas atividades estafantes.

Dentro da intensidade adequada, a gestante pode realizar aulas de ioga, caminhadas e natação. Esportes competitivos e de impacto são contraindicados. Atividades de alta intensidade também devem ser evitadas.

“No início da gestação, por exemplo, o aumento da temperatura do corpo pode gerar má formação do feto”, alerta Geraldo Duarte, presidente da comissão de assuntos pré-natal da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O ideal é sempre realizar exercícios com acompanhamento médico especializado. “É preciso respeitar a reserva física, algo que varia de pessoa a pessoa”, ressalta o médico. Essa reserva é calculada por variantes como frequência cardíaca, peso e carga do exercício.

Dose certa

“O exercício na dose certa previne lombalgia e reduz as reclamações de dor nos membros inferiores, algo muito comum nas gestantes”, aponta Mariane. Outra vantagem é a prevenção do diabetes gestacional, problema que atinge pelo menos 7% das mulheres durante esse período.

“Essa prevenção acontece porque os exercícios ajudam a queimar calorias e a controlar o peso”, afirma Duarte. O ganho máximo de peso na gravidez é de cerca de 12,5 kg.

Já nos quadros de hipertensão é preciso mais cuidado. “Existem três tipos de hipertensão em grávidas: a crônica, a crônica que se torna pré-eclampsia e a própria pré-eclampsia (doença que mata três mulheres por dia no país)”, enumera Duarte.

Os exercícios são indicados apenas para o primeiro tipo de hipertensão, quando não há risco de pré-eclampsia. Caso a doença se manifeste, a mulher deve fazer o máximo de repouso possível, pois sua gestação será de alto risco.

Parto normal

A médica explica que existem exercícios de flexibilidade específicos para o assoalho pélvico. Eles ajudam a aumentar a tolerância da musculatura feminina para o parto normal. São exercícios especialmente benéficos para mulheres que já tiveram filhos por cesárea, mas gostariam que a segunda gestação fosse por parto normal. Essa é uma mudança recente de paradigma na medicina.

Até pouco tempo, recomendavam-se apenas cesáreas quando a mulher já havia se submetido ao procedimento anteriormente. Mas o Colégio Americano de Ginecologistas e Obstetras anunciou uma nova diretriz. Ela é baseada em estudos que mostram que até 80% dos partos normais após cesáreas são bem-sucedidos.

Exercícios respiratórios

Além das atividades físicas, é importante a prática de exercícios de respiração. Isso porque a apneia é uma reclamação comum, especialmente nos estágios mais avançados da gravidez.

Como o útero da mulher fica elevado, pode dificultar o processo respiratório e favorecer quadros de ansiedade e dificuldade para dormir. Para resolver ou amenizar o problema, os médicos recomendam sessões de exercícios para respiração.

Eles devem ser realizados com respirações profundas na parte alta do tórax. Já a parte baixa do tórax, região próxima ao diafragma, deve ser exercitada no início da gestação. Isso ajuda a mulher a lidar com ansiedade.

Fonte: IG

Saiba como evitar o overtraining


Excesso de exercícios causa fadiga, prejudica os ossos e atrapalha a menstruação
Excesso de exercícios causa danos à saúde.
Treinamento físico é importante para dar força ao seu corpo, além de ser necessário para enfrentar eventos atléticos. Mas você poderá se prejudicar, caso exagere no treino e tenha um quadro conhecido como overtraining, de acordo com a Clínica Cleveland (EUA).

A clínica menciona alguns sinais que podem indicar treino em excesso.

1) Quando você desenvolve aversão psicológica ao treino;
2) Quando você se sente dolorido o tempo todo;
3) Quando você se sente frequentemente cansado sem motivo aparente;
4) Quando você parece demorar mais para se recuperar de um exercício;
5) Quando você desenvolve sintomas de depressão leve;
6) Quando sua força ou vigor parecem estar declinando.


Em mulheres, a menstruação irregular pode indicar excesso de exercícios. O problema pode prejudicar ossos e causar fraturas por estresse, mesmo entre esportistas amadoras.

Fonte: IG

terça-feira, 17 de maio de 2011

Saiba como montar dietas para dias quentes e frios


Aposte em cardápios com sopas e sucos para perder peso .

É possível seguir à risca a dieta e buscar por alimentos saudáveis em qualquer estação do ano. Cardápio leve e nutritivo é algo que deve ser perseguido sempre. Ao invés de procurar por fórmulas milagrosas e que prometem emagrecer em curto prazo, especialistas aconselham, inclusive, que as pessoas optem por uma dieta que vise uma melhor qualidade de vida e para o ano todo. Para isso, receitas e truques valiosos podem ajudar na busca pelo peso ideal. Veja algumas dicas e bom apetite!

Delícias saudáveis para o frio
Grande desafio entre os adeptos da dieta é atravessar o inverno sem enfrentar com vergonha a balança depois do fim da estação. Para que nenhum esforço vencido ao longo do ano caia por água abaixo, basta consumir os alimentos prazerosos - e gordurosos - com moderação, além de evitar o sedentarismo.


Fondues, queijos, vinhos e outras guloseimas típicas da estação desafiam os olhos e animam o apetite. O recomendado, segundo nutricionistas, é equilibrar. Se um dia se consumiu um desses alimentos, no outro é importante correr atrás do prejuízo e buscar por itens saudáveis.

Uma gama de delícias leves auxilia você a curtir a estação mais fria do ano com prazer. As sopas, com uma seleção especial de legumes e verduras, são importantes para aquecer e nutrir. Procure, claro, ficar longe de receitas com creme de leite e queijos gordurosos.

Para temperar sua sopa, lance mão de ervas naturais, como o manjericão e salsinha, ou missô - pasta fermentada de soja. A aveia é outra amiga na hora de preparar o caldo quentinho por engrossar a receita e ser rica em nutrientes e fibras - o que ajuda no fluxo intestinal.

Outro fator que não deve ser deixado de lado é a hidratação. Apesar do corpo não pedir tanta água como no verão, é importante não descuidar do consumo de líquidos. Sucos de frutas orgânicas e água de coco também são bebidas que proporcionam boas doses de nutrientes ao organismo.

Já as bebidas alcoólicas, como os vinhos, precisam ser evitados. Além de serem uma porta de entrada para os quilos indesejados, esses tipos de bebida ajudam a desidratar o corpo. Se mesmo assim você quiser descontrair e beber um pouquinho, opte por coquetéis com menos adição de álcool.

Sabor no ritmo das altas temperaturas
Para desfilar de biquíni sem medo ou apostar em looks mais ousados típicos da estação, basta seguir firme se alimentando de ingredientes saudáveis e optar por modos de preparo mais "magros".

Frutas, verduras, legumes e cereais podem e devem ser consumidos em abundância e, de preferência, crus. Saladas de frutas coloridas enriquecem o organismo e equilibram o corpo e podem ter a receita incrementada com cereais.

No caso dos alimentos naturais, dica extra para o verão: para manter o bronzeado com saúde e sem ganhar peso, abuse de alimentos com cor alaranjada ou verde-escuro - como abóbora, cenoura, brócolis e espinafre. Estes itens são ricos em betacaroteno, que ajudam na formação de melanina, o pigmento presente na pele para proteção e promoção da cor bronzeada.

Na hora de preparar os pratos, troque frituras por grelhados. Como no inverno, prefira queijos magros. O creme de leite também pode ser facilmente substituído por iogurte. Refrigerantes devem ser deixados de lado. Para beber, delicie-se com sucos - que hidratam e nutrem - e água. Alie o cardápio rico e leve com exercícios físicos. Aproveite a estação mais quente do ano e opte por atividades ao ar livre.

Fonte: Yahoo

domingo, 15 de maio de 2011

Tudo sobre Cirurgia Bariátrica





INDICAÇÕES PARA CIRURGIA BARIÁTRICA
Para que um paciente com obesidade seja operado é preciso que cinco condições sejam preenchidas.
1. Idade
Normalmente as idades limites para se submeter à cirurgia bariátrica estão entre 18 e 65 anos. No entanto, aqui cada caso deverá ser examinado separadamente. Algumas pessoas mais jovens e outras com mais idade que os limites estabelecidos têm sido operadas.
2. IMC (Índice de Massa Corporal)
As indicações para cirurgia bariatrica são feitas quando o IMC (PESO EM Kg / ALTURA EM METROS ao quadrado) está acima de 40. No caso do paciente apresentar alguma doença relacionada com obesidade, que são chamadas de comorbidades (hipertensão, diabetes, artrite...) o IMC necessário para ser indicada a cirurgia é de 35.
3. Exames
É preciso que os exames que são realizados antes da operação mostrem que o paciente poderá ser operado com o mínimo de risco. Se houver alguma alteração, o paciente deverá ser tratado do problema antes da cirurgia.
4. Querer operar
Este é um dos aspectos mais importantes e por vezes demorado. Para decidir-se pela cirurgia bariatrica é fundamental que o paciente tenha acesso a todas as informações relacionadas com a operação que pretende se submeter assim como o pós operatório imediato e tardio. Para isto ele conta com este site, com as reuniões (que são realizadas no Centro de Convenções do Edifício número 1 da Av. Rio Branco, na Praça Mauá, no centro da Cidade do Rio de Janeiro) e com a ida ao consultório onde qualquer dúvida que persistir deverá ser esclarecida.
O tempo aqui é variável, com alguns decidindo-se mais rápidamente que outros. Lembre-se que todas as dúvidas devem ser esclarecidas antes da decisão de operar.
5. Casa de Saúde e Equipe Médica
É preciso que o paciente possa ser operado pela equipe médica (geralmente 3 cirurgiões, 2 anestesistas e uma instrumentadora) em Hospital que esteja aparelhado para o tratamento de pessoas com obesidade mórbida.

PRÉ-OPERATÓRIO DA CIRURGIA BARIÁTRICA

Como já vimos, todo o esforço é feito para que a operação seja um grande sucesso. Este é o objetivo da equipe médica e do paciente. Para tal temos que ter informações precisas sobre o estado de saúde do paciente antes da operação. Por isso muitos exames são realizados e só depois dos resultados conhecidos e da correção de qualquer anormalidade encontrada é que podemos decidir sobre a cirurgia bariatrica. Os exames normalmente solicitados estão listados abaixo com uma pequena explicação do porque da sua realização.

Exames pré-operatórios de rotina:
1. Parecer do endocrinologista
Embora sejam raras, existem doenças que podem levar a obesidade cuja correção não é feita através das operações propostas acima. Alguns pacientes podem ter, por exemplo, um tumor na glândula supra-renal que leva a obesidade. Neste caso a operação proposta tem que ser a retirada do tumor para que o paciente fique curado da doença e também da obesidade. Assim um estudo das glândulas endócrinas tem que ser realizado antes da decisão cirúrgica.
2. Parecer do psiquiatra
Existem distúrbios psiquiátricos que podem contra-indicar a cirurgia bariátrica. Tomemos como exemplo um paciente que sofra de uma doença chamada compulsão alimentar que faz com que o paciente, mesmo sem fome, coma uma quantidade exagerada de alimentos. Certamente que este distúrbio tem que ser tratado antes da operação, uma vez que após a cirurgia não será possível a ingestão desta quantidade de alimentos.
O conhecimento do perfil psicológico do paciente é fundamental para ajudá-lo durante a internação e no pós-operatório.
3. Parecer do ginecologista
O conhecimento da situação ginecológica prévia a operação é fundamental. Qualquer infecção deve ser tratada e se existir doenças que necessitem cirurgia como miomas uterinos que provoquem sangramentos deveremos ter conhecimento para podermos decidir se as cirurgias devem ser feitas separadamente e em que ocasião.
4. Parecer do pneumologista (provas de função pulmonar)
A pessoa com obesidade tem que fazer um esforço maior para respirar, um pulmão sem restrições é muito importante principalmente no pós-operatório imediato. Algumas pessoas têm que fazer exercícios respiratórios antes da operação.
5. Parecer do cardiologista (eletrocardiograma + ecocardiograma + risco cirúrgico)
A necessidade do conhecimento do estado funcional do coração é evidente. Além disto o cardiologista calcula o risco da cirurgia proposta para aquele paciente.
6. Rx de tórax - PA e Perfil
Este exame é importante para se detectar alguma doença pulmonar e estudar o tamanho do coração.
7. Ultrassonografia abdominal e pélvica
A presença de pedras na vesícula é mais comum no paciente obeso, caso isto se confirme a retirada da vesícula deverá ser feita no momento da cirurgia para cura da obesidade. Outras anormalidades também podem ser reveladas por este exame.
8. Endoscopia digestiva alta
A maior parte das cirurgias propostas inclui a diminuição e até mesmo o isolamento de parte do estômago do trânsito alimentar. Qualquer anormalidade deve ser tratada antes da operação.
9. Exames de sangue, urina e fezes
Através destes exames nós poderemos detectar doenças como por exemplo diabetes, anemia, insuficiência renal, aumento de triglicerídios, colesterol etc...é fundamental para tratar antes da operação e para podermos comparar os benefícios da cirurgia bariatrica através de exames posteriores.

PÓS-OPERATÓRIO DA CIRURGIA BARIÁTRICA

O pós-operatório da colocação da banda gástrica ajustável é o mais simples. O paciente ao sair do centro cirúrgico volta para o quarto, permanece com soro e aceitando a alimentação líquida, pode ter alta no dia seguinte da operação.
No caso da operação de Capella-Fobi (outro tipo de cirurgia bariatrica), ao sair do centro cirúrgico o paciente é encaminhado para um local onde possa ser acompanhado por médicos e enfermeiros. Em alguns hospitais é a unidade de recuperação pós-operatória e em outros o CTI. Neste primeiro dia o paciente permanece com soro e sem receber alimentação pela boca. No dia seguinte recebe alta para o quarto, permanece com soro e inicia dieta líquida. Já está sem a sonda na bexiga, andando e indo ao banheiro, uma vez que a movimentação fora do leito é muito importante para a recuperação. No dia seguinte, tendo aceitado bem a dieta líquida, já fica sem soro. No dia seguinte o paciente tem alta hospitalar, completando 3 dias de internação.
Devemos lembrar que a medicina não é uma ciência exata e o que está descrito acima vai ocorrer com a grande maioria dos pacientes. No entanto, alguns podem ter que permanecer mais dias internados e outros podem ter alta mais cedo.
A dor pós-operatória normalmente é de muito pouca intensidade uma vez que é feita uma analgesia peri-dural que praticamente impede dor nas primeiras 24 horas. A dor após este período é de menor intensidade e é resolvida com administração de analgésicos.

TIPOS DE CIRURGIA BARIÁTRICA

As operações para a cura da obesidade mórbida (cirurgia bariátrica) existem desde a década de 1950. Quando nos alimentamos, a comida cai inicialmente no estômago e em seguida passa por cerca de 5 metros de intestino delgado antes de atingir o intestino grosso. Logo no início do intestino delgado (no duodeno) o alimento se mistura com o suco pancreático e a digestão se processa permitindo que o alimento entre para o nosso corpo. O alimento é incorporado em nosso corpo durante a passagem pelo intestino delgado. As primeiras operações faziam uma ligação do início do intestino delgado com a porção final do mesmo, impedindo que o alimento ingerido passasse e fosse absorvido pelos 5 metros de intestino delgado. Estas cirurgias, apesar de proporcionarem grande emagrecimento, levavam à desnutrição grave e, por isto, foram abandonadas até que as pesquisas mostrassem um caminho mais seguro para estes pacientes. Hoje, a cirurgia para cura da obesidade mórbida é apresentada na imprensa e discutida entre os médicos em congressos porque nos últimos anos, cirurgias eficazes surgiram, propiciando um emagrecimento com saúde. Hoje são reconhecidos 3 tipos de operações:
1. Cirurgias desabsortivas
Cirurgias bariátricas que fundamentalmente provocam o emagrecimento impedindo que os alimentos passem por todo o intestino delgado (local em que os alimentos são absorvidos, penetrando em nosso corpo). São o resultado da evolução daquelas primeiras cirurgias já descritas e são chamadas de desabsortivas. A mais conhecida é a operação de Scopinaro (médico italiano que idealizou e propaga esta operação). Uma parte do estômago também é retirada, no entanto, não há grande diminuição da ingestão de alimentos. Outra operação também desabsortiva é o resultado de uma mudança na operação de Scopinaro com uma retirada do estômago de forma diferente e é conhecida como Duodenal Switch.

2. Cirurgias gastrorestritivas

Cirurgias bariátricas que provocam o emagrecimento por diminuir o tamanho do estômago, fazendo com que o paciente coma menos. São por isso chamadas de gastrorestritivas. A mais conhecida é a Banda Gástrica Ajustável. Esta operação consiste em se colocar uma banda envolvendo o estômago e fazendo com que o alimento ingerido fique inicialmente parado em uma pequena parte do estômago propiciando a sensação de saciedade, o que faz a pessoa sentir-se satisfeita e sem fome após ter comido bem pouco. A banda é chamada de ajustável porque através de um dispositivo, fixado acima da musculatura da barriga e embaixo da gordura, podemos apertar ou alargar esta banda conforme a necessidade. Para isso injetamos um líquido através deste dispositivo. Ultimamente foi aprovada um novo tipo de cirurgia que transforma o estômago em um tubo.Na verdade é a parte referente ao estômago da cirurgia de Duodenal Switch. É conhecida como gastroplastia vertical tubular. Ao retirar parte do estômago, também retira o fundo gástrico, onde é produzido um hormônio chamado Grelina. A ausência deste hormônio diminui a fome e melhora a diabetes.

3. Cirurgias mistas

Cirurgias bariátricas que provocam o emagrecimento diminuindo o estômago e também impedindo que haja absorção por pequena parte do intestino delgado. São por isso chamadas de mistas. A mais conhecida é a operação de Capella-Fobi, uma homenagem aos dois cirurgiões que a idealizaram. Esta tem sido a operação mais usada no Brasil porque apresenta, em geral, um emagrecimento mais efetivo que a Banda Gástrica Ajustável e uma desnutrição menor que a operação de Scopinaro. Com esta cirurgia o alimento passa, apenas, por uma parte pequena do estômago (embora nenhuma parte de estômago seja retirada do corpo) onde fica retido por um tempo, uma vez que a este nível é colocado um anel para diminuir a passagem. Podemos também não colocar o anel e realizarmos este estreitamento ao realizar a costura entre o novo estômago pequeno e o intestino (cirurgia de Higa). Isto impede que o alimento passe com facilidade, provocando sensação de saciedade, o que faz a pessoa sentir-se satisfeita e sem fome após ter comido bem pouco. Em seguida a comida passa para o intestino delgado, mas por 1,20m não consegue entrar no corpo porque ainda não sofreu a ação do suco pancreático (digestão). Após 1,20m o alimento vai entrar em contato com o suco pancreático e a partir daí vai ser normalmente absorvida pelo organismo.


Fonte: www.cirurgiadeobesidade.med.br