sábado, 26 de março de 2011

Critérios para redução de estômago podem mudar


Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica quer incluir outras características além do IMC para definir quem pode fazer cirurgia

Obesidade: especialistas estudam incluir outros parâmetros além do IMC para decidir quem pode fazer a cirurgia

Atualmente, para se submeter à cirurgia de redução de estômago o obeso precisa ter um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 35 e apresentar doenças associadas como o diabetes ou a hipertensão ou um IMC superior a 40. Mas isso pode mudar em breve.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica quer que outros parâmetros também sejam levados em consideração na hora de optar pelo procedimento. “Queremos que o IMC não seja tão fundamental. Os jogadores de futebol americano têm índices elevados e nem por isso precisam ser operados, por exemplo. Nossa proposta é que, para fazer a cirurgia, o obeso apresente comorbidades ou uma circunferência abdominal elevada, além do índice de massa corporal alto”, afirma o presidente da entidade, Ricardo Cohen.

A proposta pretende “ampliar a visão do médico” e pode trazer mais flexibilidade nos critérios estipulados. Se a modificação for colocada em prática, os obesos precisariam corresponder a um dos três critérios (IMC ou doenças associadas ou circunferência abdominal elevada) em vez de um só (IMC). Os especialistas entendem como comorbidades doenças que vão de ovários policísticos, apneia e problemas nas articulações a hipertensão e diabetes.

Em fevereiro, o FDA (agência norte-america que regula medicamentos e alimentos) aprovou a utilização de uma banda gástrica para reduzir o estômago de alguns pacientes que estão apenas obesos e não na categoria obeso mórbido, como era exigido antes.

Segundo Cohen, as mudanças no protocolo estão sendo observadas pelo Conselho Federal de Medicina. “O que estamos buscando são parâmetros clínicos mais modernos para indicação da cirurgia bariátrica, dentre as opções que vem sendo discutidas pela sociedade médica internacional”, diz. Ainda não há previsão, mas a entidade vem lutando para que os novos parâmetros sejam adotados ainda este ano.

Fonte: IG

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sanduíches light e aperitivos


Fajita de frango com molho mexicano

Porções: 4

Ingredientes:
· 2 tomates médios sem pele e sem sementes picados
· 2 pimentas-malaguetas frescas picadas
· 1 cebola média picada
· folhas de 6 ramos de salsinha
· 2 colheres (sopa) de suco de limão
· 2 colheres (sopa) de vinagre
· sal a gosto
· 2 filés de frango sem pele
· 1 dente de alho picado finamente
· 2 colheres (sopa) de molho inglês
· 1 colher (sopa) de molho de pimenta
· 1 colher (sopa) de azeite de oliva
· 1 pimentão verde pequeno cortado em tiras finas
· 1 pimentão vermelho pequeno cortado em tiras finas
· 12 folhas de alface lisa
· sal a gosto
· 4 massas prontas para tortillas

Modo de preparo:
Recheio: coloque os filés de frango numa tigela e tempere com o alho, o molho inglês, o molho de pimenta e o sal. Cubra com filme plástico e deixe tomar gosto por 1 hora na geladeira. Aqueça o azeite numa frigideira antiaderente e grelhe os filés de frango. Retire os filés, desfie e reserve. Na mesma frigideira, refogue os pimentões até ficarem macios. Retire do fogo, misture o frango e acerte o sal. Molho mexicano: bata no liquidificador o tomate, a pimenta, a cebola, a salsinha, o suco de limão, o vinagre e o sal, até obter um molho homogêneo. Aqueça a massa das tortillas numa frigideira antiaderente, disponha um pouco do recheio e as folhas de alface. Dobre ao meio e sirva com o molho.

Calorias: 245 cal

Beirute de peito de peru

Ingredientes:
· 2 1/2 fatias (50g) de ricota
· 1/2 cenoura ralada
· 1 tomate picado finamente
· 3 folhas de alface
· 5 fatias de peito de peru defumado picado
· 1 pão sírio integral
· sal e orégano a gosto

Modo de preparo:
Misture a ricota, a cenoura ralada, o tomate picado e o peito de peru. Tempere com orégano e sal. Corte o pão sírio integral e disponha o recheio. Fica ótimo frio ou quente.
Calorias: 32 cal

Hot dog light

Ingredientes:
· 1 salsicha de frango
· 1 pão francês ou pão careca salgado
· ½ colher (chá) de maionese light
· ½ colher (chá) de mostarda
· 1 colher (chá) de catchup light
· 1 folha de alface

Modo de preparo
Leve uma panela com água para ferver. Acrescente a salsicha e deixe cozinhar por 4 minutos. Enquanto a salsinha cozinha, corte o pão ao meio e retire todo o miolo. Faça um molho com a mostarda, a maionese e o catchup. Mexa com uma colher. Retire a salsicha da água, coloque dentro de uma fatia de pão e jogue o molho por cima. Cubra com a alface e a outra fatia de pão. Sirva a seguir.
Calorias: 214 cal

Aperitivo de tomate com queijo light

Ingredientes:
· 8 tomates cereja
· 40 g de queijo minas
· folhas de manjericão
· palitos de dente

Modo de preparo
Lave os tomates sob água corrente. Corte o queijo minas em fatias de, no máximo, 0,5 cm de espessura. Lave as folhas de manjericão sob água corrente. Espete cada um dos ingredientes com um palito e sirva a seguir.
Calorias: 19 cal/ unidade

Fonte: On diet

quarta-feira, 23 de março de 2011

12 passos para uma menopausa saudável


Especialista dá dicas para enfrentar essa fase com proatividade e mais autoestima

Menopausa: preparo físico e mental ajudam a enfrentar esta fase por vezes difícil na vida da mulher
Uma atitude positiva e um pouco de planejamento pode ajudar as mulheres a liderarem melhor com a menopausa.
A preparação deve iniciar quando a mulher começa a experimentar os primeiros sintomas da menopausa – condição caracterizada pela cessação da menstruação na mulher.

“Conhecido como perimenopausa, esse estágio anterior à menopausa inicia por volta dos 40 anos, mas pode começar mais cedo, até mesmo na terceira década de vida”, explica Karen Deighan, professora de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Gottlieb Memorial, da Universidade de Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos.

“Sempre digo às minhas pacientes entrando em menopausa que elas não devem se limitar a simplesmente deixar essa transição acontecer. Digo a elas para serem proativas em relação à própria saúde e para trilhar todos os passos necessários para minimizar os efeitos colaterais da menopausa entes que eles apareçam”.

A especialista dá algumas dicas:

1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. “É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.”

2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.

3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.

4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.

5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.

6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.

7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.

8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.

9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.

10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis.

11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.

12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.

Fonte: Ig

Procure uma nutricionista para ter uma orientação personalizada. Isto fará a maior diferença nesta fase.

Meditação e relaxamento ajudam a aliviar calores da menopausa


Meditação e relaxamento ajudam a aliviar calores da menopausa
Estudo revela que incômodos típicos do período podem ser amenizados com o auxílio dessa prática
Meditação pode ser aliada na redução dos sintomas da menopausa
Mulheres que sofrem com intensas ondas de calor na menopausa disseram que tiveram a qualidade de vida aprimorada depois de tomar aulas de meditação, é o que mostra um novo estudo.

As descobertas também sugerem que este tipo de aula poderia ajudar a melhorar a qualidade do sono, o estresse e a ansiedade durante a menopausa.

Em 2002, o estudo americano da Iniciativa Pela Saúde da Mulher constatou que a terapia hormonal usada para aliviar os sintomas da menopausa aumentava os riscos de AVC e de câncer de ovário.

Desde então, as mulheres acometidas por ondas de calor e sudorese noturna durante a menopausa ficaram com poucas alternativas de tratamento.

Existe uma vasta gama de atitudes em relação às ondas de calor e à forma como elas podem ser tratadas”, disse Ellen Freeman, especialista em menopausa da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, em entrevista à Reuters Health.

“Existem inúmeras mulheres que não querem tomar hormônios... e muito menos, outros medicamentos. Por outro lado, elas podem ser bem receptivas à prática de meditação e relaxamento”, disse Freeman, que não participou do estudo.

Mulheres acometidas por ondas de calor intensas e frequentes costumam também reclamar de ansiedade e estresse relacionados aos sintomas, além de apresentarem dificuldade para dormir. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts queriam avaliar a eficácia da meditação para aliviar estes sintomas da menopausa.

Participaram do estudo 110 mulheres que sofriam pelo menos cinco ondas diárias de calor. Elas foram aleatoriamente dividas em dois grupos. O primeiro frequentou aulas semanais de meditação com 2,5 horas de duração com foco na consciência corporal, meditação e alongamento. Este grupo também recebeu CDs para realizar as atividades individuais diárias nos dias sem aulas. O grupo controle não frequentou as aulas de meditação durante o estudo, com duração de oito semanas.

No início do estudo, as mulheres apresentavam diariamente uma média de oito ondas de calor e três episódios de sudorese noturna, sentindo “moderadamente” ou “extremamente” incomodadas pelos sintomas, de acordo com as respostas dos questionários. Elas também relataram dificuldades para dormir, apresentando índices de ansiedade e estresse considerados acima do normal para pessoas saudáveis.

Ao final do programa de meditação, as mulheres apresentavam níveis mais baixos de estresse e ansiedade, não sendo mais consideradas fora da média normal para tais sintomas. Elas também estavam dormindo melhor, observando uma melhora na qualidade de vida, e se sentiam menos incomodadas pelas ondas de calor – melhora observada mesmo três meses após o final do programa. Nesta fase, as mulheres se sentiam entre “levemente” e “moderadamente” incomodadas pelas ondas de calor.

Os dois grupos apresentaram melhoras na intensidade das ondas de calor, mas as mulheres que frequentavam as aulas de meditação não apresentaram mais melhoras do que as do grupo controle, de acordo com o estudo, publicado no periódico americano Menopause. No final do programa, não foram observadas diferenças entre os dois grupos quanto à frequência das ondas de calor.

Segundo os autores, o estudo sugere que as aulas podem ser mais eficazes para ajudar as mulheres a lidar com as ondas de calor do que para se livrar por completo destes sintomas. O programa apresenta a possibilidade para as mulheres que sofrem com as ondas de calor e não querem tomar antidepressivos ou outros medicamentos de venda controlada, disse Freeman.

Freeman e James Carmody, autor do estudo, concordam que pode ser mais fácil tomar um comprimido diariamente do que passar horas em aulas de relaxamento. Carmody disse à Reuters Health que o empecilho deste tipo de programa é o investimento de tempo necessário, o que o torna impossível para muitas mulheres.

Ele diz: “Gostaríamos de observar se um programa mais curto apresenta efeitos semelhantes. Algo que torne o tratamento mais acessível às mulheres”.

Fonte: IG

segunda-feira, 21 de março de 2011

25% das crianças sofrem de falta de sono

Dormir pouco afeta crescimento e rendimento escolar.
Saiba porque seu filho deve dormir bem – e aprenda como ensiná-lo a fazer isso desde o berço.
As crianças precisam de disciplina para ir bem na escola e ter uma alimentação saudável – todos sabem disso. Mas poucos pais dão a devida atenção ao sono. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação Mundial de Medicina do Sono (WASM, na sigla em inglês), 25% das crianças dormem menos do que deveriam. Problemas nesta área podem afetar tanto o rendimento escolar quanto a alimentação. E não são só estes os malefícios da falta de horas bem dormidas: de acordo com Rosa Hasan, coordenadora do Departamento de Sono da Academia Brasileira de Neurologia, a criança que dorme menos que o ideal pode sofrer até mesmo um déficit de crescimento. “O hormônio de crescimento é liberado durante o sono, então este é um assunto que deve ser levado a sério”, explica.

À medida que envelhecemos, é comum dormirmos menos, sem causar impacto no rendimento das atividades do dia a dia. Mas durante a infância e adolescência, o sono é mais importante. De acordo com um estudo realizado pela renomada Universidade de Harvard e publicado na revista norte-americana Time, crianças de seis meses a três anos que dormem menos de 12 horas por dia têm o dobro de chances de ter sobrepeso já aos três anos de idade, se comparados aos que dormem tempo suficiente – incluindo cochilos.

Conforme a criança cresce, os problemas mudam de foco. A psicóloga Alice Gregory, da Universidade de Londres, na Inglaterra, acompanhou 2.076 crianças durante 14 anos, dos quatro aos 16 anos de idade. As que dormiam menos de dez horas por dia estavam mais propícias a sofrer de altos níveis de ansiedade, depressão e agressão. E a conta das horas de sono perdidas era cobrada mais tarde: dos 18 aos 32 anos. Por isso cabe aos pais criar bons hábitos de sono em seus filhos desde pequenos.

A missão começa por ensiná-los a dormir sozinhos. Dormir com os pais é inadequado até porque pode acabar atrapalhando a vida conjugal. Mas não só isso garante um sono de qualidade. De acordo com a neuropediatra Márcia Pradella, coordenadora do setor de crianças e adolescentes do Instituto do Sono da Unifesp, a criança começa a conciliar o sono no período noturno entre o terceiro e quinto mês de vida, quando começa a produzir a melatonina. O hormônio avisa ao organismo que chegou a hora de dormir. A partir deste momento, os pais já podem criar um ritual para a hora do sono.

Quando as crianças ainda estão no período da amamentação e a mãe amamenta antes de dormir, pode-se colocar o bebê no berço e cantar sempre uma mesma musiquinha enquanto ele está pegando no sono. “Já por volta dos seis ou oito meses, ela pode ter também um amiguinho de dormir. Pode ser um bichinho ou um cobertorzinho”, sugere Márcia. “Isso vai acalmar a criança durante o sono”, completa.

O ritual de dormir deve durar de 15 a 30 minutos, no máximo. “Os pais podem e devem sair do quarto, quer a criança tenha dormido ou não”, diz a neuropediatra. Assim, ela aprende a pegar no sono por si mesma. Quando estiver por volta dos sete ou oito anos, ela pode fazer o ritual sozinha, acompanhada de um livrinho, por exemplo. “Mas o mais importante é manter horários regulares”, afirma.

Quando a criança é pequena, a recomendação é colocá-la na cama por volta das 20 horas. Durante a idade escolar, o horário sobe para as 21 horas. Como as crianças têm necessidade de dormir bastante, as regras estabelecidas devem ser seguidas à risca. Estabelecer a rotina nem sempre será um mar de rosas. Mas, se o filho fizer birra na hora de dormir, os pais devem insistir. “É preciso encorajar a criança a dormir sozinha”, diz Rosa.

Para um bom período de sono, o ambiente deve corresponder. Pijama confortável, ambiente com menos iluminação e distância de telefones, televisores e computadores são recomendados.

E, para saber se os pequenos estão dormindo bem, os pais devem reparar em possíveis alterações de humor e comportamento. “Se a criança anda briguenta, emburrada, com olheiras, vive de boca aberta, então quer dizer que o sono dela não está bom”, aponta Márcia. Saber se ela está ou não acompanhando os coleguinhas da escola nos estudos é essencial.

Distúrbios do sono mais sérios, como o sonambulismo, o terror noturno e a enurese infantil, podem atrapalhar a qualidade do descanso. Se estes problemas existirem, é preciso procurar um especialista. Na área do sono, os ponteiros da família devem estar bem ajustados. De acordo com a coordenadora do Departamento de Sono da Academia Brasileira de Neurologia, tanto o excesso como a falta dele trazem muito mais males do que se imagina. “Quem dorme mal, vive menos”, afirma Rosa.

Fonte: IG

A criança que não dorme bem e fica ansiosa, come mal e isto prejudica seu desenvolvimento. Umas comem demais e outras de menos. Pais, fiquem atentos ao sono de seus filhos e procurem ajuda médica neste caso.Quanto mais cedo procurarem ajuda mais fácil será o tratamento.

Patrícia Brigagão Mendes

domingo, 20 de março de 2011

Água de coco é um excelente hidratante natural

Além de refrescante, saborosa e leve, a água de coco é dublê do soro fisiológico - tão doce que nem parece remedinho caseiro. E por ser um super hidratante natural, tem papel importante na recuperação de infecções urinárias e gástricas.

“Ela não mata bactérias, mas é um soro fisiológico natural, tem alta quantidade de sódio, potássio e outros sais minerais. É um hidratante natural para o corpo e ajuda a eliminar resíduos durante um período de infecção", diz Beatriz Botequio, nutricionista da clinica de Nutrição Equilíbrio, em São Paulo.

Junto com banana, carne, laranja, leite e vegetais crus, a água de coco compõe o grupo dos alimentos campeões em potássio. A presença de sais abastece de água as células no organismo. Tal função, denominada cientificamente de hidroeletrolitíca, é indispensável para contração e relaxamento muscular – o que ajuda a evitar cãibras e lesões - além contribuir para a elasticidade da parede das artérias.

Mas embora seja mais hidratante do que a própria água, o líquido presente no coco é calórico e deve ser consumido com moderação. Uma dose diária de 500 miligramas, o equivalente a um copo e 50 calorias, dá conta do recado positivo, sem sobrecarregar a dieta.

Quando associada a outra fruta, a água de coco aglutina nutrientes e valores nutricionais, e dá um balde de água nas fibras, o que eleva o benefício desses alimentos. "Substituir a água pelo líquido do coco é uma boa dica para compor um refresco saudável e diferente", pontua Beatriz.

Para quem malha e quer variar o cardápio pós-treino, a água de coco funciona como uma ótima fonte de carboidrato. Se for combinada com um alimento fonte de proteína também contribui para o ganho de massa muscular, explica a especialista.

Os valores positivos da água de coco, porém, não se aplicam ao coco proveniente da fruta. Beatriz explica que o consumo desse alimento aquece debates entre os profissionais da área.

Sabe-se que a polpa do coco é rica em gordura saturada, que é a grande vilã da saúde, principalmente do coração. Entretanto, há especialistas que defendam a presença de ácidos graxos essenciais, ou seja, gorduras boas, fontes de energia para o organismo. "Sem consenso, vale respeitar a recomendação médica e moderar na hora de abrir o coco na praia e comer a parte mais suculenta da fruta", indica a nutricionista.

Fonte: IG

sexta-feira, 18 de março de 2011

Os perigos das dietas das musas

Saiba por que você não deve seguir a dieta daquela famosa super magra
A atriz Jeniffer Aniston, embora em boa forma, teria apelado para as papinhas de bebê
Aquela que nunca desejou ter o corpo igual ao de uma celebridade, que atire a primeira pedra. Consideradas padrões de beleza, famosas em todo o mundo passam fome e apostam em dietas – no mínimo, excêntricas – para manter as gordurinhas longe das câmeras.

Ela nega, mas para encarar uma nova personagem no filme “Just Go With It”, em que contracena com Adam Sandler e Nicole Kidman, a atriz Jennifer Aniston teria passado uma semana a base de papinhas de nenê. A dieta teria sido receitada pela personal trainer da atriz, Tracy Anderson. Em entrevista ao jornal inglês Daily Mail, Tracy afirmou que a atriz consumia 14 potinhos por dia e perdeu três quilos fazendo isso.

Pode parecer prático e inofensivo, mas a restrição de nutrientes deixa nutricionistas preocupadas com essa prática.

“A papinha é para neném, nunca vai atender as necessidades de um adulto de lipídios, vitaminas, minerais”, afirma Natália Dourado, da Nutricêutica, consultoria de nutrição em São Paulo. A carência de substâncias primordiais para o bom funcionamento do organismo tem as mesmas conseqüências da desnutrição: o corpo vai perdendo tônus muscular, a pessoa se sente fraca, fica com a imunidade baixa e mais suscetível a infecções. Em alguns casos pode até desenvolver anemia.

“As papinhas foram desenvolvidas como uma forma de transição entre o aleitamento materno e os alimentos que exigem mastigação. O adulto deve mastigar para sentir-se saciado”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, do Ambulatório de Saúde do Adolescente do Hospital das Clínicas de São Paulo e diretora da clínica DNA Nutri.

E se a alimentação de Jeniffer Aniston parece estranha, o que dizer da dieta adotada pela top model internacional Naomi Campbell. Em entrevista à Oprah Winfrey, a modelo afirmou que, quando precisa perder alguns quilinhos, passa dias tomando água, suco de limão, uma colher de pimenta vermelha e xarope de bordo (também conhecido como xarope de Acer). E só.

Não é preciso ser médico para perceber que seguir um “cardápio” como esse pode trazer sérios riscos à saúde. “Dietas restritivas podem provocar um grave desequilíbrio metabólico, o que pode exigir um esforço extra do organismo para manter funcionais órgãos vitais como coração, pulmão e o cérebro. Para se ter uma idéia, o cérebro necessita de 130 gramas diárias de glicose para poder sobreviver”, diz Elaine. Além disso, dietas como essa podem desencadear transtornos alimentares como anorexia nervosa, completa a nutricionista.

Comunidades

No site de relacionamentos Orkut, não é difícil encontrar depoimentos de quem adota o tal “menu” para emagrecer. E tem até comunidades como “Eu faço dietas malucas”, “Master Cleanse”, “Já fiz loucuras para emagrecer”, em que – em geral, garotas – de todo o País compartilham suas experiências com as mais diferentes dietas.
Fonte: Ig

Hormônio da gravidez é usado para emagrecer


Mulheres combinam dieta de 500 calorias com injeções diárias da medicação. Órgão norte-americano questiona eficácia do tratamento
Perda de peso é acentuada com o hormônio da gravidez
Um novo tratamento para emagrecer tem sido feito nos Estados Unidos com injeções diárias do hormônio da gravidez, o hCG. Originalmente usado contra infertilidade, a medicação agora promete perdas de até 500g de gordura por dia.

O resultado é alcançado por mulheres que se submetem a uma dieta bastante de restritiva, de apenas 500 kcal por dia, número até cinco vezes menor que o recomendado para manutenção do peso.

Além da perda ser expressiva, ela também é bem direcionada. O emagrecimento atinge braços, pernas e cintura, regiões em evidência no corpo feminino, nas quais o prejuízo estético e de saúde pode ser maior.

Apesar do aparente sucesso, e da procura elevada em clínicas médicas, o procedimento ainda carece de estudos e comprovação científica. “Essa indicação das injeções é off label, ou seja, não está na bula”, conta Mário Cavagna, diretor da secretaria de reprodução humana da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

A hipótese mais comentada por médicos norte-americanos sugere uma relação entre hormônio e sensação de saciedade. As mulheres passariam a suportar melhor a fome, apesar da dieta muito restritiva.

Alguns especialistas afirmam ainda que o hormônio consiga enganar o corpo da mulher, elevando o metabolismo e fazendo a perda de gordura acontecer mais rapidamente, como se ela estivesse grávida. Isso sem prejuízo à massa muscular.

“O hormônio induz a ovulação, por isso a mulher em tratamento para engravidar recebe a injeção”, explica Cavagna. Mas a medicação é ministrada em dose única, bem diferente das aplicações diárias no tratamento para emagrecer.

O resultado disso pode ser danoso ao organismo. Há risco da menstruação cessar e até de infertilidade. “Mas como não existem estudos, não dá para saber ao certo o impacto do medicamento”, alerta o médico.

Alto custo

Apesar dos riscos e da falta de comprovação científica, o tratamento tem encontrado mulheres dispostas a pagar US$ 1 mil por mês para emagrecer. O custo é destinado às ampolas com hormônio, seringas para aplicação diária e consulta médica mensal.

O sucesso do tratamento já despertou a atenção do FDA, órgão que regula a venda de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos. A agência alerta para a falta de evidência científica do método e afirma que recebeu relato de uma paciente vítima de embolia pulmonar após receber as injeções.

O hormônio também poderia estar ligado a outros efeitos colaterais, como depressão, coágulos e aumento do volume das mamas.
Fonte: Ig

Todo cuidado é pouco com estas novidades. "As pacientes devem esperar maiores estudos que comprovem a eficácia deste tratamento para não sofrerem com efeitos colaterais ainda não conhecidos", afirma Patrícia Brigagão Mendes ( nutricionista).

terça-feira, 15 de março de 2011

Mulheres devem se prevenir contra osteoporose desde cedo


Para chegar à maturidade saudável, cuidados devem começar ainda na adolescência, com a adoção de bons hábitos diários
Estilo de vida saudável e alimentação rica em cálcio na juventude previnem osteoporose na maturidade

Existem muitos mitos em torno da osteoporose. Associar a doença única e exclusivamente à terceira idade é um deles. Isso faz com que muitas mulheres jovens menosprezem cuidados que podem preveni-la. Realmente o problema compromete a saúde das idosas: as estatísticas apontam para 1/3 das mulheres entre 60 e 70 anos de idade e 2/3 entre aquelas com 80 anos ou mais. Mas as jovens não podem ficar de fora da prevenção já que aos 35 anos a população feminina já começa a perder massa óssea.

No mundo, cerca 1,7 milhão de fraturas no quadril são atribuídas à osteoporose a cada ano. Calcula-se que este número chegue a 6,3 milhões em 2050. Metade das mulheres com osteoporose terá fraturas e cerca de 25% das que tiverem o fêmur quebrado vão morrer após um ano.

No Brasil, dados do IBGE apontam que cerca de um milhão de mulheres poderão ficar inválidas e pelo menos 200 mil irão morrer vítimas da osteoporose, nos próximos anos, se a doença não for combatida. Estas estimativas colocam a doença como uma das principais causas de morte entre a população feminina no país.

Mata tanto quanto câncer

“A partir dos 60 anos, fraturas de fêmur podem levar à mortalidade em torno de 40%. É uma estatística próxima à de mortes por câncer de mama e infarto”, diz a reumatologista Maria Cecília Anauate, do Hospital Santa Paula, de São Paulo.

Para combater esses assustadores números, os especialistas recomendam a adoção de medidas simples, desde cedo. ”A prevenção da osteoporose deve iniciar ainda na adolescência. As meninas precisam de um estilo de vida saudável, com alimentação rica em cálcio, atividade física – de preferência de impacto, como a corrida - e exposição regular ao sol, entre 7 e 10 horas da manhã e ao final da tarde”, explica a reumatologista.

Mulheres que não fazem um aporte suficiente de cálcio na infância e adolescência costumam entrar na zona de risco para fratura óssea mais cedo. De acordo com a médica, poucas ingerem de fato uma quantidade diária de cálcio próxima ao ideal para proteger os ossos.

“Perto dos 15 anos, as meninas já adquiriram cerca de 90% do seu pico de massa óssea. A partir dos 35 anos a mulher começa a perder massa óssea e esse processo é acentuado ainda mais depois dos 45 anos. Algumas perdem entre 10% e 15% nos primeiros oito anos após a menopausa”, afirma Maria Cecília Anauate.

Estudos recentes mostram que a ingestão diária de cálcio por adolescentes deveria ser 1300 mg/dia. Para se ter uma ideia, um copo de leite, 200 gramas de iogurte e 50 gramas de queijo contêm cada um cerca de 300 mg de cálcio. Alimentos ricos em cálcio - como iogurte, sardinha, pescada e manjuba - também são boas opções.

Vale lembrar que os principais fatores de risco da osteoporose são hereditariedade, raça, sexo e idade, além da baixa ingestão de cálcio, fumo, álcool, sedentarismo e estresse.

Fonte: IG

domingo, 13 de março de 2011

Alimentos contra a espinha


Dicas para adolescentes:

Pesquisas apontam que uma alimentação certa e saudável pode ajudar em 80% no combate e na prevenção de espinhas. Alguns médicos diziam que as espinhas não tinham relação nenhuma com a alimentação, mas segundo pesquisas recentes, há sim e muito.

O alto consumo de açucares aumenta a aparição das tão temidas espinhas. A insulina, produzida pelos pâncreas, interfere em outras substâncias, inclusive aquelas ligadas ao aparecimento da acne. Por isso deve se evitar o exagero no consumo de doces e gorduras.

Alimentos ricos em vitamina A, como o tomate, pêssego e cenoura são ótimos contra as espinhas. Já a vitamina C pode ser encontrada em abundância nas frutas cítricas, que também auxilia no combate a acne.

Fonte:Dicas. net

Receitas Mineiras de Bolo


Receitas de Bolo de Fubá

Estas receitas são deliciosas! Não são light e nem diet. Experimentem!!!!

1) Bolo de Fubá Cremoso

Ingredientes:
4 copos de leite
5 ovos
2 copos de fubá
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento
½ copo de óleo
½ copo de farinho de trigo
queijo ralado e côco ralado á gosto
açúcar- 2 xícaras de chá

Bater tudo no liquidificador. Coloque em forma untada.Dá uma forma média.

2) Bolo de milho

Ingredientes:
3 latas de milho
2 xíc. De leite
2 xícaras de açúcar
1 col. De sopa de margarina
1 pitada de sal
1 col. De sob. De fermento

Bater tudo no liquidificador, coloque em forma untada e asse no forno.
Dá um tabuleiro pequeno.

Fonte: Patrícia Brigagão Mendes - Receitas do Hotel Termópolis ( São Sebastião do Paraíso )

Obesas têm mais risco de ter câncer de mama agressivo


Já é sabido que a obesidade aumenta o risco de câncer relacionado ao estrogênio em mulheres na pós-menopausa.

Agora novas pesquisas sugerem que existe uma ligação entre a obesidade pós-menopausa e um tipo especialmente agressivo de câncer de mama que não depende do estrogênio para se desenvolver.

Em um novo estudo baseado no Índice de Massa Corporal (IMC) – medida calculada a partir do peso e da altura de um indivíduo – as mulheres com IMCs mais altos tiveram um aumento de 35% no risco de desenvolver um tipo agressivo de câncer de mama conhecido como triplo-negativo, disse Amanda Phipps, pós-doutoranda do Fred Hutchinson Cancer Research Center, de Seattle, médica que liderou o estudo.

Brasil: As campeãs de câncer de mama

A equipe de pesquisa constatou que elas também apresentaram um aumento de 39% no risco de desenvolver outros tipos de câncer de mama.

O câncer de mama triplo-negativo é caracterizado por uma falta de estrogênio, progesterona e expressão da proteína HER2 – daí o seu nome. Especialistas afirmam que somente de 10 a 20% dos casos de câncer de mama são do tipo triplo-negativo, mas as perspectivas são ruins devido à agressividade da doença e à carência de tratamentos específicos.

“A novidade no estudo é a constatação sobre o tipo triplo-negativo. Mesmo que as descobertas demandem pesquisas complementares, elas já são razão suficiente para repetirmos a mensagem de que manter um peso saudável é crucial com a idade”, disse ela.

Para o estudo, publicado no dia 1 de março na revista médica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, os pesquisadores avaliaram dados de 155.723 mulheres inscritas na Women’s Health Initiative – estudo em grande escala sobre mulheres na pós-menopausa iniciado em 1993. O câncer, as doenças cardíacas e a osteoporose foram analisados no estudo, com duração de 15 anos.

Os participantes tinham entre 50 e 79 anos e relataram seus hábitos de exercícios físicos, peso e altura – cada um teve então seu IMC calculado. Durante a fase de acompanhamento do estudo, que durou uma média de 7,9 anos, um total de 2.610 mulheres desenvolveu tumores nas mamas com receptor de estrógeno positivo, enquanto que 307 mulheres desenvolveram o câncer de mama triplo-negativo.

As mulheres foram divididas em quatro grupos, do mais baixo ao mais alto índice de massa corporal. Aquelas do grupo mais alto apresentavam IMC acima de 31 – sendo que 30 já caracteriza a obesidade.
A associação entre o câncer de mama triplo-negativo e a obesidade foi o que os cientistas chamam de significância estatística limítrofe. Para Phipps, porém, isso provavelmente aconteceu devido ao número relativamente baixo de casos estudados.

Os pesquisadores também descobriram uma pequena ligação entre o aumento de atividade física e a redução do risco dos dois tipos de câncer, sugerindo – mas, não comprovando – que o aumento de exercícios possivelmente modera os riscos destes tipos de câncer na mulher.

Ao avaliar os riscos relacionados à obesidade, Phipps e seus colegas levaram em conta fatores como idade, nível de instrução, renda, histórico familiar e etnia.

A já conhecida ligação entre a obesidade e os tipos de câncer de mama estrógeno-positivo foi atribuída à maior exposição ao estrógeno no tecido adiposo. Após a menopausa, grande parte do estrógeno da mulher é proveniente do tecido adiposo. “Quando mais gordura, maior a exposição ao estrógeno”, disse Phipps.

Ela explica, porém, que os tipos de câncer triplo-negativo não respondem aos hormônios. “O fato de observarmos uma associação tão semelhante entre estes dois subtipos e a obesidade nos diz que talvez não seja apenas o efeito hormonal da obesidade que leve ao risco”, disse Phipps.

As razões exatas ainda são desconhecidas, mas Phipps diz que a obesidade aumenta sinais de inflamações, níveis de insulina e fatores de crescimento semelhantes à insulina. “Tudo isso poderia contribuir para o crescimento de tumores nas mamas”, disse ela.

“O estudo confirma que a obesidade e o risco de câncer não são apenas mais um problema do estrógeno”, disse a Dra. Joanne Mortimer, diretora do programa de câncer da mulher do City of Hope Comprehensive Cancer Center, na Califórnia, que revisou o estudo, mas não participou do mesmo.

“Não se trata apenas do problema do estrógeno alimentar as células cancerígenas”, ela diz.

Na opinião da especialista, pode ser que as células adiposas criem um ambiente condutor parao crescimento de células de câncer de mama, que vai além do efeito do estrógeno.

“Eu acho que as pessoas presumem que a gordura é inerte. Pesquisadores, porém, vêm descobrindo que as células adiposas fazem mais do que ocupar espaço”, ela complementou.

* Por Kathleen Doheny

Fonte: IG

domingo, 6 de março de 2011

Receitas light para o verão


Frozen de Açaí, Morango e água de côco

Ingredientes
• 10 morangos
• 1/2 copo (100 ml) de água de coco
• 1 col. (sopa) de adoçante culinário
• 1 polpa de açaí congelada
Modo de preparo
Bata o morango no liquidificador com a água de coco e o adoçante até formar um creme. Acrescente o açaí e bata rapidamente. Divida em duas taças e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 5 minutos
Rende: 2 taças
Calorias por taça: 93

Gelado de manga

Ingredientes
• 1 pote (200 ml) de iogurte natural desnatado
• 1 col. (sopa) de adoçante culinário
• 1 sachê de gelatina em pó sem sabor
• 1 manga pequena cortada em cubos (reserve 2 tiras para decorar)
• Folhas de hortelã (para decorar)
Modo de preparo
Bata o iogurte no liquidificador com o adoçante e a gelatina diluída de acordo com as instruções da embalagem. Monte a sobremesa em duas taça: coloque uma camada do creme de iogurte, a manga picada e outra camada do creme. Leve à geladeira por 3 horas ou até que o creme fique consistente. Decore com as tiras de manga e a hortelã. Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 10 minutos
Rende: 2 tacas
Calorias por taça: 100

Gelado de frutas vermelhas

Ingredientes
• 1 1/4 pote (250 ml) de iogurte light de morango
• 3 col. (sopa) de framboesa congelada
• 8 morangos
• 1 col. (sopa) de adoçante culinário
• 1 col. (sobremesa) de suco de limão
• 2 bolas médias de sorvete de morango light

Modo de preparo
Deixe o iogurte no freezer por alguns minutos ou até começar a congelar. Numa panela, coloque as frutas, o adoçante e o suco de limão. Leve ao fogo baixo, mexendo até formar uma geleia. Espere esfriar. Monte a sobremesa em duas taças: coloque camadas intercaladas de geleia e iogurte. Finalize com uma bola de sorvete. Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 30 minutos
Rende: 2 taças
Calorias por taça: 124

Fonte: Boa Forma

quarta-feira, 2 de março de 2011

As vilãs da mulher moderna

Hipertensão, obesidade e sedentarismo crescem juntos na rotina feminina. Saiba sair da mira do trio.

Em cima do salto alto, a mulher brasileira tenta equilibrar três características que não deveriam caminhar em sincronia. Isoladas, a hipertensão, a obesidade e a inatividade física já aumentariam o risco à saúde feminina, mas o retrato nacional evidencia que estes fatores de risco crescem juntos, ano após ano, sendo responsáveis pelo contorno contemporâneo dos cromossomos X.

Cada casa decimal avançada por estes vilões do bem-estar, aproxima as mulheres de uma lista extensa de outros problemas, entre eles os temidos câncer de mama, infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC). O sexo feminino pode estar mais forte do ponto de vista econômico, mas a saúde, mostra monitoramento do Ministério da Saúde, ficou mais vulnerável às doenças crônicas.

Na mira do trio hipertensão, obesidade e sedentarismo, as mulheres não estão sozinhas. Apesar da epidemia afetar os dois gêneros – conheça os três inimigos do homem –, na fatura delas a cobrança pelo crescimento destes fatores de risco tende a ser mais abrangente, analisam os especialistas.

Por terem conquistado o mercado de trabalho e aumentado a carga horária trabalhista, as mulheres também são responsabilizadas pelos filhos estarem mais gordos e os maridos precisarem recorrer com mais frequência ao fast food – já que o jantar não os espera mais posto à mesa. Para todos – e por que não culpá-las por isso também? – o tempo ficou mais curto e não sobram horas extras para fazer exercícios físicos.

A empresária Neiva faz ckeck-ups anuais e diz que o cuidado com a saúde é fundamental para o sucesso com a carreira
“A nova postura feminina trouxe um fardo pesado de carregar”, reconhece a psicóloga especializada em obesidade e síndrome metabólica do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), Marlene Monteiro da Silva. “Para sobressair e não parecer frágil, as mulheres acreditaram ser preciso anular o papel do homem. Em vez de dividir, acumulamos funções e obrigações, entre elas a de ser a melhor mãe, a mais competente profissional e ainda ter um corpão perfeito.”

Este peso sobre os ombros repercutiu nos ponteiros da balança. Hoje 56,3% das brasileiras têm quilos a mais do que o saudável preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados nacionais apontam que 89% da população feminina com mais de 18 anos não praticam atividades físicas e quase 28% delas convivem com a hipertensão.

Uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz entrevistou 1.819 mulheres do Rio de Janeiro e mostrou que todos estes fatores de risco estão de mãos dadas com o estresse profissional.

O objetivo inicial do estudo era apurar a relação entre trabalho e hipertensão feminina. Os resultados, no entanto, evidenciaram ligações em teia com a obesidade, sedentarismo e outros hábitos não saudáveis da mulher moderna.

A médica e secretária de estado de SP, Linamara Batistela, conseguiu ficar longe do sedentarismo, obesidade e hipertensão. "Subo escada e almoço em casa."
As entrevistadas tinham que classificar o perfil do trabalho que realizam. Eram duas opções: pouca demanda psicológica ou muita demanda psicológica. Esta última opção, já comprovadamente mais danosa e influente na pressão arterial, refere-se àqueles serviços em que as mulheres teriam pouca possibilidade de controle, ou seja, não tinham suas opiniões respeitadas, pouco espaço para sugerir mudanças e para definir diretrizes.

Este perfil de serviço foi assinalado por 21% das participantes. Curiosamente, além das hipertensas estarem em maior número neste grupo, também foi significativamente maior a presença – em diferença estatística de quase duas vezes – aquelas que não praticavam nenhuma atividade física, as que consumiam álcool de forma moderada ou alta, as fumantes e as com sobrepeso.

A doutora em saúde pública e a autora da pesquisa sobre hipertensão, Márcia Guimarães de Mello Alves, afirma que apesar dos achados de seu estudo não terem encontrado uma relação de causa e consequência bem definida, sua opinião pessoal é de que não é o trabalho que contribuiu para o aumento da pressão alta feminina e, sim, as dificuldades que as mulheres encontram para se inserir e se manter neste mercado de trabalho. Ela usa a sua experiência para explicar a avaliação.

“Do ponto de vista intelectual e profissional, almejei e consegui uma boa posição e que demandou muito desgaste físico, emocional, familiar. Nada foi de graça! Não me arrependo de nada, mas curiosamente, aos 40 anos, enquanto desenvolvia minha tese de doutorado (esta mesmo sobre hipertensão) passei a apresentar crises hipertensivas leves. Não deve ter sido à toa, né?”, diz ao justificar que apesar de estar no grupo das hipertensas, tem o privilégio de exercer a carreira que sonhou e tem apenas um filho (apesar de ter sonhado ter três).

O Delas entrevistou a empresária e advogada de Florianópolis, Neiva Kieling – que venceu o sedentarismo; a nutricionista Célia Maria Silva Amorim – que aprendeu a controlar a hipertensão, porém não consegue incluir as atividades físicas na rotina – e a médica, professora universitária e secretária de Estado Linamara Battistella que não está presente em nenhum dos três fatores de risco.

Para sair do alvo ou do sedentarismo, ou da hipertensão ou da obesidade, as receitas destas mulheres envolvem mais do que alimentação regrada ou uma rotina zen, duas condições tidas como impossíveis nos dias atuais porém escaladas para estarem nos próximos capítulos da mulher moderna.

“As projeções são otimistas, mas não haverá mudanças substanciais nos próximos dez anos”, acredita Linamara, que nocauteou o sedentarismo subindo lances de escada sempre com seu scarpin altíssimo .

“O que precisamos é de uma transformação geral de costumes, reinventar cardápios e quebrar alguns mitos, como fizemos com aquela história de que era chique fumar. Isso exige tempo”, completa a ela, ao reconhecer que o segredo vai muito além do que sua estratégia de “não comer pão para poder beliscar o chocolate” seu vício assumido.

Fonte: Ig do dia 02/02/2011