domingo, 27 de fevereiro de 2011

Dicas para o Carnaval


Para aguentar firme todos os dias de folia, o segredo está no planejamento. A alimentação deve ser leve, equilibrada e altamente nutritiva, sem sobrecarga digestiva para não causar desconforto. A recomendação geral é tomar muitos líquidos e fazer refeições leves, sem jamais deixar de comer.
Os carboidratos devem estar presentes nas alimentações nos dias anteriores ao Carnaval, para armazenar energia na forma de glicogênio, mas é bom evitar gorduras e açucares simples. Bomba de chocolate e sonho, portanto, não valem como opção. Pense em pães, massas, biscoitos integrais, frutas e vegetais, como cenoura e beterraba. E, acima de tudo, os carboidratos não podem ser 'cortados' para poupar calorias. Caso o objetivo seja não sair (muito) da dieta, são as gorduras e o álcool que devem ser consumidos com moderação.Quando o assunto é álcool, não é a forma de produção da bebida (destilada ou fermentada) que deve ser levada em consideração, mas sim o teor alcoólico. Muitas vezes uísque ou vodka misturados com refrigerante podem apresentar menor teor de álcool do que uma cerveja ou vinho. O cuidado passa por beber água ao longo da noite, e não permanecer em jejum.O álcool desidrata, portanto é importante beber água entre os copos de cerveja ou vodca para que isto não aconteça. De manhã nunca beba em jejum refrigerante que também causa desidratação. Nesta situação vai piorar. Tome sucos ou água de côco ou bebida isotônica.
Bebidas isotônicas também são ótimas, porque têm açúcar, reidratam, não têm gás e são saborosas. Sucos de frutas e água de coco são as melhores opções.Ao final das festas, a nutricionista aconselha o consumo de um chá de boldo para ajudar o fígado, órgão encarregado da sensação de ressaca. Pode ingeri-lo gelado com folhas de hortelã, ou suco de limão. O limão é bem-vindo em todas as bebidas do período: rico em vitamina C, que é um antioxidante e ajuda a combater os males causados pela folia. Ainda: laranja, acerola, kiwi, manga e tomate. Também é indicado comer uma castanha do Pará por dia. Rica em selênio, outro ótimo antioxidante, protege o organismo dos excessos. Mas apenas uma já é suficiente, pela alta concentração do mineral.
Já quando voltar, na quarta-feira de cinzas, caso o estômago esteja reclamando, a dica é tomar shakes com leite desnatado, sopas leves e saladas de frutas, mas se a ideia é repor as energias, a dica são os carboidratos outra vez.
Fonte : Assessoria

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Benefícios das frutas vermelhas


Elas têm nutrientes poderosos que previnem da gripe ao câncer

Quando pensamos em frutas vermelhas, logo nos vêem à cabeça frutas como framboesa, morango, amora e mirtilo e seus poderosos antioxidantes, que ajudam na prevenção de doenças.

Além, é claro, de render saborosas receitas! Porém, os antioxidantes presentes nelas não são a única vantagem dessas frutas - pelo contrário, elas fazem muito pela nossa saúde.


As frutas vermelhas têm um baixo teor de proteína e lipídeos, enquanto os níveis de carboidratos são bons, dando as frutas um sabor mais doce. Os teores de cálcio e fósforo são altos, tornando essas frutas uma ótima opção para o fortalecimento dos ossos.

Dentre as vitaminas, o carro chefe nutricional fica a cargo da vitamina C, principalmente no morango, que tem 70mg do nutriente a cada 100g, tornando essa uma alternativa àqueles que não gostam das frutas tipicamente relacionadas à vitamina C, como acerola.

Estas frutas também se caracterizam pela baixa quantidade de calorias, elevado teor de água e bom teor de fibras.

Já o seu o teor de ferro é baixo. Isso significa que as frutas vermelhas não são as melhores fontes para o tratamento da anemia e outras doenças envolvendo deficiência desse nutriente.

A atividade antioxidante proporcionada por essas frutas também nos protege contra os efeitos do envelhecimento, que estão associados aos radicais livres.

O envelhecimento também leva à fragilidade dos capilares sanguíneos, que estão associados à má circulação do sangue e às condições inflamatórias, como artrites.

As antocianinas, principal flavonóide dessas frutas, protegem os capilares dos danos causados pelos radicais livres e estimulam a formação do tecido saudável, possibilitando a formação de novos capilares sanguíneos.

Ação anticancerígena
Além dos flavonoides, a amora e a framboesa possuem uma substância chamada ácido elágico que, tem ação antimutagênica, inibindo o aparecimento de tumores câncerígenos.

As experiências têm mostrado que as antocianinas também induzem as células cancerígenas ao processo de autodestruição.

Melhoram a visão
O mirtilo e a framboesa carregam um nutriente da classe dos carotenoides chamado luteína, que ajuda a manter a boa visão. As antocianinas, junto com a luteína, também melhoram as funções visuais.

Relaxando as artérias
E mais uma vez os créditos vão para os flavonoides. Eles podem afetar o processo de contração dos músculos, diminuindo a contração arterial causada pela epinefrina (hormônio do estresse).

Dessa forma, eles proporcionam o relaxamento das artérias, regulando a pressão sanguínea e auxiliando na redução de doenças cardiovasculares.

Flora Intestinal
Dentre as fibras presentes nas frutas vermelhas podemos destacar as pectinas. Essa substância tem o poder de regular o peristaltismo intestinal, auxiliando os músculos digestivos a trabalharem melhor e maximizando a absorção de vitaminas hidrossolúveis pelo nosso organismo. Entre essas vitaminas estão as C, B1, B2, B6 e B12.

Estimulam a memória
Um estudo realizado pelo Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia, constatou que a fisetina, flavonoide presente nessas frutinhas, em especial no morango, estimula área do cérebro responsável pela memória de longo prazo e o protege de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer e a esclerose múltipla.

Segundo os pesquisadores, a fisetina induz a maturação das células neurais, evitando que elas morram e auxiliando a fixação de novas conexões entre elas.

Com isso, a atividade cerebral não é afetada pela morte natural de células nervosas e a memória é estimulada com maior eficiência.

Controlam a hipertensão
Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition comprovou que a antocianina presente nessa turma é capaz de oferecer proteção contra hipertensão.

A equipe de cientistas estudou 134 mil mulheres e 47 mil homens durante um período de 14 anos. Nenhum dos participantes tinha hipertensão no início do estudo.

A incidência de hipertensão nos indivíduos durante esse período de 14 anos foi, então, relacionada ao consumo de flavonoides diferentes de diversos alimentos (frutas diversas, chás, legumes).

Quando os pesquisadores analisaram a relação entre o indivíduo, sua fonte de flavonoides e a incidência de hipertensão, eles descobriram que aqueles que comeram pelo menos uma porção das frutas por semana reduziram o risco de desenvolver a doença em 10%.

Inclua essas frutinhas na dieta
Todas essas frutas podem utilizadas como ingrediente para uma infinidade de receitas, desde bebidas até geleias e tortas. Porém, para aproveitar o máximo delas, o ideal é que sejam ingeridas "in natura".

Quanto à ingestão da fruta in natura, não há contra indicações a não ser nos casos de intolerância ou alergia. Inclusive, para que o efeito dos flavonoides seja plenamente efetivo, as frutas vermelhas devem ser ingeridas diariamente.

Experimente colocar estas frutas deliciosas na sua dieta diária e colha suas vantagens!

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Evoluir para crescer, perder ou definir


Evoluir para crescer, perder ou definir
Cada objetivo requer um treino específico. Saiba como potencializar a sua atividade física e impedir que ela caia na rotina

Recomendação dos profissionais é que o treino seja modificado a cada dois meses
Na matemática do exercício, independente do objetivo, é sempre preciso somar ou multiplicar. Manter o mesmo ritmo, sem exigir evolução do próprio corpo, além de não dar resultados visíveis, reduz os ganhos à saúde.

O momento certo de elevar a carga na musculação, mudar o treino, potencializar a caminhada na esteira ou começar a correr, entretanto, está diretamente relacionado à dedicação do aluno e ao objetivo: aumentar a massa muscular, definir ou emagrecer.

O foco estabelece diretrizes para que os professores proponham um cronograma de exercícios específicos. Metas e prazos de validades, quando respeitados, fazem com que os ganhos sejam rápidos e contínuos.

Em média, o treino de musculação não deve ultrapassar dois meses, defende Xande Negão, personal trainer de musas da televisão como a atriz Flávia Alessandra e a dançarina, Gracyanne Barbosa. “Cada pessoa responde de uma maneira diferente. Quem malha três vezes por semana, em menos de dois meses sentirá necessidade de mudança. Quando o aluno tem disciplina, evolui rápido." O treino regular é uma das dicas do personal para conquistar um corpão igual ao de celebridades.

Embora não exista uma receita universal que garanta o corpo perfeito, seja ele musculoso, definido ou magro, entender como o organismo reage, conforme os estímulos propostos pelos profissionais de educação física, pode potencializar o treino. Com a ajuda da professora Paula Motondon, da academia Competition, em São Paulo, listamos conhecimentos básicos que professores e alunos devem ter para garantir bons resultados.

Para aumentar os músculos

Com um treino bem feito, dedicação, frequência - e genética favorável -, é possível exibir trícepis rasgados ou coxas saradas como as da apresentadora Sabrina Sato. “Não é impossível crescer, mas é importante treinar todo dia, com apenas um dia de descanso”, revela Paula.

Para esses alunos, é recomendável estabelecer um treino divido por grupos musculares. É preciso investir na intensidade, velocidade e respeitar o tempo de descanso entre as séries.

A hipertrofia exige um intervalo entre as repetições que deve durar um minuto. “Sessenta segundos são suficientes para que o músculo se recupere e seja estimulado novamente. Respeitar esse tempo ajuda a ganhar massa”, pontua a especialista.

A execução perfeita do movimento também é a garantia dos resultados. Segundo Paula, é preciso que aluno e professor respeitem o limite do corpo. O exercício precisa ser puxado, mas a carga não pode impedir que seja executado completamente. “Se o corpo não está aguentando um determinado peso, é importante reduzir. Exigir além do limite, além de aumentar o risco de lesão, não surtirá efeito na frente do espelho, garante a instrutora.

Como a intensidade é elevada, o corpo leva tempo para se acostumar. Esse tipo de treino deve durar, em média, cinco a seis semanas. Depois desse tempo, vale elevar a carga aos poucos, ou trocar a grade de exercícios por outros que imponham uma dificuldade maior. “Nesse prazo, o corpo não acostuma com o estímulo e tem resposta constante.”

Paula ainda endossa que a alimentação adequada potencializa os resultados. Uma dieta mais rica em proteína e carboidratos após o treino ajuda no ganho de massa muscular. Cabe ao nutricionista estabelecer uma dieta compatível com o objetivo da atividade física.

Para definir

O corpo definido, no senso comum, é magro, porém, forte. A estratégia, tanto para magros quanto para aqueles que perderam bastante peso e desejam esculpir o corpo, é a mesma. O treino pode ser feito com super-séries. Nelas, o aluno deve fazer dois exercícios para um mesmo grupo muscular sem descanso, o equivalente a 20 repetições (10 de cada), feitas em dois tipos de aparelhos.

Para quem está perdendo peso, é fundamental associar exercícios aeróbicos com a musculação, garante a professora de educação física. “A capa de gordura nas pessoas obesas ou com sobrepeso esconde a musculatura. Quando o emagrecimento é feito juntamente com um trabalho muscular, a gordura vai embora e o músculo começa a aparecer.”

Nesses casos, porém, vale alertar que a balança não será o medidor correto da eficácia do treino. Ao trocar gordura por massa, o corpo é estimulado, mas o ponteiro da balança pode minimizar os resultados. “O termômetro deve ser visual, sentido através das roupas, que certamente ficaram menos apertadas, mais confortáveis.” O prazo de validade desse tipo de treino é de cinco a seis semanas.

Para emagrecer

Queimar gorduras em larga escala pressupõe uma dobradinha entre exercícios aeróbicos e musculação. Paula explica que, para esse grupo de alunos, é interessante elaborar um circuito que intercale uma atividade de alto gasto calórico e trabalho cardiovascular, como a corrida, bike ou aula de ginástica, com os aparelhos de musculação.

O treino deve ser diário, com folga de apenas um dia, e 60 minutos de duração. Para quem não tem tanta disponibilidade, é possível equalizar a freqüência com a duração das séries. Exercícios intensos, durante uma hora e meia, três vezes por semana, também garantem a queima rápida de gordura e ganhos efeitivos.

Inicialmente, a atividade aeróbica deve ocupar a maior parte da grade. O ideal é começar, após o alongamento, com três exercícios de musculação de grupos musculares variados. São três séries de15 ou 20 repetições. O tempo de descanso entre as repetições é mais curto, deve durar 30 segundos no máximo.

Em seguida, o aluno deve fazer de três a cinco minutos de corrida ou bike. Esse circuito deve ser repetido três vezes. No final, o massacre: 60 minutos intensos de uma esteira, bike ou aula de ginástica.

“Essa metodologia é mais dinâmica e estimulante. Todos os alunos saem da academia exaustos. O circuito aumenta o gasto calórico, o batimento cardíaco fica elevado e potencializa o treino.” Para Amanda Alves Costa, professora da Cia Athletica e do CEU Uirapuru, de São Paulo, aliar as duas atividades é uma excelente estratégia para o consumo de oxigênio subir e turbinar o treino.

Os alunos com sobrepeso ou obesos precisam de acompanhamento nutricional. O resultado do treino só será sentido na pele se a balança energética estiver equilibrada, ou seja, se o gasto for maior do que é consumido. “Equilíbrio entre atividade física, descanso e dieta é fundamental.”

Como a intensidade é alta, a validade desses treinos é mais curta. Paula recomenda que a série seja modificada após seis a dez sessões, o equivalente a três semanas.

Seguir as recomendações dos professores garante o sucesso e a aderência ao treino. Para o professor de educação física Alen Brandizzi, técnico esportivo de corrida e triatlo da Treine Certo Assessoria Esportiva, de Vitória (ES), os alunos que seguem orientações de um instrutor ou até programas de treino continuam firme mesmo depois de terminada a primeira planilha.

Fonte: IG

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Dieta da Moda, quais os danos para a saúde?

O ideal seria existir uma fórmula mágica, capaz de emagrecer qualquer ser humano do dia para a noite. Mas, no lugar dela, o que existem são dietas da moda, com promessas de resultados rápidos.

Muitas funcionam razoavelmente bem porque são bastante restritivas. O problema é que além de restringirem calorias, elas privam a pessoa de nutrientes fundamentais ao organismo. O resultado pode ser bem grave como osteoporose, fragilidade imunológica, anemia e doenças cardíacas.

Para piorar, essa conta só é cobrada muito tarde. A pessoa primeiro curte seu corpo mais magro, mais em forma. “Podem passar meses ou até anos antes de algum sintoma aparecer”, afirma o médico Durval Riba Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

Ele admite que as dietas da moda, também chamadas de dietas populares, podem representar um incentivo para a pessoa começar a perder peso. “Mas ninguém aguenta isso por muito tempo”, afirma.

Riba Filho cita um estudo alemão, de 2001, no qual a taxa de abandono destas dietas chega a 100% após dois anos. Então, a pessoa volta a engordar e pode adotar outra dieta restritiva para reverter o processo. É um efeito sanfona, que vai acumulando danos ao organismo.

Doença

“A obesidade não é vista como doença, por isso não é tratada como tal”, afirma o médico. Ele sugere uma postura de constante prevenção, especialmente se a pessoa tiver alguma predisposição genética.

“O trabalho deve começar na gestação. Se a mãe ganhar mais de 25 quilos, ela dá mais adiposidade ao feto”, alerta. No decorrer da vida, o médico explica que é importante nunca abandonar a combinação exercícios regulares com alimentação saudável.

O valor calórico das refeições varia de acordo com a necessidade de cada pessoa ou de cada momento na vida da pessoa. Esse valor pode reduzir ou aumentar, depende do que for preciso, emagrecer ou apenas manter o peso. Mas tudo é feito considerando um equilíbrio nutricional para que não falte nada importante, que vá fazer falta depois.

“Acompanhamento e orientação nutricional são importantes. É como um treino, a pessoa precisa de incentivo para continuar”, diz o nutrólogo.

Principais deficiências

A falta de nutrientes é chamada pelos médicos de fome oculta. Significa que a pessoa não sente fome, pois está saciada pela ingestão de alimentos pobres em nutrientes, mas o organismo sente “fome”, devido à falta de substâncias importantes.

“Sem ferro na alimentação a pessoa pode ter anemia”, alerta o médico. O nutriente é encontrado em carnes vermelhas, principalmente no fígado. Entre os vegetais, há ferro nos de cor verde-escura, como agrião, couve e cheiro-verde. Existe ferro também no feijão, no grão-de-bico, na ervilha e na lentilha.

O médico ainda alerta para a falta de cálcio, presente no leite e em seus derivados, que pode causar osteopenia ou osteoporose, especialmente em mulheres. A doença deixa os ossos fracos e quebradiços, o que representa um problema incapacitante na terceira idade por agravar as consequências das quedas.

Outro nutriente que costuma faltar em dietas sem orientação é o selênio. Ele é importante para o fortalecimento do sistema imunológico. Sem ele, a pessoa se torna mais vulnerável a doenças oportunistas e pode ter dores musculares com mais facilidade. A maior fonte de selênio é a castanha-do-pará, seguida por salmão, farelo de trigo, ostras, semente de girassol, camarão, milho, arroz, alho, cogumelo e amêndoa.

O médico afirma ainda que é importante ter boas fontes de magnésio na alimentação pela saúde do coração. “Ele ajuda a metabolizar enzimas relacionadas à frequência cardíaca”, diz o especialista. O magnésio pode ser encontrado no farelo de trigo, no leite e nas carnes. O potássio é importante também para coração e músculos, ele pode ser encontrado em frutas como abacaxi, banana e abacate.

O efeito sanfona em pessoas que fazem dietas restritivas demais, com deficiência de nutrientes, combina os danos da falta de nutrientes com os do excesso de peso. Um potencializa o outro.

“Por isso insistimos na educação alimentar”, afirma o médico.

Fonte: IG

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dossiê: bebidas não alcoólicas

As vantagens e desvantagens de saborear algumas das bebidas mais presentes no dia a dia
Dê preferência aos sucos naturais, mais ricos em vitaminas
Não tem conversa: a água é, de longe, o líquido mais saudável para consumir. “Não há substituto à altura dela. Trata-se do solvente universal do corpo humano, responsável por umedecer os tecidos, regular a produção de calor e transportar nutrientes e resíduos. Assim, bebidas que contêm outras substâncias só tendem a aumentar a necessidade de tomar água”, confirma a nutricionista Neila Wendling, do Conselho Regional de Nutricionistas da 8ª Região – Paraná (PR).

Mas, infelizmente, nem todo mundo consegue se contentar apenas com esse refresco. Por isso, o iG Saúde foi atrás de informações sobre outros tipos de bebidas que lotam as prateleiras dos supermercados e, de alguma forma, acabam entrando na rotina alimentar. Conhecendo mais sobre cada uma, é possível fazer escolhas melhores e mais saudáveis na hora de matar a sede. Saiba mais sobre chá, suco de frutas, refrigerante, águas saborizadas e levemente gaseificadas, água de coco, bebidas isotônicas, leite de vaca, leite de soja e café.

Suco de fruta

Assim como o chá, o melhor é apostar na versão natural, preparada com a fruta fresquinha. Opte por não colocar açúcar na bebida, já que isso aumenta bastante o valor calórico do refresco. Se não der para utilizar frutas in natura, uma boa é investir nas polpas congeladas, que mantêm o potencial nutritivo. Para aproveitar os benefícios dos ingredientes, sugere-se consumir a bebida logo após o preparo.

Para Amanda Buonavoglia, nutricionista Associação Paulista de Naturologia (Apanat), “sucos com polpas congeladas são interessantes para um lanche da tarde, principalmente se forem batidas com leite ou iogurte natural. Assim, além de refrescante, a bebida se torna fonte de cálcio”. Sucos especiais - desintoxicantes, energizantes, etc - podem garantem saúde e bem-estar.

Agora, se falta tempo para criar as próprias receitas, é bom saber que, apesar de mais práticas, as versões industrializadas são justamente as menos vantajosas do ponto de vista nutricional. Isso porque além de apresentar um teor bem reduzido de vitaminas e minerais reúnem boas doses de açúcar, aromatizantes e corantes artificiais. De qualquer forma, todas as opções oferecem calorias, portanto, nada de exageros!

Chá

De preferência, prepare-o com água fervente e ervas, pois assim é possível preservar o conteúdo de fitoquímicos – compostos orgânicos que agem sobre funções do organismo. É importante ressaltar que cada erva provoca um efeito e, por isso, seu consumo deve estar atrelado à necessidade de cada pessoa. Por exemplo: alguns chás são calmantes, como aqueles feitos com camomila, hortelã e melissa.

Outros são estimulantes, como os de ginseng e guaraná. Há também há os digestivos, tais como o de boldo-do-chile, sálvia e cravo-da-índia, e os famosos “emagrecedores”, como os chás verde, branco, preto e vermelho.

Apesar de existirem ervas que alegam tratar uma infinidade de problemas, deve-se ter em mente que o consumo exagerado pode comprometer o funcionamento saudável do organismo em vez de beneficiá-lo. Por outro lado, “se achar mais prático tomar a bebida industrializada, saiba que o teor de fitoterápicos é reduzido e o produto geralmente apresenta conservantes e flavorizantes artificiais”, lembra José Irineu Golbspan, médico nutrólogo de Porto Alegre (RS). Alguns chás são terapêuticos e ajudam a proteger a saúde.

Refrigerante

Que tal trocar o refrigerante por opções como o suco de frutas ou a água de coco?
Para os amantes dessa bebida, um aviso: não há nada de bom para falarmos sobre ela, já que seu conteúdo é formado basicamente por aditivos químicos e açúcar. “As versões diet, light ou zero também não oferecem vantagens, pois o açúcar somente é substituído por adoçantes artificiais, que são substâncias químicas de difícil eliminação pelo fígado”, avisa o especialista de Porto Alegre.

Quer mais motivos para excluir os refrigerantes da dieta? Aqui vão: eles estão relacionados ao aumento de peso, a maior risco de problemas cardiovasculares, à distensão abdominal e, como se não bastasse, podem favorecer o surgimento de cáries e a baixa densidade óssea (o ácido fosfórico presente no refrigerante do tipo cola é conhecido por retirar atrapalhar a absorção desse mineral). Se a tentação for maior e não der para evitar a bebida, o ideal é limitar bastante seu consumo (que tal uma vez na semana?).

Águas saborizadas e levemente gaseificadas

As águas saborizadas são bem similares aos sucos em pó em relação ao valor nutricional, apresentando teor reduzido de vitaminas e minerais e quantidades consideráveis de sódio e aditivos químicos. De acordo com Neila, do CRN-8, “a única indicação seria para pessoas que não conseguem tomar água pura. Ainda assim, devido à composição, o consumo deve ser limitado”.

Já as águas descritas como “levemente gaseificadas” são, na verdade, refrigerantes (basta ler o rótulo!). Quando comparadas às bebidas mencionadas no tópico acima, percebe-se que contêm menores quantidades de aditivos e açúcar. E só. Ou seja: não adianta investir nesse produto para substituir o refrigerante, ok? Afinal, ele também está longe de ser uma opção saudável.

Dica: Já pensou em fazer sua própria água saborizada? Pois então anote aí a dica da nutricionista da Apanat: em uma jarra de vidro cheia de água coloque algumas folhas de hortelã, meia maçã cortada em pedaços e uma rodela de gengibre.

Água de coco
Formada por água, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, magnésio e cloro, trata-se de uma bebida natural e muito saudável. Por ter um conteúdo similar aos fluidos do nosso corpo, é considerado um isotônico, excelente para reidratar o organismo – principalmente após atividades físicas intensas.

Por causa do índice glicêmico elevado, portadores de diabetes devem consumir a bebida com cautela. Apesar de não ser altamente calórica – um copo fornece cerca de 40 kcal e 10 gramas de carboidratos – a recomendação geral é que não haja abusos. Vale lembrar que as versões industrializadas podem conter aditivos e até glucose, mas, no final das contas, são muito mais benéficas do que os refrigerantes.

Bebidas isotônicas

Essas bebidas ganham esse nome quando carregam compostos que as tornam similares ao soro do nosso corpo. Por isso, só faz sentido consumi-las após atividades físicas intensas, que provocam a perda de uma grande quantidade de líquidos e sais minerais. Caso contrário, conta Amanda, podem facilitar o aparecimento de cálculos renais (as famosas “pedrinhas”) e prejudicar o rim.

“Também estão liberadas para ajudar em quadros de desidratação severa e diarreias”, completa a nutricionista.

Leite de vaca

Você sabe qual dos tipos de leite escolher?
É visto como uma bebida saudável, já que é fonte de cálcio, riboflavina, fósforo, magnésio, proteínas de alto valor biológico, ou seja, muito aproveitadas pelo organismo. O cálcio, claro, é o nutriente mais festejado do leite de vaca e seu consumo está relacionado à proteção dos ossos.

“No entanto, é preciso lembrar que há vários alimentos com mais cálcio do que o leite”, frisa Golbspan.
Entre os tipos A, B e C da bebida, é melhor ficar com o primeiro, que é produzido com o mínimo de contato manual e embalado ainda na fazenda. A versão desnatada, ao contrário da integral, tem valores reduzidos de colesterol, gordura saturada e calorias. O problema é que a ausência de lipídeos compromete um pouco o sabor. Sendo assim, Neila diz que uma boa alternativa é apostar no meio termo, ou seja, o leite semidesnatado.

Vale lembrar que o leite mais importante para a saúde do bebê é o humano. Portanto, a bebida produzida pela vaca só deve ser introduzida a partir do primeiro ano de idade, quando a criança já consegue digerir elementos mais complexos. No caso de pessoas intolerantes à lactose (açúcar do leite) ou alérgicas a alguma proteína do leite (como a caseína), é bom avaliar opções como leites de soja, cabra, arroz ou oleaginosas.

Leite de soja

É uma boa pedida para quem não pode ingerir lactose e caseína, dois componentes do leite de vaca que são altamente alergênicos. Porém, perde em relação ao conteúdo de cálcio. A boa notícia é que existem versões enriquecidas com esse nutriente.

Por ser isento de colesterol, pobre em gorduras saturadas e rico em fibras e isoflavonas (componentes que agem como o hormônio estrogênio, ainda que menos potentes), o leite de soja é indicado para quem tem histórico familiar de doença arterial coronariana, osteoporose e alguns tipos de câncer. Não se pode esquecer de que a proteína da soja é a única do tipo vegetal considerada de alto valor biológico (como a de ovos, leite de vaca ou carne) pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Café

Sua principal característica é a ação estimulante, causada por um de seus componentes, a cafeína. Para que ela não chegue a ser prejudicial, provocando ansiedade, insônia e indisposição gástrica, recomenda-se o consumo de aproximadamente duas xícaras de café forte ou quatro de café carioca.

Café tem vitaminas e dose certa de consumo
“Além da cafeína, a bebida também apresenta cálcio, ferro, zinco, aminoácidos e vitaminas”, diz Golbspan.

É importante mencionar que duas substâncias do café (chamadas cafestol e kahweol) têm sido estudadas por causa de sua relação com o aumento da pressão arterial e elevação de colesterol. “No entanto, o uso de filtro de papel seria capaz de reter esses componentes, evitando prejuízos à saúde cardíaca. O mesmo não ocorreria com o expresso”, conta a nutricionista do CRN-8.

Por outro lado, há fortes evidências de que, além de ser estimulante, a cafeína tem efeito antioxidante e protetor para algumas doenças, como a diabetes feminina, assim como outras substâncias encontradas na bebida (ácido clorogênico e compostos fenólicos são bons exemplos). Isso significa que ainda não há por que barrar o consumo do cafezinho. Mas tem que ser moderado!

“E, se possível, adoçado com mel. Se o sabor não agradar, utilize, sem exagero, adoçante à base de sucralose”, ensina o nutrólogo de Porto Alegre.

Fonte: Ig

A importância de um bom café da manhã para crianças

Dicas em nutrição infantil

Café da manhã – Obrigatório

Estudos mostram que as crianças que consomem o café da manhã ficam mais despertas e aprendem mais do que aquelas que não tem o hábito de se alimentar nas primeiras horas do dia. Pais: o exemplo é fundamental! Se você não se alimenta pela manhã, a chance de seu filho repetir este (mau) hábito é maior. E lembre-se: você também precisa do café da manhã.
Dicas para um café da manhã rápido e saudável:

• Cereais que podem ser adicionados ao leite ou iogurte;
• Queijo quente;
• Frutas;
• Salada de frutas;
• Iogurte;
• Vitamina de frutas;
• Biscoito com requeijão.

Flexibilidade – As crianças precisam consumir alimentos com maior freqüência. Geralmente 6 ou 7 refeições são necessárias. Sanduíches de queijo, sucos, frutas, pipoca e biscoitos simples (sem recheio) satisfazem e não tiram o apetite para as refeições principais.

Limites – As crianças precisam de alimentos saudáveis para um bom crescimento e desenvolvimento. Porém, não adianta muito proibir as guloseimas de forma radical já que as crianças em idade escolar acabam conseguindo balas, chocolates, pirulitos, salgados, refrigerantes e outras guloseimas na cantina ou com colegas. O melhor é ensinar através do exemplo que uma alimentação saudável é importante e saborosa. E tenha ocasionalmente estes alimentos apreciados pelas crianças (e adultos), em pequena quantidade. O importante é não usa-los como premiação e nem fazer de seu consumo uma festa. Todos os alimentos devem ser valorizados igualmente.


Outros benefícios do café da manhã

Estudos sugerem que o consumo regular do desjejum pode:

- reduzir o risco de obesidade e colesterol alto;
- diminuir a resistência à insulina (condição que aumenta o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares);
- aumentar o consumo de nutrientes essenciais;
- melhorar a memória.

Fonte: blog de Andreia Torres

Receitas para o Carnaval


Kinderpunsch (ponche alemão sem álcool)


Ingredientes

225 ml de água

150 g de açúcar

2 cravos

1 canela em pau

750 ml de suco de maçã

1 limão, cortado em rodelas

Modo de preparo
1. Em uma panela, com capacidade de 3 litros, coloque para ferver a água, o açúcar, o cravo e a canela.

2. Acrescente o suco de maçã e deixe no fogo para que aqueça, mas não deixe que ferva. Tire o cravo e a canela, transfira o líquido para uma jarra e acrescente o limão cortado em rodelas. Sirva quente.

Smoothie matinal

Ingredientes

2 bananas pequenas, cortadas em rodelas

150 g de morango congelado

225 g de iogurte desnatado sabor baunilha

175 ml de leite semi-desnatado


Modo de preparo
1. Em um liquidificador, bata o morango, a banana , o iogurte e o leite até que fiquem cremosos. Coloque em copos e sirva.

Churrasco de frango à moda jamaicana

Ingredientes

1 cebolinha picada

4 colheres (sopa) de suco de laranja

1 colher (sopa) de gengibre fresco picado

1 colher (sopa) de pimenta verde picado

1 colher (sopa) de suco de limão

1 colher (sopa) de molho de soja

1 dente de alho, picado ou amassado

1 colher (chá) de pimenta da Jamaica

1 / 4 colher (chá) de canela em pó

1 / 2 colher (chá) de cravo em pó

1 frango inteiro, cortado em pedaços

Modo de preparo

1. Misture a cebolinha, o suco de laranja, o gengibre, a pimenta, o suco de limão, o molho de soja, o alho, a pimenta da Jamaica, a canela e o cravo. Adicione a galinha, e deixe marinar por 8 horas.

2. Asse o frango na churrasqueira preaquecida em temperatura média.

3. Ferva a marinada que sobrou por 2 a 3 minutos e jogue-a sobre o frango pronto.

Fonte: All recipes

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Anvisa quer banir remédios para emagrecer

Anvisa quer banir remédios para emagrecer
Argumento da agência é de que benefícios destas drogas não superariam os ricos impostos ao usuário.
O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir de vez a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol).

A única droga para o tratamento da obesidade que continuará liberada será o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura.

Diante de estudos que apontam que o consumo de sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos, desde o ano passado a Anvisa impôs novas regras e endureceu os critérios de venda da droga. Ela deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, drogas que exigem receita especial.

A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e será publicada hoje no site da agência, junto com um parecer explicando os motivos. Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro.

"Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?", diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC).

Estudo

Os benefícios não superam os riscos. Esse é o principal argumento que a Anvisa pretende usar na próxima semana, durante audiência pública, para convencer a classe médica de que é melhor proibir de vez o uso de medicamentos usados para emagrecer. Segundo Dirceu Barbano, diretor da agência, o assunto vem sendo discutido desde o ano passado, quando a União Europeia baniu a sibutramina.

"Quase nenhum outro país tem sibutramina. As anfetaminas também estão diminuindo. E não há notícia de que isso piorou ou atrapalhou o tratamento da obesidade." Em 2009, foram vendidas no País 67,5 toneladas de sibutramina.

Segundo Barbano, a Anvisa fez um levantamento interno e concluiu que, por mais que o medicamento seja controlado e indicado apenas para pacientes com determinados perfis, não há evidências suficientes que demonstrem que a perda de peso supera os riscos cardíacos.

"A nossa proposta, sustentada por uma extensa pesquisa, é de retirada imediata desses produtos do mercado. A não ser que consigam nos demonstrar com dados consistentes que estamos errados e esses remédios são bons e seguros", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte; Ig

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Alimentação e nutrição: crianças saudáveis e pais contentes


Não precisa negar um refrigerante ou um salgadinho de vez em quando, mas manter as rédeas da alimentação dele é essencial
Hábitos saudáveis de alimentação vêm do berço
Videogame e fast food. Em outras palavras, sedentarismo e má alimentação. Desde que estes elementos entraram na vida das crianças e adolescentes, a preocupação dos pais com a nutrição dos filhos tornou-se mais justificada. Segundo o jornal britânico The Telegraph, uma recente pesquisa realizada pelo Programa Nacional de Medição Infantil do Reino Unido afirma que quase 25% das crianças entre quatro e cinco anos já estão acima do peso. Mas como é possível vencer este desafio?

Tim Straughan, chefe-executivo do Centro de Informações do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, disse ao jornal que estas estatísticas mostram que é preciso combater a obesidade infantil com maior intensidade, além de estimular a alimentação saudável e a atividade física entre as crianças, principalmente para reduzir problemas de saúde futuros. No Brasil, não deve ser diferente. Mas a preocupação com a nutrição e boa alimentação da criança não deve começar somente aos cinco anos: já nos primeiros dias de vida, a amamentação protege o bebê de muitos problemas. E persistir nela, caso pareça difícil no começo, vale a pena.

Mantida a fase do aleitamento materno exclusivo – de acordo com a OMS, ela deve ir até os seis meses de idade – e preocupando-se desde o princípio em evitar que as crianças sejam vítimas da obesidade, não há motivo para desespero. O iG Delas desvendou como uma papinha deve ser feita para alimentar o bebê da melhor maneira possível e, quando ele já estiver maiorzinho, como fazer com que ele crie gosto por verduras e legumes. Como em quase tudo na educação dos filhos, o exemplo e a persistência dos pais são a chave para conseguir o que para muitos parece impossível: ver a criança preferir uma maçã a um salgadinho.

Conforme ele cresce, torna-se mais difícil acompanhar de perto o que seu filho anda comendo por aí, na hora do recreio ou na casa de amiguinhos. Mesmo assim, é possível saber se ele está se alimentando bem com base no desenvolvimento físico e mental dele: há seis pontos essenciais a serem notados, do funcionamento regular do intestino à disposição para brincar . Afinal, com alimentação não se brinca – embora os pequenos possam se divertir (e aprender a se alimentar melhor) na cozinha.

Fonte: IG

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Um cardápio para cada etapa da vida

Investir em certos alimentos e ignorar outros é uma boa maneira de amenizar desconfortos em certos períodos.
Água é essencial em todas as fases, mas em alguns períodos mais do que em outros
Em algumas fases da vida, determinados grupos alimentares merecem destaque especial na dieta para manter a saúde em dia, enquanto outros devem ser jogados para escanteio. Isso acontece durante a gravidez, menopausa, andropausa, TPM e até quando a acne ou distúrbios da tireoide resolvem dar as caras. Confira, a seguir, como deve ficar o cardápio nesses momentos.

Acne

Trata-se de uma doença inflamatória crônica muito comum, principalmente na adolescência, quando o desequilíbrio hormonal provoca o crescimento da glândula sebácea, resultando em uma maior produção de sebo. Para a nutricionista Amanda Buonavoglia, da Associação Paulista de Naturologia (Apanat), quem tem o problema não pode vacilar na hidratação. “A água ajuda na eliminação de toxinas e mantém a pele hidratada”, diz.

Sobre a alimentação, ela afirma que o assunto gera muitas pesquisas científicas e ainda é muito controverso. Há quem acredite, por exemplo, que o consumo de gorduras pode favorecer o aumento de acne. Sendo assim, frituras, carnes gordurosas e muito chocolate deveriam aparecer raramente no cardápio. “Como ingerir gorduras em excesso faz mal à saúde, acredito que essa seja uma boa premissa a ser seguida”, avalia.

Outros trabalhos colocam os carboidratos na berlinda e recomendam, portanto, evitar itens cheios de farinha branca e açúcar. Por outro lado, na lista dos alimentos liberados entram folhas verdes, semente de linhaça, peixe, chá verde e aqueles vermelhos arroxeados. "O zinco e o ômega 3 presentes nesses alimentos são importantes anti-inflamatórios”, explica Daniela Jobst, nutricionista funcional de São Paulo (SP).

Para a dermatologista Isabel Martinez, também da capital paulista, são necessários mais estudos para afirmar quais mudanças na alimentação realmente interferem no desenvolvimento da acne. “Caso o próprio paciente perceba que certos alimentos estimulam o aparecimento de espinhas, deve diminuir sua ingestão”, aconselha.

Desconfortos da gestação

Muitos sintomas incômodos podem aparecer nessa fase e a alimentação pode ajudar a amenizá-los. Para combater a prisão de ventre, por exemplo, a ginecologista Isabel Corrêa, especialista em Reprodução Humana do Centro de Medicina Reprodutiva Huntington Perinatal, do Rio de Janeiro (RJ), indica o consumo de bastante água, fibras e frutas. “Especialmente ameixa e mamão”, ensina.

Na gravidez, aposte nas frutas para deixar azias e enjoos longe
Se o principal desconforto for o enjoo, a dica da nutricionista Daniela é incluir gengibre e hortelã em chás ou sucos. Já náuseas podem ser combatidas com água de coco e raspas de gengibre. Segundo ela, “a bebida é uma boa porque possui alto índice de minerais”. Para algumas grávidas o que atrapalha mesmo é a azia. “Experimente tomar um copo pequeno de água com gotas de limão durante as refeições. A fruta ajuda a regular a digestão”, sugere Amanda, da Apanat.

Alimentos muito gordurosos e/ou condimentados devem ficar de fora do prato, pois a digestão é mais lenta e há maior tendência de vir acompanhada de azia e refluxo. Legumes e verduras mal lavados e carne crua também devem entrar na listinha dos excluídos, já que oferecem o risco de transmitir doenças. “Pegue leve no sal, pois o condimento favorece a retenção hídrica e inchaços”, lembra a ginecologista Isabel.

Menopausa

Os sintomas da menopausa aparecem por volta dos 50 anos e podem deixar a mulher à beira de um ataque de nervos. Entre os mais famosos estão alterações no sono, humor e libido, ondas de calor, suores noturnos e diminuição da atenção e memória. Segundo a ginecologista da Huntington, não há estudos definitivos que indiquem a eficácia da alimentação no combate a esses sintomas. O que se sabe, no entanto, é que mulheres orientais não sofrem tanto no período. “Muitos dão os créditos ao estilo de vida e, principalmente, à alimentação rica em soja e peixes”, conta.

Brócolis e peixes formam um prato gostoso, saudável e que ajuda a combater os sintomas da menopausa
A soja é abastecida de fitoestrogênios, componentes que imitam a ação do hormônio estrogênio no corpo (é a ausência dele que causa as alterações do período). Por isso, acredita-se que uma dieta formada por alimentos cheios dessa substância pode trazer alívio à mulher na menopausa. Segundo Isabel, inhame, brócolis, couve-flor e chá de amora são boas apostas.

A dificuldade em absorver minerais, em especial o cálcio, também é uma realidade nessa fase, elevando os riscos de desenvolvimento da osteoporose – a doença deixa os ossos frágeis e mais suscetíveis a fraturas. Segundo Amanda, da Apanat, alimentos ricos em magnésio e cálcio podem ajudar na prevenção da doença. “Uma ótima dica é o suco de folhas verdes”, diz. Confira a receita:

• Bata no liquidificador 2 folhas de couve, 1 pedaço de pepino, 1 fruta (pode ser laranja sem casca e sementes ou maça com casca e sem semente), 1 pedaço de cenoura ou beterraba e 1 copo de água. Consuma esse suco pela manhã ou antes do jantar ou almoço.

Distúrbios da tireoide

Pequena glândula localizada no pescoço, a tireoide é responsável pela produção dos hormônios T3 e T4, que estimulam todos os órgãos de nosso corpo. Quando seu funcionamento é alterado e a liberação desses componentes é exagerada, o quadro recebe o nome de hipertireoidismo e é marcado por uma aceleração de todo o organismo. Por outro lado, se há uma diminuição na produção dos hormônios tireoidianos, a doença é chamada de hipotireoidismo e o corpo todo fica devagar.

Segundo Laura Ward, vice-presidente do departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), as recomendações gerais são as mesmas em ambos os casos: “deve-se evitar alimentos industrializados, pois eles apresentam desreguladores endócrinos. Já o sal deve ser consumido, mas com cautela: se por um lado o excesso de iodo presente no alimento pode causar a ruptura de células da tireoide, por outro sua ingestão é necessária para evitar o bócio”. O ideal, diz a médica, é não consumir mais de 1 grama por dia.

No caso do hipotireoidismo, a recomendação da nutricionista Daniela Jobst é apostar em alimentos que dão energia ao corpo, tais como chá verde, gengibre, canela, pimenta vermelha (principalmente a do tipo caiena), cafeína, casca de laranja, entre outros. Já para aqueles que sofrem de hipertireoidismo, Amanda Buonavoglia avisa que é bom não exagerar nesses alimentos capazes de estimular o organismo. “Experimente tomar um chá de camomila ou melissa para relaxar antes de dormir”, indica.

Vitalidade na andropausa

Assim como a mulher, o homem também passa por uma bagunça hormonal após os 40 anos de idade. Quando a queda de hormônios atinge um nível crítico, a situação é chamada andropausa, e os principais sintomas são queda de libido, perda de cabelo, diminuição da massa muscular, insônia, falhas na memória, alterações no humor e aumento no risco de doenças cardiovasculares, câncer de próstata e osteoporose.

De acordo com Ruth Clapauch, vice-presidente do departamento de endocrinologia feminina e andrologia da SBEM, a andropausa atinge 10% dos homens de 40 a 60 anos; 20% daqueles que têm entre 60 a 69 anos; 30% do grupo com 70 a 79 anos e 50% dos indivíduos com mais de 80 anos de idade.

A médica diz que não há recomendações alimentares específicas para essa fase. No entanto, a obesidade (especialmente a abdominal) leva a uma redução dos hormônios masculinos ativos. “Portanto, quem está acima do peso tem maior chance de chegar à andropausa”. Para não correr esse risco, Daniela Jobst diz que a recomendação principal é ficar de longe de alimentos ricos em colesterol e açúcar e dar preferência àqueles abastecidos com sais minerais e vitaminas (frutas, verduras e legumes).

Tensão pré-menstrual (TPM)

Quando ela aparece, dias antes da menstruação, a mulher apresenta sintomas que vão de cólicas, dor de cabeça e inchaço a mau humor e tristeza. Para tornar esse momento menos sofrido, algumas alterações no cardápio são bem vindas.

Para afastar a TPM, um pote de iogurte
Para aliviar a cólica, a nutricionista Vanessa Leite, de Porto Alegre (RS), sugere o consumo de alimentos fontes de cálcio – iogurte light, leite desnatado e queijo light podem entrar no menu. Quem sofre com o inchaço deve reduzir o consumo de sódio e dar preferência a alimentos ricos em água (frutas e vegetais), e àqueles que são cheios de minerais e fibras (vegetais verdes). “Fontes de ômega 3 também ajudam, pois se trata de um composto anti-inflamatório”, completa.

Se a dor de cabeça costuma incomodar muito, Vanessa recomenda trocar os carboidratos refinados (açúcar, doces e bolo, pão e arroz brancos) pelos integrais. Incluir a soja nas refeições também é considerado uma excelente pedida. “Ela ajuda a diminuir a cefaleia”, explica.

Já para aquelas que apresentam mudanças de humor, a dica é colocar muita vitamina B6 no prato, pois é uma precursora de um hormônio chamado serotonina – a queda brusca desse componente é a culpada pela irritação do período. Segundo Vanessa, a vitamina é encontrada em alimentos como grãos, banana, nozes, castanha-do-Pará e cereais integrais. “Um pouquinho de chocolate amargo também pode favorecer o humor”, completa, para a alegria da mulherada (e dos namorados, amigos, chefes, familiares...).

Fonte: IG

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Receita light deliciosa de abóbora


· Ingredientes
· meia abóbora japonesa média
· 1 colher (chá) de óleo
· meia cebola picada
· 1 colher (chá) de sal
· 250 g de queijo minas frescal light cortado em cubos pequenos
· 250 g de peito de peru light cortado em cubos pequenos
· 1 xícara (chá) de maionese HELLMANNS light
· 1 colher (chá) de salsinha picada
· 2 claras
· 1 colher (sopa) de queijo minas ralado
·
· Modo de Preparo
1. Retire as sementes da abóbora
2. Em uma panela grande, coloque a abóbora, cubra com água e cozinhe por 30 minutos ou até ficar macia
3. Escorra, retire com cuidado a polpa e reserve a casca
4. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C)
5. Em uma panela média, aqueça o óleo em fogo médio e doure a cebola
6. Junte a polpa da abóbora reservada e o sal
7. Refogue por 2 minutos
8. Acrescente o queijo, o peito de peru, metade da maionese HELLMANNS light e a salsinha
9. Misture e transfira para a abóbora reservada
10. Coloque-a em uma assadeira média (33 x 23 cm) e reserve
11. Na batedeira, bata as claras em neve
12. Misture delicadamente o restante da maionese HELLMANNS light, sem bater
13. Espalhe sobre o recheio da abóbora e polvilhe o queijo ralado
14. Leve ao forno por 20 minutos ou até dourar
15. Sirva em seguida
o VARIAÇÃO

Se preferir, misture ao recheio da abóbora 50 g de mussarela light ralada.



DICA:

A abóbora japonesa é redonda e também conhecida como abóbora cabochã.

Fonte: Tudo gostoso

Mais um Medicamento para Tratamento da Obesidade Rejeitado nos EUA

O Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos, anunciou, no último dia 1º de fevereiro, que não dará autorização para o medicamento Contrave, usado para combater a obesidade. Apesar da votação realizada por um comitê consultivo do órgão, em dezembro do ano passado, ter sido favorável à liberação do produto (por 13 votos a 7), o Contrave é o terceiro fármaco para perda de peso rejeitado pelas autoridades norte-americanas nos últimos meses, juntando-se ao Qnexa e ao Lorqess.

“O Contrave é uma associação do antidepressivo bupropiona e a naltrexona, usada no tratamento da toxicodependência. A naltrexona sozinha não induz a perda significativa de peso, mas em associação leva à perda de peso tanto em animais quanto em humanos”, explica a endocrinologista Maria Edna de Melo, responsável científica do site da ABESO.

Em ensaios clínicos, cerca de metade dos participantes em uso do Contrave perdeu 5% do seu peso corporal, o que ocorreu em apenas 10% daqueles em uso de placebo. Efeitos colaterais observados foram pequenos, como aumento na pressão arterial e na frequência cardíaca. O FDA concluiu que tais efeitos colaterais e o potencial uso abusivo da droga eram grandes o suficiente para superar os benefícios antiobesidade. Um estudo para verificar possíveis complicações cardiovasculares em obesos e idosos foi solicitado, mas está sendo considerado improvável que o fabricante da droga, a Orexigen, patrocine tal estudo, estimado em 200 milhões de dólares.

Fonte: Abeso

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Como organizar seu dia? Veja.

Quem não gostaria de ter um guia completo que explicasse o que comer, quando e por quê? E que todas as dicas fizessem você se sentir melhor e ter uma aparência mais saudável? Para atender esse desejo, VivaSaúde preparou um manual com todos os segredos para você planejar um dia inteiramente saudável. Comece o quanto antes!


6h30 - 7h30 - Levantar e. água!
Assim que acordar, tome um copo de água! Durante o sono, o corpo não sente falta apenas de comida, mas também de líquido. Beber água assim que acordar é uma forma de limpar o trato digestivo. Essa hidratação ajuda na melhor absorção de nutrientes dos alimentos, além de auxiliar na digestão. Sendo assim, antes do pãozinho e do leite, um pouco de água vai muito bem!


7h30 - Café da manhã
A primeira refeição do dia é a mais importante e deve ser balanceada e nutritiva. O cardápio pode ser composto de cereais, como a aveia, carboidratos e fibras, encontrados nas frutas e pães nas versões integrais. Para beber, as opções podem variar entre leite desnatado, iogurtes livres de gordura ou o famoso suco de laranja, repleto de vitamina C e potássio. Entretanto, o abuso de frutas não é recomendado, "no caso do suco, faça-o com apenas uma laranja. E se for bebê-lo, não coma outras frutas. O excesso de frutose não faz bem à saúde ".

9h00 - Mais água
Para evitar a desidratação e aquela sede repentina, não tome água apenas quando sentir a boca seca. Tomá-la durante todo o dia garante uma pele mais bonita e melhor funcionamento do intestino!


10h30 - 11h00 - Primeiro lanche
Hora do lanche matinal! Para não esquecer essas mini refeições, coloque o alarme no celular, e-mail ou espalhe bilhetinhos pela mesa! Procure degustar duas unidades de oleaginosas, escolhendo entre castanha-do-brasil, amêndoas ou nozes. Frutas como maçã ou pera e iogurtes também são aconselhados, além de serem fáceis de carregar.


13h00 - 13h30 - Hora do almoço
Um prato colorido é a prova de que ele está composto de tipos variados de minerais e vitaminas! Monte um arco-íris na sua salada, com cenoura, beterraba, pepino, tomates e folhas, e una com carnes magras e grelhadas. A multiplicidade de vegetais, leguminosas como feijão, soja ou grão de bico e a preferência por arroz integral, também faz parte de uma dieta mais rica.


15h30 - 16h00 - Lanche da tarde
Momento essencial do dia, ele repõe as energias e ajuda no funcionamento cerebral. Algumas ideias são iogurte com cereais, banana, barra de cereal ou 1 tablete pequeno (30 g) de chocolate amargo. Seja criativo e evite repetir os lanches. Caso pratique exercícios no período da noite, reforce o cardápio!


18h00 - 19h00 - Caminhada pré-jantar
Se não deu tempo de fazer uma caminhada pela manhã, esse é o horário certo! Aquela fome antes do jantar pode ser evitada durante o exercício, que traz inúmeros benefícios para o seu corpo. Pode ser uma volta no quarteirão ou uma ida até a academia; qualquer fuga é válida para não comprometer o processo!


19h30 - Hora do jantar
Começar com uma sopa bem quente é perfeito para comer porções menores do prato principal. Tal atitude ajuda a "enganar" o cérebro, que já começa a ativar o hormônio da saciedade. Depois disso, "aposte em uma carne branca, peixe ou frango, grelhada ou cozida e acompanhada de salada igualmente cozida, não crua, o que facilitará a digestão", recomenda Larissa. Massas leves, de preferência integrais, com molho de tomate caseiro também são indicadas.


21h30- Ceia
Antes de dormir, e cerca de 2 horas após o jantar, pense na ceia. Assim, a vontade de comer se estabiliza e você não consumirá calorias vazias. Experimente pedaços de maçã com mel, banana assada com aveia ou água de coco! No período da noite é melhor evitar o chocolate, por ser um alimento estimulante, ele prejudica o sono. Principalmente o mais amargo, que possui menos açúcar e mais cacau.


22h30 - 23h00 - Cabeça no travesseiro
Para manter o bom-humor, cabelos saudáveis e diminuir o risco de doenças como hipertensão e diabetes, o ideal é que seu sono tenha entre 7 e 8 horas de duração! Portanto, beba o último copo de água por volta das 23 h e tenha bons sonhos!

Fonte: Vida Saudável - Academia Stella Torreão

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cuidados na Doença de Crohn

Dieta na Doença de Crohn



A preocupação com a nutrição é comum em pessoas que sofrem de doença de Crohn. Além da necessidade de manter um bom estado nutricional, a dieta pode afetar os sintomas e influenciar o processo inflamatório da doença.

Como a doença de Crohn interfere com a digestão?

Boa parte do trabalho do sistema digestivo ocorre no intestino delgado, que se inicia logo após o estômago. É neste trecho que as enzimas digestivas do fígado e do pâncreas se misturam com o bolo alimentar, resultando em moléculas nutritivas que são absorvidas pela mucosa intestinal e distribuídas pela corrente sangüínea para o resto do corpo.

Os resíduos sólidos e líquidos que não são digeridos no intestino delgado passam para o intestino grosso, ou cólon. O intestino grosso reabsorve boa parte da água presente neste bolo, e o resíduo final é eliminado na forma de fezes.

Na doença de Crohn o intestino delgado se inflama e perde a capacidade de digerir e absorver os nutrientes presentes na alimentação. Este é um dos motivos pelos quais as pessoas com Crohn desenvolvem desnutrição e perdem o apetite. Além disso, a digestão incompleta dos alimentos pode causar diarréia crônica e severa.

A doença de Crohn pode ser causada por alergia aos alimentos?

Não. Apesar de algumas pessoas apresentarem reações alérgicas a determinados alimentos, a doença de Crohn não está relacionada à alergia alimentar.

Existe algum alimento específico capaz de piorar a inflamação intestinal na doença de Crohn?

A doença de Crohn não é causada pela dieta, mas sabe-se que certos alimentos podem agravar os sintomas. Obviamente, qualquer alimento contaminado capaz de causar intoxicação alimentar ou disenteria irá agravar as manifestações da doença de Crohn.

Contudo, não existem recomendações dietéticas universais. Se um determinado alimento lhe causa problemas intestinais, você deve evitá-lo. Mas é importante diferenciar a verdadeira alergia alimentar (rara) da simples intolerância (mais comum). Manter um "diário alimentar", registrando nele suas refeições e os sintomas associados é uma medida prática e eficaz para fazer esta diferenciação. Na próxima consulta, leve seu diário para ser avaliado pelo médico ou nutricionista.

Quem sofre de Crohn deve seguir alguma dieta especial?

Como mencionado, não existe uma dieta universal para toda as pessoas. As recomendações nutricionais devem ser feitas caso a caso, de acordo com seus gostos e tolerância. Além disso, a doença de Crohn não é estática: ela muda com o tempo, e os padrões alimentares podem refletir estas mudanças. O ponto-chave é manter uma dieta balanceada e saudável, tomando uma boa quantidade de líquidos durante o dia.

A nutrição adequada deve ser uma preocupação constante. A perda de apetite, a diminuição no paladar, o aumento da necessidade de calorias, e o comprometimento da digestão de proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais pode resultar em desnutrição, desidratação, diminuição do ritmo de crescimento em crianças, e alterações menstruais, entre outros.

Qual é a melhor maneira para diminuir as cólicas intestinais após a alimentação?

Durante os períodos de crise, a alimentação pode piorar as cólicas abdominais. Algumas dicas podem ser úteis para reduzir estes sintomas:

Faça as refeições em pequenas quantidades, aumento a freqüência. Por exemplo: 5-6 pequenas refeições ao longo dia, distribuídas a cada 3-4 horas, ao invés das tradicionais 3 grandes refeições.
Reduza a quantidade de gordura: manteiga, margarina, cremes e outros podem aumentar a produção de gases e causar diarréia.
Se você possui intolerância à lactose, diminua o consumo de leite e derivados.
Diminua o consumo de alimentos ricos em fibras. Se você possuir áreas de estreitamento no intestino (comuns em pessoas que sofrem de Crohn), uma dieta rica em fibras vegetais pode provocar contrações e piorar as cólicas. Além disso, como estes alimentos não são completamente digeridos no intestino delgado, eles podem intensificar a diarréia.
Siga corretamente as orientações e receitas do seu médico. Tomar antiespasmódicos ou antidiarreicos 15-20 minutos antes das refeições pode ajudar a controlar os sintomas, mas estes remédios devem ser evitados nas pessoas com doença mais severa.
Pessoas com Crohn conseguem absorver os alimentos normalmente?

Quase sempre, sim. Mas até 40% das pessoas afetadas não conseguem absorver adequadamente os carboidratos na dieta. Isto resulta em aumento na formação de gases e maior incidência de diarréia.

Se a doença afetar apenas a porção final do intestinal delgado, a absorção dos alimentos será adequada, com exceção da vitamina B12.

Algumas medicações utilizadas no tratamento da doença de Crohn podem interferir com a absorção de outros elementos, como o ácido fólico.

É preciso tomar vitaminas?

Isto dependerá da extensão e da localização da doença.

Você viu acima que a vitamina B12 é absorvida na porção final do intestino delgado. Isto significa que pessoas que sofrem de inflamação neste segmento ou que tiveram esta parte do intestino removida cirurgicamente devem fazer uso de suplementos de vitamina B12. Normalmente, isto é feito com injeções intramusculares mensais da vitamina.

A deficiência de outra vitamina do complexo B, o ácido fólico, também costuma ser comum em pessoas estejam utilizando o medicamento sulfassalazina. Nestes casos, é recomendável tomar 01 comprimido de ácido fólico por dia (mínimo de 1 mg de ácido fólico) como suplemento.

Na maioria das pessoas com Crohn, os médicos indicam o uso de suplementos multivitamínicos periodicamente. No final das cotas, isso evita a deficiência de vitaminas A, E, K, D e do complexo B, além de vários sais minerais (p.ex.: ferro, potássio e magnésio) e outros oligoelementos.

Fonte: Boa saúde

COMO COMBATER A FLACIDEZ

Especialistas concordam que, contra a flacidez, três ingredientes colaboram para montar o cardápio da extrema firmeza: combater os radicais livres, diminuir o acúmulo de gordura e aumentar o tónus muscular.

Cortar os alimentos com alto índice glicémico, como batata, arroz, doces em geral, e frutas como manga e banana é o primeiro passo. Além de acionar a insulina, hormónio que estoca o excesso de açúcar na forma de gordura, eles são os verdadeiros responsáveis por contornos murchinhos. Os alimentos com alto índice glicémico fazem com que sejam liberados radicais livres, comprometendo a estrutura do colágeno e reduzindo, assim, a elasticidade da pele. Além dos alimentos mencionados acima, os embutidos, enlatados, biscoitos e salgadinhos também liberam radicais livres. Por isso, fique longe da tentação!

Já os carboidratos de baixo índice glicémico não oferecem perigo. Eles podem ser encontrados nas frutas (pêra, ameixa, maçã), nas hortaliças e nas leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico. Para nossa felicidade existem também alguns alimentos capazes de combater os radicais livres. São os antioxidantes, que contém vitaminas A (presentes nos ovos, leite, vegetais verdes, amarelos e laranjas), vitaminas C (pimenta, brócolos, tomate e frutas cítricas) e E (grãos integrais, folhosos verdes, nozes e sementes), os carotenóides, encontrados nos vegetais e frutas de cores laranja, amarelos e vermelhos, como o tomate e a cenoura, e os folhosos verdes escuros. E, por fim, o selénio, presente nos derivados de leite, carnes e peixes.

Cardápio livre de alimentos de alto índice glicémico e recheado de alimentos antioxidantes. Agora é hora de acrescentar as proteínas. Quando em baixa no organismo, elas induzem a flacidez. Quando estamos com um estoque baixo de proteína, o organismo não tem de onde tirar energia para realizar as suas funções e é obrigado a utilizar o tecido muscular como fonte de energia, fazendo com que haja flacidez naquele local. Além das carnes, ricas em proteínas, os peixes, sobretudo o salmão, são os melhores amigos de quem quer afastar o efeito "gelatina" de vez da sua vida. Eles também possuem DMAE, substância que age no tónus muscular.

E as gorduras? De facto, elas são uma das maiores inimigas de quem deseja manter um corpo bem durinho. Mas, ao contrário das saturadas, existem as gorduras mono e poliinsaturadas, chamadas de gorduras do bem, que retardam a absorção do açúcar e reforçam a estrutura da membrana das células, mantendo o colágeno saudável e protegido. São elas: azeite de oliva, óleos de canola, milho, girassol e soja, amêndoas, nozes, amendoim, castanhas e azeitonas. E, por fim, não se esqueça da boa e velha gelatina! Isso mesmo, aquele pozinho é o aliado número um no combate a flacidez. A gelatina é um alimento extraído do colágeno que, quando digerida, fornece aminoácidos importantes para reconstituição e regeneração de algumas articulações.

FONTE: SER MULHER

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CONHEÇA UM POUCO SOBRE ALIMENTOS TRANSGÊNICOS


ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
Definição:
São alimentos modificados cientificamente, com alteração do código genético. Isso pode ser feito com plantas, animais e microorganismos. Os fazendeiros criam plantas e animais com as características desejadas por milhares de anos (você se lembra das rosas e dos tomates híbridos?). Os métodos modernos permitem que os cientistas acelerem e controlem o que, historicamente, tem sido um processo casual.

Funções:
Os benefícios dos alimentos transgênicos são:
· Alimentos mais nutritivos.
· Alimentos mais saborosos.
· Plantas resistentes às doenças e à seca, necessitando assim de menos recursos ambientais (água, fertilizante, etc.).
· Aumento do estoque de comida, com custo reduzido e maior duração.
· Crescimento maior de plantas e animais.
· Alimento com propriedades mais atrativas, como batatas que absorvem menos gordura quando fritas.

Efeitos colaterais:
O Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, regula a produção e a classificação dos alimentos transgênicos. Algumas pessoas se perguntam se os genes de um alimento inseridos em outro alimento podem causar uma reação alérgica. Por exemplo, se os genes do amendoim estiverem no tomate, alguém que tenha alergia a amendoins iria reagir ao tomate? Por esse motivo, alguns consumidores acreditam que o FDA deve obrigar a identificação dos alimentos transgênicos. E esse debate ainda continua.

PATRÍCIA MENDES

EFEITOS BENÉFICOS DA CAFEÍNA PARA O DIABETES


Pesquisa mostra que 4 xícaras de café por dia diminui risco de diabetes em mulher
Um estudo publicado na última edição do periódico Diabetes – revista científica internacional – confirma o café como uma bebida importante no combate desta doença metabólica em mulheres.

A proposta dos pesquisadores da Universidade da Califórnia foi investigar quais os fatores responsáveis por fazer com que a população feminina consumidora de café tivesse menor risco de desenvolver o diabetes tipo 2, benefício já confirmado em pesquisas anteriores.

O acompanhamento – por dez anos – de 718 mulheres, metade delas diabéticas e todas consumidoras de café mostrou que aquelas que bebiam quatro ou mais xícaras por dia tinham maiores índices de SHBG no sangue, uma proteína produzida no fígado que interage com os hormônios sexuais (testosterona e estradiol).


A SHBG, afirmam os especialistas, é uma das protetoras contra o diabetes do tipo 2. Quanto menor o índice desta proteína no sangue, por exemplo, maior é o risco de desenvolver ovários policísticos, problema já comprovadamente relacionado à obesidade e às diabéticas.

A nova análise científica agora mostra que este fenômeno molecular sofre influência do “cafezinho” (por motivos ainda não elucidados) e o consumo pode fazer com que o risco de mulheres desenvolverem diabetes seja 56% menor.

Diabetes não é a única doença que tem o café como aliado terapêutico. Recentemente, os ensaios científicos mostram que a asma também é amenizada pela cafeína. Pesquisadores também já encontraram evidências de que a bebida reduz em 25% do risco de mal de Parkinson.
fONTE: IG DO DIA 03/02/2011