quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Calorias de Doces / bolos e chocolates


Tabela de calorias - bolos e chocolates
Bolos

Ana Maria Pullman
1 unidade (50g)
130 kcal

Bolo de cenoura caseiro
1 fatia (50g)
135 kcal

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate
1 fatia (50g)
371 kcal

Bolo de chocolate
1 fatia (50g)
171 kcal

Bolo de fubá caseiro
1 fatia (50g)
310 kcal

Bolo de Laranja
1 fatia (50g)
173 kcal

Bolo pão-de-ló
1 fatia (50g)
268 kcal

Bolo de coco
1 fatia (50g)
186 kcal

Chocolates

Aerado ao leite
1 unidade (30g)
167 kcal

Alfajor chocolate
1 unidade (50g)
190 kcal

Alpino Bombom chocolate ao leite
1 unidade (13g)
71 kcal

Chocolate meio-amargo
1 unidade (200g)
1074 kcal

Ao leite
1 unidade (200g)
1044 kcal

Baton
1 unidade (16g)
66

Bis
1 unidade (7,5g)
39 kcal

Chocolate em pó solúvel
1 colher de sopa (6g)
22 kcal

Diamante Negro
1 unidade (30g)
156 kcal

Diplomata
1 unidade (11g)
60

Chocolate Branco
1 unidade (30g)
170 kcal

Ouro Branco
1 unidade (21,5g)
114 kcal

Sulflair
1 unidade (50g)
271 kcal

Trufas
1 unidade (20g)
89 kcal

Calorias dos produtos do Mac Donald

Produtos McDonald´s
Tabela de Calorias

Produtos Kcal.

Hamburger 296

Cheeseburger 304

BigMac Unidade 590

Quarteirão c/ Queijo 530

Cheddar McMelt 550

MacBacon 410

McChicken 491

McFish Unidade 394

Chicken McNuggets 63

Sundae de Caramelo 293

Sundae de Morango 260

Sundae de Chocolate 295

Torta de Maçã 241

Torta de Banana 209

McShake morango Pequeno 284

McShake morango Médio 463

Remédio é retirado das prateleiras- CARALLUMA FIMBRIATA

Medida da Vigilância Sanitária é baseada em determinação da Anvisa

Gazeta de Alagoas - Waldson Costa
Para seguir a determinação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), que proibiu a comercialização de produtos que contém a substância natural caralluma fimbriata, usada em medicamentos de emagrecimento, a Vigilância Sanitária Municipal retirou, na manhã de ontem, embalagens da substância das prateleiras de 5 farmácias de manipulação que atuam em Maceió.

Na ação, a equipe da Inspetoria de Medicamentos da Vigilância autuou os estabelecimentos e apreendeu de forma cautelar todas as embalagens dos produtos à base de caralluma.

“As substâncias foram recolhidas e lacradas. Proibidas de serem comercializadas, elas foram mantidas armazenadas nos próprios estabelecimentos, que estão como fiéis depositários do produto”, expôs a coordenadora da equipe de inspetoria, Paula Lacerda.

sábado, 18 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL E UM ANO NOVO MARAVILHOSO!!!

Analise seu ano e trace seus objetivos para 2011


A cada ano que passa é importante pensar: “O que fiz de bom este ano? O que deu errado?”.
E depois de sua análise trace seus objetivos para o próximo ano.
A vida tem que ter sempre um objetivo seja ele no trabalho ou com a família ou com lazer ou com todos ao mesmo tempo. O importante é sempre procurar ser feliz e estar bem com as pessoas que estão a sua volta.
Pense também: Consegui emagrecer tudo que queria? Se não, continue no seu propósito. Não deixe que as férias coloquem tudo a perder. Aproveite seu momento de lazer para fazer bastante caminhada ou outros exercícios. Curta a natureza, faça seus programas favoritos, relaxe sua mente, para que com equilíbrio emocional, tenha forças e saúde para enfrentar um novo ano.
Desejo a todos pacientes, amigos e leitores do meu blogg um Feliz Natal e um Ano Novo cheiro de paz e saúde!!!!
Participem mais, façam seus comentários e dêem sugestões de temas que gostariam de saber mais.
Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Investir em certos alimentos e ignorar outros é uma boa maneira de amenizar desconfortos em certos períodos


Fonte: Thais Manarini, especial para o iG São Paulo

Água é essencial em todas as fases, mas em alguns períodos mais do que em outros
Em algumas fases da vida, determinados grupos alimentares merecem destaque especial na dieta para manter a saúde em dia, enquanto outros devem ser jogados para escanteio. Isso acontece durante a gravidez, menopausa, andropausa, TPM e até quando a acne ou distúrbios da tireoide resolvem dar as caras. Confira, a seguir, como deve ficar o cardápio nesses momentos.

Acne

Trata-se de uma doença inflamatória crônica muito comum, principalmente na adolescência, quando o desequilíbrio hormonal provoca o crescimento da glândula sebácea, resultando em uma maior produção de sebo. Para a nutricionista Amanda Buonavoglia, da Associação Paulista de Naturologia (Apanat), quem tem o problema não pode vacilar na hidratação. “A água ajuda na eliminação de toxinas e mantém a pele hidratada”, diz.

Sobre a alimentação, ela afirma que o assunto gera muitas pesquisas científicas e ainda é muito controverso. Há quem acredite, por exemplo, que o consumo de gorduras pode favorecer o aumento de acne. Sendo assim, frituras, carnes gordurosas e muito chocolate deveriam aparecer raramente no cardápio. “Como ingerir gorduras em excesso faz mal à saúde, acredito que essa seja uma boa premissa a ser seguida”, avalia.

Outros trabalhos colocam os carboidratos na berlinda e recomendam, portanto, evitar itens cheios de farinha branca e açúcar. Por outro lado, na lista dos alimentos liberados entram folhas verdes, semente de linhaça, peixe, chá verde e aqueles vermelhos arroxeados. "O zinco e o ômega 3 presentes nesses alimentos são importantes anti-inflamatórios”, explica Daniela Jobst, nutricionista funcional de São Paulo (SP).

Para a dermatologista Isabel Martinez, também da capital paulista, são necessários mais estudos para afirmar quais mudanças na alimentação realmente interferem no desenvolvimento da acne. “Caso o próprio paciente perceba que certos alimentos estimulam o aparecimento de espinhas, deve diminuir sua ingestão”, aconselha.

Desconfortos da gestação

Muitos sintomas incômodos podem aparecer nessa fase e a alimentação pode ajudar a amenizá-los. Para combater a prisão de ventre, por exemplo, a ginecologista Isabel Corrêa, especialista em Reprodução Humana do Centro de Medicina Reprodutiva Huntington Perinatal, do Rio de Janeiro (RJ), indica o consumo de bastante água, fibras e frutas. “Especialmente ameixa e mamão”, ensina.

Na gravidez, aposte nas frutas para deixar azias e enjoos longe
Se o principal desconforto for o enjoo, a dica da nutricionista Daniela é incluir gengibre e hortelã em chás ou sucos. Já náuseas podem ser combatidas com água de coco e raspas de gengibre. Segundo ela, “a bebida é uma boa porque possui alto índice de minerais”. Para algumas grávidas o que atrapalha mesmo é a azia. “Experimente tomar um copo pequeno de água com gotas de limão durante as refeições. A fruta ajuda a regular a digestão”, sugere Amanda, da Apanat.

Alimentos muito gordurosos e/ou condimentados devem ficar de fora do prato, pois a digestão é mais lenta e há maior tendência de vir acompanhada de azia e refluxo. Legumes e verduras mal lavados e carne crua também devem entrar na listinha dos excluídos, já que oferecem o risco de transmitir doenças. “Pegue leve no sal, pois o condimento favorece a retenção hídrica e inchaços”, lembra a ginecologista Isabel.

Menopausa

Os sintomas da menopausa aparecem por volta dos 50 anos e podem deixar a mulher à beira de um ataque de nervos. Entre os mais famosos estão alterações no sono, humor e libido, ondas de calor, suores noturnos e diminuição da atenção e memória. Segundo a ginecologista da Huntington, não há estudos definitivos que indiquem a eficácia da alimentação no combate a esses sintomas. O que se sabe, no entanto, é que mulheres orientais não sofrem tanto no período. “Muitos dão os créditos ao estilo de vida e, principalmente, à alimentação rica em soja e peixes”, conta.

Brócolis e peixes formam um prato gostoso, saudável e que ajuda a combater os sintomas da menopausa
A soja é abastecida de fitoestrogênios, componentes que imitam a ação do hormônio estrogênio no corpo (é a ausência dele que causa as alterações do período). Por isso, acredita-se que uma dieta formada por alimentos cheios dessa substância pode trazer alívio à mulher na menopausa. Segundo Isabel, inhame, brócolis, couve-flor e chá de amora são boas apostas.

A dificuldade em absorver minerais, em especial o cálcio, também é uma realidade nessa fase, elevando os riscos de desenvolvimento da osteoporose – a doença deixa os ossos frágeis e mais suscetíveis a fraturas. Segundo Amanda, da Apanat, alimentos ricos em magnésio e cálcio podem ajudar na prevenção da doença. “Uma ótima dica é o suco de folhas verdes”, diz. Confira a receita:

• Bata no liquidificador 2 folhas de couve, 1 pedaço de pepino, 1 fruta (pode ser laranja sem casca e sementes ou maça com casca e sem semente), 1 pedaço de cenoura ou beterraba e 1 copo de água. Consuma esse suco pela manhã ou antes do jantar ou almoço.

Distúrbios da tireoide

Pequena glândula localizada no pescoço, a tireoide é responsável pela produção dos hormônios T3 e T4, que estimulam todos os órgãos de nosso corpo. Quando seu funcionamento é alterado e a liberação desses componentes é exagerada, o quadro recebe o nome de hipertireoidismo e é marcado por uma aceleração de todo o organismo. Por outro lado, se há uma diminuição na produção dos hormônios tireoidianos, a doença é chamada de hipotireoidismo e o corpo todo fica devagar.

Segundo Laura Ward, vice-presidente do departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), as recomendações gerais são as mesmas em ambos os casos: “deve-se evitar alimentos industrializados, pois eles apresentam desreguladores endócrinos. Já o sal deve ser consumido, mas com cautela: se por um lado o excesso de iodo presente no alimento pode causar a ruptura de células da tireoide, por outro sua ingestão é necessária para evitar o bócio”. O ideal, diz a médica, é não consumir mais de 1 grama por dia.

No caso do hipotireoidismo, a recomendação da nutricionista Daniela Jobst é apostar em alimentos que dão energia ao corpo, tais como chá verde, gengibre, canela, pimenta vermelha (principalmente a do tipo caiena), cafeína, casca de laranja, entre outros. Já para aqueles que sofrem de hipertireoidismo, Amanda Buonavoglia avisa que é bom não exagerar nesses alimentos capazes de estimular o organismo. “Experimente tomar um chá de camomila ou melissa para relaxar antes de dormir”, indica.

Vitalidade na andropausa

Assim como a mulher, o homem também passa por uma bagunça hormonal após os 40 anos de idade. Quando a queda de hormônios atinge um nível crítico, a situação é chamada andropausa, e os principais sintomas são queda de libido, perda de cabelo, diminuição da massa muscular, insônia, falhas na memória, alterações no humor e aumento no risco de doenças cardiovasculares, câncer de próstata e osteoporose.

De acordo com Ruth Clapauch, vice-presidente do departamento de endocrinologia feminina e andrologia da SBEM, a andropausa atinge 10% dos homens de 40 a 60 anos; 20% daqueles que têm entre 60 a 69 anos; 30% do grupo com 70 a 79 anos e 50% dos indivíduos com mais de 80 anos de idade.

A médica diz que não há recomendações alimentares específicas para essa fase. No entanto, a obesidade (especialmente a abdominal) leva a uma redução dos hormônios masculinos ativos. “Portanto, quem está acima do peso tem maior chance de chegar à andropausa”. Para não correr esse risco, Daniela Jobst diz que a recomendação principal é ficar de longe de alimentos ricos em colesterol e açúcar e dar preferência àqueles abastecidos com sais minerais e vitaminas (frutas, verduras e legumes).

Tensão pré-menstrual (TPM)

Quando ela aparece, dias antes da menstruação, a mulher apresenta sintomas que vão de cólicas, dor de cabeça e inchaço a mau humor e tristeza. Para tornar esse momento menos sofrido, algumas alterações no cardápio são bem vindas.

Para afastar a TPM, um pote de iogurte
Para aliviar a cólica, a nutricionista Vanessa Leite, de Porto Alegre (RS), sugere o consumo de alimentos fontes de cálcio – iogurte light, leite desnatado e queijo light podem entrar no menu. Quem sofre com o inchaço deve reduzir o consumo de sódio e dar preferência a alimentos ricos em água (frutas e vegetais), e àqueles que são cheios de minerais e fibras (vegetais verdes). “Fontes de ômega 3 também ajudam, pois se trata de um composto anti-inflamatório”, completa.

Se a dor de cabeça costuma incomodar muito, Vanessa recomenda trocar os carboidratos refinados (açúcar, doces e bolo, pão e arroz brancos) pelos integrais. Incluir a soja nas refeições também é considerado uma excelente pedida. “Ela ajuda a diminuir a cefaleia”, explica.

Já para aquelas que apresentam mudanças de humor, a dica é colocar muita vitamina B6 no prato, pois é uma precursora de um hormônio chamado serotonina – a queda brusca desse componente é a culpada pela irritação do período. Segundo Vanessa, a vitamina é encontrada em alimentos como grãos, banana, nozes, castanha-do-Pará e cereais integrais. “Um pouquinho de chocolate amargo também pode favorecer o humor”, completa, para a alegria da mulherada (e dos namorados, amigos, chefes, familiares...).

Fonte: Thais Manarini, especial para o iG São Paulo

sábado, 11 de dezembro de 2010

Receitas leves e light para o verão


Salada com Fundo de Alcachofra
Rendimento: 2 porções
Calorias: 23cal
Proteínas: 1.5 g
Carboidratos: 5.5g
Gorduras: 1g
% de Gordura:23.1
Ingredientes:
5 folhas grandes de alface americana picadas
10 folhas de agrião
4 unidades de tomate cereja
1 fundo de alcachofra
1 colher (chá) de azeite de oliva
Sal e orégano a gosto
Preparo:
Lave as folhas e acomode-as no prato em que irá servi-las. Corte o fundo de alcachofra em 4 partes e o coloque sobre as folhas. Em seguida espalhe o tomate cereja por cima delas. Acrescente o azeite de oliva e tempere com pouco sal, limão ou vinagre a gosto.
Tomate Recheado
Rendimento: 1 porção
Calorias: 87cal
Proteínas: 11 g
Carboidratos: 9g
Gorduras: 1g
% de Gorduras: 10.3
Ingredientes:
1 Tomate grande
4 colheres de sopa cheias de ricota ou queijo cottage
Salsinha
Cebolinha
Temperos
Preparo:
Lavar os tomates. Para abrir o tomate, cortar a tampa superior e retirar delicadamente a semente. Em um recipiente misturar o cottage coma ricota amassada. Temperar com a salsinha, cebolinha, sal e outras ervas. Misturar tudo e rechear cada tomate, de forma a ultrapassar um pouco a borda. Polvilhar um pouco de queijo ralado em cima dos tomates.
Colocar no forno até dourar.
Obs.: O recheio do tomate pode variar bastante. Assim como pode variar também o legume, pôr exemplo, barquinhas de abobrinha recheadas também é uma opção interessante

Fonte: Abeso

Analise e reveja suas atitudes para manter seu peso

1. Procure distinguir entre fome e desejo;
2. Resista aos desejos - não inclua-os em sua lista de compras;
3. Não tenha sonhos impossíveis em relação ao peso - estabeleça objetivos realistas;
4. Concentre-se em seu comportamento e não no peso (não se pese com freqüência);
5. Viver as emoções aos invés de descontá-las nos alimentos;
6. Diferenciar entre fome e compulsão ou "gula"
7. Quando pegar um alimento para comer perguntar se é fome ou não.

Fonte: Site Abeso

Dicas saudáveis para os dias de festa:

1. Faça um lanche saudável antes da festa, assim você evita comer tudo o que vê pela frente, mesmo sem estar com muita vontade.
2. Preste atenção no que está comendo ou bebendo, pois com a animação, geralmente perdemos a noção do que comemos, assim você terá mais controle do que come na festa e principalmente irá se sentir satisfeito com o que come.
3. Tenha prazer com cada escolha, saboreie deliciosamente, e não fique pensando na próxima porção que será servida.
4. O mais importante é concentrar-se no que consumiu, e não ficar pensando no que não consumiu.
5. Não faça da comida a principal atração da festa. Divirta-se! Desvie o seu foco da comida conhecendo pessoas novas, dançando e conversando.
6. Se sentiu que comeu muito na festa, não inicie um jejum e nem fique se sentindo culpado. A alimentação saudável não se resume a uma refeição, assim só é necessário que faça escolhas mais saudáveis durante as outras refeições.
7. No dia seguinte, faça mais tempo de atividade física( aumente mais 30 min.) e coma menos no almoço e jantar( saladas ou sopas) , assim equilibra um pouco com os excessos das festa.
8. Aprenda a escolher bem os alimentos e controlar as quantidades a serem consumidas.

Doença cardíaca isquêmica na Infância

Doença cardíaca isquêmica:
a prevenção inicia durante a infância

Ischemic heart disease: prevention should begin in childhood
Lucia Campos Pellanda, Tatiane Gil, Laura M.A. Barcellos, Juçara Maccari, Flávia K. Borges, Bárbara L. Zen
J Pediatr (Rio J) 2002;78(2):91-6

Introdução

A cardiopatia isquêmica é um dos principais problemas de saúde em todo mundo, representando uma significativa parcela da mortalidade total nos dias atuais. Tradicionalmente, acredita-se que a ocorrência de cardiopatia isquêmica seja o resultado de uma combinação de fatores genéticos, socioeconômicos e ambientais, estes últimos representados pelo estilo de vida durante a fase adulta.

A idéia de que a aterosclerose inicia na infância não é nova e, provavelmente, teve seu início em 1915, com o estudo de Saltykow envolvendo a autópsia de pacientes jovens(1).

Foi somente em 1965, no entanto, que a aterosclerose começou a ser reconhecida como um problema pediátrico, através da identificação de fatores de risco para cardiopatia isquêmica em crianças(1).

A principal premissa da cardiologia pediátrica preventiva foi formulada com base nesses estudos e refere-se à idéia de que os estilos de vida potencialmente causadores de aterosclerose iniciam durante a infância. Tracking é a persistência de determinado fator de risco até a vida adulta, por exemplo, a correlação entre níveis de pressão arterial medida na infância e os valores observados na idade adulta. Assim, a intervenção precoce sobre os estilos de vida poderia ter impacto sobre o comportamento adulto, reduzindo, em última análise, a prevalência de cardiopatia isquêmica(2).

O objetivo deste estudo é revisar os principais fatores de risco presentes na infância, descrevendo intervenções preventivas dentro da área de atuação do pediatria e do cardiologista pediátrico, com possível impacto na vida adulta.

Fatores nutricionais e perfil lipídico

Estudos sugerem uma origem nutricional para a doença aterosclerótica1. Em 1991, o Expert Pediatric Panel of the National Cholesterol Education Program (NCEP) recomendou, tanto para a população geral quanto para cada criança individualmente, uma abordagem a fim de reduzir o risco de doença coronariana durante a vida adulta. A estratégia utilizada no nível pediátrico populacional é adotar uma dieta balanceada, dando principal atenção à restrição de ingesta de gorduras saturadas e colesterol. No entanto, uma restrição dietética sem supervisão adequada em crianças com hipercolesterolemia pode levar a deficiências e ao crescimento inadequado (nanismo)(3). Em relação ao objetivo individualizado, busca-se identificar as crianças que são predispostas à hipercolesterolemia, com base em uma história familiar positiva, a qual compreende crianças cujos avós apresentam evidências de doença aterosclerótica ou doença cerebrovascular hemorrágica prematura (antes dos 55 anos para homens e antes dos 65 anos para mulheres) ou níveis de colesterol maiores que 240 mg/dl2. Há, também, outros indicadores de risco adicional, como obesidade, tabagismo e dieta mal balanceada.

O NCEP definiu os níveis de colesterol total considerados aceitáveis (abaixo de 170 mg/dl) ou elevados (acima ou igual a 200 mg/dl) para crianças norte-americanas, sendo que esses valores correspondem, aproximadamente, aos percentis 75 e 95 para a idade. A probabilidade que uma criança com colesterol total acima do percentil 95 mantenha-se assim na vida adulta é bastante elevada, chegando a até 80% em alguns estudos. O percentil 95 para uma criança de 4 anos (200 mg/dl) corresponde a um valor de aproximadamente 260 mg/dl em um adulto, valor este definidamente associado a um risco aumentado de cardiopatia isquêmica(4,5).

A necessidade de dosar o colesterol total é clara em crianças com fatores de risco para doença arterial coronariana precoce ou hipercolesterolemia, mas o rastreamento populacional ainda é controverso, principalmente face às dúvidas quanto à efetividade da terapia(6,7).

Estudos atuais propõem que uma diferença importante na concentração de lipoproteínas na infância pode explicar uma diferença na mortalidade por doença arterial coronariana (DAC) na vida adulta. Evidências de estudos epidemiológicos e laboratoriais apoiam a hipótese de que tanto a concentração de colesterol total como de LDL colesterol aumentadas predispõem à DAC, enquanto que taxas elevadas de HDL colesterol reduzem o risco em adultos(8).

Além disso, foi demonstrado que altas concentrações de LDL e VLDL colesterol e uma baixa concentração de HDL colesterol em crianças e adultos jovens estão associados a um maior risco de doença aterosclerótica precoce(9-12).

Sabe-se ainda que o estilo de vida, tal como a dieta e fatores antropométricos, podem influenciar nas concentrações de lipoproteínas. Com relação especificamente ao HDL colesterol, alguns dos fatores estudados incluem os níveis de gordura corporal, atividade física e estado hormonal(13-15).

Níveis elevados de lipoproteína "a" (LPa) são um fator de risco independente para DAC e doença cerebrovascular em adultos jovens, visto que a mesma apresenta um importante papel na etiopatogenia da trombose na infância(16).

Obesidade

A prevalência de obesidade em crianças vem crescendo nos países desenvolvidos, e tem sido atribuída principalmente a fatores ambientais e socioculturais, tais como o incentivo a uma dieta pouco saudável, com alta proporção de gorduras, e a uma atitude sedentária(17). No Brasil, embora a desnutrição ainda seja prevalente, a obesidade e o sobrepeso também vêm aumentando significativamente. Estudos demonstram que, aproximadamente, 23% das crianças entre 6 e 12 anos e 21% das entre 12 e 17 anos são obesas. Aproximadamente, 50% das crianças obesas têm outros fatores de risco cardiovasculares(18). Nos Estados Unidos, a proporção de crianças entre 6-11 anos que são obesas (índice de massa corporal acima do percentil 95) aumentou de 3,9% para 11,4% nos meninos, e de 4,3 para 9,9% nas meninas, em estudos feitos em 1963-5 e 1988-919.

É importante o controle de peso durante a infância, já que a obesidade adquirida nesse período da vida tende a persistir na vida adulta(20-23). O risco de a obesidade na infância continuar na vida adulta está relacionado ao tempo de duração e à sua gravidade. As taxas de remissão diminuem com o avanço da idade, e o aumento da gravidade eleva o risco de persistência.

Aproximadamente um terço dos adultos obesos foram crianças obesas, e, quando a obesidade é grave, essa proporção aumenta de 50% para 75%(24).
A obesidade não é considerada um fator de risco direto para aterosclerose coronária, mas, em geral, vem acompanhada de hipertensão arterial e diabetes mellitus(17,25). Desta forma, o controle de peso pode potencialmente diminuir a prevalência de, no mínimo, dois fatores de risco importantes. Estudos atuais têm demonstrado que a resistência à insulina é um fator intermediário entre a obesidade e hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabete não insulino-dependente e DAC(26,27).

A obesidade está associada não somente a fatores nutricionais, mas também a distúrbios comportamentais, caracterizados por uma mudança nos padrões de lazer atuais, nos quais antigas e saudáveis atividades infantis vêm sendo gradativamente substituídas pelo excessivo gasto de tempo em frente à televisão, ao computador e a jogos eletrônicos. Essa transformação sociocultural promove, além de uma diminuição da atividade física, um aumento desnecessário da ingesta calórica(28,29).

As crianças com sobrepeso estão mais predispostas a sofrer de problemas psicológicos. Se observou que crianças de 6 anos de idade absorvem mensagens sociais de que o sobrepeso é indesejável, e que a criança com sobrepeso pode encontrar rejeição e tornar-se socialmente isolada ou então desenvolver uma imagem corporal distorcida. Essa carga social afeta tanto o desenvolvimento escolar quanto as relações interpessoais. Os problemas psicológicos e psicossociais que nesta fase surgem podem persistir até a vida adulta(19).

Sedentarismo

Embora alguns estudos demonstrem que adolescentes que praticam mais atividade física tendem a permanecer mais ativos quando adultos jovens, outros autores demonstraram que a atividade física durante a infância não confere proteção cardiovascular se não estiver associada à permanência de um estilo de vida ativo, durante a fase adulta(1,30). Trabalhos demonstram que essa atividade física de qualquer intensidade pode ser mais importante e um alvo mais real do que tentar-se determinar uma intensidade benéfica de atividade física. É a atividade física, ao invés da atividade aeróbica, que está geralmente mais associada com beneficios à saúde(31).

É importante ressaltar que a infância é a etapa ideal para que as crianças sejam estimuladas à prática de atividades físicas, já que, adquirindo esse hábito durante a infância, aumenta a probabilidade de que o mesmo seja valorizado e permaneça na vida adulta(1,30).

Hipertensão arterial sistêmica

Embora a hipertensão arterial sistêmica possa iniciar na infância, ainda não está bem estabelecida a associação entre a elevação leve ou moderada dos níveis pressóricos na infância e um risco aumentado na vida adulta.

Há grande variabilidade individual da pressão arterial com o crescimento, mas existe alguma evidência de tracking(32). Recomenda-se que a pressão arterial seja medida e registrada durante o exame pediátrico preventivo de rotina em crianças acima de 3 anos, assim como em todas as consultas em caráter de urgência ou emergência. Filhos adolescentes de pais hipertensos apresentam maior risco e devem ser monitorados(33). A necessidade de avaliar rotineiramente a pressão arterial durante a infância justifica-se por esta ser uma condição facilmente detectável do exame físico e que pode gerar graves conseqüências a longo prazo, se não tratada. Como geralmente é uma condição assintomática, a principal maneira de diagnosticar a HAS é a busca cuidadosa durante o exame pediátrico.

Os níveis de referência para definição de HAS em adultos foram estabelecidos claramente, com base em estudos que demonstraram o risco aumentado associado a níveis pressóricos elevados. Já em crianças, esses valores de referência originam tabelas complexas de acordo com idade, estrutura e peso. Destas, as mais freqüentemente utillizadas são as do Task Force on High Blood Pressure in Children and Adolescents, do National Heart Lung and Blood Institute e da Academia Americana de Pediatria(34).

Além disso, a prevalência de HAS na infância é bem maior que a de outras condições rastreadas rotineiramente. Em um estudo realizado em Belo Horizonte, a prevalência de medidas de pressão arterial sistólica ou diastólica acima do percentil 90 para idade, sexo e estatura foi de 9%. Menos da metade dos 1.005 estudantes avaliados (com média de 11,5 anos) havia sido submetida a alguma medida de pressão previamente ao estudo(35).

A introdução de uma dieta saudável, a manutenção do peso ideal e a prática regular de atividade física devem ser incentivados em crianças como método primário de prevenção de HAS(30).

Tabagismo

Além de estar associado a um risco elevado de doenças cardiovasculares e outras condições patológicas, o tabagismo é um dos fatores de risco em que a intervenção na infância é a mais claramente necessária e efetiva. É possível argumentar, por exemplo, que uma orientação dietética para prevenção de hipercolesterolemia pode gerar na família preocupação excessiva e levar a uma dieta inadequada para as necessidades nutricionais da criança, mas é difícil imaginar o efeito deletério de campanhas de conscientização contra o fumo. Pode-se identificar, através de análises clínicas, os efeitos passivo e direto do cigarro em crianças. Estudos sugerem que a exposição passiva ao tabaco está relacionada a baixos níveis plasmáticos de HDL colesterol, associado a uma disfunção endotelial significativa dose-dependente(36,37). Em relação aos efeitos diretos, há evidências demonstrando que leve obstrução nas vias aéreas e retardo de crescimento da função pulmonar em adolescentes estão relacionados ao tabagismo(38).

Relações entre os fatores de risco

Há evidências de que crianças (6-9 anos) obesas apresentam valores mais elevados de insulina, ativador do plasminogênio tecidual (t-PA), inibidor do ativador de plasminogênio (PAI-1) e fibrinogênio em relação ao grupo controle(39). Altos níveis plasmáticos de fibrinogênio estão associados a um risco aumentado de doença coronariana. Fatores adversos na infância, manifestados por um baixo crescimento, têm sido associados a uma concentração elevada de fibrinogênio nos adultos. O fibrinogênio pode promover, juntamente com outros fatores hemostáticos, alterações ateroscleróticas e trombóticas através de efeitos sobre a agregação plaquetária, viscosidade sangüínea e formação de foam cells(40).

Alternativamente, a associação entre fibrinogênio e doença cardiovascular pode ser uma conseqüência ao invés de uma causa do processo patológico, talvez devido a uma resposta inflamatória ao dano endotelial progressivo.

As influências da baixa situação socioeconômica e o risco para doenças em adultos têm sido reconhecidas há muitos anos, sendo que muitos estudos demonstram que a posição socioeconômica correlaciona-se com a morbi-mortalidade na idade adulta por todas as causas, inclusive doenças cardiovasculares(41,42). Em recente estudo desenvolvido por Gerber & Zielinsky(6) pertencer ao grupo considerado mais favorecido, do ponto de vista socioeconômico, mostrou-se relevante em relação ao colesterol e LDL-colesterol, não acontecendo o mesmo quanto à obesidade, pressão arterial, HDL-colesterol e triglicerídeos. Forsdahl demonstrou que a privação nos primeiros anos de vida, seguida por condições precárias nos anos consecutivos, produz um maior risco de doença coronariana(42). Acredita-se que filhos de pais de classes sociais mais favorecidas são menos propensos ao tabagismo, apresentam menor incidência de doença broncopulmonar e angina, menores níveis de pressão diastólica e menores índices de massa corporal, sabendo-se que alguns desses fatores são importantes como determinantes de risco para doença cardiovascular e outras causas de morte(1).

Especula-se que o aleitamento materno durante o primeiro ano de vida é uma ótima proteção contra futuros aumentos nos níveis lipídicos plasmáticos e na mortalidade por DAC. Sabe-se que a maior vantagem do aleitamento está relacionada à proteção da criança contra certas infecções na infância(43). Evidencia-se ainda que a obesidade é mais freqüente durante os primeiros anos de vida, associada a práticas de desmame precoce e difusão de normas dietéticas incorretas, que estimulam a superalimentação, chegando a premiar bebês obesos(24).

Conclusões

A demonstração de que as doenças cardiovasculares podem ter sua origem na infância leva à necessidade de que esses fatores de risco sejam amplamente investigados nesse período, com o objetivo de planejar intervenções cada vez mais precoces e, possivelmente, mais efetivas sobre esses fatores, reduzindo, no futuro, a morbi-mortalidade. As estratégias que visam a prevenção da instalação dos fatores de risco para uma doença são denominadas, em conjunto, de prevenção primordial, que difere da prevenção primária, que é a prevenção da instalação da própria doença. Padrões alimentares saudáveis na infância e na adolescência promovem uma ótima saúde, crescimento e desenvolvimento intelectual adequados, previnem problemas de saúde imediatos, como anemia ferropriva, obesidade, distúrbios alimentares e cáries dentárias e, ainda, podem prevenir problemas de saúde a longo prazo, tais como doença cardíaca coronariana, câncer e acidente vascular encefálico.

A crescente atenção dedicada a essas questões pode ser exemplificada pela criação de programas de educação envolvendo, inclusive, os meio de comunicação de massa. Em abril de 1998, no Rio de Janeiro, foi elaborada uma Declaração de Consenso da Interamerican Heart Foundation sobre a saúde cardiovascular de crianças e jovens, baseada na Declaração de Consenso canadense, modificada em outubro de 1997(2). Segundo esta, "as doenças cardiovasculares e cerebrovasculares são as principais causas de morte altamente evitáveis de adultos com mais de 30 anos, no continente americano. A saúde cardiovascular está sedimentada na combinação de comportamentos e condições saudáveis, o que sugere que as abordagens sobre a saúde cardiovascular sejam holísticas e comecem pela infância".

Um dos objetivos listados na Declaração é o de prevenir as doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, baseando-se em estratégias específicas direcionadas à nutrição, atividade física e ao tabagismo. Recomenda-se também que a escola seja o foco principal para atingir a criança, a família e a comunidade.

O estudo dessas questões reveste-se de especial importância em nosso meio, já que são esparsos, na literatura, os dados sobre a real importância desses fatores de risco em crianças de países em desenvolvimento. Atualmente vem ocorrendo uma transição do perfil de morbi-mortalidade, com diminuição da incidência de doenças infecto-parasitárias e aumento da prevalência de fatores de risco para doenças isquêmicas na idade adulta, como a obesidade infantil e o sedentarismo. O impacto dessa transição deve ter ainda maior importância nos países em desenvolvimento, que já dispõem de recursos limitados para a saúde. Faz-se ainda mais necessária, portanto, a prevenção primordial para evitar, no futuro, um aumento na incidência de cardiopatia isquêmica de proporções epidêmicas.

Lucia Campos Pellanda - Especialista em Pediatria. Mestre em Cardiologia. Cardiologista Pediátrica do Instituto de Cardiologia do RS/FUC.
Fonte: Site da Abeso

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dicas para um Natal Light


O Natal está chegando, e com ele aquela ceia maravilhosa! Com esta refeição tão farta, é sempre bom nos preocuparmos em como não ganhar aqueles quilinhos a mais. O ideal é que a ceia continue sendo saborosa, porém mais saudável, e para isso basta usar a criatividade e preparar pratos sofisticados, porém menos calóricos.
Seguem algumas dicas para deixar sua ceia mais leve:

O peru é menos calórico que o tender

Em 100g de carne de peru sem pele você encontra cerca de 107 calorias e 2,2g de gordura, sendo só 0,7g de saturadas. Já 100g de tender tem 260 calorias com 7g de gordura, sendo 2,6g de gordura saturada. Então, faça uma bela receita de peru e economize em calorias. Para incrementá-lo, experimente fazer um molho de shitake, shimeji e cogumelo Paris, fatiados e refogados com vinho e molho shoyu até ficarem bem macios. Sirva sobre o peru.
O ideal é a ceia ficar saborosa, porém saudável
Substitua a farofa por cereal matinal

A farofa que acompanha o peru também não pode faltar. Faça uma farofa de cereais matinais, que, além de ser mais leve, também é mais saudável e repleta de vitaminas e minerais. O ideal é usar um cereal sem açúcar e triturá-lo, até obter uma farofa.
Substitua o arroz branco por arroz "de mentirinha"

Você pode "inventar" um novo arroz usando couve flor. Refogue a couve com alho e cebola até que ela fique "al dente". Tempere com sal, pimenta e salsinha. Depois, pique-a sem o talo, bem picadinha. O arroz branco tem 170 calorias por porção. Já o arroz feito com couve flor tem 69 calorias por porção.

Fonte: Guia-me

Cupcake light


Ingredientes
Massa
3 col. (sopa) de margarina light
1/2 meia xíc. de açúcar mascavo
2 ovos
1 col. (chá) de canela em pó
1 xíc. de farinha de trigo
1 col. (sopa) de fermento
1/2 xíc. de leite semidesnatado
1 col. (chá) de essência de canela (opcional)
1/2 xíc. de uva-passa

Cobertura
3 col. (sopa) de açúcar refinado
1/2 xíc. de água
1/2 xíc. de uva-passa
1/2 xíc. de castanha-do-pará picada

Recheio
1 col. (chá) de geleia de framboesa light

Modo de fazer
Para a massa: bata a margarina (em temperatura ambiente) com o açúcar mascavo até formar um creme. Acrescente os ovos e a canela Em seguida, vá adicionando aos poucos a farinha de trigo peneirada, o fermento e o leite de forma alternada. Misture bem. Depois, junte a uva-passa. Em uma forminha para cupcake, coloque 1 colher de sopa de massa, a mesma medida da geleia e mais 1 colher de sopa de massa. Essa medida não deve ultrapassar 2/3 da forminha de papel. Leve ao forno preaquecido a 180° C por 15 minutos.
Fonte:Boa Forma

Para a cobertura: em uma panela, leve o açúcar ao fogo com meia xícara de água e deixe ferver até ficar mais consistente. Jogue um pouquinho sobre o cupcake e salpique a uva-passa e pedacinhos de castanha-do-pará.
Para tornar esta receita mais light substitua o açúcar por sucralose ( forno e fogão), use metade da farinha comum por farinha integral e o leite desnatado.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dicas de férias



As férias estão chegando e o verão também.Seguem abaixo algumas dicas para continuarem o controle alimentar neste período:

1) Planeje suas férias merecidas, escolha um lugar bem interessante e divertido aonde possa relaxar a mente e gastar calorias!!!!
2) Seja a escolha que tiver, não foque para a comida. Ande muito, pratique esportes, nade bastante, aprecie a natureza, leia bastante, dance e se divirta muito! Afinal você merece!
3) Mesmo em hotéis você pode encontrar opções saudáveis. Não abuse nos doces, frituras e alimentos gordurosos.
4) Evite o couvert e excessos de bebida alcoólica.
5) Dê preferência para os destilados.Se for uísque, misture com água de coco ou guaraná e ser for vodka, use adoçante, frutas e bastante gelo. Tome no máximo duas doses por noite.
6) Tome bastante líquidos ao longo do dia, no verão hidratar-se é muito importante.
7) Cuide de sua pele, use filtro solar desde que acorde. Se for a praia ou piscina, repasse o filtro a cada duas horas.Use chapéu para proteger seu rosto.
8) Evite o sol nos horários mais quentes.
9) Consuma bastante salada, frutas, sucos, gelatina e sorvetes de fruta.
10) Use roupas leves, claras e sapatos confortáveis.
11) Os sucos menos calóricos são: limonada, acerola, morango, abacaxi, melão, melancia, caju, e kiwi.Todos feitos com água e adoçante ou tome ao natural. A água de coco natural também é uma boa opção.
12) Evite refrigerantes normais, mate ou guaraná natural. Prefira os diet, light ou zero.
13) Não fique mais de 3 horas sem se alimentar. Nos intervalos, leve uma fruta para o passeio ou polenguinho ou tome um suco ou picolé de frutas onde estiver.
14) Deixe no quarto do hotel, algumas frutas na geladeira, iogurtes ou queijos para comer a noite antes de dormir. Evite biscoitos tipo snacks. São salgados e calóricos.
15) Caso não viaje, aproveite a sua cidade, passeie bastante, faça programas diferentes do habitual, encontre seus amigos e familiares e não deixe de se exercitar.

Boas férias!!!!!!!!!!!!

Patrícia Brigagão Mendes

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Receitas light para ceia de Natal


Lombo ao molho de tangerina

Ingredientes
1 lombo de porco
6 laranjas tangerinas
15 laranjinhas kinkan
1/2 xícara (chá) de água
1/2 xícara (chá) de adoçante para culinária
Sal, alho, cebola, folhas de louro, limão, pimenta-do-reino a gosto para tempero

Preparo
Deixe o lombo marinando por quatro horas na mistura de sal, alho moído, louro, caldo do limão, pimenta-do-reino e rodelas de cebola. Em uma panela, coloque a água e o adoçante e misture até dissolver. Leve ao fogo alto e não mexa mais. Quando dourar, abaixe o fogo e adicione as laranjinhas kinkan. Deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos, mexendo de vez em quando. Reserve. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Esprema as tangerinas e coe o suco. Retire o lombo da marinada e descarte o caldo com os temperos. Em uma assadeira pequena, disponha o lombo, regue com o suco de laranja e disponha as laranjinhas kinkan carameladas. Leve ao forno por aproximadamente 1 hora e 15 minutos. Retire do forno, corte o lombo em fatias e transfira para uma travessa. Regue com o molho de laranja que se formou na assadeira. Decore com as laranjinhas kinkan. Sirva quente.


Rabanada no forno

Ingredientes
3 pães franceses integrais amanhecidos
2 xícaras (chá) de leite desnatado
3 colheres (sopa) de leite condensado desnatado
1 gema
2 claras
1/2 xícara (chá) de adoçante para culinária
2 colheres (sopa) de canela em pó

Preparo
Corte os pães em fatias médias. Reserve. Em uma tigela, coloque o leite e o leite condensado e misture com uma colher. Reserve. Em outra tigela, bata o ovo com um garfo até ficar uma mistura homogênea. Ligue o forno para esquentar. Mergulhe algumas fatias de pão na tigela com o leite. Escorra o excesso do leite. Passe essas fatias nos ovos batidos e, em seguida, coloque-as em forma untada com margarina e leve ao forno bem quente. Deixe cada lado dourar bem. Retire as rabanadas e transfira para um prato fundo com uma mistura de adoçante para culinária e canela. Polvilhe as fatias com a mistura. Sirva em seguida
Fonte: IG