segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ansiedade, como tratar?

O que é Ansiedade?

ansiedade é uma emoção normal do ser humano, comum ao se enfrentar algum problema no trabalho, antes de uma prova ou diante de decisões difíceis do dia a dia. No entanto, a ansiedade excessiva pode se tornar uma doença, ou melhor, um distúrbio de ansiedade.
Pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade sentem uma preocupação e medoextremos em situações simples da rotina, além de alguns sintomas físicos, o que atrapalha suas atividades cotidianas, já que eles são difíceis de controlar.
Por sorte, os distúrbios de ansiedade podem ser tratados. Vamos falar melhor sobre eles: os tipos, causas, sintomas, diagnóstico, tratamentos e formas de conviver melhor com o problema a seguir (1).

Relação entre medo e ansiedade

A ansiedade é algo muito próximo da preocupação. E preocupação nada mais é do que um aspecto do medo, um temor de que as coisas não saiam como nós gostaríamos. Todos esses componentes são necessários para a nossa evolução e sobrevivência; o que não pode ocorrer é um exagero de qualquer um deles.
O tempo prolongado de ansiedade (a chamada ansiedade crônica) aumenta o nível de tensão e o estresse interno e pode levar ao surgimento do medo específico ou até mesmo irreal (3, 4).

Instinto básico de fugir ou lutar

A ansiedade é, basicamente, uma resposta do corpo vinda do sistema nervoso autônomo, que age independente do nosso pensamento racional, como um reflexo.
Ele tem a porção simpática, que tem reações de resposta ao estresse, preparando o corpo para fugir ou lutar em uma situação de perigo.
Isso ocorre com a liberação de adrenalina, que causa reações como:
  • Acelerar os batimentos cardíacos e contrair os vasos sanguíneos, para levar o sangue mais rapidamente
  • Dilatar os brônquios, para aumentar a respiração e o consumo de oxigênio
  • Diminuir a motilidade do intestino, para guardar energia para outras ações
  • Dilatar as pupilas, para melhorar a visão mesmo em pouca luz
  • Aumentar a liberação da glicose no sangue, para dar mais energia às células.
A liberação do cortisol também ocorre neste processo, o que traz alguns outros impactos ao corpo, como aumento da gordura corporal, inibição do muco da parede gástrica e trazendo fadiga ao cérebro (9).

Sintomas

Sintomas de Ansiedade

A ansiedade e seus transtornos podem causar sintomas tanto mentais quanto físicos, que atrapalham o dia a dia de diversas formas. Veja quais são os principais:

Sintomas psicológicos da ansiedade

  • Constante tensão ou nervosismo
  • Sensação de que algo ruim vai acontecer
  • Problemas de concentração
  • Medo constante
  • Descontrole sobre os pensamentos, principalmente dificuldade em esquecer o objeto de tensão
  • Preocupação exagerada em comparação com a realidade
  • Problemas para dormir
  • Irritabilidade
  • Agitação dos braços e pernas.

Sintomas físicos da ansiedade

  • Dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração
  • Respiração ofegante ou falta de ar
  • Aumento do suor
  • Tremores nas mãos ou outras partes do corpo
  • Sensação de fraqueza ou cansaço
  • Boca seca
  • Mãos e pés frios ou suados
  • Náusea
  • Tensão muscular
  • Dor de barriga ou diarreia.

Ataques de pânico

Os ataques de pânico são uma reação comum aos transtornos de ansiedade, principalmente na síndrome do pânico. Suas principais características são:
  • Sensação de nervosismo e pânico incontroláveis
  • Sensação de morte
  • Aumento da respiração
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Tonturas e vertigens
  • Problemas gastrointestinais.
Em alguns casos, os sintomas físicos são tão intensos que podem ser confundidos com doenças como infarto e outros eventos cardiovasculares (1, 2).

Relação entre ansiedade e depressão

Muitas pessoas acreditam que ansiedade e depressão são quadros opostos como muita gente acredita, eles inclusive têm sintomas muito semelhantes, como:
Percebendo isso, dá para notar que elas podem ocorrer juntas.
Um estudo, que ficou conhecido como Kendell (15), mostrou que diagnóstico de depressão passa para a ansiedade em 2% dos casos, enquanto os casos de ansiedade se tornam depressão em 24%.
Uma explicação para isso é que os pensamentos negativos que o ansioso têm sobre si mesmo podem ser gatilhos para a depressão (11).
Além disso, grande parte das pessoas com transtornos de ansiedade evitam as situações que podem desencadear sintomas e, com isso, passam a viver de forma muito restrita, como não sair de casa sozinho, não participar de encontros e outros eventos sociais, ficar preocupado com tudo e acabar não fazendo nada, e por aí vai. Quanto mais a ansiedade abala a vida de uma pessoa, maior a chance de ela ficar deprimida (12).
Por fim, tanto a ansiedade quanto à depressão costumam estar ligadas a disfunção de neurotransmissores chamado monoaminas, que englobam a serotonina (4).
Fonte: Minha Vida
LInk: http://transtornos de ansiedade, depressão, serotonina,insônia, irritabilidade,ansiedade

Água de Côco e seus benefícios para o corpo!

Por que a água de coco é tão indicada para hidratação corporal? Quais são os valores nutricionais da água de coco. Se você não conhece os benefícios da água de coco para a saúde, neste artigo separamos os principais para te mostrar!

Água de coco: Características

Como falamos, a água de coco é uma grande opção para ajudar na hidratação corporal. Apesar da água de coco ser considerada por muitos bem saborosa, tomar água de coco principalmente em dias quentes vai muito além de um hábito puramente refrescante.
A água de coco é composta por aproximadamente 95% de água, mas além da reposição liquida, ela oferece vários nutrientes essenciais como por exemplo, aminoácidos, vitaminas, carboidratos, sais minerais e antioxidantes.

Água de coco: Valores nutricionais

Para evitar qualquer interpretação errada, precisamos informar que os valores apresentados na lista abaixo são referentes à apenas 200 ml de água de coco.
  • Calorias – 33
  • Potássio – 600 mg
  • Carboidratos – 6,6 g
  • Sódio – 252 mg
  • Proteínas – 1,65 g
  • Fibra – 1,65 g
  • Gorduras totais – 0,33 g
  • Gorduras saturadas: 0 g
Podemos dizer que o único ponto negativo da água de coco é a grande quantidade de potássio. Porém, os especialistas informam que para ter algum problema relacionado à quantidade de potássio da água de coco, seria necessário consumir uma quantidade absurdamente anormal, o que é extremamente improvável de acontecer.

Água de coco: Hidratação

O principal benefício da água de coco é justamente o alto poder de hidratação, sendo uma importante opção quando a pessoa está com diarreia ou vômitos. Em alguns casos, a água de coco também é indicada para as pessoas que estão fazendo quimioterapia. Os especialistas em nutrição esportiva informam que a ingestão de água de coco durante e depois da atividade física é uma atitude muito benéfica.

Água de coco: Redução do cansaço

Quando a pessoa está com sede, isso é um sinal de que ela já está desidratada! Nesta condição várias funções do organismo ficam bem lentas, principalmente as atividades cerebrais. Isso provoca um forte cansaço mental e corporal, aumentado as chances da pessoa sofrer com estresse. Os nutrientes essenciais existentes na água de coco favorecem o bom funcionamento fisiológico, combatendo a fadiga muscular e o estresse.

Água de coco: Combate a ressaca

Quando uma pessoa consome exageradamente bebida alcoólica, há uma enorme eliminação de água através da urina. Nesta condição, a desidratação deixa aquela sensação conhecida como ressaca. A pessoa pode sentir forte dor de cabeça, cansaço muscular, sede e até náuseas.
De acordo com os especialistas, tomar água de coco poucas horas depois da ingestão alcoólica e também no dia seguinte, é importante para combater os desconfortos causados pela ressaca.

Água de coco: Combate o envelhecimento

As principais substâncias antioxidantes da água de coco são a Vitamina C, Vitaminas do complexo B e também o aminoácido arginina. Estas substâncias atuam combatendo os malefícios dos radicais livres. Por isso, podemos afirmar que as substâncias antioxidantes presentes na água de coco são importantíssimas para combater o envelhecimento precoce.

Água de coco: Saúde renal

Podendo ser considerada como um diurético natural, a água de coco é muito importante para o bom funcionamento renal. Se você não sabe, manter os bons níveis de água no organismo é fundamental para quem prevenir a formação de cálculos renais. Outro benefício da boa hidratação é o aumento da frequência urinária, que ajuda na eliminação das bactérias que são causadoras das infecções urinárias.

Água de coco: Prevenção de doenças

Várias pesquisas mostram que os nutrientes essenciais presentes na água de coco estão diretamente relacionados com a prevenção de várias doenças como por exemplo, o câncer, alteração na pressão arterial, doenças renais e etc.

Água de coco: Emagrecimento

A água de coco também pode ser uma ótima opção para a rotina alimentar das pessoas que estão querendo emagrecer. Como a água de coco tem baixa quantidade calórica e os seus nutrientes favorecem os processos metabólicos, a água de coco pode e deve fazer parte da rotina alimentar das pessoas que querem emagrecer. É importante compreender que consumir água de coco isoladamente não será suficiente para resultar no emagrecimento.
Fonte: Buscar Saúde
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sábado, 10 de novembro de 2018

Cirrose hepática, quais as causas?

cirrose é o desfecho de lesões no fígado que se cicatrizam, fazendo com que o órgão vá perdendo sua função e caminhe para a falência completa. É resultado de inflamações e agressões crônicas como o ataque de vírus (hepatites A,B,C…) ou abuso de bebidas alcoólicas. O tecido do fígado fica, com o tempo, todo fibroso e deixa de realizar tarefas primordiais para o organismo, como o processamento de nutrientes e medicamentos, a fabricação de proteínas e a produção da bile, que atua na digestão.

O grande perigo da cirrose hepática é que ela é silenciosa durante anos. Ou seja, o fígado, mesmo sofrendo agressões, parece não reclamar. Isso atrasa o diagnóstico, que, no Brasil, ainda se dá na maioria das vezes em estágio avançado — fase em que costumam aparecer os sintomas.
Como o problema não tem cura (nem pode ser revertido), a solução pode ser o transplante de fígado. A recomendação, portanto, é ficar atento se houver fatores de risco para a doença (hepatites crônicas, etilismo, presença de gordura no fígado…) para flagrá-la quanto antes e poder estacionar seu avanço.

Sinais e sintomas

– Pele amarelada (icterícia)
– Inchaço no abdômen
– Emagrecimento
– Fraqueza
– Perda de apetite
– Mau hálito intenso
– Nódulos amarelados pelo corpo (sobretudo próximos da pálpebra)
– Tosse e vômito com presença de sangue
– Perda de cabelo

Fatores de risco

– Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
– Excesso de peso e obesidade
– Hepatites (sobretudo as do tipo B e C)
– Predisposição genética
– Idade acima de 40 anos
– Uso (ou abuso) de medicamentos
– Diabetes

A prevenção

A melhor maneira de prevenir a cirrose hepática é adotar um estilo de vida mais saudável, evitando exageros de bebidas alcoólicas, dieta muito calórica e a automedicação. Outro fator de proteção é se proteger dos vírus das hepatites, sobretudo o tipo B — para o qual existe vacina.
O uso de preservativo em relações sexuais também resguarda o organismo contra o agente viral. O tratamento de hepatites crônicas, como a do tipo C, é crucial para impedir que o fígado entre em cirrose e, com isso, perca suas funções.

O diagnóstico

O gastro ou hepatologista apura o histórico do paciente e analisa o estado do fígado com exames de imagem como o ultrassom. Frequentemente é necessário realizar uma biópsia para avaliar o tecido com um microscópio.

O tratamento

O objetivo é impedir que a cirrose se alastre e se agrave. O fundamental no plano terapêutico é identificar a causa do problema e cortar a agressão — seja o vírus da hepatite, seja a ingestão de álcool, seja a presença de gordura, a esteatose hepática.
Alguns medicamentos podem ser receitados nesse trajeto para poupar o fígado e o acompanhamento com exames se torna importante para avaliar a evolução do quadro e flagrar eventuais nódulos malignos no fígado, mal que pode aparecer em paralelo à cirrose. Casos mais graves de cirrose acabam sendo encaminhados para o transplante de fígado — o órgão perdido é substituído por outro, de um doador.
Os médicos, no entanto, tentam o possível para não chegar a essa solução. Daí a importância da detecção precoce.
Fonte: Saúde

Diverticulite, como evitar?


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diverticulite é uma inflamação caracterizada por pequenas bolsas na parte interna do intestino, podendo causar diversos sintomas, como sensibilidade e inchaço no abdômen, febre, náusea, calafrios e entre outros. Ainda não se sabe a causa exata da doença, porém sabe-se que seguir uma dieta pobre em fibras é uma das causas mais prováveis.
Por isso, é importante seguir hábitos alimentares saudáveis para prevenir o problema ou evitar complicações. Se você está se perguntando "Como posso me alimentar de maneira correta para evitar uma crise? Ou como posso me alimentar durante uma crise de diverticulite?" Não precisa se preocupar, nós te ajudaremos a desvendar essas questões. Confira algumas dicas abaixo:

Fibras

Pessoas que comem menos alimentos com fibras têm mais chances de desenvolver diverticulite. Então, é de extrema importância seguir uma dieta rica em alimentos fibrosos. "As fibras melhoram a consistência do bolo fecal, melhora o funcionamento do intestino e evita novas crises", diz a gastroenterologista Débora Poli, especialista do Hospital Santa Paula.
De acordo com a especialista, é recomendado consumir diferentes alimentos ricos em fibras para melhorar o funcionamento do intestino. Algumas fibras, como a aveia e a cevada, estimulam o crescimento de bactérias boas e ajudam na flora intestinal. Entretanto, não está completamente comprovado que as fibras podem prevenir as crises de diverticulite.
"O mais importante é manter o hábito intestinal saudável e quanto mais diversificada for a flora intestinal parece ser melhor. Sendo assim, fibras solúveis e insolúveis misturadas são uma boa opção", esclarece a especialista.

Quando devo evitar o consumo de fibras? E quais alimentos evitar?

Alimentos ricos em fibras são fundamentais para quem tem diverticulite. No entanto, durante uma crise elas devem ser evitadas. "As fibras fermentam e produzem mais gases, que podem piorar os sintomas", afirma Debora Poli.
Apesar de não existirem alimentos que ajudam a curar a doença, alguns podem acabar intensificando os sintomas. Segundo a gastroenterologista, os alimentos que devem ser evitados durante uma crise são:
  • Alimentos gordurosos
  • Excesso de doce
  • Grãos
  • Cereais
  • Legumes
  • Verduras.
"São alimentos de difícil digestão e que apresentam muita fermentação (produzem mais gases), podendo piorar os sintomas na crise", explica.
É importante mencionar que na diverticulite com alguma complicação, alguns médicos indicam o jejum até definir se há necessidade de cirurgia ou para entender qual o melhor tratamento.
Uma alimentação saudável é sempre essencial para evitar problemas de saúde, para quem sofre com diverticulite essa atenção precisa ser redobrada. Por esse motivo os médicos recomendam manter uma dieta leve, com alimentos de fácil digestão e pouco fermentativos para diminuir os sintomas da doença.

É possível evitar que a diverticulite aconteça?

Mudar alguns hábitos de vida podem ajudar no controle da infecção. A especialista deu algumas dicas como:
  • Fazer dieta que favoreça o bom funcionamento do intestino
  • Manter exercícios físicos regulares
  • Manter-se bem hidratado.
"Existem medicamentos específicos que podem ajudar na prevenção das crises e a reduzir sintomas", diz. Além disso, é importante ressaltar que a diverticulite necessita de acompanhamento médico.
"Para manter o hábito intestinal saudável e evitar a constipação e a consequente diverticulite é necessário que as fezes estejam hidratadas e não ressecadas", aconselha a gastroenterologista.

Evitar alimentos pequenos: mito ou verdade?

Algumas pessoas acreditam que a base para evitar uma crise de diverticulite é evitar o consumo de alimentos pequenos. Mas, essa é uma recomendação antiga e controversa, como explica a gastroenterologista "No passado, se acreditava que a causa da diverticulite seria o impacto de uma semente ou outro alimento pequeno no orifício dos divertículos. Atualmente, se sabe que o principal fator para a diverticulite é a pressão dentro do intestino e essa pressão tem relação direta com a consistência das fezes", completa.
Fonte: Minha Vida
Preparei um e-book para você: "Sucesso na Prevenção e Controle da Diverticulite" contém todas as informações completas do que você precisa saber e fazer para prevenir e controlar a diverticulite. Inclui sugestões de cardápios para os vários estágios, desde sua prevenção até o controle da doença, acrescido de várias dicas importantes para se manter saudável! Clique no link abaixo e adquira já seu exemplar e ganhe um livro bônus de receitas:

 Patrícia Brigagão Mendes

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Salada de Rúcula e Batatas com Tagliata (filet selado)


Ingredientes (para 2 pessoas):
4 medalhões de filet
10-12 batatas bolinha
Rúcula (cerca de 50g)
1 colher de chá de mostarda
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de alcaparra (não usei pois meu marido não é fã, mas se não tiver restrições, vá em frente!)
3 colheres de sopa de azeite de oliva (se tiver um aromatizado, melhor ainda! Usei um aromatizado com manjericão)
1 colher de sopa de estragão
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de Fazer:
Cozinhar a batata em água por cerca de 20 minutos. Escorrer e deixar esfriar. Selar os filets em uma grelha já pré-aquecida com um pouquinho de azeite, por 2 a 3 minutos cada lado, dependendo do ponto da carne desejado. Temperar com sal e pimenta e reservar depois de selados.
Cortar as batatas ainda quentes ao meio e misturar com a mostarda, vinagre, alcaparras, azeite e estragão.
Cortar o filet em fatias bem fininhas (o mais finas que conseguir) e acrescentar à salada. Juntar a rúcula e temperar com sal e pimenta do reino.
Fonte:Jetss

Salada de Camarões com Manga Agridoce

Ingredientes:
Folhas de rúcula (de preferência baby, aquelas folhinhas menores)
2 cogumelos paris grande em fatias
2 colheres de sobremesa de manga picada em pedacinhos pequenos
4 cubos de manga (para o espetinho, como os da foto)
4 camarões rosa grandes
1 dente de alho picado
1 colher de chá de raspas de limão siciliano
1/2 colher de chá de pimenta dedo de moça picada
1 limão siciliano
Azeite de oliva extra-virgem
1 colher de sobremesa de açúcar mascavo
1 colher de sobremesa de mel
Para o molho:
6 colheres de sopa de azeite de oliva
1/2 limão siciliano (suco)
1/2 laranja pera (suco)
1/2 colher de chá de gengibre ralado
Salsinha e ciboulette picados
Modo de Fazer:
Para o molho: Misturar todos os ingredientes e incorporá-los com um fouet, batendo.
Para a salada: Em uma frigideira, grelhar os 4 cubos de manga com o açúcar mascavo e quando já estiver derretido, acrescentar o mel. Reservar.
Em outra frigideira, colocar 4 colheres de sopa de azeite de oliva, 3 colheres de sopa de suco de limão siciliano, raspa de limão e pimenta dedo de moça. Grelhar os camarões. Cortar dois dos camarões em pedacinhos. Arrumar nas taças as folhas de rúcula, colocar as fatias de cogumelo e por cima um camarão picado e a manga. Cobrir com o molho por cima. Em um palito comprido, colocar um cubo de manga grelhada, um camarão inteiro e outro cubo de manga grelhada. Colocar dentro da taça e servir.
Fonte: Jetss

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Alimentos processados e ultraprocessados

Os alimentos processados são produzidos basicamente adicionando-se sal, açúcar, óleo ou vinagre aos alimentos in natura ou minimamente processados. Cozimento, secagem, fermentação, defumação, entre outros, integram as técnicas de processamento. Entre os exemplos de alimentos processados, temos conservas de alimentos em salmoura, frutas preservadas em açúcar, carnes salgadas ou defumadas, queijos e pães. Um dos objetivos do processamento é o aumento do prazo de validade dos alimentos.

Alimentos ultraprocessados são produzidos com a adição de muitos ingredientes como sal, açúcar, óleos, gorduras, proteínas de soja, do leite, extratos de carne, além de substâncias sintetizadas em laboratório a partir de alimentos e de outras fontes orgânicas como petróleo e carvão. Assim, tais alimentos têm prazo de validade maior, alteração de cor, sabor, aroma e textura. São exemplos de ultraprocessados: biscoitos recheados, salgadinhos “de pacote”, refrigerantes e macarrão “instantâneo”.
Como alguns ingredientes e métodos do processamento alteram desfavoravelmente a composição nutricional dos alimentos, como por exemplo, aumentando o conteúdo de sódio do alimento, ou a quantidade de calorias, o Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda que tais alimentos sejam consumidos em pequenas quantidades. No caso de alimentos ultraprocessados, por serem nutricionalmente desbalanceados, a recomendação é evitá-los.
Fonte:ABESO

Suco para crianças- NÃO!!!!

A mudança mais impactante no que diz respeito a alimentação infantil nos últimos anos foi a retirada do suco natural da alimentação de bebês e crianças

Historicamente o suco de frutas natural foi utilizado como alimento de escolha na introdução alimentar de bebês desde muito cedo. O suco era considerado fonte de vitamina C, fonte extra de água e até como enganosa fonte de fibras aos bebês. Entretanto, recentemente, o suco natural passou de mocinho a vilão graças às evidências científicas sobre seus malefícios.
Estudos recentes revelaram que o alto teor de glicose presente no suco natural pode estar relacionado a alterações metabólicas, cáries dentárias e obesidade no futuro. 
A prática clínica mostra ainda que a introdução do suco prejudica a aceitação da fruta in natura, uma vez que a criança “prefere” a facilidade do suco. Além disso, a chance de o suco natural ser substituído por “suco de caixinha” no futuro é muito grande e esse sim é considerado proibido para crianças por ser riquíssimo em açúcar e corantes e um dos principais alimentos relacionados a atual prevalência de obesidade em muitos países.
O excesso de suco de frutas pode ainda prejudicar a aceitação das principais refeições levando à subnutrição e até é desnutrição em casos graves. 
A recente e mais rigorosa recomendação da Academia Americana de Pediatria no que diz respeito ao suco na alimentação infantil não apenas desaconselha a introdução de suco natural para bebês até um ano, como limita e muito o consumo de qualquer bebida açucarada incluindo o suco natural até a adolescência.
Resumindo: Mais frutas in natura, mais água e nada de suco. Nem natural. 
Fonte:ABESO

domingo, 4 de novembro de 2018

A dieta influencia na tireóide?

​Para regular a tireoide, é importante ter uma alimentação rica em iodo, selênio e zinco, nutrientes importantes para para o bom funcionamento desta glândula e que pode ser encontrados em alimentos como peixes, frutos do mar e castanha-do-pará.
Além disso, é importante lembrar que o principal meio de tratamento para doenças na tireoide é o uso de medicamento específicos indicados pelo médico para controlar os sintomas. 


Bons alimentos para tireoide

Os nutrientes e alimentos importantes para regular a tireoide naturalmente, sendo útil tanto em caso de hipotireoidismo, como em caso de hipertireoidismo, são:
  • Iodo: peixes do mar, todas as algas marinhas, camarão, ovo. Veja mais sobre as funções do iodo em: Iodo previne infertilidade e problemas na tireoide.
  • Zinco: ostras, carne, sementes de abóbora, feijão, amêndoa, amendoim;
  • Selênio: castanha-do-pará, farinha de trigo, pão, ovo;
  • Ômega-3: abacate, óleo de linhaça e peixes ricos em gordura, como salmão, sardinha e atum;
Esses nutrientes ajudam na formação dos hormônios da tireoide e na atuação deles no organismo, mantendo o metabolismo equilibrado. Também é importante lembrar que no Brasil o sal de cozinha recebe adição de iodo, uma medida utilizada para prevenir problemas de tireoide, como o bócio. 

Alimentos que prejudicam a tireoide 

A soja e seus derivados, como leite e tofu, são os principais alimentos que podem contribuir para desregular a tireoide. No entanto, esse risco é maior apenas para pessoas com histórico familiar de problemas nesta glândula, que não consomem iodo adequadamente ou que têm uma alimentação rica em carboidratos refinados, como doces, massas, pães e bolos.
Além disso, pessoas que já tomam medicamentos para a tireoide devem evitar consumir alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, e suplementos de ferro, pois eles podem diminuir o efeito do remédio. Assim, a melhor opção é tomar o medicamento pelo menos 2h antes ou depois das refeições.
Outros alimentos que prejudicam a tireoide são verduras como couve, brócolis, repolho e espinafre que contém glucosinolatos e que por isso não devem ser consumidos crus diariamente, no entanto quando são cozidos, ensopados ou salteados é possível consumir estas verduras normalmente. 
Quem tem alguma alteração na tireoide também deve reduzir o consumo de açúcar e alimentos como pão e bolo industrializados, por exemplo que são ricos em açúcares, fermentos e aditivos porque estes também podem atrapalhar o metabolismo e diminuir a produção de hormônios tireoidianos. 
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Fonte: Tua saúde