quarta-feira, 17 de julho de 2019

Por que temos mais fome no inverno ?

Você já reparou que sente mais fome no inverno? Nessa temporada eu reparo uma movimentação de pacientes que costumam ganhar uns quilinhos extras por sentirem mais vontade de comer do que em outras estações do ano.
Para você que tem esta mesma dúvida, hoje vou explicar o que acontece com nosso metabolismo e também dar algumas dicas.

Mas afinal, por que sentimos tanta fome no inverno?

Durante os dias que estão mais frios, o nosso corpo precisa se manter aquecido para garantir que o organismo trabalhe normalmente. E para que isso aconteça – e nos deixar quentinhas –, o corpo acaba gastando mais energia. Resumindo: nós aumentamos nossas necessidades energéticas e isso nos leva a sentir mais fome também.
A maior vontade de comer acontece porque, para produzir calor, nosso corpo esgota mais rápido as reserva de energias (músculo e fígado).
Dica: alguns alimentos possuem efeito térmico maior quando comparados a outros alimentos, como gengibre, pimenta vermelha, chá verde.

E porque ganhamos quilos extras já que gastamos mais energia?

Simples: nós buscamos alimentos calóricos e gordurosos. Eles, por sua vez, demoram mais para serem digeridos e geram uma quantidade maior de calor.
Também quando o inverno chega, acabamos deixando isso interferir na nossa prática dos nossos exercícios.
Pensando nisso, separei algumas dicas:
• Quando optar por bebidas para se esquentar, busque sempre por chás;
• Alimentos quentes como sopas são uma ótima opção, porém sem adicionar queijos ou creme de leite;
• Consumir legumes e verduras cozidos também fora das sopas;
• SEMPRE se manter hidratada;
• Para acompanhar o lanche, uma boa opção é aproveitar bebidas à base de colágeno. Por serem ricas em proteínas, elas prolongam a sensação de saciedade, podendo contribuir para o controle do peso;
• Evite ficar longos períodos sem se alimentar, pois essa prática aumenta a percepção de fome;
• Evite comer alimentos gordurosos em excessos, sempre mantendo uma alimentação balanceada
• Mesmo no frio, NÃO deixe de praticar exercícios físicos regularmente.
Espero ter ajudado vocês. 
Fonte: WomenHealth

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Caldo Verde Detox

Receita de caldo verde detox e 'low carb'
Além de ser fácil de fazer e levar poucos ingredientes, esta deliciosa sopa dura três dias na geladeira ou até três meses no congelador, armazenada em porções individuais.
Ingredientes
300 g de mandioca picada;
500 ml de chá verde preparado;
1 litro de água;
½ col sopa rasa de sal.
Como preparar o chá verde
Em um recipiente, ferva 500 ml de água por seis minutos. Adicione uma colher de sopa com a mistura da erva. Após diluir, coe e reserve.
Preparação
Cozinhe a mandioca e depois misture em um processador ou liquidificador com o chá verde até formar a mistura homogênea do caldo.
Se preferir pode incrementar a receita com couve manteiga picada.
Bom apetite!
Fonte: MSN

Ansiedade - como tratar


Quando um indivíduo está experimentando um ataque de ansiedade, ele começa a sentir que sua frequência cardíaca aumenta, ao mesmo tempo que ocorre uma opressão no peito que o impede de respirar normalmente.
Estes sentimentos são acompanhados por medo extremo, que se manifesta através da transpiração ou arrepios que podem levar a náuseas e até desmaios.
Reconhecer as situações em seu ambiente que podem causar os ataques de ansiedade ajuda a evitar a ocorrência de um episódio e permite que a pessoa esteja preparada para enfrentar uma crise.
MatiasDelCarmine/shutterstock

O que fazer em caso de ataque de ansiedade?


É importante reconhecer se o ataque é causado por uma ansiedade adaptativa (estado de ansiedade temporária, causada por uma situação estressante) ou se vem de uma ansiedade patológica, em que os sintomas são reconhecidos pela resposta excessiva ou irracional da pessoa ao seu ambiente.
Uma vez que a pessoa é capaz de identificar o tipo de ataque, ele pode tomar medicação prescrita se for uma ansiedade diagnosticada como patológica, mas se o episódio for de um tipo adaptativo, o seguinte pode ser feito:

1. Respiração

Primeiro tente reduzir o ritmo cardíaco, mantendo uma respiração profunda e calma. Com isso, o sistema nervoso pode neutralizar os níveis de estresse que seu corpo está experimentando.

2. Concentração

Concentre-se em algo diferente daquela situação que estimulou sua reação, ou seja, procure uma distração.

3. Diga não aos estimulantes

Evite tomar bebidas como café, refrigerante ou qualquer outro estimulante, uma vez que substâncias como a cafeína podem alterar ainda mais o seu sistema nervoso.

4. Conheça a si mesmo

Estude seu corpo e suas reações durante o dia para identificar o que produz os ataques. Com maior conhecimento de si mesmo, você pode evitar esses estímulos ou aprender a lidar com eles de uma maneira melhor.

5. Meditação

Realize sessões de meditações no início e no final do dia para melhorar o controle da respiração e da mente.
Fonte: MSN


sábado, 13 de julho de 2019

Sopa Emagrecedora de legumes


Ingredientes
1 Berinjela
3 cenouras
2 xícaras de vagem picada
2 tomates picados
1 repolho grande
1 nabo
1 cebola picada
2 maços de cheiro verde 
1 maço de aipo ou salsão
1 dente de alho
4 jilós
2 pimentões
Pouco sal e pimenta do reino
 
Modo de preparo 
Higienizar os legumes, cortá-los em pedaços pequenos ou médios, colocar em uma panela grande e cobrir com água. Tempere, e leve a panela a fogo alto e, quando começar a ferver, abaixe o fogo. Deixe cozinhar é até que os legumes fiquem bem macios. Quando a sopa já estiver pronta, desligue o fogo, deixe esfriar e, se quiser, leve-a a geladeira dispondo-a em vários potes. Não é necessário batê-la no liquidificador.
 
Fonte: revista da Mulher


Compulsão alimentar e Fome emocional

Por que engordamos ou emagrecemos exageradamente? O que está por trás da forma como nos alimentamos? Você já parou para refletir sobre como é a sua relação com a comida? Já ouviu falar sobre fome emocional?

Claro que existem predisposições genéticas que não podem ser ignoradas, como distúrbios hormonais e  outras doenças que nos levam a ganhar ou perder peso de forma considerável. Por isso, é importante que toda pessoa que esteja passando por problemas relacionados ao peso procure orientação médica e siga  o tratamento indicado.
Mas, ao lado das evidências fisiológicas, também é importante lembrarmos que em grande parte das vezes  as nossas emoções podem reger o funcionamento do nosso organismo e o nosso comportamento alimentar. Fatores emocionais e psicológicos  podem comandar o formato dos nossos corpos.

Entenda  o que é obesidade sob a ótica da metafísica da saúde

A gordura funciona como um tipo de proteção. É uma camada que, de certa forma, envolve ” o corpo e “amortece” simbolicamente as agressões externas. O indivíduo sente que precisa se proteger, eventualmente porque viveu episódios que o machucaram.
Um trauma instalado no subconsciente, ou mesmo um evento recente com o qual não soube lidar direito, pode fazer com que, inconscientemente, a pessoa tenha que providenciar um “campo de força” para impedir, bloquear ou amortecer as dores que a vida impõe.
Outro motivo que leva ao ganho de peso , pode estar relacionado a uma profunda sensação de vazio da alma. Solidão, carência, , sentir- se pouco importante ou insignificante, leva à busca pelo alimento físico, já que o alimento emocional “está em falta”.
Comer em excesso é uma forma de preencher diversas  lacunas afetivas abertas durante a vida.
Em ambos os casos citados como exemplo,  entendemos que o aumento de peso está intimamente ligado às fragilidades  e às dificuldades em lidar com os eventos da vida. , Na fase adulta, isso pode revelar certa imaturidade emocional e um despreparo nos cuidados nas relações afetivas, que podem englobar  aspectos sociais, familiares ou profissionais.
Comer é prazeroso e é também um subterfúgio que ameniza as frustrações. Mastigar, por exemplo, pode ser uma forma para  aliviar tensões e atenuar o desconforto por não conseguir lidar com a realidade incômoda.
Ao mastigar alimentos duros como amendoim, castanhas ou outros que precisam ser “quebrados” com os dentes, como balas duras, é uma forma de extravasar a raiva represada na musculatura da mandíbula.

Como a fome emocional é desenvolvida?

Muitas mães com dificuldades de doar seu amor, usam a comida para alimentar afetivamente seus filhos, daí crianças( e até bebês) se tornarem obesos. A crença de que a comida supre o afeto vai acompanhar essas pessoas ao longo da vida.
A pessoa obesa precisa se  ver no mundo e engordar é uma maneira simbólica de atingir  esse objetivo. Assim, ela passa a ocupar seu lugar “à força”, de maneira física,   já que não encontrou (ainda) meios para se fazer notar apenas por ela ser quem é.
Da mesma forma que a camada de gordura “protege”  das agressões externas, ela também faz com que o indivíduo tenha dificuldade para expressar o que sente e, embora sejam pessoas afetuosas, em grande parte dos casos, são também carentes.
Não necessariamente a pessoa que passa por um episódio de estresse emocional vai desenvolver obesidade, mas é comum que ganhe peso porque o alimento é uma fonte de prazer e está “à mão”. Comer alimentos calóricos fornece ilusoriamente a saciedade emocional ou afetiva que ela não  encontra nos eventos de sua vida.
A comida passa a ser a companheira fiel que vai amortecer os desconfortos e distanciar a pessoa dos verdadeiros motivos de sua tristeza, oculta por trás de excesso de atividades, do esforço para ser sempre simpático e querido ou evitando confrontos que possam lembrá-los de sua turbulência interna.

O que é compulsão alimentar?

Toda compulsão é fruto de um grande desconforto emocional e psicológico. Sentir-se descontroladamente compelido a apelar para determinado tipo de comportamento,   é uma forma de nublar as dores da vida e não entrar em contato com as agressões que tocaram nossas emoções. É o caminho mais destrutivo que se escolhe, de forma inconsciente, para fugir do necessário encontro consigo mesmo.
A compulsão tira o foco do que idealmente deveria estar sendo observado e compreendido para que,  com um trabalho multidisciplinar, a pessoa possa ter a posse sobre si mesma.
O primeiro passo é reconhecer  qual é o “objeto de consumo”, sejam drogas (álcool e todas as outras), jogos, sexo, compras, celular, redes sociais ou a comida. O compulsivo acorda e dorme esperando pelo momento de satisfazer o que já se tornou um vício.

Tipos de compulsão alimentar

Bulimia

No caso da compulsão alimentar, a bulimia é sua mais dramática expressão. É caracterizada por episódios incontroláveis de ingestão  de uma grande quantidade de comida e, sentindo-se culpada e inadequada, não desejando engordar e temendo ser “descoberta”, a pessoa força o vômito.  para, Mais tarde, o episódio se repete: a pessoa volta a comer e a vomitar e, outras vezes, pode recorrer também aos laxantes, mas não abandonada comida.

Anorexia

A anorexia ou anorexia nervosa está intimamente ligada à obsessão em perder peso. O anoréxico, ao contrário do bulímico, não quer comer. Tem uma visão distorcida a respeito do próprio corpo e acredita  que sempre está acima do peso. Mesmo que a balança ou o espelho digam o contrário.
Por conta do transtorno,  acabam se submetendo a rotinas extenuantes de exercícios físicos e à prática de jejum, comprometendo gravemente a saúde.
Apesar de serem doenças diferentes, ambas se caracterizam por distúrbios do apetite,  e não raro, o anoréxico já flertou com a obesidade em algum momento da vida.
Ambos os transtornos precisam de intervenção médica e psiquiátrica, já que depressão ou ansiedade podem ser as causas ou consequências dos distúrbios.
Paralelamente, é fundamental que um acompanhamento terapêutico seja também procurado e a utilização de ferramentas de apoio como florais, aromaterapia e acupuntura  sejam utilizadas por profissionais especializados na área.
A essência floral mais gentil e adequada para casos em que compulsões, sejam elas alimentares ou não, é a Agrimony. Como descreve Mechthild Scheffer em “Terapia Floral do Dr. Bach”:
“As pessoas que necessitam de Agrimony estão interiormente perturbadas por ansiedades e medos (…), não querem perceber, nem  mostrar o que vai por baixo da superfície. (….) Existe um estado crônico de guerra entre os dois níveis. (…)”. A utilização dessa essência ajudará a pessoa a ganhar “força interior e estabilidade suficiente para enfrentar melhor os problemas de todos os dias. As experiências negativas já não precisam ser suprimidas, mas podem ser integradas na consciência.”
Realmente, a consciência de nosso estado emocional é a chave que abre os caminhos para buscar ajuda no combate aos transtornos alimentares. Cada um tem sua história particular, os motivos que desembocam nas dificuldades em se relacionar de forma saudável com o alimento são diferentes para cada indivíduo.
Uma ação multidisciplinar que  envolve médicos, psicoterapeutas, nutricionistas e outras terapias de apoio, é fundamental para resgatar o equilíbrio, tanto da saúde física como da saúde emocional.
Fonte:MSN
Link: http://saúde,depressão ou ansiedade,compulsão alimentar, ganho de peso,transtornos alimentares,anorexia, bulimia, fome emocional

terça-feira, 9 de julho de 2019

Saiba quais alimentos podem ser congelados


Alimentos congelados

Aqui vão algumas dicas de alimentos que você pode congelar.


Ovos
É possível congelar os ovos, no entanto, estes têm de estar fora da casca. Pode congelá-los individualmente ou pode deixá-los batidos antes de ir para o freezer. Também pode separar as gemas das claras, se preferir.
Farinha
Ao congelar a farinha, você poderá prolongar o seu prazo de validade. Mas certifique-se de armazená-la em um recipiente que fique bem tampado.
Queijo
Os queijos semiduros e também alguns duros são ótimos para congelar. Você pode cortá-los em cubinhos ou depois de triturá-lo. Cuidado com alguns queijos macios (como o brie), uma vez que estes não são adequados para serem congelados.
Polpa de tomate
Quantas vezes você acabou por usar apenas uma colher e o resto acabou por ir para o lixo? A solução é congelar a polpa de tomate em porções de colheres de sopa.
Molho pesto
Raramente utilizamos todo o recipiente quando compramos o molho pesto já pronto. A boa notícia é que você pode evitar o desperdício e congelá-lo.
Abacate
Quer desfrutar de um guacamole e não tem abacates frescos em casa? Pode usar os que estão no freezer. No entanto, os abacates descongelados não são muito agradáveis para saladas.
Húmus
Ter húmus guardado no congelador pode ser muito prático na hora que quiser usá-lo para um snack rápido e delicioso.
Sopa
Congele a sopa em embalagens apropriadas. É importante calcular o tamanho das porções, uma vez que ao descongelá-la terá de tomá-la.
Massa
Cozinhar uma grande quantidade de massa e congelar em porções pode lhe ajudar no momento em que tiver de preparar rapidamente uma refeição.
Arroz
O mesmo acontece com o arroz. Você pode cozinhar uma volumosa quantidade de arroz e guardar em porções no freezer.
Espiga de milho
Você pode guardar a espiga de milho diretamente no congelador, ou cozinhá-la primeiro antes de colocar lá.
Cebola picada
É um ótimo truque para cozinheiros amadores. Ao ter sempre cebola picada no congelador, irá poupar tempo sempre que precisar de cortar uma cebola para preparar alguma iguaria.
Purê de batata
Precisa de acompanhamento para as suas sobras? Descongele o purê de batata
Massa crua de pão
Gosta de pão saindo do forno? É possível ter sempre um fresco colocando-o para assar com a massa pronta que você deixou congelada.
Panquecas e waffles
Você não precisará acordar uma hora mais cedo só para fazer panquecas. Faça a massa em grande quantidade com antecedência e congele em porções.
Pão
O pão fresco pode ser congelado, aumentando assim a sua longevidade. Não se esqueça de cortá-lo em fatias antes de congelar.
Frutos secos
Outra dica é congelar os frutos secos para evitar que se estraguem. Coloque-os num saco com fecho para que durem mais tempo no freezer.
Sanduíches e wraps
Sanduíches, wraps, burritos e afins podem também ser congelados. Desta forma, pode comer esses lanches ao longo da semana.
Ervas picadas
Ter ervas picadas sempre prontas pode ser de uma grande ajuda. Você pode misturá-las com azeite e congelá-las em cubinhos naquelas bandejas de gelo. É super prático na hora de cozinhar.

Gengibre
Corte e descasque o gengibre e coloque-o em sacos para congelamento. Durará muito tempo e poderá ralá-lo facilmente.
Alho
É ótimo ter alho no congelador, principalmente quando já está picado. Você vai poupar tempo!
Espinafre
Vegetais como os espinafres e os brocólis devem ser cozidos antes de serem congela
dos.

Patrícia Brigagão Mendes
Nutricionista

Link: http://alimentos congelados

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Torta de Legumes


Ingredientes

1 abobrinha picada
1 talo de alho-poró picado
½ pimentão amarelo picado
6 talos de aspargos picados
1 ramo de tomilho
1 ramo de alecrim
2 colheres (sopa) de azeite
1 pedaço de massa folhada
1 xícara (chá) de tomate-cereja
1 ramo de manjericão
50 g de muçarela de búfala
Sal e pimenta a gosto
Rúcula a gosto para decorar

Modo de preparo

Na assadeira, coloque os legumes.
Junte tomilho, alecrim e regue com azeite.
Tempere com sal e pimenta a gosto.
Leve ao forno a 200 graus por 10 minutos.
Enquanto isso, abra a massa folhada.
Forre uma assadeira retangular de forma rústica.
Faça furinhos com um garfo.
Leve ao forno por 10 minutos.
Retire os legumes, junte os tomates e manjericão.
Volte ao forno por mais 5 minutos.
Retire a massa e os legumes do forno.
Monte a torta colocando os legumes sobre a massa.
Regue com azeite.
Volte ao forno por mais 10 minutos.
Retire do forno.
Acrescente a muçarela de búfala.
Decore com rúcula e sirva em seguida.
Fonte: Lucília Diniz

Conheça os benefícios das frutas vermelhas para o coração


Quais consumir?

Existe uma grande variedade de frutas vermelhas no mercado, sendo que cada uma contém propriedades diferentes. É interessante ficar atento ao que cada tipo pode oferecer e não deixar de consumir pelo menos três porções por dia. Por isso, entenda as propriedades de cada uma, incluindo os benefícios das frutas vermelhas para o coração!

1. morango

É  fonte de vitamina C, catequinas e compostos fenólicos. O consumo dessa fruta é associado com a redução dos níveis de colesterol ruim (LDL).

2. Uva

A uva possui ação antioxidante e também é anticancerígena. “Sua casca tem uma substância cardioprotetora chamada resveratrol, que ajuda no controle do colesterol, na diminuição da formação de coágulos sanguíneos e na prevenção da trombose”, explica  a nutricionista.

3. Framboesa

Muito rica em sais minerais, vitaminas e fibras solúveis, a framboesa contém antioxidantes eficazes contra radicais livres, que auxiliam no equilíbrio do colesterol, na digestão e na desintoxicação do organismo.
 

4. Açaí

O açaí é rico em antocianinas, substâncias que atuam como anti-inflamatórias e na adequação do perfil lipídico, ou seja, no aumento do colesterol bom (HDL) e na diminuição do ruim (LDL).

5. Maçã

Fonte de fibra solúvel, a pectina colabora para um bom trabalho intestinal. “A fruta contém também ácido málico, que contribui para absorção de vitamina C no organismo e é estimulante das funções cerebrais”, complementa a profissional.

6. Cereja

A fruta oferece proteção contra doenças cardiovasculares devido a quantidade de flavonóides presentes nela. Também é fonte de vitaminas A e C e de fibras solúveis.

Formas de consumo

Algumas frutas são consumidas na forma de geleia, doces, caldas ou até para decorar sobremesas. Mas o melhor é dar preferência ao consumo das frutas vermelhas in natura, já que os processos de cozimento, secagem e outros procedimentos alteram suas propriedades nutricionais.
Há restrições no consumo dessas frutas para as pessoas diabéticas, por conta de seu valor calórico e  da alta quantidade de frutose (açúcar). As frutas vermelhas são saudáveis se consumidas com moderação. “Caso haja algum tipo de intolerância à fruta, pode-se trocar a mesma por suco de frutas vermelhas”, finaliza a nutricionista.
Fonte: Alto Astral

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Excesso de exercícios faz mal?

No meu consultório, costumo  incentivar  meus pacientes a praticarem exercícios para melhorar: perda de peso, controlar glicose, colesterol, hipertensão, diminuir esteatose hepática, dar mais disposição, diminuir estresse e depressão, aumentar o bom humor , retardar envelhecimento e dar mais disposição. Mas, sempre oriento para não haver exageros! Explico e oriento a necessidade de dar intervalos a cada dois dias para o corpo descansar e haver a recuperação muscular.
Lendo hoje alguns artigos, achei este estudo interessante , que reforça a minha orientação.
Segue abaixo o estudo:


A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso.
O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento.
O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraining era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos.
A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais.
“O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva.

Subida e descida

Foram feitos testes com camundongos, submetidos a diferentes práticas de overtraining, como corrida no plano, na subida e na descida, durante oito semanas.
Todos os protocolos de exercícios em excesso provocaram prejuízo na sinalização da insulina no tecido musculoesquelético, ou seja, as células musculares ficaram com mais dificuldade de captar a glicose que circula no sangue.
“Essa dificuldade foi compensada tanto pelo coração quanto pelo fígado, que aumentaram os estoques de glicogênio”, disse Silva.
Ele acrescentou que o coração apresentou sinais de fibrose e também sinais moleculares de hipertrofia patológica. O fígado teve aumento da gordura que ocorre, por exemplo, em doenças como diabetes e obesidade.
A inflamação no hipotálamo foi associada à diminuição do apetite e do peso corporal dos camundongos.
“É importante frisar que, após duas semanas de recuperação total, em que os animais não foram submetidos a nenhuma sessão de treinamento, as alterações inflamatórias no músculo esquelético, no soro e no hipotálamo retornaram aos valores normais, no entanto, o desempenho dos animais continuou diminuído”, afirmou.
Segundo o pesquisador, esse resultado sugere que outros mecanismos, além da citocinas pró-inflamatórias, estejam envolvidos na diminuição do desempenho em resposta ao desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação.
“Os próximos passos da nossa pesquisa serão avaliar animais que apresentam deficiência dessa citocinas, que são conhecidos como animais nocaute, para que possamos averiguar qual o real papel dessas citocinas”, afirmou.

Educação física

Silva destacou que o exercício físico - feito de forma regular e moderada e sob orientação de um profissional de educação física - é uma estratégia “não farmacológica extremamente eficiente para a prevenção e tratamento de diversas patologias”.
“Os nossos resultados servem como alerta para os indivíduos que treinam em excesso e não respeitam um período adequado de recuperação.
Esse período varia muito em relação a sessões de treinamento e ao nível inicial de condicionamento do praticante.
De forma geral, nós podemos dizer que um período entre 24 horas e 48 horas é suficiente para a recuperação”, finalizou.
fonte: huffpost
Então, Como podem ver, estava certa! Não exagerar é importante para sua saúde!
Patrícia Brigagão Mendes



segunda-feira, 1 de julho de 2019

Chás emagrecem?

Conheça cada ingrediente do mix que tem feito sucesso no mundo do emagrecimento

Será que a fórmula desses chás é realmente tão poderosa?

Sálvia: esta erva reúne certos ativos, como óleos essenciais e flavonoides, que combatem a formação de gases e são diuréticos.
Mate verde: tem papel antioxidante, anti-inflamatório, diurético e lipolítico, ou seja, aumenta a queima de gordura devido à presença de xantinas.
Hortelã: contribui para a digestão de proteínas e, por causa do mentol, favorece os movimentos intestinais e reduz a formação de gases.
Gengibre: a raiz possui bioativos com ação anti-inflamatória e diurética, além de acelerar o metabolismo e estimular a queima de gordura.
Guaraná: a semente da planta usada nos chás apresenta substâncias que elevam o gasto calórico e baixam o colesterol.
Chá-verde: é diurético e dá pique. Graças às catequinas, combate os radicais livres que atormentam as células e ajuda a impedir o acúmulo de gordura.
Carqueja: melhora a digestão e impede o acúmulo de gordura nas células. Também evita a retenção de líquidos.
Alecrim: concentra substâncias que previnem o estufamento causado pelos gases e exibe potencial antioxidante e anti-inflamatório.

Como os chás ajudam no emagrecimento

Nunca é demais reforçar que o ganho de peso e o inchaço são influenciados por vários fatores, como estilo de vida sedentário, alimentação desequilibrada, excesso no consumo de sal, baixa ingestão de água e até alterações hormonais. Sem falar que o metabolismo de cada pessoa é diferente. Sozinho, um chá não tem poder para driblar tudo isso. Mas será que a nova mistura de plantas é especialmente eficaz?
“Por ter uma quantidade limitada de cada ingrediente, a fórmula acaba restringindo a ação das ervas”, avalia Vanderli Marchiori, nutricionista e presidente da Associação Paulista de Fitoterapia. “Por outro lado, pode haver uma sinergia entre elas. Mas, para confirmar isso, é necessário fazer um estudo com o blend na proporção em que é vendido. Hoje, não temos esses dados”, completa.
De fato, algumas ervas isoladas e em maiores concentrações são capazes de oferecer ótimos resultados, informa a nutricionista especialista em fitoterapia Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, na capital paulista. É o caso do chá-verde, feito a partir da planta Camellia sinensis — que também dá origem ao chá-branco e ao chá-preto.
Pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq) já testaram a bebida durante dois meses entre mulheres acima do peso e verificaram que ela impulsionou o emagrecimento — principalmente quando aliada ao exercício.
Um dos motivos é a alta concentração de catequinas, que parecem favorecer a quebra de gorduras. Já a cafeína presente na planta contribuiria para a transformação dessa gordura em energia.
Outra espécie parceira é a erva-mate, nativa do Brasil — opção mais barata do que o blend, diga-se. De acordo com um estudo sul-coreano, pessoas com sobrepeso que consumiram cápsulas com a erva tiveram uma redução no percentual de gordura corporal após 12 semanas de uso.
Mas uma pesquisa nacional, da Universidade Federal de Santa Catarina, chegou a identificar efeito emagrecedor da própria bebida entre indivíduos com alteração no colesterol. A cafeína (mais uma vez!) e as propriedades diuréticas do chá-mate responderiam pela façanha.
Opções para atuarem como parceiras na perda de peso não faltam. Mas, se você curtiu pra valer o gostinho daquele mix de oito ingredientes, vá em frente. “É uma maneira de ingerir mais líquidos com prazer e sem calorias. Desde que não seja adicionado açúcar à preparação, claro”, diz Vanderli.
“Esse mix também ajuda a controlar a vontade de doce, uma vez que estimula as papilas gustativas a aceitarem melhor os sabores amargo e azedo”, observa Ana Paula.
Não dá para negar que uma infusão ao natural, seja de qual tipo for, cai melhor do que bebidas açucaradas, como achocolatado, refrigerante e néctar. Ainda assim, nada de exagerar na quantidade, tá? “O consumo, em geral, não deve ultrapassar 1 litro por dia, justamente por conter substâncias diuréticas e estimulantes”, lembra Vanderli. Bom senso é bem-vindo até na hora do chá.

Dicas que fazem a diferença na hora de consumir a sua infusão preferida

Melhor não adoçar: prefira tomar o chá sem açúcar. Assim, evita-se incluir mais calorias na dieta. Se achar difícil de engolir, bote um tiquinho de mel.
Prefira o natural: em geral, os chás prontos têm menos propriedades (e mais açúcar) do que os feitos com folhas secas ou saquinhos.
O tempo certo: “coloque a erva na água fervente e deixe por três a cinco minutos para liberar os fitoquímicos importantes”, ensina Vanderli Marchiori.
A proporção ideal: para cada sachê, use 250 mililitros de água. E, para cada litro, uma colher de sopa da planta seca. Diluir demais reduz os efeitos da erva.
Tem cafeína? Pense no sono: como a substância é estimulante, chás como o verde e o mate devem ser evitados a partir das 17 h para não interferir no descanso noturno.
Quando tomar: evite os chás no almoço e jantar. “Substâncias como a cafeína prejudicam a absorção de ferro dos alimentos”, diz Clarissa Fujiwara.

Não ignore o inchaço

Muitas vezes ele é resultado de situações como aumento da temperatura (que dilata os vasos), excesso no consumo de sal e até ação dos hormônios. No entanto, há casos em que o inchaço sinaliza questões mais sérias, a exemplo de doenças cardiovascularesdiabetes e problemas renais.
“Observe se ele incomoda, se persiste por mais de cinco dias e se há outros sintomas associados”, recomenda a médica Maria Fernanda Barca, doutora em endocrinologia pela Universidade de São Paulo. “Caso já tenha uma doença conhecida, procure o médico com urgência”, avisa.
Fonte: Abeso